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Questões resolvidas

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expansão e sinais evidentes de lesões aerodigestivas (como difonia, escape
aéreo, enfisema de subcutâneo).
Alternativa D: CORRETA. Alternativa adequada para paciente estável.
Alternativa E: INCORRETA. Pacientes com zona III não apresentam lesão
esofágica pelo simples fato de ainda existir faringe nesta altura e não esôfago,
que se inicia na zona II.
▶ ��������: D
19 (IMA - Prefeitura de Fortaleza dos Nogueiras/MA - 2019) Hérnias da parede
abdominal são muito comuns, particularmente entre homens. A maior parte da
parede abdominal é espessa e dura, assim, as hérnias normalmente ocorrem em
uma área de fraqueza, na qual uma abertura anterior foi fechada. Erguer pesos
ou se esforçar pode tornar a hérnia mais óbvia, mas não é a sua causa. A hérnia
femoral:
A. forma-se pela incisão cirúrgica na parede abdominal. Esse tipo de hérnia
pode se desenvolver muitos anos depois da cirurgia.
B. ocorre ao redor do umbigo, devido à obesidade.
C. aparece no vinco da virilha ou no escroto.
D. pode se desenvolver logo abaixo do vinco da virilha, no meio da coxa, onde
a artéria e a veia femoral deixam o abdômen e percorrem a perna. Esse tipo
de hérnia é mais comum entre mulheres.
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Alternativa A: INCORRETA. A descrição apresentada é de hérnia incisional e não
femoral.
Alternativa B: INCORRETA. A descrição apresentada é de hérnia umbilical e não
femoral.
Alternativa C: INCORRETA. A descrição apresentada é de hérnia inguinoescrotal
e não femoral.
Alternativa D: CORRETA. Descrição correta de uma hérnia femoral. A hérnia
femoral é uma protrusão do saco peritoneal, que contém gordura pré-peritoneal
e massa abdominal ou pélvica, através do anel femoral no canal femoral inferior
ao ligamento inguinal. O anel femoral é delimitado lateralmente pela veia
femoral, anteriormente pelo ligamento inguinal, medialmente pelo ligamento
lacunar e posteriormente pelo ligamento pectíneo.
▶ ��������: D
20 (MSConcursos - Prefeitura de Juti/MS - 2019)  Paciente de 23 anos, vítima de
trauma moto x anteparo fixo em alta velocidade, deu entrada na unidade de
emergência, trazido pelo resgate, com relato de dor abdominal intensa na região
abdominal superior. Apresentou trauma craniano com perda momentânea de
consciência no local e não apresentou episódios de vômitos; no momento,
apresenta cefaleia leve. Na avaliação:
a. Vias aéreas pérvias, com colar cervical;
b. Expansibilidade preservada, murmúrios vesiculares presentes
bilateralmente. FR: 18 ipm; SatO2 99% em ar ambiente;
c. Pressão arterial: 120 x 70 mmHg, frequência cardíaca 110 bpm, sem
sangramento visível. Abdome doloroso à palpação de andar superior com
equimoses em epigástrio, mesogástrio e hipocôndrio esquerdo. Diurese clara;
d. Escala de coma de Glasgow 15, pupilas isocóricas e fotorreagentes;
e. Escoriações em membros superiores.
Sobre o caso acima, assinale a alternativa correta:
A. A conduta ideal e imediata é laparotomia exploratória frente à queixa de
dor abdominal intensa.
B. O mecanismo de trauma relatado e a avaliação primária nos leva a pensar
na presença de lesão de estruturas em zona III, cujo tratamento é
essencialmente operatório.
C. Segundo o ABC score, esse paciente não teria indicação de iniciar protocolo
de transfusão maciça mesmo que apresentasse FAST positivo.
D. Existe indicação formal de TC de crânio e o achado mais comum nestes
casos é a lesão axonal difusa.
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Alternativa A: INCORRETA. Paciente com dor abdominal, mas sem sinais de
irritação peritoneal, evisceração ou instabilidade hemodinâmica com FAST
positivo, situações que indicariam a laparotomia exploradora, por exemplo.
Alternativa B: INCORRETA. Paciente sem quadro sugestivo de lesão de zona III
e, mesmo considerando as zonas retroperitoneais, este paciente não teria
indicação de abordagem cirúrgica.
Alternativa C: CORRETA. O ABC score indica o protocolo de transfusão maciça na
presença de pelo menos dois dos seguintes critérios: PAS 120, FAST + e
trauma penetrante.
Alternativa D: INCORRETA. Não há indicação formal de TC: Glasgow menor que
15 ou de 15 com dor cervical, cefaleia intensa, vômitos mantidos, déficit
neurológico focal, fístula liquórica, hematoma retroauricular ou periorbitário. A
lesão axonal difusa (LAD) deve-se ao comprometimento das fibras nervosas por
aceleração ou desaceleração. Tem espectro variável de comprometimento
nervoso, com expressão mínima de perda transitória da consciência, fenômeno
denominado comoção cerebral. Compatível com o quadro do paciente.
▶ ��������: C
21 (MSConcursos - Prefeitura de Juti/MS - 2019) Paciente de 20 anos,
masculino, vítima de politrauma com TCE evoluindo para midríase fixa e bilateral.
Qual dos seguintes achados contraindica abertura do protocolo de morte
encefálica?
A. Temperatura corporal de 25 °C.
B. Sódio de 135 mEq/L.
C. Uso de drogas vasoativas.
D. Causa da possível morte encefálica ser trauma, já que isso inviabiliza o uso
dos órgãos a serem doados.
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Alternativa A: CORRETA. Para abertura do protocolo de morte encefálica, o
paciente deve apresentar sinais vitais estáveis, incluindo temperatura corpórea
central. Esta deve ser maior que 35 ºC.
Alternativa B: INCORRETA. Valor dentro da normalidade de sua concentração
sérica; não contraindica.
Alternativa C: INCORRETA. Drogas vasoativas podem e devem ser utilizadas
para manutenção da perfusão em doadores.
Alternativa D: INCORRETA. Pelo contrário, o trauma cranioencefálico é uma das
principais causas de morte encefálica.
▶ ��������: A
22 (FunRio - Prefeitura de Porto de Moz/PA - 2019) Ao exame físico, a dor que
se move do epigástrio para a região periumbilical, até chegar à fossa ilíaca
direita, sugere o diagnóstico de:
A. Rotura de folículo de Graaf.
B. Úlcera péptica perfurada gástrica.
C. Apendicite aguda.
D. Divertículo de Meckel.
E. Pielonefrite aguda.
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Alternativa A: INCORRETA. Apesar de ser um possível diferencial do nosso
diagnóstico, também conhecido como Mittelschmerz, o quadro álgico
apresentado não é compatível com rotura folicular. Este geralmente é unilateral
ou no hipogastro, durando poucas horas.
Alternativa B: INCORRETA. Paciente com úlcera péptica perfurada costuma
apresentar dor no andar superior do abdome.
Alternativa C: CORRETA. Descrição correta da evolução típica da dor de
apendicite aguda.
Alternativa D: INCORRETA. O divertículo de Meckel costuma ser indolor e
apresentar-se principalmente com hemorragia digestiva baixa em crianças
Alternativa E: INCORRETA. A dor geralmente é lombar.
▶ ��������: C
23 (FunRio - Prefeitura de Porto de Moz/PA - 2019) Na colecistite aguda, a
palpação da região subcostal direita, durante inspiração profunda, pode provocar
dor, caracterizando a presença do sinal de:
A. Urwell.
B. Murphy.
C. Romaña.
D. Cullen.
E. Battle.
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Alternativa A: INCORRETA. O enunciado apresenta uma descrição exata de um
dos sinais de colecistite, também conhecida como sinal de Murphy.
Alternativa B: CORRETA. Outros sinais associados a colecistite são Abrams.
Alternativa C: INCORRETA. Caracteriza-se por edema palpebral indolor,
associado à doença de Chagas.
Alternativa D: INCORRETA. Este sinal consiste na equimose periumbilical
associada à hemorragia retroperitoneal, bastante lembrada nos casos de
pancreatite aguda.
Alternativa E: INCORRETA. Equimose retroauricular, na ponta do mastoide,
sugestiva de fratura de base de crânio.
▶ ��������: B
24 (Aeronáutica - CIAAR - 2018) Paciente, 23 anos, sexo masculino, é vítima de
atropelamento por automóvel em alta velocidade na via pública. É trazido ao
serviço de urgência e emergência pelo próprio condutor. Na avaliação clínica
inicial, foram observadas as seguintes situações de momento:
• Vias aéreas pérvias (paciente fala espontaneamente). Sem colar cervical.
• Ausculta abolida em hemitórax esquerdo. Esforço respiratório.
Oximetria de 82% em ar ambiente.
• Hipotenso. PA = 80 x 40 mmHg. FC = 100 BPM. Bulhas normofonéticas
taquicárdicas.• Pupilas isocóricas fotorreativas. Glasgow 14/15.
• Fratura exposta em perna E.

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