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Proteção contra choques elétricos 2025 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA PREVENÇÃO DE ACIDENTES NO TRABALHO 2 Organização da Apresentação • Introdução • Conceitos importantes • Riscos elétricos • Medidas preventivas • Referências 3 4 Introdução • O objetivo deste capítulo é discutir sobre aspectos básicos que devem ser satisfeitos, visando a obtenção de uma instalação elétrica segura e confiável em relação a choques elétricos. 5 6 • Quando existe uma diferença de potencial (tensão) em um circuito condutor, o fluxo de elétrons se dá do polo negativo ao polo positivo. • Corrente elétrica (I) é definida como um movimento ordenado de cargas elétricas de um corpo. Sua unidade é dada em Ampere (A). Corrente 6 7 • Corrente contínua é aquela que circula sempre no mesmo sentido, ou seja, a polaridade não se altera. Ex: bateria; pilha. Corrente Contínua 7 8 • Na corrente alternada o sentido de movimento dos elétrons (corrente) se alterna ciclicamente. Os polos se invertem entre positivo e negativo, várias vezes por segundo. Corrente Alternada 8 9 • A tensão (U) é a força motriz responsável pelo movimento dos elétrons. • A unidade de medida da tensão é o Volt (V). Tensão 9 10 • A potência elétrica (P) mede a quantidade de energia elétrica concedida aos circuitos elétricos durante um intervalo de tempo. • A unidade de medida da potência elétrica é o Watt (W). Potência elétrica 10 𝑃 = 𝑈 𝑥 𝐼 𝑃 = 𝑈2 𝑅 𝑃 = 𝑅 𝑥 𝐼2 11 Circuito elétrico • Corresponde ao conjunto de corpos, componentes ou meios no qual é possível que haja corrente elétrica. • Em todos os circuitos elétricos existem três elementos básicos que compõem qualquer equipamento elétrico encontrado nas diversas instalações elétricas: • Capacitor; • Indutor; e • Resistência elétrica. 12 Capacitor • Capacitor é um elemento passivo projetado para armazenar energia em seu campo elétrico. Um capacitor é formado por duas placas condutoras separadas por um isolante (ou dielétrico). Variáveis: Fixos: 13 Capacitância • É a razão entre a carga depositada em uma placa de um capacitor e a diferença de potencial entre as duas placas, medidas em farads (F). • Para capacitores de placas paralelas, temos: • A é a área de cada placa; d é a distância entre as placas e ε é a permissividade do material dielétrico entre as placas. 14 Indutor • Indutor é um elemento passivo projetado para armazenar energia em seu campo magnético. Os indutores têm inúmeras aplicações em eletrônica e sistemas de potência, e são usados em fontes de tensão, transformadores, rádios, TVs, radares e motores elétricos. Indutor bobinado solenoidal, toroidal e em pastilha: 15 Indutor • Qualquer condutor de corrente elétrica possui propriedades indutivas e pode ser considerado um indutor. Mas, para aumentar o efeito indutivo, um indutor é normalmente formado de uma bobina cilíndrica com várias espiras de fio condutor. 16 Indutância • Indutância é a propriedade segundo a qual um indutor se opõe à mudança do fluxo de corrente através dele, sendo medida em henrys (H). Esta propriedade depende: • dimensões físicas e das características construtivas do indutor. • Para o indutor (solenóidal): • Onde N é o número de espiras, ℓ é o comprimento, A é a área da seção transversal e µ é a permeabilidade do núcleo. 17 Resistência elétrica • A resistência elétrica é responsável pela transformação da energia elétrica em outra forma de energia, tais como calorífica, luminosa, mecânica, sonora etc. 18 • Resistência é a dificuldade que um corpo oferece à passagem da corrente elétrica. • Sua unidade de medida é o ohm, simbolizado pela letra grega Ω. • A passagem de corrente por um condutor gera calor dependendo da resistência. 𝑈 = 𝑅 ∙ 𝐼 Resistência elétrica 18 19 • O efeito Joule é um fenômeno físico que consiste na conversão de energia elétrica em calor. Esse fenômeno ocorre quando algum corpo é atravessado por uma corrente elétrica. Q = 𝐼2𝑅𝑡 Efeito Joule 19 • A Segunda Lei de Ohm é uma expressão matemática que relaciona as propriedades físicas que interferem na resistência elétrica de um corpo condutor e homogêneo. Segunda Lei de Ohm 20 21 Outros conceitos importantes • Sistema elétrico: circuito ou conjunto de circuitos elétricos inter-relacionados. • Instalação elétrica: sistema elétrico físico. • Tensão de contato: tensão que pode surgir acidentalmente entre duas partes condutoras ao mesmo tempo acessíveis. 22 Outros conceitos importantes • Para um equipamento funcionar é necessária a conexão, através de condutores, a uma instalação elétrica, que está submetida a uma tensão elétrica cujos valores podem causar riscos às pessoas que operam os equipamentos. • A seguir, ilustra-se como pode acontecer a passagem da corrente elétrica quando o ser humano é submetido a uma tensão elétrica causada por falha de isolamento das partes condutoras ou por contato direto com as partes vivas. 23 Outros conceitos importantes 24 25 • Choque elétrico é o conjunto de perturbações de natureza e efeitos diversos, que se manifestam no organismo humano ou animal, quando este é percorrido por corrente elétrica. Riscos elétricos 25 26 Estatísticas 26 27 Estatísticas 27 28 • Os riscos decorrentes do uso da eletricidade são tão grandes, que desde 1985 os trabalhadores expostos à energia elétrica recebem o adicional de periculosidade. • Caso não sejam adotadas medidas de segurança e proteções adequadas nas instalações elétricas, os riscos de vida serão muitos. • A periculosidade não está em se tocar apenas um elemento energizado, mas dois elementos, simultaneamente, que estejam com potenciais diferentes. É, então, a diferença de potencial que representa perigo. Riscos elétricos 28 29 • A proteção contra choques elétricos depende de uma série de variáveis. Dentre elas, destacam-se os tipos de contatos: direto ou indireto. Riscos elétricos 29 30 • O contato direto ocorre quando se toca diretamente um condutor ativo de uma instalação. • Geralmente, acontece pela falta de conhecimento, negligência ou imprudência das pessoas — este tipo de contato é mais raro. Contato direto 30 31 • O contato indireto ocorre quando se toca numa parte da instalação que é condutora temporariamente, em geral por uma falta elétrica, mas que está isolada das partes condutoras da instalação. • É mais frequente, e representa um perigo maior. Contato indireto 31 32 • As manifestações, dependendo das condições e intensidade da corrente, podem variar entre uma ligeira contração superficial até uma violenta contração muscular, que pode provocar a morte. Até chegar a esse ponto existem estágios e outras consequências, conforme veremos adiante. Riscos elétricos 32 33 • Tetanização: • Corresponde a paralisia muscular provocada pela circulação da corrente elétrica através dos tecidos nervosos que controlam os músculos. • Limite de largar: em corrente alternada de 50 a 60 Hz, fica entre 6 e 14 mA em mulheres e entre 9 e 23 mA em homens. • Ultrapassado este limite, a corrente provoca a contração total do músculo, o que impede que a pessoa largue o objeto usando os músculos voluntariamente. Consequências do choque elétrico 33 34 • Parada respiratória: • Durante a tetanização, os músculos peitorais e os pulmões são paralisados, interrompendo a respiração. • Se a corrente permanece, a pessoa perde a consciência e morre por asfixia, ou sofre lesões irreversíveis nos tecidos cerebrais. Daí a importância da respiração artificial no socorro imediato com no máximo 3-4 min após o acidente. Consequências do choque elétrico34 35 • Queimadura: • Ocorre quando a passagem da corrente elétrica pelo corpo humano é acompanhada do desenvolvimento de calor pelo efeito Joule. • Esta pode se tornar mais grave quanto maior a corrente e o tempo de permanência. • Em alta tensão, a queimadura interna pode romper as artérias causando seu rompimento, com consequente hemorragia. Consequências do choque elétrico 35 36 • Queimadura: • A resistência do corpo humano varia de pessoa para pessoa e, na mesma pessoa, de acordo com as condições fisiológicas e ambientais. • As principais variáveis que influem no valor da resistência são: • Estado da pele; • local, área e duração de contato; • natureza da corrente; • taxa de álcool no sangue; e • tensão elétrica do choque. Consequências do choque elétrico 36 37 • Fibrilação ventricular: • Ocorre quando as fibras musculares do ventrículo vibram desordenadamente, estagnando o sangue dentro do coração. • Devido ao choque elétrico, dependendo da intensidade da corrente e da duração do contato, a frequência do batimento (normalmente entre 60 e 100 bpm) pode ser alterada, produzindo arritmia, e o órgão não será mais capaz de exercer sua função vital. Consequências do choque elétrico 37 38 • Fibrilação ventricular: • A fibrilação ventricular é praticamente irreversível, porque, apesar dos bons resultados que podem ser conseguidos pelo pronto atendimento com desfibriladores cardíacos, normalmente não há tempo para usá-los, já que o período para comprometimento do coração e do cérebro é de apenas três minutos. Consequências do choque elétrico 38 39 • Efeitos fisiológicos provocados por uma corrente alternada de 50 ou 60 Hz com trajeto entre extremidades do corpo em uma pessoa de no mínimo 50 kg: Consequências do choque elétrico 39 40 • O atendimento rápido pode salvar a vítima do choque, sendo que os primeiros 3 min são vitais para o atendimento do acidentado. Contudo, é preciso seguir algumas recomendações. Recomendações em caso de choque 40 41 1. não toque na pessoa acidentada se ela estiver em contato com instalações elétricas energizadas; 2. se o choque ocorrer dentro de casa, desligue imediatamente o disjuntor; 3. caso o acidente ocorra na rede elétrica externa, contate imediatamente a empresa distribuidora de energia; 4. não sendo possível desligar a energia, afaste a pessoa da instalação com um material isolante e seco, como um cabo de vassoura, um jornal dobrado, cano plástico ou corda. Suba em algum material isolante, como tapete de borracha ou pilha de jornais secos; Recomendações em caso de choque 41 42 5. chame o pronto-socorro ou leve a vítima para o hospital, com o cuidado de não agravar eventuais lesões; 6. caso seja necessário e se você souber, aplique as técnicas de reanimação como respiração boca a boca e massagem cardíaca. Recomendações em caso de choque 42 43 Estratégias de proteção • Segundo Matos[1], a proteção contra choques elétricos compreende, em caráter geral, dois tipos: básica e supletiva. 44 Estratégias de proteção • Proteção básica: É aquela destinada a impedir contato com partes vivas (energizadas) perigosas, em condições normais. Exemplos: isolação básica ou separação básica; uso de barreira ou invólucro; limitação da tensão. • Proteção supletiva: É aquela destinada a suprir a proteção contra choques elétricos em caso de falha da proteção básica. Exemplos: equipotencialização e seccionamento automático da alimentação; isolação suplementar; separação elétrica. 45 46 Medidas preventivas • Com base na norma NR-10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade) e em diversas publicações, Matos [1] sugere prevenções usualmente adotadas. 47 Técnicas preventivas 1. as instalações elétricas devem ser construídas, montadas, operadas, reformadas, ampliadas, reparadas e inspecionadas de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores e dos usuários; e supervisionadas por profissional autorizado; 48 Técnicas preventivas 2. as instalações elétricas devem ser mantidas em condições seguras de funcionamento e seus sistemas de proteção precisam ser inspecionados e controlados periodicamente, de acordo com as regulamentações existentes e definições de projetos; 49 Técnicas preventivas 3. usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC); 50 Técnicas preventivas 4. somente profissionais habilitados devem executar serviços em instalações elétricas; 5. planejar o trabalho antes de realizá-lo; 6. siga sempre os procedimentos estabelecidos na empresa e utilize os equipamentos e ferramentas adequados para realização de trabalhos em instalações elétricas; 51 Técnicas preventivas 7. certifique-se de que as instalações não estejam energizadas, antes de tocá-las. Use aparelho de teste; 8. nunca toque em instalações elétricas, com as mãos, pés ou roupas molhadas; 9. ao encontrar um fio elétrico solto na rua, mantenha-se afastado do local, pois ele poderá estar energizado. Chame a concessionária imediatamente; 52 Técnicas preventivas 10.oriente as crianças para soltar pipas longe dos fios da rede elétrica e não soltar balões. Escolha lugares abertos e espaços livres; 11.na construção ou manutenção predial próxima à rede elétrica, mantenha distância segura ao manobrar materiais e equipamentos; 53 Técnicas preventivas 12.somente sem a ocorrência de chuvas, instale, desligue ou remova antenas externas. Calcule uma distância segura da rede elétrica para sua fixação; 54 Técnicas preventivas 13.manter as instalações em bom estado, para evitar sobrecarga, mau contato e/ou curto-circuito; 14.não usar tomadas e fios em mau estado de conservação ou de bitola e/ou classe de tensão inferior à recomendada; 55 Técnicas preventivas 15.nunca retirar a proteção da instalação, substituindo fusíveis ou disjuntores por ligações diretas com arames, fios ou moedas; 16.não sobrecarregar as instalações elétricas com vários equipamentos ligados simultaneamente, pois os fios aquecem, podendo iniciar o fogo; 56 Técnicas preventivas 17.observar se os orifícios e grades de ventilação dos eletrodomésticos (como televisor, computador, vídeo) não se encontram vedados por panos decorativos, plásticos, capas, cobertas etc.; 18.aparelhos de rotação devem ser observados em sua parte mecânica, nas engrenagens, rolamentos etc. (como ventiladores, motores), pois, quando impedida a rotação, existirá produção de calor e tendência a pegar o fogo); 57 Técnicas preventivas 19.não deixar lâmpadas e aquecedores perto de cortinas, papéis e outros materiais combustíveis; 20.se a residência ficar desocupada por um período longo, desligue a proteção geral (disjuntor); caso esteja desabitada, solicite o desligamento do fornecimento à concessionária; 58 Técnicas preventivas 21.em cada tipo de ligação elétrica, os fios devem ter dimensão apropriada, especificada nas informações técnicas do equipamento; 59 Técnicas preventivas 22.sempre que a atividade envolver eletricidade, desligue o disjuntor ou a chave geral, mesmo que seja para trocar uma lâmpada; 23.não use e nem toque em fios desencapados (nus); 60 Técnicas preventivas 24.muito cuidado com o uso de aparelhos elétricos perto de chuveiros, banheiras e piscinas. O acidente com choque elétrico na água pode ser fatal; 25.em uma instalação correta, os fios não devem aquecer-se. Se isto acontecer, procure um engenheiro eletricista; 26.ao trocar o chuveiro por um de maior potência, peça a um eletricista para verificar a fiação antes de instalá-lo, evitando acidentes; 27.plugue e use os dispositivos elétricos de segurança disponíveis como, por exemplo, a tomada de três pinos; 61 Técnicas preventivas 28.cheque o estado de todos os fios e dispositivoshttps://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/exposicao-no-trabalho-e-no-ambiente/radiacoes/radiacoes-nao-ionizantes https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/exposicao-no-trabalho-e-no-ambiente/radiacoes/radiacoes-nao-ionizantes https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/exposicao-no-trabalho-e-no-ambiente/radiacoes/radiacoes-nao-ionizantes https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/exposicao-no-trabalho-e-no-ambiente/radiacoes/radiacoes-nao-ionizantes 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