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Nome do Aluno: _____________________________
Número de Matrícula: ________________________
Data: ____/____/____
A Avaliação da Qualidade do Sono - 
Vamo Nessa!
Gente, depois de mais de 10 anos atendendo pacientes com insônia, quero compartilhar com vocês 
os diferentes aspectos da avaliação do sono na visão psicanalítica, sabe? É tipo um quebra-cabeça 
que a gente vai montando aos pouquinhos. E olha, quanto mais eu trabalho com isso, mais eu 
percebo que cada caso é um caso, cada pessoa tem sua história única com o sono!
1 Métodos de 
Avaliação 
Subjetiva
Nossa, cês não tem 
noção de como é legal 
usar esses instrumentos 
de avaliação! É tipo 
aqueles diários que a 
gente escrevia na 
adolescência, sabe? Só 
que aqui o paciente 
anota tudo sobre o sono 
dele - que horas dormiu, 
como dormiu, se 
acordou muito... Semana 
passada mesmo, tive 
uma paciente que 
através do diário dela 
descobrimos que sempre 
tinha insônia nas 
segundas-feiras! Aí 
quando fomos investigar, 
era porque ela ficava 
super ansiosa com as 
reuniões de trabalho, né? 
E esses dados são tipo 
uma mina de ouro pra 
gente entender os 
conflitos que tão 
escondidinho ali embaixo 
da superfície!
E não para por aí não, 
viu? Tem também os 
questionários 
padronizados que são 
super importantes - tipo 
o Índice de Qualidade do 
Sono de Pittsburgh, o 
Diário do Sono, a Escala 
de Sonolência de 
Epworth... Parece muita 
coisa, mas cada 
instrumento desses traz 
uma peça diferente pro 
nosso quebra-cabeça. As 
vezes o paciente fala "ah, 
eu durmo mal", mas 
quando a gente vai ver 
no diário, ele tá 
dormindo 7 horas por 
noite! Aí você pensa: opa, 
tem algo mais aí, né? É a 
qualidade do sono que tá 
ruim, não a quantidade!
2 Correlação com 
Outros Aspectos 
Psicológicos
Meu Deus, isso é muito 
doido! É como se o sono 
fosse um termômetro da 
nossa cabeça, tá ligado? 
Tipo, quando a 
ansiedade tá lá em cima, 
o sono vai lá pra baixo... 
Tive um paciente, o João 
(nome fictício, claro né 
gente), que não 
conseguia dormir direito 
há meses. Quando a 
gente começou a 
investigar, era porque ele 
tava num 
relacionamento mega 
tóxico mas não 
conseguia admitir! O 
sono tava literalmente 
gritando o que ele não 
queria ouvir acordado... 
Incrível demais como 
tudo se conecta, né não?
E vou te contar mais: tem 
paciente que chega aqui 
com depressão e nem 
percebe que o sono 
mudou completamente! 
Uns dormem demais, 
outros de menos, tem 
aqueles que acordam 
super cedo e não 
conseguem voltar a 
dormir... É tipo um 
sintoma sentinela 
mesmo, sabe? Como se o 
sono fosse aquele amigo 
sincero que fala "ó, tem 
algo errado acontecendo 
aí!". Sem falar nos casos 
de trauma então... 
Nossa, já atendi gente 
que desenvolveu insônia 
depois de um assalto, 
depois de um término 
difícil, depois de perder o 
emprego... O sono é 
muito sensível a essas 
questões emocionais!
3 Integração com a 
Análise dos 
Sonhos
Agora vem a parte mais 
massa! É tipo fazer um 
bolo: cê tem a receita 
certinha (os dados 
objetivos do sono) e o 
recheio (a análise dos 
sonhos). Tem que 
misturar tudo com muito 
cuidado pra dar certo! As 
vezes eu fico tipo 
detetive mesmo, 
juntando as pistas... O 
paciente me fala que 
dormiu só 4 horas, mas 
teve um sonho super 
significativo com a mãe 
dele - e aí a gente vai 
desvendando esse 
mistério junto! Na moral, 
é difícil pacas fazer essa 
integração, mas quando 
dá certo... Nossa, é 
satisfação garantida viu!
E sabe o que é mais 
incrível? Como os sonhos 
mudam conforme o 
tratamento vai 
avançando! Já tive casos 
que começaram com 
pesadelos recorrentes, 
daqueles bem 
assustadores mesmo, e 
aos pouquinhos foram se 
transformando em 
sonhos mais tranquilos. 
Tem também aqueles 
pacientes que dizem que 
"nunca sonham" - mas aí 
quando a gente começa 
a trabalhar a relação 
deles com o sono, 
BOOM! Começam a 
lembrar dos sonhos! É 
como se a gente tivesse 
destravando um canal de 
comunicação com o 
inconsciente, sabe? 
Freud já dizia que os 
sonhos são a via régia 
pro inconsciente, e 
mano, na prática clínica 
isso é mais verdade do 
que nunca!
E aí, galera? Viram como avaliar o sono é muito mais que só contar as horinhas que a pessoa dorme? 
É um trabalho de investigação mesmo, que precisa de muita sensibilidade e atenção aos detalhes. 
Cada caso é único, cada história tem suas particularidades, e é isso que torna nosso trabalho tão 
especial!

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