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@futurofisioo
DIAGNÓSTICO POR
IMAGEM NAS LESÕES
MÚSCULO-ESQUELÉTICAS 
75 PÁGINAS
@futurofisi
oo
Radiologia da coluna 
@futurofisioo
Perfil; 
AP 
AP trans-oral 
AP hiperextensão
Incidências: 
Figura 1: Perfil
Figura 2: AP
Figura 3: AP trans-oral 
Figura 4: AP hiperextensão e
hiperflexão
Radiologia da coluna cervical
@futurofisioo
Radiologia coluna torácica 
Perfil; 
AP 
Oblíqua (rotação
para o lado)
Incidências: 
Radiologia coluna lombar 
Perfil; 
AP 
Oblíqua (rotação para o lado)
Incidências: 
Figura 2: AP
Figura 1: Perfil
Figura 1: Perfil Figura 2: AP
@futurofisioo
Radiologia do sacro 
Perfil; 
AP 
Incidências: 
Figura 1: Perfil Figura 2: AP
Alterações patológicas da coluna 
ALTERAÇÕES POSTURAIS;
ALTERAÇÕES TRAUMÁTICAS;
ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS 
@futurofisioo
Alterações posturais da coluna vertebral 
Escoliose 
 Uma curvatura anormal da coluna vertebral, muitas
vezes diagnosticada na 
adolescência.
Plano coronal 
Mais frequente em
mulheres 
Adolescência 
Exame clínico 
Diagnóstico radiológico 
Raio-x panorâmico em
posição ortostática
@futurofisioo
Escoliose - Ângulo Cobb 
Ângulo Cobb é uma medida
adotada internacionalmente
para medição, nas radiografias,
da deformidade da coluna no
plano frontal. É utilizado para
classificação da gravidade e
evolução da doença,
considerado padrão ouro
ortopédico para a avaliação da
escoliose
A coluna vertebral, quando
observada de frente, tem um
alinhamento retilíneo, sendo
que até 10 graus de curvatura
são tolerados dentro do limite
da normalidade
@futurofisioo
Hipercifose torácica 
É o aumento do grau da curvatura da coluna torácica, dando a impressão de
uma “corcunda”. Essa alteração ocorre por diversos fatores, podendo ser uma
alteração postural, por fraturas de osteoporose ou por patologias mais
agravantes, como exemplos a Doença de Scheuermann e a espondilite
anquilosante.
Aumento nas curvaturas normais
da coluna – cifose torácica 
Etiologia: má postura, doenças
reumatológicas, respiratórias.
Hiperlordose cervical/ lombar 
A Hiperlordose é a curvatura excessiva da coluna vertebral para dentro do
corpo. Ela causa desconforto e dor, podendo prejudicar a lombar e a cervical.
Dependendo do local, a curvatura pode ser mais ou menos acentuada.
@futurofisioo
Alterações traumáticas da coluna vertebral 
Espondilolistese e TRM 
 Espondilolistese: é quando uma das vértebras da coluna desliza sobre a outra,
caracterizando a perda do alinhamento da coluna. A listese (escorregamento)
pode ocorrer em qualquer parte da coluna e é mais comum afetar a região
lombar.
TRM - Trauma Raquimedular (TRM): Lesão traumática que acomete a medula
espinhal, localizada no interior do canal vertebral da coluna cervical e torácica;
provocando injúria do tecido neural, resultando em algum déficit de função
motora e/ou sensitiva. 
Espondilolistese lombossacral 
@futurofisioo
Fraturas em coluna vertebral 
Fraturas em coluna cervical 
Acidentes, quedas, esportes 
Pode levar a déficit neurológico
@futurofisioo
Fraturas por hiperextensão/ distração
Coluna cervical 
Acidentes automobilísticos;
Desaceleração brusca
Vértebra flutuante
Coluna cervical Halo craniano 
O uso da tração halo craniana é um método eficaz no
auxílio da correção das deformidades rígidas da coluna
vertebral, ele consegue uma correção significativa das
deformidades do período pré-operatório para os períodos
pós-instalação do halo e pós-operatório, sem se observar
lesão neurológica ou outra grave complicação.
@futurofisioo
Fraturas por compressão 
Coluna torácica 
Mergulhos 
Vértebra fragmentada 
Protusão discal anterior e
posterior 
@futurofisioo
Alterações degenerativa da coluna vertebral 
Osteoartrite 
Essa condição é caracterizada pelo
desgaste progressivo da cartilagem
que reveste as superfícies articulares
das vértebras, que são os ossos que
compõem a coluna vertebral. À
medida que a cartilagem se desgasta,
as articulações da coluna podem
tornar-se ásperas e inflamadas, o que
resulta em sintomas capazes de
prejudicar a qualidade de vida do
paciente. 
Estenose Espinhal
Estreitamentos e afinamentos que
afetam o canal da medula espinhal,
localizado no interior da coluna vertebral.
“Estenose” é um termo médico genérico
utilizado para designar qualquer tipo de
estreitamento capaz de afetar o corpo
humano.
@futurofisioo
Alterações degenerativa da coluna vertebral 
Osteoartrose
Pode ser definida como uma doença articular resultante da falência de vários
processos de reparação face a múltiplas agressões e lesões sofridas pela
articulação. Isto é, ocorre quando a cartilagem que reveste a extremidade dos
ossos se desgasta ao longo do tempo. Esta é um tecido firme e lubrificado que
permite o movimento suave, sem fricção, das articulações. Na osteoartrose
esta superfície torna-se irregular e áspera, aumentando a fricção, podendo
evoluir até ao ponto em que os próprios ossos se movem em contacto direto.
Clinicamente há dor articular, rigidez e limitação da função.
Apesar de poder afetar qualquer articulação do corpo, atinge mais
frequentemente as mãos, joelhos, ancas, ombros e coluna vertebral
Sinais radiológicos: 
Redução do espaço articular;
Presença de osteófitos marginais; 
Desalinhamento ou deformidades;
Degeneração do osso subcondra
 osteófitos
 osteófitos
@futurofisioo
Alterações degenerativa da coluna vertebral 
Espondilite anquilosante 
A Espondilite anquilosante (EA) é uma doença inflamatória que pode causar a
fusão dos ossos da coluna. A fusão faz com que a coluna fique menos flexível
e pode levar à estenose espinhal, condição em que os espaços na coluna
estreitam e comprimem a medula espinhal e as raízes nervosas espinhais
Artrodese coluna vertebral 
@futurofisioo
Fraturas cranianas - classificação 
Fraturas cranianas e Trauma
cranioencefálico (TCE) 
O trauma cranioencefálico (TCE) consiste em lesão física ao tecido cerebral
que, temporária ou permanentemente, incapacita a função cerebral. O
diagnóstico é suspeitado clinicamente e confirmado por imagens
(primariamente TC)
https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiS0uGWvJ6CAxUbLrkGHWbtA8UQFnoECBEQAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.msdmanuals.com%2Fpt-br%2Fprofissional%2Fles%25C3%25B5es-intoxica%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Ftrauma-cranioencef%25C3%25A1lico-tce%2Ftrauma-cranioencef%25C3%25A1lico-tce&usg=AOvVaw2vYb17zxHMZOIYCcsEPDnE&opi=89978449
https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiS0uGWvJ6CAxUbLrkGHWbtA8UQFnoECBEQAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.msdmanuals.com%2Fpt-br%2Fprofissional%2Fles%25C3%25B5es-intoxica%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Ftrauma-cranioencef%25C3%25A1lico-tce%2Ftrauma-cranioencef%25C3%25A1lico-tce&usg=AOvVaw2vYb17zxHMZOIYCcsEPDnE&opi=89978449
@futurofisioo
Fraturas dos ossos da face 
@futurofisioo
Radiologia dos MMSS 
PA 
AP 
Perfil
Cintura
escapular 
Incidências: 
PA 
AP 
Perfil
Braço
Incidências: 
@futurofisioo
PA 
AP 
Perfil
Cotovelo
Incidências: 
@futurofisioo
PA 
AP 
Perfil
Antebraço
Incidências: 
PA 
AP 
Perfil
Oblíqua 
Mão
Incidências: 
AP
@futurofisioo
PA 
AP 
Perfil
Oblíqua 
Mão
Incidências: 
Oblíqua 
PA PERFIL
@futurofisioo
Lesões traumáticas em MMSS 
FRATURAS; 
LUXAÇÕES. 
Fraturas de clavícula 
Mecanismos de lesão: Trauma direto Queda com punho e cotovelo em
extensão 
Forças dirigidas posteriormente sobre o ombro provocam angulação e
fraturam a clavícula sobre o fulcro da primeira costela
@futurofisioo
Fraturas de clavícula 
Fraturas expostas; 
Lesão vascular; 
Fraturas no terço lateral; 
Politraumatizados; 
Grandes desvios dos fragmentos 
Tratamento conservador: Imobilização por tipóias no MS. 
Indicação de tratamento cirúrgico: 
Tratamento cirúrgico: 
Luxação acrômio-clavicular 
Dor; 
Limitação funcional; 
Deformidades 
Sinais e sintomas: 
Trauma esportivo comum 
Mecanismo de trauma direto: queda sobre o ombro
@futurofisioo
Luxação acrômio-clavicular 
Conservador com tipóia; 
Tratamento cirúrgico (redução, fixação e reconstruçãodos ligamentos). • 
Tratamento: 
Classificação de Rockwood
@futurofisioo
Luxação do ombro 
Passivos 
Ativos 
Estabilizadores do ombro: 
Luxação traumática – desvio anterior ou posterior 
Luxação atraumática 
Bankart 
Hill-Sachs 
Lesões labrais superiores 
Luxação anterior traumática: 
Mecanismo de trauma – Abdução e rotação externa (85%)
Choque elétrico 
Convulsão 
Luxação posterior traumática 
Luxação atraumática: instabilidade e hiperfrouxidão ligamentar
@futurofisioo
Luxação do ombro 
Fratura dos ossos longos 
Intra-articular; 
Extra-articular. 
Com desvio 
Sem desvio
Podem ser classificadas de acordo com: 
Proximidade com a articulação
Presença de desvio dos fragmentos ósseos 
Extra-articular, com desvio Intra-articular, com desvio
Extra-articular, sem desvio Intra-articular, sem desvio
@futurofisioo
Fraturas do terço proximal do úmero 
Osteoporose 
Mecanismo de trauma: indireto (queda com a mão espalmada) 
Quadro clínico: dor e incapacidade funcional 
Classificação de Neer 
Fraturas estáveis – tratamento conservador 
Fraturas instáveis – cirurgia de correção
Fratura exposta 
Lesão vascular associada 
Politrauma 
Fratura segmentar
Mecanismo de trauma direto ou indireto 
Ação deformante da musculatura 
Associada à lesões nervosas e vasculares 
Quadro clínico: dor e deformidade 
Tratamento em 95% dos casos é conservador (consolidação óssea)
Tratamento cirúrgico – placas e parafusos, hastes, fixador externo
Indicações:
@futurofisioo
Fraturas de diáfise umeral 
@futurofisioo
Fraturas em úmero distal 
Comum em crianças; 
Queda com braço estendido ou em flexão; 
Dor; 
Pode ter desvio anterior ou posterior; 
Risco de lesão da artéria braquial e do nervo mediano, risco de lesão do
nervo radial
Fratura Supracondiliana: 
Fratura sem desvio (tipo 1) – imobilização gessada 
Fratura em galho verde (tipo 2) – redução com anestesia e imobilização com
gesso 
Fratura com desvio total (tipo 3) – redução e fixação percutânea com fios de
Kirschner
Tratamento: 
@futurofisioo
Fraturas supracondilianas 
Mecanismo de lesão: trauma indireto (queda) 
Mais comum com desvio posterior 
Quadro clínico: deformidade com perda da relação entre os epicôndilos e
olécrano 
Tratamento conservador (redução, imobilização por 1-3 semanas e ganho de
ADM precoce) 
Articulação mais estável do corpo, porém com luxação comum 
@futurofisioo
Luxação de cotovelo 
Fraturas do olécrano 
Mecanismo de trauma – trauma direto ou indireto com avulsão causada pelo
tríceps 
Tratamento: fixação com placa ou banda de tensão
Prognóstico ruim 
Mecanismo de lesão: trauma direto com fratura cominutiva 
Altas taxas de complicações 
 Fratura mais complexa do cotovelo
@futurofisioo
Fratura intercondiliana 
Fratura de Galeazzi 
Fratura diafisária do terço distal do rádio associada a luxação da articulação
radioulnar distal. 
Fratura-luxação 
Queda com a mão espalmada e antebraço em pronação 
Tratamento cirúrgico
 Fratura proximal da ulna com luxação da cabeça do rádio 
Tratamento cirúrgico 
@futurofisioo
Fratura de Monteggia 
Fraturas do antebraço 
Fratura de Colles 
Fratura de Smith 
Fratura de Barton 
Fratura do Chauffer
@futurofisioo
Fraturas do punho
Fratura de Colles 
Fratura mais comum em idosos (45% dos casos); 
Queda com a mão espalmada; 
Maior prevalência no sexo feminino (relação com osteoporose e osteopenia);
Fratura da extremidade distal do rádio com deslocamento posterior do fragmento
ósseo; 
Braço em “dorso de garfo”. 
Fratura inversa à fratura de Colles; 
Queda com punho em flexão; 
Fratura transversa da porção distal do rádio com o fragmento distal deslocado
anteriormente; 
Menos comum; 
Correção cirúrgica (fios de Kirschner).
@futurofisioo
Fratura de Smith 
@futurofisioo
Fratura de Colles x Smith
Fratura de Barton 
Fraturas intra-articulares no terço distal do rádio; 
Podem ser dorsais ou volares 
@futurofisioo
Fratura de Chauffer 
Fratura intra-articular oblíqua através do processo estilóide do rádio. 
Alterações degenerativas das mãos 
ARTRITE PSORIÁTICA ARTRITE REUMATÓIDE 
 É uma doença crônica das
articulações (juntas). Essa
inflamação é provocada por
alterações no sistema de defesa do
organismo, o chamado sistema
imune.
É um tipo de artrite crônica que
atinge as articulações de pessoas
com psoríase, doença que causa
lesões avermelhadas e escamosas
na pele, principalmente nos joelhos,
cotovelos e couro cabeludo.
@futurofisioo
Radiologia dos MMII
Anatomia radiológica dos MMII 
Perfil 
PA
Joelho
Incidências:
Axial
Patela
Incidências:
@futurofisioo
Anatomia radiológica dos MMII 
AP; 
Perfil 
Indências do pé:
Alterações patológicas dos MMII 
Fraturas 
Osteoartrose (quadril e joelho); 
Síndrome fêmoro-patelar; 
Esporão de calcâneo; 
Hálux valgo 
ALTERAÇÕES TRAUMÁTICAS: 
ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS:
Lesões traumáticas da pelve 
@futurofisioo
Lesões traumáticas da pelve 
Mecanismo de trauma: compressão
Atropelamentos, quedas, politraumas
Risco de hemorragias
Fixador externo 
Lesão em “Open book” (abertura da sínfise
púbica)
Fratura do colo do fêmur 
Osteoporose 
Sem desvio – parafusos 
Com desvio em idosos - artroplastia
@futurofisioo
Fratura do colo do fêmur 
Fratura transtrocantérica do fêmur 
@futurofisioo
Fratura subtrocantérica do fêmur 
Fraturas diafisárias do fêmur 
@futurofisioo
Fraturas de patela 
Sem
deslocamento
Transversa
(mais comum)
Polo
inferior
ou
superior
Vertical Osteocondral
Cominutiva
sem
deslocamento
Cominutiva com
deslocamento
Trauma seguido de perda funcional 
Não consegue realizar extensão do MI 
@futurofisioo
Fraturas de patela 
Fraturas de platô tibial 
Fratura articular 
Trauma em
compressão 
Tratamento
cirúrgico 
@futurofisioo
Fraturas de tíbia
Localização favorável à traumas de alta energia. 
Fraturas dos ossos da perna 
Traumas de alta energia. 
@futurofisioo
Fraturas do tornozelo 
Traumas de alta energia; 
Necessita-se avaliar a articulação. 
@futurofisioo
Fraturas do tornozelo 
Sindesmose íntegra – Tratamento conservador
Sindesmose rompida com ou sem luxação – Tratamento cirúrgico
Fraturas do calcâneo 
@futurofisioo
Fraturas do tálus 
Trauma axial com dorsiflexão do pé 
Superfície articular 
Alterações degenerativas dos MMII 
Osteoartrose de quadril (coxartrose) 
Dor 
Limitação nas rotações do
quadril 
Claudicação 
Quadro clínico: 
Sinais radiológicos
@futurofisioo
Osteoartrose de quadril (coxartrose) 
Desgaste da cartilagem 
Redução do espaço articular 
Osteoartrose de joelho (gonartrose) 
@futurofisioo
Osteoartrose de joelho (gonartrose) 
Tratamento conservador 
Tratamento cirúrgico – osteotomia, artroplastias (total/parcial)
@futurofisioo
Síndrome fêmoro-patelar 
Quadro clínico: Dor e creptações à
flexão do joelho 
Condromalácia patelar 
Baixa acurácia no diagnóstico 
“Esporão” de calcâneo 
@futurofisioo
Hálux valgo 
anatoções
@futurofisioo
Tomografia Computadorizada 
Tomografia Axial Computadorizada (TAC)
Obtida através do processamento por computador de informações recolhidas
após exposição a uma sucessão de raios-x. 
Exame de fácil execução, não invasivo. 
Permite uma melhor visualização das estruturas, delimita melhor a anatomia
do que quando comparada a radiologia convencional. 
Para visualização de vasos: Iodo como contraste 
Combina o uso de raios-x obtidos por tubos de alta potência com
computadores especialmente adaptados para processar grande volume de
informação e produzir imagens com alto grau de resolução. 
O feixe de raios-x é atenuado pelo corpo do paciente e interage com um
conjunto de detectores que transformam o sinal da radiação eletromagnética
em sinal elétrico. 
Interação com o detector – pulsos elétricos – imagem final 
Paciente colocado em uma mesa que se desloca para dentro de um anel de
cerca de 70cm de diâmetro. ▪ Esse anel contém uma ampola de raios-x em um
suporte circular chamado Gantry. 
Do lado oposto a ampola encontra-se o detector responsável por captar a
radiação e transmitir a informaçãoao computador ao qual o aparelho está
conectado.
Princípios de funcionamento 
@futurofisioo
O tubo de radiação se move em semicírculos em torno do paciente. Essa radiação
captada por sensores conectados ao computador, decodificam a intensidade da
radiação em valores numéricos e os transformam em uma escala de tons, que
variam do branco ao preto, passando por várias tonalidades de cinza. 
Escala de Hounsfield 
Princípios de funcionamento 
A Escala de Hounsfield é a medida em unidades para quantificar a densidade de
radiação utilizada na tomografia computadorizada. Eles representam o coeficiente
de atenuação de raios-x em diversos tipos de materiais utilizando como base a
água. Assim, constitui um espectro de tonalidade entre o branco, o cinza e o preto,
como é observado na imagem abaixo:
@futurofisioo
Princípios de funcionamento 
 As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos : axial e
coronal. 
Depois de obtidas as imagens, recursos computadorizados podem permitir
reconstruções no plano sagital e tridimensionais. 
 Os planos dos cortes
são selecionados pelo
operador, que move a
mesa onde está o
paciente de acordo
com a região a ser
examinada. 
A espessura do corte
depende do volume do
orgão ou tipo de lesão
a ser analisada. 
@futurofisioo
Imagens de TC 
@futurofisioo
Imagens de TC 
Imagens patológicas de TC 
@futurofisioo
Imagens patológicas de TC 
@futurofisioo
Imagens patológicas de TC 
Hernia de disco
@futurofisioo
Imagens patológicas de TC 
Espondilolistese
Necrose avascular da cabeça do fêmur
@futurofisioo
Tumores e cistos ósseos 
Necrose avascular da cabeça do fêmur
@futurofisioo
Tumores e cistos ósseos 
Necrose avascular da cabeça do fêmur
@futurofisioo
Ressonância Magnética 
Consiste em um exame de diagnóstico clínico por imagem que tem por
finalidade avaliar diferentes partes do corpo humano. 
O equipamento que realiza o exame não utiliza radiação ionizante, gerando
um processo não-invasivo ao corpo humano. 
A imagem da ressonância magnética é obtida pelo processo de alinhamento
dos prótons de H+, presentes nos átomos do corpo humano. 
Método de imageamento baseado na resposta dos tecidos à ondas de rádio-
frequência. 
Anatômicas e estruturais; 
Funcionais; 
Bioquímicas 
Fornece informações: 
Diagnosticar doenças do SNC; 
Identificar tumores; 
Infecções no SNC ou articulações; 
Analisar partes moles 
Vantagens da RM 
Primeiro trimestre gestacional 
Pacientes com marcapasso; 
Pacientes com projéteis no corpo; 
Pacientes com clips; 
Implantes ou próteses metálicas; 
Válvulas cardíacas implantadas; 
Tatuagens* *Cuidado com queimaduras! 
Contra-indicações da RM 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – coluna vertebral 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – coluna vertebral 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
Nível 1 ao 5
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares 
Joelho 
Bursite pré-patelar 
@futurofisioo
Aplicações clínicas – estruturas apendiculares

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