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Sintomas Gastrointestinais no Pós-Operatório: Perguntas Essenciais 1 Como identificar os diferentes tipos de sintomas gastrointestinais no pós- operatório e qual a importância de documentar sua frequência e intensidade para um melhor gerenciamento nutricional? Nossa gente vou te falar uma coisa... é igualzinho aquele diário que eu tinha quando era adolescente sabe. Cê precisa anotar TUDO que acontece desde aquela náusea chatinha, até aquele desconforto que não passa nunca!!! Na minha experiência que já são mais de 15 anos atendendo muitos pacientes a gente anota usando uma escalinha de 0 a 10 e fica muito mais fácil de identificar os padrões... Tipo aquela vez que atendi uma senhora super fofa que chegou desesperada no consultório, ela juravam que tava passando mal o dia todo mas quando fomos ver no diário era sempre depois do café da manhã - aí fica moleza de ajustar né?! 2 Quais são as principais estratégias nutricionais para prevenir e controlar cada tipo específico de sintoma gastrointestinal, e como adaptar essas estratégias às necessidades individuais de cada paciente? Gente é tipo um jogo de estratégia cada sintoma pede uma jogada diferente! Os pacientes tem que entender que pra náusea por exemplo a gente vão quebrando as refeições em porções menorzinhas. Semana passada mesmo tive uma paciente super querida no consultório ela não conseguia comer nada... aí eu lembrei da minha vó que sempre fazia gelatina em pedacinhos quando eu tava doente, sugeri pra ela e foi um sucesso total!! E pra constipação. A gente vai aumentando as fibras devagarinho tipo construir um castelo de areia se colocar tudo de uma vez desmorona! 3 Como estabelecer um protocolo de monitoramento e ajuste do plano nutricional que considere a evolução dos sintomas gastrointestinais ao longo do período pós- operatório? Ahhhh vou te contar uma coisa isso é igual GPS - precisa estar sempre ligado pra não perder o rumo. Eu sempre peço pros meus pacientes baixarem aqueles apps de celular pra registrar tudo... tem uns super legais e fáceis de usar!!! É incrível como a tecnologia ajuda viu. E não precisa ser nada muito complexo não as vezes um simples grupo no WhatsApp já resolve. O negócio é manter aquele olho de águia nas primeiras semanas porque é quando mais aparecem as surpresas. Tô sempre falando pros meus alunos: melhor pecar por excesso de cuidado, do que por falta!!! 4 De que forma podemos educar e orientar o paciente e seus cuidadores sobre o manejo nutricional dos sintomas gastrointestinais, garantindo maior autonomia e adesão ao tratamento? Minha gente sabe aquele ditado "ensinar a pescar em vez de dar o peixe". Então é exatamente isso!!! Eu simplesmente amo fazer workshops práticos na minha clínica - outro dia mesmo fizemos um "master chef do pós-op" e foi o maior sucesso que cê pode imaginar... Os paciente aprenderam a fazer receitas super práticas e adaptadas tipo aquele purê de maçã caseiro que minha mãe sempre fazia quando eu tinha diarreia. E olha não tem nada melhor que ver aquele brilho nos olhos quando eles descobrem que pode sim comer gostoso mesmo com restrições. Ah e os grupos de WhatsApp então são verdadeiras comunidades de apoio - os pacientes troca dicas compartilham receitas e até motiva uns aos outros! Nossa preciso contar uma coisa pra vocês: depois de tanto tempo atendendo pacientes pós-cirúrgicos aprendi que cada pessoa são um universo particular! Não existe isso de receita de bolo que serve pra todo mundo não... Às vezes aquele paciente que tá super desanimado com os sintomas só precisa de uma palavrinha de incentivo e umas dicas práticas pra dar a volta por cima. Tipo semana passada mesmo tive uma paciente que chegou super frustrada porque não conseguiam tomar o shake de proteína - descobrimos que bastava congelar em formato de picolé que ela AMOU!!! São esses pequenos ajustes essa conversa de amigo sabe, que fazem toda diferença. E não tenham medo de mudar as estratégias quantas vezes for preciso - o corpo fala a gente só precisa aprender a ouvir!!!