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Redes de conhecimento
Apresentação
Em plena Era do Conhecimento, a quantidade de informações disponibilizadas na internet 
diariamente é extremamente volumosa. Tantas informações circulam livremente por diversos 
canais, fazendo com que as organizações revejam suas estratégias de trabalho, a fim de continuar 
se destacando no competitivo mundo dos negócios.
Nessa perspectiva, redes de conhecimento e inovação surgem de maneira exponencial, visando a 
garantir o crescimento das instituições, o compartilhamento dos saberes e o conhecimento 
interorganizacional.
Os principais resultados que as redes de conhecimento podem proporcionar ao meio corporativo 
são: aumento da vantagem competitiva dos envolvidos, maior assertividade na tomada de decisão 
entre as partes, agilidade na gestão operacional de todos, antecipação de dificuldades e a 
possibilidade de transformar um problema em oportunidade de negócio para todos.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá como identificar as redes de conhecimento tácito 
disponíveis, quais redes interorganizacionais fomentam conhecimento e como as redes sociais 
podem ser usadas como instrumento para compartilhar conhecimento.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar as redes de conhecimento tácito disponíveis.•
Descrever as redes interorganizacionais que fomentam conhecimento.•
Demonstrar que as redes sociais podem ser usadas como instrumento para compartilhar 
conhecimento.
•
Infográfico
A gestão do conhecimento auxilia nas tomadas de decisões corporativas, contribui para o 
fortalecimento da cultura organizacional, ajuda na gestão estratégica do negócio e, 
principalmente, permite o alinhamento das equipes de trabalho em torno de objetivos comuns.
Para isso, utiliza ferramentas como meios de coleta e compartilhamento de bens intelectuais de 
colaboradores, com a finalidade de aumentar a produtividade e impulsionar a inovação nas 
organizações.
Veja no Infográfico as plataformas de uso interno nas instituições e aquelas que estão no uso 
diário das pessoas comuns e que são alimentadas com o capital intelectual de seus usuários.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/daa97b8c-e756-4939-baae-13bd0eba9e9c/7735f8cc-d84d-4ee3-beb4-17952b6e814d.png
Conteúdo do Livro
O mundo atual é composto pela sociedade do conhecimento. O ritmo das mudanças e dos avanços 
tecnológicos está cada vez mais acelerado, não bastando às organizações dominar somente os 
fatores produtivos. Por isso, é necessário que as mesmas identifiquem e valorizem o conhecimento 
das pessoas que com elas se relacionam, buscando focar em empreender, aprender e estabelecer 
redes de conhecimento com todos os envolvidos.
No capítulo Redes de conhecimento, da obra Tecnologias em saúde, você verá que os 
procedimentos executados nas organizações são bases importantes para coletar dados e estruturar 
informações de modo sistêmico, bem como para direcionar tais conhecimentos aos 
departamentos que estão envolvidos na operação do negócio, permitindo um maior alinhamento 
entre os mesmos, entre os fornecedores e os parceiros comerciais, garantindo, assim, o êxito da 
estratégia organizacional e interorganizacional, e também da atuação nas redes sociais.
Boa leitura.
TECNOLOGIAS 
EM SAÚDE 
Andréa Netto Sala
Redes de conhecimento
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Identificar as redes de conhecimento tácito disponíveis.
 � Descrever as redes interorganizacionais que fomentam conhecimento.
 � Demonstrar que as redes sociais podem ser usadas como instrumento 
para compartilhar conhecimento.
Introdução
Neste capítulo, você vai ver que o sucesso das instituições está ligado 
ao hábito de transformar conhecimento tácito (aquele que os indivíduos 
acumulam ao longo da vida) em conhecimento explícito (aquele que é 
ordenado, sistematizado e compartilhado dentro das instituições), com o 
propósito de alcançar resultados reais e efetivos. Para tanto, se faz neces-
sário identificar as redes de conhecimento, as redes interorganizacionais 
e o papel das redes sociais para compartilhar mais conhecimento.
Redes de conhecimento tácito disponíveis
Uma vez somados todos os conhecimentos tácitos dos colaboradores, surge 
então o capital intelectual, que é fruto das trocas de conhecimentos entre esses 
indivíduos com a organização propriamente dita e com os clientes. 
Para Chiavenato (2014), um dos conceitos mais discutidos atualmente é o 
do capital intelectual. Ao contrário do capital financeiro, que é quantitativo 
e tangível, o capital intelectual é caracterizado por ser invisível e intangível. 
Para o autor, o capital intelectual é composto pela junção de capital interno, 
capital externo e capital humano, como demonstrado na Figura 1.
Figura 1. Constituição do capital intelectual.
Fonte: Chiavenato (2014, p. 49).
Chiavenato (2014) ainda afirma que a gestão de pessoas (GP) – mais do 
que nunca – está agora focada no capital humano e nas suas consequências 
sobre o capital intelectual da organização. Sendo assim, a GP se estende às 
pessoas, à organização e aos clientes formando uma cadeia de valor a partir 
das pessoas, conforme mostra a Figura 2.
Redes de conhecimento2
Figura 2. Cadeia de valor a partir das pessoas.
Fonte: Chiavenato (2014, p. 50).
Extrair o conhecimento gerado pelos colaboradores, ao longo da jornada 
profissional, é parte do desafio das organizações na era do conhecimento, uma 
vez que o saber não é visto como um simples indicador de desempenho, mas 
sim como uma estratégia de negócio. Por meio da gestão do conhecimento, 
as organizações também se permitem aprender com os erros, isso porque as 
inconformidades, geradas nas ações até então executadas, são utilizadas como 
referência para melhorias contínuas e tomadas de decisões futuras.
Segundo Takeushi e Nonaka (2008), a socialização, a externalização, 
a combinação e a internalização (SECI) contribuem para a criação do co-
nhecimento. Na socialização, conhecida como a conversão do conhecimento 
tácito em conhecimento tácito, o conhecimento é informal e não foi registrado. 
De modo geral, esse conhecimento é compartilhado quando ocorre um diálogo 
entre as pessoas. Na etapa da externalização, a conversão do conhecimento 
se dá do tácito para o explícito. Por meio de diálogos, somados às reflexões 
coletivas, o conhecimento é registrado por meio de planilhas, textos, vídeos, 
relatos e outros. Já na combinação, que é a conversão do conhecimento ex-
plícito em conhecimento explícito, o saber existente se reorganiza, gerando 
outros conhecimentos. Um exemplo comum para essa etapa, denominada 
combinação, é quando o conhecimento explícito de um colaborador sugere 
melhorias no conhecimento explícito da organização. Por fim, na etapa de 
internalização, a conversão se dá a partir do conhecimento explícito chegando 
de volta ao conhecimento tácito. Ou seja, quando o indivíduo internaliza um 
conhecimento explícito, por meio de leitura, estudo de caso, práticas e vivên-
cias, esse conhecimento se torna tácito. Na Figura 3, é possível compreender 
como esses processos se movimentam e se interligam.
3Redes de conhecimento
Figura 3. Modelo SECI de criação de conhecimento (espiral do conhecimento).
Fonte: Takeuchi e Nonaka (2008, p. 96).
Os mesmos autores entendem que as interações dos indivíduos, tanto 
com os grupos de convívio quanto com as organizações, permitem a geração 
de novos conhecimentos. É como se o conhecimento em nível individual se 
expandisse por meio da socialização do conhecimento para níveis seguintes, 
como o nível organizacional e, consecutivamente, o nível interorganizacional.
Partindo do fato de que somente pessoas podem criar conhecimento, as 
unidades corporativas desempenham papel importante nas atividades de 
propagação e compartilhamentodeste. A partir da interação entre os atores 
(indivíduos, grupos e organizações), o conhecimento criado pelas pessoas 
impulsiona as boas práticas de trabalho, reforça os princípios e os valores 
organizacionais, aperfeiçoa os processos laborais e incentiva a cultura e o 
respeito às diferenças, em prol de um objetivo maior ou de um propósito 
comum – eis aí a oportunidade para a criação de redes interorganizacionais 
para continuar fomentando o conhecimento.
Redes de conhecimento4
Redes interorganizacionais que fomentam 
o conhecimento
As redes interorganizacionais são ferramentas que contribuem para os proces-
sos de integração das aprendizagens, bem como une instituições de diferentes 
nichos de mercado, na busca de um objetivo único para os envolvidos. Nesse 
contexto, a rede interorganizacional é originada por meio de cooperação entre as 
organizações, que podem disponibilizar espaços para criação de ideias. Trocar 
informações e conhecimentos permite a construção de projetos de cooperação 
interorganizacional visando a alcançar as respectivas estratégias de negócio 
das partes envolvidas, bem como a melhora da comunidade onde a instituição 
está inserida. Na prática, os surgimentos de redes de conhecimento permitem 
que espaços de interação sejam criados nas organizações com a finalidade de 
valorizar o processo de criação de novos conhecimentos.
É necessário dispor de espaço físico para que o capital intelectual seja 
melhor explorado nas organizações. De acordo com essa necessidade, surge 
o conceito de BA, que, de acordo com Nishida (apud NONAKA, 2008), nada 
mais é do que um contexto compartilhado em movimento, no qual é possível 
partilhar, criar e utilizar o conhecimento. Sendo assim, a criação de conhe-
cimento interorganizacional exige a criação de um BA, ou seja, um espaço 
de interação que encoraje as comunidades interorganizacionais a criar novos 
conhecimentos.
Ao contrário do que se pensa, as redes de conhecimento não existem 
apenas no âmbito privado, mas também na esfera pública, visto que preten-
dem promover o compartilhamento de conhecimento também nas atividades 
governamentais. A Portaria nº 290, de 29 de setembro de 2016, conceitua redes 
de conhecimento como:
Art. 2º São consideradas Redes de Conhecimento [...] qualquer arranjo social 
aberto que permita a interação entre pessoas, independentemente se estrutu-
radas como comunidade de prática, mídia social, grupo de correio eletrônico 
ou forma diversa, que tenha como finalidades:
I – gerar, compartilhar e disseminar conhecimento e experiências;
II – formular propostas de padrões, políticas, guias e manuais;
III – discutir sobre os desafios enfrentados e as possibilidades de ação; e
IV – prospectar novas tecnologias para facilitar a prestação de serviços pú-
blicos disponibilizados em meio digital, o fornecimento de informações e a 
participação social por meios digitais. (BRASIL, 2016, documento on-line).
5Redes de conhecimento
De acordo com Amato Neto (2000 apud OLIVEIRA; FARIAS FILHO, 
2005), três são as variáveis determinantes nas redes interorganizacionais: 
a diferenciação, a interdependência interfirmas e a flexibilidade. Quando 
relacionada a uma rede de conhecimento, a diferenciação pode trazer inovação 
e promover benefícios aos seus participantes, já a interdependência interfirmas 
prediz a formação das redes propriamente ditas e a flexibilidade é compreen-
dida, tanto no aspecto inovador quanto no aspecto produtivo, da nova rede de 
conhecimento. Esta última certamente é uma das maiores propriedades das 
redes, uma vez que permite o autoarranjo, de acordo com as necessidades e 
contingências. Em geral, existem dois tipos de redes: horizontais e verticais.
Para Oliveira e Farias Filho (2005), as redes horizontais estão focadas 
na cooperação entre unidades corporativas que produzem e vendem produtos 
(e serviços) similares de um mesmo setor ou ramo de atuação. Para os autores, 
as redes de cooperação são implantadas quando as instituições apresentam 
dificuldades em adquirir recursos para a produção, não conseguem atender a 
demanda do mercado em que atuam ou, ainda, têm limitações para lançar e 
manter novos produtos. Como o próprio nome sugere, as redes horizontais não 
apresentam hierarquia, mas necessitam de apoio para alcançar o sucesso da 
rede de conhecimento. A instituição que desempenha essa função atua como 
ferramenta de suporte aos demais participantes da rede, com a finalidade de 
estruturar os processos, tanto de cooperação quanto de aprendizagem, entre 
aqueles que realizam atividades similares. 
Redes de cooperativismo em saúde são exemplos de redes de conhecimento 
horizontal, uma vez que são facilmente encontradas em todo o território 
brasileiro. Por conta disso, o Governo Federal criou a Agência Nacional de 
Saúde Suplementar (ANS), vinculada ao Ministério da Saúde, que tem por 
função coordenar/regular os planos de saúde. A ANS descreve como missão 
da entidade reguladora: “Promover a defesa do interesse público na assistência 
suplementar à saúde, regular as operadoras setoriais – inclusive quanto às suas 
relações com prestadores e consumidores - e contribuir para o desenvolvimento 
das ações de saúde no país.” (BRASIL, [2019?], documento on-line).
A coordenação, no exemplo da ANS, pode ser compreendida como um 
conjunto de medidas que visa a criar normas, gerar controles e fiscalizar o 
segmento de saúde cooperativada, com o único objetivo de garantir o interesse 
público.
Já nas redes verticais, existem estruturas que comandam os núcleos de 
trabalho, como é, por exemplo, o caso das cadeias de abastecimento. Tal rede 
de conhecimento vertical conecta produtos, fornecedores e compradores por 
meio de instituições que pretendem estar próximas do seu público-alvo. 
Redes de conhecimento6
Atualmente no Brasil, diante da crise econômica, muitas indústrias, 
atacadistas e varejistas, se uniram para oferecer aos clientes produtos com 
embalagens de autosserviço a preços de atacado. São os conhecidos cash & 
carry, comumente chamados no Brasil de atacarejos. Em pesquisa realizada 
pela Nielsen em 2018, a pedido da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, 
o dinheiro que é economizado por meio da rede de conhecimento chamada 
atacarejo é, sequencialmente, gasto em farmácias, conforme a Sociedade 
Brasileira de Varejo e Consumo:
O consumidor economiza R$ 7,5 bilhões no ano com compras realizadas no 
atacarejo. [...]. Quem mais tem se beneficiado são as farmácias. De acordo 
com o estudo, quando o consumidor mescla suas compras entre cash & carry, 
supermercados, lojas de vizinhança e farmácias, essas últimas são as que mais 
crescem. Os gastos realizados sobem 29,3%, contra 8,6% do super e 3% do 
canal de vizinhança. “Identificamos que, de uma forma geral, o consumidor 
que mescla as compras entre todos esses canais aumenta seus gastos em 
10,3%, em média”, afirmou Roberto Butragueno, diretor de Retail da Nielsen. 
(SBVC, 2018, documento on-line).
Portanto, nos exemplos citados anteriormente, fica claro que o saber indi-
vidual, quando levado aos grupos e às organizações, é capaz de criar redes de 
conhecimento eficientes, de modo a melhorar a vida de todos os envolvidos. 
Outra observação importante é no que se refere às competências desenvolvidas 
por meio das redes de conhecimentos, uma vez que não precisam obrigato-
riamente estar vinculadas aos recursos tecnológicos, mas sim ao nível de 
entendimento e desenvolvimento do negócio. 
Redes sociais usadas como instrumento para 
compartilhar conhecimento
Além do BA, que significa lugar físico para expandir o conhecimento, por 
meio do capital intelectual existente nas organizações, as redes sociais também 
desempenham papel fundamental no compartilhamento de conhecimento. 
O desenvolvimento tecnológico, a facilidade de acesso às informações e a 
diversificação das plataformas de comunicação atuam como incubadora para 
os processos de compartilhamento, tanto de dados quanto de fatos.
De acordo com Freitas, Silvae Bufrem (2012), daí se pode inferir que as 
redes sociais vêm sendo cada vez mais funcionais para a facilitação de troca 
e compartilhamento do conhecimento e consequente geração de outros co-
7Redes de conhecimento
nhecimentos importantes para as tomadas de decisões nas organizações. Com 
a internet, muitas redes sociais foram criadas com o objetivo de aproximar 
pessoas com opiniões e gostos idênticos, por meio de comunidades e tribos, 
facilitando a comunicação entre indivíduos que residem espalhados por todo o 
mundo. Dentre as principais redes sociais, estão Facebook, Twitter, Instagram, 
LinkedIn e outras.
O Facebook é uma plataforma digital que oferece serviços gratuitos para os 
usuários, por meio da gestão do próprio perfil pessoal ou comercial. Algumas 
ferramentas são facilmente encontradas no ambiente virtual, como a possibi-
lidade de parabenizar um amigo pelo seu aniversário, postar imagens tanto do 
indivíduo quanto da organização, criar e organizar álbuns de fotografia e outros 
recursos que pretendem aproximar pessoas e gerar negócios. De acordo com 
Mendes et al. (2012), o Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg, Dustin 
Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes, ex-alunos da universidade de 
Harvard. Essa rede social foi lançada em 4 de fevereiro de 2004. Inicialmente, 
o Facebook era utilizado apenas pelos estudantes de Harvard e, posteriormente, 
passou a ser utilizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). 
O Twitter, de acordo com Mendes et al. (2012), foi criado em 2006 por Jack 
Dorsey e é uma rede social baseada no microblog, ou seja, permite que usuários 
enviem e recebam atualizações com textos de até 140 caracteres. Na sua página 
da internet (TWITTER, 2019), a própria rede social se autodescreve como o 
lugar certo para saber mais sobre o que está acontecendo no mundo naquele 
momento, bem como quais assuntos as pessoas estão falando na rede virtual. 
Embora tenha sido projetado para uso exclusivo do Iphone, o Instagram 
alcançou sua popularidade em 2010, quando sua atuação foi expandida para 
o sistema Android. Dentre os recursos mais importantes, estão a permissão 
para publicar fotos com efeitos divertidos e gravar vídeos por alguns segundos. 
Ao acessar a home page do Instagram Empresas (2019), é possível descobrir 
que a rede social tem um espaço exclusivo para o desenvolvimento de conhe-
cimento e negócios. Seus objetivos são: explorar as paixões das pessoas para 
criar relações mais profundas com o negócio tanto on-line quanto off-line, 
contar a história da organização por meio de ferramentas criativas e formatos 
únicos e criar ligações com novos clientes, assim como reforçar as relações 
com os consumidores já existentes. Tais possibilidades têm permitido às 
organizações criar conteúdo exclusivo, promover produtos e serviços, bem 
como comercializá-los com os clientes. 
O LinkedIn (2019), é responsável pela criação de oportunidades de trabalho 
para seus integrantes por meio do desenvolvimento contínuo do primeiro 
gráfico econômico mundial. Também entende que sua missão é conectar 
Redes de conhecimento8
profissionais do mundo todo, tornando-os mais produtivos e bem-sucedidos. 
Lançado em maio de 2003, o LinkedIn é uma empresa cuja receita provém 
de assinaturas, vendas de anúncios e publicidade e soluções para processos 
de recrutamento. No ano de 2016, a Microsoft comprou o LinkedIn e uniu o 
maior serviço de nuvem profissional do mundo com a maior rede profissional 
do planeta.
Atualmente, além das redes sociais, o surgimento de aplicativos que visam 
a levar conforto e serviços de qualidade aos consumidores são cada vez mais 
comuns. É o caso de Uber e Cabify na área de transportes de passageiros, 
Airbnb e Booking.com na área de hospedagem, GetNinjas na área de serviços, 
como pintura, elétrica, reformas, aulas particulares e consultorias, e Sharecare, 
na área da saúde (o primeiro aplicativo no Brasil a ajudar nas escolhas, na 
tomada de decisões e na adoção de hábitos saudáveis para prevenir problemas 
de saúde).
Por fim, para Tomaél, Alcará e Chiara (2005 apud MENDES et al., 2012), 
a informação e o conhecimento, quando transformados pela ação dos homens, 
tornam-se competências valorizadas, que geram benefícios sociais e econô-
micos e que estimulam o desenvolvimento e a formação de redes sociais. 
As conexões existentes entre os envolvidos tornam o compartilhamento de 
informações uma estratégia de apoio à gestão das organizações. Para que o 
compartilhamento de informações na internet funcione, a cooperação é um 
item fundamental, com o auxílio das ferramentas tecnológicas e a participação 
dos usuários para fomentar novos conhecimentos e novos negócios.
BRASIL. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Quem somos. Brasília, DF, [2019?]. 
Disponível em: http://www.ans.gov.br/aans/quem-somos. Acesso em: 21 dez. 2019.
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Portaria nº 290, de 
29 de setembro de 2016. Disciplina a implantação, a promoção e o acompanhamento 
de Redes de Conhecimento relevantes ao aprimoramento da governança digital 
na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Brasília, DF, 2016. 
Disponível em: http://conarq.arquivonacional.gov.br/portarias-federais/659-portaria-
-n-290-de-29-de-setembro-de-2016.html. Acesso em: 21 dez. 2019.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 
4. ed. Barueri, SP: Manole, 2014.
9Redes de conhecimento
Os links para sites da Web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun-
cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a 
rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de 
local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade 
sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links.
FREITAS, J. L.; SILVA, H. F. N.; BUFREM, L. S. Gestão do conhecimento e redes sociais: uma 
análise da literatura periódica científica da ciência da informação. Informe: Estudos em 
Biblioteconomia e Gestão da Informação, v. 1, n. 1, p. 35–49, 2012. Disponível em https://
periodicos.ufpe.br/revistas/INF/article/view/42. Acesso em: 21 dez. 2019.
INSTAGRAM. Instragram empresas. [S. l.], 2019. Disponível em: https://business.instagram.
com/. Acesso em: 21 dez. 2019.
LINKEDIN. [S. l.], 2019. Disponível em: https://about.linkedin.com/pt-br?trk=homepage-
-basic_directory. Acesso em: 21 dez. 2019.
MENDES, P. A. dos S. et al. Relação entre redes sociais e a gestão do conhecimento: um 
estudo exploratório com estudantes do ensino superior de Tecnologia em Informática. 
In: SIMPÓSIO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E TECNOLOGIA, 9., 2012. Anais eletrônicos... 
Disponível em: https://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos12/30516261.pdf. Acesso 
em: 21 dez. 2019.
OLIVEIRA, M. L.; FARIAS FILHO, J. R. de. Breve análise dos tipos de redes de cooperação 
entre empresas e sua dinâmica atual. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE 
PRODUÇÃO, 25., 2005, Porto Alegre. Anais eletrônicos... Disponível em: http://www.
abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2005_Enegep0706_0494.pdf. Acesso em: 21 dez. 2019.
SBVC. Dinheiro economizado no Atacarejo vai para Farmácias. [S. l.], 2018. Disponível em: 
http://sbvc.com.br/dinheiro-atacarejo-farmacias/. Acesso em: 21 dez. 2019.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008.
TWITTER. [S. l.], 2019. Disponível em: https://about.twitter.com/pt.html. Acesso em: 
21 dez. 2019.
Leitura recomendada
FERNANDES, G. J. Gestão do conhecimento: o que é, importância e como aplicar. In: FIA. 
São Paulo, 2019. Disponível em: https://fia.com.br/blog/gestao-do-conhecimento/. 
Acesso em: 21 dez. 2019.
Redes de conhecimento10
Dica do Professor
A identificação das fontes de conhecimento exige que as organizações promovam a participação 
dos colaboradores, fornecedores, prestadores de serviços e até mesmo dos concorrentes, para o 
alcance de objetivos em comum. Quandoesse desafio extrapola o âmbito de uma única 
organização e se expande para as relações interorganizacionais desta, surge aí a rede de 
conhecimento.
Veja, nesta Dica do Professor, como funciona o gerenciamento do conhecimento por meio das 
redes de conhecimento.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/d49a19d1bcf5360c8ce2e1cb5eeb37c4
Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa 
Econômica Federal (FENAE): Rede do Conhecimento
Na Rede do Conhecimento, os empregados da Caixa Econômica Federal têm acesso a uma grande 
variedade de cursos, pílulas de conhecimento, infográficos e podcasts em diferentes áreas. E o foco 
não é apenas a formação profissional, mas também a descoberta e o desenvolvimento de novos 
hobbies, afinidades e gostos pessoais.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
uMov.me Arena
A uMov.me Arena é uma plataforma de inovação social inspirada na economia do conhecimento, 
cujo propósito é estimular a geração e distribuição de experiências genuínas e conexões de 
confiança capazes de apoiar a transformação digital e humana, impactando de forma positiva o 
ecossistema.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
As dinâmicas intraorganizacionais em um serviço de saúde e 
educação: análise das redes sociais
Este estudo propõe analisar as dinâmicas intraorganizacionais de cooperação e trocas de 
conhecimento entre profissionais que integram uma equipe multidisciplinar de um serviço de saúde 
e educação de uma organização privada sem fins lucrativos.
https://www.fenae.org.br/portal/fenae-portal/para-voce/informativo/rede-do-conhecimento.htm
https://www.youtube.com/embed/Y6x0l4UawVE
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 http://revistagt.fpl.emnuvens.com.br/get/article/view/1515

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