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O Papel do Professor na Pedagogia Freinet
Qual é, na moral, o 
diferencial do professor 
como facilitador da 
aprendizagem na pedagogia 
Freinet em comparação com 
aquele modelo tradicional 
super quadrado? E quais 
são, academicamente 
falando, suas principais 
atribuições nessa 
perspectiva inovadora?
Então, é super interessante como o 
Freinet achava que os professor 
devia ser tipo um guia mesmo, 
sabe? Não aquele cara que só fica 
despejando conteúdo. A função 
principal dele são criar ambientes 
massa pra galera descobrir as 
coisas por conta própria. Isso foi 
muito revolucionário pra época 
dele, porque tipo assim, antes o 
professor era visto como o dono da 
verdade absoluta, né? Na visão do 
Freinet, o professor precisam estar 
super antenado nas necessidades 
dos alunos, montando umas aulas 
que deixasse a criançada curiosa 
pra aprender mais. Isso incluía 
várias paradas importantes, como 
organizar a sala de um jeito 
maneiro, escolher uns materiais 
pedagógicos que fizesse sentido e 
criar umas rotinas que deixava todo 
mundo se expressar numa boa. O 
professor facilitador também tinha 
que fazer umas atividades que 
ligasse o que a galera tava 
aprendendo com a vida real deles, 
tipo fazer umas excursões 
pedagógicas super bacanas, trocar 
carta com outras escolas e até 
fazer uma hortinha na escola. Além 
disso tudo, era mega importante 
que o professor criasse um clima 
onde os alunos não ficasse com 
medo de errar, porque né, todo 
mundo aprende errando mesmo.
Como é que rola, dentro da 
perspectiva epistemológica 
Freinetiana, o 
desenvolvimento da 
autonomia dos estudantes? 
Tô falando das estratégias 
pedagógicas e todo esse 
processo massa de 
empoderamento do aluno, 
tá ligado?
O professor que segue as ideias do 
Freinet tem que ser aquele que dá a 
maior força pra autonomia dos 
alunos, deixando eles se 
expressarem e investigar as coisas 
que eles acha interessante. A gente 
aprende na faculdade que isso 
precisa fazer sentido pra vida dos 
alunos, tá ligado? Essa promoção 
da autonomia rolava através de 
várias técnicas específicas, onde os 
alunos participava dos conselhos 
de classe cooperativos e decidia 
junto sobre sua própria 
aprendizagem. O professor 
incentivavam os alunos a 
escreverem textos livres, fazer 
pesquisas sobre o que eles curtia e 
organizar projetos em grupo. Era 
fundamental que o professor 
soubesse balancear a liberdade que 
dava pros alunos com aquela 
orientação necessária, criando um 
ambiente onde a galera se sentisse 
seguro pra explorar seus potenciais. 
As estratégias que ele usava era 
super interessante, tipo os planos 
de trabalho individual e os fichários 
que os próprios alunos corrigia. A 
autonomia era tipo um processo 
que ia acontecendo aos poucos, 
onde o professor ia passando mais 
responsabilidade pros alunos 
conforme eles iam demonstrando 
que dava conta do recado.
Na boa, qual é a vibe da 
avaliação segundo os 
princípios epistemológicos 
da pedagogia Freinet? E 
como que o professor deve 
proceder, cientificamente 
falando, no seu papel de 
observador e avaliador do 
processo de construção do 
conhecimento?
Então, na moral, a avaliação na 
pedagogia do Freinet é uma parada 
muito diferente do tradicional. O 
professor tem que ficar ligado o 
tempo todo, observando como que 
os alunos tá evoluindo e mudando 
as estratégias quando precisar. Ele 
era contra aquelas provas 
padronizadas que todo mundo 
conhece, saca? O professor 
mantinham uns registros super 
detalhados de cada aluno, usando 
vários tipos de instrumentos de 
observação, tipo uns diários da 
hora, fichas de acompanhamento e 
até um portfólio com os trabalhos 
da criançada. Todo esse material 
servia não só pra ver como os 
alunos tava indo, mas também pra 
dar aquela refletida na própria 
prática pedagógica. A avaliação era 
super transparente e todo mundo 
participava, até os próprios alunos 
fazendo autoavaliação. O professor 
desenvolvia uns instrumentos 
específicos pra registrar tudo isso, 
que nem umas fichas 
comportamental e uns registros das 
produções dos alunos. Era 
responsabilidade do professor 
também criar uns momentos pra 
dar feedback, onde todo mundo 
conversava numa boa sobre os 
avanços e as dificuldades. Essa 
forma de avaliar era muito mais 
completa, porque considerava não 
só as notas, mas também como o 
aluno tava se desenvolvendo em 
outras áreas.

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