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28) Um casal decide se separar e, durante a partilha de bens, um dos cônjuges tenta ocultar bens adquiridos durante o casamento. O outro cônjuge pode: a) Aceitar a partilha sem questionamentos. b) Buscar a anulação da partilha. c) Solicitar uma auditoria dos bens. d) Pedir a inclusão dos bens ocultos na partilha. Resposta: d) Pedir a inclusão dos bens ocultos na partilha. Explicação: O cônjuge que se sentir prejudicado pode solicitar judicialmente que os bens ocultos sejam incluídos na partilha, pois ambos têm direito à divisão equitativa dos bens adquiridos durante o casamento. 29) Um cliente processa um banco por danos morais após ter seu nome incluído indevidamente em um cadastro de inadimplentes. O banco, por sua vez, argumenta que agiu de boa-fé. Nesse contexto, a argumentação do banco é: a) Irrelevante, pois a boa-fé não justifica a inclusão. b) Procedente, pois a boa-fé deve ser considerada. c) Improcedente, uma vez que a inclusão é sempre prejudicial. d) Válida, mas insuficiente para afastar a responsabilidade. Resposta: a) Irrelevante, pois a boa-fé não justifica a inclusão. Explicação: A inclusão indevida do nome do cliente em cadastro de inadimplentes é considerada prática abusiva, independentemente da boa-fé do banco. 30) Um advogado é processado por um cliente que alega que o profissional não apresentou defesa adequada em um processo. O advogado pode se defender alegando: a) Que a decisão foi apenas uma questão de interpretação. b) Que o cliente não seguiu suas orientações. c) Que não havia chances de sucesso na defesa. d) Que a responsabilidade é compartilhada com o juiz. Resposta: c) Que não havia chances de sucesso na defesa. Explicação: O advogado pode alegar que não havia chances de sucesso na defesa, mas isso deve ser comprovado com elementos do processo. 31) Um vendedor de um imóvel não informa ao comprador sobre a existência de uma dívida que pesa sobre o imóvel. Após a compra, o comprador é surpreendido com a cobrança da dívida. Nesse caso, o vendedor pode ser responsabilizado por: a) Vício redibitório. b) Dano moral. c) Dano material. d) Inexistência de contrato. Resposta: a) Vício redibitório. Explicação: A omissão de informações relevantes sobre a dívida caracteriza vício redibitório, o que pode levar à anulação do contrato ou à reparação de danos. 32) Durante um julgamento, uma testemunha é ouvida e faz afirmações que contradizem o que foi declarado anteriormente. O juiz deve: a) Desconsiderar a nova declaração. b) Avaliar a credibilidade da testemunha. c) Encaminhar o caso ao Ministério Público. d) Determinar a reabertura da instrução. Resposta: b) Avaliar a credibilidade da testemunha. Explicação: O juiz deve considerar a nova declaração, avaliando a credibilidade da testemunha e a relevância da contradição para o caso. 33) Em um contrato de trabalho, uma das cláusulas estabelece que o empregado deve cumprir jornada de 44 horas semanais. O empregado, no entanto, trabalha 50 horas por semana sem receber horas extras. O empregador pode ser responsabilizado por: a) Apenas por horas não pagas. b) Dano moral por exploração. c) Irregularidade contratual. d) Todas as opções anteriores. Resposta: d) Todas as opções anteriores. Explicação: O empregador pode ser responsabilizado tanto pelas horas não pagas quanto por danos morais e pela irregularidade contratual, uma vez que a jornada não está sendo cumprida conforme o contrato. 34) Um cidadão sofre um acidente em uma rodovia e a perícia conclui que a causa foi a má conservação da pista. Nesse caso, o cidadão pode processar: a) O motorista do outro veículo. b) O estado pela responsabilidade civil. c) A empresa que administra a rodovia. d) Todas as opções anteriores. Resposta: b) O estado pela responsabilidade civil. Explicação: A má conservação da pista implica responsabilidade civil do estado, que deve garantir a segurança nas rodovias. 35) Um diretor de uma ONG é acusado de desvio de verbas públicas. A defesa do diretor pode alegar, entre outros argumentos: a) Que as verbas não eram públicas. b) Que não havia intenção de desvio. c) Que a ONG não tinha fins lucrativos. d) Que as contas foram aprovadas por auditoria. Resposta: b) Que não havia intenção de desvio. Explicação: A defesa pode alegar a ausência de dolo, argumentando que as ações foram tomadas com a intenção de beneficiar a ONG, mas isso deve ser comprovado. 36) Um autor de um livro decide processar uma editora por não pagamento de direitos autorais. A editora, por sua vez, argumenta que o autor não cumpriu com suas obrigações contratuais. Nesse caso, o juiz deve: a) Decidir em favor da editora. b) Avaliar as provas de ambas as partes. c) Declarar a nulidade do contrato. d) Determinar a mediação entre as partes. Resposta: b) Avaliar as provas de ambas as partes. Explicação: O juiz deve analisar as evidências apresentadas por ambas as partes antes de tomar uma decisão sobre a responsabilidade pelo não pagamento. 37) Um cliente alega que um produto adquirido apresentou defeito e busca reparação por danos. O fornecedor, por sua vez, argumenta que o cliente não seguiu as instruções de uso. Nesse caso, a responsabilidade do fornecedor pode ser: a) Exclusiva, independentemente do uso. b) Limitada, se o cliente não seguiu as instruções. c) Irrelevante, pois o defeito é evidente. d) Afastada, pois não houve vício no produto.