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1 
 
 
 
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA 
CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE 
 
 
DOUGLAS FRANCISCO MARTINS 
MATRÍCULA: 1230109534 
 
 
 
 
 
TRABALHO DA DISCIPLINA AV2 
 
 
 
 
 
 
 FERRAMENTAS DE QUALIDADE 
 
 
 
 
 
 
 
RIO DE JANEIRO 
2024 
 
2 
 
TRABALHO DA DISCIPLINA AV2 
 
1. Sim, o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da FNQ pode ser considerado um 
sistema de medição da qualidade e do desempenho empresarial. O MEG se baseia em 
Fundamentos de Excelência que norteiam práticas de gestão e são desdobrados em critérios e 
subcritérios avaliáveis. Embora o MEG não seja um sistema de indicadores formal como o 
Balanced Scorecard (BSC), ele define áreas e práticas que podem ser quantificadas por meio 
de indicadores, abrangendo áreas como liderança, estratégia, clientes, sociedade e processos. 
2. O modelo mencionado é o Balanced Scorecard (BSC), que estrutura a gestão de 
indicadores em quatro perspectivas chave do desempenho organizacional: Financeira, Clientes, 
Processos Internos e Aprendizado e Crescimento. 
Semelhanças: 
Ambos os modelos visam a melhoria do desempenho organizacional e são baseados em 
uma visão integrada da empresa. 
O BSC e o MEG enfatizam a importância de uma abordagem estratégica para alcançar 
a excelência em diferentes áreas organizacionais. 
Diferenças: 
O MEG da FNQ é mais abrangente, focado na excelência em gestão em um contexto 
mais amplo, incluindo responsabilidade social e resultados relacionados à sociedade. 
O BSC dá ênfase à conexão entre as perspectivas e à geração de valor a partir do 
aprendizado e inovação, enquanto o MEG abrange aspectos como sustentabilidade e 
governança. 
3. Sim, os dois modelos poderiam ser usados em conjunto. O BSC poderia ser utilizado 
como uma ferramenta de acompanhamento de indicadores, apoiando a implementação e o 
monitoramento dos objetivos definidos pelo MEG. O BSC, com suas perspectivas claramente 
delineadas, ajudaria a operacionalizar e monitorar as metas ligadas aos Fundamentos de 
Excelência, oferecendo uma estrutura para a mensuração e controle. 
Por exemplo, os indicadores financeiros e de clientes do BSC poderiam ser mapeados 
diretamente para os critérios de "Resultados" do MEG. Já as perspectivas de processos e 
aprendizado do BSC poderiam apoiar o desenvolvimento de práticas alinhadas aos critérios de 
"Gestão de Pessoas" e "Inovação" do MEG. Construção de um Modelo de Gestão de 
Indicadores baseado no MEG. 
3 
 
Ao construir um modelo de gestão de indicadores baseado no MEG da FNQ, os 
seguintes indicadores poderiam ser alinhados aos critérios de excelência: 
 
Nível Estratégico: Indicadores de sustentabilidade e governança corporativa (ligados à 
perspectiva financeira e à responsabilidade social). 
Indicadores de inovação e adaptação (associados à gestão da inovação e da 
transformação). 
Nível Gerencial: Indicadores de eficiência em processos internos e qualidade dos 
produtos/serviços (ligados à perspectiva de processos). 
Indicadores de satisfação e fidelidade de clientes (relacionados à perspectiva de clientes 
e ao critério de resultados). 
Nível Operacional: Indicadores de produtividade e desempenho operacional (ligados 
aos processos internos). 
Indicadores de desenvolvimento de competências e aprendizado organizacional 
(associados ao aprendizado e crescimento). 
 
Esses indicadores poderiam ser organizados em perspectivas semelhantes às do BSC, 
como Sustentabilidade e Sociedade, Resultados, Processos Internos, e Desenvolvimento e 
Inovação, criando um sistema robusto de monitoramento que apoia os objetivos do MEG. 
A integração desses elementos forneceria uma visão holística do desempenho 
organizacional, garantindo que a busca pela excelência seja sustentada por um processo 
contínuo de monitoramento e ajustes. 
 
Referências: 
SARTORI, A. MEG - Modelo de Excelência em Gestão: conceito e fundamentos. 
Disponível em: . Acesso em: 15 setembro de 2024. 
BARDAGI, Marcos. Conheça os 8 fundamentos essenciais para uma gestão de 
excelência. FQN - Gestão para transformação, 2018. Disponível em: 
. Acesso em: 15 setembro de 2024.

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