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Redes de conhecimento Apresentação Em plena Era do Conhecimento, a quantidade de informações disponibilizadas na internet diariamente é extremamente volumosa. Tantas informações circulam livremente por diversos canais, fazendo com que as organizações revejam suas estratégias de trabalho, a fim de continuar se destacando no competitivo mundo dos negócios. Nessa perspectiva, redes de conhecimento e inovação surgem de maneira exponencial, visando a garantir o crescimento das instituições, o compartilhamento dos saberes e o conhecimento interorganizacional. Os principais resultados que as redes de conhecimento podem proporcionar ao meio corporativo são: aumento da vantagem competitiva dos envolvidos, maior assertividade na tomada de decisão entre as partes, agilidade na gestão operacional de todos, antecipação de dificuldades e a possibilidade de transformar um problema em oportunidade de negócio para todos. Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá como identificar as redes de conhecimento tácito disponíveis, quais redes interorganizacionais fomentam conhecimento e como as redes sociais podem ser usadas como instrumento para compartilhar conhecimento. Bons estudos. Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Identificar as redes de conhecimento tácito disponíveis.• Descrever as redes interorganizacionais que fomentam conhecimento.• Demonstrar que as redes sociais podem ser usadas como instrumento para compartilhar conhecimento. • Infográfico A gestão do conhecimento auxilia nas tomadas de decisões corporativas, contribui para o fortalecimento da cultura organizacional, ajuda na gestão estratégica do negócio e, principalmente, permite o alinhamento das equipes de trabalho em torno de objetivos comuns. Para isso, utiliza ferramentas como meios de coleta e compartilhamento de bens intelectuais de colaboradores, com a finalidade de aumentar a produtividade e impulsionar a inovação nas organizações. Veja no Infográfico as plataformas de uso interno nas instituições e aquelas que estão no uso diário das pessoas comuns e que são alimentadas com o capital intelectual de seus usuários. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/daa97b8c-e756-4939-baae-13bd0eba9e9c/7735f8cc-d84d-4ee3-beb4-17952b6e814d.png Conteúdo do Livro O mundo atual é composto pela sociedade do conhecimento. O ritmo das mudanças e dos avanços tecnológicos está cada vez mais acelerado, não bastando às organizações dominar somente os fatores produtivos. Por isso, é necessário que as mesmas identifiquem e valorizem o conhecimento das pessoas que com elas se relacionam, buscando focar em empreender, aprender e estabelecer redes de conhecimento com todos os envolvidos. No capítulo Redes de conhecimento, da obra Tecnologias em saúde, você verá que os procedimentos executados nas organizações são bases importantes para coletar dados e estruturar informações de modo sistêmico, bem como para direcionar tais conhecimentos aos departamentos que estão envolvidos na operação do negócio, permitindo um maior alinhamento entre os mesmos, entre os fornecedores e os parceiros comerciais, garantindo, assim, o êxito da estratégia organizacional e interorganizacional, e também da atuação nas redes sociais. Boa leitura. TECNOLOGIAS EM SAÚDE Andréa Netto Sala Redes de conhecimento Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Identificar as redes de conhecimento tácito disponíveis. � Descrever as redes interorganizacionais que fomentam conhecimento. � Demonstrar que as redes sociais podem ser usadas como instrumento para compartilhar conhecimento. Introdução Neste capítulo, você vai ver que o sucesso das instituições está ligado ao hábito de transformar conhecimento tácito (aquele que os indivíduos acumulam ao longo da vida) em conhecimento explícito (aquele que é ordenado, sistematizado e compartilhado dentro das instituições), com o propósito de alcançar resultados reais e efetivos. Para tanto, se faz neces- sário identificar as redes de conhecimento, as redes interorganizacionais e o papel das redes sociais para compartilhar mais conhecimento. Redes de conhecimento tácito disponíveis Uma vez somados todos os conhecimentos tácitos dos colaboradores, surge então o capital intelectual, que é fruto das trocas de conhecimentos entre esses indivíduos com a organização propriamente dita e com os clientes. Para Chiavenato (2014), um dos conceitos mais discutidos atualmente é o do capital intelectual. Ao contrário do capital financeiro, que é quantitativo e tangível, o capital intelectual é caracterizado por ser invisível e intangível. Para o autor, o capital intelectual é composto pela junção de capital interno, capital externo e capital humano, como demonstrado na Figura 1. Figura 1. Constituição do capital intelectual. Fonte: Chiavenato (2014, p. 49). Chiavenato (2014) ainda afirma que a gestão de pessoas (GP) – mais do que nunca – está agora focada no capital humano e nas suas consequências sobre o capital intelectual da organização. Sendo assim, a GP se estende às pessoas, à organização e aos clientes formando uma cadeia de valor a partir das pessoas, conforme mostra a Figura 2. Redes de conhecimento2 Figura 2. Cadeia de valor a partir das pessoas. Fonte: Chiavenato (2014, p. 50). Extrair o conhecimento gerado pelos colaboradores, ao longo da jornada profissional, é parte do desafio das organizações na era do conhecimento, uma vez que o saber não é visto como um simples indicador de desempenho, mas sim como uma estratégia de negócio. Por meio da gestão do conhecimento, as organizações também se permitem aprender com os erros, isso porque as inconformidades, geradas nas ações até então executadas, são utilizadas como referência para melhorias contínuas e tomadas de decisões futuras. Segundo Takeushi e Nonaka (2008), a socialização, a externalização, a combinação e a internalização (SECI) contribuem para a criação do co- nhecimento. Na socialização, conhecida como a conversão do conhecimento tácito em conhecimento tácito, o conhecimento é informal e não foi registrado. De modo geral, esse conhecimento é compartilhado quando ocorre um diálogo entre as pessoas. Na etapa da externalização, a conversão do conhecimento se dá do tácito para o explícito. Por meio de diálogos, somados às reflexões coletivas, o conhecimento é registrado por meio de planilhas, textos, vídeos, relatos e outros. Já na combinação, que é a conversão do conhecimento ex- plícito em conhecimento explícito, o saber existente se reorganiza, gerando outros conhecimentos. Um exemplo comum para essa etapa, denominada combinação, é quando o conhecimento explícito de um colaborador sugere melhorias no conhecimento explícito da organização. Por fim, na etapa de internalização, a conversão se dá a partir do conhecimento explícito chegando de volta ao conhecimento tácito. Ou seja, quando o indivíduo internaliza um conhecimento explícito, por meio de leitura, estudo de caso, práticas e vivên- cias, esse conhecimento se torna tácito. Na Figura 3, é possível compreender como esses processos se movimentam e se interligam. 3Redes de conhecimento Figura 3. Modelo SECI de criação de conhecimento (espiral do conhecimento). Fonte: Takeuchi e Nonaka (2008, p. 96). Os mesmos autores entendem que as interações dos indivíduos, tanto com os grupos de convívio quanto com as organizações, permitem a geração de novos conhecimentos. É como se o conhecimento em nível individual se expandisse por meio da socialização do conhecimento para níveis seguintes, como o nível organizacional e, consecutivamente, o nível interorganizacional. Partindo do fato de que somente pessoas podem criar conhecimento, as unidades corporativas desempenham papel importante nas atividades de propagação e compartilhamentodeste. A partir da interação entre os atores (indivíduos, grupos e organizações), o conhecimento criado pelas pessoas impulsiona as boas práticas de trabalho, reforça os princípios e os valores organizacionais, aperfeiçoa os processos laborais e incentiva a cultura e o respeito às diferenças, em prol de um objetivo maior ou de um propósito comum – eis aí a oportunidade para a criação de redes interorganizacionais para continuar fomentando o conhecimento. Redes de conhecimento4 Redes interorganizacionais que fomentam o conhecimento As redes interorganizacionais são ferramentas que contribuem para os proces- sos de integração das aprendizagens, bem como une instituições de diferentes nichos de mercado, na busca de um objetivo único para os envolvidos. Nesse contexto, a rede interorganizacional é originada por meio de cooperação entre as organizações, que podem disponibilizar espaços para criação de ideias. Trocar informações e conhecimentos permite a construção de projetos de cooperação interorganizacional visando a alcançar as respectivas estratégias de negócio das partes envolvidas, bem como a melhora da comunidade onde a instituição está inserida. Na prática, os surgimentos de redes de conhecimento permitem que espaços de interação sejam criados nas organizações com a finalidade de valorizar o processo de criação de novos conhecimentos. É necessário dispor de espaço físico para que o capital intelectual seja melhor explorado nas organizações. De acordo com essa necessidade, surge o conceito de BA, que, de acordo com Nishida (apud NONAKA, 2008), nada mais é do que um contexto compartilhado em movimento, no qual é possível partilhar, criar e utilizar o conhecimento. Sendo assim, a criação de conhe- cimento interorganizacional exige a criação de um BA, ou seja, um espaço de interação que encoraje as comunidades interorganizacionais a criar novos conhecimentos. Ao contrário do que se pensa, as redes de conhecimento não existem apenas no âmbito privado, mas também na esfera pública, visto que preten- dem promover o compartilhamento de conhecimento também nas atividades governamentais. A Portaria nº 290, de 29 de setembro de 2016, conceitua redes de conhecimento como: Art. 2º São consideradas Redes de Conhecimento [...] qualquer arranjo social aberto que permita a interação entre pessoas, independentemente se estrutu- radas como comunidade de prática, mídia social, grupo de correio eletrônico ou forma diversa, que tenha como finalidades: I – gerar, compartilhar e disseminar conhecimento e experiências; II – formular propostas de padrões, políticas, guias e manuais; III – discutir sobre os desafios enfrentados e as possibilidades de ação; e IV – prospectar novas tecnologias para facilitar a prestação de serviços pú- blicos disponibilizados em meio digital, o fornecimento de informações e a participação social por meios digitais. (BRASIL, 2016, documento on-line). 5Redes de conhecimento De acordo com Amato Neto (2000 apud OLIVEIRA; FARIAS FILHO, 2005), três são as variáveis determinantes nas redes interorganizacionais: a diferenciação, a interdependência interfirmas e a flexibilidade. Quando relacionada a uma rede de conhecimento, a diferenciação pode trazer inovação e promover benefícios aos seus participantes, já a interdependência interfirmas prediz a formação das redes propriamente ditas e a flexibilidade é compreen- dida, tanto no aspecto inovador quanto no aspecto produtivo, da nova rede de conhecimento. Esta última certamente é uma das maiores propriedades das redes, uma vez que permite o autoarranjo, de acordo com as necessidades e contingências. Em geral, existem dois tipos de redes: horizontais e verticais. Para Oliveira e Farias Filho (2005), as redes horizontais estão focadas na cooperação entre unidades corporativas que produzem e vendem produtos (e serviços) similares de um mesmo setor ou ramo de atuação. Para os autores, as redes de cooperação são implantadas quando as instituições apresentam dificuldades em adquirir recursos para a produção, não conseguem atender a demanda do mercado em que atuam ou, ainda, têm limitações para lançar e manter novos produtos. Como o próprio nome sugere, as redes horizontais não apresentam hierarquia, mas necessitam de apoio para alcançar o sucesso da rede de conhecimento. A instituição que desempenha essa função atua como ferramenta de suporte aos demais participantes da rede, com a finalidade de estruturar os processos, tanto de cooperação quanto de aprendizagem, entre aqueles que realizam atividades similares. Redes de cooperativismo em saúde são exemplos de redes de conhecimento horizontal, uma vez que são facilmente encontradas em todo o território brasileiro. Por conta disso, o Governo Federal criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vinculada ao Ministério da Saúde, que tem por função coordenar/regular os planos de saúde. A ANS descreve como missão da entidade reguladora: “Promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regular as operadoras setoriais – inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores - e contribuir para o desenvolvimento das ações de saúde no país.” (BRASIL, [2019?], documento on-line). A coordenação, no exemplo da ANS, pode ser compreendida como um conjunto de medidas que visa a criar normas, gerar controles e fiscalizar o segmento de saúde cooperativada, com o único objetivo de garantir o interesse público. Já nas redes verticais, existem estruturas que comandam os núcleos de trabalho, como é, por exemplo, o caso das cadeias de abastecimento. Tal rede de conhecimento vertical conecta produtos, fornecedores e compradores por meio de instituições que pretendem estar próximas do seu público-alvo. Redes de conhecimento6 Atualmente no Brasil, diante da crise econômica, muitas indústrias, atacadistas e varejistas, se uniram para oferecer aos clientes produtos com embalagens de autosserviço a preços de atacado. São os conhecidos cash & carry, comumente chamados no Brasil de atacarejos. Em pesquisa realizada pela Nielsen em 2018, a pedido da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, o dinheiro que é economizado por meio da rede de conhecimento chamada atacarejo é, sequencialmente, gasto em farmácias, conforme a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo: O consumidor economiza R$ 7,5 bilhões no ano com compras realizadas no atacarejo. [...]. Quem mais tem se beneficiado são as farmácias. De acordo com o estudo, quando o consumidor mescla suas compras entre cash & carry, supermercados, lojas de vizinhança e farmácias, essas últimas são as que mais crescem. Os gastos realizados sobem 29,3%, contra 8,6% do super e 3% do canal de vizinhança. “Identificamos que, de uma forma geral, o consumidor que mescla as compras entre todos esses canais aumenta seus gastos em 10,3%, em média”, afirmou Roberto Butragueno, diretor de Retail da Nielsen. (SBVC, 2018, documento on-line). Portanto, nos exemplos citados anteriormente, fica claro que o saber indi- vidual, quando levado aos grupos e às organizações, é capaz de criar redes de conhecimento eficientes, de modo a melhorar a vida de todos os envolvidos. Outra observação importante é no que se refere às competências desenvolvidas por meio das redes de conhecimentos, uma vez que não precisam obrigato- riamente estar vinculadas aos recursos tecnológicos, mas sim ao nível de entendimento e desenvolvimento do negócio. Redes sociais usadas como instrumento para compartilhar conhecimento Além do BA, que significa lugar físico para expandir o conhecimento, por meio do capital intelectual existente nas organizações, as redes sociais também desempenham papel fundamental no compartilhamento de conhecimento. O desenvolvimento tecnológico, a facilidade de acesso às informações e a diversificação das plataformas de comunicação atuam como incubadora para os processos de compartilhamento, tanto de dados quanto de fatos. De acordo com Freitas, Silvae Bufrem (2012), daí se pode inferir que as redes sociais vêm sendo cada vez mais funcionais para a facilitação de troca e compartilhamento do conhecimento e consequente geração de outros co- 7Redes de conhecimento nhecimentos importantes para as tomadas de decisões nas organizações. Com a internet, muitas redes sociais foram criadas com o objetivo de aproximar pessoas com opiniões e gostos idênticos, por meio de comunidades e tribos, facilitando a comunicação entre indivíduos que residem espalhados por todo o mundo. Dentre as principais redes sociais, estão Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e outras. O Facebook é uma plataforma digital que oferece serviços gratuitos para os usuários, por meio da gestão do próprio perfil pessoal ou comercial. Algumas ferramentas são facilmente encontradas no ambiente virtual, como a possibi- lidade de parabenizar um amigo pelo seu aniversário, postar imagens tanto do indivíduo quanto da organização, criar e organizar álbuns de fotografia e outros recursos que pretendem aproximar pessoas e gerar negócios. De acordo com Mendes et al. (2012), o Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes, ex-alunos da universidade de Harvard. Essa rede social foi lançada em 4 de fevereiro de 2004. Inicialmente, o Facebook era utilizado apenas pelos estudantes de Harvard e, posteriormente, passou a ser utilizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O Twitter, de acordo com Mendes et al. (2012), foi criado em 2006 por Jack Dorsey e é uma rede social baseada no microblog, ou seja, permite que usuários enviem e recebam atualizações com textos de até 140 caracteres. Na sua página da internet (TWITTER, 2019), a própria rede social se autodescreve como o lugar certo para saber mais sobre o que está acontecendo no mundo naquele momento, bem como quais assuntos as pessoas estão falando na rede virtual. Embora tenha sido projetado para uso exclusivo do Iphone, o Instagram alcançou sua popularidade em 2010, quando sua atuação foi expandida para o sistema Android. Dentre os recursos mais importantes, estão a permissão para publicar fotos com efeitos divertidos e gravar vídeos por alguns segundos. Ao acessar a home page do Instagram Empresas (2019), é possível descobrir que a rede social tem um espaço exclusivo para o desenvolvimento de conhe- cimento e negócios. Seus objetivos são: explorar as paixões das pessoas para criar relações mais profundas com o negócio tanto on-line quanto off-line, contar a história da organização por meio de ferramentas criativas e formatos únicos e criar ligações com novos clientes, assim como reforçar as relações com os consumidores já existentes. Tais possibilidades têm permitido às organizações criar conteúdo exclusivo, promover produtos e serviços, bem como comercializá-los com os clientes. O LinkedIn (2019), é responsável pela criação de oportunidades de trabalho para seus integrantes por meio do desenvolvimento contínuo do primeiro gráfico econômico mundial. Também entende que sua missão é conectar Redes de conhecimento8 profissionais do mundo todo, tornando-os mais produtivos e bem-sucedidos. Lançado em maio de 2003, o LinkedIn é uma empresa cuja receita provém de assinaturas, vendas de anúncios e publicidade e soluções para processos de recrutamento. No ano de 2016, a Microsoft comprou o LinkedIn e uniu o maior serviço de nuvem profissional do mundo com a maior rede profissional do planeta. Atualmente, além das redes sociais, o surgimento de aplicativos que visam a levar conforto e serviços de qualidade aos consumidores são cada vez mais comuns. É o caso de Uber e Cabify na área de transportes de passageiros, Airbnb e Booking.com na área de hospedagem, GetNinjas na área de serviços, como pintura, elétrica, reformas, aulas particulares e consultorias, e Sharecare, na área da saúde (o primeiro aplicativo no Brasil a ajudar nas escolhas, na tomada de decisões e na adoção de hábitos saudáveis para prevenir problemas de saúde). Por fim, para Tomaél, Alcará e Chiara (2005 apud MENDES et al., 2012), a informação e o conhecimento, quando transformados pela ação dos homens, tornam-se competências valorizadas, que geram benefícios sociais e econô- micos e que estimulam o desenvolvimento e a formação de redes sociais. As conexões existentes entre os envolvidos tornam o compartilhamento de informações uma estratégia de apoio à gestão das organizações. Para que o compartilhamento de informações na internet funcione, a cooperação é um item fundamental, com o auxílio das ferramentas tecnológicas e a participação dos usuários para fomentar novos conhecimentos e novos negócios. BRASIL. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Quem somos. Brasília, DF, [2019?]. Disponível em: http://www.ans.gov.br/aans/quem-somos. Acesso em: 21 dez. 2019. BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Portaria nº 290, de 29 de setembro de 2016. Disciplina a implantação, a promoção e o acompanhamento de Redes de Conhecimento relevantes ao aprimoramento da governança digital na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Brasília, DF, 2016. Disponível em: http://conarq.arquivonacional.gov.br/portarias-federais/659-portaria- -n-290-de-29-de-setembro-de-2016.html. Acesso em: 21 dez. 2019. CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. 9Redes de conhecimento Os links para sites da Web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun- cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links. FREITAS, J. L.; SILVA, H. F. N.; BUFREM, L. S. Gestão do conhecimento e redes sociais: uma análise da literatura periódica científica da ciência da informação. Informe: Estudos em Biblioteconomia e Gestão da Informação, v. 1, n. 1, p. 35–49, 2012. Disponível em https:// periodicos.ufpe.br/revistas/INF/article/view/42. Acesso em: 21 dez. 2019. INSTAGRAM. Instragram empresas. [S. l.], 2019. Disponível em: https://business.instagram. com/. Acesso em: 21 dez. 2019. LINKEDIN. [S. l.], 2019. Disponível em: https://about.linkedin.com/pt-br?trk=homepage- -basic_directory. Acesso em: 21 dez. 2019. MENDES, P. A. dos S. et al. Relação entre redes sociais e a gestão do conhecimento: um estudo exploratório com estudantes do ensino superior de Tecnologia em Informática. In: SIMPÓSIO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E TECNOLOGIA, 9., 2012. Anais eletrônicos... Disponível em: https://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos12/30516261.pdf. Acesso em: 21 dez. 2019. OLIVEIRA, M. L.; FARIAS FILHO, J. R. de. Breve análise dos tipos de redes de cooperação entre empresas e sua dinâmica atual. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 25., 2005, Porto Alegre. Anais eletrônicos... Disponível em: http://www. abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2005_Enegep0706_0494.pdf. Acesso em: 21 dez. 2019. SBVC. Dinheiro economizado no Atacarejo vai para Farmácias. [S. l.], 2018. Disponível em: http://sbvc.com.br/dinheiro-atacarejo-farmacias/. Acesso em: 21 dez. 2019. TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. TWITTER. [S. l.], 2019. Disponível em: https://about.twitter.com/pt.html. Acesso em: 21 dez. 2019. Leitura recomendada FERNANDES, G. J. Gestão do conhecimento: o que é, importância e como aplicar. In: FIA. São Paulo, 2019. Disponível em: https://fia.com.br/blog/gestao-do-conhecimento/. Acesso em: 21 dez. 2019. Redes de conhecimento10 Dica do Professor A identificação das fontes de conhecimento exige que as organizações promovam a participação dos colaboradores, fornecedores, prestadores de serviços e até mesmo dos concorrentes, para o alcance de objetivos em comum. Quandoesse desafio extrapola o âmbito de uma única organização e se expande para as relações interorganizacionais desta, surge aí a rede de conhecimento. Veja, nesta Dica do Professor, como funciona o gerenciamento do conhecimento por meio das redes de conhecimento. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/d49a19d1bcf5360c8ce2e1cb5eeb37c4 Saiba mais Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor: Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE): Rede do Conhecimento Na Rede do Conhecimento, os empregados da Caixa Econômica Federal têm acesso a uma grande variedade de cursos, pílulas de conhecimento, infográficos e podcasts em diferentes áreas. E o foco não é apenas a formação profissional, mas também a descoberta e o desenvolvimento de novos hobbies, afinidades e gostos pessoais. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. uMov.me Arena A uMov.me Arena é uma plataforma de inovação social inspirada na economia do conhecimento, cujo propósito é estimular a geração e distribuição de experiências genuínas e conexões de confiança capazes de apoiar a transformação digital e humana, impactando de forma positiva o ecossistema. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. As dinâmicas intraorganizacionais em um serviço de saúde e educação: análise das redes sociais Este estudo propõe analisar as dinâmicas intraorganizacionais de cooperação e trocas de conhecimento entre profissionais que integram uma equipe multidisciplinar de um serviço de saúde e educação de uma organização privada sem fins lucrativos. https://www.fenae.org.br/portal/fenae-portal/para-voce/informativo/rede-do-conhecimento.htm https://www.youtube.com/embed/Y6x0l4UawVE Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. http://revistagt.fpl.emnuvens.com.br/get/article/view/1515