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Avaliação e tratamento Síndrome do Impacto Subacromial Prof. Carlos Eduardo Souza Disciplina: Fisioterapia aplicada a Ortopedia e Traumatologia 2020.1 Anatomia Anatomia 1ª Costela Importância da 1ª Costela Movimentos da Clavícula 1 Anterioriza/1’ Posterioriza 2 Elevação/2’ Depressão 3 Rotação Anterior/3’ Rotação Posterior 1 1’ 2 2’ 3 3’ Articulação Esternoclavicular - Selar Mobilidade Esternoclavicular Protusão Posteriorização Anteriorização Retração Depressão Elevação Rotação Externa Rotação Posterior Rotação Interna Rotação Anterior Mobilidade Esternoclavicular Mobilidade GlenoUmeral Anteriorização AnteriozizaçãoPosteriorização Depressão Variante: Cotovelo do paciente flexionado. Segura-se o antebraço e braço, empurra para baixo. Mobilidade Acrômioclavicular Quadro clínico • Dor (Arco doloroso entre 70 a 120 graus) • Crepitação • Diminuição da FM • Sinal do “braço caído” • Capsulite Adesiva (contratura) • Tendinite ou Ruptura da Cabeça Longa do Bíceps • Hipomobilidade articular Diagnóstico • HMA e HMP: Tipo de trauma, evolução, presença de dor, tratamentos a que foi submetido e duração de tratamento • Exame clínico especializado: testes especiais, goniometria e força muscular. • Exames de imagem: Radiografia, Ultrassom, Ressonância magnética, • Teste da Xilocaína: A injeção de 8 a 10ml de xilocaína no espaço subacromial proporcionará alívio imediato da dor negativando todos os testes irritativos e o arco doloroso. Plano de Tratamento Frequência e duração • Duas vezes por semana durante quatro semanas. Reexame • Executar os testes e as medidas selecionadas para avaliar o progresso do paciente em direção aos objetivos, de forma a modificar ou redirecionar a intervenção, se houver falhas no progresso. Critérios para alta • O paciente atinge os objetivos funcionais estabelecidos, rejeita uma intervenção futura, é incapaz de atingir os objetivos devido a complicações, ou o fisioterapeuta determina que o mesmo não irá mais se beneficiar de seus serviços. Dermátomos Protocolo Proposto • NETO, benjamim Ottobelli; PEREA, Claudia Carolina Andrade; MACHINSKI, Fabíola. Proposta de protocolo de tratamento para tendinopatias do ombro. Trabalho de Conclusão de Curso. 2010. Fisioterapia (NETO; PEREA; MACHINSKI, 2010, adaptado). Fase I 1. Ultrassom Cabeçote de 1 Mhz, Pulsado a 50%, Ciclado a 100 Hz. Dose e tempo de aplicação de acordo com o biotipo e área de maior sintomatologia do paciente. 2. TENS 3. Laser Fisioterapia Fase I 2. Alongamento de musculatura póstero- lateral cervical. Realizado três séries de trinta segundos. 3. Mobilização em decúbito lateral de escápula. Realizado por um minuto. Fisioterapia Fase I 4. Terapia Manual (Cervical, clavícula e glenoumeral). 5. Liberação de trigger points (Dígito- Pressão) (90 segundos por ponto). 6. Maitland (Realizado 6 vezes de 1 minuto). 7. Decoaptação de cápsula (Sentado ou Codman). Fisioterapia Fase I 8. Mobilização em ADM tolerável. 9. Crioterapia (20 minutos). 10. Orientações e cuidados. Fisioterapia Parâmetros para evolução • Os parâmetros para evolução à fase II foram: • Aumento de goniometria em 20%, em pelo menos quatro movimentos; • Diminuição da dor na escala visual analógica (EVA) em 20%; • Realização de quatro atendimentos nesta fase. Fisioterapia Fase II 1. Fortalecimento isométrico de Manguito Rotador (MR) (10 vezes de 10 a 20 segundos). 2. Fortalecimento isotônico de MR (3 séries de 10 repetições). Fisioterapia Fase II 3. Fortalecimento isotônico de extensores do ombro (Realizado 3 séries de 10 repetições). 4. Fortalecimento isotônico de romboides (Realizado 3 séries de 10 repetições). Fisioterapia Fase II 3. Fortalecimento isotônico de extensores do ombro (Realizado 3 séries de 10 repetições). 4. Fortalecimento isotônico de romboides (Realizado 3 séries de 10 repetições). 5. Fortalecimento isotônico de serrátil (Realizado 3 séries de 10 repetições). Fisioterapia Fase II 6. Flexão de braço com apoio de joelhos bilateral (Realizado 3 séries de 10 repetições). 7. Movimentos de atividades de vida diárias (AVD’s). Fisioterapia Parâmetros para evolução • Os parâmetros para evolução para a fase III foram: • Aumento de força muscular em uma casa conforme o teste de força (grau I, II, III, IV e V); • Realização de dez atendimentos nesta fase. Fisioterapia Fase III 1. Fortalecimento isotônico de MR. 2. Exercícios proprioceptivos com bola terapêutica (Realizou 3 séries de 10 repetições em cada movimento). 3. Exercícios proprioceptivos na plataforma de equilíbrio. 4. Pliometria (20 repetições). Fisioterapia • Evolução para alta. • Os parâmetros para evolução para a alta funcional foi: • Realização de dez atendimentos nesta fase. Prognóstico Níveis de intervalo previstos de melhora na função • Dentro de 6 a 8 semanas, o paciente: • Melhora a ADM do ombro, permitindo um fácil vestir/despir em seis semanas . • Relata dor em grau 2 em uma escala de 10, com atividade resistida ou após a atividade funcional. • Melhora a força dos estabilizadores escapulares para as mesmas condições contralaterais. • Demonstra ritmo escapulotorácico normal e Teste de Deslizamento Escapular Lateral (TDEL) negativo. • Demonstrar independência com o programa de exercícios domiciliar progressivo. • Está apto a dirigir por 45 minutos para o trabalho sem dor em cinco semanas. • Está apto a alcançar o bolso de trás sem dor. • Está apto a pentear o cabelo sem dor. • Está apto a levar 25 kg da altura do tórax para o chão, demonstrando mecânica do corpo apropriada e velocidade controlada • em seis semanas e, portanto, pode satisfazer as necessidades do trabalho.