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II - a exposição sucinta da acusação e da defesa;
IV - a indicação dos artigos de lei aplicados;
V - o dispositivo;
VI - a data e a assinatura do juiz.
Relatório dispensado
Art. 38. A sentença mencionará os elementos de convicção do Juiz, com breve
resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência, dispensado o relatório.
Art. 81. § 3º A sentença, dispensado o relatório, mencionará os elementos de
convicção do Juiz.
Ambos da lei 9099 de 95
● Fundamentação – imprescindível em uma sentença (decisão judicial) -
Art. 381. III CPP. a indicação dos motivos de fato e de direito em que se fundar a
decisão;
Art. 93, IX da CF de 88. Todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário
serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade,
podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a
seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito
à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à
informação;
Art. 315 (parte que trata das prisões/medidas cautelares), § 2º do CPP Não se
considera fundamentada qualquer decisão judicial, seja ela interlocutória, sentença
ou acórdão, que:
I - limitar-se à indicação, à reprodução ou à paráfrase de ato normativo, sem
explicar sua relação com a causa ou a questão decidida; (Incluído pela Lei nº
13.964, de 2019) (Vigência)
II - empregar conceitos jurídicos indeterminados, sem explicar o motivo concreto
de sua incidência no caso; (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019) (Vigência)
III - invocar motivos que se prestariam a justificar qualquer outra decisão; (Incluído
pela Lei nº 13.964, de 2019) (Vigência)
IV - não enfrentar todos os argumentos deduzidos no processo capazes de, em
tese, infirmar a conclusão adotada pelo julgador; (Incluído pela Lei nº 13.964, de
2019) (Vigência)
V - limitar-se a invocar precedente ou enunciado de súmula, sem identificar seus
fundamentos determinantes nem demonstrar que o caso sob julgamento se ajusta
àqueles fundamentos; (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019) (Vigência)
● Distinguishing – a súmula distingue do caso concreto e, portanto, não deve
ser aplicada.
● Overruling/overriding – a súmula está total ou parcialmente superada.
VI - deixar de seguir enunciado de súmula, jurisprudência ou precedente invocado
pela parte, sem demonstrar a existência de distinção no caso em julgamento ou a
superação do entendimento. (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019) (Vigência)
Dispositivo – onde está a procedência ou improcedência da decisão – mostro o Art.
Que fundamenta.
● Absolvição – dispositivo que fundamenta a absolvição
● Condenação – dispositivo do CP
Autenticação – data e assinatura
Rubrica do juiz em todas as páginas. 
(RHC 114.111/SC, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA)
Sentença absolutória
● Própria – aquela que analisando o mérito – condena ou absolve
● Imprópria – analisa o mérito – mas o réu é absolvido pela inimputabilidade,
após ter analisado que o fato é típico e ilícito
● Sumária – Art. 397 e 415 do CPP – absolve o réu antecipadamente, pois é
muito evidente.
● Sumária imprópria – absolve o réu antecipadamente, mas impondo medida
de segurança – uma situação apenas – sentença do júri – onde a única tese
da defesa é a inimputabilidade.
● Anômala – sentença concessiva do perdão judicial – contraditório já que:
SÚMULA 18 - SENTENÇA CONCESSIVA DO PERDÃO JUDICIAL E
DECLARATORIA DA EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE, NÃO SUBSISTINDO
QUALQUER EFEITO CONDENATORIO.
Art. 386. O juiz absolverá o réu, mencionando a causa na parte dispositiva, desde
que reconheça:
I - estar provada a inexistência do fato;
II - não haver prova da existência do fato; - dúvida 
III - não constituir o fato infração penal;
IV – estar provado que o réu não concorreu para a infração penal; - certeza
V – não existir prova de ter o réu concorrido para a infração penal; - dúvida
VI – existirem circunstâncias que excluam o crime ou isentem o réu de pena
(excludentes, fundada dúvida, ou certeza de que agiu em excludente.)
VII – não existir prova suficiente para a condenação. – Aplicação integral in dúbio
pro réu
Para a defesa, basta a fundada dúvida
Parágrafo único. Na sentença absolutória, o juiz:
I - mandará, se for o caso, pôr o réu em liberdade;
II – ordenará a cessação das medidas cautelares e provisoriamente aplicadas; (se
houve pagamento de fiança, haverá a restituição)
III - aplicará medida de segurança, se cabível.
Impossibilidade de novo processo, pois a sentença transitou em julgado, não há
revisão pro societate. Ainda que depois o réu diga que foi ele.
Sentença condenatória
● Fixação da pena
● Indicação do art. Do código penal no qual incide o caso concreto
● Momentos de individualização – lei, processo, execução
● Sistema Judicial Trifásico
Art. 68 do Código Penal. Art. 68 - A pena-base será fixada atendendo-se ao
critério do art. 59 deste Código (1ª fase); em seguida serão consideradas as
circunstâncias atenuantes e agravantes (2ª fase); por último, as causas de
diminuição e de aumento (3ª fase).
Art. 59 - O juiz, atendendo à culpabilidade, aos antecedentes, à conduta social, à
personalidade do agente, aos motivos, às circunstâncias e conseqüências do
crime, bem como ao comportamento da vítima, estabelecerá, conforme seja
necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime: (Redação dada
pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)
● Culpabilidade
Grau de reprovabilidade da conduta
Não se confunde com o conceito analítico de crime
Elementos próprios do tipo
Prática do crime durante o cumprimento de pena – a jurisprudência trata
muito disso.
● Antecedentes – não posso usar a mesma condenação duas vezes – se o
réu possui uma condenação, ele tem bons antecedentes, se tem duas aí
sim.
Trânsito em julgado? Súmula 444 - É vedada a utilização de inquéritos
policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base.
Atos infracionais a mesma coisa
A folha de antecedentes criminais é documento hábil e suficiente a
comprovar os maus antecedentes e a reincidência não sendo necessária a
apresentação de certidão cartorária.
Prevalece os maus antecedentes após 5 anos da extinção da punibilidade?
SIM
Data do fato Data do trânsito
em julgado
Data em que
ocorreu o crime
a ser julgado
2/04/2019 1/04/2019
30/03/2019 Não transitou 1/04/2019
30/03/2019 30/10/2019 1/04/2019 Serve para maus
antecedentes
Mas não serve
para reincidência
30/11/1978 3/3/1979 (10
anos)
30/11/200 1/04/2019 Essa
condenação
serve apenas
para maus
antecedentes
Se transitou em julgado, ainda que após a data do fato, serve para maus
antecedentes.
● Conduta Social – comportamento do acusado no meio em que vive
(parentes, vizinhos, colegas, igreja).
Não se relaciona com a prática de crimes
>Usuário de drogas? Não
>Desempregado e n estuda? Não
>Inquéritos policiais e ações penais em curso? Não

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