Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Ricardo Raineri
Fiber Optics Specialists
Ricardo.raineri@viavisolutions.com
VIAVI Brasil
Workshop 
FTTx / GPON
mailto:Ricardo.raineri@viavisolutions.com
2
Atualização Tecnológica: Janelas de Transmissão
▪ Hoje E-/G-PON utilizam 2 comprimentos de onda para comunicação
▪ Downstream 2.5 Gbps em 1490 nm & Upstream 1.2 Gbps em 1310 nm
Fonte: FTTH EMEA D&O Committee FTTH Poland 2015
1260 1280 1290 1330 1480 1500 1524-1544 1575-1581 1598-1603 1603-1625 1625 - 1675
OTDRGPON
Up
GPON
Down
1550
RFNG-PON2
Up
NG-PON2
Down
PtP
WDM
XGS-PON
Down
XGS-PON
Up
• RF overlay em 1550nm não sofre impacto
• 10GE / XGS-PON traz 2 novos λ para serviços 10 Gbps
• Downstream 10 Gbps em 1577 nm & Upstream 10 Gbps em 1270 nm
• Serviços Futuros: NG-PON2 suporta múltiplos canais de 10Gbps
• Downstream 40/80 Gbps em 4/8 canais TWDM entre 1589 – 1603 nm
• Upstream 10/20 Gbps em 4/8 canais TWDM entre 1524 – 1544 nm
• Janela para testes em fibras ativas (OTDR): 1625 nm – 1675 nm
• Janela adicional para canais PtP WDM de alta velocidade: 1603 – 1625 nm 
3
Por que um Power meter específico?
Splitter 1
GPON OLT
Central Office
Drop 
Terminal
Drop 
Terminal
Splitter 2
CEx: Elementos Coexistentes
1577nm
Downstream
1270nm
Upstream
XGS-PON
XGS-PON
OLT
CEx
1490nm
Downstream
1310nm
Upstream
GPON
• Power Meter Seletivo é necessário
• Filtros ópticos para medir downstream em1490/1577 nm e 1550nm
• Verificação do Sistema correto (G-PON_1490  XGS-PON_1577)
• Downstream com comprimentos de onda combinados
• Dados em 1490nm (G-PON) e em 1577nm (XGS-PON) 
• Power Meter de Banda Larga (BBPM) só consegue medir a potencia combinada => não há
separação entre 1490nm e 1577nm => potência apresentada é uma soma das duas
potências
4
Por que um Power meter específico?
850nm 1310nm 1490nm 1550nm 1650nm
5
Por que um Power meter específico?
850nm 1310nm 1490nm 1550nm 1650nm
Power Meter Banda Larga (BBPM)
Centralizado em 1490nm
6
850nm 1310nm 1490nm 1550nm 1650nm
Valor na tela do PM: 
-19dBm
Power Meter Banda Larga (BBPM)
Centralizado em 1490nm
Por que um Power meter específico?
7
Por que um Power meter específico?
850nm 1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1550nm
Video RF
1650nm
Power Meter Banda Larga (BBPM)
Centralizado em 1490nm
Valor na tela do PM: 
-7dBm
8
Por que um Power meter específico?
850nm 1650nm
Valor na tela do PM: 
-6dBm
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Power Meter Banda Larga (BBPM)
Centralizado em 1490nm
9
Por que um Power meter específico?
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1490nm = -19dBm
1550nm = -3dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
10
Por que um Power meter específico?
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1490nm = -19dBm
1577nm = -17dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
11
Por que um Power meter específico?
• Power Meter Seletivo com modo through é necessário PARA MEDIR O UPSTREAM
• Se o Power Meter tem somente uma porta, seria necessário desconectar a ONT da fibra e conectá-la diretamente ao PM
• Ao faze-lo, a ONT seria desconectada da OL, perdendo assim seu timeslot
• Sem timeslot a ONT não transmite, logo o Power Meter apresenta valor “LOW” (ou sem sinal)
• ONTs se comunicam através de TDMA
• Cada ONT adquire um timeslot ao sincronizar-se com a OLT 
• Se uma ONT é adicionaa ou removida, o relógio é modificado ( com mais ou menos posições)
1310nm 1490nm
1490 / 1550nm
1310nm
2
ONT
1310nm
Meter
1
Meter
2
1550nm
Meter
3
1490 / 1550nm
OLT
• O Power Meter Seletivo com modo through deve:
• Possuir uma porta de entrada (OLT) e uma porta de saída (ONT)
• Estar preparado para medir em modo de rajada
• Possuir um filtro para cada janela de transmissão
12
O
N
T
R
U
A
Por que um Power meter específico
13
Por que um Power meter específico
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1310nm = +2dBm
1490nm = -19dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
14
Por que um Power meter específico
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1310nm = +2dBm
1490nm = -19dBm
1550nm = -3dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
15
Por que um Power meter específico
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1270nm = +1dBm
1310nm = +2dBm
1490nm = -19dBm
1577nm = -17dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
16
Por que um Power meter específico
Power Meter Seletivo (SPM)
- Um filtro pra cada janela
1310nm
US GPON
1490nm
DS GPON
1577nm
DS XGSPON
Valor na tela do PM:
1270nm = +1dBm
1310nm = +2dBm
1490nm = -19dBm
1550nm = -3dBm
1577nm = -3dBm
1270nm
US XGSPON
1550nm
Video RF
Inspeção e Limpeza
19
Conexão Óptica entre 2 Conectores
Acoplador Óptico
Conector de 
Fibra
Alinhamento Alinhamento
Contato
Físico
Fibra
Ferrolho
20
O que torna BOA uma conexão de fibras?
▪ Perfeito alinhamento
do núcleo
▪ Contato físico
▪ Conectores livre de 
sujeiras
Os 3 princípios básicos que são críticos para atingir uma eficiente
conexão óptica são:
Núcleo
Casca
LIMPO
Luz Transmitida
21
O que torna uma MÁ conexão de fibras?
▪ Uma única partícula
acoplada no núcleo da 
fibra pode causar uma
significativa reflexão,
perda por inserção e 
até danificar o 
equipamento.
Hoje em dia, os projetos dos conectores e as técnicas de produção dos 
mesmos tem ajudado a eliminar as diversas dificuldades para atingir o 
alinhamento de núcleo e o contato físico.
O desafio ainda é manter a face do conector livre de impurezas. Como 
resultado, a CONTAMINAÇÃO é a razão numero 1 de problemas em redes
ópticas.
SUJEIRA
Núcleo
Casca
Reflexão
Perda por
InserçãoLuz
22
Migração de Partículas
11.8µ
15.1µ
10.3µ
Núcleo
Casca
▪ Toda vez que é feita uma conexão, particulas da fibra são transferidas.
▪ Partículas maiores que 5µm costumam explodir, e se multiplicarem.
▪ Partículas grandes, podem gerar “air gaps” diminuindo a qualidade do contato. 
▪ Partículas menores que 5µm tendem a se mesclarem à superfície, gerando riscos e 
pontos irreparáveis.
Face atual do conector fixo (ONT)
23
Migração de Partículas & Degradação do Sinal
▪ Note que para cada contato, a atenuação do sinal aumenta, diminuindo a 
performance dos sinais.
Face atual do conector fixo (ONT)
-20
-30
-40
-50
-60
-70
Contaminação 
Inicial
1º contato 2º contato 3º contato
Degradação do Sinal
-67.5 -67.2
-62.3
-39.6
24
▪ Uma vez que conectores com detritos incorporados são removidos, fendas
e lascas permanecem na fibra. 
▪ Estas fendas podem atrapalhar a transmissão de luz, causando reflexão, 
perda por inserção ou danos a outros componentes da rede.
A maioria dos conectores não é inspecionada até que o problema seja
detectado… DEPOIS que o dano permanente tenha ocorrido.
Acoplamento de 
conectores sujos embute
detritos na fibra.
Núcleo
Casca
Reflexão Perda por InserçãoLuz
SUJEIRA
(dano permanente)
Pressão de acoplamento
de 1kg sobre um 
diâmetro de 200 µm gera
3.200 kgf/cm².
Sujeira Danifica Fibra!
25
Tipos de Contaminação
A face do conector deve ser livre de qualquer contaminação ou sujeira, como
mostra a figura:
Tipos comum de contaminação e defeitos:
Sujeira/Pó Óleo/Gordura Fendas e Lascas Riscos
Fibra Monomodo
26
Tipos de Face do Conector
▪ PC – Physical Contact ▪ APC – Angled Physical Contact
▪ O ângulo reduz a reflexão para o 
conector
SC - PC SC - APC
27
Contaminação de conectores vs Desempenho
Contaminação de conectores e seu efeito no desempenho
Conexão Limpa
Reflexão (ORL) = 67.5 dB
Perda (IL) = 0.250 dB
1
ConexãoSuja
Reflexão (ORL) = 32.5 dB
Perda (IL) = 4.87 dB
3
No traço do OTDR pode-se perceber a diferença de reflexão e 
atenuação entre um conector limpo (1) e um conector sujo (3)
28
Teste Real
29
Os Patch cords são de mais fácil acesso e inspeção comparados a um conector “fêmea” 
em um DGO, que usualmente não é verificado. 
O lado do bulkhead representa metade da conexão, contudo, é mais propenso a estar 
sujo e ser mais problemático. 
Inspeção e Limpeza de Conectores
Inspecionar AMBOS os lados da conexão é a única forma de 
assegurar-se que estará livre de contaminação e defeitos
Bulkhead (“Fêmea”)Patch Cord (“Macho”)
30
Inspecionar Antes de Conectar
CONNECTINSPECT
CLEAN
Is it
clean?
NO YES
31
32
Redes GPON Balanceadas
33
Arquitetura PON
1490/1550 nm
▪ OLT → Transmissão Descendente (Downstream)
– Voz / Video IP / Dados @ 1490 nm
– Video analógico (RF) @ 1550 nm
Splitters
Distribução
(Secundária)
ONT
ONT
ONT
W
D
M
Splitter*
PON OLT
Video AMP
Video RF
Escritório Central
Alimentação
(Primária)
* É possível ter vários splitters em cascata
1310 nm
▪ ONT → Transmissão Ascendente (Upstream)
– Voz / Dados @ 1310 nm
34
Cálculo de Budget (Orçamento Óptico)
OLT DGO
S1 
(1x8)
S2 
(1x8)PTOONT
D3 = 150m
D1 = 1km
D2 = 5km
+3dBm
-27dBm
Perda Max 30dB
Perda total ??
Margem ??
DGOI
CDOI
35
Cálculo de Budget (Orçamento Óptico)
Evento Atenuação Quantidade Total
Emendas 0,2dB 7 1,4dB
Conectores 0,5dB 7 3,5dB
Splitter 1 (1x8) 10,5dB 1 10,5dB
Splitter 2 (1x8) 10,5dB 1 10,5dB
Distância (1310nm) 0,35dB/km 6,15 2,15dB
Distância (1550nm) 0,25dB/km 6,15 1,54dB
28,05dB
Splitter Atenuação 
Teórica
Atenuação 
Real
1x2 3dB ~3,7 dB
1x4 6dB ~7,3 dB
1x8 9dB ~10,5 dB
1x16 12dB ~14 dB
1x32 15dB ~ 17dB
1x64 18dB ~ 21dB
100%
25%
25%
25%
25%
36
Cálculo de Budget (Orçamento Óptico)
OLT DGO
S1 
(1x8)
S2 
(1x8)PTOONT
D3 = 150m
D1 = 1km
D2 = 5km
+3dBm
-27dBm
Perda Max 30dB
Perda total 28,05dB
Margem 1,95dB
DGOI
CDOI
37
Tipos de Testes – Medições Recomendadas
C
o
n
s
tr
u
ç
ã
o
In
s
ta
la
ç
ã
o
M
a
n
te
n
ç
ã
o
/ 
M
o
n
it
o
ra
ç
ã
o
Qualidade da Fibra
Medição de perda de inserção para caracterizar o enlace, 
medição de perda de retorno
Equipamentos : LTS, PM, ORL meter
Caracterizar a fibra com OTDR
Testes Ópticos
Verificar a potência óptica em cada comprimento de onda
usando um Power Meter Seletivo
Manutenção da Fibra
Medir potência óptica com um Power Meter Seletivo. 
Localizar falhas com OTDR para PON
Monitoração de Fibra
Terminais
ONT
ONT
W
D
M
Splitter*
PON OLT
Escritório Central
1490/1550 nm
1310 nm
38
Fluxograma de Manutenção
Somente
uma ONT? 
Ou várias
com 
problema?
Estão
conectados
em um 
mesmo
splitter?
As potências
estão dentro 
dos 
limiares?
O 1490nm 
apresenta
potência
baixa ou
nula?
O 1310nm 
apresenta
potência
baixa ou
nula?
Problema
resolvido?
Verificar com um 
Certificador GPON ANTES 
de entrar na casa do cliente
(verificar Potências, ID da 
OLTe Status da ONT) 
Testar com OTDR 1625nm 
em campo para encontrar o 
ponto de falha (fibra cortada
ou atenuada)
Visitar o cliente: inspecionar
e limpar os conectores do 
cliente (Splitter secundário, 
Roseta e ONT)
Verificação de 
aprovisionamento
e configuração da 
ONT no sistema
Fim
Verificar e/ou
substituir a 
ONT
Chamado de um Cliente
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Não
Não
Não
Não
Não
Várias
Somente uma
39
Testes de OTDR GPON x Ponto a Ponto
CDOE
OLT
CDOI
DistributionFeeder
1310 nm
1490 nm
ONT
ONT
ONT
40
Testes com OTDR
Os picos não são identificáveis!
Zonas “invisíveis” largas
Traço REAL com 32 picos de assinantes (ONT)
41
Testes de OTDR
CDOE
OLT
CDOI
DistributionFeeder
1310 nm
1490 nm
ONT
ONT
ONT
42
Medições com OTDR a partir do usuário final
Testes através de Splitters 1x128
3 Splitters em Cascata, 1x2, 1x8 e 1x8
SmartOTDR
Reflectometria Óptica
44
OTDR
É o Teste mais importante nos enlaces de fibra óptica
SmartOTDR
Com ele medimos…
▪ Distância Óptica
▪ A eventos – fusões, conectores
▪ Falhas, final de fibra
▪ Perdas (dB)
▪ Fusões, Conectores
▪ Pérda na fibra (dB/km)
▪ ORL / Reflectancia
▪ Perda de retorno no enlace ou de 
uma seccão
▪ Reflectância dos conectoresRepresentacão gráfica do enlace 
como um todo
45
Como funciona?
▪ O OTDR injeta um pulso de luz curto em umd os extremos da fibra e 
analisa a luz refletida nos eventos que retornam, chamada backscatter.
▪ O sinal recebido é plotado no eixo x e y em dB vs. distancia.
▪ Em seguida é realizada uma análise de eventos para preencher a tabela de 
resultados.
Diagrama de Blocos OTDR Exemplo de um traço OTDR
46
Range Dinâmicos e Nível de Injeção
• O Range Dinâmico determina a distancia 
que o instrumento consegue medir e 
depende do design do OTDR e 
da configuração.
• Nivel de injeção: é o nível de potência de 
luz injetada pelo OTDR na fibra sob teste.
• Condições desfavoráveis de 
lançamento são a principal causa de 
redução no alcance dos OTDRs, 
prejudicando assim a precisão do teste.
• Efeito do Pulso de Teste: Quanto mais
longo, menos preciso serão os eventos de 
curto e médio alcance, pois mais potência
retorna ao instrumento.
47
OTDR – Eventos Encontrados
48
Como interpretar um traço de OTDR
49
Interpretando um traço OTDR - Eventos
▪ Propósito: Detectar, localizar e medir eventos/ impedimentos em
qualquer ponto do enlace de fibra
Fusão
Perdas
Conector
Perda/ 
Reflectancia
Fusão
“Ganho”
▪ Os Testes podem ser uni ou bi-direcionais
▪ Configuraciones más comunes:
▪ Telecom/ Cable - Monomodo: 1310, 1550 e 1625 nm
▪ Mobile BH, E-prise - Multimodo: 850, 1300nm (Quad) 
Macro-
Curvatura
Fim de Fibra ou
Rompimento
50
OTDR: Gpon x Ponto a Ponto
“Preciso de um OTDR para fibra 
ativa”
“Vi no catalogo que o OTDR mede até 260km”
“Esse OTDR mede rede GPON?”
• Range Dinâmico - Splittagem e distâncias
40/40/41dB
• Fibra Ativa - Manutenção da rede
1625nm FILTRADO
• Zonas mortas: Atenuação e Evento
51
Evento de perda
Perda de luz neste evento 
Atenuação neste ponto
Evento Não Refletivo
52
Perda de luz em um 
ponto de conexão
Reflexão de luz causada 
pela conexão de duas 
fibras
Ponto de atenuação
(Perda por inserção)
Conector
Evento Refletivo
53
Ruído de fundo
Fim de fibra causa reflexão de 
luz em um ponto distante 
(exceção a conectores 
angulados APC)
Fim da fibra
Fim da fibra
54
Reflexão do Extremo Inicial
Conexão entre o OTDR e o patchcord ou
cabo de lançamento
Localizado no início do extremo
esquerdo do traço.
Reflectancia:
Conector polido ~ -45dB
Conector ultra-polido ~ -55dB
Conector angulado - APC polido ~ -65dB
Perda por Inserção: Não é possível medir
55
Zonas Mortas
Zona Morta de Atenuação
(Attenuation Dead Zone - medido (0.5dB)
▪ Neste caso, se dois eventos estão mais proximos
que a ADZ, são mostrados como um único evento.
▪ ADZ pode ser reduzida utilizando um pulso de 
largura menor.
Zona Morta de Evento (Event Dead
Zone - EDZ)
É a distancia mínima que 2 eventos refletivos, 
consecutivos e não saturados pueden ser distinguidos
▪ Neste caso, os eventos estão mais próximos que a 
EDZ, e são mostrados como um único evento
▪ EDZ pode ser reduzida por meio de um pulso de 
largura menor.
56
Conectores
Um conector acopla 
mecanicamente 2 fibras e cria
un evento refletivo
Reflectância:
Conector polido: ~ -45dB
Conector ultra-polido: ~ -55dB
Conector angulado - APC polido: ~ -65dB
Perda por Inserção: ~ 0,5dB
57
Emenda por Fusão
Uma Emenda por Fusão – Une duas fibras 
termicamente utilizando una maquina de fusão
Reflectância: Nenhuma
Perda por insercão:uma
emenda pode aparecer como um ganho ou uma
perda dependendo do sentido testado.
A análise bi-direcional permite um teste mais preciso por 
justamente determinar o valor real da perda em uma emenda, 
evitando assim falsos ganhos
59
Macro - Curvaturas
▪ Macro-Curvarutas: Resultam de 
uma dobra física de uma fibra.
▪ Perdas por curvaturas são maiores
conforme se aumenta o comprimento
de onda,
▪ Por isso se utiliza o teste em 
1310nm e 1550nm para se diferenciar 
uma emenda por fusão de uma
macro-curvatura
Reflectancia: Nenhuma
Pérdida por Insercão: Variável dependendo da 
dobra e do comprimento de onda
60
Fusão Mecânica
Uma fusão mecânica alinha
mecanimente duas fibras por meio de 
um adaptador acoplador.
Reflectância: ~ -35dB
Perda por Inserção: ~ 0.5dB
61
Fim de Fibra ou Rompimento
Um Fim de Fibra ou
Rompimento ocorre quando termina a 
fibra
A reflexão final depende do corte final 
da fibra e do seu entorno
Reflectancia: PC ao ar livre: ~ -14dB
APC ao ar livre ~ -35dB
Perda por Inserção: Geralmente
Muito Alta
62
Fantasma
Un Fantasma é um evento não esperado que 
resulta de uma forte reflexão causando “ecos” no 
traço OTDR.
Quando aparece, normalmente ocorre antes do 
término da fibra
Sempre é uma copia exata da distância desde 
o incidente até a reflexão.
Reflectância: Menor que a fuente de eco
Perda de Inserção:Nenhuma
63
Múltiplos Pulsos
64
Como funcionam os Múltiplos Pulsos?
S2 S1ONT OLT
65
Primeiro Pulso – O mais curto possível
S2 S1ONT OLT
66
Segundo Pulso – Um pouco mais forte que o anterior
S2 S1ONT OLT
67
Terceiro Pulso – Um pouco mais forte que o anterior
S2 S1ONT OLT
68
Quarto Pulso – Um pouco mais forte que o anterior
S2 S1ONT OLT
69
Último Pulso – Encontrar o final de fibra
S2 S1ONT OLT
70
Até onde o Primeiro Pulso (Vermelho) funciona?
S2 S1ONT OLT
71
Até onde o Segundo Pulso (Roxo) funciona?
S2 S1ONT OLT
72
Até onde o Terceiro Pulso (Azul) funciona?
S2 S1ONT OLT
73
Até onde o Quarto Pulso (Verde) funciona?
S2 S1ONT OLT
74
Zona 1 – O melhor Pulso fica, o resto é apagado…
S2 S1ONT OLT
75
Zona 2 – O melhor Pulso fica, o resto é apagado…
S2 S1ONT OLT
76
Zona 3 – O melhor Pulso fica, o resto é apagado…
S2 S1ONT OLT
77
Zona 4 – O melhor Pulso fica, o resto é apagado…
S2 S1ONT OLT
78
Zona 5 – O melhor Pulso fica, o resto é apagado…
S2 S1ONT OLT
79
Traço Final – “Costura” dos traços de todas as zonas
S2 S1ONT OLT
80
Traço Final – “Costura” dos traços de todas as zonas
S2 S1ONT OLT
81
Redes GPON Desbalanceadas
82
Esquema Genérico – Redes Desbanceadas
83
Configuração para testes em redes desbalanceadas
84
Resultados de testes em redes desbalanceadas
85
Resultados de testes em redes desbalanceadas
86
Resultados de testes em redes desbalanceadas
Caneta de Luz Visível
Localizador de Falha Visual
88
Localização de Falhas
▪O VFL insere um feixe de luz 
vermelha visível (@ 630 ou
650nm) na fibra
▪ Utilização: 
- Identifica Fibras 
- detecta falhas devido a 
curvaturas, conectorização
mal feita
- confirma a continuidade
▪ Até 7km de range
▪ Disponíveis como 
equipamentos pequenos ou
integrados em instrumentos
Power Meter Seletivo
Medidor de Potência para GPON
91
Power Meter para FTTX / GPON – Medidor Seletivo
▪ Ativação OLT/ONT
1310nm 1490nm
1490 / 1550nm
1310nm
2
ONT
1310nm
Meter
1
Meter
2
1550nm
Meter
3
1490 / 1550nm
OLT
• Medidor de Potência de comprimentos de onda simultâneos para FTTH:
• Como o comp. de onda de 1310nm (upstream) é ativado pelo comp. 
de onda de 1490nm, um medidor em modo trough ativa a 
comunicação simultânea permitindo medir a potência em todas os
comp.de onda.
• Como o upstream se transmite em “pacotes”, o medidor de potência
deve analisar o comp. de onda de 1310 nm em rajadas.
92
SmartClass Fiber - OLP-87
Medindo todos os níveis de 
potência GPON simultaneamente
(1310, 1490 e 1550nm) 
93
Sistema de adaptadores intercambeáveis ou
fixos
▪ Conectores PC ou APC.
▪ Duas soluções disponíveis:
▪ Adaptadores intercambeáveis
• FC, SC, ST, LC (JAE)
• Compatíveis com /MTS, 
SmartClass, SmartPocket
• Troca em campo, fácil e rápido
▪ Adaptadores fixos
• FC, SC, ST, LC.
• Aparafusáveis. 
2150 adaptodores
94
Inspeção com teste Passa/Falha
Inspeção Objetiva baseada na IEC 61300-3-35
▪ Medidor de Potência com Microscópio para
inspeção de conectores com teste
PASSA/FALHA integrado
▪ Só realize medidas de potência após
inspecionar e limpar seus conectores.
▪ Previna danos na fibra.
▪ Microscópio para Patchcord integrado
▪ Conecte o microscópio de testes P5000i via 
USB, para inspecionar o DGO.
=> Análise PASSA/FALHA
95
Interface de Usuário
Tela Touch Colorida
• Tela Touch colorida de 3,5” de alta
visibilidade
• Menu gráfico intuitivo com ícones
para cada aplicação
• Teclado alphanumérico touch
Botões de Ação Físicos
• Botões físicos para navegação e 
troca de telas instantânea entre 
testes de potência e inspeção de 
conectores
• Optimizado para utilização externa
• LEDs indicadores que mostram o 
status do equipamento
96
Interface de Usuário
Tela de Resultados FTTx
▪ Apresenta todos os comprimentos de 
onda medidos simultaneamente
▪ Sinal de dados Downstream da OLT 
em 1490nm
▪ Sinal de vídeo Downstream da OLT 
em 1550nm
▪ Sinal Upstream da ONT em 1310nm
Topologias
98
Rede Real – Casa Luis Fillipe Couto
OLT
??m
??m
0m
692m
-30m
20m
1
x
8
1
x
2
1
x
8
475m
516m
41m
ONT
6m
24m
18m 17m
894m
377m
Power Meter 
Seletivo (OLP-87)
OLT 
Port
ONT 
Port
20m
OTDR 
(SmartOTDR136FB)
Perguntas?

Mais conteúdos dessa disciplina