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Dicas para
Administrar
as Finanças
Introdução
Quem nunca ouviu falar que dinheiro traz felicidade? Mas, se mal administrado pode trazer uma 
grande dor de cabeça, certo?
Pensando nisso, a equipe do Mind 7 resolveu pesquisar algumas dicas de especialistas e também 
conteúdos já publicados para lhe presentear. São dicas simples, mas, valiosas.
Boa leitura!
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Dicas
Página 4 - Como administrar o dinheiro
Página 5 - Cortes inteligentes no orçamento
Página 6 - Finanças do casal
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Como administrar o dinheiro
Veja algumas maneiras para melhor administrar seu dinheiro
Conseguir ter uma boa administração de nosso dinheiro, sempre é um desafio a parte. Gastar 
desenfreadamente, ter que pagar aquela conta que nem sabíamos que existia ou ter algum problema 
imprevisto no meio do mês, são apenas alguns dos motivos que tornam a administração do nosso 
dinheiro muito difícil.
Você também costuma sofrer para controlar seus “trocados”? Calma, hoje vamos mostrar algumas 
dicas para tornar sua administração mais fácil e você conseguir controlar sua renda.
Dicas para Administrar seu Dinheiro:
Abaixo seguem algumas dicas e truques para você não ser pego de surpresa no fim do mês, e ainda 
conseguir manter seu dinheiro em boas mãos, as suas próprias.
Os 6 passos:
1º Nunca gaste mais do que ganha. Independentemente do valor do seu salário, se você gastar mais 
do que recebe, sempre estará devendo e nunca poderá economizar. É importante fazer um orçamento 
e respeitá-lo.
2º Se você tem dívidas, pague-as o mais rápido possível. Não deixe que elas se acumulem. Se você 
usa cartão de crédito, pague sempre o total da conta. Os juros de financiamento do saldo devedor 
costumam ser muito altos.
3º Economize, pelo menos, uma pequena quantia todos os meses. Recomenda-se guardar, no 
mínimo, 10% da renda. Abra uma conta de poupança em um banco e transfira para ela mensalmente 
a quantia que decidir economizar. Assim você se habituará a não “contar” com esse dinheiro.
4º Crie uma reserva para emergências. Antes de pensar em aplicações de médio e longo prazo, você 
precisa contar com uma poupança que cubra, pelo menos, seis meses do seu orçamento.
5º Informe-se sobre investimentos financeiros. Leia sobre o assunto na internet ou em revistas e 
livros, faça cursos e participe de seminários. Assim você poderá tomar decisões ponderadas e 
objetivas ao discutir suas decisões com corretores de seguros, gerentes de bancos ou outras 
entidades.
6º Planeje as suas metas financeiras. Crie o seu próprio “plano de negócios”, como se fosse uma 
empresa. Comece, o mais cedo possível, a contribuir para um fundo de investimentos ou um plano de 
previdência privada para garantir uma vida confortável após a aposentadoria. Você pode aderir ao 
plano oferecido pela empresa onde trabalha ou fazer um programa individual de investimentos 
exclusivamente com esse objetivo.
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Cortes inteligentes no orçamento
Economia doméstica exige controle
O sonho de todo mundo é poder gastar sem precisar se 
preocupar. Mas a realidade da maioria das famílias 
brasileiras reflete uma situação bem diferente. Fazer 
cortes no orçamento familiar é uma prática comum e 
eficaz em tempos de crise. O agente de investimento 
Lucas Weber Chaise alerta para questões bem práticas 
para quem passa por aperto.
Segundo ele, é muito importante anotar todas as 
despesas durante o período de um mês. “Só poderemos 
controlar o que pudermos mensurar”, pondera. Isso vale 
para as contas maiores, mas principalmente para as 
pequenas exceções como corrida de táxi ou consertos de 
última hora. “O ideal é envolver toda a família no 
processo”, diz.
Depois de ter tudo registrado é hora de sentar e identificar o que são gastos indispensáveis e o que 
são supérfluos, aqueles que tranquilamente podemos viver sem. “O ganho desta consciência é 
fundamental para o sucesso da iniciativa e a formação de uma nova cultura financeira no Brasil”, 
afirma o especialista.
Outro aspecto que tem influência direta no nosso bolso é a forma como pagamos as nossas contas. 
“Sejam elas gastos com escola, carro, roupas e até mesmo, em um caso extremo, dívidas atrasadas. 
O ideal é que se pague tudo à vista e a regra do desconto sempre tem que valer, para tudo” ressalta 
Chaise.
Saber para onde vai o seu dinheiro é fundamental para que os cortes sejam inteligentes e a medida 
reflita no saldo positivo no final do mês. “Outro fato que é comum e que chama muito a atenção é que 
muitas pessoas têm mais de uma conta em bancos diferentes e uma está negativa e outra bastante 
positiva. Isso faz que os juros incidam na conta negativa, enquanto no outro banco há recursos”, 
conclui.
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Finanças do casal:
consultor sugere adiar compra do imóvel e mulher como 'gerente'
5 dicas para administrar as finanças do casal
Comprar um imóvel muito cedo e manter as contas do homem 
e da mulher separadas são atitudes que podem desestabilizar 
as finanças de um casal. A afirmação é do consultor financeiro 
Gustavo Cerbasi, autor do recém-lançado livro "Os segredos 
dos casais inteligentes" (Editora Sextante).
Para o especialista, unir as finanças do casal e falar 
abertamente sobre o assunto "dinheiro" é fundamental para um 
bom relacionamento. Eleger um dos dois como "gerente" das 
finanças do casal também é importante.
"Sempre sugiro que a mulher seja a gerente financeira do lar, 
porque tradicionalmente ela lida com mais decisões financeiras 
no dia a dia. É ela que vai à farmácia e à feira, por exemplo. A 
mulher administra melhor o dinheiro."
O bom relacionamento de um casal depende, entre outras coisas, de uma conversa franca e 
constante sobre dinheiro. A seguir, o consultor financeiro Gustavo Cerbasi dá dicas de como 
administrar melhor a vida financeira a dois.
1ª - Abrir uma conta conjunta - "A regra que ajuda a construir casamentos mais felizes 
e duradouros é simples: o que é meu é nosso", diz o consultor financeiro Gustavo Cerbasi no livro "Os 
segredos dos casais inteligentes" (Editora Sextante). Para ele, é preciso que o casal administre os 
rendimentos e despesas de cada um de maneira conjunta e transparente. Cerbasi lembra que a 
abertura de uma conta conjunta permite ao casal não só administrar de maneira mais transparente 
suas finanças, mas também dá acesso a um maior limite de crédito e a tarifas mais baixas, por 
exemplo.
2ª - Levar o mesmo padrão de vida - O casal precisa traçar junto os planos financeiros 
da vida a dois, se programando para a compra da casa, o nascimento e a faculdade dos filhos. Mas é 
preciso também reservar dinheiro para sonhos individuais de consumo, como uma troca de carro. "O 
maior problema da separação financeira é a possibilidade de, no longo prazo, dois comportamentos 
financeiros diferentes resultarem em dois perfis econômicos diferentes, ou seja: um rico e um pobre 
viverem debaixo do mesmo teto", diz o consultor Gustavo Cerbasi.
3ª - Adiar a compra do imóvel - Em vez de comprar um imóvel quando os dois estão na 
faixa dos 30 anos, como é comum, o ideal é adiar esse plano por cinco ou dez anos, diz Gustavo 
Cerbasi. "De 35 a 40 anos de idade, a pessoa já tem uma condição bem melhor de renda ou de 
carreira para fazer uma escolha mais definitiva", afirma. Ele diz que a compra de um imóvel muito cedo 
pode restringir o crescimendo da carreira de um dos dois, uma vez que o casal fica preso a uma 
grande responsabilidade financeira e acaba deixando de aproveitar oportunidades de emprego em 
outras cidades, por exemplo.
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Um rico e um pobre sob o mesmo teto
Cerbasi diz que não basta que cada um fique responsável pelo pagamento de determinadas contas 
da casa e faça o que bem entender com o dinheiro que sobra. O ideal, diz Cerbasi, é concentrar 
rendimentos e pagamentos em uma conta conjunta, ou pelo menos dar total transparência às finanças 
de cada um.
"O maior problema decorrente da separação financeira é a possibilidade de, no longo prazo, dois 
comportamentos financeirosdiferentes resultarem em dois perfis econômicos diferentes, ou seja: um 
rico e um pobre viverem debaixo do mesmo teto", diz.
O especialista cita o caso em que um dos parceiros ganha mais do que o outro. "O casal vive numa 
casa confortável e tem um bom estilo de vida, mas um se sente mais ‘pobre’ porque não conseguiu 
acumular reservas e o outro tem ressentimentos porque o parceiro não contribuiu o quanto ele 
esperava para a realização dos sonhos do casal. Isso gera um sentimento de frustração mútua", diz.
Compra de imóvel traz duas desvantagens
O consultor financeiro aconselha que os casais pensem muito antes de entrar numa dívida de longo 
prazo, como a compra de um imóvel. Ainda que o aluguel seja visto como ruim por parte grande parte 
dos casais, Cerbasi diz que ele pode ser o caminho mais seguro, especialmente quando os dois são 
jovens.
Ele cita duas consequências negativas quando o casal assume a compra de um imóvel muito cedo. 
Uma é a limitação geográfica que a compra dessa casa ou apartamento traz. "Você acaba 
condicionando suas escolhas profissionais a um certo limite geográfico, a uma cidade ou até um país, 
porque, afinal, está comprometido com uma moradia pelos próximos 20 anos."
A outra desvantagem para um casal que compra um imóvel ainda jovem é o próprio aperto financeiro 
que essa decisão pode acarretar. Quem assume um financiamento como esse fica mais receoso em 
mudar de emprego e pode deixar de aceitar uma boa proposta pelo medo de ficar sem renda.
"As pessoas que não têm dívidas, que têm imóvel alugado, têm mais flexibilidade para se ajustar ao 
contexto e vão ousar mais nas experiências da carreira, provavelmente tendo mais oportunidades de 
incremento na renda do que aqueles que ficam com o orçamento engessado ainda muito 
precocemente", afirma.
4ª - Reservar dinheiro para o lazer - Lidar bem com o dinheiro não significa só se 
preocupar com as contas que o casal precisa pagar. "Até o noivado, a maior parte das experiências 
do casal com dinheiro é para fazer coisas boas, como jantar fora e se presentear. Depois, outras 
coisas ficam mais importantes, como ter uma boa casa, um bom plano de saúde e uma boa 
previdência para o futuro. O ideal é garantir uma verba para sair da rotina, mesmo que, para isso, o 
casal tenha de se impor um padrão de vida um pouco mais baixo, uma casa um pouco menor, um 
carro um pouco mais barato", diz Gustavo Cerbasi
5ª - Começar cedo - O casal não deve deixar para tratar do assunto "dinheiro" apenas quando 
for morar sob o mesmo teto. Isso não significa, claro, que é preciso abrir uma conta conjunta no 
começo do namoro. Mas, desde o começo do relacionamento, já é possível tratar do assunto, 
planejando uma viagem a dois ou juntando dinheiro para ir a um determinado restaurante. "Se 
pequenas experiências forem praticadas desde o começo do relacionamento, esse casal já terá 
condições de perceber se leva jeito para discutir dinheiro a dois", diz o consultor financeiro Gustavo 
Cerbasi.
Dinheiro para fazer coisas boas juntos, e realizar sonhos individuais
Isso não significa, diz ele, deixar para comprar a casa própria apenas quando os dois já estiverem 
idosos. "Não quero dizer que isso deve acontecer aos 75 anos, mas talvez cinco ou dez anos depois 
da idade média que as pessoas compram uma moradia, que hoje é em torno dos 30 anos de idade. 
De 35 a 40 anos de idade, a pessoa já tem uma condição bem melhor de renda ou de carreira para 
fazer uma escolha mais definitiva."
Para Cerbasi, o casal precisa traçar junto os planos financeiros da vida a dois, se programando para 
a compra da casa, o nascimento e a faculdade dos filhos, mas também deve reservar algum dinheiro 
para o lazer.
"Até o noivado, a maior parte das experiências do casal com dinheiro é para fazer coisas boas, como 
jantar fora e se presentear. Depois, outras coisas ficam mais importantes, como ter uma boa casa, um 
bom plano de saúde e uma boa previdência para o futuro. O ideal é garantir uma verba para sair da 
rotina, mesmo que, para garantir esse dinheiro, o casal tenha de se impor um padrão de vida um 
pouco mais baixo, uma casa um pouco menor, um carro um pouco mais barato", diz.
O consultor ressalta, ainda, a necessidade de se valorizar os objetivos individuais. A sugestão de 
Cerbasi é que marido e mulher separem quantidades iguais para cada um realizar seus próprios 
sonhos, como a troca de um carro.
Dinheiro não pode ser tabu
O tema "dinheiro" deve ser tratado abertamente pelo casal o quanto antes, aconselha o especialista. 
Mesmo durante o namoro, algumas experiências em dupla, como o planejamento de uma viagem 
juntos, podem mostrar se o casal tem sintonia também nesse assunto.
Autor de alguns dos livros de finanças mais vendidos do país, Cerbasi tem de dedicado há alguns 
anos a estudar e orientar os casais no tratamento do dinheiro –tema ainda tratado como tabu em 
muitos relacionamentos.
Seu maior best-seller é "Casais inteligentes enriquecem juntos" (Editora Gente), que teve quase 1 
milhão de cópias vendidas e inspirou até um filme. "Até que a sorte nos separe" tem estreia prometida 
para o segundo semestre e Leandro Hassum e Danielle Winits nos papéis principais. O filme conta a 
história de um pai de família que ganha na loteria e gasta todo o dinheiro em uma vida de ostentação 
ao lado da mulher.
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Créditos
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COMO ADMINISTRAR SEU DINHEIRO
Fonte: Sempre Tops
Por: Silvioc
Link: http://bit.ly/PocAAh
Endereços realcionados ao tema
Poupa Clique - http://bit.ly/MhXLEJ
Revista Época - http://glo.bo/M2nsaV 
CORTES INTELIGENTES NO ORÇAMENTO
Fonte: Bolsa de Mulher
Por: Redação
Link: http://bit.ly/PklNJH
FINANÇAS DO CASAL
Fonte: UOL - Economia
Por: Aiana Freitas - UOL em São Paulo
Link: http://bit.ly/PH5lHd

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