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UNIDADE 2
TECNOLOGIA, EDUCAÇÃO E INCLUSÃO
2.1 TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO
Nesta unidade conversaremos sobre o quanto é necessário se desvincular dos padrões tradicionais já enraizados há décadas nas escolas para nos aliarmos à tecnologia como uma ferramenta, um recurso que faz parte do processo de aprendizagem. Iniciaremos nossa conversa com uma indagação:
Sabemos que o ensino tem suas bases conceituais estruturadas no tradicionalismo, em uma educação bancária em que o professor é o protagonista do processo de ensino aprendizagem. Embora a educação infelizmente não acompanhe na mesma velocidade as transformações sociais, sabemos que as transformações educacionais hoje se referenciam como uma exigência. A padronização das salas de aula em muitas instituições já foi abolida. Existem espaços que já foram pensados para processos e atividades colaborativas. Inúmeras são as propostas de salas de aula invertidas. Temos uma nova proposta de escola e de aprendizagem ancoradas em um novo sujeito, singular, subjetivo e diverso.As novas teorias de sujeito nasceram em meio à crise da racionalidade, fim do século XIX e anunciaram novas bases para a compreensão desse sujeito agente no mundo, e que se tornou um grande desafio para educadores e atos educativos (SPRICIGO; OLIVEIRA; MARTINS, 2016).Não se trata mais de apenas ultrapassar as barreiras tradicionais de ensino, como também é chegado o momento de compreender quem é o sujeito que está na sala de aula, quais são as suas dificuldades, seus interesses e valores culturais além de ampliar os espaços de aprendizagem. Para Moran (2000, p. 58) a ampliação dos espaços de aprendizagem pode se dar pelos espaços virtuaisHoje entendemos por aula um espaço e um tempo determinados. Esse tempo e esse espaço serão cada vez mais flexíveis. O professor continua “dando aula” quando está disponível para receber e responder a mensagens dos alunos, quando cria uma lista de discussão e alimenta continuamente os alunos com textos, páginas da internet, fora do horário específico da sua aula. Há possibilida-des cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos e espaços diferentes, quando tanto professores quanto alunos estão motivados e entendem a aula como pesquisa de intercâmbio, com os alunos sendo supervi-sionados, animados e incentivados pelo professor. O autor aponta também que não é suficiente termos o espaço da sala de aula e os equipamentos necessários, é preciso organização e gerenciamento das práticas, bem como, a reorganização dos ambientes. Avançando na reflexão, é importante pensar que se temos um contexto educacional diferenciado, é preciso refletir acerca do papel do professor em sala de aula. Trata-se de um profissional diferenciado, que não ocupa mais o lugar de detentor do saber, isso não quer dizer que ele perdeu importância, ao contrário, seu conhecimento atualmente deve ser utilizado para a mediação da aprendizagem, buscando conhecer e ampliar as experiências dos alunos, assim com a contribuição de cada um no processo. Percebemos que as mudanças aparecem também no perfil do aluno. Nesse contexto podemos pensar em uma aprendizagem ativa, numa relação entre aluno, professor e conhecimento. Estamos falando da superação da recepção passiva do aluno e da transferência apática por parte do professor. Não se trata mais de um aluno ouvinte e um docente falante, mas de uma prática em que o discente ouve, fala, pergunta, contesta e discute.
Saímos da passividade para um processo de análise que exige do aluno motivação e envolvimento para o desenvolvimento de tarefas mentais que envolvem análise, síntese e crítica. Educador e educando aprendem juntos, numa relação dinâmica na qual a prática orientada pela teoria, reorienta essa teoria num processo de constante aperfeiçoamento (GADOTTI, 2001). Se estamos falando de uma ação educativa envolvente, podemos pensar que as tecnologias são recursos didáticos utilizados pelos professores e que propiciam ao aluno não ser apenas um expectador da aula, mas um agente de sua própria aprendizagem: quanto mais recursos digitais, maior o envolvimento e aprendizagem duradoura, porque não serão aprendidos conceitos, mas habilidades, atitudes e competências que fazem sentido no mundo real do aluno, e não mais no mundo do professor e da intrincada sala de aula (SPRICIGO; OLIVEIRA; MARTINS, 2016). Percebemos o quanto é importante rever os papéis na escola. As práticas pedagógicas precisam urgentemente serem reavaliadas; ao professor, cabe, estar em constante formação e buscar conhecimentos acerca das tecnologias, deixar o papel de transmissor e assumir uma postura de mediador. A escola precisa mudar, se tornar interessante!
Essas reflexões nos permitem compreender que a mudança de posturas de professor e aluno associadas ao uso da tecnologia, possibilita uma aprendizagem significativa. Por outro lado, não podemos deixar de pensar, que ela necessita ser proposta também no âmbito da inclusão, uma vez que a escola deve promover práticas inclusivas que privilegiem a acessibilidade e não práticas excludentes.2.2 TECNOLOGIAS ASSISTIVAS E INCLUSÃO A educação especial é considerada uma modalidade de ensino que durante um longo período de tempo foi vista sob uma perspectiva patológica e corretiva em que os alunos necessitavam se adaptar e se adequar aos padrões estabelecidos socialmente. Atualmente esse cenário foi completamente modificado, novas concepções foram estabelecidas em torno da educação especial, da inclusão e da pessoa com deficiência visando incluir e reconhecer e a cultura e privilegiar práticas inclusivas.
Pensando na perspectiva patológica e corretiva e nos avanços dos estudos sobre a aprendiza-gem, qual era a visão do sujeito que tínhamos antes e que temos agora, fazendo a analogia a partir das concepções de ensino e de aprendizagem?Sabemos que a visão do sujeito/aluno se modificou ao longo dos anos, e que a pessoa com deficiência passou a ocupar um lugar na sociedade, da mesma forma que a sociedade passou a disponibilizar recursos que possibilitaram a igualdade de oportunidades. É possível então que a escola esteja distanciada da acessibilidade e da igualdade?Claro que não! A escola precisa se constituir de um espaço em que a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno superem os paradigmas de padronização e da concepção anterior de sujeito.Nesse sentido as tecnologias assistivas ganham espaço e um papel de suma importância no contexto educacional, pois, oferecem outra visão sobre a limitação. Isso representa dizer que não importa se a deficiência é f ísica ou biológica, o que importa é que os artefatos podem possibilitar o desenvolvimento, a aprendizagem e consequentemente a inclusão, independentemente da limitação.Os artefatos tecnológicos são ferramentas que possibilitam e promovem a inclusão, além de valorizar as potencialidades e habilidades das pessoas com deficiência. A tecnologia permitiu tornar possível o que antes era impossível para essas pessoas.Para Santos e Pequeno (2011, p. 79) “Na sociedade da informação, a acessibilidade ao conhecimento digital permite ao incluído digital maximizar o tempo e suas potencialidades”, além de garantir qualidade de vida e um lugar na sociedade.
2.3 CONCEITOS E OBJETIVOS DA TECNOLOGIA ASSISTIVAA tecnologia assistiva (TA) além de garantir e promover a qualidade de vida, facilita a acessibilidade, promove aprendizagem, a interação social e o acesso da pessoa com deficiência à informação e comunicação. A tecnologia assistiva refere-se a[...] toda e qualquer ferramenta, recurso ou estratégia e processo desenvolvido e utilizado com a finalidade de proporcionar maior independência
e autonomia à pessoa com deficiência (ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCA-ÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA , 2007, p. 29).O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) define tecnologia assistiva como[...] tecnologias que reduzam ou eliminem as deficiências f ísica, mental, visual e/ou auditiva ou as limitações decorrentes dessas a fim de colaborar para a inclu-são social das pessoas portadoras de deficiência e dos idosos (BRASIL , 2005, p. 1).O Decreto n. 5.296 de 2 de dezembro de 2004 “[...] produtos, instrumentos e equipamentos ou tecnologias da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida” (BRASIL, 2004). A tecnologia assitiva é “uma área multidisciplinar de conhecimento na qual se desenvolvem estudos, produtos e pesquisas, visando promover a qualidade de vida e a inclusão social (SANTAROSA, 2010, p. 290).
Por meio das imagens e dos vídeos, podemos perceber que a TA compreende desde uma bengala a um moderno e complexo sistema de prótese mecânica que proporciona às pessoas com deficiência qualidade de vida e inclusão social.
Nesse contexto podemos pensar que a tecnologia assistiva em um contexto educacional é igual ou diferente da tecnologia? Para responder a essa pergunta, entenda a diferença de acordo com Bersch, (2013, p. 12)A tecnologia educacional também é facilmente confundida com a Tecnologia Assistiva. Um aluno com deficiência f ísica nos membros inferiores e que faz uso de cadeira de rodas, utilizará o computador com o mesmo objetivo que seus colegas: pesquisar na web, construir textos, tabular informações, organizar suas apresentações etc. O computador é para este aluno, como para seus colegas, uma ferramenta tecnológica aplicada no contexto educacional e, neste caso, não se trata de Tecnologia Assistiva. Qualquer aluno, tendo ou não deficiência ao utilizar um software educacional está se beneficiando da tecnologia para o aprendizado. Na escola o professor propõe novas ferramentas tecnológicas com objetivo de diversificar e qualificar o acesso ativo dos alunos às informações e também proporcionar a eles múltiplas formas de organizarem, expressarem e apresentarem os conhecimentos construídos. Quando então a tecnologia pode ser considerada Assistiva no contexto educacional? Quando ela é utilizada por um aluno com deficiência e tem por objetivo romper barreiras sensoriais, moto-ras ou cognitivas que limitam/impedem seu acesso às informações ou limitam/impedem o registro e expressão sobre os conhecimentos adquiridos por ele; quando favorecem seu acesso e participação ativa e autônoma em projetos pe-dagógicos; quando possibilitam a manipulação de objetos de estudos; quando percebemos que sem este recurso tecnológico a participação ativa do aluno no desafio de aprendizagem seria restrito ou inexistente. São exemplos de TA no contexto educacional os mouses diferenciados, teclados virtuais com varreduras e acionadores, softwares de comunicação alternativa, leitores de texto, textos ampliados, textos em Braille, textos com símbolos, mobiliário acessível, recursos de mobilidade pessoal etc.
De acordo com Bersch, (2013) a tecnologia assistiva tem objetivos diferenciados da tecnologia fora do contexto educacional e seu objetivo é promover o desenvolvimento humano e oportunizar a aprendizagem por vias diferenciadas.
FIXANDO O CONTEÚDO
1 - (Q799853 ) Conforme a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, a educação especial se organizou tradicionalmente como:
a) Atendimento inconveniente particularizado substitutivo ao ensino aceitável, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
b) Atendimento grosseiro individualizado substitutivo ao ensino regular, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
c) Atendimento educacional especializado substitutivo ao ensino comum, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
d) Atendimento educativo inábil substitutivo ao ensino regular, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
e) Atendimento de ensino principiante substitutivo ao ensino superior, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
2 - (Q797817) A Educação Inclusiva aposta na escola como comunidade educativa, defendendo um ambiente de aprendizagem diferenciado e de qualidade para todos os alunos. É uma escola que reconhece as diferenças, desenvolve-se com essa diversidade, dando sentido e significado ao ensino. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir e marque V (verdadeiro) ou F (falso).
( )De acordo com a filosofia da escola inclusiva, todas as crianças devem ser educadas numa escola isenta de barreiras pedagógicas, de organização administrativa e de gestão de recursos.
( )Perante um idealismo desejável que associa a inclusão, aos direitos humanos e à equidade social é dispensável que os docentes demonstrem atitudes inclusivas nas suas práticas.
( )O princípio da inclusão apela para uma escola que tenha em atenção a criança-todo, não só a criança aluno.
( )Deve preconizar o ajustamento de toda a comunidade educativa, adotando estratégias capazes de facilitar a aprendizagem a grupos de alunos, em que a inevitável diversidade é considerada como um fator de enriquecimento e um motor de desenvolvimento de toda a comunidade escolar.
A sequência CORRETA é:
a) V – F – V – V.
b) F – V – F – V.
c) V – F – V – F.
d) F – V – F – F.
e) F -F – V – V.
3 - (Q799133) Antes, nós tínhamos a escola regular e a escola especial, separadamente. A educação inclusiva aparece para acabar com essa separação. Ela é a educação especial dentro da escola regular com o objetivo de permitir a convivência e a integração social dos alunos com deficiência favorecendo a diversidade. A educação inclusiva não é a mesma coisa que a educação especial. A educação especial é uma modalidade de ensino que tem a função de promover o desenvolvimento das habilidades das pessoas com deficiência, e que abrange todos os níveis do sistema de ensino, desde a educação infantil até a formação superior. Ela é responsável pelo atendimento especializado ao aluno e seu público-alvo são os alunos com algum tipo de deficiência (auditiva, visual, intelectual, f ísica ou múltipla), com distúrbios de aprendizagem ou com altas habilidades (superdotados).A educação inclusiva é uma modalidade de ensino na qual o processo educativo deve ser considerado como um processo social, em que:
a) o ensino a distância não pode ser utilizado como complementação da aprendizagem.
b) as comunidades indígenas e quilombolas não se encontram contempladas.
c) todas as pessoas, com deficiência ou não, têm o direito à escolarização.
d) é fundamental o fortalecimento dos vínculos com as famílias e demais redes de apoio.
e) o ensino religioso faz parte integrante da formação básica em prol da cidadania.
4 - (Q712865 ) A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei, 9.394/96, dispõe de orientações para os sistemas de ensino para o atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação. Quanto a formação de professores, o inciso III do art. 59 assegura:
a) oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de 0 (zero) a 6 (seis) anos, durante a educação infantil.
b) O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
c) Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.
d) Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. 
e) Nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de 8 (oito) horas semanais de aulas.
5 - (Q781082) Sobre o Decreto 5.626/05, Capítulo IV: do uso e da difusão da Libras e da Língua Portuguesa para o acesso das pessoas surdas à educação, analise as afirmativas a seguir.
I. As instituições federais de ensino devem ofertar, obrigatoriamente, desde a educação infantil, o ensino da Libras e também da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos. 
II. O processo de inclusão da Libras como disciplina curricular deve iniciar-se nos cursos de Educação Especial, Fonoaudiologia, Pedagogia e Letras, ampliando-se progressivamente para as demais licenciaturas. 
II. As instituições federais de ensino devem apoiar, na comunidade escolar, o uso e a difusão de Libras entre professores, alunos, funcionários, direção da escola e familiares, inclusive por meio da oferta de cursos. 
Assinale
a) se somente as alternativas I e II estiverem corretas.
b) se somente as alternativas II e III estiverem corretas.
c) se somente as alternativas I e III estiverem corretas. 
d) se somente a alternativa III estiver correta.
e) se todas as alternativas estiverem corretas.
6 - (Q781018) A respeito da perspectiva bilíngue utilizada para melhorar a acessibilidade e promover educação inclusiva de qualidade, assinale a alternativa incorreta.
a) A presença do tradutor/intérprete em todas as aulas promove acesso aos conteúdos e facilita o contato com o professor ouvinte.
b) Um dos recursos indispensáveis para a educação bilíngue são as tecnologias assistivas, tais como jogos didáticos e/ou softwares em língua de sinais.
c) O currículo do ensino infantil para crianças surdas deve incluir o ensino oral/auditivo para garantir a eficácia do ensino-aprendizagem em língua de sinais.
d) O ensino de língua portuguesa é priorizado a partir do momento que o surdo não consegue aprender a língua de sinais.
e) Outro método a ser pensado no bilinguismo é o SignWriting, escrita de sinais, que pode auxiliar o surdo também no aprendizado de palavras e/ou f rases de forma visual e espacial.
7 - (Q648334) Para a garantia do direito à educação básica e, especificamente, à educação profissional, preconizado no inciso IV, alínea a, do artigo 3º da Lei nº 12.764/2012, os sistemas de ensino devem efetuar a matrícula dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista nas classes comuns de ensino regular, assegurando o acesso à escolarização, bem como ofertar os serviços da Educação Especial, dentre os quais: o Atendimento Educacional Especializado e o(a):
a) profissional especialista.
b) material de apoio.
c) profissional de tecnologia.
d) sala de reforço.
e) profissional de apoio.
8 - Segundo o documento intitulado Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, o Instituto dos Surdos Mudos foi uma das primeiras instituições criadas no Brasil para atender pessoas com deficiências.Hoje, esse Instituto é chamado de:
a) Escola Brasileira de Surdos – EBS.
b) Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE. 
c) Organização pela Educação Especializada – OEE.
d) Instituto Nacional da Educação dos Surdos – INES.
e) Sociedade Pestalozzi.
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