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@enferya
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Estou extremamente feliz por você ter garantido esse material. Ele foi feito com muito
amor, carinho e dedicação para te ajudar na sua tão sonhada aprovação.
legislação do sus
Segue algumas instruções para você:
É essencial que você leia as portarias, resoluções, leis e decretos na íntegra pois aqui
eles estão de forma resumida!
É muito importante a resolução de questões para fixação do conteúdo! 
Espero que goste do
material e bons estudos!!
A persistência nos estudos
realiza o impossível. 
O conteúdo desse material é de uso EXCLUSIVO, Ou seja, é PROIBIDO seu repasse, reprodução ou
comercialização! 
A violação dos direitos sobre esses materiais se constitui CRIME passíveis de PENALIZAÇÃO conforme o
art. 184 do Código Penal Brasileiro. 
@enferya
COORDENADOR DA OBRA: FRANCISCO JOEL 
AUTOR DA OBRA: YAPONIRA LEAL
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BRASIL COLÔNIA.......................................................... 061.
REPÚBLICA VELHA .........................................................072.
LEI ELOY CHAVES .........................................................083.
ERA VARGAS......................................................... 094.
CAPS X IAPS .........................................................105.
AUTORITARISMO......................................................... 116.
MOVIMENTO REFORMA SANITÁRIA........................ 127.
ALMA ATA........................................................138.
INPS X INAMPS.........................................................149.
NOVA REPÚBLICA.........................................................1510.
VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE...............1611.
SUS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988....................1712.
ARTIGO 194 E 195.........................................................1713.
ARTIGO 196 E 197.........................................................1814.
ARTIGO 198.........................................................1915.
ARTIGO 199......................................................... 2016.
Súmario
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17. ARTIGO 200......................................................... 21
18. RECAPITULANDO ARTIGO 194 A 200......................... 22
19. MODELOS DE ATENÇÃO A SAÚDE...............................23
20. LEI 8.080/90........................................................24
21. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS..................25, 26, 27
22. ARTIGOS 1-53......................................... 28
23. LEI 14758 DE 2023.................................................... 55
24. LEI 8142/90- CONTROLE SOCIAL................ 65
25. RESOLUÇÃO 453/12.........................................67
26. CONSELHO DE SAÚDE............................................ 69
27. CONFERÊNCIA DE SAÚDE........................................70
28. DECRETO 7508/11.......................................................74
29. MAPA DE SAÚDE.......................................................75
30. REGIÃO DE SAÚDE....................................................76
31. COAP...........................................................................77
32. COMISSÕES INTERGESTORES......................................78
33. RAS.....................................................................................79
34. RENAME............................................................................80
35. RENASES...........................................................................81
36. ATENÇÃO PRIMÁRIA.....................................................82
37. PNPS...................................................................................83
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38. PNEPS..................................................................................84
39. PNAB............................................................................................85
40. NOAS E NOBS.....................................................................89-93
41. PACTOS DO SUS...................................................................... 94
42. SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SIS) .............................................. 98
43. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA .................................................100
44. PNH.........................................................................................101
45. EPIDEMIOLOGIA ..........................................................................102
46. ESTUDOS EPIDEMIOLOGICOS.........................................................104
47. INDICADORES DE SAÚDE............................................................ 106
48. RDC 63/2011............................................................................107
49. DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA.................................110
50. RESOLUÇÃO CNS Nº 553, DE 9 DE AGOSTO DE 2017 ...................................114
51. RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013...................................129
52. PNHOSP......................................................................133
53. PORTARIA MS/GM Nº 1.0600, DE 5 DE JUNHO DE 2002...................................142
54. PORTARIA GM/MS, Nº 3.088, DE 23/12/2011..................................................144
55. PORTARIA Nº 483, DE 1º DE ABRIL DE 2014..............................................148
56. ATUALIZAÇÕES DA LEI 8.080 EM 2024- ......................................................................149-150
Súmario
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BrasilBrasil
06
vamos relembrar o início?
1500 até 1822
Os índios viam as doenças
como: 
Recorriam aos pajés para as
práticas de:
Chegada da:
colôniacolônia Padres jesuítas eram
considerados:
Criação das santas casas de misericórdia que
tinha
Chegada da: 
Teoria miasmática.
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Castigo; Provações
Curandeirismo
Cirurgiões-barbeiros
-> assistencialista e não
curativa.
Família real 
Polícia médica
Função
Varíola no Brasil
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07
1889 até 1930.
Combate a doenças
transmissíveis.
Proclamação da 
do Brasil.
Criação do instituto
vacínico do império.
Vacina obrigatória contra
a varíola 
Lei da junta central
de higiene pública.
Varíola
Febre Amarela
Tuberculose
Peste bubônica
Hanseníase
Notificação de doenças
Vigilância sanitária. Lei Eloy Chaves
RepúblicaRepública
velhavelha
CAPs
--> Revolta da vacina.
 .
Em caso de aposentadoria é
transformada em; 
Realizada por empresas.
LeiLei
Eloi chavesEloi chaves
Regulamentou a criação das
caixas de aposentadoria e
pensão.
Bipartite
funerários,
atendimento médico
para família,
medicamentos +
acessíveis.
Aposentadorias
Pensões.
Acidente de trabalho.
benefício.
Contribuições em
contas individuais
ou coletivas para
construir uma
reserva.
Nascimento da previdência social no Brasil
CAPs
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09
1930 até 1964
Trabalhadores eram organizados
por categoria profissional
Só tinha acesso 
Esses ministérios tinham objetivo de: Criação da IAP que
substituiu as antigas
CAPs
Financiamento
trabalhadores e
governo.
Houve a criação do
Ministério da
educação
Criação do Ministério da
Saúde.
EraEravargasvargas
Marítimos, comerciários e bancários)
1953
Tripartite
1933
Ofertar assistência para pobres e desempregados.
quem contribuía.
1930à saúde e ao desenvolvimento de habilidades individuais e sociais para o
autocuidado;
III - promoção de hábitos alimentares saudáveis, como o aleitamento materno, exclusivo até os 6 (seis) meses de vida, e o aumento do
consumo de frutas, de legumes e de verduras, incluídas ações educativas e intervenções ambientais e organizacionais;
IV - promoção de práticas corporais e atividades físicas, a serem desenvolvidas inclusive em espaços que ultrapassem os limites dos
serviços de saúde;
V - enfrentamento dos impactos dos agrotóxicos na saúde humana e no ambiente, por meio de práticas de promoção da saúde com
caráter preventivo e sustentável;
VI - desenvolvimento de ações e de políticas públicas para enfrentamento do tabagismo, do consumo de álcool, do sobrepeso, da
obesidade e do consumo alimentar inadequado, considerados fatores de risco relacionados ao câncer;
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62Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
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Art. 5º São princípios e diretrizes relacionados à prevenção e à promoção da saúde no âmbito
da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer:
I - identificação e intervenção nos determinantes e condicionantes dos tipos de câncer, orientadas para o desenvolvimento de ações
intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a saúde e a qualidade de vida;
II - fortalecimento de políticas públicas que visem a desenvolver ao máximo a saúde potencial de cada cidadão, incluídas políticas que
tenham como objeto a criação de ambientes favoráveis à saúde e ao desenvolvimento de habilidades individuais e sociais para o
autocuidado;
III - promoção de hábitos alimentares saudáveis, como o aleitamento materno, exclusivo até os 6 (seis) meses de vida, e o aumento do
consumo de frutas, de legumes e de verduras, incluídas ações educativas e intervenções ambientais e organizacionais;
IV - promoção de práticas corporais e atividades físicas, a serem desenvolvidas inclusive em espaços que ultrapassem os limites dos
serviços de saúde;
V - enfrentamento dos impactos dos agrotóxicos na saúde humana e no ambiente, por meio de práticas de promoção da saúde com
caráter preventivo e sustentável;
VI - desenvolvimento de ações e de políticas públicas para enfrentamento do tabagismo, do consumo de álcool, do sobrepeso, da
obesidade e do consumo alimentar inadequado, considerados fatores de risco relacionados ao câncer;
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63Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
@enferya
Art. 6º São princípios e diretrizes relacionados ao rastreamento e ao diagnóstico no âmbito da
Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer:
I - implementação de ações de detecção precoce do câncer, por meio de rastreamento (screening) e de diagnóstico precoce, com base em
evidências científicas;
II - garantia da confirmação diagnóstica oportuna dos casos com suspeita de câncer;
III - estruturação das ações de monitoramento e de controle da qualidade dos exames de rastreamento;
IV - implementação da busca ativa no âmbito da atenção primária à saúde com a finalidade de captação de pessoas aptas para os
procedimentos de rastreamento;
V - inclusão dos temas de rastreamento e de diagnóstico precoce do câncer nas ações de educação em saúde da população em geral e
nas ações de formação e capacitação de profissionais de saúde;
VI - ampliação da oferta de serviços de rastreamento e de diagnóstico precoce para populações em localidades com baixa oferta desses
serviços, com estruturação de serviços fixos ou móveis, desde que integrados no âmbito da rede de atenção;
VII - utilização de alternativas diagnósticas mais precisas e menos invasivas, conforme sua incorporação no SUS;
VIII - elaboração e implementação de estratégias para garantir o diagnóstico e o acesso ao tratamento mais adequado para os pacientes,
em tempo oportuno, conforme definido na Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012.
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64Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
@enferya
Art. 7º São princípios e diretrizes relacionados ao tratamento do paciente com diagnóstico de
câncer no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer:
I - incorporação e uso de tecnologias, consideradas as recomendações formuladas por órgãos governamentais a partir do processo de
avaliação de tecnologias em saúde e da avaliação econômica;
II - utilização de alternativas terapêuticas mais precisas e menos invasivas, mediante indicação justificada de médico assistente, conforme
os protocolos e as diretrizes do Ministério da Saúde;
III - tratamento oportuno e seguro dos pacientes diagnosticados com câncer e com lesões precursoras o mais próximo possível ao seu
domicílio, observados os critérios de escala e de escopo;
IV - realização de tratamento dos casos raros ou muito raros que exijam alto nível de especialização e maior porte tecnológico em
estabelecimentos de saúde de referência nacional, garantidas sua regulamentação e regulação;
V - oferta de reabilitação e de cuidados paliativos para os casos que os exijam;
VI - oferta de terapia nutricional especializada para a manutenção ou a recuperação do estado nutricional do paciente que dela
necessite;
VII - elaboração de diretrizes para garantia de abastecimento de medicamentos oncológicos essenciais, monitoramento dos fármacos em
oncologia e alerta do risco de falta de insumos essenciais.
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conselho de saúde conselho de saúde 
Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do
Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências
intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e
dá outras providências.
Lei 8.142/90Lei 8.142/90
65
Art. 2° Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:
 I - despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da
administração direta e indireta;
 II - investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo
Congresso Nacional;
 III - investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde;
 IV - cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e
Distrito Federal.
 Art. 1° O Sistema Único de Saúde
(SUS) contará, em cada esfera de
governo, sem prejuízo das funções
do Poder Legislativo, com as
seguintes instâncias colegiadas: 28 de dezembro de 199028 de dezembro de 1990
Art. 3° Os recursos referidos
no inciso IV do art. 2° desta
lei serão repassados de
forma regular e automática
para os Municípios, Estados
e Distrito Federal, de acordo
com os critérios previstos no
art. 35 da Lei n° 8.080, de
19 de setembro de 1990.
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 I - a Conferência de Saúde;
II - o Conselho de Saúde.
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conselho
de saúde 
conselho
de saúde 
Art 3- § 1° Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios
previstos no art. 35 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990 , será
utilizado, para o repasse de recursos, exclusivamente o critério estabelecido no
§ 1° do mesmo artigo.
Lei 8.142/90Lei 8.142/90
66
Art. 4° Para receberem os recursos, de que trata o art. 3° desta lei, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal
deverão contar com:
 I - Fundo de Saúde;
 II - Conselho de Saúde, com composição paritária de acordo com o Decreto n° 99.438, de 7 de agosto de 1990;
 III - plano de saúde;
 IV - relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4° do art. 33 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro
de 1990;
 V - contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento;
 VI - Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de dois anos para sua
implantação.Art 3- § 2° Os
recursos referidos
neste artigo serão
destinados, pelo menos
setenta por cento, aos
Municípios, afetando-se
o restante aos Estados.; 28 de dezembro de 199028 de dezembro de 1990
Art 3- § 3° Os
Municípios poderão
estabelecer consórcio
para execução de ações
e serviços de saúde,
remanejando, entre si,
parcelas de recursos
previstos no inciso IV do
art. 2° desta lei.
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art35
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D99438.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art33%C2%A74
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art33%C2%A74
67
Essa resolução é resultado da discursão a
respeito do controle social, de modo
particular sobre os conselhos de saúde;
Estabelece diretrizes para: 
Revoga a resolução
333/2003
Segunda diretriz trás que a
instituição dos conselhos de saúde
é estabelecida por lei: Federal,
Estadual, do Distrito federal,
Municipal.
A Primeira Diretriz da
Resolução nº 453/12
trás o conceito de
conselho de saúde:
Instâncias
colegiadas:
Instituição; Reformulação;Reestruturação;
Funcionamento dos conselhos de
saúde.
ResoluçãoResolução
453/12453/12
1
Terceira diretriz trás que a participação da sociedade organizada,
garantida na legislação, torna os Conselhos de Saúde uma instância
privilegiada na proposição, discussão, acompanhamento, deliberação,
avaliação e fiscalização da implementação da Política de Saúde, inclusive
nos seus aspectos econômicos e financeiros.
2 3
Conselho de saúde
Conferência de saúde
Composição
paritária
50% entidades e movimentos de
usuários
50% representantes dos demais
seguimentos
25% trabalhadores da saúde
25% governo e serviços do SUSObedecida a lei 8.142/90
É uma instância colegiada,
deliberativa e permanente do
SUS.
O exercício de
membro do
conselho não é
remunerado!!
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68
Quem elege o presidente ?
Como Subsistema da Seguridade Social, o Conselho de Saúde atua na formulação e
proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde,
inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros.
Quando não houver
conselho de saúde
caberá ao conselho
estadual assumir, junto
ao executivo municipal
a realização da
conferência municipal
de saúde
Quarta diretriz trás que as três esferas de
governo garantirão;
O presidente pode ser
qualquer membro do
conselho!
Os membros do conselho
ResoluçãoResolução
453/12453/12
Lembre-se
4
5
Autonomia administrativa para o pleno funcionamento do
conselho de saúde;
Dotação orçamentária; Autonomia financeira;
Organização da secretária-executiva com a necessária infraestrutura e
apoio técnico 
Quinta diretriz trás as competências definidas nas
leis federais dos Conselhos de Saúde Nacional,
Estaduais, Municipais e do Distrito Federal 
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Possui caráter permanente e
deliberativo 
Representação dos usuários
nos conselhos de saúde e
conferências será paritária
Orgão colegiado composto por
representantes do governo,
prestadores de serviço,
profissionais de saúde e
usuários.
Atua na formulação de
estratégias e no controle da
execução da política de saúde na
instância correspondente,
inclusive nos aspectos econômicos
e financeiros 
As decisões serão
homologadas pelo
chefe do poder
legalmente constituído
em cada esfera de
governo
ConselhoConselho
DE SAÚDEDE SAÚDE
Conforme a Resolução no 453/12, o Conselho possui
autonomia para definir seu orçamento.
Como subsistema da seguridade
social
As entidades, movimentos e
instituições eleitas no
Conselho de Saúde terão os
conselheiros indicados, por
escrito, conforme processos
estabelecidos pelas respectivas
entidades, movimentos e
instituições e de acordo com a
sua organização, com a
recomendação de que ocorra
renovação de seus
representantes.
CONASS
CONASEMS
69
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Sua organização e
normas de
funcionamento serão
definidas em regime
próprio, aprovadas
pelo respectivo
conselho.
70
Reuniões
ocorrem de 04
em 04 anos
Convocada pelo poder executivo
ou, extraordinariamente, por esta
ou pelo conselho de saúde
Representação dos
vários segmentos
sociais 
ConferênciaConferência
DE SAÚDEDE SAÚDE
Para avaliar a situação de saúde e propor
as diretrizes para a formulação da
política de saúde nos níveis municipais,
estaduais e federal.
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71
Quadro comparativoQuadro comparativo
Conselhos de saúde
@enferya
Conferência de saúde
Caráter permanente e deliberativo;
Órgãos colegiados com representantes
de vários segmentos;
Participam no controle da execução
da política de saúde;
Atuam inclusive nos aspectos
econômicos e financeiros.
A cada quatro anos;
Avalia a situação de saúde;
Propões diretrizes;
É convocada pelo poder executivo;
E, extraordinariamente, por esta ou
pelo conselho de saúde.
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72Informações importantes I Informações importantes I 
OS RECURSOS DO FNS SERÃO ALOCADOS COMO:
I- Despesas de custeio e de capital do ministério da
saúde, seus órgãos e entidades, da administração
direta e indireta;
III- Investimento previsto no plano quinquenal
do ministério da saúde;
@enferya
II- Investimento previsto em lei orçamentária,
de iniciativa do poder legislativo e aprovados
pelo congresso nacional;
IV- Cobertura das ações e dos serviços de saúde a serem
implementadas pelos municípios, pelos estados e pelo distrito
federal.
TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS DA SAÚDE:
Pelo menos 70% aos municípios
Restante aos estados
De acordo com a lei em estudo, para receberem os
recursos transferidos pela união, os municípios, os
estados e o distrito federal deverão contar com:
Fundo de saúde;
Conselho de saúde, com composição paritária;
Plano de saúde;
Relatórios de gestão que possibilitem controlar os
recursos repassados.
Contrapartida de recursos para a saúde no respectivo
orçamento;
Comissão de elaboração do plano de carreira, cargos e salários, cuja
implementação há um prazo previsto de dois anos.
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73
Tanto os conselhos quando as
conferências têm em seus
componentes:
Governo;
Usuários;
Trabalhadores da saúde e
prestadores de serviço.
Informações importantes II Informações importantes II 
Conselhos não executam ações e serviços de
saúde!
Eles controlam a execução 
A participação comunitária é
conhecida como "controle social"
O CONASS e o CONASEMS terão representação no
conselho nacional de saúde.
A representação dos usuários nos conselhos e nas conferências de
saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos
Os conselhos serão formados por eleição
O repasse automático de recursos será do fundo nacional de
saúde para o fundo estadual e municipal de saúde
Caráter deliberativo == decisão
Poder de votar
Aprovar as ações de saúde
O gestor em cada esfera de governo é
responsável pela execução das ações e serviços
E pela movimentação do fundo de saúde
A lei 8,142 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS e sobre os
recursos financeiros 
@enferya
A organização e as normas de funcionamento das conferências e
dos conselhos de saúde serão definidas em regimento próprio
aprovado pelo respectivo conselho.
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Portas de Entrada do SUS 
Esse decreto também trás vários
conceitos importantes: Esse decreto regulamenta a 
Lei nº 8.080 para dispor sobre:
Organizaçãodo Sistema
Único de Saúde - SUS, 
Planejamento da saúde, 
Assistência à saúde 
Articulação interfederativa.
DecretoDecreto
7.508/20117.508/2011
Regiões de saúde
Mapas de Saúde
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde
Redes de Atenção à Saúde
Protocolo Clínico e Diretriz
Terapêutica
Comissões Intergestores
Serviços Especiais de Acesso Aberto
74
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8080.htm
Descrição geográfica da
distribuição de recursos
humanos e de ações e serviços
de saúde ofertados: 
O mapa dispõe de
informações sobre:
75
Pelo SUS
MapaMapa
DE SAÚDEDE SAÚDE
Pelo iniciativa privada 
A capacidade
instalada existente
Os investimentos
O desempenho aferido a
partir dos indicadores de
saúde do sistema
O Mapa da Saúde será utilizado na identificação
das necessidades de saúde e orientará o
planejamento integrado, contribuindo para o
estabelecimento de metas de saúde.
É uma ferramenta para planejamento e
organização dos serviços de saúde
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011
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 Para ser instituída, a
Região de Saúde deve
conter, no mínimo, ações
e serviços de:
76
O espaço é delimitado a partir de alguns fatores
que tem como finalidade integrar a organização,
o planejamento e a execução de ações e serviços
de saúde 
Fatores.
RegiãoRegião
DE SAÚDEDE SAÚDE
Espaço geográfico contínuo constituído por
agrupamentos de Municípios limítrofes
Identidades culturais
Identidades sociais
Identidades econômicas
Redes de
comunicação
Infraestrutura de transportes
compartilhados
O que é?
Atenção primária
 Urgência e emergência
 Atenção psicossocial
 Atenção ambulatorial
especializada e hospitalar
 Vigilância em saúde.
 Os entes federativos definirão os seguintes elementos
em relação às Regiões de Saúde:
 Seus limites geográficos; População usuária das
ações e serviços;
 rol de ações e serviços
que serão ofertados; Respectivas responsabilidades, critérios de
acessibilidade e escala para conformação dos
serviços.
É uma estratégia para a integração e
coordenação desses serviços em uma
determinada área geográfica.
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COAPCOAP
Contrato Organizativo
da Ação Pública da
Saúde
Acordo de colaboração firmado
entre
77
Com definição de:
Ente federativos Com a finalidade de organizar e integrar as
ações e serviços de saúde
Significado:
Responsabilidades
Indicadores e metas de saúde
Critérios de avaliação de
desempenho
Recursos financeiros
Forma de
controle e
fiscalização de
sua execução
Demais elementos
necessários à
implementação
integrada das ações e
serviços de saúde
É um acordo de colaboração
firmado entre os entes
federativos, no âmbito de
uma Região de Saúde, com o
objetivo de organizar e
integrar as ações e os
serviços de saúde na Região,
para garantir a
integralidade da assistência
à saúde da população.
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Comissão Intergestores
Bipartite
Âmbito do Estado
Vinculada a Secretaria
Estadual de Saúde
78
Instâncias de pactuação consensual entre
os entes federativos para definição das
regras da gestão compartilhada do SUS.
ComissõesComissões
INTERGESTORESINTERGESTORES
Comissão Intergestores Tripartite
Âmbito da União
Vinculada ao Ministério da Saúde
CIT
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011
CIBComissão Intergestores Regional 
Âmbito Regional 
Vinculada a Secretaria Estadual de
Saúde 
CIR
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RASRAS
Conjunto de ações e
serviços de saúde
articulados em níveis de
complexidade crescente
A estrutura operacional das RAS
expressa alguns componentes
principais, são eles: 
79
Centro de comunicação 
REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE 
O que é?
Nas RAS o centro de
comunicação é a Atenção
Primária à Saúde (APS), sendo
esta ordenadora do cuidado.
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011
Tem a finalidade de garantir a
integralidade da assistência à saúde
Pontos de atenção 
Sistemas de apoio 
Sistemas logísticos
Sistema de governança
Registro eletrônico em saúde,
prontuário clínico, sistemas de
acesso regulado à atenção e sistemas
de transporte em saúde
(Diagnóstico e terapêutico, de
assistência farmacêutica, de
teleassistência e de informação em
saúde) 
(Secundária e terciária)
Atenção primária a saúde (APS)
(Rede de atenção à saúde)
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 O acesso universal e igualitário
à assistência farmacêutica
pressupõe
RENAMERENAME
Relação Nacional de
Medicamentos Essenciais 
Compreende todas as ações e serviços que o SUS
oferece ao usuário para atendimento da
integralidade da assistência à saúde.
80
O Ministério da
Saúde (MS)
disporá sobre a
RENAME 
O que é?
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011
A cada dois anos
em âmbito nacional
Os estados
Distrito Federal
Municípios
 o
MS consolidará e publicará
as atualizações da RENAME
poderão adotar relações
específicas e complementares de
ações e serviços de saúde, em
consonância com a RENAME
 estar o usuário assistido por ações e
serviços de saúde do SUS;
 ter o medicamento sido prescrito por
profissional de saúde, no exercício
regular de suas funções no SUS;
 estar a prescrição em conformidade
com a RENAME e os Protocolos
Clínicos e Diretrizes Terapêuticas ou
com a relação específica complementar
estadual, distrital ou municipal de
medicamentos; e
 ter a dispensação
ocorrido em unidades
indicadas pela direção
do SUS.
Somente poderão
conter produtos com
registro na ANVISA.
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RENASESRENASES
Relação Nacional de
Ações e Serviços de Saúde
Compreende todas as ações e serviços que o SUS
oferece ao usuário para atendimento da
integralidade da assistência à saúde.
81
O Ministério da Saúde (MS) disporá
sobre a RENASES 
O que é?
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011
A cada dois anos
em âmbito nacional
Os estados
Distrito Federal
Municípios
 o
MS consolidará e publicará
as atualizações da
RENASES.
poderão adotar relações
específicas e complementares de
ações e serviços de saúde, em
consonância com a RENASES 
Pactuarão nas respectivas
Comissões Intergestores as suas
responsabilidades em relação ao
rol de ações e serviços
constantes da RENASES.
A união
Os estados 
O distrito federal
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AtençãoAtenção
Conjunto de intervenções de saúde no âmbito individual e
coletivo que envolve: promoção, prevenção, diagnóstico,
tratamento e reabilitação 
82
O que é?
Exercida por meio de práticas
gerenciais e sanitárias,
democráticas e participativas 
É O CONTATO
PREFERENCIAL DOS
USUÁRIOS COM O SISTEMA
DE SAÚDE
segundo o Conselho
Nacional de
Secretários de Saúde
(CONASS) 
PRIMÁRIAPRIMÁRIA
Nível de um sistema de serviços
que oferece a entrada no sistema
de saúde
PRINCÍPIOS DA ATENÇÃO BÁSICA 
Universalidade
Acessibilidade
Continuidade
Integralidade
Responsabilização
Humanização
Vínculo
Equidade
Participação social
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PNPSPNPS
Política Nacional de Promoção da saúde
83
O que é?
Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011Diretrizes:
Princípios
Baseia-se no conceito
ampliado de saúde e
apresenta a promoção da
saúde como um conjunto
de estratégias e formas de
produzir saúde, no âmbitoindividual e coletivo com
responsabilidades para os
três entes federados.
Equidade
Participação Social
Autonomia
Empoderamento
Intersetorialidade
Intrasetorialidade
Sustentabilidade
Integralidade
Territorialidade
Cooperação e articulação intrassetorial e intersetorial
Planejamento de ações territorializadas, reconhecendo
os contextos locais e respeito a diversidade
Gestão democrática, participativa e transparenteAmpliação da governança(dimensões política, social, cultural, ecônomica e ambiental)
Pesquisa, produção e difusão de experiências, conhecimento e
evidências
Formação e educação permanente
Intervenções de promoção da saúde (especialmente na
atenção básica)
Organização dos processos de gestão e de planejamento
Significado:
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PNEPSPNEPS
Política Nacional de Educação Permanente
em Saúde
84
A proposta contida na
PNEPS assume a
regionalização da gestão do
SUS
O que é?
A educação continuada contempla as
atividades que possui período definido
para execução e utiliza, em sua maior
parte, os pressupostos da metodologia de
ensino tradicional, como exemplo as
ofertas formais nos níveis de pós-
graduação. 
Instituída por meio da Portaria
GM/ MS nº 198/2004.
Significado:
teve suas diretrizes de implementação
publicadas na Portaria GM/MS nº
1.996/2007
É uma estratégia político-
pedagógica que toma
como objeto os problemas
e necessidades emanadas
do processo de trabalho
em saúde e incorpora o
ensino, a atenção à saúde,
a gestão do sistema e a
participação e controle
social no cotidiano do
trabalho com vistas à
produção de mudanças
neste contexto.
Essa política afirma:
1) a articulação entre ensino,
trabalho e cidadania;
2) a vinculação entre formação, gestão
setorial, atenção à saúde e participação
social;
3) a construção da rede do SUS como
espaço de educação profissional;
4) o reconhecimento de bases
locorregionais como unidades político-
territoriais onde estruturas de ensino e
de serviços devem se encontrar em ‘co-
operação’ para a formulação de
estratégias para o ensino
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PNABPNAB
Política Nacional de
Atenção Básica
Essa política possui alto grau de descentralização, 
Contato preferencial dos usuários, 
Considera a pessoa em sua singularidade e inserção
sociocultural, 
Planeja e implementa ações públicas
85
Regionalização e Hierarquização 
Territorialização 
População adscrita 
Cuidado centrado na pessoa
Resolutividade 
Longitudinalidade do cuidado
Coordenação do cuidado
Ordenação da rede 
Participação da comunidade
Significado:
Diretrizes:
Objetivos:
A Estratégia Saúde da Família (ESF) é
prioritária para expansão e
consolidação da Atenção Básica no
país, de acordo com os princípios do
Sistema Único de Saúde (SUS).
Estimular a participação das
pessoas, a orientação
comunitária das ações de
saúde na Atenção Básica e a
competência cultural no
cuidado, como forma de
ampliar sua autonomia e
capacidade na construção do
cuidado à sua saúde e das
pessoas e coletividades do
território.
Universalidade 
Equidade 
Intergralidade
Princípios:
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PNABPNAB
É desenvolvida com o mais alto
grau de descentralização e
capilaridade, próxima da vida
das pessoas;
1.
Deve ser contato preferencial
dos usuários, a principal porta
de entrada e centro de
comunicação da RAS;
2.
Orienta-se pelos princípios da
universalidade, da
acessibilidade, do vínculo, da
continuidade do cuidado, da
integralidade da atenção, da
responsabilização, da
humanização, da equidade e da
participação social;
3.
Considera o sujeito em sua
singularidade e inserção
sociocultural, buscando
produzir a atenção integral.
4.
Infraestrutura, ambiência e funcionamento da atenção básica: 86
Características: 
As USF ou UBS participantes do
programa saúde na hora deverão
possuir quanto ao horário de
funcionamento 4 formatos:
Carga horária mínima de 40h semanais, no mínimo 5
dias na semana e nos 12 meses do ano.
Horários alternativos de funcionamento podem ser
pactuados através das instâncias de participação social.
@enferya
Programa saúde na hora (portaria do MS n°397 de março de
2020- viabiliza o custeio aos municípios e aos Distrito Federal
para implantação do horário estendido de funcionamento das
unidades de saúde da família e unidades básicas de saúde em
todo território brasileiro. 
A) USF 60H
B) USF 60H com saúde bucal
C) USF 75H com saúde bucal
D) USF OU UBS 60H simplificado 
12 horas diárias
interruptas, de segunda a
sexta, durante os 5 dias
úteis na semana.
 ou
11 horas diárias interruptas,
de segunda a sexta, nos 5
dias úteis da semana, e 5
horas aos sábados ou aos
domingos.
15 horas diárias
ininterruptas, de segunda
a sexta, durante os 5
dias úteis na semana.
 ou
14 horas diárias
ininterruptas, de segunda a
sexta, durante os 5 dias na
semana, e 5 horas aos
sábados ou domingos.
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87Informações importantes I Informações importantes I 
COMPOSIÇÃO MÍNIMADA ESF:
1 MÉDICO- PREFERENCIALMENTE DA FÁMILIA.
1 AUXILIAR OU TÉCNICO DE ENFERMAGEM
@enferya
1 ENFERMEIRO- PREFERENCIALMENTE ESP EM
SAÚDE DA FAMÍLIA.
PODE ACRESCENTAR A ESTA COMPOSIÇÃO- ACE E OS
PROFISSIONAIS EM SAÚDE BUCAL
1 CIRURGIÃO DENTISTA- ESP EM SAÚDE DA FAMÍLIA
1 AUXILIAR OU TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL.
NASF-AB: NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA E ATENÇÃO
BÁSICA
Atua de maneira integrada para dar suporte
aos profissionais da esf e eab
COMPOSIÇÃO DA NASF:
Médico acupunturista;
Assistente social;
Farmacêutico;
Fisioterapeuta;
Fonoaudiólogo;
Médico homeopata;
Nutricionista;
Médico pediatra;
Psicólogo;
Terapeuta ocupacional;
Médico geriatra; 
Médico do trabalho;
Médico veterinário;
Médico psiquiatra;
Médico ginecologista/obstetra;
Médico internista;
Profissional de educação física.
AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
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88Informações importantes II Informações importantes II 
NASF:
NASF 1=
N DE EQUIPES VINCULADAS= 5 A 9
A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS
MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO
MÍNIMO 200H
CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE,
DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO
80 HORAS SEMANAIS
@enferya
NASF 2=
N DE EQUIPES VINCULADAS= 3 A 5
A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS
MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO
MÍNIMO 120H
CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE,
DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO
40 HORAS SEMANAIS
NASF 3=
N DE EQUIPES VINCULADAS= 1 A 2
A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS
MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO
MÍNIMO 80H
CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE,
DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO
40 HORAS SEMANAIS
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NOASNOAS
Normas Operacionais de
Assistência à Saúde
preconiza que o PDR deve ser elaborado na
perspectiva de garantir o acesso aos cidadãos, o
mais próximo possível de sua residência, a um
conjunto de ações e serviços vinculados:
89
O que é?
20012001
- à assistência pré-natal, parto e
puerpério;
-ao acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento infantil;
- à cobertura universal do esquema
preconizado pelo PNI para todas as
faixas etárias;
- às ações de promoção da saúde e
prevenção de doenças;
- ao tratamento de intercorrências
mais comuns na infância;
-ao atendimento de afecções agudas
de maior incidência;
- ao acompanhamento de pessoas
com doenças crônicas de alta
prevalência;
- ao tratamento clínico e cirúrgico de casos de pequenas urgências ambulatoriais;
- ao tratamento dos distúrbios mentais e psicossociais mais frequentes;
- ao controle de doenças bucais mais comuns;
- ao suprimento e dispensação dos medicamentosda farmácia básica.
Essa norma também definiu um conjunto
mínimo de procedimentos de
média complexidade como primeiro nível de
referência intermunicipal, com
acesso garantido a toda a população no
âmbito microrregional (região de
saúde), ofertados em um ou mais módulos
assistenciais.
O principal objetivo
da NOAS 01/2001 era
fortalecer o processo
de regionalização e
hierarquização do SUS
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NOASNOAS
Segundo a NOAS-SUS 01/2002, são atribuições
do Ministério da Saúde sobre a política de alta
complexidade/custo:
90
20022002
a) definição de normas nacionais;
b) controle do cadastro nacional de
prestadores de serviços;
c) vistoria de serviços, quando lhe
couber, de acordo com as normas de
cadastramento estabelecidas pelo
próprio Ministério da Saúde;
d) definição de incorporação dos
procedimentos a serem ofertados
à população pelo SUS;
e) definição do elenco de procedimentos de alta complexidade; 
f) estabelecimento de estratégias que possibilitem o acesso mais equânime
diminuindo as diferenças regionais na alocação dos serviços; 
De acordo com a NOAS 01/2002, as
áreas de atuação estratégicas
mínimas da condição de Gestão
Plena da Atenção Básica Ampliada
são: controle da tuberculose,
eliminação da hanseníase, controle
da hipertensão arterial, controle
da diabetes mellitus, saúde da
criança, saúde da mulher e saúde
bucal.
g) definição de mecanismos de garantia de acesso para as referências
interestaduais, através da Central Nacional de Regulação para Procedimentos
de Alta Complexidade;
h) formulação de mecanismos voltados à melhoria da qualidade dos
serviços prestados;i) financiamento das ações
Em relação aos demais níveis de
governo, podemos destacar que o
gestor
estadual é responsável pela gestão da
política de alta complexidade/custo no
âmbito do estado.
@enferya
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NOBNOB
As Normas Operacionais do SUS detalharam as ações
necessárias para a implantação do SUS, respeitando
os preceitos legais dispostos na CF/88 e nas Leis nºs
8.080/90 e 8.142/90.
91
Objetivos:
NORMAS OPERACIONAIS BÁSICASNORMAS OPERACIONAIS BÁSICAS
Induzir e estimular mudanças
no SUS;
Aprofundar e reorientar a
implementação do SUS;
Definir objetivos estratégicos,
prioridades, diretrizes e
movimentos
táticooperacionais;
Regular as relações entre
seus gestores;
Normatizar o SUS.
NOB 01/1991
equiparou prestadores públicos e
privados, no que se refere à
modalidade de financiamento,
que passou a ser, em ambos os
casos, por pagamento pela
produção de serviços;
centralizou a gestão do SUS
em nível federal (INAMPS),
dificultando o processo de
descentralização e
municipalização;estabeleceu o instrumento convenial como forma de transferência
de recursos do INAMPS para os estados, Distrito Federal e
municípios, com o objetivo de burocratizar e dificultar a
transferência de recursos do FNS para os fundos estaduais e
municipais de saúde;
implantou o Sistema de
Informações
Ambulatoriais do SUS
(SIA/SUS).
NOB 01/1991
NOB 01/1991
NOB 01/1991
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NOBNOB
92
NOB 01/1993NOB 01/1993
NOB 01/1993
criou a transferência financeira
regular e automática (fundo a
fundo) do teto global da
assistência para municípios em
gestão semiplena, facilitando o
processo de transferência de
recursos do SUS da União para
os demais entes federativos; 
definiu o papel dos estados de
forma frágil, mas esses, ainda
assim, passaram a assumir o
papel de gestores do sistema
estadual de saúde; 
desencadeou um amplo processo de municipalização
da gestão com habilitação dos municípios nas
condições de gestão criadas (incipiente, parcial e
semiplena). 
criou as Comissões
Intergestores Bipartite e
a Comissão Intergestores
Tripartite;
descentralizou a gestão das
ações e serviços de saúde para
os municípios, possibilitando a
habilitação para o
recebimento de recursos fundo
a fundo;
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Transfere aos Municípios habilitados como Plena da Atenção Básica, os recursos financeiros com base per capita relativos a
esta responsabilidade, criando o PAB (Piso Assistencial Básico), repassado fundo a fundo de forma regular e automática, e
com base em valor nacional per capita para a população coberta;
Reorganiza a gestão dos procedimentos de média complexidade ambulatorial (Fração Ambulatorial Especializada – FAE);
Incorpora as ações de Vigilância Sanitária, criando o Incentivo para as ações básicas de Vigilância Sanitária;
Incorpora as ações de Epidemiologia e Controle de Doenças;
Aprimora o planejamento e define a elaboração da Programação Pactuada e Integrada (PPI);
NOBNOB
93
NOB 01/1996NOB 01/1996
NOB 01/1996
Essa norma resultou no
fortalecimento das diretrizes e
princípios do SUS, com ênfase
para a municipalização,
financiamento e mecanismos
de gestão do SUS
Objetivos: caracterização da responsabilidade sanitária de cada gestor, diretamente ou
garantindo a referência, explicitando um novo pacto federativo para a saúde.
Reorganizar o modelo assistencial, descentralizando aos municípios a responsabilidade pela
gestão e execução direta da atenção básica de saúde;
Aumentar a participação percentual da transferência regular e automática (fundo a
fundo) dos recursos federais a Estados e Municípios, reduzindo a transferência por
remuneração de serviços produzidos.
Portanto, as ações de saúde
deveriam ser oferecidas à
população, levando-se em
consideração as atribuições de
cada ente federativo.
Por exemplo, as ações que
os municípios não
conseguissem oferecer,
deveriam ser
disponibilizadas pelos
estados, Distrito Federal
ou União. 
Características:@enferya
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PactoPacto
para gerir e consolidar
o Sistema Único de
Saúde (SUS)
Pactos pela
saúde: 
Vida 
Gestão
 Defesa do
SUS
94
Contribuiu 
Buscou mudar a gestão e o processo e
pactuação, envolvendo: 
Gestores Instâncias de Controle Social
Foi uma ferramenta
importante para :
Fortalecimento da
Atenção à Saúde
Financiamento
 Participação Popular
Foi firmado na CIT 
Ministério da Saúde 
CONASEMS 
CONASS
Pela saúdePela saúde
promover inovações nos processos e instrumentos de gestão,
visando alcançar maior eficiência e qualidade das respostas
do Sistema Único de Saúde
Objetivo:
PORTARIA Nº 399,
DE 22 DE
FEVEREIRO DE
2006
-> ênfase nas necessidades de saúde da
população
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PactoPacto
Contribuiu para o fortalecimento da gestão
em cada eixo de ação 
95
Explicita as diretrizes para
o sistema de financiamento
público tripartite
Fortaleceu a gestão
compartilhada e solidária
do SUS.
Valorizou as relações
solidárias entre gestores
Deve contemplar os
princípios do SUS previstos
na Constituição Federal de
1988 e na Lei n.º
8.080/90 
de gestãode gestão
Municípios
Estados e DF
União
Deve contemplar os princípios do
SUS previstos na Constituição
Federal de 1988 e na Lei n.º
8.080/90
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PactoPacto
 Significa uma ação
prioritária no campo da
saúde que deverá ser
executada com foco em
resultados e com a
explicitação inequívoca
dos compromissos
orçamentários e
financeiros para o
alcance desses resultados.
96
Significa:
Saúde do idoso: 
Prioridades:
Pela vidaPela vida
 O Pacto pela Vida está constituído por um conjunto de compromissos sanitários,
expressos em objetivos de processos e resultados e derivados da análise da situação
de saúde do País e das prioridades definidas pelos governos federal, estaduais e
municipais.
 Implantara
Política Nacional de
Saúde da Pessoa
Idosa, buscando a
atenção integral.
Câncer de colo de útero:
Contribuir para a
redução da
mortalidade por
câncer de colo do
útero e de mama.
Mortalidade infantil e materna:
Reduzir a mortalidade
materna, infantil
neonatal, infantil por
doença diarréica e por
pneumonias.
Doenças emergentes e
endemias 
Fortalecer a
capacidade de resposta
do sistema de saúde às
doenças emergentes e
endemias.
Promoção da saúde
 Elaborar e implantar a Política
Nacional de Promoção da Saúde,
com ênfase na adoção de hábitos
saudáveis por parte da população
brasileira, de forma a internalizar
a responsabilidade individual da
prática de atividade física regula,r
alimentação saudável e combate
ao tabagismo.
Atenção básica à saúde
 Consolidar e qualificar a
estratégia da Saúde da Família
como modelo de atenção básica
à saúde e como centro
ordenador das redes de atenção
à saúde do SUS.
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PactoPacto
 A concretização desse Pacto
passa por um movimento de
repolitização da saúde, com
uma clara estratégia de
mobilização social envolvendo
o conjunto da sociedade
brasileira, extrapolando os
limites do setor e vinculada
ao processo de instituição da
saúde como direito de
cidadania, tendo o
financiamento público da
saúde como um dos pontos
centrais.
 O Pacto em Defesa do SUS envolve ações concretas e articuladas pelas três instâncias
federativas no sentido de reforçar o SUS como política de Estado mais do que política
de governos; e de defender, vigorosamente, os princípios basilares dessa política pública,
inscritos na Constituição Federal.
97
Prioridades:
em defesa do SUSem defesa do SUS
implementar um projeto
permanente de mobilização social
com a finalidade de:
Mostrar a saúde como direito
de cidadania e o SUS como
sistema público universal
garantidor desses direitos
Alcançar, no curto prazo, a regulamentação da Emenda
Constitucional nº 29, pelo Congresso Nacional;
Garantir, no longo prazo, o incremento dos recursos
orçamentários e financeiros para a saúde.
Aprovar o orçamento do SUS, composto pelos orçamentos das três esferas
de gestão, explicitando o compromisso de cada uma delas.
@enferya
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SistemaSistema
Um sistema de
informação (SI) precisa
de três matérias-primas:
dado, informação e
conhecimento.
98
de informaçãode informação
@enferya
Os Sistemas de Informação da Saúde (SIS) são compostos por uma
estrutura capaz de garantir a obtenção e a transformação de dados em
informação, em que há profissionais envolvidos em processos de seleção,
coleta, classificação, armazenamento, análise, divulgação e recuperação
de dados. 
No Brasil, o Departamento de
Informática do SUS (DATASUS)
desempenha um papel de
importância vital na condução
do processo de informação na
saúde, sendo responsável por:
Para profissionais da saúde, o
envolvimento na construção
de instrumentos de coletas,
treinamentos para captação
correta dos dados e o
processamento da informação
são importantes, uma vez que
possibilitam maior domínio
dessa área do conhecimento
Fomentar, regulamentar e avaliar as ações de informatização do SUS, direcionadas para a manutenção e o desenvolvimento do
sistema de informações em saúde e dos sistemas internos de gestão do Ministério;
Manter o acervo das bases de dados necessárias ao sistema de informações em saúde e aos sistemas internos de gestão
institucional;
Assegurar aos gestores do SUS e órgãos congêneres o acesso aos serviços de informática e bases de dados, mantidos pelo
Ministério;
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99Principais SISPrincipais SIS
SIM= SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE MORTALIDADE
SIH= SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR
SINASC= SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE NASCIDOS VIVOS
SINAN= SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS E NOTIFICAÇÕES
SIA-SUS= SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL
SISREG= SISTEMA DE REGULAÇÃO
SISCAM= SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO CÂNCER DA MULHER
SI-PNI= SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO
SISAB= SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA
E-SUS HOSPITALAR= SISTEMA E-SUS HOSPITALAR
E-SUS SAMU= SISTEMA E-SUS SO SERVIÇO E ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA 
E-SUS VE= SISTEMA DE INFORMAÇÃO VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
@enferya
FLUXO DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE ÓBITO
1 VIA COR BRANCA- ENVIADA PARA SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE E É POR MEIO DELA QUE
AS INFORMAÇÕES SÃO DIGITADAS NO SIME ENVIADAS PARA O MS.
2 VIA COR AMARELO- SERÁ ENTREGUE AOS FAMILIARES DO FALECIDO PARA REGISTRO EM
CARTÓRIO E EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ÓBITO
3 VIA COR ROSA- FICARÁ ARQUIVADA NO PRONTUÁRIO DO FALECIDO CASO TENHA SIDO
PREENCHIDA NO HOSPITAL ONDE OCORREU O OBITO OU SERÁ ENCHAMINHADA A SECRETARIA DE
SAÚDE NOS CASOS EM QUE O ÓBITO FOI REGISTRADO EM CARTÓRIO
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História natural
da doença
História natural
da doença
Fases da evolução da
doença:
1) Susceptibilidade
2) Patológica pré-clínica
3) Clínica 
4) Incapacidade residual 
Conceitos: conjunto de processos interativos compreende “as inter-relações do
agente, do susceptível e do meio ambiente que afetam o processo global e seu
desenvolvimento ---> desde as primeiras forças que criam o estímulo patológico no
meio ambiente ou qualquer outro lugar, passando pela resposta do homem ao
estímulo até as alterações que levam a um defeito, invalidez, recuperação ou morte.
100@enferya
Níveis de prevenção da
doença:
1) Primária 
2) Secundária
3) Terciária Primária
->Intercepção dos fatores
pré-patogênicos
-> Promoção da saúde
-> Proteção específica
Secundária
-> Realizada no indivíduo sob
ação do agente patogênico,
ao nível do estado de doença.
-> Diagnóstico precoce
-> Tratamento precoce
-> Limitação da invalidez
Terciária
-> Prevenção de
incapacidades
-> Reabilitação
Quaternária
-> Evitar danos
-> Intervenções desnecessárias.
Fatores que influenciam
o período de pré-
patogênese:
1)Fatores socioeconômicos
2)Fatores sociopolíticos
3)Fatores socioculturais 
4)Fatores psicossociais 
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pnhpnh
A PNH é uma política transversal;
Sugere que sejam ultrapassadas as
fronteiras;
Com diferentes núcleos do saber;
Para produzir saúde
101
politica nacional de
humanização
politica nacional de
humanização
@enferya
Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr
em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde,
produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar
Fundamenta-se em: considerações
ás necessidades, desejos e
interesses dos atores da saúde;
Troca e construção de saberes;
Diálogo entre os profissionais;
Trabalho em equipe.
O HumanizaSUS, como também é
conhecida a Política Nacional de
Humanização, aposta na inclusão
de trabalhadores, usuários e
gestores na produção e gestão do
cuidado e dos processos de
trabalho. 
Se estrutura a partir de: princípios, métodos, diretrizes e dispositivos.
Princípios;
TRANSVERSALIDADE, INDISSOCIABILIDADE ENTRE
ATENÇÃO E GESTÃO, PROTAGONISMO,
CORRESPONSABILIDADE E AUTONOMIA DOS SUJEITOS E
DOS COLETIVOS.
DIRETRIZES: 
Acolhimento, Gestão
participativa e cogestão,
ambiência, clínica ampliada e
compartilhada, valorização
do trabalhador e defesa dos
direitos dos usuários 
ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE
RISCO:
É um processo dinâmico, por meio do qual se
identificam os pacientes que necessitam de
tratamento prioritário e mais rápido, em
virtude de maior risco e vulnerabilidade. 
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EpidemiologiaEpidemiologia
Objetivos principais: 
Descreve a distribuição e a
magnitude dos problemas de
saúde das populações humanas;
Proporciona dados essenciaispara o planejamento, a
execução e a avaliação das
ações de prevenção, de
controle e do tratamento das
doenças e para o
estabelecimento de prioridade.
É a ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas e analisa
a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, os danos à saúde e os
eventos associados à saúde coletiva;
Propõe medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças e de
danos, bem como de proteção, promoção ou recuperação da saúde individual e
coletiva;
Fornece indicadores que servem de suporte ao planejamento, à administração e à
avaliação de sistemas, programas, serviços e ações de saúde.
102@enferya
CONCEITOS
IMPORTANTES:
Doença transmissível:
É qualquer doença causada por
um agente infeccioso
específico ou seus produtos
tóxicos, que se manifesta por
meio da transmissão desse
agente ou desses produtos, de
um reservatório a um
hospedeiro susceptível.Doença emergente:
É uma doença transmissível,
cuja incidência em humanos
vem aumentando nos últimos
25 anos, ou que ameaça
aumentar em um futuro
próximo.
Doença reemergente:
É uma doença transmissível,
previamente conhecida, que
reaparece como um problema
de saúde pública depois de
uma etapa de significativo
declínio de sua incidência e
aparente controle.
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EpidemiologiaEpidemiologia
Surto epidêmico:
Ocorrência epidêmica restrita
a um espaço extremamente
delimitado: colégio, quartel,
edifício de apartamento e etc.
FATORES SOCIAIS;
ATENÇÃO À SAÚDE;
PRODUÇÃO DE ALIMENTOS;
CONDUTA HUMANA;
MUDANÇAS AMBIENTAIS;
INFRAESTRUTURA DE SAÚDE PÚBLICA;
ADAPTAÇÃO E MUDANÇA MICROBIANAS.
103@enferya
CONCEITOS
IMPORTANTES:
Pandemia:
Ocorrência epidêmica
caracterizada por larga
distribuição espacial, atingindo
várias nações.
Endemia:
Ocorrência coletiva de determinada doença
no decorrer de um largo período histórico,
espaços delimitados e caracterizados,
mantendo incidência constante, permitidas
as flutuações de valores, tais como as
variações sazonais.
Epidemia:
É a elevação do número de
casos de uma doença ou um
agravo, em um determinado
lugar e período, ultrapassando
valores acima do limiar
epidêmico preestabelecido.
FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A EMERGÊNCIA E A REEMERGÊNCIA DE DOENÇAS:
Triade epidemiológica:
Vetor: Hospedeiro, Agente e
Ambiente
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Estudos
epidemiológicos 
Estudos
epidemiológicos 
Definição da questão de pesquisa; 
Definição das variáveis do estudo; 
Construção do instrumento de coleta de dados; 
Estabelecimento do delineamento; 
Definição da população-alvo e amostragem; 
Coleta e análise de dados.
104@enferya
Incidência X Prevalência 
Incidência:
traduz a ideia de com que
intensidade a morbidade incide
sobre uma população num
intervalo de tempo.
Prevalência:
é termo descritivo da força com
que subsistem casos das doenças
nas comunidades.
Quanto ao propósito geral do estudo (descritivos ou
analíticos); 
Quanto a unidade em estudo (um indivíduo ou grupos); 
Quanto a intervenção do investigador (estudos de observação
ou de intervenção); 
Quanto a direção temporal das observações (prospectivos,
retrospectivos, transversais e longitudinais); 
Desenhos de Pesquisa em Epidemiologia:
Analítico:
são aqueles delineados para examinar
a existência de associação entre uma
exposição e uma doença ou condição
relacionada à saúde. Seu foco é
estudar a relação entre “Causa” e o
“Efeito” e vice-versa.
Tipos de Estudos
Epidemiológicos:
Estudos de intervenções:
Estudos de intervenção ou
ensaios comunitários fazem
parte do grande grupo de
estudos experimentais, que
incluem ensaios clínicos e
experimentos laboratoriais. 
Ensaio Clínico Controlado:
O ensaio clínico controlado é
randomizado quando a
intervenção é alocada de maneira
aleatória entre os sujeitos da
pesquisa.
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Estudos
epidemiológicos 
Estudos
epidemiológicos 
105@enferya
Estudos Caso-controle:
Estudos de caso-controle se baseiam na comparação
de um grupo que apresenta o desfecho (caso) de
interesse com outro grupo que não o apresenta
(controle) (JEKEL et al., 2006). 
Estudo descritivo:
Estudos descritivos - do tipo
populacional, individual (relato de
caso e série de casos) ou
transversal. 
Revisão sistemática:
Uma revisão sistemática (RS), assim como outros tipos de
estudo de revisão, é uma forma de pesquisa que utiliza
como fonte de dados a literatura sobre determinado tema
(SACKETT, 2002; HAYNES et al., 2006; FLETCHER &
FLETCHER, 2014).
Estudos de Coorte:
Em epidemiologia, uma coorte se
refere a um grupo de indivíduos,
pertencentes a uma mesma
população, que é acompanhado
durante certo período com vistas
a estudar a ocorrência de um ou
mais desfechos 
Descritivos:
tem o objetivo de informar
sobre a distribuição de um
evento, na população, em
termos quantitativos.
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IndicadoresIndicadores
106
de saúdede saúde
@enferya
São medidas de saúde empregados para facilitar a quantificação e a
avaliação das informações produzidas.
O grau de excelência de um
indicador deve ser definido com
base nos seguintes elementos:
VALIDADE
CONFIABILIDADE
MENSURABILIDADE
CUSTO-EFETIVIDADE
RELEVÂNCIA
Os indicadores são classificados
em 6 subconjuntos temáticos:
DEMOGRÁFICOS
MORTALIDADE
SOCIOÊCONOMICOS
MORBIMORTALIDADE E
FATORES DE RISCO
RECURSOS
COBERTURA
MORTALIDADE:
A taxa de mortalidade representa
o número de óbitos ocorridos ao
longo de um ano. 
NATALIDADE:
Número de nascidos vivos,
expresso por mil habitantes,
ocorridos na população geral,
em determinado período.
 MORBIMORTALIDADE:
Morbimortalidade é um
conceito da medicina que se
refere ao índice de pessoas
mortas em decorrência de uma
doença específica dentro de
determinado grupo
populacional.
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RDC 63RDC 63
Este Regulamento Técnico se aplica a todos os
serviços de saúde no país, sejam eles públicos,
privados, filantrópicos, civis ou militares,
incluindo aqueles que exercem ações de ensino
e pesquisa. 
 Este Regulamento Técnico possui o objetivo de estabelecer requisitos de Boas
Práticas para funcionamento de serviços de saúde, fundamentados na qualificação,
na humanização da atenção e gestão, e na redução e controle de riscos aos usuários
e meio ambiente.
107
DE 2011DE 2011
@enferya
Para efeito deste Regulamento
Técnico são adotadas as seguintes
definições:
I - garantia da qualidade:
totalidade das ações
sistemáticas necessárias para
garantir que os serviços
prestados estejam dentro dos
padrões de qualidade exigidos,
para os fins a que se
propõem.
II - gerenciamento de tecnologias: procedimentos de gestão, planejados
e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e
legais, com o objetivo de garantir a rastreabilidade, qualidade, eficácia,
efetividade, segurança e em alguns casos o desempenho das tecnologias
de saúde utilizadas na prestação de serviços de saúde, abrangendo cada
etapa do gerenciamento, desde o planejamento e entrada das
tecnologias no estabelecimento de saúde até seu descarte, visando à
proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública e do meio
ambiente e a segurança do paciente. propõem.
III - humanização da atenção e gestão da saúde: valorização da
dimensão subjetiva e social, em todas as práticas de atenção e de
gestão da saúde, fortalecendo o compromisso com os direitos do
cidadão, destacando-se o respeito às questões de gênero, etnia,
raça, orientação sexual e às populações específicas, garantindo o
acesso dos usuários às informações sobre saúde, inclusive sobre os
profissionais que cuidam de sua saúde, respeitando o direito a
acompanhamento de pessoas de sua rede social (de livre escolha),e
a valorização do trabalho e dos trabalhadores. 
IV - licença atualizada: documento
emitido pelo órgão sanitário
competente dos Estados, Distrito
Federal ou dos Municípios, contendo
permissão para o funcionamento dos
estabelecimentos que
exerçam atividades sob regime de
vigilância sanitária.
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RDC 63RDC 63
IX - relatório de transferência: documento que
deve acompanhar o paciente em caso de remoção
para outro serviço, contendo minimamente dados
de identificação, resumo clínico com dados que
justifiquem a transferência e descrição ou cópia
de laudos de exames realizados, quando
existentes.
V - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
(PGRSS): documento que aponta e descreve as ações relativas ao
manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos,
no âmbito dos estabelecimentos de saúde, contemplando os aspectos
referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta,
armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem
como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.
108
DE 2011DE 2011
@enferya
VI - política de qualidade:
refere-se às intenções e
diretrizes globais relativas à
qualidade, formalmente
expressa e autorizada pela
direção do serviço de saúde.
VII - profissional legalmente
habilitado: profissional com
formação superior ou técnica
com suas competências
atribuídas por lei.
VIII - prontuário do paciente: documento único, constituído de um
conjunto de informações, sinais e imagens registrados, gerados a partir de
fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência
a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a
comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade
da assistência prestada ao indivíduo; 
X - responsável técnico - RT:
profissional de nível superior
legalmente habilitado, que
assume perante a vigilância
sanitária a responsabilidade
técnica pelo serviço de saúde,
conforme legislação vigente.
XI - segurança do
Paciente: conjunto de
ações voltadas à proteção
do paciente contra riscos,
eventos adversos e danos
desnecessários durante a
atenção prestada nos
serviços de saúde.
XII - serviço de saúde:
estabelecimento de saúde
destinado a prestar assistência à
população na
prevenção de doenças, no
tratamento, recuperação e na
reabilitação de pacientes.
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RDC 63RDC 63
Art. 6º As Boas Práticas de
Funcionamento (BPF) são os
componentes da Garantia da
Qualidade que asseguram que os
serviços são ofertados com
padrões de qualidade adequados.
109
DE 2011DE 2011
@enferya
Art. 8º O serviço de saúde deve estabelecer
estratégias e ações voltadas para Segurança
do Paciente, tais como:
I. Mecanismos de
identificação do paciente; II.
Orientações para a
higienização das mãos; III.
Ações de prevenção e
controle de eventos adversos
relacionada à assistência à
saúde; IV. Mecanismos para
garantir segurança cirúrgica;
V. Orientações para
administração segura de
medicamentos, sangue e
hemocomponentes; VI.
Mecanismos para prevenção
de quedas dos pacientes; VII.
Mecanismos para a prevenção
de úlceras por pressão; VIII.
Orientações para estimular a
participação do paciente na
assistência prestada.
Art. 5º O serviço de saúde deve desenvolver
ações no sentido de estabelecer uma política
de qualidade envolvendo estrutura, processo e
resultado na sua gestão dos serviços. 
- Boas práticas de funcionamento Seção I - Gerenciamento
da qualidade
§ 1º As BPF são orientadas
primeiramente à redução dos
riscos inerentes a prestação de
serviços
de saúde.
§ 2º Os conceitos de Garantia da Qualidade e
Boas Práticas de Funcionamento (BPF) estão
interrelacionados estando descritos nesta
resolução de forma a enfatizar as suas relações
e sua
importância para o funcionamento dos serviços
de saúde.
Boas práticas de funcionamento Seção II - Da Segurança do
Paciente
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DoençasDoenças
110
de notificação compulsória
portaria n° 204/2016
de notificação compulsória
portaria n° 204/2016
@enferya
Comunicação obrigatória à autoridade de saúde;
Realizadas pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos
estabelecimentos de saúde, público ou privado;
Sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou
evento de saúde pública;
Descritos em portaria do MS, podendo ser imediata ou semanal.
Parâmetros de inclusão de
doenças e agravos na lisa
de notificação
compulsória:
NOTIFICAÇÃO
COMPULSÓRIA IMEDIATA:
Notificação realizada em até 24
horas, a partir do conhecimento
da ocorrência de doença, agravo
ou evento de saúde pública, pelo
meio de comunicação mais rápido
disponível.
NOTIFICAÇÃO
COMPULSÓRIA IMEDIATA;
Notificação realizada em até
7 dias, a partir do
conhecimento da ocorrência
de doença ou agravo.
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
NEGATIVA:
Comunicação semanal realizada pelo
responsável pelo estabelecimento de
saúde à autoridade de saúde,
informando que na semana
epidemiológica não foi identificado
nenhuma doença, agravo ou evento de
saúde pública constante da lista de
notificação compulsória.
VIGILÂNCIA SENTINELA:
Modelo de vigilância a partir de
estabelecimento de saúde estratégico para a
vigilância de morbidade ou agentes etiológicos
de interesse para a saúde pública.
MAGNITUDE
POTENCIAL DE DISSEMINAÇÃO
TRANSCEDÊNCIA
VULNERABILIDADE
COMPROMISSOS
INTERNACIONAIS
OCORRÊNCIA DE EMERGÊNCIAS
DE SAÚDE PÚBLICA, EPIDEMIAS
E SURTOS
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NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA SEMANALNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA SEMANAL
Acidente de trabalho com exposição a material biológico; 
Dengue - Casos; 
Doença de Chagas Crônica; 
Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ); 
Doença aguda pelo vírus Zika; 
Esquistossomose; 
Febre de Chikungunya; 
Hanseníase; 
Hepatites virais; 
HIV/AIDS - Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida; Notificação Compulsória Semanal 
Infecção pelo HIV em gestante, parturiente ou puérpera e Criança exposta ao risco de transmissão
vertical do HIV; 
Intoxicação Exógena (por substâncias químicas, incluindo agrotóxicos, gases tóxicos e metais
pesados); 
Leishmaniose Tegumentar Americana; 
Leishmaniose Visceral; 
Malária na região amazônica; 
Óbito: a) Infantil b) Materno; 
Sífilis: a) Adquirida b) Congênita c) Em gestante; 
Toxoplasmose gestacional e congênita; 
Tuberculose; 
Violência doméstica e/ou outras violências.
@enferya
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112
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMSNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS
Acidente de trabalho: grave, fatal e em crianças e adolescentes; 
Acidente por animal peçonhento; 
Acidente por animal potencialmente transmissor da raiva; 
Leptospirose; 
Tétano: a) Acidental b) Neonatal; 
Violência sexual e tentativa de suicídio
@enferya
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS E SESNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS E SES
Coqueluche;
Difteria;
Doença de chagas aguda;
Doença invasiva por “haemophilus influenza”;
Doença meningocócica e outras meninges;
Doença aguda pelo vírus zika em gestante;
Febre tifoide;
Varicela- caso grave internado ou óbito.
SMS- SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE
SES- SECRETÁRIA ESTADUAL DE SAÚDE
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NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS,
SES e MS.
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS,
SES e MS.Botulismo;
Cólera;
Dengue- óbitos;
Doenças com suspeita de disseminação internacional: antraz pneumônico, tularemia, varíola;
Doenças febris hemorrágicas emergentes/reemergentes: a) Arenavírus b) Ebola c) Marburg d) Lassa e)b Febre purpúrica
brasileira; 
Óbito comsuspeita de doença pelo vírus Zika; 
Evento de Saúde Pública (ESP) que se constitua ameaça à saúde pública; 
Eventos adversos graves ou óbitos pós vacinação; 
Febre Amarela;
Febre de Chikungunya em áreas sem transmissão; 
Óbito com suspeita de Febre de Chikungunya;
Febre do Nilo Ocidental e outras arboviroses de importância em saúde pública; 
Febre Maculosa e outras Riquetisioses; 
Hantavirose; 
Influenza humana produzida por novo subtipo viral;
Malária na região extra-Amazônica; 
Poliomielite por poliovirus selvagem;
Peste; Raiva humana; 
Síndrome da Rubéola Congênita; 
Doenças Exantemáticas: a) Sarampo b) Rubéola;
Síndrome da Paralisia Flácida Aguda; 
Síndrome Respiratória Aguda Grave associada a Coronavírus: a) SARS-CoV b) MERS- CoV. @enferya
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ResoluçãoResolução
Aprova a atualização da Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa
Usuária da Saúde, que dispõe sobre as diretrizes dos Direitos e
Deveres da Pessoa Usuária da Saúde anexa a esta Resolução.
Primeira Diretriz: toda pessoa tem direito, em tempo
hábil, ao acesso a bens e serviços ordenados e
organizados para garantia da promoção, prevenção,
proteção, tratamento e recuperação da saúde. 
Direito à saúde 
Tratamento adequado 
Atendimento humanizado 
Direitos 
Corresponsabilidade 
Direito à informação 
Participação
Diretrizes:
4- Toda pessoa deve ter seus valores, cultura e
direitos respeitados na relação com os serviços
de saúde. 
5- Toda pessoa tem responsabilidade e direitos
para que seu tratamento e recuperação sejam
adequados e sem interrupção.
6- Toda pessoa tem direito à informação sobre
os serviços de saúde e aos diversos mecanismos
de participação. 
7- Toda pessoa tem direito a
participar dos Conselhos e
Conferências de Saúde e de exigir
que os gestores cumpram os
princípios anteriores.
8- Os direitos e deveres dispostos
nesta Resolução constituem a Carta
dos Direitos e Deveres da Pessoa
Usuária da Saúde.
114
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
@enferya
Carta dos Direitos e Deveres da
Pessoa Usuária da Saúde
1-Toda pessoa tem direito, em
tempo hábil, ao acesso a bens e
serviços ordenados e organizados
para garantia da promoção,
prevenção, proteção, tratamento e
recuperação da saúde. 
2-Toda pessoa tem direito ao
atendimento integral, aos
procedimentos adequados e em
tempo hábil a resolver o seu
problema de saúde, de forma ética
e humanizada. 
3-Toda pessoa tem direito ao
atendimento inclusivo, humanizado
e acolhedor, realizado por
profissionais qualificados, em
ambiente limpo, confortável e
acessível.
I - Cada pessoa possui direito de
ser acolhida
no momento em que chegar ao
serviço e
conforme sua necessidade de saúde
e
especificidade, independentemente
de senhas
ou procedimentos burocráticos,
respeitando
as prioridades garantidas em Lei.
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ResoluçãoResolução
O acesso se dará preferencialmente nos serviços de Atenção Básica. 1.
Nas situações de urgência e emergência, qualquer serviço de saúde deve
receber e cuidar da pessoa bem como encaminhá-la para outro serviço no
caso de necessidade. 
2.
Em caso de risco de vida ou lesão grave, deverá ser assegurada a remoção do
usuário, em tempo hábil e em condições seguras para um serviço de saúde
com capacidade para resolver seu tipo de problema.
3.
115
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
@enferya
Primeira Diretriz: 
III - A promoção e a proteção da
saúde devem estar relacionadas com as
condições sociais, culturais e
econômicas das pessoas, incluídos
aspectos como:
a) segurança alimentar e
nutricional;
b) saneamento básico e
ambiental;
c) tratamento às doenças
negligenciadas conforme cada
região do País;
d) iniciativas de combate às
endemias e doenças
transmissíveis;
e) combate a todas as formas de
violência e discriminação;
f) educação baseada nos
princípios dos Direitos Humanos;
g) trabalho digno; e
h) acesso à moradia, transporte,
lazer, segurança pública e
previdência social.;
4- O encaminhamento às
especialidades e aos hospitais, pela
Atenção Básica, será estabelecido
em função da necessidade de saúde
e indicação clínica, levando-se em
conta a gravidade do problema a
ser analisado pelas centrais de
regulação, com transparência.
5- Quando houver alguma
dificuldade temporária para
atender as pessoas é da
responsabilidade da direção e da
equipe do serviço, acolher, dar
informações claras e encaminhá-las
sem discriminação e privilégios.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
a) possíveis diagnósticos; b) diagnósticos confirmados; c) resultados dos exames realizados; d) tipos de exames solicitados,
as justificativas e riscos; e) objetivos, riscos e benefícios de procedimentos diagnósticos, cirúrgicos, preventivos ou de
tratamento; f) duração prevista do tratamento proposto; g) quanto a procedimentos diagnósticos e tratamentos invasivos
ou cirúrgicos; h) a necessidade ou não de anestesia e seu tipo e duração; i) partes do corpo afetadas pelos
procedimentos, instrumental a ser utilizado, efeitos colaterais, riscos ou consequências indesejáveis; j) duração prevista
dos procedimentos e tempo de recuperação; k) evolução provável do problema de saúde; l) informações sobre o custo das
intervenções das quais a pessoa se beneficiou; m) outras informações que forem necessárias; 
V - que toda pessoa tem o
direito de decidir
se seus familiares e
acompanhantes deverão
ser informados sobre seu estado
de saúde;
116@enferya
Segunda Diretriz: 
I - atendimento ágil, com estratégias
para evitar o agravamento, com
tecnologia apropriada, por equipe
multiprofissional capacitada e com
condições adequadas de atendimento;
II - disponibilidade contínua e acesso
a bens e serviços de imunização
conforme calendário e especificidades
regionais; 
III - espaços de diálogo entre
usuários e profissionais da saúde,
gestores e defensoria pública sobre
diferentes formas de tratamentos
possíveis. 
IV - informações sobre o seu estado
de saúde, de forma objetiva,
respeitosa, compreensível, e em
linguagem adequada a atender a
necessidade da usuária e do usuário,
quanto a: 
Segunda Diretriz: toda pessoa tem direito ao atendimento
integral, aos procedimentos adequados e em tempo hábil a
resolver o seu problema de saúde, de forma ética e humanizada.
“É direito da pessoa ter atendimento adequado, inclusivo e acessível, com qualidade, no
tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento, e para isso deve ser
assegurado”:
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Segunda Diretriz: 
IX - o recebimento dos medicamentos, quando prescritos, que
compõem a farmácia básica e, nos casos de necessidade de
medicamentos de alto custo, deve ser garantido o acesso conforme
protocolos e normas do Ministério da Saúde; 
X - a garantia do acesso à continuidade da atenção no domicílio,
quando pertinente, com estímulo e orientação ao autocuidado que
fortaleça sua autonomia e a garantia de acompanhamento em
qualquer serviço que for necessário, extensivo à rede de apoio;
a) motivo do atendimento ou
internação;
b) dados de observação e evolução
clínica;
c) prescrição terapêutica;
d) avaliações dos profissionais da
equipe;
e) procedimentos e cuidados de
enfermagem;
f) quando for o caso, procedimentos
cirúrgicose anestésicos, odontológicos,
resultados de exames complementares
laboratoriais e radiológicos;
g) a quantidade de sangue recebida e
dados que garantam a qualidade do
sangue, como origem, sorologias
efetuadas e prazo de validade;
h) identificação do responsável pelas
anotações;
i) data e local e identificação do
profissional que realizou o
atendimento;
j) outras informações que se fizerem
necessárias;
VI - o registro atualizado e legível no
prontuário, das seguintes informações:
VII - o acesso à anestesia em todas as situações em que for indicada, bem como
a medicações e procedimentos que possam aliviar a dor e o sofrimento;
VIII - o recebimento das receitas e prescrições terapêuticas, deverão
conter: a) o nome genérico das substâncias prescritas;
b) clara indicação da dose e do modo de usar;
c) escrita impressa, datilografada ou digitada, ou em caligrafia legível;
d) textos sem códigos ou abreviaturas;
e) o nome legível do profissional e seu número de registro no conselho
profissional; e
f) a assinatura do profissional e a data;
XI - o encaminhamento para
outros serviços de saúde deve ser
por meio de um documento que
contenha:
a) caligrafia legível ou
datilografada ou digitada ou por
meio eletrônico;
b) resumo da história clínica,
possíveis diagnósticos, tratamento
realizado, evolução e o motivo do
encaminhamento;
c) linguagem clara evitando
códigos ou abreviaturas;
d) nome legível do profissional e
seu número de registro no conselho
profissional, assinado e datado; e
e) identificação da unidade de
saúde que recebeu a pessoa, assim
como da Unidade a que está sendo
encaminhada.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Terceira Diretriz: 
“Haverá regulamentação do tempo de espera em filas de
procedimentos”. 
“Nas situações em que ocorrer a interrupção temporária da
oferta de procedimentos como consultas e exames, os serviços
devem providenciar a remarcação destes procedimentos e
comunicar aos usuários”. 
“A lista de espera de média e alta complexidade deve
considerar a agilidade e transparência”.
“Nos serviços de saúde haverá
igual visibilidade aos direitos e
deveres das pessoas usuárias e das
pessoas que trabalham no serviço
de saúde”. 
“A Rede de Serviços do SUS
utilizará as tecnologias disponíveis
para facilitar o agendamento de
procedimentos nos serviços de
saúde em todos os níveis de
complexidade”. 
“Os serviços de saúde serão
organizados segundo a demanda
da população, e não limitados por
produção ou quantidades de
atendimento pré-determinados”.
“Utilização de tecnologias e
procedimentos nos serviços deverá
proporcionar celeridade na
realização de exames e
diagnósticos e na disponibilização
dos resultados”.
Terceira Diretriz: toda pessoa tem direito ao atendimento inclusivo, humanizado e acolhedor,
realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível.
“As redes de serviço do SUS
deverão se organizar e pactuar
no território a oferta de plantão
de atendimento 24 horas,
inclusive nos finais de semana”. 
“Cada serviço deverá adotar
medidas de manutenção
permanente dos equipamentos,
bens e serviços para prevenir
interrupções no atendimento”.
“É direito da pessoa, na rede de
serviços de saúde, ter
atendimento humanizado,
acolhedor, livre de qualquer
discriminação, restrição ou
negação em virtude de idade,
raça, cor, etnia, religião,
orientação sexual, identidade de
gênero, condições econômicas ou
sociais, estado de saúde, de
anomalia, patologia ou
deficiência”
Garante: I - identificação pelo nome e sobrenome civil, devendo existir em todo documento
do usuário e usuária um campo para se registrar o nome social, independente do registro
civil, sendo assegurado o uso do nome de preferência, não podendo ser identificado por
número, nome ou código da doença ou outras formas desrespeitosas ou preconceituosas;
II - a identificação dos profissionais, por crachás visíveis, legíveis e por outras formas de
identificação de fácil percepção;
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Terceira Diretriz: 
IV - o atendimento agendado nos serviços de saúde,
preferencialmente com hora marcada; 
V - o direito a acompanhante, pessoa de sua livre escolha, nas
consultas e exames; 
VI - o direito a acompanhante, nos casos de internação, nas
situações previstas em lei, assim como naqueles em que a
autonomia da pessoa estiver comprometida, com oferta de
orientação específica e adequada para os acompanhantes;
III - nas consultas, nos
procedimentos diagnósticos,
preventivos, cirúrgicos,
terapêuticos e internações, o
seguinte: 
a) integridade física; 
b) a privacidade e ao conforto; 
c) a individualidade; 
d) aos seus valores éticos,
culturais, religiosos e espirituais; 
e) a segurança do procedimento; 
f) a confidencialidade de toda e
qualquer informação pessoal; 
g) o bem-estar psíquico e
emocional; 
h) a confirmação do usuário
sobre a compreensão das questões
relacionadas com o seu
atendimento e possíveis
encaminhamentos. 
VII - direito a visita diária
não inferior a duas horas,
preferencialmente, abertas
em todas as unidades de
internação, ressalvadas as
situações técnicas não
indicadas; 
VIII - a continuidade das
atividades escolares, bem
como o estímulo à
recreação, em casos de
internação de criança ou
adolescente;
IX - a informação a respeito de diferentes possibilidades terapêuticas de acordo com sua
condição clínica, baseado em evidências e a relação custo-benefício da escolha de
tratamentos, com direito à recusa, atestado pelo usuário ou acompanhante; 
X - escolha do local de morte; 
XI - o direito à escolha de tratamento, quando houver, inclusive as práticas integrativas e
complementares de saúde, e à consideração da recusa de tratamento proposto; XII - o
recebimento de visita, quando internado, de outros profissionais de saúde que não
pertençam àquela unidade hospitalar sendo facultado a esse profissional o acesso ao
prontuário; 
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Terceira Diretriz: 
XV- a não-limitação de acesso aos serviços de
saúde por barreiras físicas, tecnológicas e de
comunicação; 
XIII - a opção de marcação
de atendimento
pessoalmente, por telefone e
outros meios tecnológicos
disponíveis e acessíveis; 
XIV - o recebimento de
visita de religiosos de
qualquer credo, sem que isso
acarrete mudança da rotina
de tratamento e do
estabelecimento e ameaça à
segurança ou perturbações a
si ou aos outros;
XVI - a espera por
atendimento em lugares
protegidos, limpos e
ventilados, tendo a sua
disposição água potável e
sanitários, e devendo os
serviços de saúde se
organizarem de tal forma
que seja evitada a demora
nas filas;
XVI - soluções para que não haja acomodação de
usuários em condições e locais inadequados. 
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Quarta Diretriz: 
III - acesso da pessoa ao conteúdo
do seu prontuário ou de pessoa por
ele autorizada e a garantia de
envio e fornecimento de cópia, em
caso de encaminhamento a outro
serviço ou mudança de domicílio; 
IV - obtenção de laudo, relatório e
atestado sempre que justificado por
sua situação de saúde;
“os@enferya
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CAPS X IAPSCAPS X IAPS
10
CAPS
As contribuições eram empregados,
empregadores e GOVERNO
As contribuições eram
empregados e patrões
Organizada por
categoria profissional
Organizada por
trabalhadores de qualq
empresa
DIFERENÇADIFERENÇA
Bipartite
Gestão semipública
Ex: IAPM= Instituto de
aposentadoria e pensão dos
marítimos
IAPS
qualquer
Tripartite
Gestão privada
@enferya
resumindo...resumindo...
categoria
1923 1933
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11
1964 até 1985
Baixas 
Criação do INPS.
Realização da:1977- criação do
INAMPS.
Conferência de Alma Ata
-> Impulsionou um novo
modelo de saúde no
Brasil
1970- movimento
de reforma
sanitária.
1983- criação de ações
integradas em saúde.
AutoritarismoAutoritarismo
1964-19851964-19851978
1983
condições de saúde.
1966
1970
8 conferência Nacional de Saúde.
1977
@enferya
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Nasceu no contexto
da luta contra a
ditadura militar
MovimentoMovimento
12
1970
Teve como marco a 8º Conferência
Nacional de Saúde, realizada em
1986
As propostas da Reforma Sanitária resultaram,
finalmente, na universalidade do direito à saúde
Luta pelo
reconhecimento da saúde
como direito garantido
pelo Estado 
Grupos de médicos
e outros
profissionais
preocupados com a
saúde pública
desenvolveram
teses e integraram
discussões políticas
Reforma sanitáriaReforma sanitária
@enferya
Esse movimento
contribuiu para a
criação do SUS
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Saúde definida
como completo
bem-estar físico,
mental e social 
Alma ataAlma ata
13
1978
1º conferência internacional sobre
cuidados primários na saúde
Impulsionou a 
Impulsionou um novo
modelo de saúde no
Brasil
Criação de
documento que
enfatiza a atenção
primária à saúde 19781978
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Não apenas como ausência de
doença
Reforma sanitária brasileira
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INPS X INampsINPS X INamps
14
INPS
Responsável apenas
pela assistência
médica dos
trabalhadores 
Todas as categorias
passaram a ter um único
sistema previdenciário e
de assistência médica DIFERENÇADIFERENÇA
INAMPS
@enferya
resumindo...resumindo...
1966 1977
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15
1985 até 1988
1986- 8 conferência
nacional de saúde.
Essa conferência
permitiu a participação
da comunidade.
1987- criação do SUS.1988- o SUS é
institucionalizado pela
constituição federal de
1988.
1990- regulamentação
das leis orgânicas
8080 e 8142.
Foi norteada pelo
princípio "saúde
como direito de
todos".
NovaNova
repúblicarepública
1988
1986
1990
1987
"saúde"
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16
Grande marco da 
Primeira conferência aberta
a sociedade.
Utilização do conceito
ampliado de saúde.
Constituiu-se em fórum de luta ->
Saúde como direito de
cidadania e dever do
Estado.
Instituição de um 17 a 21 de março.conferênciaconferência
nacional de saúde
1986
nacional de saúde
1986
88
Primeira
Saúde
Sistema único de saúde
pela descentralização do sistema de saúde e
implantação de políticas sociais
Reforma sanitária brasileira
conceito
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Contribuições sociais:
 Estabelece que a seguridade
social seja financiada por
forma direta e indireta, nos
termos da lei, mediante
recursos provenientes da União,
dos estados, dos municípios e
das contribuições sociais.
17
É formada de um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes
públicos e da sociedade;
5- Diversidade da base de
financiamento
6- Equidade
7- Irredutibilidade do
valor dos benefícios.
Os objetivos da
Seguridade Social são:
Assistência social
Previdência social
Saúde
1- Universalidade 
2- Uniformidade e
equivalência
3- Seletividade e
distributividade
4- Caráter democrático e
descentralizado da
administração
Incide do trabalhador
sobre:
folha de salário
receita ou faturamento
lucro
194
195
Sus na CFSus na CF
ART 194 e 195ART 194 e 195
Contribuições sociais
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Tripé da seguridade social
dos empregados
 e empregadores
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São de relevância pública as
ações e serviços de saúde,
cabendo ao Poder Público
dispor nos termos da lei, sobre
sua regulamentação,
fiscalização e controle,
devendo sua execução ser feita
diretamente ou através de
terceiros e, também, por
pessoa física ou jurídica de
direito privado.
Acesso universal.
18
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas
sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos
e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção,
proteção e recuperação.
Ações: 
Regulamentação
Fiscalização
Controle
Ações e serviços para a
promoção, proteção e
recuperação.
Acesso igualitário.
Execução:
Diretamente ou através de terceiros e,
também por pessoa física ou jurídica
de direito privado.
197
196
Sus na CFSus na CF
ART 196 e 197ART 196 e 197
Ações:
Execução:
@enferya
Dica: aprenda as iniciais e
não vai esquecer nunca mais!!
"REFICO"
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Descentralização.
19
As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e
hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as
seguintes diretrizes:
A receita corrente líquida do
respectivo exercício financeiro,
não sendo inferior a 
Participação da comunidade.
Atendimento integral, com
prioridade para as atividades
preventivas.
 da receita de sua
competência
Sus na CFSus na CF
ART 198ART 198
15%
12%
Recursos mínimo da saúde
União
Estados
 da receita de sua
competência
15%
Municípios
 das
receitas de competência
estadual e municipal,
respectivamente
12% e 15%
Distrito federal
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As 
poderão participar de forma
complementar do sistema
único de saúde, segundo
diretrizes deste, mediante
contrato de direito público
ou convênio, tendo
preferência as entidades
filantrópicas e as sem fins
lucrativos.
20
A assistência à saúde é livre à
iniciativa privada.
A lei disporá sobre as
condições e os requisitos
que facilitem a remoção de:
É vedada a destinação de recursos
públicos para auxílios ou subvenções
às instituições privadas com fins
lucrativos.
É vedada a participação direta ou indireta de
empresas ou capitais estrangeiros na
assistência à saúde no País, salvo nos casos
previstos em lei.
Sus na CFSus na CF
ART 199ART 199
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iniciativa privada
É vedada a
É vedada a
complementar
instituições privadas
Para fins de transplante, pesquisa e
tratamento, bem como a coleta,
processamento e transfusão de sangue
e seus derivados, sendo vedado todo
tipo de comercialização.
órgãos
tecidos
substâncias humanas
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1- Controlar e
fiscalizar 
21
Ao sistema único de saúde compete, além
de outras atribuições, nos termos da lei:
6- Fiscalizar e inspecionar
alimentos, compreendido o:
3- Ordenar a formação de
recursos humanos na área 
2- Executar as ações de 
4- Participar da formulação da
política e da execução das
ações de saneamento básico.
5- Incrementar em sua
área de atuação o:
7- Participar do
controle e fiscalização
da produção,
transporte, guarda e
utilização dedireitos serão garantidos por
meio de”: 
I - escolha do tipo de plano de
saúde que melhor lhe convier, de
acordo com as exigências mínimas
constantes da legislação e a
informação pela operadora sobre
a cobertura, custos e condições
do plano que está adquirindo; 
II - sigilo e a confidencialidade
de todas as informações pessoais,
mesmo após a morte, salvo nos
casos de risco à saúde pública;
V - consentimento livre, voluntário e esclarecido, a quaisquer
procedimentos diagnósticos, preventivos ou terapêuticos, salvo
nos casos que acarretem risco à saúde pública, considerando
que o consentimento anteriormente dado poderá ser revogado
a qualquer instante, por decisão livre e esclarecida, sem que
sejam imputadas à pessoa sanções morais, financeiras ou
legais; 
Quarta Diretriz: toda pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos respeitados na
relação com os serviços de saúde.
VI - pleno conhecimento de
todo e qualquer exame de
saúde admissional, periódico,
de retorno ao trabalho, de
mudança de função, ou
demissional realizado e seus
resultados;
VII - a indicação de sua
livre escolha, a quem
confiará a
tomada de decisões para a
eventualidade de tornar-se
incapaz de exercer sua
autonomia;
VIII - o recebimento ou a
recusa à assistência
religiosa,
espiritual, psicológica e
social;
IX - a liberdade, em qualquer fase do tratamento, de procurar
segunda opinião ou parecer de outro profissional ou serviço sobre
seu estado de saúde ou sobre procedimentos recomendados;
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X - a não-participação em pesquisa que envolva ou não tratamento experimental sem que tenha
garantias claras da sua liberdade de escolha e, no caso de recusa em participar ou continuar na
pesquisa, não poderá sofrer constrangimentos, punições ou sanções pelos serviços de saúde, sendo
necessário, para isso:
ResoluçãoResolução
122
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Quarta Diretriz: 
a) que o dirigente do
serviço cuide dos aspectos
éticos da pesquisa e
estabeleça mecanismos
para garantir a decisão
livre e esclarecida da
pessoa; 
b) que o pesquisador
garanta, acompanhe e
mantenha a integridade
da saúde dos participantes
de sua pesquisa,
assegurando-lhes os
benefícios dos resultados
encontrados; e 
c) que a pessoa assine o
TCLE; 
XI - o direito de se expressar e ser ouvido nas suas queixas,
denúncias, necessidades, sugestões e outras manifestações por
meio das ouvidorias, urnas e qualquer outro mecanismo
existente, sendo sempre respeitado na privacidade, no sigilo e
na confidencialidade; 
XII - a participação nos
processos de indicação e
eleição de seus
representantes nas
Conferências, nos
Conselhos de Saúde e nos
Conselhos Gestores da
Rede SUS. 
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Quinta Diretriz: 
“Para que seja cumprido o
disposto, as pessoas deverão”: I -
prestar informações apropriadas
nos atendimentos, nas consultas
e nas internações sobre: 
a) queixas; 
b) enfermidades e
hospitalizações anteriores; 
c) história de uso de
medicamentos, drogas, reações
alérgicas, exames anteriores; 
d) demais informações sobre seu
estado de saúde.
Quinta Diretriz: toda pessoa tem responsabilidade e
direitos para que seu tratamento e recuperação sejam
adequados e sem interrupção. 
II - expressar se compreendeu as
informações e orientações recebidas e,
caso ainda tenha dúvidas, solicitar
esclarecimento sobre elas; 
III - seguir o plano de tratamento
proposto pelo profissional ou pela equipe
de saúde responsável pelo seu cuidado,
que deve ser compreendido e aceito pela
pessoa que também é responsável pelo seu
tratamento;
IV - informar ao
profissional de saúde ou
à equipe responsável
sobre qualquer fato que
ocorra em relação a sua
condição de saúde; 
V - assumir a responsabilidade formal pela recusa a procedimentos,
exames ou tratamentos recomendados e pelo descumprimento das
orientações do profissional ou da equipe de saúde;
VI - contribuir para o bem-estar de todas e todos nos serviços de saúde,
evitar ruídos, uso de fumo e derivados do tabaco e bebidas alcoólicas,
colaborar com a segurança e a limpeza do ambiente;
VII - adotar comportamento respeitoso e cordial com as demais pessoas
que usam ou que trabalham no estabelecimento de saúde;
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
n° 553 de 9 de agosto de 2017
Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Quinta Diretriz: 
VIII - realizar exames
solicitados, buscar os resultados
e apresentá-los aos profissionais
dos serviços de saúde; 
IX - ter em mão seus
documentos e, quando
solicitados, os resultados de
exames que estejam em seu
poder;
X - cumprir as normas
dos serviços de saúde que
devem resguardar todos os
princípios desta Resolução; 
I - adotar medidas
preventivas para situações
de sua vida cotidiana que
coloquem em risco a sua
saúde e da comunidade;
XIV - comunicar à
autoridade sanitária
local a ocorrência de
caso de doença
transmissível, quando a
situação requerer o
isolamento ou
quarentena da pessoa
ou quando a doença
constar da relação do
Ministério da Saúde; 
XII - comunicar aos serviços de saúde, às ouvidorias ou à
vigilância sanitária irregularidades relacionadas ao uso e à
oferta de produtos e serviços que afetem a saúde em
ambientes públicos e privados; 
XIII - desenvolver hábitos, práticas e atividades que melhorem
a sua saúde e qualidade de vida;
XV - não dificultar a aplicação de medidas sanitárias,
bem como as ações de fiscalização sanitária.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
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Sexta Diretriz: 
“A educação permanente em
saúde e a educação
permanente para o controle
social devem estar incluídas
em todas as instâncias do
SUS, e envolver a
comunidade”. 
“As unidades básicas de
saúde devem constituir
conselhos locais de saúde
com participação da
comunidade”. 
“As ouvidorias, Ministério
Público, audiências públicas
e outras formas
institucionais de exercício da
democracia garantidas em
lei, são espaços de
participação cidadã”
“O direito previsto no caput
deste artigo, inclui a
informação, com linguagem e
meios de comunicação
adequados sobre”: os
mecanismos de participação da
sociedade na formulação,
acompanhamento e fiscalização
das políticas e da gestão do
SUS; 
I o direito à saúde, o
funcionamento dos serviços de
saúde e o SUS; 
II as ações de vigilância à
saúde coletiva compreendendo
a vigilância sanitária,
epidemiológica e ambiental; e 
III interferência das relações e
das condições sociais,
econômicas, culturais, e
ambientais na situação da
saúde das pessoas e da
coletividade. 
“As instâncias de controle social e o poder público devem
promover a comunicação dos aspectos positivos do SUS”. 
“Devem ser estabelecidos espaços para as pessoas usuárias
manifestarem suas posições favoráveis ao SUS e promovidas
estratégias para defender o SUS como patrimônio do povo
brasileiro”. 
Sexta Diretriz: toda pessoa tem direito à
informação sobre os serviços de saúde e
aos diversos mecanismos de participação.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuáriada
saúde
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Sexta Diretriz: 
“Os órgãos de saúde deverão
informar as pessoas sobre a
rede SUS mediante os
diversos meios de
comunicação, bem como nos
serviços de saúde que
compõem essa rede de
participação popular, em
relação a”: 
I endereços; 
II telefones; 
III horários de
funcionamento; e 
IV ações e procedimentos
disponíveis.
“As informações prestadas
à população devem ser
claras, para propiciar a
compreensão por toda e
qualquer pessoa”. “Os
Conselhos de Saúde deverão
informar à população
sobre”: 
composição do Conselho de
Saúde; 
1.
formas de participação; I
regimento interno dos
Conselhos; 
2.
deliberações e ações
desencadeadas. 
3.
Conferências de Saúde; 4.
data, local e pauta das
reuniões; 
5.“Em cada serviço de saúde deverá constar, em local visível
e acessível à população”: 
I nomes dos profissionais; 
II nome do responsável pelo serviço; 
III horário de trabalho de cada membro da equipe,
inclusive do responsável pelo serviço e; 
IV ações e procedimentos disponíveis.
“O direito previsto nesse artigo inclui a participação de
Conselhos e Conferências de Saúde, o direito de
representar e ser representado em todos os mecanismos
de participação e de controle social do SUS”.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Sétima Diretriz: 
“As Conferências Municipais
de Saúde são espaços de
ampla e aberta participação
da comunidade,
complementadas por
Conferências Livres,
distritais e locais, além das
de plenárias de segmentos.”. 
“Respeitada a organização
da democracia brasileira,
toda pessoa tem direito a
acompanhar dos espaços de
controle social, como forma
de participação cidadã,
observando o Regimento
Interno de cada instância”.
“Os gestores do SUS, das três esferas de governo, para observância dessas diretrizes, comprometem-se a”: 
I - promover o respeito e o cumprimento desses direitos e deveres, com a adoção de medidas progressivas, para sua efetivação; 
II - adotar as providências necessárias para subsidiar a divulgação desta Resolução, inserindo em suas ações as diretrizes
relativas aos direitos e deveres das pessoas; 
III - incentivar e implementar formas de participação dos trabalhadores e usuários nas instâncias e participação de controle
social do SUS; 
IV - promover atualizações necessárias nos regimentos e estatutos dos serviços de saúde, adequando-os a esta Resolução; 
V - adotar estratégias para o cumprimento efetivo da legislação e das normatizações do SUS;
Sétima Diretriz: toda pessoa tem direito a
participar dos Conselhos e Conferências de
Saúde e de exigir que os gestores cumpram os
princípios anteriores. 
“Os gestores do SUS, das três
esferas de governo, para
observância dessas diretrizes,
comprometem-se a”:
VI - promover melhorias contínuas,
na rede SUS, como a
informatização para implantar o
Cartão SUS e o Prontuário
Eletrônico com os objetivos de:
a) otimizar o
financiamento;
b) qualificar o atendimento
aos serviços de saúde;
c) melhorar as condições
de trabalho;
d) reduzir filas; e
e) ampliar e facilitar o acesso nos
diferentes serviços de saúde.
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
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Direitos e deveres da pessoa usuária da
saúde
@enferya
Oitava Diretriz: 
“A Carta dos Direitos e
Deveres da Pessoa Usuária
da Saúde será
disponibilizada nos serviços
do SUS e conselhos de saúde
por meios acessíveis e na
internet, em
http://www.conselho.saude.go
v.br”.
1. (Prefeitura de Campo Grande - MS/SELECON/2019) A Resolução n° 553, de 09 de agosto de 2017, do
Conselho Nacional de Saúde, que atualiza a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, estabelece que "toda
pessoa tem direito à informação sobre os serviços de saúde e aos diversos mecanismos de participação”. Neste
sentido, recomenda-se que as Unidades Básicas de Saúde constituam espaços legítimos de participação da
comunidade denominados:
a) Conselhos Distritais de Saúde.
b) Associação de Moradores.
c) Conselhos Locais de Saúde.
d)Comissões Comunitárias Intersetoriais.
Na prárica:
GABARITO LETRA C-
Conselhos locais de
saúde
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 Art. 2º Esta Resolução se aplica
aos serviços de saúde, sejam eles
públicos, privados, filantrópicos,
civis ou militares, incluindo
aqueles que exercem ações de
ensino e pesquisa.
129
DE 2013DE 2013
@enferya
 VII - incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou
resultou, em dano desnecessário à saúde;
 VIII - núcleo de segurança do paciente (NSP): instância do serviço de
saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à
segurança do paciente;
 IV - evento adverso:
incidente que resulta em
dano à saúde;
 V - garantia da qualidade:
totalidade das ações
sistemáticas necessárias para
garantir que os serviços
prestados estejam dentro dos
padrões de qualidade exigidos
para os fins a que se
propõem;
 VI - gestão de risco:
aplicação sistêmica e
contínua de políticas,
procedimentos, condutas e
recursos na identificação,
análise, avaliação,
comunicação e controle de
riscos e eventos adversos que
afetam a segurança, a saúde
humana, a integridade
profissional, o meio ambiente
e a imagem institucional;
 Objetivo
 Art. 1º Esta Resolução tem por objetivo
instituir ações para a promoção da segurança
do paciente e a melhoria da qualidade nos
serviços de saúde.
 Art. 3º Para efeito desta
Resolução são adotadas as
seguintes definições:
 I - boas práticas de funcionamento do serviço de saúde: componentes da garantia da qualidade
que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados;
 II - cultura da segurança: conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que
determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a
punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde;
 III - dano: comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele
oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim,
ser físico, social ou psicológico;
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DE 2013DE 2013
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 Art. 4º A direção do serviço
de saúde deve constituir o
Núcleo de Segurança do
Paciente (NSP) e nomear a
sua composição, conferindo
aos membros autoridade,
responsabilidade e poder para
executar as ações do Plano
de Segurança do Paciente em
Serviços de Saúde.
 § 1º A direção do serviço de
saúde pode utilizar a
estrutura de comitês,
comissões, gerências,
coordenações ou núcleos já
existentes para o desempenho
das atribuições do NSP.
 § 2º No caso de serviços
públicos ambulatoriais pode
ser constituído um NSP para
cada serviço de saúde ou um
NSP para o conjunto desses,
conforme decisão do gestor
local do SUS.
 X - segurança do paciente:
redução, a um mínimo aceitável, do
risco de dano desnecessário
associado à atenção à saúde;
 XI - serviço de saúde:
estabelecimento destinado ao
desenvolvimento de ações
relacionadas à promoção, proteção,
manutenção e recuperação da
saúde, qualquer que seja o seu nível
de complexidade, em regime de
internação ou não, incluindo a
atenção realizada em consultórios,
domicílios e unidades móveis;
 XII - tecnologias em saúde:
conjunto de equipamentos,
medicamentos, insumos e
procedimentos utilizados na atenção
à saúde, bem como os processos de
trabalho, a infraestrutura e a
organização do serviço de saúde.
 IX - plano de segurança do paciente em serviços de saúde:
documento que aponta situações derisco e descreve as
estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a
gestão de risco visando a prevenção e a mitigação dos
incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o
óbito do paciente no serviço de saúde;
Art. 5º Para o funcionamento sistemático e contínuo do NSP a
direção do serviço de saúde deve disponibilizar:
I - recursos humanos, financeiros, equipamentos, insumos e
materiais;
II - um profissional responsável pelo NSP com participação nas
instâncias deliberativas do serviço de saúde.
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DE 2013DE 2013
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 Art. 6º O NSP deve adotar os
seguintes princípios e diretrizes:
 I - A melhoria contínua dos
processos de cuidado e do uso de
tecnologias da saúde;
 II - A disseminação sistemática da
cultura de segurança;
 III - A articulação e a integração
dos processos de gestão de risco;
 IV - A garantia das boas práticas
de funcionamento do serviço de
saúde.
 XII- manter sob sua guarda e disponibilizar à autoridade
sanitária, quando requisitado, as notificações de eventos
adversos;
 XIII - acompanhar os alertas sanitários e outras comunicações
de risco divulgadas pelas autoridades sanitárias.
 Art.7º Compete ao NSP:
 I - promover ações para a gestão de risco no serviço de
saúde;
 II - desenvolver ações para a integração e a articulação
multiprofissional no serviço de saúde;
 III - promover mecanismos para identificar e avaliar a
existência de não conformidades nos processos e
procedimentos realizados e na utilização de equipamentos,
medicamentos e insumos propondo ações preventivas e
corretivas;
IV - elaborar, implantar, divulgar e manter atualizado o Plano de Segurança do
Paciente em Serviços de Saúde;
V - acompanhar as ações vinculadas ao Plano de Segurança do Paciente em
Serviços de Saúde;
VI - implantar os Protocolos de Segurança do Paciente e realizar o
monitoramento dos seus indicadores;
VII - estabelecer barreiras para a prevenção de incidentes nos serviços de saúde;
VIII - desenvolver, implantar e acompanhar programas de capacitação em
segurança do paciente e qualidade em serviços de saúde;
IX - analisar e avaliar os dados
sobre incidentes e eventos adversos
decorrentes da prestação do serviço
de saúde;
X - compartilhar e divulgar à
direção e aos profissionais do
serviço de saúde os resultados da
análise e avaliação dos dados sobre
incidentes e eventos adversos
decorrentes da prestação do serviço
de saúde;
XI - notificar ao Sistema Nacional
de Vigilância Sanitária os eventos
adversos decorrentes da prestação
do serviço de saúde;
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DE 2013DE 2013
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 Art. 8º O Plano de Segurança do
Paciente em Serviços de Saúde (PSP),
elaborado pelo NSP, deve estabelecer
estratégias e ações de gestão de risco,
conforme as atividades desenvolvidas
pelo serviço de saúde para:
 Art. 11 Compete à ANVISA, em articulação com o Sistema
Nacional de Vigilância Sanitária:
 I - monitorar os dados sobre eventos adversos notificados pelos
serviços de saúde;
 II - divulgar relatório anual sobre eventos adversos com a análise
das notificações realizadas pelos serviços de saúde;
 III - acompanhar, junto às vigilâncias sanitárias distrital,
estadual e municipal as investigações sobre os eventos adversos que
evoluíram para óbito.
 I - identificação, análise, avaliação,
monitoramento e comunicação dos riscos no
serviço de saúde, de forma sistemática;
 II - integrar os diferentes processos de
gestão de risco desenvolvidos nos serviços de
saúde;
 III - implementação de protocolos
estabelecidos pelo Ministério da Saude;
 IV - identificação do paciente;
 V - higiene das mãos;
 VI - segurança cirúrgica;
 VII - segurança na prescrição, uso e
administração de medicamentos;
 VIII - segurança na prescrição, uso e
administração de sangue e hemocomponentes;
 IX - segurança no uso de equipamentos e
materiais;
IX - manter registro adequado do uso de
órteses e próteses quando este procedimento
for realizado;
 XI - prevenção de quedas dos pacientes;
 XII - prevenção de úlceras por pressão;
XIII - prevenção e controle de eventos
adversos em serviços de saúde, incluindo as
infecções relacionadas à assistência à saúde;
 XIV- segurança nas terapias
nutricionais enteral e parenteral;
 XV - comunicação efetiva entre
profissionais do serviço de saúde e
entre serviços de saúde;
 XVI - estimular a participação do
paciente e dos familiares na
assistência prestada.
 XVII - promoção do ambiente seguro
 Art. 9º O monitoramento dos incidentes e eventos
adversos será realizado pelo Núcleo de Segurança
do Paciente - NSP.
 Art. 10 A notificação dos eventos adversos, para
fins desta Resolução, deve ser realizada
mensalmente pelo NSP, até o 15º (décimo quinto)
dia útil do mês subsequente ao mês de vigilância,
por meio das ferramentas eletrônicas
disponibilizadas pela Anvisa.
Art. 12 Os serviços de saúde
abrangidos por esta Resolução
terão o prazo de 120 (cento e
vinte) dias para a estruturação dos
NSP e elaboração do PSP e o prazo
de 150 (cento e cinquenta) dias
para iniciar a notificação mensal
dos eventos adversos, contados a
partir da data da publicação desta
Resolução.
Art. 13 O descumprimento das
disposições contidas nesta
Resolução constitui infração
sanitária, nos termos da Lei n.
6.437, de 20 de agosto de 1977, sem
prejuízo das responsabilidades civil,
administrativa e penal cabíveis.
Art. 14 Esta Resolução entra em
vigor na data de sua publicação.
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PNHOSPPNHOSP
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Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar
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 Art. 1º Fica instituída a
Política Nacional de Atenção
Hospitalar (PNHOSP) no
âmbito do Sistema Único de
Saúde (SUS), estabelecendo-
se as diretrizes para a
organização do componente
hospitalar na Rede de
Atenção à Saúde (RAS).
 Art. 2º As disposições desta
Portaria se aplicam a todos
os hospitais, públicos ou
privados, que prestem ações
e serviços de saúde no
âmbito do SUS.
 Art. 3º Os hospitais são instituição complexas, com densidade tecnológica especifica, de caráter multiprofissional e
interdisciplinar, responsável pela assistência aos usuários com condições agudas ou crônicas, que apresentem potencial de
instabilização e de complicações de seu estado de saúde, exigindo-se assistência contínua em regime de internação e ações que
abrangem a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação.
 Art. 4º Os hospitais que prestam ações e serviços no âmbito do SUS constituem-se como um ponto ou conjunto de pontos de
atenção, cuja missão e perfil assistencial devem ser definidos conforme o perfil demográfico e epidemiológico da população e de
acordo com o desenho da RAS loco-regional, vinculados a uma população de referência com base territorial definida, com
acesso regulado e atendimento por demanda referenciada e/ou espontânea.
 § 1º Os hospitais, enquanto
integrantes da RAS, atuarão de
forma articulada à Atenção Básica
de Saúde, que tem a função de
coordenadora do cuidado e
ordenadora da RAS, de acordo com
a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21
de outubro de 2011, que aprovou a
Política Nacional de Atenção
Básica (PNAB).
 § 2º Os hospitais, além da
assistência, constituem-se, ainda,
em espaços de educação, formação
de recursos humanos, pesquisa e
avaliação de tecnologias em saúde
para a RAS.
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Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar
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 Art. 5º Para efeito desta
Portaria, considera-se:
 I - acessibilidade hospitalar: a
condição para utilização com
segurança e autonomia, total ou
assistida, dos espaços,
mobiliários e equipamentos do
hospital por uma pessoa comde?ciência ou com mobilidade
reduzida;
 II - acolhimento: a escuta
ética e adequada das
necessidades de saúde do
usuário no momento de procura
ao serviço de saúde e na
prestação de cuidados com a
finalidade de atender à
demanda com resolutividade e
responsabilidade;
 III - apoio matricial: o suporte
técnico especializado que é
ofertado a uma equipe
interdisciplinar de saúde a fim
de ampliar seu campo de
atuação e qualificar suas ações,
invertendo a lógica da
fragmentação dos saberes;
 IV - auditoria clínica: a análise crítica e sistemática da qualidade de atenção à saúde
prestada no hospital, incluindo-se os procedimentos usados para o diagnóstico e o
tratamento, uso dos recursos e os resultados para os usuários;
 V - classificação de risco: protocolo pré-estabelecido, com a finalidade de dar agilidade
ao atendimento a partir da análise do grau de necessidade do usuário, proporcionando
atenção centrada no nível de complexidade e não na ordem de chegada;
 VI - clínica ampliada: dispositivo
de atenção à saúde, centrado nas
necessidades de cada usuário e no
seu contexto, articulando um
conjunto de práticas capazes de
potencializar a capacidade de
atuação dos profissionais por meio
da implantação das equipes de
referência, construção de vínculo e
elaboração de projetos terapêuticos
compartilhados com os usuários,
buscando ampliar os recursos de
intervenção sobre o processo
saúde/doença;
 VII - diretrizes terapêuticas:
recomendações desenvolvidas de
modo sistemático para auxiliar os
profissionais de saúde e usuários no
momento da tomada de decisões
acerca de circunstâncias clínicas
específicas;
VIII - gerência: administração de uma unidade ou órgão de
saúde, tais como ambulatório, hospital, instituto e fundação,
que se caracteriza como prestador de serviços do SUS;
IX - gestão: atividade e responsabilidade de comandar um
sistema de saúde municipal, distrital, estadual ou nacional,
exercendo as funções de coordenação, articulação, negociação,
planejamento, acompanhamento, controle, avaliação e auditoria,
envolvendo as macro-funções de formulação de
políticas/planejamento, financiamento, coordenação, regulação,
controle e avaliação do sistema/redes e dos prestadores
públicos ou privados e prestação direta de serviços de saúde;
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Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar
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 X - gestão da clínica: práticas
assistenciais e gerenciais
desenvolvidas a partir da
carcterização do perfil dos
usuários por meio da gestão de
leitos, co-responsabilização das
equipes e avaliação de
indicadores assistenciais;
 XI - gerenciamento de leitos:
dispositivo para otimização da
utilização dos leitos,
aumentando a rotatividade
dentro de critérios técnicos,
visando diminuir o tempo de
internação desnecessário e abrir
novas vagas para demandas
represadas;
 XII - horizontalização do
cuidado: a forma de
organização do trabalho em
saúde, na qual existe uma equipe
multiprofissional de referência
que atua diariamente no serviço,
em contraposição à forma de
organização do trabalho em que
os profissionais têm uma carga
horária distribuída por plantão;
 XV - Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar
(NAQH): Núcleo composto por profissionais das diversas
áreas do hospital cuja finalidade é a garantia da
qualidade da gestão do serviço de urgência e
emergência e dos leitos de retaguarda às urgências na
forma da Portaria nº 2.395/GM/MS, de 11 de outubro
de 2011 
 XIII - linha de cuidado: a
estratégia de organização da
atenção que viabiliza a integralidade
da assistência, por meio de um
conjunto de saberes, tecnologias e
recursos necessários ao
enfrentamento de riscos, agravos ou
demais condições específicas do ciclo
de vida ou outro critério sanitário a
serem ofertados de forma oportuna,
articulada e contínua, abrangendo
os campos da promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação;
 XIV - Núcleo Interno de Regulação
(NIR): constitui a interface com as
Centrais de Regulação para delinear
o perfil de complexidade da
assistência que sua instituição
representa no âmbito do SUS e
disponibilizar consultas
ambulatoriais, serviços de apoio
diagnóstico e terapêutico, além dos
leitos de internação, segundo
critérios pré-estabelecidos para o
atendimento, além de buscar vagas
de internação e apoio diagnóstico e
terapêutico fora do hospital para os
pacientes internados, quando
necessário;
 XVI - modelo de atenção: forma como é organizado o
sistema de saúde a partir da compreensão do processo de
saúde e doença, do modo como se organiza a oferta de
serviços e suas formas de intervenção por meio dos
modelos de práticas profissionais e institucionais
estruturadas para o atendimento de necessidades
individuais e coletivas, específicas para um determinado
contexto histórico e social;
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Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar
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 XVII - Plano Terapêutico:
plano de cuidado de cada
paciente, resultado da discussão
da equipe multiprofissional, com
o objetivo de avaliar ou
reavaliar diagnósticos e riscos,
redefinindo as linhas de
intervenção terapêutica dos
profissionais envolvidos no
cuidado.
 XVIII - ponto de atenção:
espaços onde se ofertam
determinados serviços de saúde,
por meio de uma produção
singular, como uma unidade
ambulatorial especializada, uma
unidade de atenção domiciliar,
uma unidade de atenção
paliativa, etc.;
 XIX - prontuário único: o
conjunto de documentos em
saúde padronizados e ordenados,
destinado ao registro dos
cuidados que foram prestados
aos usuários por todos os
profissionais de saúde;
 XX - Portas Hospitalares de Urgência e Emergência: serviços
instalados em uma unidade hospitalar para prestar atendimento
ininterrupto ao conjunto de demandas espontâneas e
referenciadas de urgências e emergências clínicas, pediátricas,
obstétricas, cirúrgicas e/ou traumatológicas, etc.
 XXI - protocolo clínico: documento que normaliza um padrão
de atendimento a determinada patologia ou condição clínica,
identificando as ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e
reabilitação;
 Art. 6º São diretrizes da PNHOSP:
 I - garantia de universalidade de acesso, equidade e
integralidade na atenção hospitalar;
 II - regionalização da atenção hospitalar, com
abrangência territorial e populacional, em consonância
com as pactuações regionais;
 III - continuidade do cuidado por meio da articulação
do hospital com os demais pontos de atenção da RAS;
 IV - modelo de atenção centrado no cuidado ao
usuário, de forma multiprofissional e interdisciplinar;
XXII - RAS: malha que
integra os diversos pontos
de atenção em
determinado território,
organizando-os
sistematicamente para que
os diferentes níveis e
densidades tecnológicas
estejam articulados e
adequados de forma
regulada para o
atendimento ao usuário; e
XXIII - visita aberta: o
acesso dos visitantes às
unidades de internação em
qualquer tempo, desde que
negociado previamente
entre usuário,
profissionais, gestores e
visitantes, de forma a
garantir o elo entre o
usuário e sua rede social
de apoio.
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 XI - garantia da atenção à saúde indígena, organizada de
acordo com as necessidades regionais, respeitando-se as
especificidades socioculturais e direitos estabelecidos na
legislação, com correspondentes alternativas de financiamento
específico de acordo com pactuação com subsistema de saúde
indígena;
 XII - transparência e eficiência na aplicação de recursos;
 XIII - participação e controle social no processo de
planejamento e avaliação; e
 XIV - monitoramento e avaliação.
 Art. 6º São diretrizes da
PNHOSP:
 V - acesso regulado de acordo
como estabelecido na Política
Nacional de Regulação do SUS;
 VI - atenção humanizada em
consonância com a Política
Nacional de Humanização;
 VII - gestão de tecnologia em
saúde de acordo com a Política
Nacional de Incorporação de
Tecnologias do SUS;
 VIII - garantia da qualidade da
atenção hospitalar e segurança
do paciente;
 IX - garantia da efetividade
dos serviços, com racionalização
da utilização dos recursos,
respeitando as especificidades
regionais;
 X - financiamento tripartite
pactuado entre as três esferas
de gestão;
 Art. 7º São eixos
estruturantes da PNHOSP:
 I - Assistência Hospitalar;
 II - Gestão Hospitalar;
 III - Formação,
Desenvolvimento e Gestão
da Força de Trabalho;
 IV - Financiamento;
 V - Contratualização; e
 VI - Responsabilidades
das Esferas de Gestão.
Art. 8º A assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das
necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos
usuários, baseado em equipe multiprofissional, na horizontalização do
cuidado, na organização de linhas de cuidado e na regulação do acesso.
Art. 9º A atenção hospitalar atuará de forma integrada aos demais pontos de
atenção da RAS e com outras politicas de forma intersetorial, mediadas pelo gestor,
para garantir resolutividade da atenção e continuidade do cuidado.
Art. 10. O acesso à atenção
hospitalar será realizado de forma
regulada, a partir de demanda
referenciada e/ou espontânea,
assegurando a equidade e a
transparência, com priorização por
meio de critérios que avaliem riscos
e vulnerabilidades.
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 Art. 16. A alta hospitalar responsável, entendida como
transferência do cuidado, será realizada por meio de:
 I - orientação dos pacientes e familiares quanto à continuidade
do tratamento, reforçando a autonomia do sujeito,
proporcionando o autocuidado;
 II - articulaçao da continuidade do cuidado com os demais
pontos de atenção da RAS, em particular a Atenção Básica; e
 III- implantação de mecanismos de desospitalização, visando
alternativas às práticas hospitalares, como as de cuidados
domiciliares pactuados na RAS.
 Art. 12. Cabe ao hospital
identificar e divulgar os
profissionais que são responsáveis
pelo cuidado do paciente nas
unidades de internação, nos
prontos socorros, nos
ambulatórios de especialidades e
nos demais serviços.
 Art. 13. Cabe ao hospital
implantar a visita aberta, de
forma a garantir a ampliação do
acesso dos visitantes ao pronto
socorro e às unidades de
internação, favorecendo a
relação entre o usuário,
familiares e rede social de apoio
e a equipe de referência.
 Art. 14. Os usuários internados,
especialmente os idosos,
gestantes, crianças, adolescentes
e indígenas, possuem direito a
acompanhante 24 (vinte e
quatro) horas por dia.
 Art. 15. A auditoria clínica interna periódica será realizada, no mínimo a
cada 2 (dois) anos, com o objetivo de qualificar o processo assistencial
hospitalar.
Art. 9º A atenção hospitalar atuará de forma integrada aos demais pontos de
atenção da RAS e com outras politicas de forma intersetorial, mediadas pelo gestor,
para garantir resolutividade da atenção e continuidade do cuidado.
 Art. 17. A gestão da atenção
hospitalar será pautada:
 I - na garantia do acesso e
qualidade da assistência;
 II - no cumprimento de metas
pactuadas na contratualização com
o gestor;
 III - na eficiência e transparência
da aplicação dos recursos; e
 IV - no planejamento participativo
e democrático.
Art. 18. A gestão da atenção
hospitalar no SUS será definida
em consonância com o desenho
da RAS, de acordo com:
I - o papel do hospital na rede;
II - a implementação de fluxos
regulatórios;
III - a contratualização; e
IV - os critérios de
monitormaneto e avaliação.
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 Art. 23. Todos os espaços de produção das ações e
serviços de saúde no SUS constituem-se em campo de
prática para ensino, pesquisa e incorporação
tecnológica em saúde, devendo os hospitais integrantes
do SUS desempenhar um importante papel na formação,
tanto para suas equipes como para o matriciamento
dos trabalhadores dos demais pontos de atenção da
RAS, de acordo com o pactuado com os gestores.
 Art. 20. A administração dos
hospitais será profissionalizada
por meio de ações de indução e
apoio à formação de
competências específicas de
profissionais que ocupem cargos
de direção e de gerência
intermediária.
 Art. 21. A administração dos
insumos, da infraestrutura, de
recursos financeiros e a gestão
da força de trabalho serão
direcionados para o
cumprimento do papel do
hospital na RAS.
 Art. 22. Para efeito de
investimento pelo SUS, a direção
do hospital pactuará junto aos
gestores do SUS a demanda para
ampliação ou reforma da
capacidade instalada e
incorporação de tecnologias que
impliquem em acréscimos na
contratualização.
 Art. 24. Os hospitais adotarão as seguintes estratégias de
valorização dos trabalhadores:
 I - avaliação de desempenho;
 II - educação permanente; e
 III - avaliação da atenção à saúde do trabalhador.
 Art. 25. A gestão da força de
trabalho na atenção hospitalar no
SUS será direcionada para
aperfeiçoar mecanismos de
provimento, fixação e habilitação de
profissionais, buscando atender aos
pressupostos descritos nesta
Portaria.
 Art. 26. O financiamento da
assistencia hospitalar será
realizado de forma tripartite,
pactuado entre as três esferas de
gestão, de acordo com as normas
específicas do SUS.
 Art. 27. A busca da
sustentabilidade será uma das
bases do custeio dos hospitais,
considerando a sua população de
referência, o território de
atuação, a missão e o papel
desempenhado na RAS, pactuados
regionalmente.
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 Art. 29. Os gestores de saúde formalizarão a relação
com os hospitais que prestam ações e serviços ao SUS
por meio de instrumentos formais de contratualização,
independente de sua natureza jurídica, esfera
administrativa e de gestão.
 Art. 28. Os recursos de
investimento destinados à
atenção hospitalar considerarão
a ampliação da capacidade
instalada, a renovação do parque
tecnológico e a inovação de
tecnologias, respeitando as
especificidades regionais e as
pactuações locais, de acordo com
os seguintes critérios de
priorização:
 I - estar em consonância com
as prioridades estabelecidas nos
Planos de Saúde Nacional,
Estaduais, Distrital e Municipais;
 II - contemplar os projetos de
implementação das Redes
Temáticas de Atenção à Saúde e
Programas prioritárias do SUS; e
 III - priorizar regiões remotas
com grandes vazios assistenciais.
 Art. 31. O gestor local levará em consideração os
seguintes critérios de priorização para a contratualização:
 I - hospitais públicos, quais sejam federais, estaduais,
distrital ou municipais;
 II - hospitais de direito privado sem fins lucrativos, que
prestam 100% (cem por cento) dos seus serviços ao SUS;
 III - hospitais de direito privado sem fins lucrativos que
prestam o mínimo de 60% (sessenta por cento) dos seus
serviços ao SUS;
 IV - demais hospitais privados sem fins lucrativos; e
 V - hospitais privados com fins lucrativos.
 Art. 30. A contratualização tem
como finalidade a formalização da
relação entre gestores de saúde e
hospitais integrantes do SUS por
meio do estabelecimento de
compromissos entre as partes,
promovendo a qualificação da
assistência, da gestão hospitalar e
do ensino/pesquisa, de acordo com as
seguintes diretrizes:
 I - adequação das ações e serviços
contratualizadas às necessidades
locais e regionais pactuadas na CIB
ou naCIR, quando houver;
 II - definição das ações e serviços
de saúde e atividades de ensino e
pesquisa que serão disponibilizadas
para o gestor;
 III - estabelecimento de valores e
formas de repasse dos recursos
financeiros condicionados ao
cumprimento e monitoramento de
metas quali-quantitativas;
 IV - aprimoramento dos processos
de avaliação, controle e regulação
dos serviços assistenciais; e
 V - efetivação do controle social e
garantia de transparência.
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 Art. 33. A implementação da PNHOSP será gradual, a
partir da celebração de novas contratualizações, com
prioridade para os hospitais que fazem parte das Redes
Temáticas de Atenção à Saúde e Programas prioritários
do SUS.
 Art. 32. A União, os Estados,
o Distrito Federal e os
Municípios, representados por
suas instâncias gestoras do SUS,
são responsáveis pela organização
e execução das ações da atenção
hospitalar nos seus respectivos
territórios, de acordo com os
princípios e diretrizes
estabelecidos nesta Portaria.
 Art. 35. As unidades hospitalares certificadas como
Hospitais de Excelência, nos termos da Portaria nº
936/GM/MS, de 27 de abril de 2011 , cumprirão o disposto
nesta Portaria quando atuarem na prestação de ações e
serviços de saúde para o SUS.
 Art. 34. Fica
instituído o Comitê
Gestor da Atenção
Hospitalar, com
composição tripartite,
que monitorará e
avaliará a PNHOSP
periodicamente, além de
estudar e aprofundar as
discussões para o
aprimoramento de seus
eixos estruturantes.
Art. 36. A SAS/MS publicará manuais e
guias com detalhamento operacional e
orientações especificas para a execução
da PNHOSP.
Art. 37. Esta Portaria entra em vigor
na data de sua publicação.
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Política Nacional de Saúde da Pessoa com
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Política Nacional de Saúde da Pessoa com
Deficiência
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A Política Nacional de Saúde da Pessoa com
Deficiência foi instituída por meio da Portaria nº
1.060, de 5 de junho de 2002 com foco na inclusão
das pessoas com deficiência na rede de serviços do
Sistema Único de Saúde, o SUS.
 promoção da qualidade de vida
das pessoas com deficiência;
assistência integral à saúde da
pessoa com deficiência;
prevenção de deficiências;
ampliação e fortalecimento dos
mecanismos de informação;
organização e funcionamento dos
serviços de atenção à pessoa com
deficiência;
capacitação de recursos humanos.
Entre as profissões que integram essa equipe multi
estão:
Enfermeiros;
Fisioterapeutas;
Fonoaudiólogos;
Nutricionistas
Odontólogos
Psicólogos;
Terapeutas Ocupacionais, entre outros.
É importante saber que a
habilitação/reabilitação de
pessoas com deficiência pede
uma abordagem interdisciplinar,
com o envolvimento d
profissionais, cuidadores e
familiares.
São nos Centros Especializados
em Reabilitação (CER) que se
concentram esses serviços. O
Ministério da Saúde, por sua
vez, tem buscado fortalecer
ações de ampliação e
qualificação da oferta de
serviços de reabilitação, de
forma regionalizada.
Princípios da Política Nacional
de Saúde da Pessoa com
Deficiência:
A equipe multidisciplinar na
reabilitação da pessoa com
deficiência
Entre os objetivos dessa
rede, estão:
I – Ampliar o acesso e qualificar o atendimento às pessoas
com deficiência temporária ou permanente; progressiva,
regressiva ou estável; intermitente ou contínua no SUS;
II – Promover a vinculação das pessoas com deficiência
auditiva, física, intelectual, estomia e com múltiplas
deficiências e suas famílias aos pontos de atenção;
III – Garantir a articulação e a integração dos pontos de
atenção das redes de saúde no território, qualificando o
cuidado por meio do acolhimento e classificação de risco.
Portaria MS/GM
nº 1.0600
Portaria MS/GM
nº 1.0600
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No âmbito do SUS, a Rede de Cuidados à Pessoa com
Deficiência, instituída pela Portaria de Consolidação
n° 3/GM/MS de 28 de setembro de 2017, diz sobre a
necessidade de ampliar, qualificar e diversificar as
estratégias para a atenção às pessoas com deficiência
por meio de uma rede de serviços integrada, articulada
e efetiva.
 I – Respeito aos direitos humanos,
com garantia de autonomia,
independência e de liberdade às
pessoas com deficiência para
fazerem as próprias escolhas;
II – Promoção da equidade;
III – Promoção do respeito às
diferenças e aceitação de pessoas
com deficiência, com enfrentamento
de estigmas e preconceitos;
IV – Garantia de acesso e de
qualidade dos serviços, ofertando
cuidado integral e assistência
multiprofissional, sob a lógica
interdisciplinar;
V – Atenção humanizada e centrada
nas necessidades das pessoas;
VI – Diversificação das estratégias
de cuidado;
VII – Desenvolvimento de atividades
no território, que favoreçam a
inclusão social com vistas à
promoção de autonomia e ao
exercício da cidadania;
VIII- Ênfase em serviços de base territorial e comunitária,
com participação e controle social dos usuários e de seus
familiares;
IX – Organização dos serviços em rede de atenção à saúde
regionalizada, com estabelecimento de ações intersetoriais
para garantir a integralidade do cuidado;
X – Promoção de estratégias de educação permanente;
O funcionamento da Rede de
Cuidados à Pessoa com
Deficiência, por sua vez, se
baseia nesses princípios:
Além do atendimento, essa
portaria ressalta a importância
da reabilitação e da prevenção
precoces. 
XI – Desenvolvimento da lógica
do cuidado para pessoas com
deficiência física, auditiva,
intelectual, visual, estomia e
múltiplas deficiências, tendo
como eixo central a construção
do projeto terapêutico singular;
e
XII- Desenvolvimento de pesquisa
clínica e inovação tecnológica em
reabilitação, articuladas às ações
do Centro Nacional em
Tecnologia Assistiva (MCT).
Portaria MS/GM
nº 1.0600
Portaria MS/GM
nº 1.0600
Política Nacional de Saúde da Pessoa com
Deficiência
Política Nacional de Saúde da Pessoa com
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REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria
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REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria
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Art. 5º A Rede de Atenção
Psicossocial é constituída pelos
seguintes componentes:
I - Atenção Básica em Saúde;
II - Atenção Psicossocial
Especializada;
III - Atenção de Urgência e
Emergência;
IV - Atenção Residencial de
Caráter Transitório;
V - Atenção Hospitalar;
VI - Estratégias de
Desinstitucionalização; e
VII - Reabilitação Psicossocial .
a) Unidade Básica de Saúde -
serviço de saúde constituído por
equipe multiprofissional
responsável por um conjunto de
ações de saúde, de âmbito
individual e coletivo, que abrange 
promoção e a proteção da saúde,
a prevenção de agravos, o
diagnóstico, o tratamento, a
reabilitação, a redução de danos
e a manutenção da saúde com o
objetivo de desenvolver a atenção
integral que impacte na situação
de saúde e autonomia das pessoas
e nos determinantes e
condicionantes de saúde das
coletividades.
Art. 6º São pontos de
atenção da Rede de Atenção
Psicossocial em cada
componente, os seguintes
serviços:
b) Equipes de Atenção Básica
para populações em situações
específicas:
- Equipe de Consultório na Rua
- Equipe de apoio aos serviços do
componente Atenção Residencial de Caráter
Transitório
c) Centro de Convivência:
 é unidade pública, articulado às
Redes De Atenção à Saúde, em
especial à Rede de Atenção
Psicossocial, onde são oferecidos à
população em geral espaços de
sociabilidade, produção e intervenção
na cultura e na cidade.
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Portaria 3088 Portaria 3088 
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II - Atenção Psicossocial Especializada;
a) CAPS I: atende pessoas com
transtornos mentais graves e persistentes
e também com necessidades decorrentes
do uso de crack, álcool e outras drogas
de todas as faixas etárias; indicado para
municípios com população acima de
20.000 habitantes;
d) CAPS AD: atende adultos ou
crianças e adolescentes,
considerando as normativas do
Estatuto da Criança e do
Adolescente, com necessidades
decorrentes do uso de crack, álcool
e outras drogas. Serviço de saúde
mental aberto e de caráter
comunitário, indicado para
municípios ou regiões com
população acima de 70.000
habitantes. 
b) CAPS II: atende pessoas com
transtornos mentais graves e
persistentes, podendo também atender
pessoas com necessidades decorrentes
do uso de crack, álcool e outras
drogas, conforme a organização da
rede de saúde local; indicado para
municípios com população acima de
70.000 habitantes.
c) CAPS III: atende pessoas com transtornos mentais
graves e persistentes. Proporciona serviços de atenção
contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo
feriados e finais de semana, ofertando retaguarda
clínica e acolhimento noturno a outros serviços de
saúde mental, inclusive CAPS Ad; indicado para
municípios ou regiões com população acima de 200.000
habitantes.
f) CAPS i: atende crianças e
adolescentes com transtornos mentais
graves e persistentes e os que fazem uso
de crack, álcool e outras drogas.
Serviço aberto e de caráter comunitário
indicado para municípios ou regiões
com população acima de 150.000
habitantes.
e) CAPS AD III: atende adultos ou
crianças e adolescentes, considerando as
normativas do Estatuto da Criança e do
Adolescente, com necessidades de
cuidados clínicos contínuos. Serviço com
no máximo 12 leitos para observação e
monitoramento, de funcionamento 24
horas, incluindo feriados e finais de
semana; indicado para municípios ou
regiões com população acima de 200.000
habitantes.
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Portaria 3088 Portaria 3088 
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III - Atenção de urgência e emergência:
a) Os pontos de atenção da Rede de Atenção às
Urgências - SAMU 192, Sala de Estabilização, UPA 24
horas, as portas hospitalares de atenção à
urgência/pronto socorro, Unidades Básicas de Saúde,
entre outros - são responsáveis, em seu âmbito de
atuação, pelo colhimento, classificação de risco e
cuidado nas situações de urgência e emergência das
pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com
necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e
outras drogas;
b) Serviços de Atenção em Regime
Residencial, dentre os quais
Comunidades Terapêuticas - serviço
de saúde destinado a oferecer
cuidados contínuos de saúde, de
caráter residencial transitório por
até nove (09) meses para adultos
com necessidades clínicas estáveis
b) Os Centros de Atenção
Psicossocial realizam o
acolhimento e o cuidado das
pessoas em fase aguda do
transtorno mental, seja ele
decorrente ou não do uso de
crack, álcool e outras drogas,
devendo nas situações que
necessitem de internação ou de
serviços residenciais de caráter
transitório, articular e
coordenar o cuidado. 
a) A Unidade de Acolhimento é um ponto de atenção que oferece cuidados
contínuos de saúde, com funcionamento 24 horas, em ambiente residencial, para
pessoas com necessidade decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, de
ambos os sexos, que apresentem acentuada vulnerabilidade social e/ou familiar e
demandem acompanhamento terapêutico e protetivo de caráter transitório.
Otempo de permanência na Unidade de Acolhimento é de até seis (06) meses.
As Unidades de Acolhimento estão
organizadas nas seguintes
modalidades:
- Unidade de acolhimento Adulto,
destinados a pessoas que fazem
uso do Crack, Álcool e Outras
Drogas, maiores de 18 (dezoito)
anos; e
- Unidade de Acolhimento
Infanto-Juvenil, destinadas a
adolescentes e jovens (de doze
até dezoito anos completos).
IV - Atenção Residencial de Caráter Transitório;
IV - Atenção Residencial de Caráter Transitório;
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V - Atenção Hospitalar:
a) Enfermaria especializada para
atenção às pessoas com sofrimento
ou transtorno mental e com
necessidades decorrentes do uso de
crack, álcool e outras drogas em
Hospital Geral, oferece tratamento
hospitalar para casos graves
relacionados aos transtornos
mentais e ao uso de álcool, crack e
outras drogas, em especial de
abstinências e intoxicações severas.
O cuidado ofertado deve estar
articulado com o Projeto
Terapêutico Individual desenvolvido
pelo serviço de referência do
usuário e a internação deve ser de
curta duração até a estabilidade
clínica.
§ 1º O hospital psiquiátrico pode
ser acionado para o cuidado das
pessoas com transtorno mental nas
regiões de saúde enquanto o
processo de implantação e
expansão da Rede de Atenção
Psicossocial ainda não se apresenta
suficiente. Estas regiões de saúde
devem priorizar a expansão e
qualificação dos pontos de atenção
da Rede de Atenção Psicossocial
para dar continuidade ao processo
de substituição dos leitos em
hospitais psiquiátricos.
§ 2º Programa de Volta para Casa
é uma política pública de inclusão
social que visa contribuir e
fortalecer o processo de
desinstitucionalização, instituída
pela Lei 10.708/2003, que provê
auxílio reabilitação para pessoas
com transtorno mental egressas de
internação de longa permanência.
b) O Serviço Hospitalar de Referência para Atenção às pessoas com sofrimento ou
transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas
oferece suporte hospitalar, por meio de internações de curta duração, para usuários de
álcool e/ou outras drogas, em situações assistenciais que evidenciarem indicativos de
ocorrência de comorbidades de ordem clínicae/ou psíquica, sempre respeitadas as
determinações da Lei No- 10.216, de 2001, e sempre acolhendo os pacientes em regime de
curtíssima ou curta permanência. Funciona em regime integral, durante 24 horas diárias,
nos sete dias da semana, sem interrupção da continuidade entre os turnos.
VI - Estratégias de
Desinstitucionalização:
VII - Reabilitação
Psicossocial .
Art. 7º O componente Reabilitação Psicossocial
da Rede de Atenção Psicossocial é composto
por iniciativas de geração de trabalho e
renda/empreendimentos solidários/cooperativas
sociais.
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Portaria nº483Portaria nº483
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DE 2013DE 2013
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A Política Nacional de Saúde da Pessoa com
Deficiência foi instituída por meio da Portaria nº
1.060, de 5 de junho de 2002 com foco na inclusão
das pessoas com deficiência na rede de serviços do
Sistema Único de Saúde, o SUS.
A Rede de Atenção à Pessoa
com Doença Crônica faz parte
da política nacional de
atenção às pessoas com
doenças crônicas, que inclui
ainda a a prevenção e o
controle do câncer. 
O plano visa promover o desenvolvimento e a
implementação de políticas públicas efetivas,
integradas, sustentáveis e baseadas em
evidências para a prevenção e o cuidado das
DCNT e seus fatores de risco. 
Suas ações fundamentam-se em três eixos
estratégicos: I – vigilância, informação,
avaliação e monitoramento; II – promoção da
saúde e III – cuidado integral.
– realizar a atenção integral à
saúde das pessoas com doenças
crônicas, em todos os pontos de
atenção, através da realização
de ações e serviços de
promoção e proteção da saúde,
prevençãode agravos,
diagnóstico, tratamento,
reabilitação, redução de danos
e manutenção da saúde;
– fomentar a mudança no
modelo de atenção à saúde, por
meio da qualificação da
atenção integral às pessoas com
doenças crônicas e da
ampliação das estratégias para
promoção da saúde da
população e para prevenção do
desenvolvimento das doenças
crônicas e suas complicações.
O terceiro eixo do plano –
cuidado integral – contempla a
definição e implementação da
Rede de Atenção à Saúde das
Pessoas com Doenças Crônicas, a
qual tem como objetivos:
As doenças crônicas, segundo a
Portaria nº 483, de 1º de abril de
2014, são aquelas que apresentam
início gradual, com duração longa ou
incerta, que, em geral, apresentam
múltiplas causas e cujo tratamento
envolva mudanças de estilo de vida,
em um processo de cuidado contínuo
que, usualmente, não leva à cura.
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AtualizaçãoAtualização
149
LEI Nº 14.820, DE 16 DE JANEIRO
DE 2024-- LEI 8080
LEI Nº 14.820, DE 16 DE JANEIRO
DE 2024-- LEI 8080
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Altera a Lei nº 8.080, de 19 de
setembro de 1990 (Lei Orgânica
da Saúde), para estabelecer a
revisão periódica dos valores de
remuneração dos serviços
prestados ao Sistema Único de
Saúde (SUS), com garantia da
qualidade e do equilíbrio
econômico-financeiro.
 Art. 2º O art. 26 da Lei
nº 8.080, de 19 de
setembro de 1990 (Lei
Orgânica da Saúde), passa
a vigorar acrescido do
seguinte § 5º:
 Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
ART. 26° -- ART 2°
ART. 1°
 Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 8.080, de 19
de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde),
para estabelecer a revisão periódica dos valores
de remuneração dos serviços prestados ao
Sistema Único de Saúde (SUS), com garantia da
qualidade e do equilíbrio econômico-financeiro.
§ 5º Os valores a que se
refere o caput deste artigo,
para o conjunto das
remunerações dos serviços de
saúde, serão definidos no mês
de dezembro de cada ano, por
meio de ato do Ministério da
Saúde, devendo-se buscar a
garantia da qualidade do
atendimento, o equilíbrio
econômico-financeiro na
prestação dos serviços e a
preservação do valor real
destinado à remuneração de
serviços, observada a
disponibilidade orçamentária e
financeira." (NR)
ART. 3°
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AtualizaçãoAtualização
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Institui a Política Nacional de Cuidados Paliativos - PNCP no âmbito do Sistema Único de
Saúde - SUS, por meio da alteração da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de
setembro de 2017.
LEI Nº 14.912, DE 3 DE
JULHO DE 2024
Lei nº 14.758/2023
Institui a Política Nacional de Prevenção e
Controle do Câncer no âmbito do SUS e o
Programa Nacional de Navegação da Pessoa
com Diagnóstico de Câncer.
Altera a Lei nº 8.080, de 19
de setembro de 1990 (Lei
Orgânica da Saúde), para
determinar a realização de
campanhas permanentes sobre
os riscos da automedicação.
PORTARIA GM/MS Nº 3.681, DE 7 DE MAIO DE 2024
Altera a Lei nº 8.080, de 19 de
setembro de 1990 (Lei Orgânica
da Saúde), para dispor sobre o
atendimento de mulheres vítimas
de violência em ambiente
privativo e individualizado nos
serviços de saúde prestados no
âmbito do Sistema Único de
Saúde.
Lei nº 14.847/2024
Art. 19-V. Os gestores do SUS,
em todas as esferas, realizarão
campanhas permanentes de
conscientização contra a
automedicação, com o objetivo
de informar a população sobre
os riscos dessa prática,
especialmente quanto à
ingestão de antibióticos ou de
medicamentos sujeitos a
controle especial."
§ 1º Para os fins deste Anexo, compreende-se como cuidados paliativos as ações e os serviços de saúde para alívio da dor, do sofrimento e de
outros sintomas em pessoas que enfrentam doenças ou outras condições de saúde que ameaçam ou limitam a continuidade da vida.
§ 2º As ações e serviços públicos de saúde de que trata o § 1º abrangem abordagens de tratamento e prevenção destinadas tanto à pessoa
cuidada quanto aos seus familiares e cuidadores.
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Brasil. conselho nacional de secretarios de saude. sistema unico de saude / conselho nacional de secretarios de saude. - brasilia: conass, 2011.
http://www.conass.org.br/bibliotecav3/pdfs/colecao2011/livro_1.pdf
Paim, js o que é sus. rio de janeiro: editora fiocruz, 2009.
Mendes, eugenio vilaça. as redes de atenção à saúde. / eugenio vilaça mendes. brasilia: organização panamericana da saude, 2011. 549 p.;il
Brasil. constituição da republica federativa do brasil. são paulo; imprensa oficial do estado de são paulo s.a., mesp, 1988.
Malta dc et al. politica nacional de promoção da saúde (pnps); capitulos de uma caminhada ainda em construção. ciencia & saúde coletiva, 21 (6); 16831694, 2016.
ttps;//www.scielosp.org/pdf/csc/2016.v21n6/1683-1694.
Lima, Jeane ; silva carneiro, SAÚDE coletiva. 1. ed. [S. l.]: Medcel, 2020. 413 p. v. 1.
NUNES, Everardo Duarte. Saúde coletiva: história de uma idéia e de um conceito. Saude soc., São Paulo , v. 3, n. 2, p. 5-21, 1994 .
https://eigierdiagnosticos.com.br/blog/diferencas-promocao-prevencao-saude/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp141.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm
http://app1.sefaz.mt.gov.br/Sistema/legislacao/constituicaof.nsf/0/4ddaf343a364a5010325675400672374
https://conselho.saude.gov.br/14cns/docs/constituicaofederal.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude_3ed.pdf
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sgtes/pneps#:~:text=A%20PNEPS%20%C3%A9%20considerada%20uma,entre%20ensino%20e%20servi%C3%A7o%2C%20com
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
https://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/FINANCIAMENTO_SUS_SOSTER.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de setembro de 2017. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 264, de 17 de fevereiro de 2020. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.061, de 18 de maio de 2020. Brasília: Ministério da Saúde, 2020.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_humanizacao_pnh_folheto.pdf
Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 2013 e Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017.
https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos-noticias/politica-nacional-de-saude-da-pessoa-com-deficiencia-entenda
Art. 7º O componente Reabilitação Psicossocial da Rede de Atenção Psicossocial é composto por iniciativas de geração de trabalho e renda/empreendimentos solidários/cooperativas
sociais.
https://www.saude.ba.gov.br/atencao-a-saude/comofuncionaosus/doencas-
cronicas/#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20cr%C3%B4nicas%2C%20segundo%20a,usualmente%2C%20n%C3%A3o%20leva%20%C3%A0%20cura.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2024/prt3681_22_05_2024.html
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14912-3-julho-2024-795885-publicacaooriginal-172281-
pl.html#:~:text=Altera%20a%20Lei%20n%C2%BA%208.080,sobre%20os%20riscos%20da%20automedica%C3%A7%C3%A3o.
https://www.crfsp.org.br/noticias/8472-alteracao-na-lei-8080-
90.html#:~:text=Uma%20recente%20altera%C3%A7%C3%A3o%20na%20lei,psicol%C3%B3gico%20e%20cirurgias%20pl%C3%A1sticas%20reparadoras.
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REFERÊNCIAS
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duzz.comColaborar na proteção
do meio nele
compreendido o do
trabalho.
Sus na CFSus na CF
ART 200ART 200
procedimentos
produtos
e substâncias
vigilância sanitária
vigilância epidemiológica
saúde do trabalhador
na área da saúde
saneamento básico
desenvolvimento científico
e tecnológico
o controle de seu teor nutricional
bem como bebidas e águas para consumo humano.
substâncias e produtos
psicoativos, tóxicos e radioativos;
meio ambiente
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 contribuições
sociais.
22
 seguridade social.
 diretrizes do
SUS.
 conceito ampliado em
saúde. ações e
serviços de saúde.
 
assistência na
iniciativa privada.
 
competências do SUS.
RecapitulandoRecapitulando
Art 194 a 200Art 194 a 200
Art 195
Art 194
Art 196
Art 197
Art 198
Art 199
Art 200
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Não existem modelos
certos ou errados!
23
Organização das ações de atenção à saúde envolvendo aspectos
tecnológicos e assistenciais, com o objetivo de enfrentar e
resolver os problemas de saúde de uma coletividade.
Surge na década de 1970.
Pautados em princípios e diretrizes do SUS 
São direcionados para atendimento ao
individuo na sua singularidade.
Centrados nas ações programáticas de saúde.
Tem sua expansão em 1930,
com a instalação dos
centros e postos de saúde.
Não valoriza os princípios e
as diretrizes da atenção
básica e das RAS.
Tem enfrentado
dificuldades para a
promoção e proteção da
saúde
Ênfase na atenção médica individual.
Organização da assistência médica em especialidades.
Participação passiva dos usuários de saúde; 
Desvalorização das ações de prevenção e promoção da saúde. 
Modelos deModelos de
Atenção à saúdeAtenção à saúde
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Modelos alternativos
Modelos sanitarista
Modelo biomédico
Não
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Promoção
Proteção
Recuperação da saúde
24
Dispõe sobre as condições para
a:
Esta lei regula em todo
o território nacional
as ações e serviços de
saúde.
Organização e o funcionamento dos
serviços correspondentes.E dá outras
providências.
Executados isolada ou
conjuntamente em
caráter permanente ou
eventual.
Por pessoas naturais ou
jurídicas de Direito
Público ou Privado. 
1
2
3
4
6
5
7
Lei 8.080Lei 8.080
19 de SET de 199019 de SET de 1990
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Descentralização político-
administrativa
1
2
3
4
5
67
8
10
11
12
13
Princípios ePrincípios e
14
Diretriz Princípio
15
Integralidade de assistência;
25
Universalidade 
Preservação da autonomia
Igualdade da assistência à
saúde,
Direito à informação, 
Divulgação de informações
quanto ao potencial dos
serviços de saúde e a sua
utilização pelo usuário
Utilização da epidemiologia
Participação da
comunidade;
9
Integração 
Conjugação dos
recursos;
Capacidade de
resolução;
Organização dos serviços
públicos.
diretrizes do SUSdiretrizes do SUS
Organização de atendimento
público específico e
especializado para mulheres e
vítimas de violência doméstica
Toda diretriz é um princípio, mas nem todo princípio é uma
diretriz
@enferya
Proteção integral dos direitos
humanos de todos os usuários e
especial à identificação de maus-
tratos, de negligência e de
violência sexual praticadas contra
crianças e adolescentes.
Novidade! Lei 14.679 de
18 de set de
2023 foi
acrescentado o
XV princípios
no art 7.
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DICA: Os doutrinários
começam com vogal;
26
Afirmam a garantia do direito a
saúde;
Universalidade;
Integralidade; 
Equidade; 
PrincípiosPrincípios
doutrinários do SUSdoutrinários do SUS
DICA
@enferya
Atender as necessidades de todos
A saúde é um direito de todos
Dar às pessoas o que elas
precisam para que todos tenham
acesso às mesmas oportunidades.
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DICA: Os organizativos
começam com consoante; 
27
Representam a forma de organização
e operacionalização do sistema;
Regionalização e hierarquização;
Descentralização e
comando único;
Participação
popular;
PrincípiosPrincípios
organizativos do SUSorganizativos do SUS
DICA
@enferya
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Atribuições do SUS --> Campos de atuação do SUS:
A= Vigilância sanitária
B= Vigilância epidemiológica
C= Saúde do trabalhador
D) Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
E) Saúde bucal; (Incluída pela Lei nº 14.572, de 2023))
 Art. 6º-A. As diferentes instâncias gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS) ficam
obrigadas a disponibilizar nas respectivas páginas eletrônicas na internet os estoques de
medicamentos das farmácias públicas que estiverem sob sua gestão, com atualização
quinzenal, de forma acessível ao cidadão comum.”
ArtigosArtigos
28Art 1:
Lei 8.080/90 part 1Lei 8.080/90 part 1
Art 2:
@enferya
A lei é de âmbito nacional --> não se limita ao SUS e
nem ao setor público;
A saúde é direito de todos e dever do
estado;
Art 3
Os níveis de saúde expressam a
organização social e econômica do país
--> determinantes e condicionantes da
saúde
Art 4
O conjunto de ações e serviços de
saúde constitui o SUS;
§ 1= Constituição do SUS ->
instituições públicas (federais,
municipais e estaduais)
§ 2: A iniciativa privada poderá
participar de forma complementar
do SUS
Art 5:
Objetivos do SUS:
Identificação e divulgação
Formulação de políticas de saúde
Assistência às pessoas
Art 6:
Art 7:
Princípios e diretrizes do SUS
Obs: Com a Lei 14,679/23 foi
acrescentado o inciso XV, incluindo
a proteção integral dos direitos
humanos de todos os usuários 
Art 8:
As ações e serviços de saúde
serão organizadas de forma
regionalizada e hierarquizada; 
Art 9;
A direção do SUS é única, sendo exercida
em cada esfera de governo pelos órgãos:
Federal= Ministério da saúde
Estadual= Secretária estadual de saúde
Municipal= Secretária municipal de
saúde
Art 10:
Consorcio intermunicipal -->
união de municípios para garantir
as ações e serviços --> § 1=
direção única --> § 2= subdivisão
de um município em distritos
sanitários.
Entra em vigor a lei
N= 14.654, de 23 de
agosto de 2023.
Lei 14,715/2023: inclui no campo de atuação
do SUS a formulação e execução da política
de informação e assistência toxicológica;
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14572.htm#art4
DeterminantesDeterminantes
29
Renda
e condicionantes da saúdee condicionantes da saúde
Moradia 
@enferya
Lazer
Meio ambiente
Saneamento básico
Transporte
Trabalho
Educação
Alimentação
Acesso aos bens e serviços essenciais
Art 3Resumindo...Resumindo...
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Artigo 6Artigo 6
Conjunto de ações para diminuir
riscos a saúde e intervir nos
problemas sanitários decorrentes: 
Através das ações de:
30
Vigilância sanitária
Lei 8.080/90 Lei 8.080/90 
Vigilância epidemiológica
@enferya
Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento,
detecção e prevenção de mudança nos fatores
determinantes e condicionantes de saúde individual ou
coletiva
Vigilância do trabalhador
Conjunto de atividades que se
destina:
A promoção e a proteção da
saúde dos trabalhadores;
1.
A recuperação e a
reabilitação da saúde dos
trabalhadores.
2.
Permite conhecer o
comportamento da doença ou
agravo
Tem a finalidade de
recomendar e adotar medidas
de prevenção e controle das
doenças ou agravos.
Seu propósito é fornecer
orientação técnica
permanenteVigilância sanitária
Vigilância epidemiológica
Do meio ambiente;
Da prestação de serviços
de interesse da saúde;
Da produção e da
circulação de bens.
A Vigilância Sanitária abrange:
O controle dos bens de
consumo que se relacionam
com a saúde
1.
O controle da prestação de
serviços que se relacionam com
a saúde
2.
Resumindo...Resumindo...
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Artigo 8Artigo 8
31
Regionalização?
Lei 8.080/90 Lei 8.080/90 
Regionalizada
@enferya
As ações e serviços de saúde, executados pelo
SUS, seja diretamente ou mediante
participação complementar da iniciativa
privada serão organizados de forma: 
Hierarquização?
Hierarquizada
Em níveis de complexidade crescente
Mais afinal, o que é?
Regionalizar é organizar por
regiões. 
É uma divisão territorial
onde está organizado um conjunto
de ações e serviços de saúde. 
As ações e os serviços de saúde devem ser organizados em níveis de complexidade crescente,
ou seja:
1- Atenção primária
2- Atenção secundária 
3- Atenção terciária
Resumindo...Resumindo...
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AtribuiçõesAtribuições
32
do SUS -> artigo 6do SUS -> artigo 6
@enferya
I - a execução de ações:
a) de vigilância sanitária;
b) de vigilância epidemiológica;
c) de saúde do trabalhador; e
d) de assistência terapêutica integral, inclusive
farmacêutica;
e) Saúde bucal (Lei 14.572 de 8 de maio de 2023
inclui a saúde bucal no campo de atuação do SUS)
II - a participação na
formulação da política e na
execução de ações de saneamento
básico;
III - a ordenação da formação de recursos
humanos na área de saúde;
IV - a vigilância nutricional e a
orientação alimentar; V - a colaboração na proteção do
meio ambiente, nele compreendido o
do trabalho;
VI - a formulação da política de
medicamentos, equipamentos,
imunobiológicos e outros insumos de
interesse para a saúde e a participação
na sua produção;
VII - o controle e a
fiscalização de serviços,
produtos e substâncias de
interesse para a saúde;
IX - a participação no controle e
na fiscalização da produção,
transporte, guarda e utilização de
substâncias e produtos psicoativos,
tóxicos e radioativos;
X - o incremento, em sua área
de atuação, do desenvolvimento
científico e tecnológico;
XI - a formulação e execução da
política de sangue e seus
derivados.
I- 
II -
III-
IV-
V-
VI-
VII-
X-
XI- 
IX- 
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ArtigosArtigos
33Art 13:
Lei 8.080/90 part 2Lei 8.080/90 part 2
Art 14:
@enferya
Atividade que abrangem as comissões
intersetoriais -->
Alimentação e nutrição
Saneamento e meio ambiente
Vigilância sanitária e farmacoepidemiologia
Recursos humanos
Ciência e tecnologia 
Saúde do trabalhador
Deverão ser criadas comissões
permanentes de integração
entre os serviços e as
instituições de ensino
profissional e superior -->
garantir a educação
continuada;
14A: Comissões intergestores
bipartite (CIB) e tripartite
(CIT)
14B: Conass, Conasems e Cosems
Art 15:
Atribuições da União,
Estados, o Distrito
Federal e Municípios
Art 16:
Competências da
direção nacional do
Sistema Único da
Saúde (SUS)
Art 17:
Competências da
direção estadual do
Sistema Único de
Saúde (SUS)
Art 18:
Competências da direção
municipal do Sistema de
Saúde (SUS)
Art 19;
 Ao Distrito Federal competem as
atribuições reservadas aos Estados
e aos Municípios (19a-19u)
Art 12:
Comissões Intersetoriais
de âmbito nacional com
a finalidade de articular
políticas e programas de
interesse para a saúde.
Art 20:
 Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se
pela atuação, por iniciativa própria, de profissionais liberais,
legalmente habilitados, e de pessoas jurídicas de direito
privado na promoção, proteção e recuperação da saúde.
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ComissõesComissões
34
INTERGESTORES art 14INTERGESTORES art 14
@enferya
Constituída em nível federalConstituída em nível estadual 
Tripartite- CITBipartite- CIB São responsáveis por decidir sobre aspectos operacionais,
financeiros e administrativos do SUS
Ministério da saúde- MS
Conselho nacional de
secretários de saúde- CONASS
Conselho nacional de
secretarias municipais de
saúde- CONASEMS
Secretaria estadual de saúde-
SES
Conselho de Secretários
Municipais de Saúde- COSEMS
Representa as Secretarias Estaduais
de Saúde dos 26 estados e do
Distrito Federal
Representa todas as Secretarias
Municipais de Saúde do Brasil
Representa todas as Secretarias
Municipais de Saúde do Brasil, no
âmbito de cada estado
Federal
Municipal
Estadual
Administrar os serviços de saúde
Garantir acesso ao sistema
Executar ações de saúde
Articular as regiões de saúde
Mediar o acesso à alta complexidade
Planejar no âmbito estadual
Apoiar técnica e financeiramente as ações dos
municípios.
Coordenar o sistema de saúde
FEDERAL
Formular políticas e diretrizes
nacionais
Fomentar programas
Fiscalizar a execução de recursos
federais
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AtribuiçõesAtribuições
35
artigo 15/1artigo 15/1
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 II - administração dos
recursos orçamentários e
financeiros destinados, em cada
ano, à saúde;
 III - acompanhamento,
avaliação e divulgação do nível
de saúde da população e das
condições ambientais;
 IV - organização e coordenação
do sistema de informação de
saúde;
 V - elaboração de normas
técnicas e estabelecimento de
padrões de qualidade e
parâmetros de custos que
caracterizam a assistência à
saúde;
 VI - elaboração de
normas técnicas e
estabelecimento de padrões
de qualidade para
promoção da saúde do
trabalhador;
 VII - participação de
formulação da política e da
execução das ações de
saneamento básico e
colaboração na proteção e
recuperação do meio
ambiente;
 VIII - elaboração e
atualização periódica
do plano de saúde;
 IX - participação na
formulação e na execução da
política de formação e
desenvolvimento de recursos
humanos para a saúde;
 I - definição das instâncias e
mecanismos de controle,
avaliação e de fiscalização das
ações e serviços de saúde;
X - elaboração da proposta
orçamentária do Sistema
Único de Saúde (SUS), de
conformidade com o plano
de saúde;
XI - elaboração de normas para
regular as atividades de serviços
privados de saúde, tendo em
vista a sua relevância pública;
XII - realização de operações
externas de natureza financeira
de interesse da saúde,
autorizadas pelo Senado Federal;
Atribuições da União, Estados, o Distrito Federal e MunicípiosAtribuições da União, Estados, o Distrito Federal e Municípios
1-
II-
III-
IV-
V-
VI-
VII-
VIII-
IX-
X-
XI-
XII-
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36
AtribuiçõesAtribuições
artigo 15/2artigo 15/2
@enferya
 XIV - implementar o Sistema
Nacional de Sangue, Componentes
e Derivados;
 XV - propor a celebração de
convênios, acordos e protocolos
internacionais relativos à saúde,
saneamento e meio ambiente;
 XVI - elaborar
normas técnico-
científicas de
promoção, proteção e
recuperação da
saúde;
 XVII - promover articulação com
os órgãos de fiscalização do
exercício profissional e outras
entidades representativas da
sociedade civil para a definição e
controle dos padrões éticos para
pesquisa, ações e serviços de saúde
 XVIII - promover
a articulação da
política e dos
planos de saúde;
XIII - para atendimento de necessidades
coletivas, urgentes e transitórias, decorrentes
de situações de perigo iminente, de
calamidade pública ou de irrupção de
epidemias, a autoridade competente da esfera
administrativa correspondente poderá
requisitar bens e serviços, tanto de pessoas
naturais como de jurídicas, sendo-lhes
assegurada justa indenização;
 XIX - realizar pesquisas e
estudosna área de saúde;
 XX - definir as instâncias e
mecanismos de controle e
fiscalização inerentes ao poder
de polícia sanitária;
 XXI - fomentar, coordenar e
executar programas e projetos
estratégicos e de atendimento
emergencial.
Atribuições da União, Estados, o Distrito Federal e MunicípiosAtribuições da União, Estados, o Distrito Federal e Municípios
XIII-
XIV-
XV-
XVI- XVII-
XVIII-
XIX-
XX-
XXI-
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37
CompetênciasCompetências
artigo 16/1artigo 16/1
@enferya
a) I - formular, avaliar e
apoiar políticas de
alimentação e nutrição;
 II - participar na formulação
e na implementação das
políticas:
 a) de controle das agressões
ao meio ambiente;
 b) de saneamento básico; e
 c) relativas às condições e aos
ambientes de trabalho;
 III - definir e coordenar os sistemas:
 a) de redes integradas de assistência
de alta complexidade;
 b) de rede de laboratórios de saúde
pública;
 c) de vigilância epidemiológica; e
 d) vigilância sanitária;
 IV - participar da definição
de normas e mecanismos de
controle, com órgão afins, de
agravo sobre o meio ambiente
ou dele decorrentes, que
tenham repercussão na saúde
humana;
 V - participar da definição
de normas, critérios e padrões
para o controle das condições
e dos ambientes de trabalho
e coordenar a política de
saúde do trabalhador;
 VI - coordenar e
participar na
execução das ações
de vigilância
epidemiológica;
 VII - estabelecer normas e
executar a vigilância sanitária de
portos, aeroportos e fronteiras,
podendo a execução ser
complementada pelos Estados,
Distrito Federal e Municípios;
 VIII - estabelecer critérios,
parâmetros e métodos para o
controle da qualidade sanitária
de produtos, substâncias e
serviços de consumo e uso
humano;
 IX - promover articulação com os
órgãos educacionais e de fiscalização do
exercício profissional, bem como com
entidades representativas de formação de
recursos humanos na área de saúde;
Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)
I- 
II-
III-
V-
VI-
VII-
VIII-
IX-
IV-
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CompetênciasCompetências
artigo 16/2artigo 16/2
@enferya
 X - formular, avaliar,
elaborar normas e
participar na execução
da política nacional e
produção de insumos e
equipamentos para a
saúde, em articulação
com os demais órgãos
governamentais;
 XI - identificar os
serviços estaduais e
municipais de referência
nacional para o
estabelecimento de
padrões técnicos de
assistência à saúde;
 XII - controlar e
fiscalizar
procedimentos, produtos
e substâncias de
interesse para a saúde;
 XIII - prestar cooperação
técnica e financeira aos
Estados, ao Distrito Federal e
aos Municípios para o
aperfeiçoamento da sua
atuação institucional;
 XIV - elaborar normas
para regular as relações
entre o Sistema Único
de Saúde (SUS) e os
serviços privados
contratados de
assistência à saúde;
 XV - promover a
descentralização para as
Unidades Federadas e para os
Municípios, dos serviços e ações
de saúde, respectivamente, de
abrangência estadual e
municipal;
 XVI - normatizar e coordenar
nacionalmente o Sistema Nacional
de Sangue, Componentes e
Derivados;
 XVII - acompanhar, controlar e
avaliar as ações e os serviços de
saúde, respeitadas as
competências estaduais e
municipais;
Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)
 XVIII - elaborar o Planejamento
Estratégico Nacional no âmbito do
SUS, em cooperação técnica com os
Estados, Municípios e Distrito Federal;
 XIX - estabelecer o Sistema
Nacional de Auditoria e
coordenar a avaliação técnica e
financeira do SUS em todo o
Território Nacional em
cooperação técnica com os
Estados, Municípios e Distrito
Federal. 
XX - definir as
diretrizes e as normas
para a estruturação
física e organizacional
dos serviços de saúde
bucal.
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IncisosIncisos
artigo 16artigo 16
@enferya
 § 1º A União poderá
executar ações de vigilância
epidemiológica e sanitária
em circunstâncias especiais,
como na ocorrência de
agravos inusitados à saúde,
que possam escapar do
controle da direção
estadual do Sistema Único
de Saúde (SUS) ou que
representem risco de
disseminação nacional. 
(Renumerado do parágrafo
único pela Lei nº 14.141, de
2021)
 § 2º Em situações epidemiológicas que caracterizem emergência em
saúde pública, poderá ser adotado procedimento simplificado para a
remessa de patrimônio genético ao exterior, na forma do regulamento. 
(Incluído pela Lei nº 14.141, de 2021)
§ 3º Os benefícios
resultantes da exploração
econômica de produto
acabado ou material
reprodutivo oriundo de
acesso ao patrimônio
genético de que trata o §
2º deste artigo serão
repartidos nos termos da
Lei nº 13.123, de 20 de
maio de 2015. 
(Incluído pela Lei nº
14.141, de 2021)
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1
artigo 17artigo 17
CompetênciasCompetências
40
@enferya
 I - promover a
descentralização para os
Municípios dos serviços e das
ações de saúde;.
 II - acompanhar,
controlar e avaliar as
redes hierarquizadas do
Sistema Único de Saúde
(SUS);
 III - prestar apoio
técnico e financeiro aos
Municípios e executar
supletivamente ações e
serviços de saúde;
 IV - coordenar e, em caráter
complementar, executar ações e
serviços:
 a) de vigilância epidemiológica;
 b) de vigilância sanitária;
 c) de alimentação e nutrição; e
 d) de saúde do trabalhador;
e) de saúde bucal
 V - participar, junto
com os órgãos afins, do
controle dos agravos do
meio ambiente que
tenham repercussão na
saúde humana;
 VI - participar da formulação
da política e da execução de
ações de saneamento básico;
 VII - participar das ações de controle e
avaliação das condições e dos ambientes de
trabalho;
 VIII - em caráter suplementar,
formular, executar, acompanhar e
avaliar a política de insumos e
equipamentos para a saúde;
 IX - identificar estabelecimentos
hospitalares de referência e gerir
sistemas públicos de alta
complexidade, de referência estadual
e regional;
 X - coordenar a rede
estadual de laboratórios de
saúde pública e hemocentros, e
gerir as unidades que
permaneçam em sua
organização administrativa;
Competências da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS)Competências da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS)
XI - estabelecer normas,
em caráter suplementar,
para o controle e
avaliação das ações e
serviços de saúde;
XII - formular normas e estabelecer
padrões, em caráter suplementar, de
procedimentos de controle de
qualidade para produtos e substâncias
de consumo humano;
XIII - colaborar com a União
na execução da vigilância
sanitária de portos, aeroportos
e fronteiras;
XIV - o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos
indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da
unidade federada.
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CompetênciasCompetências
artigo 18artigo 18
@enferya
 I - planejar, organizar, controlar e
avaliar as ações e os serviços de
saúde e gerir e executar os serviços
públicos de saúde;
II - participar do planejamento,
programação e organização da
rede regionalizada e
hierarquizada do Sistema Único
de Saúde (SUS), em articulação
com sua direção estadual;
 III - participar da execução,
controle e avaliação das ações
referentes às condições e aosambientes de trabalho;
 IV - executar serviços:
 a) de vigilância epidemiológica;
 b) vigilância sanitária;
 c) de alimentação e nutrição;
 d) de saneamento básico; e
 e) de saúde do trabalhador;
f) de saúde bucal.
 V - dar execução, no
âmbito municipal, à
política de insumos e
equipamentos para a
saúde;
 VI - colaborar na fiscalização
das agressões ao meio ambiente
que tenham repercussão sobre a
saúde humana e atuar, junto aos
órgãos municipais, estaduais e
federais competentes, para
controlá-las;
 VII - formar
consórcios
administrativos
intermunicipais;
 VIII - gerir
laboratórios públicos
de saúde e
hemocentros;
 XI - controlar e fiscalizar os
procedimentos dos serviços
privados de saúde;
 XII - normatizar
complementarmente as ações e
serviços públicos de saúde no seu
âmbito de atuação.
Competências da direção municipal do Sistema de Saúde (SUS)Competências da direção municipal do Sistema de Saúde (SUS)
IX - colaborar com a União e os
Estados na execução da vigilância
sanitária de portos, aeroportos e
fronteiras;
X - observado o disposto no
art. 26 desta Lei, celebrar
contratos e convênios com
entidades prestadoras de
serviços privados de saúde, bem
como controlar e avaliar sua
execução;
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AtribuiçõesAtribuições
42
do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19
@enferya
 Art. 19-A. As ações e serviços de saúde
voltados para o atendimento das
populações indígenas, em todo o
território nacional, coletiva ou
individualmente, obedecerão ao
disposto nesta Lei. 
 Art. 19-B. É instituído um
Subsistema de Atenção à Saúde
Indígena, componente do
Sistema Único de Saúde – SUS,
criado e definido por esta Lei,
e pela Lei no 8.142, de 28 de
dezembro de 1990 , com o qual
funcionará em perfeita
integração. 
 Art. 19-C. Caberá à União, com seus recursos
próprios, financiar o Subsistema de Atenção à
Saúde Indígena. 
 Art. 19-D. O SUS promoverá a
articulação do Subsistema instituído
por esta Lei com os órgãos
responsáveis pela Política Indígena
do País. 
 Art. 19-E. Os Estados,
Municípios, outras
instituições governamentais
e não-governamentais
poderão atuar
complementarmente no
custeio e execução das
ações. 
 Art. 19-F. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a
realidade local e as especificidades da cultura dos povos
indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde
indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e
global, contemplando os aspectos de assistência à saúde,
saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente,
demarcação de terras, educação sanitária e integração
institucional. 
 Art. 19-G. O Subsistema de
Atenção à Saúde Indígena deverá
ser, como o SUS, descentralizado,
hierarquizado e regionalizado. 
 Art. 19-H. As populações indígenas terão
direito a participar dos organismos
colegiados de formulação,
acompanhamento e avaliação das políticas
de saúde, tais como o Conselho Nacional
de Saúde e os Conselhos Estaduais e
Municipais de Saúde, quando for o caso. 
 Art. 19-I. São estabelecidos, no âmbito do Sistema
Único de Saúde, o atendimento domiciliar e a
internação domiciliar. 
 Art. 19-J. Em consultas, exames e procedimentos realizados em unidades de saúde públicas
ou privadas, toda mulher tem o direito de fazer-se acompanhar por pessoa maior de idade,
durante todo o período do atendimento, independentemente de notificação prévia. 
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8142.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8142.htm
Artigo 19 JArtigo 19 J
43
NOVIDADE NOVIDADE 
@enferya
Realizados em unidades de saúde
pública ou privadas.
Toda mulher tem o direito de fazer-se
acompanhar por pessoa maior de
idade.
-> Durante todo o atendimento;
-> Independente de notificação prévia.
Em consultas e procedimentos.
O acompanhante
será de livre
indicação da
paciente.
-> Nos casos em que
ela esteja
impossibilitada de
manifestar sua
vontade o seu
representante legal
estará obrigado a
preservar o sigilo
das informações de
saúde no qual tiver
conhecimento em
razão do
acompanhamento.
As unidades de saúde de todo o país ficam obrigadas
a manter, em local visível de suas dependências, aviso
que informe sobre o direito estabelecido neste
artigo.
Nos casos de atendimentos
realizado em centro
cirúrgico ou unidade de
terapia intensiva com
restrições relacionadas à
segurança ou à saúde dos
pacientes, devidamente
justificadas pelo corpo
clínico, somente será
admitido acompanhante
que seja profissional de
saúde
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AtribuiçõesAtribuições
do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19
@enferya
 Art. 19-M. A assistência terapêutica
integral a que se refere a alínea d
do inciso I do art. 6o consiste em: 
 I - dispensação de medicamentos e
produtos de interesse para a saúde,
cuja prescrição esteja em
conformidade com as diretrizes
terapêuticas definidas em protocolo
clínico para a doença ou o agravo à
saúde a ser tratado ou, na falta do
protocolo, em conformidade com o
disposto no art. 19-P; 
 II - oferta de procedimentos
terapêuticos, em regime domiciliar,
ambulatorial e hospitalar,
constantes de tabelas elaboradas
pelo gestor federal do Sistema Único
de Saúde - SUS, realizados no
território nacional por serviço
próprio, conveniado ou contratado.
 Art. 19-N. Para os efeitos do disposto no art. 19-M, são adotadas as seguintes
definições: 
 I - produtos de interesse para a saúde: órteses, próteses, bolsas coletoras e
equipamentos médicos; 
 II - protocolo clínico e diretriz terapêutica: documento que estabelece critérios para o
diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os
medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias
recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a verificação
dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS. 
 Art. 19-O. Os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas deverão
estabelecer os medicamentos ou produtos necessários nas diferentes fases
evolutivas da doença ou do agravo à saúde de que tratam, bem como aqueles
indicados em casos de perda de eficácia e de surgimento de intolerância ou
reação adversa relevante, provocadas pelo medicamento, produto ou
procedimento de primeira escolha. 
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AtribuiçõesAtribuições
45
do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19
@enferya
Art. 19-P. Na falta de protocolo clínico ou
de diretriz terapêutica, a dispensação será
realizada: 
 I - com base nas relações de medicamentos
instituídas pelo gestor federal do SUS,
observadas as competências estabelecidas
nesta Lei, e a responsabilidade pelo
fornecimento será pactuada na Comissão
Intergestores Tripartite; 
 II - no âmbito de cada Estado e do
Distrito Federal, de forma suplementar, com
base nas relações de medicamentos
instituídas pelos gestores estaduais do SUS, e
a responsabilidade pelo fornecimento será
pactuada na Comissão Intergestores
Bipartite; 
 III - no âmbito de cada Município, de
forma suplementar, com base nas relações
de medicamentos instituídas pelos gestores
municipais do SUS, e a responsabilidade pelo
fornecimento será pactuada no Conselho
Municipal de Saúde. 
 Art. 19-Q. A incorporação, a exclusão ou a alteração pelo SUS
de novos medicamentos, produtos e procedimentos, bem como a
constituição ou a alteração de protocolo clínico ou de diretriz
terapêutica, são atribuições do Ministério da Saúde, assessorado
pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. 
 Art. 19-R. A incorporação, a exclusão e a alteração a que se refere o art. 19-Q
serão efetuadas mediante a instauração de processo administrativo, a ser
concluído em prazo não superior a 180 (cento e oitenta)dias, contado da data
em que foi protocolado o pedido, admitida a sua prorrogação por 90 (noventa)
dias corridos, quando as circunstâncias exigirem. 
Lei nº 14.655/2023 (altera o art. 19-Q da Lei nº 8.080/90)
A composição da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS contará com a participação de:
1 representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde.
1 representante, especialista na área indicado pelo Conselho Federal de Medicina.
1 representante, especialista na área indicado pela Associação Médica Brasileira.
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AtribuiçõesAtribuições
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do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19
@enferya
 Art. 19-T. São vedados, em todas as
esferas de gestão do SUS: 
 I - o pagamento, o ressarcimento ou o
reembolso de medicamento, produto e
procedimento clínico ou cirúrgico
experimental, ou de uso não autorizado
pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária - ANVISA; 
 II - a dispensação, o pagamento, o
ressarcimento ou o reembolso de
medicamento e produto, nacional ou
importado, sem registro na Anvisa.
 Parágrafo único. Excetuam-se do disposto neste artigo: 
 I - medicamento e produto em que a indicação de uso seja distinta daquela aprovada no registro na Anvisa, desde que seu
uso tenha sido recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec),
demonstradas as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança, e esteja padronizado em
protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde; 
 II - medicamento e produto recomendados pela Conitec e adquiridos por intermédio de organismos multilaterais
internacionais, para uso em programas de saúde pública do Ministério da Saúde e suas entidades vinculadas, nos termos do
§ 5º do art. 8º da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. 
 Art. 19-U. A responsabilidade financeira pelo fornecimento de medicamentos,
produtos de interesse para a saúde ou procedimentos de que trata este
Capítulo será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite. 
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ArtigosArtigos
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Art 21:
Lei 8.080/90 part 3Lei 8.080/90 part 3
Art 22:
@enferya
 A assistência à saúde é
livre à iniciativa privada.
 Na prestação de serviços
privados de assistência à
saúde, serão observados os
princípios éticos e as normas
expedidas pelo órgão de
direção do Sistema Único de
Saúde (SUS) quanto às
condições para seu
funcionamento.
Art 23:
 É permitida a participação direta ou indireta, inclusive
controle, de empresas ou de capital estrangeiro na
assistência à saúde nos seguintes casos: 
 I - doações de organismos internacionais vinculados à
Organização das Nações Unidas, de entidades de cooperação
técnica e de financiamento e empréstimos; 
 II - pessoas jurídicas destinadas a instalar, operacionalizar
ou explorar 
Art 24::
 Quando as suas disponibilidades forem
insuficientes para garantir a cobertura
assistencial à população de uma
determinada área, o Sistema Único de
Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços
ofertados pela iniciativa privada.
Art 25:
 Quando as suas
disponibilidades forem
insuficientes para
garantir a cobertura
assistencial à população
de uma determinada
área, o Sistema Único
de Saúde (SUS) poderá
recorrer aos serviços
ofertados pela iniciativa
privada.
 
Art 26:
 Os critérios e valores para a
remuneração de serviços e os
parâmetros de cobertura assistencial
serão estabelecidos pela direção
nacional do Sistema Único de Saúde
(SUS), aprovados no Conselho
Nacional de Saúde.
Art 28:
Art 27:
A política de recursos
humanos na área da saúde
será formalizada e
executada,
articuladamente, pelas
diferentes esferas de
governo
Os cargos e funções de
chefia, direção e
assessoramento, no âmbito do
Sistema Único de Saúde
(SUS), só poderão ser
exercidas em regime de
tempo integral.
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IncisosIncisos
artigo 26artigo 26
@enferya
 § 1° Na fixação dos critérios, valores, formas de reajuste e de
pagamento da remuneração aludida neste artigo, a direção
nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) deverá fundamentar seu
ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva
qualidade de execução dos serviços contratados.
 § 2° Os serviços contratados
submeter-se-ão às normas
técnicas e administrativas e
aos princípios e diretrizes do
Sistema Único de Saúde (SUS),
mantido o equilíbrio econômico
e financeiro do contrato.
 § 4° Aos proprietários, administradores e dirigentes de
entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de
chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde
(SUS).
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TelessaúdeTelessaúde
artigo 26artigo 26
@enferya
 Art. 26-A. A telessaúde abrange a prestação remota de serviços relacionados a
todas as profissões da área da saúde regulamentadas pelos órgãos competentes
do Poder Executivo federal e obedecerá aos seguintes princípios: 
 I - autonomia do
profissional de saúde; 
 II - consentimento livre
e informado do
paciente;
III - direito de recusa ao
atendimento na modalidade
telessaúde, com a garantia
do atendimento presencial
sempre que solicitado; 
IV - dignidade e
valorização do
profissional de saúde;
V - assistência segura
e com qualidade ao
paciente; 
VI -
confidencialidade dos
dados; 
VII - promoção da
universalização do
acesso dos brasileiros
às ações e aos
serviços de saúde;
VIII - estrita
observância das
atribuições legais de
cada profissão;
IX - responsabilidade
digital.
Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022)
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TelessaúdeTelessaúde
artigo 26artigo 26
@enferya
 Art. 26-B. Para fins desta Lei, considera-se telessaúde a modalidade de prestação de serviços de
saúde a distância, por meio da utilização das tecnologias da informação e da comunicação, que
envolve, entre outros, a transmissão segura de dados e informações de saúde, por meio de textos, de
sons, de imagens ou outras formas adequadas. 
Ao profissional de saúde são
asseguradas a liberdade e a
completa independência de
decidir sobre a utilização ou
não da telessaúde, inclusive
com relação à primeira
consulta, atendimento ou
procedimento, e poderá
indicar a utilização de
atendimento presencial ou
optar por ele, sempre que
entender necessário. 
 Compete aos conselhos federais de fiscalização do
exercício profissional a normatização ética relativa
à prestação dos serviços previstos neste Título,
aplicando-se os padrões normativos adotados para
as modalidades de atendimento presencial, no que
não colidirem com os preceitos desta Lei.
Na prestação de serviços
por telessaúde, serão
observadas as normas
expedidas pelo órgão de
direção do Sistema Único
de Saúde (SUS) quanto
às condições para seu
funcionamento,
observada a competência
dos demais órgãos
reguladores. 
Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022)
 Art. 26-C. 
 Art. 26-D. 
 Art. 26-E. 
 Art. 26-B. 
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TelessaúdeTelessaúde
artigo 26artigo 26
@enferya
É dispensada a inscrição secundária ou complementar do profissional de saúde que
exercer a profissão em outra jurisdição exclusivamente por meio da modalidade
telessaúde. 
O ato normativo que
pretenda restringir a
prestação de serviço
de telessaúde deverá
demonstrar a
imprescindibilidade da
medida para que
sejam evitados danos
à saúde dos pacientes. 
 Art. 26-G. A prática da telessaúde deve seguir as seguintes
determinações: 
Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022)
I - ser realizada por consentimento livre e esclarecido do paciente,ou de seu representante legal, e sob responsabilidade do profissional
de saúde; 
II - prestar obediência aos ditames das Leis nºs 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), 12.842, de 10 de
julho de 2013 (Lei do Ato Médico), 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei Geral de Proteção de Dados), 8.078, de 11 de
setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor) e, nas hipóteses cabíveis, aos ditames da Lei nº 13.787, de 27 de
dezembro de 2018 (Lei do Prontuário Eletrônico).
 Art. 26-H. 
 Art. 26-F. 
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Fontes de recursos
 Serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde;
 III - ajuda, contribuições, doações e donativos;
 IV - alienações patrimoniais e rendimentos de capital;
 V - taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito
do Sistema Único de Saúde (SUS); e
 VI - rendas eventuais, inclusive comerciais e industriais.
52
Art 30:
ArtigosArtigos
Lei 8.080/90 part 4Lei 8.080/90 part 4
@enferya
 As especializações na
forma de treinamento em
serviço sob supervisão
serão regulamentadas por
Comissão Nacional,
instituída de acordo com
o art. 12 desta Lei,
garantida a participação
das entidades
profissionais
correspondentes.
Art 31
 O orçamento da seguridade social
destinará ao Sistema Único de Saúde
(SUS) de acordo com a receita
estimada, os recursos necessários à
realização de suas finalidades,
previstos em proposta elaborada pela
sua direção nacional, com a
participação dos órgãos da Previdência
Social e da Assistência Social, tendo
em vista as metas e prioridades
estabelecidas na Lei de Diretrizes
Orçamentárias.
Art 32:
Art 33:
 Os recursos financeiros do
Sistema Único de Saúde (SUS)
serão depositados em conta
especial, em cada esfera de sua
atuação, e movimentados sob
fiscalização dos respectivos
Conselhos de Saúde. 
Art 34:
 As autoridades responsáveis pela distribuição da receita
efetivamente arrecadada transferirão automaticamente ao Fundo
Nacional de Saúde (FNS), observado o critério do parágrafo único
deste artigo, os recursos financeiros correspondentes às dotações
consignadas no Orçamento da Seguridade Social, a projetos e
atividades a serem executados no âmbito do Sistema Único de
Saúde (SUS).
Art 35:
Critérios utilizados para
o estabelecimento de
valores a serem
transferidos a Estados,
Distrito Federal e
Municípios
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 Não será permitida a
destinação de subvenções e
auxílios a instituições
prestadoras de serviços de
saúde com finalidade lucrativa.
53
Art 36:
ArtigosArtigos
Lei 8.080/90 part 5Lei 8.080/90 part 5
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 O processo de
planejamento e orçamento
do Sistema Único de
Saúde (SUS) será
ascendente, do nível local
até o federal, ouvidos seus
órgãos deliberativos,
compatibilizando-se as
necessidades da política
de saúde com a
disponibilidade de
recursos em planos de
saúde dos Municípios, dos
Estados, do Distrito
Federal e da União.
Art 38:
Art 43:
 A gratuidade das ações e
serviços de saúde fica preservada
nos serviços públicos contratados,
ressalvando-se as cláusulas dos
contratos ou convênios
estabelecidos com as entidades
privadas.
Art 35:
 O Conselho Nacional de Saúde
estabelecerá as diretrizes a serem
observadas na elaboração dos planos de
saúde, em função das características
epidemiológicas e da organização dos
serviços em cada jurisdição
administrativa.
 Os serviços de saúde dos
hospitais universitários e de
ensino integram-se ao Sistema
Único de Saúde (SUS), mediante
convênio, preservada a sua
autonomia administrativa, em
relação ao patrimônio, aos
recursos humanos e financeiros,
ensino, pesquisa e extensão nos
limites conferidos pelas
instituições a que estejam
vinculados.
Art 45:
Art 46:
 O Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecerá mecanismos de incentivos
à participação do setor privado no investimento em ciência e tecnologia e
estimulará a transferência de tecnologia das universidades e institutos de
pesquisa aos serviços de saúde nos Estados, Distrito Federal e Municípios,
e às empresas nacionais.
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 Sem prejuízo de outras sanções
cabíveis, constitui crime de emprego
irregular de verbas ou rendas
públicas (Código Penal, art. 315) a
utilização de recursos financeiros do
Sistema Único de Saúde (SUS) em
finalidades diversas das previstas
nesta lei.
54
Art 47
ArtigosArtigos
Lei 8.080/90 part 5Lei 8.080/90 part 5
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 O Ministério da Saúde,
em articulação com os
níveis estaduais e
municipais do Sistema
Único de Saúde (SUS),
organizará, no prazo de
dois anos, um sistema
nacional de informações
em saúde, integrado em
todo o território
nacional, abrangendo
questões epidemiológicas e
de prestação de serviços.
Art 52:
Art 53 A
 Na qualidade de ações e serviços de saúde, as atividades de apoio à assistência à
saúde são aquelas desenvolvidas pelos laboratórios de genética humana, produção e
fornecimento de medicamentos e produtos para saúde, laboratórios de analises
clínicas, anatomia patológica e de diagnóstico por imagem e são livres à
participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros. 
Art 50:
 Os convênios entre a União, os Estados e os Municípios,
celebrados para implantação dos Sistemas Unificados e
Descentralizados de Saúde, ficarão rescindidos à
proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema
Único de Saúde (SUS).
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art315
55Art 1
LeiLei
N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023
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Art. 1º Esta Lei institui a Política Nacional
de Prevenção e Controle do Câncer no
âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o
Programa Nacional de Navegação da Pessoa
com Diagnóstico de Câncer.
Institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do
Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o
Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico
de Câncer e altera a Lei Nº 8080/1990 (Lei Orgânica da
Saúde).
Art 2
Art. 2º É instituída a Política
Nacional de Prevenção e Controle
do Câncer, que tem como principais
objetivos:
I - diminuir a incidência dos
diversos tipos de câncer;
II - garantir o acesso adequado ao
cuidado integral;
III - contribuir para a melhoria da
qualidade de vida dos usuários
diagnosticados com câncer;
IV - reduzir a mortalidade e a
incapacidade causadas pelo câncer.
Art. 4º O poder público manterá sistema de dados com capacidade
de registro das suspeitas e confirmações de câncer, bem como de
todo o processo de assistência, desde a suspeita, incluídas as
etapas de diagnóstico, de tratamento e de recuperação, entre
outras que permitam a supervisão eficaz da execução da Política
Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.
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56Art 8
LeiLei
N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023
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Art. 8º No âmbito da atenção especializada
ao paciente com câncer, será garantido o
cuidado multidisciplinar, que contará, no
mínimo, com a participação de profissionais
das áreas de psicologia, de serviço social, de
nutrição, de fisioterapia, de fonoaudiologia,
de odontologia e de terapia ocupacional.
Art 9
Art. 9º O art. 19-R da Lei nº
8.080, de 19 de setembro de 1990
(Lei Orgânica da Saúde), passa a
vigorar acrescido do seguinte § 3º:
§ 3º O procedimento referido no
caput deste artigo tramitará em
regime prioritário quando se tratar
de análise de medicamento, de
produto ou de procedimento
relacionado à assistência da pessoa
com câncer." (NR)
Art. 10. A partir da publicação da decisão de incorporar
uma nova tecnologia em oncologia, as áreas técnicas
terão o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias
para efetivar sua oferta no SUS.
Art 10
Art. 11. É estabelecida, no âmbito daPolítica Nacional de Prevenção e Controle do
Câncer, a reabilitação de pacientes com sequelas ou com limitações em decorrência
do câncer ou do seu tratamento, observados os seguintes objetivos:
I - diminuir, eliminar ou controlar perdas funcionais, desconfortos e sofrimento
psíquico;
II - garantir acesso oportuno a procedimentos clínicos ou cirúrgicos de correção de
sequelas ou mutilações;
III - oferecer suporte psicossocial e nutricional;
IV - iniciar de forma precoce as medidas de pré-reabilitação e de reabilitação.
Art 11
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57
Art 12
LeiLei
N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023
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Art. 12. Os cuidados paliativos dos
pacientes com câncer devem estar
disponíveis em todos os níveis de atenção
à saúde no âmbito da Política Nacional de
Prevenção e Controle do Câncer,
observados os seguintes princípios:
I - oferecimento de alívio para dor e
outros sintomas que prejudiquem a
qualidade de vida;
II - reafirmação da vida e da morte como
processos naturais;
III - integração do cuidado clínico com os
aspectos psicológicos, sociais e espirituais;
IV - abstenção da utilização de medidas
com o objetivo de apressar ou de adiar a
morte;
V - oferecimento de apoio e de suporte
para auxílio à família e ao paciente, com
o objetivo de mantê-lo em seu ambiente e
vivendo o mais ativamente possível;
VI - abordagem interdisciplinar clínica e
psicossocial dos pacientes e de suas
famílias, incluídos aconselhamento e
suporte ao luto;
VII - garantia de acesso à terapia
antiálgica.
Art. 14. Os parâmetros, as metas e os indicadores para avaliação e
monitoramento da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer
devem estar contidos nos instrumentos de gestão definidos pelo sistema de
planejamento do SUS, na forma do regulamento.
Art 14
Art. 13. É instituído o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico
de Câncer.
Art 13
Art. 15. As comissões intergestores do SUS pactuarão as responsabilidades dos entes
federativos nas suas respectivas linhas de cuidado que compõem a Política Nacional de
Prevenção e Controle do Câncer, de acordo com as características demográficas e
epidemiológicas e o desenvolvimento econômico-financeiro das regiões de saúde.
Art. 16. Esta Lei entra em vigor após decorridos 180
(cento e oitenta) dias de sua publicação oficial.
Art 15
Art 16
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58Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
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Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos
seguintes princípios e diretrizes gerais:
I - reconhecimento do câncer como doença crônica passível de prevenção, curável, tratável e controlável;
II - organização de redes de atenção regionalizadas e descentralizadas, com respeito a critérios de acesso, escala e escopo, considerados os
protocolos e as diretrizes do SUS;
III - articulação intersetorial e garantia de ampla participação e controle social;
IV - organização das ações e dos serviços destinados ao cuidado integral das pessoas com câncer na rede de atenção à saúde do SUS, com base
em parâmetros e critérios de necessidade e em diretrizes baseadas em evidências científicas;
V - atendimento multiprofissional a todos os usuários com câncer, com oferta de cuidado compatível a cada nível de atenção e evolução da
doença;
VI - realização de ações intersetoriais, buscando-se parcerias que propiciem o desenvolvimento das ações de prevenção e controle do câncer;
VII - organização da vigilância do câncer por meio da informação, da identificação, do monitoramento e da avaliação das ações de controle
da doença e de seus fatores de risco e de proteção;
VIII - utilização, de forma integrada, dos dados e das informações epidemiológicas e assistenciais, coletados por meio dos Registros
Hospitalares de Câncer (RHC) e por outras fontes disponíveis, para o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações e dos serviços
para prevenção e controle do câncer;
IX - implementação e aperfeiçoamento permanente da produção e da divulgação de informações, com vistas a subsidiar o planejamento de
ações e de serviços para prevenção e controle do câncer;
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59Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
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Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos
seguintes princípios e diretrizes gerais:
X - monitoramento e avaliação do desempenho e dos resultados das ações e dos serviços prestados nos diversos níveis de atenção à saúde,
para prevenção e controle do câncer, com utilização de critérios técnicos, mecanismos e parâmetros previamente definidos;
XI - monitoramento e avaliação da acessibilidade aos serviços de saúde, do tempo de espera para início do tratamento e da satisfação
dos usuários;
XII - realização de pesquisas ou de inquéritos populacionais sobre a morbidade e os fatores de risco e de proteção contra o câncer;
XIII - estabelecimento de métodos e mecanismos para análise de viabilidade econômico-sanitária de empreendimentos públicos no
Complexo Econômico-Industrial da Saúde, direcionados a prevenção e controle do câncer;
XIV - implementação da rede de pesquisa para prevenção e controle do câncer, de modo a aumentar a produção de conhecimento
nacional relacionada a essa área;
XV - fomento à formação e à especialização de recursos humanos, bem como à qualificação da assistência por meio da educação
permanente dos profissionais envolvidos com o controle do câncer nas redes de atenção à saúde nos diferentes níveis de atenção,
sobretudo na atenção primária;
XVI - implementação, nas Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES) estaduais, de projetos educativos direcionados à prevenção e ao
controle do câncer em todas as suas dimensões assistenciais, de gestão e que envolvam a ciência, a tecnologia e a inovação em saúde;
XVII - estímulo à formulação de estratégias de comunicação com a população em parceria com os movimentos sociais, com os
profissionais da saúde e com outros atores sociais, que permitam disseminar e ampliar o conhecimento sobre o câncer e seus fatores de
risco, as diversas diretrizes de prevenção e controle da doença e a tradução do conhecimento para os diversos públicos-alvo;
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XVIII - humanização do atendimento e garantia de apoio psicológico e psiquiátrico às pessoas com suspeita ou confirmação de câncer,
bem como aos seus familiares;
XIX - busca pela incorporação de tecnologias diagnósticas e terapêuticas mais precisas e menos invasivas;
XX - humanização dos ambientes e dos processos de trabalho dos cuidadores e das equipes de saúde que atuam no cuidado integral das
pessoas com suspeita ou confirmação de câncer;
XXI - contribuição para a implementação integral do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos
Não Transmissíveis no Brasil.
60Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
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Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos
seguintes princípios e diretrizes gerais:
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61Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023
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Art. 5º São princípios e diretrizes relacionados à prevenção e à promoção da saúde no âmbito
da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer:
I - identificação e intervenção nos determinantes e condicionantes dos tipos de câncer, orientadas para o desenvolvimento de ações
intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a saúde e a qualidade de vida;
II - fortalecimento de políticas públicas que visem a desenvolver ao máximo a saúde potencial de cada cidadão, incluídas políticas que
tenham como objeto a criação de ambientes favoráveis

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