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BLS, PRIORIDADE NO ATENDIMENTO 
HOSPITALAR E PRÉ-HOSPITALAR AO 
POLITRAUMATIZADO
1
UNIVERSIDADE NILTON LINS
FACULDADE DE MEDICINA
DISCIPLINA DE URGÊNCIA E 
EMERGÊNCIA CLÍNICAS
POLITRAUMATIZADO
 1 Pico: Imediatas, minutos a 1ª hora;
 2 Pico: Até 4 horas, mais efetiva a 
HOUR GOLD.
 3 Pico: Tardia
Paciente Grave:
 Insuficiência Respiratória Aguda;
 Choque;
 Alteração do nível de consciência.
Paciente Grave:
Manobras
Suporte Ventilatório
- Ventilação com dispositivo bolsa-máscara:
30x2 ou 1v/6s*;
Entrega de O
2
a 90-95%;
Adjuvantes – cânula orofaríngea e cânula nasofaríngea.
17
2017: ventilação 
assíncrona antes 
de obtenção de VA 
avançada é 
aceitável.
Medidas Adjuvantes à Ressuscitação
- Suporte Ventilatório
*Ventilação com dispositivo bolsa-máscara;
*Via aérea avançada com IOT;
*Via aérea avançada com DEG.
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A escolha do dispositivo bolsa-máscara vs. via aérea avançada
será determinada pela habilidade e experiência do médico.
Via Aérea Avançada
- Dispositivo Extraglótico:
19
Suporte Ventilatório
- IOT:
Laringoscópio (Miller e Macintosh);
Lâmina curva nº3 – adultos;
Tubo traqueal nº 7,5 – 9,0 (diâmetro 
do dedo mínimo).
20
Suporte Ventilatório
- Via Aérea Avançada:
Definição;
Opções: IOT ou DEG (máscara laríngea, tubo duplo esôfago-traqueal ou 
tubo laríngeo);
Indicação: ventilação bolsa-máscara inadequada ou estratégia na 
abordagem sequencial;
Tem grande potencial de ser nociva para o sucesso da RCP.
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Suporte Ventilatório
- Confirmação e Adequação da Via Aérea
Avançada:
Expansão torácica bilateral + ausculta nos 5
pontos;
Capnografia quantitativa em forma de
onda;
USG;
Tubo endotraqueal deve estar 5 a 7cm da
carina.
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1 VENTILAÇÃO A CADA 6 SEGUNDOS
Desfibrilação
- DEA (Desfibrilador Externo Automático)
• Possui programa de identificação e
reconhecimento dos ritmos chocáveis,
indicando o choque;
• Deve estar, idealmente, facilmente
disponível em ambientes de alto risco de
eventos cardiovasculares súbitos;
- Desfibrilador Externo Manual
• Monofásicos (360J);
• Bifásicos (120 – 200J);
Desfibrilação
- Realização de choque elétrico com corrente contínua sobre o tórax
da vítima de PCR, causando assistolia momentânea sobre todo o
miocárdio e permitindo que o sistema de condução elétrica
intracardíaco possa reassumir de forma organizada a despolarização
miocárdica;
- Posicinamento:
• Paciente: DDH em superfície rígida;
• Socorrista: na linha dos ombros do paciente;
• Pás: região esternal direita e apical esquerda;
Basic Life Support (BLS)
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Acesso
rápido
RCP
rápida
Desfibrilação
rápida
SAV
rápido
Cuidado pós
rápido
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Medidas Adjuvantes à Ressuscitação
- Oxigênio;
- Acesso Venoso Periférico ou
Intraósseo;
 *Cuidados após aplicação
de drogas EV.
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OBSERVAÇÕES
 • Compressões torácicas eficientes e de boa qualidade compreendem:
 • Mãos entrelaçadas;
 • Deprimir o tórax em pelo menos 5 cm (sem exceder 6 cm) e permitir o
completo retorno entre as compressões;
 • Manter frequência de compressões em 100 a 120 compressões/min;
 • Alternar os profissionais que aplicam as compressões a cada 2 min; e
 • Minimizar as interrupções das compressões.
 • Insuflações eficientes e de boa qualidade compreendem:
 • Insuflação de 1 segundo cada
• Visível elevação do tórax.
 • Utilizar o DEA assim que disponível, mantendo as manobras de reanimação
até a efetiva instalação e disponibilidade do equipamento.
 • Não interromper manobras de RCP
PCR/ACLS
- Modalidades
• Ritmos Chocáveis
 Fibrilação Ventricular (FV);
 Taquicardia Ventricular sem pulso (TV 
sem pulso);
• Ritmos Não Chocáveis
 Atividade Elétrica sem pulso (AESP);
 Assistolia;
ATIVIDADE ELETRICA SEM 
PULSO - AESP
• Ritmo cardíaco organizado, s/ contração ventricular
• Não passível de choque
• ACLS: RCR, epinefrina, buscar e tratar causas 
reversíveis
ASSISTOLIA
• Ausência de atividade elétrica cardíaca
• Não passível de choque
• CONFIRMAÇÃO: protocolo da linha reta
• ACLS: RCP, epinefrina, buscar e tratar causas 
reversíveis
AESP/ASSITOLIA: 
ABORGADAGEM TERAPEUTICA
5H TRATAMENTO
HIPOVOLEMIA VOLUME 30 ML/KG
HIPOXIA O2
H+ BIC DE SODIO
HIPO/HIPERCALEMIA REPOSIÇÃO/BIC DE NA
HIPOTERMIA REAQUECIMENTO
5T TRATAMENTO
TAMPONAMENTO CARDÍACO PUNÇÃO DE MARFAN
TENSÃO PNEUMOTÓRAX DRENAGEM DE ALIVIO + DFT
TROMBOSE CORONÁRIA REPERFUSÃO
TEP TROMBOLÍTICO
TÓXICO ANTAGONISTA ESPECÍFICO
Cuidados Após Retorno de Circulação 
Espontânea
UTI;
Reabordagem do ABC + Monitorização;
Evitar e corrigir imediatamente a hipotensão;
Oferecer O2 100%, coletar gasometrias e monitorizar 
oximetria;
Evitar hiperóxia e hipo/hipercapnia;
ICP em paciente com causa cardíaca;
Temperatura alvo entre 32 e 36ºC, mantida por 24h. Após 
isso, evitar hipertermia;
Glicemia

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