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mapas mentais @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Estou extremamente feliz por você ter garantido esse material. Ele foi feito com muito amor, carinho e dedicação para te ajudar na sua tão sonhada aprovação. legislação do sus Segue algumas instruções para você: É essencial que você leia as portarias, resoluções, leis e decretos na íntegra pois aqui eles estão de forma resumida! É muito importante a resolução de questões para fixação do conteúdo! Espero que goste do material e bons estudos!! A persistência nos estudos realiza o impossível. O conteúdo desse material é de uso EXCLUSIVO, Ou seja, é PROIBIDO seu repasse, reprodução ou comercialização! A violação dos direitos sobre esses materiais se constitui CRIME passíveis de PENALIZAÇÃO conforme o art. 184 do Código Penal Brasileiro. @enferya COORDENADOR DA OBRA: FRANCISCO JOEL AUTOR DA OBRA: YAPONIRA LEAL Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com BRASIL COLÔNIA.......................................................... 061. REPÚBLICA VELHA .........................................................072. LEI ELOY CHAVES .........................................................083. ERA VARGAS......................................................... 094. CAPS X IAPS .........................................................105. AUTORITARISMO......................................................... 116. MOVIMENTO REFORMA SANITÁRIA........................ 127. ALMA ATA........................................................138. INPS X INAMPS.........................................................149. NOVA REPÚBLICA.........................................................1510. VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE...............1611. SUS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988....................1712. ARTIGO 194 E 195.........................................................1713. ARTIGO 196 E 197.........................................................1814. ARTIGO 198.........................................................1915. ARTIGO 199......................................................... 2016. Súmario Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 17. ARTIGO 200......................................................... 21 18. RECAPITULANDO ARTIGO 194 A 200......................... 22 19. MODELOS DE ATENÇÃO A SAÚDE...............................23 20. LEI 8.080/90........................................................24 21. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO SUS..................25, 26, 27 22. ARTIGOS 1-53......................................... 28 23. LEI 14758 DE 2023.................................................... 55 24. LEI 8142/90- CONTROLE SOCIAL................ 65 25. RESOLUÇÃO 453/12.........................................67 26. CONSELHO DE SAÚDE............................................ 69 27. CONFERÊNCIA DE SAÚDE........................................70 28. DECRETO 7508/11.......................................................74 29. MAPA DE SAÚDE.......................................................75 30. REGIÃO DE SAÚDE....................................................76 31. COAP...........................................................................77 32. COMISSÕES INTERGESTORES......................................78 33. RAS.....................................................................................79 34. RENAME............................................................................80 35. RENASES...........................................................................81 36. ATENÇÃO PRIMÁRIA.....................................................82 37. PNPS...................................................................................83 Súmario Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 38. PNEPS..................................................................................84 39. PNAB............................................................................................85 40. NOAS E NOBS.....................................................................89-93 41. PACTOS DO SUS...................................................................... 94 42. SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SIS) .............................................. 98 43. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA .................................................100 44. PNH.........................................................................................101 45. EPIDEMIOLOGIA ..........................................................................102 46. ESTUDOS EPIDEMIOLOGICOS.........................................................104 47. INDICADORES DE SAÚDE............................................................ 106 48. RDC 63/2011............................................................................107 49. DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA.................................110 50. RESOLUÇÃO CNS Nº 553, DE 9 DE AGOSTO DE 2017 ...................................114 51. RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013...................................129 52. PNHOSP......................................................................133 53. PORTARIA MS/GM Nº 1.0600, DE 5 DE JUNHO DE 2002...................................142 54. PORTARIA GM/MS, Nº 3.088, DE 23/12/2011..................................................144 55. PORTARIA Nº 483, DE 1º DE ABRIL DE 2014..............................................148 56. ATUALIZAÇÕES DA LEI 8.080 EM 2024- ......................................................................149-150 Súmario Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com BrasilBrasil 06 vamos relembrar o início? 1500 até 1822 Os índios viam as doenças como: Recorriam aos pajés para as práticas de: Chegada da: colôniacolônia Padres jesuítas eram considerados: Criação das santas casas de misericórdia que tinha Chegada da: Teoria miasmática. @enferya Castigo; Provações Curandeirismo Cirurgiões-barbeiros -> assistencialista e não curativa. Família real Polícia médica Função Varíola no Brasil Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 07 1889 até 1930. Combate a doenças transmissíveis. Proclamação da do Brasil. Criação do instituto vacínico do império. Vacina obrigatória contra a varíola Lei da junta central de higiene pública. Varíola Febre Amarela Tuberculose Peste bubônica Hanseníase Notificação de doenças Vigilância sanitária. Lei Eloy Chaves RepúblicaRepública velhavelha CAPs --> Revolta da vacina. . Em caso de aposentadoria é transformada em; Realizada por empresas. LeiLei Eloi chavesEloi chaves Regulamentou a criação das caixas de aposentadoria e pensão. Bipartite funerários, atendimento médico para família, medicamentos + acessíveis. Aposentadorias Pensões. Acidente de trabalho. benefício. Contribuições em contas individuais ou coletivas para construir uma reserva. Nascimento da previdência social no Brasil CAPs @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 09 1930 até 1964 Trabalhadores eram organizados por categoria profissional Só tinha acesso Esses ministérios tinham objetivo de: Criação da IAP que substituiu as antigas CAPs Financiamento trabalhadores e governo. Houve a criação do Ministério da educação Criação do Ministério da Saúde. EraEravargasvargas Marítimos, comerciários e bancários) 1953 Tripartite 1933 Ofertar assistência para pobres e desempregados. quem contribuía. 1930à saúde e ao desenvolvimento de habilidades individuais e sociais para o autocuidado; III - promoção de hábitos alimentares saudáveis, como o aleitamento materno, exclusivo até os 6 (seis) meses de vida, e o aumento do consumo de frutas, de legumes e de verduras, incluídas ações educativas e intervenções ambientais e organizacionais; IV - promoção de práticas corporais e atividades físicas, a serem desenvolvidas inclusive em espaços que ultrapassem os limites dos serviços de saúde; V - enfrentamento dos impactos dos agrotóxicos na saúde humana e no ambiente, por meio de práticas de promoção da saúde com caráter preventivo e sustentável; VI - desenvolvimento de ações e de políticas públicas para enfrentamento do tabagismo, do consumo de álcool, do sobrepeso, da obesidade e do consumo alimentar inadequado, considerados fatores de risco relacionados ao câncer; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 62Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 5º São princípios e diretrizes relacionados à prevenção e à promoção da saúde no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer: I - identificação e intervenção nos determinantes e condicionantes dos tipos de câncer, orientadas para o desenvolvimento de ações intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a saúde e a qualidade de vida; II - fortalecimento de políticas públicas que visem a desenvolver ao máximo a saúde potencial de cada cidadão, incluídas políticas que tenham como objeto a criação de ambientes favoráveis à saúde e ao desenvolvimento de habilidades individuais e sociais para o autocuidado; III - promoção de hábitos alimentares saudáveis, como o aleitamento materno, exclusivo até os 6 (seis) meses de vida, e o aumento do consumo de frutas, de legumes e de verduras, incluídas ações educativas e intervenções ambientais e organizacionais; IV - promoção de práticas corporais e atividades físicas, a serem desenvolvidas inclusive em espaços que ultrapassem os limites dos serviços de saúde; V - enfrentamento dos impactos dos agrotóxicos na saúde humana e no ambiente, por meio de práticas de promoção da saúde com caráter preventivo e sustentável; VI - desenvolvimento de ações e de políticas públicas para enfrentamento do tabagismo, do consumo de álcool, do sobrepeso, da obesidade e do consumo alimentar inadequado, considerados fatores de risco relacionados ao câncer; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 63Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 6º São princípios e diretrizes relacionados ao rastreamento e ao diagnóstico no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer: I - implementação de ações de detecção precoce do câncer, por meio de rastreamento (screening) e de diagnóstico precoce, com base em evidências científicas; II - garantia da confirmação diagnóstica oportuna dos casos com suspeita de câncer; III - estruturação das ações de monitoramento e de controle da qualidade dos exames de rastreamento; IV - implementação da busca ativa no âmbito da atenção primária à saúde com a finalidade de captação de pessoas aptas para os procedimentos de rastreamento; V - inclusão dos temas de rastreamento e de diagnóstico precoce do câncer nas ações de educação em saúde da população em geral e nas ações de formação e capacitação de profissionais de saúde; VI - ampliação da oferta de serviços de rastreamento e de diagnóstico precoce para populações em localidades com baixa oferta desses serviços, com estruturação de serviços fixos ou móveis, desde que integrados no âmbito da rede de atenção; VII - utilização de alternativas diagnósticas mais precisas e menos invasivas, conforme sua incorporação no SUS; VIII - elaboração e implementação de estratégias para garantir o diagnóstico e o acesso ao tratamento mais adequado para os pacientes, em tempo oportuno, conforme definido na Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 64Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 7º São princípios e diretrizes relacionados ao tratamento do paciente com diagnóstico de câncer no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer: I - incorporação e uso de tecnologias, consideradas as recomendações formuladas por órgãos governamentais a partir do processo de avaliação de tecnologias em saúde e da avaliação econômica; II - utilização de alternativas terapêuticas mais precisas e menos invasivas, mediante indicação justificada de médico assistente, conforme os protocolos e as diretrizes do Ministério da Saúde; III - tratamento oportuno e seguro dos pacientes diagnosticados com câncer e com lesões precursoras o mais próximo possível ao seu domicílio, observados os critérios de escala e de escopo; IV - realização de tratamento dos casos raros ou muito raros que exijam alto nível de especialização e maior porte tecnológico em estabelecimentos de saúde de referência nacional, garantidas sua regulamentação e regulação; V - oferta de reabilitação e de cuidados paliativos para os casos que os exijam; VI - oferta de terapia nutricional especializada para a manutenção ou a recuperação do estado nutricional do paciente que dela necessite; VII - elaboração de diretrizes para garantia de abastecimento de medicamentos oncológicos essenciais, monitoramento dos fármacos em oncologia e alerta do risco de falta de insumos essenciais. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com conselho de saúde conselho de saúde Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Lei 8.142/90Lei 8.142/90 65 Art. 2° Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como: I - despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta; II - investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional; III - investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde; IV - cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal. Art. 1° O Sistema Único de Saúde (SUS) contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: 28 de dezembro de 199028 de dezembro de 1990 Art. 3° Os recursos referidos no inciso IV do art. 2° desta lei serão repassados de forma regular e automática para os Municípios, Estados e Distrito Federal, de acordo com os critérios previstos no art. 35 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990. @enferya I - a Conferência de Saúde; II - o Conselho de Saúde. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com conselho de saúde conselho de saúde Art 3- § 1° Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios previstos no art. 35 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990 , será utilizado, para o repasse de recursos, exclusivamente o critério estabelecido no § 1° do mesmo artigo. Lei 8.142/90Lei 8.142/90 66 Art. 4° Para receberem os recursos, de que trata o art. 3° desta lei, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com: I - Fundo de Saúde; II - Conselho de Saúde, com composição paritária de acordo com o Decreto n° 99.438, de 7 de agosto de 1990; III - plano de saúde; IV - relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4° do art. 33 da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990; V - contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento; VI - Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de dois anos para sua implantação.Art 3- § 2° Os recursos referidos neste artigo serão destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.; 28 de dezembro de 199028 de dezembro de 1990 Art 3- § 3° Os Municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde, remanejando, entre si, parcelas de recursos previstos no inciso IV do art. 2° desta lei. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art35 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D99438.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art33%C2%A74 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm#art33%C2%A74 67 Essa resolução é resultado da discursão a respeito do controle social, de modo particular sobre os conselhos de saúde; Estabelece diretrizes para: Revoga a resolução 333/2003 Segunda diretriz trás que a instituição dos conselhos de saúde é estabelecida por lei: Federal, Estadual, do Distrito federal, Municipal. A Primeira Diretriz da Resolução nº 453/12 trás o conceito de conselho de saúde: Instâncias colegiadas: Instituição; Reformulação;Reestruturação; Funcionamento dos conselhos de saúde. ResoluçãoResolução 453/12453/12 1 Terceira diretriz trás que a participação da sociedade organizada, garantida na legislação, torna os Conselhos de Saúde uma instância privilegiada na proposição, discussão, acompanhamento, deliberação, avaliação e fiscalização da implementação da Política de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. 2 3 Conselho de saúde Conferência de saúde Composição paritária 50% entidades e movimentos de usuários 50% representantes dos demais seguimentos 25% trabalhadores da saúde 25% governo e serviços do SUSObedecida a lei 8.142/90 É uma instância colegiada, deliberativa e permanente do SUS. O exercício de membro do conselho não é remunerado!! @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 68 Quem elege o presidente ? Como Subsistema da Seguridade Social, o Conselho de Saúde atua na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. Quando não houver conselho de saúde caberá ao conselho estadual assumir, junto ao executivo municipal a realização da conferência municipal de saúde Quarta diretriz trás que as três esferas de governo garantirão; O presidente pode ser qualquer membro do conselho! Os membros do conselho ResoluçãoResolução 453/12453/12 Lembre-se 4 5 Autonomia administrativa para o pleno funcionamento do conselho de saúde; Dotação orçamentária; Autonomia financeira; Organização da secretária-executiva com a necessária infraestrutura e apoio técnico Quinta diretriz trás as competências definidas nas leis federais dos Conselhos de Saúde Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Possui caráter permanente e deliberativo Representação dos usuários nos conselhos de saúde e conferências será paritária Orgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. Atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros As decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo ConselhoConselho DE SAÚDEDE SAÚDE Conforme a Resolução no 453/12, o Conselho possui autonomia para definir seu orçamento. Como subsistema da seguridade social As entidades, movimentos e instituições eleitas no Conselho de Saúde terão os conselheiros indicados, por escrito, conforme processos estabelecidos pelas respectivas entidades, movimentos e instituições e de acordo com a sua organização, com a recomendação de que ocorra renovação de seus representantes. CONASS CONASEMS 69 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Sua organização e normas de funcionamento serão definidas em regime próprio, aprovadas pelo respectivo conselho. 70 Reuniões ocorrem de 04 em 04 anos Convocada pelo poder executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo conselho de saúde Representação dos vários segmentos sociais ConferênciaConferência DE SAÚDEDE SAÚDE Para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis municipais, estaduais e federal. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 71 Quadro comparativoQuadro comparativo Conselhos de saúde @enferya Conferência de saúde Caráter permanente e deliberativo; Órgãos colegiados com representantes de vários segmentos; Participam no controle da execução da política de saúde; Atuam inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. A cada quatro anos; Avalia a situação de saúde; Propões diretrizes; É convocada pelo poder executivo; E, extraordinariamente, por esta ou pelo conselho de saúde. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 72Informações importantes I Informações importantes I OS RECURSOS DO FNS SERÃO ALOCADOS COMO: I- Despesas de custeio e de capital do ministério da saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta; III- Investimento previsto no plano quinquenal do ministério da saúde; @enferya II- Investimento previsto em lei orçamentária, de iniciativa do poder legislativo e aprovados pelo congresso nacional; IV- Cobertura das ações e dos serviços de saúde a serem implementadas pelos municípios, pelos estados e pelo distrito federal. TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS DA SAÚDE: Pelo menos 70% aos municípios Restante aos estados De acordo com a lei em estudo, para receberem os recursos transferidos pela união, os municípios, os estados e o distrito federal deverão contar com: Fundo de saúde; Conselho de saúde, com composição paritária; Plano de saúde; Relatórios de gestão que possibilitem controlar os recursos repassados. Contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento; Comissão de elaboração do plano de carreira, cargos e salários, cuja implementação há um prazo previsto de dois anos. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 73 Tanto os conselhos quando as conferências têm em seus componentes: Governo; Usuários; Trabalhadores da saúde e prestadores de serviço. Informações importantes II Informações importantes II Conselhos não executam ações e serviços de saúde! Eles controlam a execução A participação comunitária é conhecida como "controle social" O CONASS e o CONASEMS terão representação no conselho nacional de saúde. A representação dos usuários nos conselhos e nas conferências de saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos Os conselhos serão formados por eleição O repasse automático de recursos será do fundo nacional de saúde para o fundo estadual e municipal de saúde Caráter deliberativo == decisão Poder de votar Aprovar as ações de saúde O gestor em cada esfera de governo é responsável pela execução das ações e serviços E pela movimentação do fundo de saúde A lei 8,142 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS e sobre os recursos financeiros @enferya A organização e as normas de funcionamento das conferências e dos conselhos de saúde serão definidas em regimento próprio aprovado pelo respectivo conselho. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portas de Entrada do SUS Esse decreto também trás vários conceitos importantes: Esse decreto regulamenta a Lei nº 8.080 para dispor sobre: Organizaçãodo Sistema Único de Saúde - SUS, Planejamento da saúde, Assistência à saúde Articulação interfederativa. DecretoDecreto 7.508/20117.508/2011 Regiões de saúde Mapas de Saúde Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde Redes de Atenção à Saúde Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica Comissões Intergestores Serviços Especiais de Acesso Aberto 74 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8080.htm Descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados: O mapa dispõe de informações sobre: 75 Pelo SUS MapaMapa DE SAÚDEDE SAÚDE Pelo iniciativa privada A capacidade instalada existente Os investimentos O desempenho aferido a partir dos indicadores de saúde do sistema O Mapa da Saúde será utilizado na identificação das necessidades de saúde e orientará o planejamento integrado, contribuindo para o estabelecimento de metas de saúde. É uma ferramenta para planejamento e organização dos serviços de saúde Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de: 76 O espaço é delimitado a partir de alguns fatores que tem como finalidade integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde Fatores. RegiãoRegião DE SAÚDEDE SAÚDE Espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes Identidades culturais Identidades sociais Identidades econômicas Redes de comunicação Infraestrutura de transportes compartilhados O que é? Atenção primária Urgência e emergência Atenção psicossocial Atenção ambulatorial especializada e hospitalar Vigilância em saúde. Os entes federativos definirão os seguintes elementos em relação às Regiões de Saúde: Seus limites geográficos; População usuária das ações e serviços; rol de ações e serviços que serão ofertados; Respectivas responsabilidades, critérios de acessibilidade e escala para conformação dos serviços. É uma estratégia para a integração e coordenação desses serviços em uma determinada área geográfica. Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com COAPCOAP Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde Acordo de colaboração firmado entre 77 Com definição de: Ente federativos Com a finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de saúde Significado: Responsabilidades Indicadores e metas de saúde Critérios de avaliação de desempenho Recursos financeiros Forma de controle e fiscalização de sua execução Demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde É um acordo de colaboração firmado entre os entes federativos, no âmbito de uma Região de Saúde, com o objetivo de organizar e integrar as ações e os serviços de saúde na Região, para garantir a integralidade da assistência à saúde da população. Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Comissão Intergestores Bipartite Âmbito do Estado Vinculada a Secretaria Estadual de Saúde 78 Instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS. ComissõesComissões INTERGESTORESINTERGESTORES Comissão Intergestores Tripartite Âmbito da União Vinculada ao Ministério da Saúde CIT Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 CIBComissão Intergestores Regional Âmbito Regional Vinculada a Secretaria Estadual de Saúde CIR @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RASRAS Conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente A estrutura operacional das RAS expressa alguns componentes principais, são eles: 79 Centro de comunicação REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE O que é? Nas RAS o centro de comunicação é a Atenção Primária à Saúde (APS), sendo esta ordenadora do cuidado. Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 Tem a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde Pontos de atenção Sistemas de apoio Sistemas logísticos Sistema de governança Registro eletrônico em saúde, prontuário clínico, sistemas de acesso regulado à atenção e sistemas de transporte em saúde (Diagnóstico e terapêutico, de assistência farmacêutica, de teleassistência e de informação em saúde) (Secundária e terciária) Atenção primária a saúde (APS) (Rede de atenção à saúde) @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com O acesso universal e igualitário à assistência farmacêutica pressupõe RENAMERENAME Relação Nacional de Medicamentos Essenciais Compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para atendimento da integralidade da assistência à saúde. 80 O Ministério da Saúde (MS) disporá sobre a RENAME O que é? Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 A cada dois anos em âmbito nacional Os estados Distrito Federal Municípios o MS consolidará e publicará as atualizações da RENAME poderão adotar relações específicas e complementares de ações e serviços de saúde, em consonância com a RENAME estar o usuário assistido por ações e serviços de saúde do SUS; ter o medicamento sido prescrito por profissional de saúde, no exercício regular de suas funções no SUS; estar a prescrição em conformidade com a RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas ou com a relação específica complementar estadual, distrital ou municipal de medicamentos; e ter a dispensação ocorrido em unidades indicadas pela direção do SUS. Somente poderão conter produtos com registro na ANVISA. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RENASESRENASES Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde Compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para atendimento da integralidade da assistência à saúde. 81 O Ministério da Saúde (MS) disporá sobre a RENASES O que é? Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011 A cada dois anos em âmbito nacional Os estados Distrito Federal Municípios o MS consolidará e publicará as atualizações da RENASES. poderão adotar relações específicas e complementares de ações e serviços de saúde, em consonância com a RENASES Pactuarão nas respectivas Comissões Intergestores as suas responsabilidades em relação ao rol de ações e serviços constantes da RENASES. A união Os estados O distrito federal @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtençãoAtenção Conjunto de intervenções de saúde no âmbito individual e coletivo que envolve: promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação 82 O que é? Exercida por meio de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas É O CONTATO PREFERENCIAL DOS USUÁRIOS COM O SISTEMA DE SAÚDE segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) PRIMÁRIAPRIMÁRIA Nível de um sistema de serviços que oferece a entrada no sistema de saúde PRINCÍPIOS DA ATENÇÃO BÁSICA Universalidade Acessibilidade Continuidade Integralidade Responsabilização Humanização Vínculo Equidade Participação social @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PNPSPNPS Política Nacional de Promoção da saúde 83 O que é? Decreto 7.508/2011Decreto 7.508/2011Diretrizes: Princípios Baseia-se no conceito ampliado de saúde e apresenta a promoção da saúde como um conjunto de estratégias e formas de produzir saúde, no âmbitoindividual e coletivo com responsabilidades para os três entes federados. Equidade Participação Social Autonomia Empoderamento Intersetorialidade Intrasetorialidade Sustentabilidade Integralidade Territorialidade Cooperação e articulação intrassetorial e intersetorial Planejamento de ações territorializadas, reconhecendo os contextos locais e respeito a diversidade Gestão democrática, participativa e transparenteAmpliação da governança(dimensões política, social, cultural, ecônomica e ambiental) Pesquisa, produção e difusão de experiências, conhecimento e evidências Formação e educação permanente Intervenções de promoção da saúde (especialmente na atenção básica) Organização dos processos de gestão e de planejamento Significado: @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PNEPSPNEPS Política Nacional de Educação Permanente em Saúde 84 A proposta contida na PNEPS assume a regionalização da gestão do SUS O que é? A educação continuada contempla as atividades que possui período definido para execução e utiliza, em sua maior parte, os pressupostos da metodologia de ensino tradicional, como exemplo as ofertas formais nos níveis de pós- graduação. Instituída por meio da Portaria GM/ MS nº 198/2004. Significado: teve suas diretrizes de implementação publicadas na Portaria GM/MS nº 1.996/2007 É uma estratégia político- pedagógica que toma como objeto os problemas e necessidades emanadas do processo de trabalho em saúde e incorpora o ensino, a atenção à saúde, a gestão do sistema e a participação e controle social no cotidiano do trabalho com vistas à produção de mudanças neste contexto. Essa política afirma: 1) a articulação entre ensino, trabalho e cidadania; 2) a vinculação entre formação, gestão setorial, atenção à saúde e participação social; 3) a construção da rede do SUS como espaço de educação profissional; 4) o reconhecimento de bases locorregionais como unidades político- territoriais onde estruturas de ensino e de serviços devem se encontrar em ‘co- operação’ para a formulação de estratégias para o ensino @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PNABPNAB Política Nacional de Atenção Básica Essa política possui alto grau de descentralização, Contato preferencial dos usuários, Considera a pessoa em sua singularidade e inserção sociocultural, Planeja e implementa ações públicas 85 Regionalização e Hierarquização Territorialização População adscrita Cuidado centrado na pessoa Resolutividade Longitudinalidade do cuidado Coordenação do cuidado Ordenação da rede Participação da comunidade Significado: Diretrizes: Objetivos: A Estratégia Saúde da Família (ESF) é prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica no país, de acordo com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Estimular a participação das pessoas, a orientação comunitária das ações de saúde na Atenção Básica e a competência cultural no cuidado, como forma de ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à sua saúde e das pessoas e coletividades do território. Universalidade Equidade Intergralidade Princípios: @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PNABPNAB É desenvolvida com o mais alto grau de descentralização e capilaridade, próxima da vida das pessoas; 1. Deve ser contato preferencial dos usuários, a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS; 2. Orienta-se pelos princípios da universalidade, da acessibilidade, do vínculo, da continuidade do cuidado, da integralidade da atenção, da responsabilização, da humanização, da equidade e da participação social; 3. Considera o sujeito em sua singularidade e inserção sociocultural, buscando produzir a atenção integral. 4. Infraestrutura, ambiência e funcionamento da atenção básica: 86 Características: As USF ou UBS participantes do programa saúde na hora deverão possuir quanto ao horário de funcionamento 4 formatos: Carga horária mínima de 40h semanais, no mínimo 5 dias na semana e nos 12 meses do ano. Horários alternativos de funcionamento podem ser pactuados através das instâncias de participação social. @enferya Programa saúde na hora (portaria do MS n°397 de março de 2020- viabiliza o custeio aos municípios e aos Distrito Federal para implantação do horário estendido de funcionamento das unidades de saúde da família e unidades básicas de saúde em todo território brasileiro. A) USF 60H B) USF 60H com saúde bucal C) USF 75H com saúde bucal D) USF OU UBS 60H simplificado 12 horas diárias interruptas, de segunda a sexta, durante os 5 dias úteis na semana. ou 11 horas diárias interruptas, de segunda a sexta, nos 5 dias úteis da semana, e 5 horas aos sábados ou aos domingos. 15 horas diárias ininterruptas, de segunda a sexta, durante os 5 dias úteis na semana. ou 14 horas diárias ininterruptas, de segunda a sexta, durante os 5 dias na semana, e 5 horas aos sábados ou domingos. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 87Informações importantes I Informações importantes I COMPOSIÇÃO MÍNIMADA ESF: 1 MÉDICO- PREFERENCIALMENTE DA FÁMILIA. 1 AUXILIAR OU TÉCNICO DE ENFERMAGEM @enferya 1 ENFERMEIRO- PREFERENCIALMENTE ESP EM SAÚDE DA FAMÍLIA. PODE ACRESCENTAR A ESTA COMPOSIÇÃO- ACE E OS PROFISSIONAIS EM SAÚDE BUCAL 1 CIRURGIÃO DENTISTA- ESP EM SAÚDE DA FAMÍLIA 1 AUXILIAR OU TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL. NASF-AB: NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA E ATENÇÃO BÁSICA Atua de maneira integrada para dar suporte aos profissionais da esf e eab COMPOSIÇÃO DA NASF: Médico acupunturista; Assistente social; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Médico homeopata; Nutricionista; Médico pediatra; Psicólogo; Terapeuta ocupacional; Médico geriatra; Médico do trabalho; Médico veterinário; Médico psiquiatra; Médico ginecologista/obstetra; Médico internista; Profissional de educação física. AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 88Informações importantes II Informações importantes II NASF: NASF 1= N DE EQUIPES VINCULADAS= 5 A 9 A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO MÍNIMO 200H CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE, DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO 80 HORAS SEMANAIS @enferya NASF 2= N DE EQUIPES VINCULADAS= 3 A 5 A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO MÍNIMO 120H CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE, DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO 40 HORAS SEMANAIS NASF 3= N DE EQUIPES VINCULADAS= 1 A 2 A SOMA DAS CARGAS HORARIA SEMANAL DOS MEMBROS DA EQUIPE DEVE ACUMULAR NO MÍNIMO 80H CADA OCUPAÇÃO CONSIDERADA ISOLADAMENTE, DEVE TER NO MÍNIMO 20 HORAS E NO MÁXIMO 40 HORAS SEMANAIS Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com NOASNOAS Normas Operacionais de Assistência à Saúde preconiza que o PDR deve ser elaborado na perspectiva de garantir o acesso aos cidadãos, o mais próximo possível de sua residência, a um conjunto de ações e serviços vinculados: 89 O que é? 20012001 - à assistência pré-natal, parto e puerpério; -ao acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil; - à cobertura universal do esquema preconizado pelo PNI para todas as faixas etárias; - às ações de promoção da saúde e prevenção de doenças; - ao tratamento de intercorrências mais comuns na infância; -ao atendimento de afecções agudas de maior incidência; - ao acompanhamento de pessoas com doenças crônicas de alta prevalência; - ao tratamento clínico e cirúrgico de casos de pequenas urgências ambulatoriais; - ao tratamento dos distúrbios mentais e psicossociais mais frequentes; - ao controle de doenças bucais mais comuns; - ao suprimento e dispensação dos medicamentosda farmácia básica. Essa norma também definiu um conjunto mínimo de procedimentos de média complexidade como primeiro nível de referência intermunicipal, com acesso garantido a toda a população no âmbito microrregional (região de saúde), ofertados em um ou mais módulos assistenciais. O principal objetivo da NOAS 01/2001 era fortalecer o processo de regionalização e hierarquização do SUS @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com NOASNOAS Segundo a NOAS-SUS 01/2002, são atribuições do Ministério da Saúde sobre a política de alta complexidade/custo: 90 20022002 a) definição de normas nacionais; b) controle do cadastro nacional de prestadores de serviços; c) vistoria de serviços, quando lhe couber, de acordo com as normas de cadastramento estabelecidas pelo próprio Ministério da Saúde; d) definição de incorporação dos procedimentos a serem ofertados à população pelo SUS; e) definição do elenco de procedimentos de alta complexidade; f) estabelecimento de estratégias que possibilitem o acesso mais equânime diminuindo as diferenças regionais na alocação dos serviços; De acordo com a NOAS 01/2002, as áreas de atuação estratégicas mínimas da condição de Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada são: controle da tuberculose, eliminação da hanseníase, controle da hipertensão arterial, controle da diabetes mellitus, saúde da criança, saúde da mulher e saúde bucal. g) definição de mecanismos de garantia de acesso para as referências interestaduais, através da Central Nacional de Regulação para Procedimentos de Alta Complexidade; h) formulação de mecanismos voltados à melhoria da qualidade dos serviços prestados;i) financiamento das ações Em relação aos demais níveis de governo, podemos destacar que o gestor estadual é responsável pela gestão da política de alta complexidade/custo no âmbito do estado. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com NOBNOB As Normas Operacionais do SUS detalharam as ações necessárias para a implantação do SUS, respeitando os preceitos legais dispostos na CF/88 e nas Leis nºs 8.080/90 e 8.142/90. 91 Objetivos: NORMAS OPERACIONAIS BÁSICASNORMAS OPERACIONAIS BÁSICAS Induzir e estimular mudanças no SUS; Aprofundar e reorientar a implementação do SUS; Definir objetivos estratégicos, prioridades, diretrizes e movimentos táticooperacionais; Regular as relações entre seus gestores; Normatizar o SUS. NOB 01/1991 equiparou prestadores públicos e privados, no que se refere à modalidade de financiamento, que passou a ser, em ambos os casos, por pagamento pela produção de serviços; centralizou a gestão do SUS em nível federal (INAMPS), dificultando o processo de descentralização e municipalização;estabeleceu o instrumento convenial como forma de transferência de recursos do INAMPS para os estados, Distrito Federal e municípios, com o objetivo de burocratizar e dificultar a transferência de recursos do FNS para os fundos estaduais e municipais de saúde; implantou o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). NOB 01/1991 NOB 01/1991 NOB 01/1991 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com NOBNOB 92 NOB 01/1993NOB 01/1993 NOB 01/1993 criou a transferência financeira regular e automática (fundo a fundo) do teto global da assistência para municípios em gestão semiplena, facilitando o processo de transferência de recursos do SUS da União para os demais entes federativos; definiu o papel dos estados de forma frágil, mas esses, ainda assim, passaram a assumir o papel de gestores do sistema estadual de saúde; desencadeou um amplo processo de municipalização da gestão com habilitação dos municípios nas condições de gestão criadas (incipiente, parcial e semiplena). criou as Comissões Intergestores Bipartite e a Comissão Intergestores Tripartite; descentralizou a gestão das ações e serviços de saúde para os municípios, possibilitando a habilitação para o recebimento de recursos fundo a fundo; @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Transfere aos Municípios habilitados como Plena da Atenção Básica, os recursos financeiros com base per capita relativos a esta responsabilidade, criando o PAB (Piso Assistencial Básico), repassado fundo a fundo de forma regular e automática, e com base em valor nacional per capita para a população coberta; Reorganiza a gestão dos procedimentos de média complexidade ambulatorial (Fração Ambulatorial Especializada – FAE); Incorpora as ações de Vigilância Sanitária, criando o Incentivo para as ações básicas de Vigilância Sanitária; Incorpora as ações de Epidemiologia e Controle de Doenças; Aprimora o planejamento e define a elaboração da Programação Pactuada e Integrada (PPI); NOBNOB 93 NOB 01/1996NOB 01/1996 NOB 01/1996 Essa norma resultou no fortalecimento das diretrizes e princípios do SUS, com ênfase para a municipalização, financiamento e mecanismos de gestão do SUS Objetivos: caracterização da responsabilidade sanitária de cada gestor, diretamente ou garantindo a referência, explicitando um novo pacto federativo para a saúde. Reorganizar o modelo assistencial, descentralizando aos municípios a responsabilidade pela gestão e execução direta da atenção básica de saúde; Aumentar a participação percentual da transferência regular e automática (fundo a fundo) dos recursos federais a Estados e Municípios, reduzindo a transferência por remuneração de serviços produzidos. Portanto, as ações de saúde deveriam ser oferecidas à população, levando-se em consideração as atribuições de cada ente federativo. Por exemplo, as ações que os municípios não conseguissem oferecer, deveriam ser disponibilizadas pelos estados, Distrito Federal ou União. Características:@enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PactoPacto para gerir e consolidar o Sistema Único de Saúde (SUS) Pactos pela saúde: Vida Gestão Defesa do SUS 94 Contribuiu Buscou mudar a gestão e o processo e pactuação, envolvendo: Gestores Instâncias de Controle Social Foi uma ferramenta importante para : Fortalecimento da Atenção à Saúde Financiamento Participação Popular Foi firmado na CIT Ministério da Saúde CONASEMS CONASS Pela saúdePela saúde promover inovações nos processos e instrumentos de gestão, visando alcançar maior eficiência e qualidade das respostas do Sistema Único de Saúde Objetivo: PORTARIA Nº 399, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2006 -> ênfase nas necessidades de saúde da população @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PactoPacto Contribuiu para o fortalecimento da gestão em cada eixo de ação 95 Explicita as diretrizes para o sistema de financiamento público tripartite Fortaleceu a gestão compartilhada e solidária do SUS. Valorizou as relações solidárias entre gestores Deve contemplar os princípios do SUS previstos na Constituição Federal de 1988 e na Lei n.º 8.080/90 de gestãode gestão Municípios Estados e DF União Deve contemplar os princípios do SUS previstos na Constituição Federal de 1988 e na Lei n.º 8.080/90 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PactoPacto Significa uma ação prioritária no campo da saúde que deverá ser executada com foco em resultados e com a explicitação inequívoca dos compromissos orçamentários e financeiros para o alcance desses resultados. 96 Significa: Saúde do idoso: Prioridades: Pela vidaPela vida O Pacto pela Vida está constituído por um conjunto de compromissos sanitários, expressos em objetivos de processos e resultados e derivados da análise da situação de saúde do País e das prioridades definidas pelos governos federal, estaduais e municipais. Implantara Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, buscando a atenção integral. Câncer de colo de útero: Contribuir para a redução da mortalidade por câncer de colo do útero e de mama. Mortalidade infantil e materna: Reduzir a mortalidade materna, infantil neonatal, infantil por doença diarréica e por pneumonias. Doenças emergentes e endemias Fortalecer a capacidade de resposta do sistema de saúde às doenças emergentes e endemias. Promoção da saúde Elaborar e implantar a Política Nacional de Promoção da Saúde, com ênfase na adoção de hábitos saudáveis por parte da população brasileira, de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática de atividade física regula,r alimentação saudável e combate ao tabagismo. Atenção básica à saúde Consolidar e qualificar a estratégia da Saúde da Família como modelo de atenção básica à saúde e como centro ordenador das redes de atenção à saúde do SUS. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PactoPacto A concretização desse Pacto passa por um movimento de repolitização da saúde, com uma clara estratégia de mobilização social envolvendo o conjunto da sociedade brasileira, extrapolando os limites do setor e vinculada ao processo de instituição da saúde como direito de cidadania, tendo o financiamento público da saúde como um dos pontos centrais. O Pacto em Defesa do SUS envolve ações concretas e articuladas pelas três instâncias federativas no sentido de reforçar o SUS como política de Estado mais do que política de governos; e de defender, vigorosamente, os princípios basilares dessa política pública, inscritos na Constituição Federal. 97 Prioridades: em defesa do SUSem defesa do SUS implementar um projeto permanente de mobilização social com a finalidade de: Mostrar a saúde como direito de cidadania e o SUS como sistema público universal garantidor desses direitos Alcançar, no curto prazo, a regulamentação da Emenda Constitucional nº 29, pelo Congresso Nacional; Garantir, no longo prazo, o incremento dos recursos orçamentários e financeiros para a saúde. Aprovar o orçamento do SUS, composto pelos orçamentos das três esferas de gestão, explicitando o compromisso de cada uma delas. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com SistemaSistema Um sistema de informação (SI) precisa de três matérias-primas: dado, informação e conhecimento. 98 de informaçãode informação @enferya Os Sistemas de Informação da Saúde (SIS) são compostos por uma estrutura capaz de garantir a obtenção e a transformação de dados em informação, em que há profissionais envolvidos em processos de seleção, coleta, classificação, armazenamento, análise, divulgação e recuperação de dados. No Brasil, o Departamento de Informática do SUS (DATASUS) desempenha um papel de importância vital na condução do processo de informação na saúde, sendo responsável por: Para profissionais da saúde, o envolvimento na construção de instrumentos de coletas, treinamentos para captação correta dos dados e o processamento da informação são importantes, uma vez que possibilitam maior domínio dessa área do conhecimento Fomentar, regulamentar e avaliar as ações de informatização do SUS, direcionadas para a manutenção e o desenvolvimento do sistema de informações em saúde e dos sistemas internos de gestão do Ministério; Manter o acervo das bases de dados necessárias ao sistema de informações em saúde e aos sistemas internos de gestão institucional; Assegurar aos gestores do SUS e órgãos congêneres o acesso aos serviços de informática e bases de dados, mantidos pelo Ministério; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 99Principais SISPrincipais SIS SIM= SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE MORTALIDADE SIH= SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR SINASC= SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE NASCIDOS VIVOS SINAN= SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS E NOTIFICAÇÕES SIA-SUS= SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL SISREG= SISTEMA DE REGULAÇÃO SISCAM= SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO CÂNCER DA MULHER SI-PNI= SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO SISAB= SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA E-SUS HOSPITALAR= SISTEMA E-SUS HOSPITALAR E-SUS SAMU= SISTEMA E-SUS SO SERVIÇO E ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA E-SUS VE= SISTEMA DE INFORMAÇÃO VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA @enferya FLUXO DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE ÓBITO 1 VIA COR BRANCA- ENVIADA PARA SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE E É POR MEIO DELA QUE AS INFORMAÇÕES SÃO DIGITADAS NO SIME ENVIADAS PARA O MS. 2 VIA COR AMARELO- SERÁ ENTREGUE AOS FAMILIARES DO FALECIDO PARA REGISTRO EM CARTÓRIO E EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ÓBITO 3 VIA COR ROSA- FICARÁ ARQUIVADA NO PRONTUÁRIO DO FALECIDO CASO TENHA SIDO PREENCHIDA NO HOSPITAL ONDE OCORREU O OBITO OU SERÁ ENCHAMINHADA A SECRETARIA DE SAÚDE NOS CASOS EM QUE O ÓBITO FOI REGISTRADO EM CARTÓRIO Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com História natural da doença História natural da doença Fases da evolução da doença: 1) Susceptibilidade 2) Patológica pré-clínica 3) Clínica 4) Incapacidade residual Conceitos: conjunto de processos interativos compreende “as inter-relações do agente, do susceptível e do meio ambiente que afetam o processo global e seu desenvolvimento ---> desde as primeiras forças que criam o estímulo patológico no meio ambiente ou qualquer outro lugar, passando pela resposta do homem ao estímulo até as alterações que levam a um defeito, invalidez, recuperação ou morte. 100@enferya Níveis de prevenção da doença: 1) Primária 2) Secundária 3) Terciária Primária ->Intercepção dos fatores pré-patogênicos -> Promoção da saúde -> Proteção específica Secundária -> Realizada no indivíduo sob ação do agente patogênico, ao nível do estado de doença. -> Diagnóstico precoce -> Tratamento precoce -> Limitação da invalidez Terciária -> Prevenção de incapacidades -> Reabilitação Quaternária -> Evitar danos -> Intervenções desnecessárias. Fatores que influenciam o período de pré- patogênese: 1)Fatores socioeconômicos 2)Fatores sociopolíticos 3)Fatores socioculturais 4)Fatores psicossociais Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com pnhpnh A PNH é uma política transversal; Sugere que sejam ultrapassadas as fronteiras; Com diferentes núcleos do saber; Para produzir saúde 101 politica nacional de humanização politica nacional de humanização @enferya Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar Fundamenta-se em: considerações ás necessidades, desejos e interesses dos atores da saúde; Troca e construção de saberes; Diálogo entre os profissionais; Trabalho em equipe. O HumanizaSUS, como também é conhecida a Política Nacional de Humanização, aposta na inclusão de trabalhadores, usuários e gestores na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho. Se estrutura a partir de: princípios, métodos, diretrizes e dispositivos. Princípios; TRANSVERSALIDADE, INDISSOCIABILIDADE ENTRE ATENÇÃO E GESTÃO, PROTAGONISMO, CORRESPONSABILIDADE E AUTONOMIA DOS SUJEITOS E DOS COLETIVOS. DIRETRIZES: Acolhimento, Gestão participativa e cogestão, ambiência, clínica ampliada e compartilhada, valorização do trabalhador e defesa dos direitos dos usuários ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: É um processo dinâmico, por meio do qual se identificam os pacientes que necessitam de tratamento prioritário e mais rápido, em virtude de maior risco e vulnerabilidade. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com EpidemiologiaEpidemiologia Objetivos principais: Descreve a distribuição e a magnitude dos problemas de saúde das populações humanas; Proporciona dados essenciaispara o planejamento, a execução e a avaliação das ações de prevenção, de controle e do tratamento das doenças e para o estabelecimento de prioridade. É a ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas e analisa a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, os danos à saúde e os eventos associados à saúde coletiva; Propõe medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças e de danos, bem como de proteção, promoção ou recuperação da saúde individual e coletiva; Fornece indicadores que servem de suporte ao planejamento, à administração e à avaliação de sistemas, programas, serviços e ações de saúde. 102@enferya CONCEITOS IMPORTANTES: Doença transmissível: É qualquer doença causada por um agente infeccioso específico ou seus produtos tóxicos, que se manifesta por meio da transmissão desse agente ou desses produtos, de um reservatório a um hospedeiro susceptível.Doença emergente: É uma doença transmissível, cuja incidência em humanos vem aumentando nos últimos 25 anos, ou que ameaça aumentar em um futuro próximo. Doença reemergente: É uma doença transmissível, previamente conhecida, que reaparece como um problema de saúde pública depois de uma etapa de significativo declínio de sua incidência e aparente controle. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com EpidemiologiaEpidemiologia Surto epidêmico: Ocorrência epidêmica restrita a um espaço extremamente delimitado: colégio, quartel, edifício de apartamento e etc. FATORES SOCIAIS; ATENÇÃO À SAÚDE; PRODUÇÃO DE ALIMENTOS; CONDUTA HUMANA; MUDANÇAS AMBIENTAIS; INFRAESTRUTURA DE SAÚDE PÚBLICA; ADAPTAÇÃO E MUDANÇA MICROBIANAS. 103@enferya CONCEITOS IMPORTANTES: Pandemia: Ocorrência epidêmica caracterizada por larga distribuição espacial, atingindo várias nações. Endemia: Ocorrência coletiva de determinada doença no decorrer de um largo período histórico, espaços delimitados e caracterizados, mantendo incidência constante, permitidas as flutuações de valores, tais como as variações sazonais. Epidemia: É a elevação do número de casos de uma doença ou um agravo, em um determinado lugar e período, ultrapassando valores acima do limiar epidêmico preestabelecido. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A EMERGÊNCIA E A REEMERGÊNCIA DE DOENÇAS: Triade epidemiológica: Vetor: Hospedeiro, Agente e Ambiente Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Estudos epidemiológicos Estudos epidemiológicos Definição da questão de pesquisa; Definição das variáveis do estudo; Construção do instrumento de coleta de dados; Estabelecimento do delineamento; Definição da população-alvo e amostragem; Coleta e análise de dados. 104@enferya Incidência X Prevalência Incidência: traduz a ideia de com que intensidade a morbidade incide sobre uma população num intervalo de tempo. Prevalência: é termo descritivo da força com que subsistem casos das doenças nas comunidades. Quanto ao propósito geral do estudo (descritivos ou analíticos); Quanto a unidade em estudo (um indivíduo ou grupos); Quanto a intervenção do investigador (estudos de observação ou de intervenção); Quanto a direção temporal das observações (prospectivos, retrospectivos, transversais e longitudinais); Desenhos de Pesquisa em Epidemiologia: Analítico: são aqueles delineados para examinar a existência de associação entre uma exposição e uma doença ou condição relacionada à saúde. Seu foco é estudar a relação entre “Causa” e o “Efeito” e vice-versa. Tipos de Estudos Epidemiológicos: Estudos de intervenções: Estudos de intervenção ou ensaios comunitários fazem parte do grande grupo de estudos experimentais, que incluem ensaios clínicos e experimentos laboratoriais. Ensaio Clínico Controlado: O ensaio clínico controlado é randomizado quando a intervenção é alocada de maneira aleatória entre os sujeitos da pesquisa. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Estudos epidemiológicos Estudos epidemiológicos 105@enferya Estudos Caso-controle: Estudos de caso-controle se baseiam na comparação de um grupo que apresenta o desfecho (caso) de interesse com outro grupo que não o apresenta (controle) (JEKEL et al., 2006). Estudo descritivo: Estudos descritivos - do tipo populacional, individual (relato de caso e série de casos) ou transversal. Revisão sistemática: Uma revisão sistemática (RS), assim como outros tipos de estudo de revisão, é uma forma de pesquisa que utiliza como fonte de dados a literatura sobre determinado tema (SACKETT, 2002; HAYNES et al., 2006; FLETCHER & FLETCHER, 2014). Estudos de Coorte: Em epidemiologia, uma coorte se refere a um grupo de indivíduos, pertencentes a uma mesma população, que é acompanhado durante certo período com vistas a estudar a ocorrência de um ou mais desfechos Descritivos: tem o objetivo de informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com IndicadoresIndicadores 106 de saúdede saúde @enferya São medidas de saúde empregados para facilitar a quantificação e a avaliação das informações produzidas. O grau de excelência de um indicador deve ser definido com base nos seguintes elementos: VALIDADE CONFIABILIDADE MENSURABILIDADE CUSTO-EFETIVIDADE RELEVÂNCIA Os indicadores são classificados em 6 subconjuntos temáticos: DEMOGRÁFICOS MORTALIDADE SOCIOÊCONOMICOS MORBIMORTALIDADE E FATORES DE RISCO RECURSOS COBERTURA MORTALIDADE: A taxa de mortalidade representa o número de óbitos ocorridos ao longo de um ano. NATALIDADE: Número de nascidos vivos, expresso por mil habitantes, ocorridos na população geral, em determinado período. MORBIMORTALIDADE: Morbimortalidade é um conceito da medicina que se refere ao índice de pessoas mortas em decorrência de uma doença específica dentro de determinado grupo populacional. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 63RDC 63 Este Regulamento Técnico se aplica a todos os serviços de saúde no país, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa. Este Regulamento Técnico possui o objetivo de estabelecer requisitos de Boas Práticas para funcionamento de serviços de saúde, fundamentados na qualificação, na humanização da atenção e gestão, e na redução e controle de riscos aos usuários e meio ambiente. 107 DE 2011DE 2011 @enferya Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadas as seguintes definições: I - garantia da qualidade: totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos, para os fins a que se propõem. II - gerenciamento de tecnologias: procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de garantir a rastreabilidade, qualidade, eficácia, efetividade, segurança e em alguns casos o desempenho das tecnologias de saúde utilizadas na prestação de serviços de saúde, abrangendo cada etapa do gerenciamento, desde o planejamento e entrada das tecnologias no estabelecimento de saúde até seu descarte, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública e do meio ambiente e a segurança do paciente. propõem. III - humanização da atenção e gestão da saúde: valorização da dimensão subjetiva e social, em todas as práticas de atenção e de gestão da saúde, fortalecendo o compromisso com os direitos do cidadão, destacando-se o respeito às questões de gênero, etnia, raça, orientação sexual e às populações específicas, garantindo o acesso dos usuários às informações sobre saúde, inclusive sobre os profissionais que cuidam de sua saúde, respeitando o direito a acompanhamento de pessoas de sua rede social (de livre escolha),e a valorização do trabalho e dos trabalhadores. IV - licença atualizada: documento emitido pelo órgão sanitário competente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios, contendo permissão para o funcionamento dos estabelecimentos que exerçam atividades sob regime de vigilância sanitária. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 63RDC 63 IX - relatório de transferência: documento que deve acompanhar o paciente em caso de remoção para outro serviço, contendo minimamente dados de identificação, resumo clínico com dados que justifiquem a transferência e descrição ou cópia de laudos de exames realizados, quando existentes. V - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS): documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos de saúde, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente. 108 DE 2011DE 2011 @enferya VI - política de qualidade: refere-se às intenções e diretrizes globais relativas à qualidade, formalmente expressa e autorizada pela direção do serviço de saúde. VII - profissional legalmente habilitado: profissional com formação superior ou técnica com suas competências atribuídas por lei. VIII - prontuário do paciente: documento único, constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registrados, gerados a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo; X - responsável técnico - RT: profissional de nível superior legalmente habilitado, que assume perante a vigilância sanitária a responsabilidade técnica pelo serviço de saúde, conforme legislação vigente. XI - segurança do Paciente: conjunto de ações voltadas à proteção do paciente contra riscos, eventos adversos e danos desnecessários durante a atenção prestada nos serviços de saúde. XII - serviço de saúde: estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência à população na prevenção de doenças, no tratamento, recuperação e na reabilitação de pacientes. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 63RDC 63 Art. 6º As Boas Práticas de Funcionamento (BPF) são os componentes da Garantia da Qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados. 109 DE 2011DE 2011 @enferya Art. 8º O serviço de saúde deve estabelecer estratégias e ações voltadas para Segurança do Paciente, tais como: I. Mecanismos de identificação do paciente; II. Orientações para a higienização das mãos; III. Ações de prevenção e controle de eventos adversos relacionada à assistência à saúde; IV. Mecanismos para garantir segurança cirúrgica; V. Orientações para administração segura de medicamentos, sangue e hemocomponentes; VI. Mecanismos para prevenção de quedas dos pacientes; VII. Mecanismos para a prevenção de úlceras por pressão; VIII. Orientações para estimular a participação do paciente na assistência prestada. Art. 5º O serviço de saúde deve desenvolver ações no sentido de estabelecer uma política de qualidade envolvendo estrutura, processo e resultado na sua gestão dos serviços. - Boas práticas de funcionamento Seção I - Gerenciamento da qualidade § 1º As BPF são orientadas primeiramente à redução dos riscos inerentes a prestação de serviços de saúde. § 2º Os conceitos de Garantia da Qualidade e Boas Práticas de Funcionamento (BPF) estão interrelacionados estando descritos nesta resolução de forma a enfatizar as suas relações e sua importância para o funcionamento dos serviços de saúde. Boas práticas de funcionamento Seção II - Da Segurança do Paciente Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com DoençasDoenças 110 de notificação compulsória portaria n° 204/2016 de notificação compulsória portaria n° 204/2016 @enferya Comunicação obrigatória à autoridade de saúde; Realizadas pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, público ou privado; Sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública; Descritos em portaria do MS, podendo ser imediata ou semanal. Parâmetros de inclusão de doenças e agravos na lisa de notificação compulsória: NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA: Notificação realizada em até 24 horas, a partir do conhecimento da ocorrência de doença, agravo ou evento de saúde pública, pelo meio de comunicação mais rápido disponível. NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA; Notificação realizada em até 7 dias, a partir do conhecimento da ocorrência de doença ou agravo. NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NEGATIVA: Comunicação semanal realizada pelo responsável pelo estabelecimento de saúde à autoridade de saúde, informando que na semana epidemiológica não foi identificado nenhuma doença, agravo ou evento de saúde pública constante da lista de notificação compulsória. VIGILÂNCIA SENTINELA: Modelo de vigilância a partir de estabelecimento de saúde estratégico para a vigilância de morbidade ou agentes etiológicos de interesse para a saúde pública. MAGNITUDE POTENCIAL DE DISSEMINAÇÃO TRANSCEDÊNCIA VULNERABILIDADE COMPROMISSOS INTERNACIONAIS OCORRÊNCIA DE EMERGÊNCIAS DE SAÚDE PÚBLICA, EPIDEMIAS E SURTOS Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 111 NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA SEMANALNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA SEMANAL Acidente de trabalho com exposição a material biológico; Dengue - Casos; Doença de Chagas Crônica; Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ); Doença aguda pelo vírus Zika; Esquistossomose; Febre de Chikungunya; Hanseníase; Hepatites virais; HIV/AIDS - Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida; Notificação Compulsória Semanal Infecção pelo HIV em gestante, parturiente ou puérpera e Criança exposta ao risco de transmissão vertical do HIV; Intoxicação Exógena (por substâncias químicas, incluindo agrotóxicos, gases tóxicos e metais pesados); Leishmaniose Tegumentar Americana; Leishmaniose Visceral; Malária na região amazônica; Óbito: a) Infantil b) Materno; Sífilis: a) Adquirida b) Congênita c) Em gestante; Toxoplasmose gestacional e congênita; Tuberculose; Violência doméstica e/ou outras violências. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 112 NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMSNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS Acidente de trabalho: grave, fatal e em crianças e adolescentes; Acidente por animal peçonhento; Acidente por animal potencialmente transmissor da raiva; Leptospirose; Tétano: a) Acidental b) Neonatal; Violência sexual e tentativa de suicídio @enferya NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS E SESNOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS E SES Coqueluche; Difteria; Doença de chagas aguda; Doença invasiva por “haemophilus influenza”; Doença meningocócica e outras meninges; Doença aguda pelo vírus zika em gestante; Febre tifoide; Varicela- caso grave internado ou óbito. SMS- SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE SES- SECRETÁRIA ESTADUAL DE SAÚDE Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 113 NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS, SES e MS. NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA- SMS, SES e MS.Botulismo; Cólera; Dengue- óbitos; Doenças com suspeita de disseminação internacional: antraz pneumônico, tularemia, varíola; Doenças febris hemorrágicas emergentes/reemergentes: a) Arenavírus b) Ebola c) Marburg d) Lassa e)b Febre purpúrica brasileira; Óbito comsuspeita de doença pelo vírus Zika; Evento de Saúde Pública (ESP) que se constitua ameaça à saúde pública; Eventos adversos graves ou óbitos pós vacinação; Febre Amarela; Febre de Chikungunya em áreas sem transmissão; Óbito com suspeita de Febre de Chikungunya; Febre do Nilo Ocidental e outras arboviroses de importância em saúde pública; Febre Maculosa e outras Riquetisioses; Hantavirose; Influenza humana produzida por novo subtipo viral; Malária na região extra-Amazônica; Poliomielite por poliovirus selvagem; Peste; Raiva humana; Síndrome da Rubéola Congênita; Doenças Exantemáticas: a) Sarampo b) Rubéola; Síndrome da Paralisia Flácida Aguda; Síndrome Respiratória Aguda Grave associada a Coronavírus: a) SARS-CoV b) MERS- CoV. @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução Aprova a atualização da Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde, que dispõe sobre as diretrizes dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde anexa a esta Resolução. Primeira Diretriz: toda pessoa tem direito, em tempo hábil, ao acesso a bens e serviços ordenados e organizados para garantia da promoção, prevenção, proteção, tratamento e recuperação da saúde. Direito à saúde Tratamento adequado Atendimento humanizado Direitos Corresponsabilidade Direito à informação Participação Diretrizes: 4- Toda pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos respeitados na relação com os serviços de saúde. 5- Toda pessoa tem responsabilidade e direitos para que seu tratamento e recuperação sejam adequados e sem interrupção. 6- Toda pessoa tem direito à informação sobre os serviços de saúde e aos diversos mecanismos de participação. 7- Toda pessoa tem direito a participar dos Conselhos e Conferências de Saúde e de exigir que os gestores cumpram os princípios anteriores. 8- Os direitos e deveres dispostos nesta Resolução constituem a Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde. 114 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde 1-Toda pessoa tem direito, em tempo hábil, ao acesso a bens e serviços ordenados e organizados para garantia da promoção, prevenção, proteção, tratamento e recuperação da saúde. 2-Toda pessoa tem direito ao atendimento integral, aos procedimentos adequados e em tempo hábil a resolver o seu problema de saúde, de forma ética e humanizada. 3-Toda pessoa tem direito ao atendimento inclusivo, humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível. I - Cada pessoa possui direito de ser acolhida no momento em que chegar ao serviço e conforme sua necessidade de saúde e especificidade, independentemente de senhas ou procedimentos burocráticos, respeitando as prioridades garantidas em Lei. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução O acesso se dará preferencialmente nos serviços de Atenção Básica. 1. Nas situações de urgência e emergência, qualquer serviço de saúde deve receber e cuidar da pessoa bem como encaminhá-la para outro serviço no caso de necessidade. 2. Em caso de risco de vida ou lesão grave, deverá ser assegurada a remoção do usuário, em tempo hábil e em condições seguras para um serviço de saúde com capacidade para resolver seu tipo de problema. 3. 115 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Primeira Diretriz: III - A promoção e a proteção da saúde devem estar relacionadas com as condições sociais, culturais e econômicas das pessoas, incluídos aspectos como: a) segurança alimentar e nutricional; b) saneamento básico e ambiental; c) tratamento às doenças negligenciadas conforme cada região do País; d) iniciativas de combate às endemias e doenças transmissíveis; e) combate a todas as formas de violência e discriminação; f) educação baseada nos princípios dos Direitos Humanos; g) trabalho digno; e h) acesso à moradia, transporte, lazer, segurança pública e previdência social.; 4- O encaminhamento às especialidades e aos hospitais, pela Atenção Básica, será estabelecido em função da necessidade de saúde e indicação clínica, levando-se em conta a gravidade do problema a ser analisado pelas centrais de regulação, com transparência. 5- Quando houver alguma dificuldade temporária para atender as pessoas é da responsabilidade da direção e da equipe do serviço, acolher, dar informações claras e encaminhá-las sem discriminação e privilégios. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde a) possíveis diagnósticos; b) diagnósticos confirmados; c) resultados dos exames realizados; d) tipos de exames solicitados, as justificativas e riscos; e) objetivos, riscos e benefícios de procedimentos diagnósticos, cirúrgicos, preventivos ou de tratamento; f) duração prevista do tratamento proposto; g) quanto a procedimentos diagnósticos e tratamentos invasivos ou cirúrgicos; h) a necessidade ou não de anestesia e seu tipo e duração; i) partes do corpo afetadas pelos procedimentos, instrumental a ser utilizado, efeitos colaterais, riscos ou consequências indesejáveis; j) duração prevista dos procedimentos e tempo de recuperação; k) evolução provável do problema de saúde; l) informações sobre o custo das intervenções das quais a pessoa se beneficiou; m) outras informações que forem necessárias; V - que toda pessoa tem o direito de decidir se seus familiares e acompanhantes deverão ser informados sobre seu estado de saúde; 116@enferya Segunda Diretriz: I - atendimento ágil, com estratégias para evitar o agravamento, com tecnologia apropriada, por equipe multiprofissional capacitada e com condições adequadas de atendimento; II - disponibilidade contínua e acesso a bens e serviços de imunização conforme calendário e especificidades regionais; III - espaços de diálogo entre usuários e profissionais da saúde, gestores e defensoria pública sobre diferentes formas de tratamentos possíveis. IV - informações sobre o seu estado de saúde, de forma objetiva, respeitosa, compreensível, e em linguagem adequada a atender a necessidade da usuária e do usuário, quanto a: Segunda Diretriz: toda pessoa tem direito ao atendimento integral, aos procedimentos adequados e em tempo hábil a resolver o seu problema de saúde, de forma ética e humanizada. “É direito da pessoa ter atendimento adequado, inclusivo e acessível, com qualidade, no tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento, e para isso deve ser assegurado”: Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 117 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Segunda Diretriz: IX - o recebimento dos medicamentos, quando prescritos, que compõem a farmácia básica e, nos casos de necessidade de medicamentos de alto custo, deve ser garantido o acesso conforme protocolos e normas do Ministério da Saúde; X - a garantia do acesso à continuidade da atenção no domicílio, quando pertinente, com estímulo e orientação ao autocuidado que fortaleça sua autonomia e a garantia de acompanhamento em qualquer serviço que for necessário, extensivo à rede de apoio; a) motivo do atendimento ou internação; b) dados de observação e evolução clínica; c) prescrição terapêutica; d) avaliações dos profissionais da equipe; e) procedimentos e cuidados de enfermagem; f) quando for o caso, procedimentos cirúrgicose anestésicos, odontológicos, resultados de exames complementares laboratoriais e radiológicos; g) a quantidade de sangue recebida e dados que garantam a qualidade do sangue, como origem, sorologias efetuadas e prazo de validade; h) identificação do responsável pelas anotações; i) data e local e identificação do profissional que realizou o atendimento; j) outras informações que se fizerem necessárias; VI - o registro atualizado e legível no prontuário, das seguintes informações: VII - o acesso à anestesia em todas as situações em que for indicada, bem como a medicações e procedimentos que possam aliviar a dor e o sofrimento; VIII - o recebimento das receitas e prescrições terapêuticas, deverão conter: a) o nome genérico das substâncias prescritas; b) clara indicação da dose e do modo de usar; c) escrita impressa, datilografada ou digitada, ou em caligrafia legível; d) textos sem códigos ou abreviaturas; e) o nome legível do profissional e seu número de registro no conselho profissional; e f) a assinatura do profissional e a data; XI - o encaminhamento para outros serviços de saúde deve ser por meio de um documento que contenha: a) caligrafia legível ou datilografada ou digitada ou por meio eletrônico; b) resumo da história clínica, possíveis diagnósticos, tratamento realizado, evolução e o motivo do encaminhamento; c) linguagem clara evitando códigos ou abreviaturas; d) nome legível do profissional e seu número de registro no conselho profissional, assinado e datado; e e) identificação da unidade de saúde que recebeu a pessoa, assim como da Unidade a que está sendo encaminhada. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 118 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Terceira Diretriz: “Haverá regulamentação do tempo de espera em filas de procedimentos”. “Nas situações em que ocorrer a interrupção temporária da oferta de procedimentos como consultas e exames, os serviços devem providenciar a remarcação destes procedimentos e comunicar aos usuários”. “A lista de espera de média e alta complexidade deve considerar a agilidade e transparência”. “Nos serviços de saúde haverá igual visibilidade aos direitos e deveres das pessoas usuárias e das pessoas que trabalham no serviço de saúde”. “A Rede de Serviços do SUS utilizará as tecnologias disponíveis para facilitar o agendamento de procedimentos nos serviços de saúde em todos os níveis de complexidade”. “Os serviços de saúde serão organizados segundo a demanda da população, e não limitados por produção ou quantidades de atendimento pré-determinados”. “Utilização de tecnologias e procedimentos nos serviços deverá proporcionar celeridade na realização de exames e diagnósticos e na disponibilização dos resultados”. Terceira Diretriz: toda pessoa tem direito ao atendimento inclusivo, humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível. “As redes de serviço do SUS deverão se organizar e pactuar no território a oferta de plantão de atendimento 24 horas, inclusive nos finais de semana”. “Cada serviço deverá adotar medidas de manutenção permanente dos equipamentos, bens e serviços para prevenir interrupções no atendimento”. “É direito da pessoa, na rede de serviços de saúde, ter atendimento humanizado, acolhedor, livre de qualquer discriminação, restrição ou negação em virtude de idade, raça, cor, etnia, religião, orientação sexual, identidade de gênero, condições econômicas ou sociais, estado de saúde, de anomalia, patologia ou deficiência” Garante: I - identificação pelo nome e sobrenome civil, devendo existir em todo documento do usuário e usuária um campo para se registrar o nome social, independente do registro civil, sendo assegurado o uso do nome de preferência, não podendo ser identificado por número, nome ou código da doença ou outras formas desrespeitosas ou preconceituosas; II - a identificação dos profissionais, por crachás visíveis, legíveis e por outras formas de identificação de fácil percepção; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 119 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Terceira Diretriz: IV - o atendimento agendado nos serviços de saúde, preferencialmente com hora marcada; V - o direito a acompanhante, pessoa de sua livre escolha, nas consultas e exames; VI - o direito a acompanhante, nos casos de internação, nas situações previstas em lei, assim como naqueles em que a autonomia da pessoa estiver comprometida, com oferta de orientação específica e adequada para os acompanhantes; III - nas consultas, nos procedimentos diagnósticos, preventivos, cirúrgicos, terapêuticos e internações, o seguinte: a) integridade física; b) a privacidade e ao conforto; c) a individualidade; d) aos seus valores éticos, culturais, religiosos e espirituais; e) a segurança do procedimento; f) a confidencialidade de toda e qualquer informação pessoal; g) o bem-estar psíquico e emocional; h) a confirmação do usuário sobre a compreensão das questões relacionadas com o seu atendimento e possíveis encaminhamentos. VII - direito a visita diária não inferior a duas horas, preferencialmente, abertas em todas as unidades de internação, ressalvadas as situações técnicas não indicadas; VIII - a continuidade das atividades escolares, bem como o estímulo à recreação, em casos de internação de criança ou adolescente; IX - a informação a respeito de diferentes possibilidades terapêuticas de acordo com sua condição clínica, baseado em evidências e a relação custo-benefício da escolha de tratamentos, com direito à recusa, atestado pelo usuário ou acompanhante; X - escolha do local de morte; XI - o direito à escolha de tratamento, quando houver, inclusive as práticas integrativas e complementares de saúde, e à consideração da recusa de tratamento proposto; XII - o recebimento de visita, quando internado, de outros profissionais de saúde que não pertençam àquela unidade hospitalar sendo facultado a esse profissional o acesso ao prontuário; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 120 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Terceira Diretriz: XV- a não-limitação de acesso aos serviços de saúde por barreiras físicas, tecnológicas e de comunicação; XIII - a opção de marcação de atendimento pessoalmente, por telefone e outros meios tecnológicos disponíveis e acessíveis; XIV - o recebimento de visita de religiosos de qualquer credo, sem que isso acarrete mudança da rotina de tratamento e do estabelecimento e ameaça à segurança ou perturbações a si ou aos outros; XVI - a espera por atendimento em lugares protegidos, limpos e ventilados, tendo a sua disposição água potável e sanitários, e devendo os serviços de saúde se organizarem de tal forma que seja evitada a demora nas filas; XVI - soluções para que não haja acomodação de usuários em condições e locais inadequados. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 121 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Quarta Diretriz: III - acesso da pessoa ao conteúdo do seu prontuário ou de pessoa por ele autorizada e a garantia de envio e fornecimento de cópia, em caso de encaminhamento a outro serviço ou mudança de domicílio; IV - obtenção de laudo, relatório e atestado sempre que justificado por sua situação de saúde; “os@enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com CAPS X IAPSCAPS X IAPS 10 CAPS As contribuições eram empregados, empregadores e GOVERNO As contribuições eram empregados e patrões Organizada por categoria profissional Organizada por trabalhadores de qualq empresa DIFERENÇADIFERENÇA Bipartite Gestão semipública Ex: IAPM= Instituto de aposentadoria e pensão dos marítimos IAPS qualquer Tripartite Gestão privada @enferya resumindo...resumindo... categoria 1923 1933 Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 11 1964 até 1985 Baixas Criação do INPS. Realização da:1977- criação do INAMPS. Conferência de Alma Ata -> Impulsionou um novo modelo de saúde no Brasil 1970- movimento de reforma sanitária. 1983- criação de ações integradas em saúde. AutoritarismoAutoritarismo 1964-19851964-19851978 1983 condições de saúde. 1966 1970 8 conferência Nacional de Saúde. 1977 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Nasceu no contexto da luta contra a ditadura militar MovimentoMovimento 12 1970 Teve como marco a 8º Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986 As propostas da Reforma Sanitária resultaram, finalmente, na universalidade do direito à saúde Luta pelo reconhecimento da saúde como direito garantido pelo Estado Grupos de médicos e outros profissionais preocupados com a saúde pública desenvolveram teses e integraram discussões políticas Reforma sanitáriaReforma sanitária @enferya Esse movimento contribuiu para a criação do SUS Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Saúde definida como completo bem-estar físico, mental e social Alma ataAlma ata 13 1978 1º conferência internacional sobre cuidados primários na saúde Impulsionou a Impulsionou um novo modelo de saúde no Brasil Criação de documento que enfatiza a atenção primária à saúde 19781978 @enferya Não apenas como ausência de doença Reforma sanitária brasileira Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com INPS X INampsINPS X INamps 14 INPS Responsável apenas pela assistência médica dos trabalhadores Todas as categorias passaram a ter um único sistema previdenciário e de assistência médica DIFERENÇADIFERENÇA INAMPS @enferya resumindo...resumindo... 1966 1977 Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 15 1985 até 1988 1986- 8 conferência nacional de saúde. Essa conferência permitiu a participação da comunidade. 1987- criação do SUS.1988- o SUS é institucionalizado pela constituição federal de 1988. 1990- regulamentação das leis orgânicas 8080 e 8142. Foi norteada pelo princípio "saúde como direito de todos". NovaNova repúblicarepública 1988 1986 1990 1987 "saúde" @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 16 Grande marco da Primeira conferência aberta a sociedade. Utilização do conceito ampliado de saúde. Constituiu-se em fórum de luta -> Saúde como direito de cidadania e dever do Estado. Instituição de um 17 a 21 de março.conferênciaconferência nacional de saúde 1986 nacional de saúde 1986 88 Primeira Saúde Sistema único de saúde pela descentralização do sistema de saúde e implantação de políticas sociais Reforma sanitária brasileira conceito @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Contribuições sociais: Estabelece que a seguridade social seja financiada por forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes da União, dos estados, dos municípios e das contribuições sociais. 17 É formada de um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes públicos e da sociedade; 5- Diversidade da base de financiamento 6- Equidade 7- Irredutibilidade do valor dos benefícios. Os objetivos da Seguridade Social são: Assistência social Previdência social Saúde 1- Universalidade 2- Uniformidade e equivalência 3- Seletividade e distributividade 4- Caráter democrático e descentralizado da administração Incide do trabalhador sobre: folha de salário receita ou faturamento lucro 194 195 Sus na CFSus na CF ART 194 e 195ART 194 e 195 Contribuições sociais @enferya Tripé da seguridade social dos empregados e empregadores Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. Acesso universal. 18 A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Ações: Regulamentação Fiscalização Controle Ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação. Acesso igualitário. Execução: Diretamente ou através de terceiros e, também por pessoa física ou jurídica de direito privado. 197 196 Sus na CFSus na CF ART 196 e 197ART 196 e 197 Ações: Execução: @enferya Dica: aprenda as iniciais e não vai esquecer nunca mais!! "REFICO" Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Descentralização. 19 As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: A receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro, não sendo inferior a Participação da comunidade. Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas. da receita de sua competência Sus na CFSus na CF ART 198ART 198 15% 12% Recursos mínimo da saúde União Estados da receita de sua competência 15% Municípios das receitas de competência estadual e municipal, respectivamente 12% e 15% Distrito federal @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com As poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. 20 A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de: É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. Sus na CFSus na CF ART 199ART 199 @enferya iniciativa privada É vedada a É vedada a complementar instituições privadas Para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização. órgãos tecidos substâncias humanas Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 1- Controlar e fiscalizar 21 Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: 6- Fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o: 3- Ordenar a formação de recursos humanos na área 2- Executar as ações de 4- Participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico. 5- Incrementar em sua área de atuação o: 7- Participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização dedireitos serão garantidos por meio de”: I - escolha do tipo de plano de saúde que melhor lhe convier, de acordo com as exigências mínimas constantes da legislação e a informação pela operadora sobre a cobertura, custos e condições do plano que está adquirindo; II - sigilo e a confidencialidade de todas as informações pessoais, mesmo após a morte, salvo nos casos de risco à saúde pública; V - consentimento livre, voluntário e esclarecido, a quaisquer procedimentos diagnósticos, preventivos ou terapêuticos, salvo nos casos que acarretem risco à saúde pública, considerando que o consentimento anteriormente dado poderá ser revogado a qualquer instante, por decisão livre e esclarecida, sem que sejam imputadas à pessoa sanções morais, financeiras ou legais; Quarta Diretriz: toda pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos respeitados na relação com os serviços de saúde. VI - pleno conhecimento de todo e qualquer exame de saúde admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função, ou demissional realizado e seus resultados; VII - a indicação de sua livre escolha, a quem confiará a tomada de decisões para a eventualidade de tornar-se incapaz de exercer sua autonomia; VIII - o recebimento ou a recusa à assistência religiosa, espiritual, psicológica e social; IX - a liberdade, em qualquer fase do tratamento, de procurar segunda opinião ou parecer de outro profissional ou serviço sobre seu estado de saúde ou sobre procedimentos recomendados; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com X - a não-participação em pesquisa que envolva ou não tratamento experimental sem que tenha garantias claras da sua liberdade de escolha e, no caso de recusa em participar ou continuar na pesquisa, não poderá sofrer constrangimentos, punições ou sanções pelos serviços de saúde, sendo necessário, para isso: ResoluçãoResolução 122 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Quarta Diretriz: a) que o dirigente do serviço cuide dos aspectos éticos da pesquisa e estabeleça mecanismos para garantir a decisão livre e esclarecida da pessoa; b) que o pesquisador garanta, acompanhe e mantenha a integridade da saúde dos participantes de sua pesquisa, assegurando-lhes os benefícios dos resultados encontrados; e c) que a pessoa assine o TCLE; XI - o direito de se expressar e ser ouvido nas suas queixas, denúncias, necessidades, sugestões e outras manifestações por meio das ouvidorias, urnas e qualquer outro mecanismo existente, sendo sempre respeitado na privacidade, no sigilo e na confidencialidade; XII - a participação nos processos de indicação e eleição de seus representantes nas Conferências, nos Conselhos de Saúde e nos Conselhos Gestores da Rede SUS. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 123 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Quinta Diretriz: “Para que seja cumprido o disposto, as pessoas deverão”: I - prestar informações apropriadas nos atendimentos, nas consultas e nas internações sobre: a) queixas; b) enfermidades e hospitalizações anteriores; c) história de uso de medicamentos, drogas, reações alérgicas, exames anteriores; d) demais informações sobre seu estado de saúde. Quinta Diretriz: toda pessoa tem responsabilidade e direitos para que seu tratamento e recuperação sejam adequados e sem interrupção. II - expressar se compreendeu as informações e orientações recebidas e, caso ainda tenha dúvidas, solicitar esclarecimento sobre elas; III - seguir o plano de tratamento proposto pelo profissional ou pela equipe de saúde responsável pelo seu cuidado, que deve ser compreendido e aceito pela pessoa que também é responsável pelo seu tratamento; IV - informar ao profissional de saúde ou à equipe responsável sobre qualquer fato que ocorra em relação a sua condição de saúde; V - assumir a responsabilidade formal pela recusa a procedimentos, exames ou tratamentos recomendados e pelo descumprimento das orientações do profissional ou da equipe de saúde; VI - contribuir para o bem-estar de todas e todos nos serviços de saúde, evitar ruídos, uso de fumo e derivados do tabaco e bebidas alcoólicas, colaborar com a segurança e a limpeza do ambiente; VII - adotar comportamento respeitoso e cordial com as demais pessoas que usam ou que trabalham no estabelecimento de saúde; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 124 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Quinta Diretriz: VIII - realizar exames solicitados, buscar os resultados e apresentá-los aos profissionais dos serviços de saúde; IX - ter em mão seus documentos e, quando solicitados, os resultados de exames que estejam em seu poder; X - cumprir as normas dos serviços de saúde que devem resguardar todos os princípios desta Resolução; I - adotar medidas preventivas para situações de sua vida cotidiana que coloquem em risco a sua saúde e da comunidade; XIV - comunicar à autoridade sanitária local a ocorrência de caso de doença transmissível, quando a situação requerer o isolamento ou quarentena da pessoa ou quando a doença constar da relação do Ministério da Saúde; XII - comunicar aos serviços de saúde, às ouvidorias ou à vigilância sanitária irregularidades relacionadas ao uso e à oferta de produtos e serviços que afetem a saúde em ambientes públicos e privados; XIII - desenvolver hábitos, práticas e atividades que melhorem a sua saúde e qualidade de vida; XV - não dificultar a aplicação de medidas sanitárias, bem como as ações de fiscalização sanitária. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 125 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Sexta Diretriz: “A educação permanente em saúde e a educação permanente para o controle social devem estar incluídas em todas as instâncias do SUS, e envolver a comunidade”. “As unidades básicas de saúde devem constituir conselhos locais de saúde com participação da comunidade”. “As ouvidorias, Ministério Público, audiências públicas e outras formas institucionais de exercício da democracia garantidas em lei, são espaços de participação cidadã” “O direito previsto no caput deste artigo, inclui a informação, com linguagem e meios de comunicação adequados sobre”: os mecanismos de participação da sociedade na formulação, acompanhamento e fiscalização das políticas e da gestão do SUS; I o direito à saúde, o funcionamento dos serviços de saúde e o SUS; II as ações de vigilância à saúde coletiva compreendendo a vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental; e III interferência das relações e das condições sociais, econômicas, culturais, e ambientais na situação da saúde das pessoas e da coletividade. “As instâncias de controle social e o poder público devem promover a comunicação dos aspectos positivos do SUS”. “Devem ser estabelecidos espaços para as pessoas usuárias manifestarem suas posições favoráveis ao SUS e promovidas estratégias para defender o SUS como patrimônio do povo brasileiro”. Sexta Diretriz: toda pessoa tem direito à informação sobre os serviços de saúde e aos diversos mecanismos de participação. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 126 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuáriada saúde @enferya Sexta Diretriz: “Os órgãos de saúde deverão informar as pessoas sobre a rede SUS mediante os diversos meios de comunicação, bem como nos serviços de saúde que compõem essa rede de participação popular, em relação a”: I endereços; II telefones; III horários de funcionamento; e IV ações e procedimentos disponíveis. “As informações prestadas à população devem ser claras, para propiciar a compreensão por toda e qualquer pessoa”. “Os Conselhos de Saúde deverão informar à população sobre”: composição do Conselho de Saúde; 1. formas de participação; I regimento interno dos Conselhos; 2. deliberações e ações desencadeadas. 3. Conferências de Saúde; 4. data, local e pauta das reuniões; 5.“Em cada serviço de saúde deverá constar, em local visível e acessível à população”: I nomes dos profissionais; II nome do responsável pelo serviço; III horário de trabalho de cada membro da equipe, inclusive do responsável pelo serviço e; IV ações e procedimentos disponíveis. “O direito previsto nesse artigo inclui a participação de Conselhos e Conferências de Saúde, o direito de representar e ser representado em todos os mecanismos de participação e de controle social do SUS”. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 127 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Sétima Diretriz: “As Conferências Municipais de Saúde são espaços de ampla e aberta participação da comunidade, complementadas por Conferências Livres, distritais e locais, além das de plenárias de segmentos.”. “Respeitada a organização da democracia brasileira, toda pessoa tem direito a acompanhar dos espaços de controle social, como forma de participação cidadã, observando o Regimento Interno de cada instância”. “Os gestores do SUS, das três esferas de governo, para observância dessas diretrizes, comprometem-se a”: I - promover o respeito e o cumprimento desses direitos e deveres, com a adoção de medidas progressivas, para sua efetivação; II - adotar as providências necessárias para subsidiar a divulgação desta Resolução, inserindo em suas ações as diretrizes relativas aos direitos e deveres das pessoas; III - incentivar e implementar formas de participação dos trabalhadores e usuários nas instâncias e participação de controle social do SUS; IV - promover atualizações necessárias nos regimentos e estatutos dos serviços de saúde, adequando-os a esta Resolução; V - adotar estratégias para o cumprimento efetivo da legislação e das normatizações do SUS; Sétima Diretriz: toda pessoa tem direito a participar dos Conselhos e Conferências de Saúde e de exigir que os gestores cumpram os princípios anteriores. “Os gestores do SUS, das três esferas de governo, para observância dessas diretrizes, comprometem-se a”: VI - promover melhorias contínuas, na rede SUS, como a informatização para implantar o Cartão SUS e o Prontuário Eletrônico com os objetivos de: a) otimizar o financiamento; b) qualificar o atendimento aos serviços de saúde; c) melhorar as condições de trabalho; d) reduzir filas; e e) ampliar e facilitar o acesso nos diferentes serviços de saúde. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 128 n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde n° 553 de 9 de agosto de 2017 Direitos e deveres da pessoa usuária da saúde @enferya Oitava Diretriz: “A Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde será disponibilizada nos serviços do SUS e conselhos de saúde por meios acessíveis e na internet, em http://www.conselho.saude.go v.br”. 1. (Prefeitura de Campo Grande - MS/SELECON/2019) A Resolução n° 553, de 09 de agosto de 2017, do Conselho Nacional de Saúde, que atualiza a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, estabelece que "toda pessoa tem direito à informação sobre os serviços de saúde e aos diversos mecanismos de participação”. Neste sentido, recomenda-se que as Unidades Básicas de Saúde constituam espaços legítimos de participação da comunidade denominados: a) Conselhos Distritais de Saúde. b) Associação de Moradores. c) Conselhos Locais de Saúde. d)Comissões Comunitárias Intersetoriais. Na prárica: GABARITO LETRA C- Conselhos locais de saúde Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 36RDC 36 Art. 2º Esta Resolução se aplica aos serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa. 129 DE 2013DE 2013 @enferya VII - incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário à saúde; VIII - núcleo de segurança do paciente (NSP): instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente; IV - evento adverso: incidente que resulta em dano à saúde; V - garantia da qualidade: totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem; VI - gestão de risco: aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise, avaliação, comunicação e controle de riscos e eventos adversos que afetam a segurança, a saúde humana, a integridade profissional, o meio ambiente e a imagem institucional; Objetivo Art. 1º Esta Resolução tem por objetivo instituir ações para a promoção da segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde. Art. 3º Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - boas práticas de funcionamento do serviço de saúde: componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados; II - cultura da segurança: conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde; III - dano: comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 36RDC 36 130 DE 2013DE 2013 @enferya Art. 4º A direção do serviço de saúde deve constituir o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e nomear a sua composição, conferindo aos membros autoridade, responsabilidade e poder para executar as ações do Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde. § 1º A direção do serviço de saúde pode utilizar a estrutura de comitês, comissões, gerências, coordenações ou núcleos já existentes para o desempenho das atribuições do NSP. § 2º No caso de serviços públicos ambulatoriais pode ser constituído um NSP para cada serviço de saúde ou um NSP para o conjunto desses, conforme decisão do gestor local do SUS. X - segurança do paciente: redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde; XI - serviço de saúde: estabelecimento destinado ao desenvolvimento de ações relacionadas à promoção, proteção, manutenção e recuperação da saúde, qualquer que seja o seu nível de complexidade, em regime de internação ou não, incluindo a atenção realizada em consultórios, domicílios e unidades móveis; XII - tecnologias em saúde: conjunto de equipamentos, medicamentos, insumos e procedimentos utilizados na atenção à saúde, bem como os processos de trabalho, a infraestrutura e a organização do serviço de saúde. IX - plano de segurança do paciente em serviços de saúde: documento que aponta situações derisco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando a prevenção e a mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde; Art. 5º Para o funcionamento sistemático e contínuo do NSP a direção do serviço de saúde deve disponibilizar: I - recursos humanos, financeiros, equipamentos, insumos e materiais; II - um profissional responsável pelo NSP com participação nas instâncias deliberativas do serviço de saúde. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 36RDC 36 131 DE 2013DE 2013 @enferya Art. 6º O NSP deve adotar os seguintes princípios e diretrizes: I - A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde; II - A disseminação sistemática da cultura de segurança; III - A articulação e a integração dos processos de gestão de risco; IV - A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde. XII- manter sob sua guarda e disponibilizar à autoridade sanitária, quando requisitado, as notificações de eventos adversos; XIII - acompanhar os alertas sanitários e outras comunicações de risco divulgadas pelas autoridades sanitárias. Art.7º Compete ao NSP: I - promover ações para a gestão de risco no serviço de saúde; II - desenvolver ações para a integração e a articulação multiprofissional no serviço de saúde; III - promover mecanismos para identificar e avaliar a existência de não conformidades nos processos e procedimentos realizados e na utilização de equipamentos, medicamentos e insumos propondo ações preventivas e corretivas; IV - elaborar, implantar, divulgar e manter atualizado o Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde; V - acompanhar as ações vinculadas ao Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde; VI - implantar os Protocolos de Segurança do Paciente e realizar o monitoramento dos seus indicadores; VII - estabelecer barreiras para a prevenção de incidentes nos serviços de saúde; VIII - desenvolver, implantar e acompanhar programas de capacitação em segurança do paciente e qualidade em serviços de saúde; IX - analisar e avaliar os dados sobre incidentes e eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde; X - compartilhar e divulgar à direção e aos profissionais do serviço de saúde os resultados da análise e avaliação dos dados sobre incidentes e eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde; XI - notificar ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária os eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com RDC 36RDC 36 132 DE 2013DE 2013 @enferya Art. 8º O Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (PSP), elaborado pelo NSP, deve estabelecer estratégias e ações de gestão de risco, conforme as atividades desenvolvidas pelo serviço de saúde para: Art. 11 Compete à ANVISA, em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária: I - monitorar os dados sobre eventos adversos notificados pelos serviços de saúde; II - divulgar relatório anual sobre eventos adversos com a análise das notificações realizadas pelos serviços de saúde; III - acompanhar, junto às vigilâncias sanitárias distrital, estadual e municipal as investigações sobre os eventos adversos que evoluíram para óbito. I - identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de saúde, de forma sistemática; II - integrar os diferentes processos de gestão de risco desenvolvidos nos serviços de saúde; III - implementação de protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saude; IV - identificação do paciente; V - higiene das mãos; VI - segurança cirúrgica; VII - segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos; VIII - segurança na prescrição, uso e administração de sangue e hemocomponentes; IX - segurança no uso de equipamentos e materiais; IX - manter registro adequado do uso de órteses e próteses quando este procedimento for realizado; XI - prevenção de quedas dos pacientes; XII - prevenção de úlceras por pressão; XIII - prevenção e controle de eventos adversos em serviços de saúde, incluindo as infecções relacionadas à assistência à saúde; XIV- segurança nas terapias nutricionais enteral e parenteral; XV - comunicação efetiva entre profissionais do serviço de saúde e entre serviços de saúde; XVI - estimular a participação do paciente e dos familiares na assistência prestada. XVII - promoção do ambiente seguro Art. 9º O monitoramento dos incidentes e eventos adversos será realizado pelo Núcleo de Segurança do Paciente - NSP. Art. 10 A notificação dos eventos adversos, para fins desta Resolução, deve ser realizada mensalmente pelo NSP, até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente ao mês de vigilância, por meio das ferramentas eletrônicas disponibilizadas pela Anvisa. Art. 12 Os serviços de saúde abrangidos por esta Resolução terão o prazo de 120 (cento e vinte) dias para a estruturação dos NSP e elaboração do PSP e o prazo de 150 (cento e cinquenta) dias para iniciar a notificação mensal dos eventos adversos, contados a partir da data da publicação desta Resolução. Art. 13 O descumprimento das disposições contidas nesta Resolução constitui infração sanitária, nos termos da Lei n. 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis. Art. 14 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com PNHOSPPNHOSP 133 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo- se as diretrizes para a organização do componente hospitalar na Rede de Atenção à Saúde (RAS). Art. 2º As disposições desta Portaria se aplicam a todos os hospitais, públicos ou privados, que prestem ações e serviços de saúde no âmbito do SUS. Art. 3º Os hospitais são instituição complexas, com densidade tecnológica especifica, de caráter multiprofissional e interdisciplinar, responsável pela assistência aos usuários com condições agudas ou crônicas, que apresentem potencial de instabilização e de complicações de seu estado de saúde, exigindo-se assistência contínua em regime de internação e ações que abrangem a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação. Art. 4º Os hospitais que prestam ações e serviços no âmbito do SUS constituem-se como um ponto ou conjunto de pontos de atenção, cuja missão e perfil assistencial devem ser definidos conforme o perfil demográfico e epidemiológico da população e de acordo com o desenho da RAS loco-regional, vinculados a uma população de referência com base territorial definida, com acesso regulado e atendimento por demanda referenciada e/ou espontânea. § 1º Os hospitais, enquanto integrantes da RAS, atuarão de forma articulada à Atenção Básica de Saúde, que tem a função de coordenadora do cuidado e ordenadora da RAS, de acordo com a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que aprovou a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). § 2º Os hospitais, além da assistência, constituem-se, ainda, em espaços de educação, formação de recursos humanos, pesquisa e avaliação de tecnologias em saúde para a RAS. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 134 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 5º Para efeito desta Portaria, considera-se: I - acessibilidade hospitalar: a condição para utilização com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos do hospital por uma pessoa comde?ciência ou com mobilidade reduzida; II - acolhimento: a escuta ética e adequada das necessidades de saúde do usuário no momento de procura ao serviço de saúde e na prestação de cuidados com a finalidade de atender à demanda com resolutividade e responsabilidade; III - apoio matricial: o suporte técnico especializado que é ofertado a uma equipe interdisciplinar de saúde a fim de ampliar seu campo de atuação e qualificar suas ações, invertendo a lógica da fragmentação dos saberes; IV - auditoria clínica: a análise crítica e sistemática da qualidade de atenção à saúde prestada no hospital, incluindo-se os procedimentos usados para o diagnóstico e o tratamento, uso dos recursos e os resultados para os usuários; V - classificação de risco: protocolo pré-estabelecido, com a finalidade de dar agilidade ao atendimento a partir da análise do grau de necessidade do usuário, proporcionando atenção centrada no nível de complexidade e não na ordem de chegada; VI - clínica ampliada: dispositivo de atenção à saúde, centrado nas necessidades de cada usuário e no seu contexto, articulando um conjunto de práticas capazes de potencializar a capacidade de atuação dos profissionais por meio da implantação das equipes de referência, construção de vínculo e elaboração de projetos terapêuticos compartilhados com os usuários, buscando ampliar os recursos de intervenção sobre o processo saúde/doença; VII - diretrizes terapêuticas: recomendações desenvolvidas de modo sistemático para auxiliar os profissionais de saúde e usuários no momento da tomada de decisões acerca de circunstâncias clínicas específicas; VIII - gerência: administração de uma unidade ou órgão de saúde, tais como ambulatório, hospital, instituto e fundação, que se caracteriza como prestador de serviços do SUS; IX - gestão: atividade e responsabilidade de comandar um sistema de saúde municipal, distrital, estadual ou nacional, exercendo as funções de coordenação, articulação, negociação, planejamento, acompanhamento, controle, avaliação e auditoria, envolvendo as macro-funções de formulação de políticas/planejamento, financiamento, coordenação, regulação, controle e avaliação do sistema/redes e dos prestadores públicos ou privados e prestação direta de serviços de saúde; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 135 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya X - gestão da clínica: práticas assistenciais e gerenciais desenvolvidas a partir da carcterização do perfil dos usuários por meio da gestão de leitos, co-responsabilização das equipes e avaliação de indicadores assistenciais; XI - gerenciamento de leitos: dispositivo para otimização da utilização dos leitos, aumentando a rotatividade dentro de critérios técnicos, visando diminuir o tempo de internação desnecessário e abrir novas vagas para demandas represadas; XII - horizontalização do cuidado: a forma de organização do trabalho em saúde, na qual existe uma equipe multiprofissional de referência que atua diariamente no serviço, em contraposição à forma de organização do trabalho em que os profissionais têm uma carga horária distribuída por plantão; XV - Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH): Núcleo composto por profissionais das diversas áreas do hospital cuja finalidade é a garantia da qualidade da gestão do serviço de urgência e emergência e dos leitos de retaguarda às urgências na forma da Portaria nº 2.395/GM/MS, de 11 de outubro de 2011 XIII - linha de cuidado: a estratégia de organização da atenção que viabiliza a integralidade da assistência, por meio de um conjunto de saberes, tecnologias e recursos necessários ao enfrentamento de riscos, agravos ou demais condições específicas do ciclo de vida ou outro critério sanitário a serem ofertados de forma oportuna, articulada e contínua, abrangendo os campos da promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; XIV - Núcleo Interno de Regulação (NIR): constitui a interface com as Centrais de Regulação para delinear o perfil de complexidade da assistência que sua instituição representa no âmbito do SUS e disponibilizar consultas ambulatoriais, serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, além dos leitos de internação, segundo critérios pré-estabelecidos para o atendimento, além de buscar vagas de internação e apoio diagnóstico e terapêutico fora do hospital para os pacientes internados, quando necessário; XVI - modelo de atenção: forma como é organizado o sistema de saúde a partir da compreensão do processo de saúde e doença, do modo como se organiza a oferta de serviços e suas formas de intervenção por meio dos modelos de práticas profissionais e institucionais estruturadas para o atendimento de necessidades individuais e coletivas, específicas para um determinado contexto histórico e social; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 136 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya XVII - Plano Terapêutico: plano de cuidado de cada paciente, resultado da discussão da equipe multiprofissional, com o objetivo de avaliar ou reavaliar diagnósticos e riscos, redefinindo as linhas de intervenção terapêutica dos profissionais envolvidos no cuidado. XVIII - ponto de atenção: espaços onde se ofertam determinados serviços de saúde, por meio de uma produção singular, como uma unidade ambulatorial especializada, uma unidade de atenção domiciliar, uma unidade de atenção paliativa, etc.; XIX - prontuário único: o conjunto de documentos em saúde padronizados e ordenados, destinado ao registro dos cuidados que foram prestados aos usuários por todos os profissionais de saúde; XX - Portas Hospitalares de Urgência e Emergência: serviços instalados em uma unidade hospitalar para prestar atendimento ininterrupto ao conjunto de demandas espontâneas e referenciadas de urgências e emergências clínicas, pediátricas, obstétricas, cirúrgicas e/ou traumatológicas, etc. XXI - protocolo clínico: documento que normaliza um padrão de atendimento a determinada patologia ou condição clínica, identificando as ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação; Art. 6º São diretrizes da PNHOSP: I - garantia de universalidade de acesso, equidade e integralidade na atenção hospitalar; II - regionalização da atenção hospitalar, com abrangência territorial e populacional, em consonância com as pactuações regionais; III - continuidade do cuidado por meio da articulação do hospital com os demais pontos de atenção da RAS; IV - modelo de atenção centrado no cuidado ao usuário, de forma multiprofissional e interdisciplinar; XXII - RAS: malha que integra os diversos pontos de atenção em determinado território, organizando-os sistematicamente para que os diferentes níveis e densidades tecnológicas estejam articulados e adequados de forma regulada para o atendimento ao usuário; e XXIII - visita aberta: o acesso dos visitantes às unidades de internação em qualquer tempo, desde que negociado previamente entre usuário, profissionais, gestores e visitantes, de forma a garantir o elo entre o usuário e sua rede social de apoio. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 137 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya XI - garantia da atenção à saúde indígena, organizada de acordo com as necessidades regionais, respeitando-se as especificidades socioculturais e direitos estabelecidos na legislação, com correspondentes alternativas de financiamento específico de acordo com pactuação com subsistema de saúde indígena; XII - transparência e eficiência na aplicação de recursos; XIII - participação e controle social no processo de planejamento e avaliação; e XIV - monitoramento e avaliação. Art. 6º São diretrizes da PNHOSP: V - acesso regulado de acordo como estabelecido na Política Nacional de Regulação do SUS; VI - atenção humanizada em consonância com a Política Nacional de Humanização; VII - gestão de tecnologia em saúde de acordo com a Política Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS; VIII - garantia da qualidade da atenção hospitalar e segurança do paciente; IX - garantia da efetividade dos serviços, com racionalização da utilização dos recursos, respeitando as especificidades regionais; X - financiamento tripartite pactuado entre as três esferas de gestão; Art. 7º São eixos estruturantes da PNHOSP: I - Assistência Hospitalar; II - Gestão Hospitalar; III - Formação, Desenvolvimento e Gestão da Força de Trabalho; IV - Financiamento; V - Contratualização; e VI - Responsabilidades das Esferas de Gestão. Art. 8º A assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos usuários, baseado em equipe multiprofissional, na horizontalização do cuidado, na organização de linhas de cuidado e na regulação do acesso. Art. 9º A atenção hospitalar atuará de forma integrada aos demais pontos de atenção da RAS e com outras politicas de forma intersetorial, mediadas pelo gestor, para garantir resolutividade da atenção e continuidade do cuidado. Art. 10. O acesso à atenção hospitalar será realizado de forma regulada, a partir de demanda referenciada e/ou espontânea, assegurando a equidade e a transparência, com priorização por meio de critérios que avaliem riscos e vulnerabilidades. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 138 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 16. A alta hospitalar responsável, entendida como transferência do cuidado, será realizada por meio de: I - orientação dos pacientes e familiares quanto à continuidade do tratamento, reforçando a autonomia do sujeito, proporcionando o autocuidado; II - articulaçao da continuidade do cuidado com os demais pontos de atenção da RAS, em particular a Atenção Básica; e III- implantação de mecanismos de desospitalização, visando alternativas às práticas hospitalares, como as de cuidados domiciliares pactuados na RAS. Art. 12. Cabe ao hospital identificar e divulgar os profissionais que são responsáveis pelo cuidado do paciente nas unidades de internação, nos prontos socorros, nos ambulatórios de especialidades e nos demais serviços. Art. 13. Cabe ao hospital implantar a visita aberta, de forma a garantir a ampliação do acesso dos visitantes ao pronto socorro e às unidades de internação, favorecendo a relação entre o usuário, familiares e rede social de apoio e a equipe de referência. Art. 14. Os usuários internados, especialmente os idosos, gestantes, crianças, adolescentes e indígenas, possuem direito a acompanhante 24 (vinte e quatro) horas por dia. Art. 15. A auditoria clínica interna periódica será realizada, no mínimo a cada 2 (dois) anos, com o objetivo de qualificar o processo assistencial hospitalar. Art. 9º A atenção hospitalar atuará de forma integrada aos demais pontos de atenção da RAS e com outras politicas de forma intersetorial, mediadas pelo gestor, para garantir resolutividade da atenção e continuidade do cuidado. Art. 17. A gestão da atenção hospitalar será pautada: I - na garantia do acesso e qualidade da assistência; II - no cumprimento de metas pactuadas na contratualização com o gestor; III - na eficiência e transparência da aplicação dos recursos; e IV - no planejamento participativo e democrático. Art. 18. A gestão da atenção hospitalar no SUS será definida em consonância com o desenho da RAS, de acordo com: I - o papel do hospital na rede; II - a implementação de fluxos regulatórios; III - a contratualização; e IV - os critérios de monitormaneto e avaliação. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 139 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 23. Todos os espaços de produção das ações e serviços de saúde no SUS constituem-se em campo de prática para ensino, pesquisa e incorporação tecnológica em saúde, devendo os hospitais integrantes do SUS desempenhar um importante papel na formação, tanto para suas equipes como para o matriciamento dos trabalhadores dos demais pontos de atenção da RAS, de acordo com o pactuado com os gestores. Art. 20. A administração dos hospitais será profissionalizada por meio de ações de indução e apoio à formação de competências específicas de profissionais que ocupem cargos de direção e de gerência intermediária. Art. 21. A administração dos insumos, da infraestrutura, de recursos financeiros e a gestão da força de trabalho serão direcionados para o cumprimento do papel do hospital na RAS. Art. 22. Para efeito de investimento pelo SUS, a direção do hospital pactuará junto aos gestores do SUS a demanda para ampliação ou reforma da capacidade instalada e incorporação de tecnologias que impliquem em acréscimos na contratualização. Art. 24. Os hospitais adotarão as seguintes estratégias de valorização dos trabalhadores: I - avaliação de desempenho; II - educação permanente; e III - avaliação da atenção à saúde do trabalhador. Art. 25. A gestão da força de trabalho na atenção hospitalar no SUS será direcionada para aperfeiçoar mecanismos de provimento, fixação e habilitação de profissionais, buscando atender aos pressupostos descritos nesta Portaria. Art. 26. O financiamento da assistencia hospitalar será realizado de forma tripartite, pactuado entre as três esferas de gestão, de acordo com as normas específicas do SUS. Art. 27. A busca da sustentabilidade será uma das bases do custeio dos hospitais, considerando a sua população de referência, o território de atuação, a missão e o papel desempenhado na RAS, pactuados regionalmente. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 140 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 29. Os gestores de saúde formalizarão a relação com os hospitais que prestam ações e serviços ao SUS por meio de instrumentos formais de contratualização, independente de sua natureza jurídica, esfera administrativa e de gestão. Art. 28. Os recursos de investimento destinados à atenção hospitalar considerarão a ampliação da capacidade instalada, a renovação do parque tecnológico e a inovação de tecnologias, respeitando as especificidades regionais e as pactuações locais, de acordo com os seguintes critérios de priorização: I - estar em consonância com as prioridades estabelecidas nos Planos de Saúde Nacional, Estaduais, Distrital e Municipais; II - contemplar os projetos de implementação das Redes Temáticas de Atenção à Saúde e Programas prioritárias do SUS; e III - priorizar regiões remotas com grandes vazios assistenciais. Art. 31. O gestor local levará em consideração os seguintes critérios de priorização para a contratualização: I - hospitais públicos, quais sejam federais, estaduais, distrital ou municipais; II - hospitais de direito privado sem fins lucrativos, que prestam 100% (cem por cento) dos seus serviços ao SUS; III - hospitais de direito privado sem fins lucrativos que prestam o mínimo de 60% (sessenta por cento) dos seus serviços ao SUS; IV - demais hospitais privados sem fins lucrativos; e V - hospitais privados com fins lucrativos. Art. 30. A contratualização tem como finalidade a formalização da relação entre gestores de saúde e hospitais integrantes do SUS por meio do estabelecimento de compromissos entre as partes, promovendo a qualificação da assistência, da gestão hospitalar e do ensino/pesquisa, de acordo com as seguintes diretrizes: I - adequação das ações e serviços contratualizadas às necessidades locais e regionais pactuadas na CIB ou naCIR, quando houver; II - definição das ações e serviços de saúde e atividades de ensino e pesquisa que serão disponibilizadas para o gestor; III - estabelecimento de valores e formas de repasse dos recursos financeiros condicionados ao cumprimento e monitoramento de metas quali-quantitativas; IV - aprimoramento dos processos de avaliação, controle e regulação dos serviços assistenciais; e V - efetivação do controle social e garantia de transparência. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ResoluçãoResolução 141 Política Nacional de Atenção HospitalarPolítica Nacional de Atenção Hospitalar @enferya Art. 33. A implementação da PNHOSP será gradual, a partir da celebração de novas contratualizações, com prioridade para os hospitais que fazem parte das Redes Temáticas de Atenção à Saúde e Programas prioritários do SUS. Art. 32. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, representados por suas instâncias gestoras do SUS, são responsáveis pela organização e execução das ações da atenção hospitalar nos seus respectivos territórios, de acordo com os princípios e diretrizes estabelecidos nesta Portaria. Art. 35. As unidades hospitalares certificadas como Hospitais de Excelência, nos termos da Portaria nº 936/GM/MS, de 27 de abril de 2011 , cumprirão o disposto nesta Portaria quando atuarem na prestação de ações e serviços de saúde para o SUS. Art. 34. Fica instituído o Comitê Gestor da Atenção Hospitalar, com composição tripartite, que monitorará e avaliará a PNHOSP periodicamente, além de estudar e aprofundar as discussões para o aprimoramento de seus eixos estruturantes. Art. 36. A SAS/MS publicará manuais e guias com detalhamento operacional e orientações especificas para a execução da PNHOSP. Art. 37. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 142 Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência @enferya A Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência foi instituída por meio da Portaria nº 1.060, de 5 de junho de 2002 com foco na inclusão das pessoas com deficiência na rede de serviços do Sistema Único de Saúde, o SUS. promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência; assistência integral à saúde da pessoa com deficiência; prevenção de deficiências; ampliação e fortalecimento dos mecanismos de informação; organização e funcionamento dos serviços de atenção à pessoa com deficiência; capacitação de recursos humanos. Entre as profissões que integram essa equipe multi estão: Enfermeiros; Fisioterapeutas; Fonoaudiólogos; Nutricionistas Odontólogos Psicólogos; Terapeutas Ocupacionais, entre outros. É importante saber que a habilitação/reabilitação de pessoas com deficiência pede uma abordagem interdisciplinar, com o envolvimento d profissionais, cuidadores e familiares. São nos Centros Especializados em Reabilitação (CER) que se concentram esses serviços. O Ministério da Saúde, por sua vez, tem buscado fortalecer ações de ampliação e qualificação da oferta de serviços de reabilitação, de forma regionalizada. Princípios da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência: A equipe multidisciplinar na reabilitação da pessoa com deficiência Entre os objetivos dessa rede, estão: I – Ampliar o acesso e qualificar o atendimento às pessoas com deficiência temporária ou permanente; progressiva, regressiva ou estável; intermitente ou contínua no SUS; II – Promover a vinculação das pessoas com deficiência auditiva, física, intelectual, estomia e com múltiplas deficiências e suas famílias aos pontos de atenção; III – Garantir a articulação e a integração dos pontos de atenção das redes de saúde no território, qualificando o cuidado por meio do acolhimento e classificação de risco. Portaria MS/GM nº 1.0600 Portaria MS/GM nº 1.0600 Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 143@enferya No âmbito do SUS, a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, instituída pela Portaria de Consolidação n° 3/GM/MS de 28 de setembro de 2017, diz sobre a necessidade de ampliar, qualificar e diversificar as estratégias para a atenção às pessoas com deficiência por meio de uma rede de serviços integrada, articulada e efetiva. I – Respeito aos direitos humanos, com garantia de autonomia, independência e de liberdade às pessoas com deficiência para fazerem as próprias escolhas; II – Promoção da equidade; III – Promoção do respeito às diferenças e aceitação de pessoas com deficiência, com enfrentamento de estigmas e preconceitos; IV – Garantia de acesso e de qualidade dos serviços, ofertando cuidado integral e assistência multiprofissional, sob a lógica interdisciplinar; V – Atenção humanizada e centrada nas necessidades das pessoas; VI – Diversificação das estratégias de cuidado; VII – Desenvolvimento de atividades no território, que favoreçam a inclusão social com vistas à promoção de autonomia e ao exercício da cidadania; VIII- Ênfase em serviços de base territorial e comunitária, com participação e controle social dos usuários e de seus familiares; IX – Organização dos serviços em rede de atenção à saúde regionalizada, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantir a integralidade do cuidado; X – Promoção de estratégias de educação permanente; O funcionamento da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, por sua vez, se baseia nesses princípios: Além do atendimento, essa portaria ressalta a importância da reabilitação e da prevenção precoces. XI – Desenvolvimento da lógica do cuidado para pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual, estomia e múltiplas deficiências, tendo como eixo central a construção do projeto terapêutico singular; e XII- Desenvolvimento de pesquisa clínica e inovação tecnológica em reabilitação, articuladas às ações do Centro Nacional em Tecnologia Assistiva (MCT). Portaria MS/GM nº 1.0600 Portaria MS/GM nº 1.0600 Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portaria 3088 Portaria 3088 144 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 @enferya Art. 5º A Rede de Atenção Psicossocial é constituída pelos seguintes componentes: I - Atenção Básica em Saúde; II - Atenção Psicossocial Especializada; III - Atenção de Urgência e Emergência; IV - Atenção Residencial de Caráter Transitório; V - Atenção Hospitalar; VI - Estratégias de Desinstitucionalização; e VII - Reabilitação Psicossocial . a) Unidade Básica de Saúde - serviço de saúde constituído por equipe multiprofissional responsável por um conjunto de ações de saúde, de âmbito individual e coletivo, que abrange promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver a atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades. Art. 6º São pontos de atenção da Rede de Atenção Psicossocial em cada componente, os seguintes serviços: b) Equipes de Atenção Básica para populações em situações específicas: - Equipe de Consultório na Rua - Equipe de apoio aos serviços do componente Atenção Residencial de Caráter Transitório c) Centro de Convivência: é unidade pública, articulado às Redes De Atenção à Saúde, em especial à Rede de Atenção Psicossocial, onde são oferecidos à população em geral espaços de sociabilidade, produção e intervenção na cultura e na cidade. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portaria 3088 Portaria 3088 145REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 @enferya II - Atenção Psicossocial Especializada; a) CAPS I: atende pessoas com transtornos mentais graves e persistentes e também com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas de todas as faixas etárias; indicado para municípios com população acima de 20.000 habitantes; d) CAPS AD: atende adultos ou crianças e adolescentes, considerando as normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente, com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas. Serviço de saúde mental aberto e de caráter comunitário, indicado para municípios ou regiões com população acima de 70.000 habitantes. b) CAPS II: atende pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, podendo também atender pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, conforme a organização da rede de saúde local; indicado para municípios com população acima de 70.000 habitantes. c) CAPS III: atende pessoas com transtornos mentais graves e persistentes. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPS Ad; indicado para municípios ou regiões com população acima de 200.000 habitantes. f) CAPS i: atende crianças e adolescentes com transtornos mentais graves e persistentes e os que fazem uso de crack, álcool e outras drogas. Serviço aberto e de caráter comunitário indicado para municípios ou regiões com população acima de 150.000 habitantes. e) CAPS AD III: atende adultos ou crianças e adolescentes, considerando as normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente, com necessidades de cuidados clínicos contínuos. Serviço com no máximo 12 leitos para observação e monitoramento, de funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana; indicado para municípios ou regiões com população acima de 200.000 habitantes. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portaria 3088 Portaria 3088 146 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 @enferya III - Atenção de urgência e emergência: a) Os pontos de atenção da Rede de Atenção às Urgências - SAMU 192, Sala de Estabilização, UPA 24 horas, as portas hospitalares de atenção à urgência/pronto socorro, Unidades Básicas de Saúde, entre outros - são responsáveis, em seu âmbito de atuação, pelo colhimento, classificação de risco e cuidado nas situações de urgência e emergência das pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas; b) Serviços de Atenção em Regime Residencial, dentre os quais Comunidades Terapêuticas - serviço de saúde destinado a oferecer cuidados contínuos de saúde, de caráter residencial transitório por até nove (09) meses para adultos com necessidades clínicas estáveis b) Os Centros de Atenção Psicossocial realizam o acolhimento e o cuidado das pessoas em fase aguda do transtorno mental, seja ele decorrente ou não do uso de crack, álcool e outras drogas, devendo nas situações que necessitem de internação ou de serviços residenciais de caráter transitório, articular e coordenar o cuidado. a) A Unidade de Acolhimento é um ponto de atenção que oferece cuidados contínuos de saúde, com funcionamento 24 horas, em ambiente residencial, para pessoas com necessidade decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, de ambos os sexos, que apresentem acentuada vulnerabilidade social e/ou familiar e demandem acompanhamento terapêutico e protetivo de caráter transitório. Otempo de permanência na Unidade de Acolhimento é de até seis (06) meses. As Unidades de Acolhimento estão organizadas nas seguintes modalidades: - Unidade de acolhimento Adulto, destinados a pessoas que fazem uso do Crack, Álcool e Outras Drogas, maiores de 18 (dezoito) anos; e - Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil, destinadas a adolescentes e jovens (de doze até dezoito anos completos). IV - Atenção Residencial de Caráter Transitório; IV - Atenção Residencial de Caráter Transitório; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portaria 3088 Portaria 3088 147 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - Portaria 3088 de 23 de dezembro de 2011 @enferya V - Atenção Hospitalar: a) Enfermaria especializada para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas em Hospital Geral, oferece tratamento hospitalar para casos graves relacionados aos transtornos mentais e ao uso de álcool, crack e outras drogas, em especial de abstinências e intoxicações severas. O cuidado ofertado deve estar articulado com o Projeto Terapêutico Individual desenvolvido pelo serviço de referência do usuário e a internação deve ser de curta duração até a estabilidade clínica. § 1º O hospital psiquiátrico pode ser acionado para o cuidado das pessoas com transtorno mental nas regiões de saúde enquanto o processo de implantação e expansão da Rede de Atenção Psicossocial ainda não se apresenta suficiente. Estas regiões de saúde devem priorizar a expansão e qualificação dos pontos de atenção da Rede de Atenção Psicossocial para dar continuidade ao processo de substituição dos leitos em hospitais psiquiátricos. § 2º Programa de Volta para Casa é uma política pública de inclusão social que visa contribuir e fortalecer o processo de desinstitucionalização, instituída pela Lei 10.708/2003, que provê auxílio reabilitação para pessoas com transtorno mental egressas de internação de longa permanência. b) O Serviço Hospitalar de Referência para Atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas oferece suporte hospitalar, por meio de internações de curta duração, para usuários de álcool e/ou outras drogas, em situações assistenciais que evidenciarem indicativos de ocorrência de comorbidades de ordem clínicae/ou psíquica, sempre respeitadas as determinações da Lei No- 10.216, de 2001, e sempre acolhendo os pacientes em regime de curtíssima ou curta permanência. Funciona em regime integral, durante 24 horas diárias, nos sete dias da semana, sem interrupção da continuidade entre os turnos. VI - Estratégias de Desinstitucionalização: VII - Reabilitação Psicossocial . Art. 7º O componente Reabilitação Psicossocial da Rede de Atenção Psicossocial é composto por iniciativas de geração de trabalho e renda/empreendimentos solidários/cooperativas sociais. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Portaria nº483Portaria nº483 148 DE 2013DE 2013 @enferya A Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência foi instituída por meio da Portaria nº 1.060, de 5 de junho de 2002 com foco na inclusão das pessoas com deficiência na rede de serviços do Sistema Único de Saúde, o SUS. A Rede de Atenção à Pessoa com Doença Crônica faz parte da política nacional de atenção às pessoas com doenças crônicas, que inclui ainda a a prevenção e o controle do câncer. O plano visa promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o cuidado das DCNT e seus fatores de risco. Suas ações fundamentam-se em três eixos estratégicos: I – vigilância, informação, avaliação e monitoramento; II – promoção da saúde e III – cuidado integral. – realizar a atenção integral à saúde das pessoas com doenças crônicas, em todos os pontos de atenção, através da realização de ações e serviços de promoção e proteção da saúde, prevençãode agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde; – fomentar a mudança no modelo de atenção à saúde, por meio da qualificação da atenção integral às pessoas com doenças crônicas e da ampliação das estratégias para promoção da saúde da população e para prevenção do desenvolvimento das doenças crônicas e suas complicações. O terceiro eixo do plano – cuidado integral – contempla a definição e implementação da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, a qual tem como objetivos: As doenças crônicas, segundo a Portaria nº 483, de 1º de abril de 2014, são aquelas que apresentam início gradual, com duração longa ou incerta, que, em geral, apresentam múltiplas causas e cujo tratamento envolva mudanças de estilo de vida, em um processo de cuidado contínuo que, usualmente, não leva à cura. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtualizaçãoAtualização 149 LEI Nº 14.820, DE 16 DE JANEIRO DE 2024-- LEI 8080 LEI Nº 14.820, DE 16 DE JANEIRO DE 2024-- LEI 8080 @enferya Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), para estabelecer a revisão periódica dos valores de remuneração dos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS), com garantia da qualidade e do equilíbrio econômico-financeiro. Art. 2º O art. 26 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), passa a vigorar acrescido do seguinte § 5º: Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. ART. 26° -- ART 2° ART. 1° Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), para estabelecer a revisão periódica dos valores de remuneração dos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS), com garantia da qualidade e do equilíbrio econômico-financeiro. § 5º Os valores a que se refere o caput deste artigo, para o conjunto das remunerações dos serviços de saúde, serão definidos no mês de dezembro de cada ano, por meio de ato do Ministério da Saúde, devendo-se buscar a garantia da qualidade do atendimento, o equilíbrio econômico-financeiro na prestação dos serviços e a preservação do valor real destinado à remuneração de serviços, observada a disponibilidade orçamentária e financeira." (NR) ART. 3° Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtualizaçãoAtualização 150@enferya Institui a Política Nacional de Cuidados Paliativos - PNCP no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, por meio da alteração da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017. LEI Nº 14.912, DE 3 DE JULHO DE 2024 Lei nº 14.758/2023 Institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer. Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), para determinar a realização de campanhas permanentes sobre os riscos da automedicação. PORTARIA GM/MS Nº 3.681, DE 7 DE MAIO DE 2024 Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), para dispor sobre o atendimento de mulheres vítimas de violência em ambiente privativo e individualizado nos serviços de saúde prestados no âmbito do Sistema Único de Saúde. Lei nº 14.847/2024 Art. 19-V. Os gestores do SUS, em todas as esferas, realizarão campanhas permanentes de conscientização contra a automedicação, com o objetivo de informar a população sobre os riscos dessa prática, especialmente quanto à ingestão de antibióticos ou de medicamentos sujeitos a controle especial." § 1º Para os fins deste Anexo, compreende-se como cuidados paliativos as ações e os serviços de saúde para alívio da dor, do sofrimento e de outros sintomas em pessoas que enfrentam doenças ou outras condições de saúde que ameaçam ou limitam a continuidade da vida. § 2º As ações e serviços públicos de saúde de que trata o § 1º abrangem abordagens de tratamento e prevenção destinadas tanto à pessoa cuidada quanto aos seus familiares e cuidadores. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Brasil. conselho nacional de secretarios de saude. sistema unico de saude / conselho nacional de secretarios de saude. - brasilia: conass, 2011. http://www.conass.org.br/bibliotecav3/pdfs/colecao2011/livro_1.pdf Paim, js o que é sus. rio de janeiro: editora fiocruz, 2009. Mendes, eugenio vilaça. as redes de atenção à saúde. / eugenio vilaça mendes. brasilia: organização panamericana da saude, 2011. 549 p.;il Brasil. constituição da republica federativa do brasil. são paulo; imprensa oficial do estado de são paulo s.a., mesp, 1988. Malta dc et al. politica nacional de promoção da saúde (pnps); capitulos de uma caminhada ainda em construção. ciencia & saúde coletiva, 21 (6); 16831694, 2016. ttps;//www.scielosp.org/pdf/csc/2016.v21n6/1683-1694. Lima, Jeane ; silva carneiro, SAÚDE coletiva. 1. ed. [S. l.]: Medcel, 2020. 413 p. v. 1. NUNES, Everardo Duarte. Saúde coletiva: história de uma idéia e de um conceito. Saude soc., São Paulo , v. 3, n. 2, p. 5-21, 1994 . https://eigierdiagnosticos.com.br/blog/diferencas-promocao-prevencao-saude/ https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp141.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm http://app1.sefaz.mt.gov.br/Sistema/legislacao/constituicaof.nsf/0/4ddaf343a364a5010325675400672374 https://conselho.saude.gov.br/14cns/docs/constituicaofederal.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude_3ed.pdf https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sgtes/pneps#:~:text=A%20PNEPS%20%C3%A9%20considerada%20uma,entre%20ensino%20e%20servi%C3%A7o%2C%20com https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html https://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/FINANCIAMENTO_SUS_SOSTER.pdf Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de setembro de 2017. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 264, de 17 de fevereiro de 2020. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.061, de 18 de maio de 2020. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_humanizacao_pnh_folheto.pdf Portaria nº 3.390, de 30 de dezembro de 2013 e Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017. https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos-noticias/politica-nacional-de-saude-da-pessoa-com-deficiencia-entenda Art. 7º O componente Reabilitação Psicossocial da Rede de Atenção Psicossocial é composto por iniciativas de geração de trabalho e renda/empreendimentos solidários/cooperativas sociais. https://www.saude.ba.gov.br/atencao-a-saude/comofuncionaosus/doencas- cronicas/#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20cr%C3%B4nicas%2C%20segundo%20a,usualmente%2C%20n%C3%A3o%20leva%20%C3%A0%20cura. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2024/prt3681_22_05_2024.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14912-3-julho-2024-795885-publicacaooriginal-172281- pl.html#:~:text=Altera%20a%20Lei%20n%C2%BA%208.080,sobre%20os%20riscos%20da%20automedica%C3%A7%C3%A3o. https://www.crfsp.org.br/noticias/8472-alteracao-na-lei-8080- 90.html#:~:text=Uma%20recente%20altera%C3%A7%C3%A3o%20na%20lei,psicol%C3%B3gico%20e%20cirurgias%20pl%C3%A1sticas%20reparadoras. @enferya REFERÊNCIAS BONS ESTUDOS!! Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.comColaborar na proteção do meio nele compreendido o do trabalho. Sus na CFSus na CF ART 200ART 200 procedimentos produtos e substâncias vigilância sanitária vigilância epidemiológica saúde do trabalhador na área da saúde saneamento básico desenvolvimento científico e tecnológico o controle de seu teor nutricional bem como bebidas e águas para consumo humano. substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; meio ambiente @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com contribuições sociais. 22 seguridade social. diretrizes do SUS. conceito ampliado em saúde. ações e serviços de saúde. assistência na iniciativa privada. competências do SUS. RecapitulandoRecapitulando Art 194 a 200Art 194 a 200 Art 195 Art 194 Art 196 Art 197 Art 198 Art 199 Art 200 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Não existem modelos certos ou errados! 23 Organização das ações de atenção à saúde envolvendo aspectos tecnológicos e assistenciais, com o objetivo de enfrentar e resolver os problemas de saúde de uma coletividade. Surge na década de 1970. Pautados em princípios e diretrizes do SUS São direcionados para atendimento ao individuo na sua singularidade. Centrados nas ações programáticas de saúde. Tem sua expansão em 1930, com a instalação dos centros e postos de saúde. Não valoriza os princípios e as diretrizes da atenção básica e das RAS. Tem enfrentado dificuldades para a promoção e proteção da saúde Ênfase na atenção médica individual. Organização da assistência médica em especialidades. Participação passiva dos usuários de saúde; Desvalorização das ações de prevenção e promoção da saúde. Modelos deModelos de Atenção à saúdeAtenção à saúde @enferya Modelos alternativos Modelos sanitarista Modelo biomédico Não Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Promoção Proteção Recuperação da saúde 24 Dispõe sobre as condições para a: Esta lei regula em todo o território nacional as ações e serviços de saúde. Organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.E dá outras providências. Executados isolada ou conjuntamente em caráter permanente ou eventual. Por pessoas naturais ou jurídicas de Direito Público ou Privado. 1 2 3 4 6 5 7 Lei 8.080Lei 8.080 19 de SET de 199019 de SET de 1990 @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Descentralização político- administrativa 1 2 3 4 5 67 8 10 11 12 13 Princípios ePrincípios e 14 Diretriz Princípio 15 Integralidade de assistência; 25 Universalidade Preservação da autonomia Igualdade da assistência à saúde, Direito à informação, Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário Utilização da epidemiologia Participação da comunidade; 9 Integração Conjugação dos recursos; Capacidade de resolução; Organização dos serviços públicos. diretrizes do SUSdiretrizes do SUS Organização de atendimento público específico e especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica Toda diretriz é um princípio, mas nem todo princípio é uma diretriz @enferya Proteção integral dos direitos humanos de todos os usuários e especial à identificação de maus- tratos, de negligência e de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes. Novidade! Lei 14.679 de 18 de set de 2023 foi acrescentado o XV princípios no art 7. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com DICA: Os doutrinários começam com vogal; 26 Afirmam a garantia do direito a saúde; Universalidade; Integralidade; Equidade; PrincípiosPrincípios doutrinários do SUSdoutrinários do SUS DICA @enferya Atender as necessidades de todos A saúde é um direito de todos Dar às pessoas o que elas precisam para que todos tenham acesso às mesmas oportunidades. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com DICA: Os organizativos começam com consoante; 27 Representam a forma de organização e operacionalização do sistema; Regionalização e hierarquização; Descentralização e comando único; Participação popular; PrincípiosPrincípios organizativos do SUSorganizativos do SUS DICA @enferya Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Atribuições do SUS --> Campos de atuação do SUS: A= Vigilância sanitária B= Vigilância epidemiológica C= Saúde do trabalhador D) Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica; E) Saúde bucal; (Incluída pela Lei nº 14.572, de 2023)) Art. 6º-A. As diferentes instâncias gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS) ficam obrigadas a disponibilizar nas respectivas páginas eletrônicas na internet os estoques de medicamentos das farmácias públicas que estiverem sob sua gestão, com atualização quinzenal, de forma acessível ao cidadão comum.” ArtigosArtigos 28Art 1: Lei 8.080/90 part 1Lei 8.080/90 part 1 Art 2: @enferya A lei é de âmbito nacional --> não se limita ao SUS e nem ao setor público; A saúde é direito de todos e dever do estado; Art 3 Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do país --> determinantes e condicionantes da saúde Art 4 O conjunto de ações e serviços de saúde constitui o SUS; § 1= Constituição do SUS -> instituições públicas (federais, municipais e estaduais) § 2: A iniciativa privada poderá participar de forma complementar do SUS Art 5: Objetivos do SUS: Identificação e divulgação Formulação de políticas de saúde Assistência às pessoas Art 6: Art 7: Princípios e diretrizes do SUS Obs: Com a Lei 14,679/23 foi acrescentado o inciso XV, incluindo a proteção integral dos direitos humanos de todos os usuários Art 8: As ações e serviços de saúde serão organizadas de forma regionalizada e hierarquizada; Art 9; A direção do SUS é única, sendo exercida em cada esfera de governo pelos órgãos: Federal= Ministério da saúde Estadual= Secretária estadual de saúde Municipal= Secretária municipal de saúde Art 10: Consorcio intermunicipal --> união de municípios para garantir as ações e serviços --> § 1= direção única --> § 2= subdivisão de um município em distritos sanitários. Entra em vigor a lei N= 14.654, de 23 de agosto de 2023. Lei 14,715/2023: inclui no campo de atuação do SUS a formulação e execução da política de informação e assistência toxicológica; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14572.htm#art4 DeterminantesDeterminantes 29 Renda e condicionantes da saúdee condicionantes da saúde Moradia @enferya Lazer Meio ambiente Saneamento básico Transporte Trabalho Educação Alimentação Acesso aos bens e serviços essenciais Art 3Resumindo...Resumindo... Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Artigo 6Artigo 6 Conjunto de ações para diminuir riscos a saúde e intervir nos problemas sanitários decorrentes: Através das ações de: 30 Vigilância sanitária Lei 8.080/90 Lei 8.080/90 Vigilância epidemiológica @enferya Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, detecção e prevenção de mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva Vigilância do trabalhador Conjunto de atividades que se destina: A promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores; 1. A recuperação e a reabilitação da saúde dos trabalhadores. 2. Permite conhecer o comportamento da doença ou agravo Tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Seu propósito é fornecer orientação técnica permanenteVigilância sanitária Vigilância epidemiológica Do meio ambiente; Da prestação de serviços de interesse da saúde; Da produção e da circulação de bens. A Vigilância Sanitária abrange: O controle dos bens de consumo que se relacionam com a saúde 1. O controle da prestação de serviços que se relacionam com a saúde 2. Resumindo...Resumindo... Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Artigo 8Artigo 8 31 Regionalização? Lei 8.080/90 Lei 8.080/90 Regionalizada @enferya As ações e serviços de saúde, executados pelo SUS, seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada serão organizados de forma: Hierarquização? Hierarquizada Em níveis de complexidade crescente Mais afinal, o que é? Regionalizar é organizar por regiões. É uma divisão territorial onde está organizado um conjunto de ações e serviços de saúde. As ações e os serviços de saúde devem ser organizados em níveis de complexidade crescente, ou seja: 1- Atenção primária 2- Atenção secundária 3- Atenção terciária Resumindo...Resumindo... Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtribuiçõesAtribuições 32 do SUS -> artigo 6do SUS -> artigo 6 @enferya I - a execução de ações: a) de vigilância sanitária; b) de vigilância epidemiológica; c) de saúde do trabalhador; e d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica; e) Saúde bucal (Lei 14.572 de 8 de maio de 2023 inclui a saúde bucal no campo de atuação do SUS) II - a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico; III - a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde; IV - a vigilância nutricional e a orientação alimentar; V - a colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho; VI - a formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção; VII - o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde; IX - a participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; X - o incremento, em sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico; XI - a formulação e execução da política de sangue e seus derivados. I- II - III- IV- V- VI- VII- X- XI- IX- Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ArtigosArtigos 33Art 13: Lei 8.080/90 part 2Lei 8.080/90 part 2 Art 14: @enferya Atividade que abrangem as comissões intersetoriais --> Alimentação e nutrição Saneamento e meio ambiente Vigilância sanitária e farmacoepidemiologia Recursos humanos Ciência e tecnologia Saúde do trabalhador Deverão ser criadas comissões permanentes de integração entre os serviços e as instituições de ensino profissional e superior --> garantir a educação continuada; 14A: Comissões intergestores bipartite (CIB) e tripartite (CIT) 14B: Conass, Conasems e Cosems Art 15: Atribuições da União, Estados, o Distrito Federal e Municípios Art 16: Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) Art 17: Competências da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) Art 18: Competências da direção municipal do Sistema de Saúde (SUS) Art 19; Ao Distrito Federal competem as atribuições reservadas aos Estados e aos Municípios (19a-19u) Art 12: Comissões Intersetoriais de âmbito nacional com a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. Art 20: Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação, por iniciativa própria, de profissionais liberais, legalmente habilitados, e de pessoas jurídicas de direito privado na promoção, proteção e recuperação da saúde. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com ComissõesComissões 34 INTERGESTORES art 14INTERGESTORES art 14 @enferya Constituída em nível federalConstituída em nível estadual Tripartite- CITBipartite- CIB São responsáveis por decidir sobre aspectos operacionais, financeiros e administrativos do SUS Ministério da saúde- MS Conselho nacional de secretários de saúde- CONASS Conselho nacional de secretarias municipais de saúde- CONASEMS Secretaria estadual de saúde- SES Conselho de Secretários Municipais de Saúde- COSEMS Representa as Secretarias Estaduais de Saúde dos 26 estados e do Distrito Federal Representa todas as Secretarias Municipais de Saúde do Brasil Representa todas as Secretarias Municipais de Saúde do Brasil, no âmbito de cada estado Federal Municipal Estadual Administrar os serviços de saúde Garantir acesso ao sistema Executar ações de saúde Articular as regiões de saúde Mediar o acesso à alta complexidade Planejar no âmbito estadual Apoiar técnica e financeiramente as ações dos municípios. Coordenar o sistema de saúde FEDERAL Formular políticas e diretrizes nacionais Fomentar programas Fiscalizar a execução de recursos federais Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtribuiçõesAtribuições 35 artigo 15/1artigo 15/1 @enferya II - administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em cada ano, à saúde; III - acompanhamento, avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais; IV - organização e coordenação do sistema de informação de saúde; V - elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade e parâmetros de custos que caracterizam a assistência à saúde; VI - elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador; VII - participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente; VIII - elaboração e atualização periódica do plano de saúde; IX - participação na formulação e na execução da política de formação e desenvolvimento de recursos humanos para a saúde; I - definição das instâncias e mecanismos de controle, avaliação e de fiscalização das ações e serviços de saúde; X - elaboração da proposta orçamentária do Sistema Único de Saúde (SUS), de conformidade com o plano de saúde; XI - elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde, tendo em vista a sua relevância pública; XII - realização de operações externas de natureza financeira de interesse da saúde, autorizadas pelo Senado Federal; Atribuições da União, Estados, o Distrito Federal e MunicípiosAtribuições da União, Estados, o Distrito Federal e Municípios 1- II- III- IV- V- VI- VII- VIII- IX- X- XI- XII- Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 36 AtribuiçõesAtribuições artigo 15/2artigo 15/2 @enferya XIV - implementar o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados; XV - propor a celebração de convênios, acordos e protocolos internacionais relativos à saúde, saneamento e meio ambiente; XVI - elaborar normas técnico- científicas de promoção, proteção e recuperação da saúde; XVII - promover articulação com os órgãos de fiscalização do exercício profissional e outras entidades representativas da sociedade civil para a definição e controle dos padrões éticos para pesquisa, ações e serviços de saúde XVIII - promover a articulação da política e dos planos de saúde; XIII - para atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transitórias, decorrentes de situações de perigo iminente, de calamidade pública ou de irrupção de epidemias, a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços, tanto de pessoas naturais como de jurídicas, sendo-lhes assegurada justa indenização; XIX - realizar pesquisas e estudosna área de saúde; XX - definir as instâncias e mecanismos de controle e fiscalização inerentes ao poder de polícia sanitária; XXI - fomentar, coordenar e executar programas e projetos estratégicos e de atendimento emergencial. Atribuições da União, Estados, o Distrito Federal e MunicípiosAtribuições da União, Estados, o Distrito Federal e Municípios XIII- XIV- XV- XVI- XVII- XVIII- XIX- XX- XXI- Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 37 CompetênciasCompetências artigo 16/1artigo 16/1 @enferya a) I - formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição; II - participar na formulação e na implementação das políticas: a) de controle das agressões ao meio ambiente; b) de saneamento básico; e c) relativas às condições e aos ambientes de trabalho; III - definir e coordenar os sistemas: a) de redes integradas de assistência de alta complexidade; b) de rede de laboratórios de saúde pública; c) de vigilância epidemiológica; e d) vigilância sanitária; IV - participar da definição de normas e mecanismos de controle, com órgão afins, de agravo sobre o meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde humana; V - participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e dos ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador; VI - coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica; VII - estabelecer normas e executar a vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, podendo a execução ser complementada pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; VIII - estabelecer critérios, parâmetros e métodos para o controle da qualidade sanitária de produtos, substâncias e serviços de consumo e uso humano; IX - promover articulação com os órgãos educacionais e de fiscalização do exercício profissional, bem como com entidades representativas de formação de recursos humanos na área de saúde; Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) I- II- III- V- VI- VII- VIII- IX- IV- Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 38 CompetênciasCompetências artigo 16/2artigo 16/2 @enferya X - formular, avaliar, elaborar normas e participar na execução da política nacional e produção de insumos e equipamentos para a saúde, em articulação com os demais órgãos governamentais; XI - identificar os serviços estaduais e municipais de referência nacional para o estabelecimento de padrões técnicos de assistência à saúde; XII - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde; XIII - prestar cooperação técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o aperfeiçoamento da sua atuação institucional; XIV - elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e os serviços privados contratados de assistência à saúde; XV - promover a descentralização para as Unidades Federadas e para os Municípios, dos serviços e ações de saúde, respectivamente, de abrangência estadual e municipal; XVI - normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados; XVII - acompanhar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde, respeitadas as competências estaduais e municipais; Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS)Competências da direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) XVIII - elaborar o Planejamento Estratégico Nacional no âmbito do SUS, em cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal; XIX - estabelecer o Sistema Nacional de Auditoria e coordenar a avaliação técnica e financeira do SUS em todo o Território Nacional em cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal. XX - definir as diretrizes e as normas para a estruturação física e organizacional dos serviços de saúde bucal. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 39 IncisosIncisos artigo 16artigo 16 @enferya § 1º A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados à saúde, que possam escapar do controle da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) ou que representem risco de disseminação nacional. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 14.141, de 2021) § 2º Em situações epidemiológicas que caracterizem emergência em saúde pública, poderá ser adotado procedimento simplificado para a remessa de patrimônio genético ao exterior, na forma do regulamento. (Incluído pela Lei nº 14.141, de 2021) § 3º Os benefícios resultantes da exploração econômica de produto acabado ou material reprodutivo oriundo de acesso ao patrimônio genético de que trata o § 2º deste artigo serão repartidos nos termos da Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015. (Incluído pela Lei nº 14.141, de 2021) Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14141.htm#art1 artigo 17artigo 17 CompetênciasCompetências 40 @enferya I - promover a descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde;. II - acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde (SUS); III - prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde; IV - coordenar e, em caráter complementar, executar ações e serviços: a) de vigilância epidemiológica; b) de vigilância sanitária; c) de alimentação e nutrição; e d) de saúde do trabalhador; e) de saúde bucal V - participar, junto com os órgãos afins, do controle dos agravos do meio ambiente que tenham repercussão na saúde humana; VI - participar da formulação da política e da execução de ações de saneamento básico; VII - participar das ações de controle e avaliação das condições e dos ambientes de trabalho; VIII - em caráter suplementar, formular, executar, acompanhar e avaliar a política de insumos e equipamentos para a saúde; IX - identificar estabelecimentos hospitalares de referência e gerir sistemas públicos de alta complexidade, de referência estadual e regional; X - coordenar a rede estadual de laboratórios de saúde pública e hemocentros, e gerir as unidades que permaneçam em sua organização administrativa; Competências da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS)Competências da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) XI - estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e avaliação das ações e serviços de saúde; XII - formular normas e estabelecer padrões, em caráter suplementar, de procedimentos de controle de qualidade para produtos e substâncias de consumo humano; XIII - colaborar com a União na execução da vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras; XIV - o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 41 CompetênciasCompetências artigo 18artigo 18 @enferya I - planejar, organizar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde e gerir e executar os serviços públicos de saúde; II - participar do planejamento, programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde (SUS), em articulação com sua direção estadual; III - participar da execução, controle e avaliação das ações referentes às condições e aosambientes de trabalho; IV - executar serviços: a) de vigilância epidemiológica; b) vigilância sanitária; c) de alimentação e nutrição; d) de saneamento básico; e e) de saúde do trabalhador; f) de saúde bucal. V - dar execução, no âmbito municipal, à política de insumos e equipamentos para a saúde; VI - colaborar na fiscalização das agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar, junto aos órgãos municipais, estaduais e federais competentes, para controlá-las; VII - formar consórcios administrativos intermunicipais; VIII - gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros; XI - controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde; XII - normatizar complementarmente as ações e serviços públicos de saúde no seu âmbito de atuação. Competências da direção municipal do Sistema de Saúde (SUS)Competências da direção municipal do Sistema de Saúde (SUS) IX - colaborar com a União e os Estados na execução da vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras; X - observado o disposto no art. 26 desta Lei, celebrar contratos e convênios com entidades prestadoras de serviços privados de saúde, bem como controlar e avaliar sua execução; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtribuiçõesAtribuições 42 do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19 @enferya Art. 19-A. As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou individualmente, obedecerão ao disposto nesta Lei. Art. 19-B. É instituído um Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, componente do Sistema Único de Saúde – SUS, criado e definido por esta Lei, e pela Lei no 8.142, de 28 de dezembro de 1990 , com o qual funcionará em perfeita integração. Art. 19-C. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena. Art. 19-D. O SUS promoverá a articulação do Subsistema instituído por esta Lei com os órgãos responsáveis pela Política Indígena do País. Art. 19-E. Os Estados, Municípios, outras instituições governamentais e não-governamentais poderão atuar complementarmente no custeio e execução das ações. Art. 19-F. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a realidade local e as especificidades da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e global, contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração institucional. Art. 19-G. O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena deverá ser, como o SUS, descentralizado, hierarquizado e regionalizado. Art. 19-H. As populações indígenas terão direito a participar dos organismos colegiados de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas de saúde, tais como o Conselho Nacional de Saúde e os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, quando for o caso. Art. 19-I. São estabelecidos, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o atendimento domiciliar e a internação domiciliar. Art. 19-J. Em consultas, exames e procedimentos realizados em unidades de saúde públicas ou privadas, toda mulher tem o direito de fazer-se acompanhar por pessoa maior de idade, durante todo o período do atendimento, independentemente de notificação prévia. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8142.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8142.htm Artigo 19 JArtigo 19 J 43 NOVIDADE NOVIDADE @enferya Realizados em unidades de saúde pública ou privadas. Toda mulher tem o direito de fazer-se acompanhar por pessoa maior de idade. -> Durante todo o atendimento; -> Independente de notificação prévia. Em consultas e procedimentos. O acompanhante será de livre indicação da paciente. -> Nos casos em que ela esteja impossibilitada de manifestar sua vontade o seu representante legal estará obrigado a preservar o sigilo das informações de saúde no qual tiver conhecimento em razão do acompanhamento. As unidades de saúde de todo o país ficam obrigadas a manter, em local visível de suas dependências, aviso que informe sobre o direito estabelecido neste artigo. Nos casos de atendimentos realizado em centro cirúrgico ou unidade de terapia intensiva com restrições relacionadas à segurança ou à saúde dos pacientes, devidamente justificadas pelo corpo clínico, somente será admitido acompanhante que seja profissional de saúde Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 44 AtribuiçõesAtribuições do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19 @enferya Art. 19-M. A assistência terapêutica integral a que se refere a alínea d do inciso I do art. 6o consiste em: I - dispensação de medicamentos e produtos de interesse para a saúde, cuja prescrição esteja em conformidade com as diretrizes terapêuticas definidas em protocolo clínico para a doença ou o agravo à saúde a ser tratado ou, na falta do protocolo, em conformidade com o disposto no art. 19-P; II - oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, constantes de tabelas elaboradas pelo gestor federal do Sistema Único de Saúde - SUS, realizados no território nacional por serviço próprio, conveniado ou contratado. Art. 19-N. Para os efeitos do disposto no art. 19-M, são adotadas as seguintes definições: I - produtos de interesse para a saúde: órteses, próteses, bolsas coletoras e equipamentos médicos; II - protocolo clínico e diretriz terapêutica: documento que estabelece critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS. Art. 19-O. Os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas deverão estabelecer os medicamentos ou produtos necessários nas diferentes fases evolutivas da doença ou do agravo à saúde de que tratam, bem como aqueles indicados em casos de perda de eficácia e de surgimento de intolerância ou reação adversa relevante, provocadas pelo medicamento, produto ou procedimento de primeira escolha. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtribuiçõesAtribuições 45 do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19 @enferya Art. 19-P. Na falta de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, a dispensação será realizada: I - com base nas relações de medicamentos instituídas pelo gestor federal do SUS, observadas as competências estabelecidas nesta Lei, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite; II - no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, de forma suplementar, com base nas relações de medicamentos instituídas pelos gestores estaduais do SUS, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada na Comissão Intergestores Bipartite; III - no âmbito de cada Município, de forma suplementar, com base nas relações de medicamentos instituídas pelos gestores municipais do SUS, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada no Conselho Municipal de Saúde. Art. 19-Q. A incorporação, a exclusão ou a alteração pelo SUS de novos medicamentos, produtos e procedimentos, bem como a constituição ou a alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, são atribuições do Ministério da Saúde, assessorado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Art. 19-R. A incorporação, a exclusão e a alteração a que se refere o art. 19-Q serão efetuadas mediante a instauração de processo administrativo, a ser concluído em prazo não superior a 180 (cento e oitenta)dias, contado da data em que foi protocolado o pedido, admitida a sua prorrogação por 90 (noventa) dias corridos, quando as circunstâncias exigirem. Lei nº 14.655/2023 (altera o art. 19-Q da Lei nº 8.080/90) A composição da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS contará com a participação de: 1 representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde. 1 representante, especialista na área indicado pelo Conselho Federal de Medicina. 1 representante, especialista na área indicado pela Associação Médica Brasileira. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com AtribuiçõesAtribuições 46 do SUS -> artigo 19do SUS -> artigo 19 @enferya Art. 19-T. São vedados, em todas as esferas de gestão do SUS: I - o pagamento, o ressarcimento ou o reembolso de medicamento, produto e procedimento clínico ou cirúrgico experimental, ou de uso não autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA; II - a dispensação, o pagamento, o ressarcimento ou o reembolso de medicamento e produto, nacional ou importado, sem registro na Anvisa. Parágrafo único. Excetuam-se do disposto neste artigo: I - medicamento e produto em que a indicação de uso seja distinta daquela aprovada no registro na Anvisa, desde que seu uso tenha sido recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), demonstradas as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança, e esteja padronizado em protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde; II - medicamento e produto recomendados pela Conitec e adquiridos por intermédio de organismos multilaterais internacionais, para uso em programas de saúde pública do Ministério da Saúde e suas entidades vinculadas, nos termos do § 5º do art. 8º da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. Art. 19-U. A responsabilidade financeira pelo fornecimento de medicamentos, produtos de interesse para a saúde ou procedimentos de que trata este Capítulo será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9782.htm#art8%C2%A75 ArtigosArtigos 47 Art 21: Lei 8.080/90 part 3Lei 8.080/90 part 3 Art 22: @enferya A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde, serão observados os princípios éticos e as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto às condições para seu funcionamento. Art 23: É permitida a participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde nos seguintes casos: I - doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas, de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos; II - pessoas jurídicas destinadas a instalar, operacionalizar ou explorar Art 24:: Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Art 25: Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Art 26: Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecidos pela direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), aprovados no Conselho Nacional de Saúde. Art 28: Art 27: A política de recursos humanos na área da saúde será formalizada e executada, articuladamente, pelas diferentes esferas de governo Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidas em regime de tempo integral. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 48 IncisosIncisos artigo 26artigo 26 @enferya § 1° Na fixação dos critérios, valores, formas de reajuste e de pagamento da remuneração aludida neste artigo, a direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva qualidade de execução dos serviços contratados. § 2° Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. § 4° Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde (SUS). Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 49 TelessaúdeTelessaúde artigo 26artigo 26 @enferya Art. 26-A. A telessaúde abrange a prestação remota de serviços relacionados a todas as profissões da área da saúde regulamentadas pelos órgãos competentes do Poder Executivo federal e obedecerá aos seguintes princípios: I - autonomia do profissional de saúde; II - consentimento livre e informado do paciente; III - direito de recusa ao atendimento na modalidade telessaúde, com a garantia do atendimento presencial sempre que solicitado; IV - dignidade e valorização do profissional de saúde; V - assistência segura e com qualidade ao paciente; VI - confidencialidade dos dados; VII - promoção da universalização do acesso dos brasileiros às ações e aos serviços de saúde; VIII - estrita observância das atribuições legais de cada profissão; IX - responsabilidade digital. Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022) Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 50 TelessaúdeTelessaúde artigo 26artigo 26 @enferya Art. 26-B. Para fins desta Lei, considera-se telessaúde a modalidade de prestação de serviços de saúde a distância, por meio da utilização das tecnologias da informação e da comunicação, que envolve, entre outros, a transmissão segura de dados e informações de saúde, por meio de textos, de sons, de imagens ou outras formas adequadas. Ao profissional de saúde são asseguradas a liberdade e a completa independência de decidir sobre a utilização ou não da telessaúde, inclusive com relação à primeira consulta, atendimento ou procedimento, e poderá indicar a utilização de atendimento presencial ou optar por ele, sempre que entender necessário. Compete aos conselhos federais de fiscalização do exercício profissional a normatização ética relativa à prestação dos serviços previstos neste Título, aplicando-se os padrões normativos adotados para as modalidades de atendimento presencial, no que não colidirem com os preceitos desta Lei. Na prestação de serviços por telessaúde, serão observadas as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto às condições para seu funcionamento, observada a competência dos demais órgãos reguladores. Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022) Art. 26-C. Art. 26-D. Art. 26-E. Art. 26-B. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 51 TelessaúdeTelessaúde artigo 26artigo 26 @enferya É dispensada a inscrição secundária ou complementar do profissional de saúde que exercer a profissão em outra jurisdição exclusivamente por meio da modalidade telessaúde. O ato normativo que pretenda restringir a prestação de serviço de telessaúde deverá demonstrar a imprescindibilidade da medida para que sejam evitados danos à saúde dos pacientes. Art. 26-G. A prática da telessaúde deve seguir as seguintes determinações: Lei nº 14.510, de 2022)Lei nº 14.510, de 2022) I - ser realizada por consentimento livre e esclarecido do paciente,ou de seu representante legal, e sob responsabilidade do profissional de saúde; II - prestar obediência aos ditames das Leis nºs 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), 12.842, de 10 de julho de 2013 (Lei do Ato Médico), 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei Geral de Proteção de Dados), 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor) e, nas hipóteses cabíveis, aos ditames da Lei nº 13.787, de 27 de dezembro de 2018 (Lei do Prontuário Eletrônico). Art. 26-H. Art. 26-F. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Fontes de recursos Serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde; III - ajuda, contribuições, doações e donativos; IV - alienações patrimoniais e rendimentos de capital; V - taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); e VI - rendas eventuais, inclusive comerciais e industriais. 52 Art 30: ArtigosArtigos Lei 8.080/90 part 4Lei 8.080/90 part 4 @enferya As especializações na forma de treinamento em serviço sob supervisão serão regulamentadas por Comissão Nacional, instituída de acordo com o art. 12 desta Lei, garantida a participação das entidades profissionais correspondentes. Art 31 O orçamento da seguridade social destinará ao Sistema Único de Saúde (SUS) de acordo com a receita estimada, os recursos necessários à realização de suas finalidades, previstos em proposta elaborada pela sua direção nacional, com a participação dos órgãos da Previdência Social e da Assistência Social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Art 32: Art 33: Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) serão depositados em conta especial, em cada esfera de sua atuação, e movimentados sob fiscalização dos respectivos Conselhos de Saúde. Art 34: As autoridades responsáveis pela distribuição da receita efetivamente arrecadada transferirão automaticamente ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), observado o critério do parágrafo único deste artigo, os recursos financeiros correspondentes às dotações consignadas no Orçamento da Seguridade Social, a projetos e atividades a serem executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Art 35: Critérios utilizados para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Municípios Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Não será permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa. 53 Art 36: ArtigosArtigos Lei 8.080/90 part 5Lei 8.080/90 part 5 @enferya O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos, compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios, dos Estados, do Distrito Federal e da União. Art 38: Art 43: A gratuidade das ações e serviços de saúde fica preservada nos serviços públicos contratados, ressalvando-se as cláusulas dos contratos ou convênios estabelecidos com as entidades privadas. Art 35: O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde, em função das características epidemiológicas e da organização dos serviços em cada jurisdição administrativa. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se ao Sistema Único de Saúde (SUS), mediante convênio, preservada a sua autonomia administrativa, em relação ao patrimônio, aos recursos humanos e financeiros, ensino, pesquisa e extensão nos limites conferidos pelas instituições a que estejam vinculados. Art 45: Art 46: O Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecerá mecanismos de incentivos à participação do setor privado no investimento em ciência e tecnologia e estimulará a transferência de tecnologia das universidades e institutos de pesquisa aos serviços de saúde nos Estados, Distrito Federal e Municípios, e às empresas nacionais. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com Sem prejuízo de outras sanções cabíveis, constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas (Código Penal, art. 315) a utilização de recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) em finalidades diversas das previstas nesta lei. 54 Art 47 ArtigosArtigos Lei 8.080/90 part 5Lei 8.080/90 part 5 @enferya O Ministério da Saúde, em articulação com os níveis estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS), organizará, no prazo de dois anos, um sistema nacional de informações em saúde, integrado em todo o território nacional, abrangendo questões epidemiológicas e de prestação de serviços. Art 52: Art 53 A Na qualidade de ações e serviços de saúde, as atividades de apoio à assistência à saúde são aquelas desenvolvidas pelos laboratórios de genética humana, produção e fornecimento de medicamentos e produtos para saúde, laboratórios de analises clínicas, anatomia patológica e de diagnóstico por imagem e são livres à participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros. Art 50: Os convênios entre a União, os Estados e os Municípios, celebrados para implantação dos Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde, ficarão rescindidos à proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art315 55Art 1 LeiLei N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023 @enferya Art. 1º Esta Lei institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer. Institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer e altera a Lei Nº 8080/1990 (Lei Orgânica da Saúde). Art 2 Art. 2º É instituída a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, que tem como principais objetivos: I - diminuir a incidência dos diversos tipos de câncer; II - garantir o acesso adequado ao cuidado integral; III - contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos usuários diagnosticados com câncer; IV - reduzir a mortalidade e a incapacidade causadas pelo câncer. Art. 4º O poder público manterá sistema de dados com capacidade de registro das suspeitas e confirmações de câncer, bem como de todo o processo de assistência, desde a suspeita, incluídas as etapas de diagnóstico, de tratamento e de recuperação, entre outras que permitam a supervisão eficaz da execução da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 56Art 8 LeiLei N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023 @enferya Art. 8º No âmbito da atenção especializada ao paciente com câncer, será garantido o cuidado multidisciplinar, que contará, no mínimo, com a participação de profissionais das áreas de psicologia, de serviço social, de nutrição, de fisioterapia, de fonoaudiologia, de odontologia e de terapia ocupacional. Art 9 Art. 9º O art. 19-R da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), passa a vigorar acrescido do seguinte § 3º: § 3º O procedimento referido no caput deste artigo tramitará em regime prioritário quando se tratar de análise de medicamento, de produto ou de procedimento relacionado à assistência da pessoa com câncer." (NR) Art. 10. A partir da publicação da decisão de incorporar uma nova tecnologia em oncologia, as áreas técnicas terão o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para efetivar sua oferta no SUS. Art 10 Art. 11. É estabelecida, no âmbito daPolítica Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, a reabilitação de pacientes com sequelas ou com limitações em decorrência do câncer ou do seu tratamento, observados os seguintes objetivos: I - diminuir, eliminar ou controlar perdas funcionais, desconfortos e sofrimento psíquico; II - garantir acesso oportuno a procedimentos clínicos ou cirúrgicos de correção de sequelas ou mutilações; III - oferecer suporte psicossocial e nutricional; IV - iniciar de forma precoce as medidas de pré-reabilitação e de reabilitação. Art 11 Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 57 Art 12 LeiLei N°14.758 de 2023N°14.758 de 2023 @enferya Art. 12. Os cuidados paliativos dos pacientes com câncer devem estar disponíveis em todos os níveis de atenção à saúde no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, observados os seguintes princípios: I - oferecimento de alívio para dor e outros sintomas que prejudiquem a qualidade de vida; II - reafirmação da vida e da morte como processos naturais; III - integração do cuidado clínico com os aspectos psicológicos, sociais e espirituais; IV - abstenção da utilização de medidas com o objetivo de apressar ou de adiar a morte; V - oferecimento de apoio e de suporte para auxílio à família e ao paciente, com o objetivo de mantê-lo em seu ambiente e vivendo o mais ativamente possível; VI - abordagem interdisciplinar clínica e psicossocial dos pacientes e de suas famílias, incluídos aconselhamento e suporte ao luto; VII - garantia de acesso à terapia antiálgica. Art. 14. Os parâmetros, as metas e os indicadores para avaliação e monitoramento da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer devem estar contidos nos instrumentos de gestão definidos pelo sistema de planejamento do SUS, na forma do regulamento. Art 14 Art. 13. É instituído o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer. Art 13 Art. 15. As comissões intergestores do SUS pactuarão as responsabilidades dos entes federativos nas suas respectivas linhas de cuidado que compõem a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, de acordo com as características demográficas e epidemiológicas e o desenvolvimento econômico-financeiro das regiões de saúde. Art. 16. Esta Lei entra em vigor após decorridos 180 (cento e oitenta) dias de sua publicação oficial. Art 15 Art 16 Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 58Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos seguintes princípios e diretrizes gerais: I - reconhecimento do câncer como doença crônica passível de prevenção, curável, tratável e controlável; II - organização de redes de atenção regionalizadas e descentralizadas, com respeito a critérios de acesso, escala e escopo, considerados os protocolos e as diretrizes do SUS; III - articulação intersetorial e garantia de ampla participação e controle social; IV - organização das ações e dos serviços destinados ao cuidado integral das pessoas com câncer na rede de atenção à saúde do SUS, com base em parâmetros e critérios de necessidade e em diretrizes baseadas em evidências científicas; V - atendimento multiprofissional a todos os usuários com câncer, com oferta de cuidado compatível a cada nível de atenção e evolução da doença; VI - realização de ações intersetoriais, buscando-se parcerias que propiciem o desenvolvimento das ações de prevenção e controle do câncer; VII - organização da vigilância do câncer por meio da informação, da identificação, do monitoramento e da avaliação das ações de controle da doença e de seus fatores de risco e de proteção; VIII - utilização, de forma integrada, dos dados e das informações epidemiológicas e assistenciais, coletados por meio dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC) e por outras fontes disponíveis, para o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações e dos serviços para prevenção e controle do câncer; IX - implementação e aperfeiçoamento permanente da produção e da divulgação de informações, com vistas a subsidiar o planejamento de ações e de serviços para prevenção e controle do câncer; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 59Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos seguintes princípios e diretrizes gerais: X - monitoramento e avaliação do desempenho e dos resultados das ações e dos serviços prestados nos diversos níveis de atenção à saúde, para prevenção e controle do câncer, com utilização de critérios técnicos, mecanismos e parâmetros previamente definidos; XI - monitoramento e avaliação da acessibilidade aos serviços de saúde, do tempo de espera para início do tratamento e da satisfação dos usuários; XII - realização de pesquisas ou de inquéritos populacionais sobre a morbidade e os fatores de risco e de proteção contra o câncer; XIII - estabelecimento de métodos e mecanismos para análise de viabilidade econômico-sanitária de empreendimentos públicos no Complexo Econômico-Industrial da Saúde, direcionados a prevenção e controle do câncer; XIV - implementação da rede de pesquisa para prevenção e controle do câncer, de modo a aumentar a produção de conhecimento nacional relacionada a essa área; XV - fomento à formação e à especialização de recursos humanos, bem como à qualificação da assistência por meio da educação permanente dos profissionais envolvidos com o controle do câncer nas redes de atenção à saúde nos diferentes níveis de atenção, sobretudo na atenção primária; XVI - implementação, nas Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES) estaduais, de projetos educativos direcionados à prevenção e ao controle do câncer em todas as suas dimensões assistenciais, de gestão e que envolvam a ciência, a tecnologia e a inovação em saúde; XVII - estímulo à formulação de estratégias de comunicação com a população em parceria com os movimentos sociais, com os profissionais da saúde e com outros atores sociais, que permitam disseminar e ampliar o conhecimento sobre o câncer e seus fatores de risco, as diversas diretrizes de prevenção e controle da doença e a tradução do conhecimento para os diversos públicos-alvo; Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com XVIII - humanização do atendimento e garantia de apoio psicológico e psiquiátrico às pessoas com suspeita ou confirmação de câncer, bem como aos seus familiares; XIX - busca pela incorporação de tecnologias diagnósticas e terapêuticas mais precisas e menos invasivas; XX - humanização dos ambientes e dos processos de trabalho dos cuidadores e das equipes de saúde que atuam no cuidado integral das pessoas com suspeita ou confirmação de câncer; XXI - contribuição para a implementação integral do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil. 60Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 3º A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos seguintes princípios e diretrizes gerais: Licenciado para - M ariane C osta S iqueira dos S antos - 19854713709 - P rotegido por E duzz.com 61Lei N°14.758 de 2023Lei N°14.758 de 2023 @enferya Art. 5º São princípios e diretrizes relacionados à prevenção e à promoção da saúde no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer: I - identificação e intervenção nos determinantes e condicionantes dos tipos de câncer, orientadas para o desenvolvimento de ações intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a saúde e a qualidade de vida; II - fortalecimento de políticas públicas que visem a desenvolver ao máximo a saúde potencial de cada cidadão, incluídas políticas que tenham como objeto a criação de ambientes favoráveis