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1 APOSTILA DE CÁLCULO I PARTE 4 DERIVADAS • Notações • Interpretação Geométrica da Derivada • Derivada de uma Função em um Ponto • Função Derivada • Derivada das Funções Elementares • Regras de Derivadas • Derivadas de Ordem Superior • Tabela de Derivadas Elementares • Tabela de Regras de Derivação Profa. Dra. Andrea Ribari Yoshizawa 2 NOTAÇÕES PARA FUNÇÃO DERIVADA Seja 𝑦 = 𝑓(𝑥) uma função real derivável. Sua derivada poderá ser denotada das seguintes formas: • 𝑓′(𝑥) • 𝑦′ • [𝑒𝑥𝑝𝑟𝑒𝑠𝑠ã𝑜 𝑑𝑎 𝑓𝑢𝑛çã𝑜 𝑓(𝑥)]′ Por exemplo, seja 𝑦 = 𝑔(𝑥) = 𝑥2 − 9. Então, poderemos denotar a derivada dessa função como: • 𝑔′(𝑥) • 𝑦′ • [𝑥2 − 9]′ INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA DA DERIVADA Considere, na figura a seguir, que a reta vermelha que está tangenciando a curva da função 𝑓(𝑥) no ponto 𝐴 = (𝑥0, 𝑓(𝑥0)) seja dada pela função de 1º grau: 𝑦 = 𝑚𝑡𝑥 + 𝑛 Nosso objetivo é determinar o valor de 𝑚𝑡 que é o coeficiente angular dessa reta. Sabe-se que o valor de 𝑚𝑡 poderia ser determinado se fossem conhecidos dois pontos da reta observada. Obviamente não podemos encontrar outro ponto na reta tangente pois, seu único ponto conhecido também é ponto da função 𝑓(𝑥) e, por isso, as coordenadas de 𝐴 = (𝑥0, 𝑓(𝑥0)) puderam ser determinadas. Porém, podemos usar algum outro ponto da mesma função 𝑓(𝑥) para gerar uma reta secante e usar seu coeficiente angular como um valor aproximado para o que estamos procurando. 3 Então, para dois pontos 𝐴 = (𝑥0, 𝑓(𝑥0)) e 𝐵 = (𝑥1, 𝑓(𝑥1)) na reta secante, tem-se que: 𝑚𝑠 = ∆𝑓 ∆𝑥 = 𝑓(𝑥1) − 𝑓(𝑥0) 𝑥1 − 𝑥0 Como vimos na figura, se o 2º ponto estiver muito longe do 1º, a aproximação não ficará muito boa. Então temos que fazer o ponto B ficar próximo o suficiente do ponto A para termos um bom valor aproximado para o coeficiente angular da reta tangente. Quando fazemos o ponto B “voltar” sobre a função 𝑓(𝑥) fazemos o coeficiente da reta secante chegar cada vez mais perto do coeficiente da reta tangente. Isso é uma análise de limite que está sendo feita sobre o coeficiente angular da reta secante. Quando fazemos o ponto B se aproximar do ponto A estamos analisando um limite onde: • 𝑓(𝑥) → 𝑓(𝑥0) e, • 𝑥 → 𝑥0 Ou seja, podemos dizer que o coeficiente da reta tangente que estamos procurando é dado por 𝑚𝑡 = lim 𝑥→𝑥0 ( 𝑓(𝑥) − 𝑓(𝑥0) 𝑥 − 𝑥0 ) Derivada de uma função em um número 𝒙𝟎 Depois de algum tempo de investigação, descobriu-se que o coeficiente angular dessa reta tangente é dado pela derivada da função 𝑓(𝑥) calculada no número 𝑥 = 𝑥0, ou seja: 𝑚𝑡 = lim 𝑥→𝑥0 ( 𝑓(𝑥) − 𝑓(𝑥0) 𝑥 − 𝑥0 ) = 𝑓′(𝑥0) Função Derivada Obviamente ficaria muito difícil e trabalhoso calcular esse limite toda vez que precisamos encontrar a derivada de uma função calculada em um número. Então, primeiro determinamos a função derivada a partir da função original, para depois usa-la no cálculo de qualquer número desejado. A Função Derivada de uma função de variável real 𝑓(𝑥) também é resultante de um limite: 𝑓′(𝑥) = lim ∆𝑥→0 ( 𝑓(𝑥 + ∆𝑥) − 𝑓(𝑥) ∆𝑥 ) Para facilitar a escrita no limite, substituímos o ∆𝑥 por ℎ e o limite fica escrito assim: 𝑓′(𝑥) = lim ℎ→0 ( 𝑓(𝑥 + ℎ) − 𝑓(𝑥) ℎ ) Essa troca gera uma mudança da variável observada. Ao invés de considerarmos a variação em 𝑥, vamos considerar a variação em ℎ. 4 DERIVADAS DAS FUNÇÕES ELEMENTARES Função Constante: 𝑓(𝑥) = 𝑘; ∀ 𝑘 ∈ ℝ 𝑓′(𝑥) = 0 Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = 5 b) 𝑓(𝑥) = −3 c) 𝑓(𝑥) = √2 d) 𝑓(𝑥) = 𝜋 e) 𝑓(𝑥) = −𝑒3 Função Potência de 𝑥: 𝑓(𝑥) = 𝑥𝑛; ∀ 𝑛 ∈ ℝ 𝑓′(𝑥) = 𝑛 ∙ 𝑥𝑛−1 (Regra do Tombo) Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = 𝑥 b) 𝑓(𝑥) = 𝑥2 c) 𝑓(𝑥) = 𝑥5 d) 𝑓(𝑥) = 𝑥12 e) 𝑓(𝑥) = 𝑥−6 f) 𝑔(𝑥) = 1 𝑥9 A Regra do Tombo também se aplica às Funções Raiz 𝑓(𝑥) = √𝑥𝑚 𝑛 Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = √𝑥 b) 𝑓(𝑥) = √𝑥 3 c) 𝑓(𝑥) = √𝑥3 4 d) 𝑓(𝑥) = 1 √𝑥4 5 Função Exponencial: 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑥; 𝑎 > 0; 𝑎 ≠ 1 𝑓′(𝑥) = 𝑎𝑥 ∙ ln(𝑎) Função Exponencial Natural: 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥 𝑓′(𝑥) = 𝑒𝑥 pois, ln(𝑒) = 1, então, 𝑒𝑥 ∙ ln(𝑒) = 𝑒𝑥 ∙ 1 = 𝑒𝑥. 5 Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = 2𝑥 b) 𝑓(𝑥) = 10𝑥 c) 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥 d) 𝑓(𝑥) = ( 1 2 ) 𝑥 Função Logarítmica: 𝑓(𝑥) = log𝑎(𝑥) ; 𝑎 > 0; 𝑎 ≠ 1 𝑓′(𝑥) = 1 𝑥 ∙ ln(𝑎) Função Logarítmica Natural: 𝑓(𝑥) = ln(𝑥) 𝑓′(𝑥) = 1 𝑥 pois, ln(𝑒) = 1, então, 1 𝑥∙ln(𝑒) = 1 𝑥∙1 = 1 𝑥 . Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = log3(𝑥) b) 𝑓(𝑥) = log5(𝑥) c) 𝑓(𝑥) = ln(𝑥) d) 𝑓(𝑥) = log2 5 (𝑥) Função Seno: 𝑓(𝑥) = sen(𝑥) 𝑓′(𝑥) = cos(𝑥) Função Cosseno: 𝑓(𝑥) = cos(𝑥) 𝑓′(𝑥) = − sen(𝑥) Função Tangente: 𝑓(𝑥) = tg(𝑥) 𝑓′(𝑥) = 𝑠𝑒𝑐2(𝑥) Função Cotangente: 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥) 𝑓′(𝑥) = −𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐2(𝑥) Função Secante: 𝑓(𝑥) = sec(𝑥) 𝑓′(𝑥) = sec(𝑥) tg(𝑥) Função Cossecante: 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) 𝑓′(𝑥) = −𝑐𝑜𝑠sec(𝑥) 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥) DERIVADAS DAS FUNÇÕES INVERSAS Para determinar a derivada de uma função que é inversa de outra existe uma fórmula que podemos aplicar. 6 Sendo 𝑓(𝑥) uma função com derivada 𝑓′(𝑥) conhecida e, 𝑓−1(𝑥) sua função inversa, a derivada de 𝑓−1(𝑥) é dada por: [𝑓−1(𝑥)]′ = 1 𝑓′(𝑓−1(𝑥)) Observe que 𝑓′(𝑓−1(𝑥)) é uma função composta. Por exemplo, vamos considerar duas funções conhecidas e fáceis de se trabalhar: 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥, com derivada 𝑓′(𝑥) = 𝑒𝑥 e, a inversa da 𝑓(𝑥) que é 𝑓−1(𝑥) = ln(𝑥). Então, se quiséssemos determinar a derivada de 𝑓−1(𝑥) pela fórmula teríamos: [ln(𝑥)]′ = 1 𝑒ln(𝑥) = 1 𝑥 como já sabemos ser verdade. Usamos essa fórmula para determinar as Derivadas das Funções Inversas Trigonométricas. Função Arco Seno: 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐sen(𝑥) 𝑓′(𝑥) = 1 √1 − 𝑥2 Função Arco Cosseno: 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐cos(𝑥) 𝑓′(𝑥) = − 1 √1 − 𝑥2 Função Arco Tangente: 𝑓(𝑥) = arctg(𝑥) 𝑓′(𝑥) = 1 1 + 𝑥2 Função Arco Cotangente: 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥) 𝑓′(𝑥) = − 1 1 + 𝑥2 Função Arco Secante: 𝑓(𝑥) = arcsec(𝑥) 𝑓′(𝑥) = 1 |𝑥|√𝑥2 − 1 Função Cossecante: 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) 𝑓′(𝑥) = − 1 |𝑥|√𝑥2 − 1 OPERAÇÕES COM DERIVADAS Em geral, as funções reais são formadas com operações e/ou, composições das funções elementares. Para cada tipo de operação e, para a composição, teremos uma regra específica. 7 Produto/Multiplicação de função por número real (Regra do Produto por nº) [𝑘 ∙ 𝑓(𝑥)]′ = 𝑘 ∙ 𝑓′(𝑥) Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = 5𝑥 b) 𝑓(𝑥) = −2𝑥2 c) 𝑓(𝑥) = 3 𝑥7 d) 𝑓(𝑥) = 1 2𝑥6 e) 𝑓(𝑥) = − 9 √𝑥3 8 2 f) 𝑓(𝑥) = −5𝑒𝑥 g) 𝑓(𝑥) = 3 ∙ 7𝑥 h) 𝑓(𝑥) = ln(2) log2(𝑥) i) 𝑓(𝑥) = 2 5 ln(𝑥) j) 𝑓(𝑥) = 𝜋sec(𝑥) k) 𝑓(𝑥) = −3cos(𝑥) l) 𝑓(𝑥) = 2arctg(𝑥) m) 𝑓(𝑥) = 5𝑎𝑟𝑐𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) Soma ou Subtração de funções (Regra da Soma e da Subtração) [𝑓(𝑥) ± 𝑔(𝑥)]′ = 𝑓′(𝑥) ± 𝑔′(𝑥) Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = −𝑥 + 3 b) 𝑓(𝑥) = 3𝑥2 + 2𝑥 − 1 c) 𝑓(𝑥) = 3 𝑥12 − 1 2𝑥3 + 2 d) 𝑓(𝑥) = 6√𝑥 − 3 √𝑥2 3 + 10 e) 𝑓(𝑥) = cos(𝑥) + 3𝑒𝑥 − 𝑠𝑒𝑛(0) f) 𝑓(𝑥) = 2𝑒𝑥 − 4𝑥3 + 𝑥 − log(𝑥) 2 + 1 g) 𝑓(𝑥) = 5𝑥 − 3 tg(𝑥) − 2𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) h) 𝑓(𝑥) = 𝜋2 − 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥) + ln(𝑥) i) 𝑓(𝑥) = 2 arcsec(𝑥) − 2𝑥 + 6 j) 𝑓(𝑥) = 5 arctg(𝑥) − 3𝑥4 − 9 k) 𝑓(𝑥) = −2𝑠𝑒𝑛(𝑥) − 3𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) − 1 3𝑥3 8 l) 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑠(𝑥) + 4𝑐𝑜𝑠 sec(𝑥) + 𝑥 − 4 Produto/Multiplicação de funções (Regra do Produto) [𝑓(𝑥) ∙ 𝑔(𝑥)]′ = 𝑓′(𝑥) ∙ 𝑔(𝑥) + 𝑓(𝑥) ∙ 𝑔′(𝑥) Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = (3𝑥 − 4) ln(𝑥) b) 𝑓(𝑥) = √𝑥 𝑠𝑒𝑛(𝑥) c) 𝑓(𝑥) = 𝑥2 𝑒𝑥 d) 𝑓(𝑥)= 𝑒𝑥tg(𝑥) e) 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥√𝑥 f) 𝑓(𝑥) = 𝑠𝑒𝑛(𝑥) ln(𝑥) g) 𝑓(𝑥) = 𝑥5cos(𝑥) h) 𝑓(𝑥) = 𝑥2𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥) i) 𝑓(𝑥) = arctg(𝑥) ln(𝑥) j) 𝑓(𝑥) = cos(𝑥) arccos(𝑥) k) 𝑓(𝑥) = (𝑥2 + 4𝑥 − 2) 𝑒𝑥 l) 𝑓(𝑥) = tg(𝑥)(𝑥 + cos(𝑥)) m) 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) n) 𝑓(𝑥) = 2𝑥𝑠𝑒𝑛(𝑥) − 𝑥2 + 𝑥 Quociente de funções (Regra do Quociente) [ 𝑓(𝑥) 𝑔(𝑥) ] ′ = 𝑓′(𝑥) ∙ 𝑔(𝑥) − 𝑓(𝑥) ∙ 𝑔′(𝑥) (𝑔(𝑥)) 2 Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = −2 𝑥−1 b) 𝑓(𝑥) = 4 𝑥2−4 c) 𝑓(𝑥) = −2 𝑠𝑒𝑛(𝑥) d) 𝑓(𝑥) = 𝑥+2 𝑥−1 e) 𝑓(𝑥) = 𝑥3−3𝑥 𝑥2+1 f) 𝑓(𝑥) = 3−𝑥 𝑥4−𝑥2 g) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛(𝑥)−2 3+ln(𝑥) 9 h) 𝑓(𝑥) = log5(𝑥) 𝑥2+2𝑥−1 i) 𝑓(𝑥) = 7𝑥 𝑠𝑒𝑛(𝑥) j) 𝑓(𝑥) = √𝑥 cos(𝑥) k) 𝑓(𝑥) = cos(𝑥) 2𝑥−1 l) 𝑓(𝑥) = arccos(𝑥) 2𝑥 m) 𝑓(𝑥) = arctg(𝑥) 3𝑥3−4𝑥 Composição de Funções (Regra da Cadeia) [𝑓(𝑔(𝑥))]′ = 𝑓′(𝑔(𝑥)) ∙ 𝑔′(𝑥) Derivada da função “de fora” calculada na função “de dentro” vezes a derivada da função “de dentro”) Exercício: Derivar as funções. a) 𝑓(𝑥) = (−𝑥 + 2)5 b) 𝑓(𝑥) = sec(2𝑥) c) 𝑓(𝑥) = ln(3𝑥 + 1) d) 𝑓(𝑥) = √−𝑥 + 10 e) 𝑓(𝑥) = 𝑒2𝑥−3 f) 𝑓(𝑥) = 10𝑥 2+2𝑥 g) 𝑓(𝑥) = arctg(−𝑥) h) 𝑓(𝑥) = cos(𝑥3) i) 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑠3(𝑥) j) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛(𝑥4) k) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛4(𝑥) l) 𝑓(𝑥) = (𝑥2 + 2𝑥 + 1)3 m) 𝑓(𝑥) = √2𝑥3 + 𝑥 − 2 n) 𝑓(𝑥) = 𝑙𝑜𝑔(−𝑥4 + 5𝑥 − 2) o) 𝑓(𝑥) = sen (𝑥3 + 2 + 5𝑥) p) 𝑓(𝑥) = 𝑡𝑔 ( 1 𝑥2 − 3𝑥 + 4) q) 𝑓(𝑥) = 34𝑥 + ln(3𝑥) − 𝑠𝑒𝑛 ( 𝜋 2 𝑥) r) 𝑓(𝑥) = log3(3𝑥 − 2) − 3−𝑥 s) 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥 2 − 2 sec(√𝑥 3 ) 10 t) 𝑓(𝑥) = 𝑠𝑒𝑛(𝑒𝑥) 𝑥−1 u) 𝑓(𝑥) = 𝑥3(𝑥 − cos(𝑥))4 v) 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) w) 𝑓(𝑥) = √ −𝑥+1 3𝑥−2 DERIVADAS DE ORDEM SUPERIOR Seja 𝑓(𝑥) uma função derivável. Se a derivada desta função, 𝑓′(𝑥), também for derivável, então sua derivada é chamada derivada de 2ª ordem de 𝑓(𝑥) e é representada por 𝑓′′(𝑥). Se, por sua vez, 𝑓′′(𝑥) também for derivável, temos a derivada de 3ª ordem de 𝑓(𝑥), representada por 𝑓′′′(𝑥). Se, por sua vez, 𝑓′′′(𝑥) também for derivável, temos a derivada de 4ª ordem de 𝑓(𝑥), representada por 𝑓(4)(𝑥). Assim, derivando sucessivamente é possível chegar até a derivada de ordem 𝑛 da função 𝑓(𝑥) (enésima derivada da função 𝑓(𝑥)), representada por 𝑓(𝑛)(𝑥). Notações mais comuns: • 1ª ordem: 𝑦′ = 𝑓′(𝑥) = [𝑓(𝑥)]′ • 2ª ordem: 𝑦′′ = 𝑓′′(𝑥) = [𝑓(𝑥)]′′ • 3ª ordem: 𝑦′′′ = 𝑓′′′(𝑥) = [𝑓(𝑥)]′′′ • 4ª ordem: 𝑦(4) = 𝑓(4)(𝑥) • ... • Enésima ordem: 𝑦(𝑛) = 𝑓(𝑛)(𝑥) Notações em Equações Diferenciais: • 𝑦′ = �̇� = 𝑑𝑓 𝑑𝑥 • 𝑦′′ = �̈� = 𝑑2𝑓 𝑑𝑥2 • 𝑦′′′ = 𝑦 = 𝑑3𝑓 𝑑𝑥3 • 𝑦(4) = 𝑑4𝑓 𝑑𝑥4 • ... • 𝑦(𝑛) = 𝑑𝑛𝑓 𝑑𝑥𝑛 Exercício1) Determine as derivadas das funções: a) 𝑓(𝑥) = −3𝑥 até 2ª ordem b) 𝑓(𝑥) = 2𝑥2 + 2𝑥 − 2 até 2ª ordem 11 c) 𝑓(𝑥) = −𝑥3 + 3𝑥2 − 10 até 2ª ordem d) 𝑓(𝑥) = 2𝑒𝑥 − 3 ∙ 5𝑥 até 3ª ordem e) 𝑓(𝑥) = ln(𝑥) + log2(𝑥) até 3ª ordem f) 𝑓(𝑥) = 3𝑠𝑒𝑛(𝑥) − 5cos(𝑥) até 4ª ordem g) 𝑓(𝑥) = sec(𝑥) até 2ª ordem h) 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑜𝑠𝑠𝑒𝑐(𝑥) até 3ª ordem i) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔(𝑥) até 2ª ordem j) 𝑓(𝑥) = 𝑡𝑔(𝑥) até 3ª ordem k) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛(𝑥) até 3ª ordem l) 𝑓(𝑥) = (𝑥2 + 2𝑥 + 1)3 até 2ª ordem m) 𝑓(𝑥) = ln(−𝑥4 + 5𝑥 − 2) até 2ª ordem TABELA DE DERIVADAS ELEMENTARES 12 TABELA DAS REGRAS DE DERIVADAS