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é
2025
Ensino Fundamental
Anos Iniciais
5°ANO
Caderno do Professor(a) - 1º Bimestre
Sa b
ESCOLA DE FORMAÇÃO 
E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL 
E DE EDUCADORES 
GOVERNO 
DIFERENTE 
ESTADO 
EFICIENTE
2
Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional e de Educadores 
Av. Amazonas, 5855 - Gameleira, Belo Horizonte - MG
30510-000
Governador do Estado de Minas Gerais
Romeu Zema Neto
Vice-Governador do Estado de Minas Gerais
Mateus Simões de Almeida
Secretário de Estado de Educação
Igor de Alvarenga Oliveira Icassatti Rojas
Secretária Adjunta
Fernanda de Siqueira Neves
Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica
Kellen Silva Senra
Superintendente da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional e de 
Educadores
Graziela Santos Trindade
Diretor da Coordenadoria de Ensino da Escola de Formação e Desenvolvimento 
Profissional e de Educadores
Tiago Vieira Lima Alves
Produção de Conteúdo 
Professores Formadores da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional e de Educadores
Revisão 
Professores Formadores da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional e de Educadores
3
PREZADO(A) PROFESSOR(A), 
É com grande entusiasmo que apresentamos a você o Caderno MAPA + Saeb! 
Você sabe o que é o Saeb? Temos certeza que sim e então vamos relembrar e aprofundar 
na compreensão desse sistema de avaliação tão importante para nossa educação pública.
O Brasil implementou uma estratégia abrangente para acessar as escolas e coletar infor-
mações sobre os processos de ensino e aprendizagem, permitindo o monitoramento da 
qualidade e equidade da educação em todas as regiões do país.
Essa é a missão do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), coordenado pelo Ins-
tituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O Saeb vai além de uma simples prova. Ao ouvir o termo “avaliação”, muitas pessoas asso-
ciam imediatamente a ideia de teste, mas é fundamental entender que as provas são ape-
nas uma parte do Saeb. A avaliação abrange diversos fatores que influenciam a qualidade 
do ensino e busca fornecer informações sobre sete dimensões da educação básica: 
1 - Atendimento escolar; 
2 - Ensino e aprendizagem; 
3 - Investimento; 
4 - Profissionais da educação; 
5 - Gestão; 6 - Equidade; 
7 - Cidadania, Direitos Humanos e valores. 
Para avaliar essas dimensões, são aplicados questionários a professores, diretores escolares 
e gestores municipais de educação, além de testes de Língua Portuguesa e Matemática para 
os alunos. As avaliações do Saeb ocorrem a cada dois anos, com a próxima prevista para 
2025 em todo o país.
Nesse sentido, o Caderno MAPA + SAEB foi criado com o intuito de apoiar efetivamente 
o trabalho dos professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais, auxiliando-os a 
enfrentar os desafios educacionais identificados historicamente por meio de avaliações in-
ternas e externas, baseadas nas Matrizes de Referência das avaliações de larga escala e 
em um estudo dos descritores realizado pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da 
Educação (CAED). Este material pedagógico, alinhado à Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC) e ao Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), foi especialmente desenvolvido 
para ajudar na superação das defasagens de aprendizagem detectadas pelos descritores 
avaliados pelo Saeb, que evidenciam os processos de ensino e aprendizagem, dinamizados 
pelas habilidades correlacionadas.
Os resultados das avaliações externas destacaram áreas que requerem atenção prio-
ritária, revelando lacunas no desenvolvimento de habilidades e competências essen-
ciais dos estudantes. Nesse contexto, o Caderno oferece uma abordagem estraté-
gica e prática para que os professores trabalhem diretamente com os descritores, 
focando aqueles que apresentaram maior índice de dificuldade entre os alunos. As ativi-
dades propostas incentivam a utilização de metodologias ativas, que devem ser adaptadas 
às necessidades e realidades de cada turma, promovendo o engajamento dos estudantes 
e fortalecendo as habilidades necessárias para seu pleno desenvolvimento educacional. 
4
Com ênfase no fortalecimento das aprendizagens, este material busca não apenas aten-
der às demandas imediatas, mas também contribuir para a construção de uma base só-
lida de conhecimentos, preparando os estudantes para novos desafios e possibilitando 
o avanço de toda a rede de ensino em direção à equidade e à excelência educacional. 
Assim, o Caderno MAPA + SAEB, integrado a Matriz de Referência do SAEB, adota uma 
abordagem abrangente, contemplando todos os anos escolares anteriores, e não apenas 
o ano em que o estudante está inserido atualmente. Essa estratégia visa assegurar que os 
estudantes compreendam e desenvolvam plenamente as habilidades relacionadas aos des-
critores que apresentaram defasagem, conforme indicado pelos dados históricos do SAEB.
Por meio dessa estratégia, busca-se fortalecer o trabalho com as habilidades necessárias no 
ano em curso, oferecendo oportunidades para que os estudantes construam conhecimentos 
fundamentais de forma progressiva. Logo, o Caderno apresenta uma compilação gradual de 
Tópicos e Descritores, promovendo o aprofundamento das aprendizagens essenciais.
Ressaltamos a importância da integralização do trabalho com as habilidades nos processos 
de ensino e aprendizagem, destacando que os descritores são um recorte dessas habilida-
des. Portanto, é crucial focar no desenvolvimento das habilidades e não apenas nos descri-
tores
Embora o Caderno MAPA + SAEB enfatize o trabalho com os descritores, é fundamental 
consolidar as habilidades para que o estudante compreenda e se aproprie dos conteúdos 
propostos.
Os cadernos serão disponibilizados em quatro volumes, um para cada bimestre: Volume 
1 (Fevereiro e Março), Volume 2 (Abril e Maio), Volume 3 (Junho e Agosto) e Volume 4 
(Setembro e Outubro). Esses cadernos, compostos por planejamentos, representam mais 
uma estratégia didática que poderá ser utilizada pelos professores para garantir, de forma 
democrática e inclusiva, os direitos de aprendizagem dos estudantes.
Além disso, a organização das habilidades em volumes bimestrais permite uma articulação 
mais eficaz entre o planejamento pedagógico e o acompanhamento sistemático dos avan-
ços dos alunos ao longo do ano letivo. A proposta é que os professores utilizem os planeja-
mentos não apenas como um recurso instrucional, mas também como um instrumento de 
reflexão sobre suas práticas e as adaptações necessárias ao contexto da sala de aula.
A diversidade de atividades e sugestões metodológicas presentes no material visa atender 
às diferentes realidades e perfis das escolas da rede, promovendo a equidade educacional e 
garantindo que todos os estudantes tenham acesso às condições necessárias para o pleno 
desenvolvimento de suas potencialidades. Além disso, o foco nos descritores mais críticos 
amplia as possibilidades de intervenção pedagógica, reforçando a aprendizagem de maneira 
significativa e contextualizada.
Por fim, este caderno reflete o compromisso da Secretaria de Estado de Educação de Mi-
nas Gerais em promover inovação e inclusão, oferecendo um recurso que alia qualidade e 
acessibilidade. Além de colaborar com a preparação para as avaliações externas, o material 
busca consolidar a formação de estudantes mais autônomos, críticos e preparados para 
os desafios futuros, fortalecendo, assim, a educação pública como um direito essencial e 
transformador.
5
SUMÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA ..............................................................................6
PLANEJAMENTO 1 .................................................................................... 6
REFERÊNCIAS ........................................................................................ 16
PLANEJAMENTO 2 .................................................................................. 17
REFERÊNCIAS ........................................................................................ 22
PLANEJAMENTO 3 ..................................................................................e simples.
 Fonte: Pinterest (2024)
Na lousa proponha outros exemplos para que façam no coletivo ou trace as linhas ou leve 
um cartaz com as mesmas reproduzidas e plastificadas com plástico adesivo incolor, para 
que seja possível apagar e refazer.
Veja outro exemplo:
 Fonte: Nova Escola (2024)
44
Oferte aos estudantes outras opções e juntos façam na lousa. Sugerimos outras figuras 
como no exemplo a seguir.
Fonte: FTD (2021)
Assista ao vídeo sobre ampliação e redução de figuras. Ótima orientação para a contagem 
da quadrícula.
Ampliação e redução de figuras em malha quadriculada
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=B3Q-
fsXNZ8co.
SAIBA MAIS
FINALIZAÇÃO/AVALIAÇÃO
Divida as turmas em pequenos grupos. Estes deverão apresentar cada atividade por meio 
de desenho ou colagem dos mesmos em papel sulfite A4 como se fosse pequeno livreto. 
Proponha que os grupos criem um portfólio contendo cada um as seguintes figuras dese-
nhadas por eles:
 Ö Três polígonos diferentes desenhados em folha quadriculada.
 Ö Um polígono representado em folha quadriculada e o mesmo abaixo nas folhas 
com quadrículas do mesmo tamanho, porém a figura ampliada.
 Ö Outro polígono diferente representado em malha quadriculada e ampliado em qua-
drícula maior.
 Ö Outro polígono representado em folha quadriculada e reduzido com o mesmo ta-
manho de quadrícula.
 Ö Mais um polígono reduzido em folha com quadrículas menores.
https://www.youtube.com/watch?v=B3QfsXNZ8co
https://www.youtube.com/watch?v=B3QfsXNZ8co
45
(In)forme-se mais através das ferramentas
Plataforma com conteúdo seguro, interati-
vo, divertido e de qualidade para professo-
res e estudantes.
Disponível em: https://britannica.com.br/.
Plataforma de leitura que apoia a promo-
ção do hábito da leitura e das habilidades 
de compreensão leitora dos estudantes.
Disponível em: https://www.elefanteletra-
do.com.br/.
Plataforma que oferece livros digitais, vi-
deoaulas, simulados, correção de reda-
ção, relatórios individuais de desempenho 
e muito mais para auxiliar o estudante na 
preparação para o ENEM.
Disponível em: https://www.enem.educa-
cao.mg.gov.br/plataforma/login.
Utilize-as em seu dia-a-dia na prática da sala de aula, são parceiras da SEE-MG. 
https://britannica.com.br/
https://www.elefanteletrado.com.br/
https://www.elefanteletrado.com.br/
https://www.enem.educacao.mg.gov.br/plataforma/login
https://www.enem.educacao.mg.gov.br/plataforma/login
46
REFERÊNCIAS
ARESTA. Wikipédia. 18 dez. 2024. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ares-
ta#:~:text=Na%20geometria%2C%20um%20aresta%20%C3%A9,%C3%A9%20
frequentemente%20chamado%20de%20lado. Acesso em: 18 dez. 2024. 
AZZUK,Azzaia. No Pinterest. Desenhos em quadrícula.18 dez. 2024. Disponível em: 
https://br.pinterest.com/pin/107523509846876961/. Acesso em: 18 dez. 2024.
CONGRUÊNCIA. Wikipédia. 18 dez. 2024. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/
Congru%C3%AAncia_(geometria). Acesso em: 18 dez. 2024.
JUNIOR, José Ruy Giovanni. A Conquista da Matemática. 1ª edição. FTD.São Paulo 
2021.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas 
Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento 
Profissional de Educadores de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2025. Disponível em: https://
drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view. Acesso em: 25 
nov. 2024.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamen-
tal - anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de 
Minas Gerais, Belo Horizonte, 2025. Disponível em: https://curriculoreferencia.educacao.
mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg. Acesso em: 21 nov. 2024.
MOLDOVAN, Anto. No Pinterest. Maison. 18 dez. 2024. Disponível em: https://br.pinte-
rest.com/pin/15270086235312144/ . Acesso em: 18 dez. 2024.
POLÍGONOS. Escola Kids. 18 dez. 2024. Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/
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ROOKIEPARENTING.COM. No Pinterest. Figuras poligonais. 18 dez. 2024. Disponível 
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SILVA, Luis Paulo Moreira. Ângulo. Brasil Escola. 18 dez. 2024. Disponível em: https://
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SILVA, Luis Paulo Moreira. O que é polígono. Brasil Escola. 18 dez. 2024. Dispo-
nível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-poligono.
htm#:~:text=Os%20pol%C3%ADgonos%20s%C3%A3o%20linhas%20fechadas,geom%-
C3%A9tricas%20inteiramente%20formadas%20por%20lados. Acesso em: 18 dez. 2024.
VARGAS, Luciene Vaz de Brito. Plano de aula: movimentando-se com ângulos. 18 
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%C3%A9,e%20dos%20poliedros%20s%C3%A3o%20v%C3%A9rtices. Acesso em: 18 
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WITCH Kréjzi. No Pinterest. Trem em malha quadriculada. 18 dez. 2024. Disponível 
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Aresta#:~:text=Na%20geometria%2C%20um%20aresta%20%C3%A9,%C3%A9%20frequentemente%20chamado%20de%20lado
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aresta#:~:text=Na%20geometria%2C%20um%20aresta%20%C3%A9,%C3%A9%20frequentemente%20chamado%20de%20lado
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aresta#:~:text=Na%20geometria%2C%20um%20aresta%20%C3%A9,%C3%A9%20frequentemente%20chamado%20de%20lado
https://br.pinterest.com/pin/107523509846876961/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Congru%C3%AAncia_(geometria)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Congru%C3%AAncia_(geometria)
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg
https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg
https://br.pinterest.com/pin/15270086235312144/
https://br.pinterest.com/pin/15270086235312144/
https://escolakids.uol.com.br/matematica/conhecendo-os-poligonos.htm
https://escolakids.uol.com.br/matematica/conhecendo-os-poligonos.htm
https://br.pinterest.com/pin/365424957280531635/
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-angulo.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-angulo.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-poligono.htm#:~:text=Os%20pol%C3%ADgonos%20s%C3%A3o%20linhas%20fechadas,geom%C3%A9tricas%20inteiramente%20formadas%20por%20lados
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-poligono.htm#:~:text=Os%20pol%C3%ADgonos%20s%C3%A3o%20linhas%20fechadas,geom%C3%A9tricas%20inteiramente%20formadas%20por%20lados
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-poligono.htm#:~:text=Os%20pol%C3%ADgonos%20s%C3%A3o%20linhas%20fechadas,geom%C3%A9tricas%20inteiramente%20formadas%20por%20lados
https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/5ano/matematica/movimentando-se-com-angulos/1125
https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/5ano/matematica/movimentando-se-com-angulos/1125
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A9rtice#:~:text=Em%20geometria%2C%20um%20v%C3%A9rtice%20%C3%A9,e%20dos%20poliedros%20s%C3%A3o%20v%C3%A9rtices
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A9rtice#:~:text=Em%20geometria%2C%20um%20v%C3%A9rtice%20%C3%A9,e%20dos%20poliedros%20s%C3%A3o%20v%C3%A9rtices
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A9rtice#:~:text=Em%20geometria%2C%20um%20v%C3%A9rtice%20%C3%A9,e%20dos%20poliedros%20s%C3%A3o%20v%C3%A9rtices
https://br.pinterest.com/pin/23784704275980230/
	PLANEJAMENTO1
	REFERÊNCIAS
	PLANEJAMENTO 2
	REFERÊNCIAS
	PLANEJAMENTO 3
	REFERÊNCIAS
	PLANEJAMENTO 1 
	PLANEJAMENTO 2
	REFERÊNCIAS23
REFERÊNCIAS ........................................................................................ 28
MATEMÁTICA ..........................................................................................29
PLANEJAMENTO 1 ................................................................................. 29
PLANEJAMENTO 2 .................................................................................. 37
REFERÊNCIAS ........................................................................................ 46
6
MAPA + SAEB
ÁREA DE CONHECIMENTO
Linguagens e suas Tecnologias
COMPONENTE CURRICULAR
Língua Portuguesa
ANO LETIVO
2025
PLANEJAMENTO 1
Professor(a), o currículo de Língua Portuguesa prevê o desenvolvimento de uma quanti-
dade ampla de habilidades. Algumas são retomadas ao longo dos anos de escolarização, 
diferenciando-se pelo grau de complexidade. Outras se apresentam como complementares 
a habilidades anteriores. Há ainda aquelas que são elementares e servem como alicerce 
para o desenvolvimento de outras habilidades, seja em Língua Portuguesa ou em outros 
componentes curriculares.
O desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa tem sido objeto de reflexão para os 
profissionais da educação há anos, e essa preocupação foi intensificada com os impactos 
causados pela pandemia de Covid-19. Os estudantes que realizarão a avaliação SAEB re-
ferente ao 5º ano do ensino fundamental em 2025, por exemplo, estavam em pleno ciclo 
de alfabetização no período mais crítico da pandemia. As dificuldades de acesso às aulas 
presenciais e a diversidade de formas e meios de ensino remoto contribuíram para acentuar 
desigualdades e defasagens de aprendizagem.
A recomposição das aprendizagens tornou-se um dos maiores desafios da educação e essa 
necessidade exige ações estratégicas. A avaliação externa é uma importante fonte de dados 
para compor o diagnóstico que a escola realiza, em relação ao desempenho dos estudantes. 
No entanto, é fundamental utilizar essas informações de forma apropriada e eficiente. A 
seguir, apresentamos algumas sugestões de práticas em sala de aula voltadas para auxiliar 
nas dificuldades historicamente identificadas no desempenho dos estudantes durante a 
avaliação SAEB.
Neste planejamento de três aulas, o objetivo é desenvolver nos estudantes a capacidade de 
compreender e interpretar textos de forma progressiva, abordando três descritores funda-
mentais. Inicialmente, será trabalhado o D1 - Localizar informações explícitas em um texto, 
incentivando os estudantes a identificar dados diretamente apresentados na leitura. Em 
seguida, será explorado o D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão, promovendo 
a análise do contexto para compreender significados não óbvios. Por fim, avançaremos para 
o D4 - Inferir uma informação implícita em um texto, desafiando os estudantes a relacionar 
informações e fazer deduções com base no que não está explicitamente dito. 
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto.
7
TÓPICO:
I. Procedimentos de Leitura
DURAÇÃO: 3 aulas.
MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS: 
Lousa e marcador ou projetor. Texto impresso ou projetado: "Um cardápio variado".
Impressões ou projeção das dicas para localizar informações explícitas. Tabuleiro do 
jogo “Um cardápio variado”. Dados para o jogo. Marcadores de posição. Espaço físico 
adequado para realização do jogo, podendo ser na sala de aula ou em um espaço maior, 
como quadra ou pátio. Caderno do estudante para registro das aprendizagens.
Texto impresso "A terra dos meninos pelados". Cartelas de bingo vazias. Fichas com 
significados das palavras. 
AULA 1
Professor(a), este plano foi pensado para oferecer uma experiência dinâmica que desen-
volva a habilidade de localizar informações explícitas de forma prática. A proposta utiliza 
estratégias diversificadas que promovem a participação ativa e a colaboração entre os es-
tudantes.
Inicie a aula organizando os estudantes em círculo, garantindo que todos tenham uma boa 
visão da lousa, onde deverá estar escrita ou projetada a pergunta:
• "Qual é a importância da leitura?"
Antes de abrir espaço para as contribuições, relembre a importância de respeitar a fala dos 
colegas e destaque que a escola é um lugar de descobertas, onde todos têm a oportunidade 
de construir conhecimento juntos. Essa abordagem ajudará a criar um ambiente acolhedor 
e seguro, incentivando os estudantes a se sentirem à vontade para expressar suas opiniões.
Medie as falas conduzindo os estudantes a refletirem sobre a importância da leitura em 
situações cotidianas, como localizar endereços, identificar o transporte público correto, e 
também em contextos mais amplos, como compreender seus direitos e saber como reivin-
dicá-los.
Quando considerar que o debate atingiu seu objetivo, explique aos estudantes que ser um 
bom leitor vai além de apenas decodificar palavras. Destaque que é fundamental compre-
ender e interpretar os textos de forma adequada. Explique que, para aproveitar plenamente 
os benefícios da leitura, é necessário desenvolver uma sequência de habilidades, sendo uma 
delas a capacidade de localizar informações explícitas no texto.
Pergunte aos estudantes se sabem o significado da palavra "explícita".
Caso algum estudante não conheça, explique que "explícito" significa algo claro, direto e 
facilmente identificado.
Por exemplo: se em um texto está escrito "O cachorro é de cor preta", essa é uma informa-
ção explícita, pois está declarada de forma clara.
8
Faça a impressão ou projete as dicas abaixo.
Dicas práticas para localizar informações explícitas em um texto:
Leia o texto com atenção: Certifique-se de ler cada linha cuidadosamente para en-
tender o conteúdo e identificar as informações que estão diretamente escritas.
Preste atenção às perguntas: Ao responder questões baseadas no texto, procure 
identificar palavras-chave na pergunta e localize essas mesmas palavras ou ideias no 
texto.
Use marcadores de texto: Sublinhe ou destaque as partes que parecem responder 
diretamente às perguntas.
Releia as partes importantes: Se não encontrar a informação de imediato, releia o 
trecho onde acredita que ela pode estar.
Observe detalhes: Muitas informações explícitas estão relacionadas a nomes, datas, 
números, lugares ou fatos específicos. Preste atenção especial a esses elementos.
Pratique: Leia textos curtos e responda a perguntas que exijam localizar informações 
explícitas. A prática ajuda a desenvolver essa habilidade.
Após a leitura das dicas, divida a turma em grupos de 4 ou 5 estudantes. Convide-os a jogar 
um jogo. Leia com atenção as regras e o texto “Um cardápio variado”. 
REGRAS DO JOGO: LOCALIZANDO INFORMAÇÕES EXPLÍCITAS
Leia o texto “Um cardápio variado” com atenção. Certifique-se de que o texto esteja 
disponível sobre a mesa para consulta durante o jogo, caso necessário.
Cada jogador, na sua vez, lança o dado e avança no tabuleiro o número correspondente.
Se o jogador cair em uma casa com uma pergunta, ele deve respondê-la com base nas 
informações do texto.
As respostas devem ser claras e diretamente baseadas no que está escrito no texto.
É responsabilidade de todos os colegas verificar se a resposta está correta e, caso ne-
cessário, solicitar a mediação do professor.
Caso o jogador não consiga responder ou erre a resposta, a vez passa para o próximo 
jogador.
Vence o estudante que alcançar o final do tabuleiro primeiro.
9
UM CARDÁPIO VARIADO
 Os besouros estão em toda parte do planeta. Para eles, a natureza é uma fonte 
inesgotável de alimentos. Veja só: 
 O serra pau tem esse nome porque se alimenta de madeira. Uma espécie é chamada 
de rola-bosta, por sua preferência por excrementos, enquanto outra tem hábitos mais 
“refinados”, pois só come pétalas de flores. 
 O bicudo e a broca são terríveis para a lavoura do algodão; o bicudo come a flor antes 
dela abrir-se, enquanto a broca atacaa raiz, enfraquecendo a planta. 
 A joaninha, que também é um besouro, ajuda a combater as pragas das plantações. 
Ela chega a comer cerca de 20 pulgões por dia. 
 Há também besouros que adoram uma biblioteca, mas ali não vão para uma boa 
leitura, e sim para devorar os livros. Nesse caso, são as suas larvas que perfuram as 
capas dos livros, causando o maior estrago. 
Fonte: Adaptado de Globo Ciência: Ano 2, nº. 20
As perguntas utilizadas no jogo são as seguintes. Utilize o quadro abaixo como gabarito:
• Por que o serra-pau recebeu esse nome?
Resposta: Porque se alimenta de madeira.
• Qual é a diferença entre os hábitos alimentares do bicudo e da broca em rela-
ção à planta de algodão?
Resposta: O bicudo come a flor antes de ela se abrir, enquanto a broca ataca a raiz, 
enfraquecendo a planta.
• Quantos pulgões uma joaninha consegue comer por dia, de acordo com o tex-
to?
Resposta: Cerca de 20 pulgões por dia.
• O que as larvas dos besouros que gostam de bibliotecas fazem com os livros?
Resposta: Elas perfuram as capas dos livros, causando grandes estragos.
• Que tipo de alimento é preferido pelo besouro conhecido como rola-bosta?
Resposta: Excrementos.
10
Tabuleiro
11
Professor, o texto e as perguntas utilizados neste jogo são apenas exemplos de como o 
conteúdo pode ser gamificado para tornar o aprendizado mais atrativo para os estudantes. 
Sinta-se à vontade para adaptar a proposta e utilizá-la para a análise de outros textos. Para 
facilitar o link do tabuleiro está abaixo.
Tabuleiro.
Disponível em: https://www.canva.com/design/DAGdl-
DZDf4Y/YKEf_AWeE4H7bIns4-IFeA/view?utm_conten-
t=DAGdlDZDf4Y&utm_campaign=designshare&utm_
medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=hf-
d0a4bd616.
SAIBA MAIS
Outra sugestão é, caso a escola tenha um espaço amplo e adequado, como uma quadra ou 
pátio, montar o tabuleiro de números no chão, permitindo que cada aluno ocupe seu lugar 
com o próprio corpo. Assim, o jogo pode ser realizado de forma coletiva com toda a turma.
Durante o jogo, circule pela turma, observe a participação e o engajamento dos estudantes. 
Avalie se os grupos estão conseguindo localizar as informações corretas no texto. Use as 
respostas às perguntas como um indicador do nível de compreensão de cada aluno. Faça 
anotações sobre os estudantes que possam apresentar dificuldades, para que você possa 
desenvolver estratégias de auxílio individualizadas conforme necessário.
Para encerrar, conduza uma discussão com a turma: “O que foi mais fácil ou difícil ao locali-
zar as informações no texto?” Destaque que, quanto mais praticamos, mais ficamos aptos a 
entender e interpretar textos de forma precisa. Para reforçar esse aprendizado, solicite que 
os estudantes realizem as atividades propostas no caderno do estudante, aplicando o que 
aprenderam durante a aula. 
AULA 2
Professor(a), inicie a aula explicando aos estudantes que hoje vamos aprender uma habili-
dade importante para a leitura e interpretação de textos: inferir o significado de palavras e 
expressões. Enfatize que, muitas vezes, não precisamos consultar o dicionário para enten-
der palavras novas. Podemos usar as pistas que o próprio texto nos oferece. Compare com 
a ideia de ser um "detetive das palavras".
Explique o que significa inferir. Diga aos alunos que inferir não é apenas adivinhar, mas 
usar as informações do próprio texto para chegar a uma conclusão sobre o significado de 
uma palavra desconhecida. Dê um exemplo simples e prático, como a palavra “radiante” no 
contexto: “A princesa ficou radiante ao encontrar o príncipe.” Explique que, geralmente, as 
princesas ficam muito animadas ao encontrar os príncipes. Portanto, pelo contexto, pode-
mos inferir que "radiante" significa feliz.
https://www.canva.com/design/DAGdlDZDf4Y/YKEf_AWeE4H7bIns4-IFeA/view?utm_content=DAGdlDZDf4Y&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=hfd0a4bd616
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12
Lembre-se de deixar claro aos estudantes que saber inferir o significado das palavras ajuda 
a:
 Ö Compreender melhor os textos: Mesmo ao encontrar palavras desconhecidas, 
conseguimos entender a mensagem principal.
 Ö Aumentar o vocabulário: Aprendemos novas palavras sem a necessidade de 
sempre consultar o dicionário.
 Ö Desenvolver o raciocínio: Usamos lógica e interpretação para descobrir os sig-
nificados das palavras.
Projete ou escreva na lousa o texto:
• "Como inferir o sentido das palavras?"
Peça que os estudantes copiem em seus cadernos. Durante essa parte, leia com eles as 
dicas de como inferir o sentido das palavras, detalhando as estratégias.
 COMO INFERIR O SENTIDO DAS PALAVRAS?
 Existem algumas dicas que podemos usar para inferir o sentido das palavras:
1. Observar o contexto: Ler a frase inteira e as frases próximas. As palavras ao 
redor da palavra desconhecida nos dão pistas.
2. Procurar sinônimos ou antônimos: Às vezes, o texto usa uma palavra com 
o mesmo significado (sinônimo) ou com o significado contrário (antônimo) da 
palavra desconhecida.
3. Analisar a formação da palavra: Algumas palavras são formadas por partes 
que conhecemos (prefixos, sufixos). Isso pode nos ajudar a entender o significado.
4. Usar nosso conhecimento de mundo: Nossas experiências e o que já 
aprendemos sobre o mundo também nos ajudam a entender o sentido das 
palavras.
Após estudo e cópia do texto acima, proponha um exercício prático. Distribua impresso o 
texto “A terra dos meninos pelados”. Dê um tempo para que realizem a leitura individual 
e silenciosa e depois proponha a leitura coletiva quando os estudantes deverão grifar as 
palavras que desconhecem. 
13
A TERRA DOS MENINOS PELADOS
 
 Havia um menino diferente dos outros meninos. Tinha o olho direito preto, o esquerdo 
azul e a cabeça pelada. Os vizinhos mangavam dele e gritavam: 
- Ô pelado! 
 Tanto gritavam que ele se acostumou, achou o apelido certo, deu para se assinar 
a carvão, nas paredes: Dr. Raimundo Pelado. Era de bom gênio e não se zangava; 
mas os garotos dos arredores fugiam ao vê-lo, escondiam-se por detrás das árvores da 
rua, mudavam a voz e perguntavam que fim tinham levado os cabelos dele. Raimundo 
entristecia e fechava o olho direito. Quando o aperreavam demais, aborrecia-se, fechava 
o olho esquerdo. E a cara ficava toda escura. 
 Não tendo com quem entender-se, Raimundo Pelado falava só, e os outros pensavam 
que ele estava malucando. 
 Estava nada! Conversava sozinha e desenhava na calçada coisas maravilhosas do 
país TATIPIRUN, onde não há cabelos e as pessoas têm um olho preto e outro azul. 
[...]
Fonte: A terra dos meninos pelados, de Graciliano Ramos. 20. ed. Ilustrações originais de Roger Mello. 
Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 7-8. 
Após a leitura, converse com as crianças sobre os sentimentos de Raimundo ao ser incomo-
dado e reflita sobre bullying e respeito às diferenças. Peça que compartilhem suas emoções 
e experiências semelhantes, incentivando a empatia e a importância da gentileza.
Professor(a), após esse momento, reorganize os estudantes em duplas e entregue a cada 
uma uma cartela de bingo vazia. Peça que preencham os espaços com as palavras do texto 
que grifaram por não conhecerem. Em seguida, oriente-os a discutir, com base em dicas de 
inferência, os possíveis significados dessas palavras. 
Após a discussão, cada dupla compartilharásuas inferências, e você deverá confirmá-las 
ou corrigi-las. Por exemplo, se escolherem a palavra "mangavam", ao sortear o significado 
"debochavam", eles deverão ser capazes de estabelecer essa relação. Prepare fichas com os 
significados das palavras selecionadas. A cada rodada, sorteie uma ficha e leia o significado 
em voz alta. Os estudantes devem verificar se possuem a palavra correspondente em sua 
cartela e, caso tenham, marcá-la. O jogo continua até que um estudante complete a car-
tela e grite "Bingo!". Por fim, revise as palavras marcadas para garantir que todas estejam 
corretas. 
14
Bingo
Após o "Bingo!", solicite que abram o caderno dos estudantes e respondam às questões 
relacionadas à habilidade trabalhada.
AULA 3
Professor(a), comece a aula projetando a imagem abaixo ou imprimindo-a e fixando-a na 
lousa.
Fonte: G1
15
Peça aos estudantes que observem atentamente a imagem, prestando atenção aos de-
talhes. Após um tempo, projete, escreva na lousa ou prepare um cartaz com as seguinte 
estrutura. 
OBSERVAÇÃO INFERÊNCIA
Uma informação pode ser vista ou ouvida, 
é algo que você testemunha. 
Uma inferência é uma conclusão baseada 
em evidências. 
Convide os estudantes ao quadro e peça que escrevam o que conseguem observar na ima-
gem, como, por exemplo: pessoas de várias idades, pessoas usando celular, uma grade, 
entre outros. Em seguida, oriente-os a fazer deduções sobre a imagem, relacionando suas 
observações ao conhecimento prévio. Exemplo: As pessoas estão assistindo a algo interes-
sante. / A senhora sem celular pode estar aproveitando melhor o momento.
Explique aos estudantes que, desta vez, eles realizaram uma inferência implícita, ou seja, 
tiraram conclusões com base em informações que não estavam diretamente expressas na 
imagem, mas que puderam ser deduzidas a partir do que observaram. Pergunte se se lem-
bram da aula anterior, quando trabalharam sobre inferências de informações explícitas, ou 
seja, aquelas que estão claramente presentes no texto ou na imagem, sem necessidade 
de dedução. Incentive-os a refletirem sobre a diferença entre os dois tipos de inferência e 
como isso impacta a compreensão das informações.
16
REFERÊNCIAS
BLANDING, John. Mulher sem câmera durante pré-estreia de 'Aliança do Crime' em 
Brookline, EUA. 15 set. 2015. Fotografia. Disponível em: g1.globo.com. Acesso em: 29 
jan. 2025.
CANVA. Bingo. 2025. Disponível em: https://www.canva.com/
design/DAGdmWBPYM4/f_Kg2bhzmfKCNauuroknCw/view?utm_
content=DAGdmWBPYM4&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_
source=uniquelinks&utlId=haaba197441. Acesso em: 28 jan. de 2025.
CANVA. Trilha da interpretação. 2025. Disponível em: https://www.canva.com/design/
DAGdlDZDf4Y/YKEf_AWeE4H7bIns4-IFeA/view. Acesso em: 28 jan. de 2025.
FERRAZ, Ana Paula do Carmo Marcheti; BELHOT, Renato Vairo. Taxonomia de 
Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para 
definição de objetivos instrucionais. Departamento de Engenharia de Produção, 
EESC, Universidade de São Carlos – São Carlos (SP), Brasil, recebido em: 13 jul. 
2006 aceito em: 19 jan. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gp/a/
bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt#:~:text=No%20ano%20de%20
2001%2C%20um,de%20Bloom%20apresentada%20em%201956. Acesso em: 24 jan. 
2025.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas 
Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento 
Profissional de Educadores de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023. Disponível em: https://
drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view. Acesso em: 24 
jan. 2025.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Sistema Mineiro de Avaliação e 
Equidade da Educação Pública (SIMAVE). Análise para intervenção pedagógica. Disponível 
em: https://simave.educacao.mg.gov.br/#!/pagina-inicial. Acesso em: 24 jan. 2025.
RAMOS, Graciliano. A terra dos meninos pelados. 20. ed. Ilustrações originais de Roger 
Mello. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 7-8.
http://g1.globo.com
https://www.canva.com/design/DAGdmWBPYM4/f_Kg2bhzmfKCNauuroknCw/view?utm_content=DAGdmWBPYM4&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=haaba197441
https://www.canva.com/design/DAGdmWBPYM4/f_Kg2bhzmfKCNauuroknCw/view?utm_content=DAGdmWBPYM4&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=haaba197441
https://www.canva.com/design/DAGdmWBPYM4/f_Kg2bhzmfKCNauuroknCw/view?utm_content=DAGdmWBPYM4&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=haaba197441
https://www.canva.com/design/DAGdmWBPYM4/f_Kg2bhzmfKCNauuroknCw/view?utm_content=DAGdmWBPYM4&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=haaba197441
https://www.canva.com/design/DAGdlDZDf4Y/YKEf_AWeE4H7bIns4-IFeA/view
https://www.canva.com/design/DAGdlDZDf4Y/YKEf_AWeE4H7bIns4-IFeA/view
https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt#:~:text=No%20ano%20de%202001%2C%20um,de%20Bloom%20apresentada%20em%201956
https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt#:~:text=No%20ano%20de%202001%2C%20um,de%20Bloom%20apresentada%20em%201956
https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt#:~:text=No%20ano%20de%202001%2C%20um,de%20Bloom%20apresentada%20em%201956
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://simave.educacao.mg.gov.br/#!/pagina-inicial
17
PLANEJAMENTO 2
Professor(a), nas aulas propostas, o objetivo é trabalhar os descritores D7 (Identificar o 
conflito gerador do enredo e os elementos que constituem a narrativa) e D17 (Reconhecer 
o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações). Através da iden-
tificação do conflito gerador e dos elementos essenciais da história, como personagens e 
enredo, os estudantes poderão compreender como esses componentes se inter-relacionam 
para formar uma trama coesa. Além disso, os estudantes terão a oportunidade de perce-
ber como a pontuação pode alterar completamente o sentido de uma frase, influenciando 
a forma como a história é interpretada. A reflexão sobre esses aspectos contribuirá para o 
desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita mais precisas, promovendo uma com-
preensão mais profunda.
DESCRITOR (MATRIZ SAEB):
D7 - Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constituem a narrativa. 
TÓPICO:
IV. COERÊNCIA E COESÃO NO PROCESSAMENTO DO TEXTO.
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D14 - Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
TÓPICO:
V. RELAÇÕES ENTRE RECURSOS EXPRESSIVOS E EFEITOS DE SENTIDO.
MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS: impressões. Lousa e marcador. Livros ou 
materiais de leitura. Caderno do estudante.
AULA 1 
Professor(a), convide os estudantes para uma visita à biblioteca da escola ou, se preferir, 
prepare um ambiente especial para a aula, criando um espaço de leitura acolhedor. Você 
pode utilizar tapetes, almofadas e dispor os livros de forma acessível para despertar o inte-
resse dos estudantes. Reserve um tempo para que possam explorar os livros com tranquili-
dade e desfrutar desse momento de leitura.
Em seguida, inicie uma conversa sobre as histórias que mais gostam, incentivando a parti-
cipação com perguntas como:
• Quem são os personagens principais?
• Onde e quando a história acontece?
• Qual é o acontecimento mais importante da história?
Após essa conversa, aproveite para explicar o que é uma narrativa. Diga aos estudantes 
que uma narrativa é uma história que conta uma sequência de eventos, reais ou fictícios, 
com personagens, lugares e acontecimentos que se desenvolvem ao longo do tempo. Você 
pode destacar que toda narrativa possui um começo, um meio e um fim, e que o narrador é 
quem nos conta os detalhes dessa história. Explique que as narrativas podem ser divididas 
em diferentes tipos, como contos, fábulas, lendas ou até mesmo históriasdo dia a dia, e que 
18
elas têm o poder de nos transportar para novos mundos e nos fazer refletir sobre diferentes 
temas e valores.
Proponha uma atividade divertida para que todos aprendam os conceitos principais da 
narrativa, como personagens, tempo, espaço, narrador, enredo, conflito gerador e tipos de 
conflito. Para auxiliar na compreensão, use como exemplo a história da "Chapeuzinho Ver-
melho" para identificar esses elementos.
19
Divida a turma em equipes de 3 a 5 estudantes. Cada equipe será responsável por identifi-
car os principais elementos da narrativa no texto "Supermercado". Distribua o texto impres-
so para cada estudante, peça que façam a leitura silenciosa e, em seguida, realize a leitura 
coletiva com a turma. 
SUPERMERCADO 
 O dono do mercado estava dormindo. De repente, toca o telefone, às 3h da manhã. 
 — Seu João, que horas abre o mercado? 
 — Poxa, isso é hora de ligar? Eu só abro às 8h. 
 E voltou a dormir. Às 5h, o telefone tocou de novo: 
 — Seu João, não dá para abrir o mercado mais cedo? 
 — Você de novo? Não, não dá. Eu já disse que só abro às 8h! E bateu o telefone. Dali a 
meia hora, outro toque: 
 — Seu João, abre o mercado mais cedo, por favor... 
 — Por que você quer tanto isso? O que precisa comprar? 
 — Sabe o que é, Seu João? É que eu estou preso aqui dentro!
Fonte: Tadeu, 2011.
Após a leitura, cada equipe deve discutir e identificar os conceitos da narrativa presentes 
no texto. Para isso, cada equipe deve analisar o conto e destacar os seguintes elementos:
 � Personagens: Quem são os personagens principais e o que sabemos sobre eles?
 � Tempo: Quando a história acontece? Qual o horário ou época em que os eventos 
se desenrolam?
 � Espaço: Onde a história acontece? Qual é o ambiente descrito no texto?
 � Narrador: Quem está contando a história? Como ele conhece os acontecimentos?
 � Enredo: Quais são os eventos principais que acontecem na história?
 � Conflito gerador: Qual é o problema que impulsiona a história? O que motiva os 
acontecimentos?
Após lerem o texto, cada grupo deve apresentar suas respostas, justificando a escolha dos 
elementos da narrativa que identificaram. Auxilie na correção das respostas. Ao final, distri-
bua impressa e solicite que todos preencham a tabela abaixo que estará no tamanho real 
em complementos didáticos.
AULA 2 
Professor(a), inicie a aula relembrando a aula anterior, em que foram trabalhados os ele-
mentos da narrativa. Retome os conceitos abordados e pergunte aos estudantes: "O que 
mais pode interferir na construção de um texto?". Dê espaço para que os estudantes se 
manifestem e, caso ninguém mencione a pontuação, levante essa questão.
Solicite que os estudantes realizem uma nova leitura do texto "O supermercado", trabalhado 
na aula anterior.
Oriente-os a identificar e destacar todas as pontuações presentes no texto, utilizando cores 
diferentes para cada tipo de pontuação. Após a marcação, promova uma discussão sobre a 
função de cada sinal de pontuação e como ele influencia a interpretação do texto.
20
SUPERMERCADO 
 O dono do mercado estava dormindo. De repente, toca o telefone, às 3h da manhã. 
 — Seu João, que horas abre o mercado? 
 — Poxa, isso é hora de ligar? Eu só abro às 8h. 
 E voltou a dormir. Às 5h, o telefone tocou de novo: 
 — Seu João, não dá para abrir o mercado mais cedo? 
 — Você de novo? Não, não dá. Eu já disse que só abro às 8h! E bateu o telefone. Dali a 
meia hora, outro toque: 
 — Seu João, abre o mercado mais cedo, por favor... 
 — Por que você quer tanto isso? O que precisa comprar? 
 — Sabe o que é, Seu João? É que eu estou preso aqui dentro!
Fonte: Tadeu, Paulo. Essa é boa – Novíssimas piadas para criança. São Paulo: Urbana, 2011. p. 42.
Ponto Final (.)
Mostra que a frase terminou. Usamos quando 
queremos dar uma ideia completa. Exemplo: A 
aula foi muito legal.
Vírgula (,)
Usamos para dar pequenas pausas, separar itens 
de uma lista ou isolar o vocativo. Exemplo: 
Comi pão, queijo, presunto e tomate.
Ponto e Vírgula (;)
É uma pausa maior que a vírgula, mas menor 
que o ponto final. Ele separa partes mais longas 
da frase ou itens que já têm vírgulas. Exemplo: 
Os alunos estudaram muito; estavam preparados 
para a prova.
Dois Pontos (:)
Apresentam explicações, listas, falas ou algo 
importante que vem a seguir. Exemplo: Ele 
disse: "Vou estudar mais."
Ponto de Exclamação (!)
Mostra emoção, surpresa ou dá uma ordem. 
Exemplo: Que incrível!
Ponto de Interrogação (?)
Indica uma pergunta. Exemplo: Qual é o seu 
nome?
Reticências (...)
Mostram que algo foi interrompido, uma dúvida 
ou um suspense. Exemplo: Eu queria falar, 
mas...
Travessão (—)
Mostra que alguém está falando em um diálogo 
ou pode destacar uma explicação.
Exemplo: — Bom dia! — disse o professor.
Aspas (" ")
Usamos para mostrar falas, destacar palavras especiais ou expressões estrangeiras. Exemplo: Ele 
usou a expressão "fake news"
Um exemplo interessante é pedir aos estudantes que imaginem uma música sem pausas, 
sem variações de ritmo, sem mudanças de intensidade. Como ficaria? Monótona, não é?
Mostre que na escrita acontece o mesmo. A pontuação funciona como a partitura de uma 
música: ela guia a leitura, marca as pausas, indica a entonação e pode até mudar comple-
tamente o sentido de uma frase.
Para demonstrar isso, escreva no quadro:
 � "Não, espere."
 � "Não espere."
Agora, pergunte à turma: 
• “Qual a diferença entre essas frases?”
21
Destaque que, no primeiro caso, a vírgula separa a negação de um pedido para aguardar. 
No segundo, sem a vírgula, temos uma ordem para não esperar.
Convide os estudantes para uma interpretação artística e dinâmica. Divida a turma em 
duplas e peça que pensem em frases cujo significado possa ser alterado pela pontuação. 
Dê um tempo para ensaiarem, pensando na entonação e na expressão corporal adequadas 
para cada versão da frase. Cada dupla apresentará duas cenas, mostrando como a pontua-
ção pode mudar completamente o sentido da mensagem.
Aqui estão alguns exemplos para inspirá-los:
Vamos jantar, crianças. 
Chamando para o jantar.
Vamos jantar crianças?
Mudança assustadora no significado!
Podemos sair?
Pergunta se sair é uma opção.
Podemos sair!
Declara que está na hora de sair.
Ana, Júlia e Pedro chegaram.
Três pessoas chegaram.
Ana Júlia e Pedro chegaram.
Somente Ana Júlia e Pedro chegaram.
Eu g’osto muito dele, não nego.
Confirma o sentimento.
Eu gosto muito dele? Não, nego!
Afirma que nega gostar dele.
Para encerrar a aula, converse com os estudantes sobre o que aprenderam e peça que 
compartilhem suas impressões sobre a atividade. Enfatize que a pontuação vai além de um 
simples detalhe, sendo essencial para a clareza, emoção e precisão das frases. Explique 
que, assim como na música, onde as pausas e ritmos definem o efeito da melodia, na escri-
ta, a pontuação e outras notações influenciam diretamente o sentido das palavras, criando 
harmonia e destacando as intenções do autor.
22
REFERÊNCIAS
CANVA. Elementos da narrativa. Disponível em: https://www.canva.com/design/
DAGdrqkbw2o/_Ws-2ly66wOTRXRGa107KA/view?utm_content=DAGdrqkbw2o&utm_cam-
paign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=hda170425ac. 
Acesso em: 30 jan. 2025.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas 
Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvi-
mento Profissional de Educadores de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023. Disponível em: 
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view. Acesso 
em: 24 jan. 2025.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Sistema Mineiro de Avaliação e 
Equidade da Educação Pública (SIMAVE). Análise para intervenção pedagó-
gica. Disponível em: https://simave.educacao.mg.gov.br/#!/pagina-inicial. Acesso em: 24 
jan. 2025.
TADEU, Paulo. Essa é boa – Novíssimas piadas para criança. São Paulo: Urbana, 
2011. p. 42.
23
PLANEJAMENTO 3
Professor(a), neste planejamento, trabalharemoscom os descritores D6 - Identificar o tema 
central de um texto e D12 - Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros. O ob-
jetivo é que os estudantes desenvolvam a habilidade de reconhecer o tema principal dos 
textos apresentados, como exemplificado pelo curta-metragem Cuerdas, estimulando a 
reflexão sobre a mensagem central que o texto transmite, como a amizade e a inclusão. 
Além disso, exploraremos a identificação da finalidade de diferentes gêneros textuais, como 
bilhetes, fábulas, convites e notícias, permitindo que os estudantes compreendam a função 
de cada gênero na comunicação, seja para informar, ensinar, entreter ou convidar. Essas ati-
vidades auxiliarão os estudantes a compreenderem a estrutura e propósito dos textos, além 
de desenvolverem habilidades críticas para identificar o que cada texto busca comunicar.
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D6 - Identificar o tema central de um texto.
TÓPICO:
I. PROCEDIMENTOS DE LEITURA
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D9 - Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
TÓPICO:
II. IMPLICAÇÕES DO SUPORTE, DO GÊNERO E/OU DO ENUNCIADOR NA COMPREENSÃO DO 
TEXTO.
DURAÇÃO: 2 aulas
MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS: 
 
Aparelho para reprodução de filme.
Textos de diferentes gêneros. 
Caixa decorada com a inscrição "GÊNEROS TEXTUAIS".
Lousa.
AULA 1
Professor, convide os estudantes a assistirem ao curta-metragem Cuerdas (2014), de Pedro 
Solís García, que está disponível dublado em português no link abaixo.
Cuerdas (2014).
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=n4L-
reCcEbG4.
SAIBA MAIS
https://www.youtube.com/watch?v=n4LreCcEbG4
https://www.youtube.com/watch?v=n4LreCcEbG4
24
O filme conta a história de uma amizade entre uma menina e um garoto com deficiência 
física. Ao perceber as dificuldades enfrentadas pelo garoto, a menina se aproxima dele, ofe-
recendo amizade e apoio, permitindo que ambos vivam experiências significativas, apesar 
das diferenças.
Após a exibição do curta, pergunte aos estudantes o que mais os marcou na história e quais 
eventos ou personagens acharam mais significativos. Isso vai ajudá-los a refletir sobre os 
principais elementos da narrativa. Aproveite para promover uma discussão sobre as diferen-
ças e a inclusão. Essa é uma excelente oportunidade para conversar e refletir sobre como 
pequenas atitudes de empatia e solidariedade podem transformar a vida de uma pessoa.
Quando perceber que a discussão foi satisfatória, pergunte aos estudantes se conseguem 
identificar o tema central do curta-metragem. Lembre-os que um texto, mesmo apresentan-
do várias informações, contém um tema específico.
Volte a falar do ao curta-metragem e pergunte aos estudantes sobre o que eles acham que 
o curta tenta ensinar ou mostrar, além da amizade entre a menina e o garoto com deficiên-
cia. Por exemplo: "O que a história diz sobre inclusão? Como a amizade entre os persona-
gens nos faz refletir sobre as diferenças entre as pessoas?"
Peça aos estudantes para pensarem nas ideias principais que o curta explora, como a supe-
ração das dificuldades, a empatia e a inclusão. Pergunte: "Quais são os sentimentos que os 
personagens transmitem? O que aprendemos com a forma como eles se tratam?"
Após essa reflexão, oriente a turma a discutir e chegar a uma conclusão sobre o tema cen-
tral. Você pode auxiliá-los a concluir que o tema é a amizade e a inclusão, mostrando como 
a história vai além de uma simples amizade, explorando como a diferença física não impede 
a construção de uma relação rica e significativa.
Depois, divida a turma em pequenos grupos e entregue um texto diferente para cada um. 
A seguir, algumas sugestões:
ASA BRANCA
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu
Por que tamanha judiação. 
Que brasileiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d’água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão. 
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse: adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração.
Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar, ah! Pro meu sertão.
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro, não chove não, viu
Que eu voltarei, viu, meu coração. 
GONZAGA, Luiz; TEIXEIRA, Humberto. 
Asa Branca. Intérprete: Luiz Gonzaga. 
Álbum: O Rei do Baião. RCA Victor, 1947. 
25
A BONECA GUILHERMINA 
 Esta é a minha boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca muito bonita, que faz 
xixi e cocô. Ela é muito boazinha também. 
 Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um pouco. Mas depois 
que pega no sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda no meio da noite e diz 
que está com sede. Daí eu dou água para ela. 
 Daí ela faz xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro 
do armário, de castigo. 
 Mas quando ela chora, eu não aguento. Eu vou até lá e pego a minha boneca 
no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua.
MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: __ As reportagens de Penélope. São Paulo: 
Companhia das Letrinhas, 1997. p. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum – vol. 8.
A CIGARRA E A FORMIGA
Aquele que trabalha
E guarda para o futuro
Quando chega o tempo ruim
Nunca fica no escuro
Durante todo o verão
A cigarra só cantava
Nem percebeu que ligeiro
O inverno já chegava
E quando abriu os olhos
A fome já lhe esperava
E com toda humildade
À casa da formiga foi ter
Pediu-lhe com voz sumida
Alguma coisa pra comer
Porque a sua situação
Estava dura de roer
A formiga então lhe disse
Com um arzinho sorridente
Se no verão só cantavas
Com sua voz estridente
Agora aproveitas o ritmo
E dance um samba bem quente.
Cordel: Severino José, São Paulo: Editora Hedra, 2004
Oriente-os a ler e discutir o conteúdo, incentivando a reflexão com as seguintes questões.
• O que vocês acharam do texto?
• Quais informações chamaram mais a atenção?
Na lousa, fixe cartões com temas variados. Após a discussão, cada grupo deverá analisar 
o texto e selecionar o tema que melhor se relaciona com ele, justificando sua escolha com 
trechos do próprio texto. A seguir, estão as opções de temas correspondentes aos textos 
sugeridos acima.
26
A solidão dos sertanejos.
A fauna sertaneja.
A seca do sertão.
A vegetação do sertão.
As aventuras de uma menina.
As brincadeiras de uma boneca.
Uma boneca muito especial.
O dia-a-dia de uma menina.
Diversão e trabalho.
Competição e esperteza.
Ganância e egoísmo.
Confiança e fidelidade. 
Em seguida, cada grupo apresenta seu texto e o tema identificado. Os demais estudantes 
podem questionar, sugerir outros temas e argumentar, enriquecendo o debate.
AULA 2 
Professor(a), inicie a aula relembrando os estudantes sobre o conceito de gêneros textuais. 
Explique que eles já conhecem e interagem diariamente com diversos tipos de textos.
Os gêneros textuais são formas de organização dos textos utilizadas na comunicação do dia a dia, 
cada uma com uma estrutura e finalidade específicas. Eles surgem para atender às necessidades 
sociais e podem ser escritos ou orais, formais ou informais. Exemplos incluem cartas, receitas, 
notícias, bilhetes, propagandas e fábulas. Cada gênero possui características próprias, como 
o formato, o vocabulário e a organização das informações, que ajudam a cumprir sua função 
comunicativa, seja informar, persuadir, narrar ou instruir.
Leve para a sala de aula uma caixa decorada com a inscrição "GÊNEROS TEXTUAIS", na 
qual você colocará textos variados de diferentes gêneros. Essa caixa pode se tornar um 
recurso permanente na sala de aula, sendo utilizada em diversas atividades. Por exemplo, 
os estudantes que terminarem a atividade mais rapidamente podem aproveitar para realizar 
a leitura dos textos enquanto aguardam os colegas. Lembre-se de escolher gêneros, que 
estudantes do 5º ano possivelmente conheçam como os relacionados ao dia a dia ou ao 
cotidiano escolar, como por exemplo.
27
 Ö Bilhete: Pode ser algo simples, como uma mensagem curta, do tipo "Lembre-se 
de entregar a tarefaamanhã".
 Ö Cartaz: Como um aviso ou uma propaganda, por exemplo, "Feira de Ciências, não 
perca!".
 Ö Receita: Como uma receita de bolo ou um prato simples, que eles possam já ter 
visto em casa ou na escola.
 Ö Convite: Como o convite para uma festa de aniversário ou evento escolar.
 Ö Notícia: Um resumo de uma notícia local ou escolar, com informações diretas e 
objetivas.
 Ö Lista de Compras: Como uma lista simples com itens para uma receita ou com-
pras cotidianas.
 Ö Manual de Instruções: Como instruções para montar um brinquedo ou utilizar 
algum objeto.
 Ö Fábula: Uma história com uma moral, como as fábulas de Esopo.
 Ö Carta: Como uma carta amigável, talvez pedindo desculpas ou agradecendo.
 Ö Diário: Um pequeno relato de um dia, como "Hoje foi um dia muito divertido na 
escola".
Dê um tempo para que os estudantes explorem a caixa e escolham um dos textos disponí-
veis. Após a leitura, solicite que se reúnam em uma roda e compartilhem o texto que leram. 
Durante a apresentação, auxilie-os nas seguintes reflexões:
• Você já havia lido um texto como esse?
• Qual é o gênero desse texto?
• Onde encontramos esse tipo de texto?
Quando todos os estudantes tiverem participado, projete ou desenhe uma tabela na lousa 
com as finalidades dos gêneros textuais presentes na caixa. Veja o exemplo abaixo.
Informar Convidar Ensinar Organizar
Cada estudante deverá ir ao quadro e fixar seu texto na finalidade correspondente. Dê a 
oportunidade para que os colegas possam colaborar na reflexão e ajudar na escolha correta 
da finalidade. 
Após a dinâmica, solicite que os estudantes façam as atividades disponíveis no caderno do 
estudante.
 
28
REFERÊNCIAS
GONZAGA, Luiz; TEIXEIRA, Humberto. Asa Branca. Intérprete: Luiz Gonzaga. Álbum: O 
Rei do Baião. RCA Victor, 1947.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas 
Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvi-
mento Profissional de Educadores de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023. Disponível em: 
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view. Acesso 
em: 24 jan. 2025.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Sistema Mineiro de Avaliação e 
Equidade da Educação Pública (SIMAVE). Análise para intervenção pedagó-
gica. Disponível em: https://simave.educacao.mg.gov.br/#!/pagina-inicial. Acesso em: 24 
jan. 2025.
MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: __ As reportagens de Penélope. São Pau-
lo: Companhia das Letrinhas, 1997. p. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum – vol. 8.
SEVERINO JOSÉ. Cordel. São Paulo: Editora Hedra, 2004.
SOLÍS, Pedro. Cuerdas. Espanha: La Fiesta P.C., 2014. Disponível em: https://www.you-
tube.com/watch?v=n4LreCcEbG4. Acesso em: 29 jan. 2025.
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://simave.educacao.mg.gov.br/#!/pagina-inicial
https://www.youtube.com/watch?v=n4LreCcEbG4
https://www.youtube.com/watch?v=n4LreCcEbG4
29
PLANEJAMENTO 1 
A capacidade de se orientar no espaço é essencial para a compreensão do mundo ao nosso 
redor e para o desenvolvimento de habilidades espaciais fundamentais, como a localização 
e movimentação de objetos em diferentes representações gráficas. Com base nisso, esta 
sequência didática foi elaborada para trabalhar o descritor D1 da Matriz de Referência SAEB, 
com base nas habilidades correlatas do Currículo Referência de Minas Gerais e do Plano de 
curso de, versão 2025, promovendo, de forma lúdica e interativa, a compreensão sobre 
sentidos, direções e coordenadas.
Inspirada na perspectiva construtivista de Piaget (1975), que enfatiza a importância da 
interação ativa da criança com o ambiente, esta sequência propõe situações de aprendiza-
gem em que os estudantes experimentam, refletem e constroem seu conhecimento sobre o 
espaço. Além disso, fundamenta-se nos estudos de Vygotsky (1984), que ressaltam a rele-
vância do aprendizado mediado socialmente, permitindo que as interações entre colegas e 
professores potencializem a compreensão de conceitos matemáticos e espaciais.
A sequência se organiza em três aulas que partem da experiência corporal e sensorial para 
a abstração de conceitos matemáticos. A primeira aula inicia com uma discussão sobre 
brincadeiras, conduzindo os estudantes à vivência da brincadeira da cabra-cega, que será 
adaptada para explorar noções de orientação no espaço. A segunda aula aprofunda o con-
ceito de sentido e direção, utilizando atividades práticas e representacionais para auxiliar 
na compreensão de deslocamentos. Na terceira aula, os estudantes são desafiados a con-
solidar seus aprendizados ao criarem, em grupo, jogos que envolvem a orientação espacial, 
permitindo que exercitem suas habilidades de forma colaborativa e criativa.
Ao longo da sequência, espera-se que as crianças desenvolvam a capacidade de interpretar 
e representar informações espaciais, utilizando conceitos matemáticos de localização e des-
locamento. Mais do que aprender a ler mapas e croquis, os estudantes serão estimulados a 
compreender a importância dessas representações no cotidiano, promovendo um aprendi-
zado significativo e integrado ao seu contexto.
Por meio dessa abordagem interativa e exploratória, busca-se proporcionar aos estudantes 
uma aprendizagem significativa, no qual possam construir seus conhecimentos de maneira 
ativa e colaborativa, fortalecendo sua autonomia e compreensão espacial de forma praze-
rosa e desafiadora.
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D1 - Identificar a localização/movimentação de objeto em mapas e croquis e outras 
representações gráficas.
MAPA + SAEB
ÁREA DE CONHECIMENTO
Matemática e suas Tecnologias
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática
ANO LETIVO
2025
30
DURAÇÃO: 3 aulas.
MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS: tira de tecido ou lenço, papel kraft, canetinhas, 
computador com acesso à internet, projetor multimídia.
AULA 1
Inicie a aula conversando com as crianças sobre brincadeiras. Para subsidiar a conversa, 
proponha algumas questões como:
• Quais são as brincadeiras preferidas de vocês?
• Vocês conhecem alguma brincadeira em que vocês dependam de outros colegas 
para que digam o que devem fazer? (Espera-se que os estudantes citem a brinca-
deira cabra-cega, que será proposta com novas regras para atender aos objetivos 
desta sequência. Caso isso não aconteça, comente com eles sobre a brincadeira e 
como funciona em sua versão tradicional).
A seguir, organize a turma e conduza-a à quadra ou pátio da escola e proponha a realização 
da brincadeira em sua versão tradicional, conforme instruções a seguir.
Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
A seguir, organize a turma em uma roda para conversarem sobre a brincadeira. Faça al-
gumas perguntas para que as crianças possam externar suas percepções sobre o jogo, 
especialmente no que se refere às dificuldades de quem estava no papel de cabra-cega em 
localizar e identificar os colegas:
31
• Vocês gostaram da brincadeira?
• O que foi mais difícil? Por quê?
• Seria possível brincar de cabra-cega de outras formas? Quais?
Depois deste momento, proponha nova realização da brincadeira, mas desta vez, com no-
vas regras que a deixarão ainda mais divertida e desafiadora.
Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
Ao final da atividade, organize uma roda de conversa sobre esta nova versão da brincadeira. 
Pergunte às crianças o que acharam dessa versão, se ela foi mais desafiadora e o que a 
tornou assim. Durante a conversa aborde as ideias de sentido e direção e por que elas são 
importantes para se localizar ao percorrer um espaço ou encontrar um objeto ou um lugar.
AULA 2
Inicie a aula retomando o assunto da aula anterior: a orientação no espaço pela indicação 
de sentidos e direções. Utilize a imagem a seguir para auxiliá-lo nesta retomada e esclare-
cimento de dúvidas:
32
Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
Para promover a compreensão dos estudantes sobre esses conceitos, proponha a seguinte 
atividade:
 Ö Ande dois passos na direção da porta, no sentido para frente.
 Ö Dê um passona direção da lousa, no sentido para a esquerda.
Explique para a turma que 
outra forma de indicar um 
trajeto é através de coorde-
nadas, quando temos luga-
res ou objetos representa-
dos na malha quadriculada. 
Para isso, apresente a ima-
gem abaixo:
 Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
33
Explore as imagens e as localizações, pedindo para que as crianças digam quais são as co-
ordenadas na malha que localizam cada uma das casas. 
Depois, lance alguns desafios envolvendo esta ou outra imagem com coordenadas para que 
a turma demonstre o que aprendeu nesta aula, sentido/direção e coordenadas na malha 
quadriculada, de forma lúdica. Veja alguns exemplos:
Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
FINALIZAÇÃO/AVALIAÇÃO
Inicie retomando os conceitos abordados na aula anterior: o sentido e a direção como ele-
mentos necessários para a descrição de deslocamentos e as coordenadas que permitem 
a localização de algo representado em malha quadriculada. Caso perceba a necessidade, 
apresente as imagens utilizadas nas aulas anteriores para facilitar esta retomada.
A seguir, organize a turma em grupos (no máximo seis integrantes).
Proponha que com base no que aprenderam nas aulas anteriores, criem um jogo de orien-
tação de um percurso. Passe as orientações a seguir para cada grupo.
34
Fonte: Pratezi via Canva.com, 2025
35
Para além das orientações, incentive as crianças a criarem outros elementos no jogo para 
torná-lo ainda mais divertido e desafiador. 
Ao final, permita que os grupos possam organizar rodadas de cada jogo, como estações de 
rotação ou outro formato que você preferir.
36
REFERÊNCIAS
BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). 
Matriz de referência de Matemática do SAEB. Brasília, DF: INEP, 2001. Disponível 
em: https://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/matriz-de-referencia-de-matema-
tica_2001.pdf. Acesso em: 05 fev. 2025
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Ge-
rais - Educação infantil e Ensino Fundamental. Belo Horizonte: SEE-MG, 2018. Disponí-
vel em: https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view. 
Acesso em: 05 fev. 2025
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Plano de curso 2025 - Ensino Funda-
mental - 5º ano. Belo Horizonte: SEE-MG, 2018. Disponível em: https://curriculoreferencia.
educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg. Acesso em: 05 fev. 2025.
PRATEZI, Aline N. de S. Cabra-cega, 2025. Disponível em: https://www.canva.com/design/
DAGePQQutD8/wgdPQhuVUVXYRPfuOzbbRg/edit?utm_content=DAGePQQutD8&utm_
campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton. Acesso em: 05 
fev. 2025.
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e repre-
sentação. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
PRATEZI, Aline N. de S. Coordenadas, 2025. Disponível em: https://www.canva.com/
design/DAGeVQEgWUs/eFWxR3QS3EnwvoaJey31Ww/edit?utm_content=DAGeVQE-
gWUs&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton. Aces-
so em: 06 fev. 2025.
PRATEZI, Aline N. de S. Desafio, 2025. Disponível em: https://www.canva.com/design/DA-
GeWhEkurI/ogqamAjaBhWA8-iM4dFf7A/edit?utm_content=DAGeWhEkurI&utm_campaig-
n=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton. Acesso em: 07 fev.2025.
PRATEZI, Aline N. de S. Meus colegas, meus guias, 2025. Disponível em: https://www.
canva.com/design/DAGePfoneTo/pfPIl4cCN5syNdCTh4aoUg/edit?utm_content=DAGePfo-
neTo&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton. Acesso 
em: 05 fev. 2025.
PRATEZI, Aline N. de S. Sentido e direção, 2025. Disponível em: https://www.canva.com/
design/DAGeQB7oUgs/Gk0WTrIjlX8zDdCqivekMg/edit?utm_content=DAGeQB7oUgs&utm_
campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton. Acesso em: 05 
fev. 2025.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
https://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/matriz-de-referencia-de-matematica_2001.pdf
https://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/matriz-de-referencia-de-matematica_2001.pdf
https://drive.google.com/file/d/1MWIv4JKcei5_OMhpMFF10ENdhgpsH0FW/view
https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg
https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg
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37
PLANEJAMENTO 2
Professor, para alcançarmos a consolidação de habilidades e descritores, sabemos que há 
todo um processo de busca, reflexão, entendimento, experimentação, estudo etc. Por isso, 
nesta sequência didática abordaremos o máximo de processos possíveis que o ajudará nes-
te desafio. 
DESCRITOR (MATRIZ SAEB): 
D3 - Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais pelo 
número de lados.
D4 - Identificar quadriláteros observando as posições relativas entre os seus lados (pa-
ralelos, concorrentes e perpendiculares).
D11 - Resolver problemas envolvendo o cálculo do perímetro de figuras planas dese-
nhadas em malhas quadriculadas.
D12 - Resolver problemas envolvendo o cálculo ou estimativa de área de figuras planas 
desenhadas em malhas quadriculadas.
D5 - Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da 
área em ampliação e/ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.
TÓPICO: Geometria.
DURAÇÃO: 6 aulas.
MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS: Pincéis, canetinhas, folhas impressas, palitos etc.
1º MOMENTO 
A princípio o estudante precisará: Reconhecer e nomear polígonos com base no número 
de lados, vértices e ângulos. Comparar polígonos, identificando semelhanças e diferenças. 
Desenharpolígonos utilizando materiais de desenho ou tecnologias digitais. 
 Ö Para início de conversa, iremos desenvolver o conceito de polígonos e elencar suas 
características principais. Sugere-se: 
 Ö Mostre imagens de polígonos (triângulo, quadrado, retângulo, pentágono, hexágo-
no, etc.) e não polígonos (círculo, coração, estrela não poligonal). 
 Ö Pergunte: "O que esses objetos têm em comum? Por que alguns não são polígo-
nos?" 
 Ö Retome algumas definições.
Polígonos são linhas fechadas formadas apenas por segmentos de reta que não se 
cruzam a não ser em suas extremidades.
Fonte: Brasil Escola (2024)
Ângulo é a medida da abertura entre duas semirretas que possuem a mesma origem.
Fonte: Brasil Escola (2024)
38
Aresta é um tipo específico de segmento de reta que liga dois vértices de um polígo-
no, poliedro, ou polítopo de dimensão maior.
Fonte: Wikipédia (2024)
Vértice é um ponto em que duas ou mais curvas, retas ou arestas se encontram. 
Fonte: Wikipédia (2024)
Congruência é um conceito geométrico. Em geometria, duas figuras são congruentes 
se elas possuem a mesma forma e tamanho. 
Dois ângulos são congruentes se, sobrepostos um sobre o outro, todos os seus ele-
mentos coincidem.
Fonte: Wikipédia (2024)
Se possível providencie a distribuição de algumas figuras geométricas impressas ou em 
cartolina, pedindo que os estudantes identifiquem e conte os lados, vértices e ângulos de 
cada polígono.
Dando sequência, agora vamos retomar como se nomeia os polígonos de acordo com o 
número de lados. 
Uma sugestão seria apresentar uma tabela com os nomes dos polígonos (triângulo, quadri-
látero, pentágono, hexágono, etc.) e o número de lados correspondentes. Mostre exemplos 
de cada um e peça que os associam o nome ao número de lados. 
Para atender ao descritor D4 (Identificar quadriláteros observando as posições relativas 
entre os seus lados (paralelos, concorrentes e perpendiculares), vamos dar ênfase aos qua-
driláteros. Segue sugestão para abordagem:
 Ö Discussão em grupo: "Todos os quadriláteros são iguais? Por quê?" 
 Ö Mostre exemplos de diferentes quadriláteros (quadrado, retângulo, losango, tra-
pézio) e compare suas propriedades. 
Em resumo temos:
 � Polígonos com quatro lados são quadriláteros.
 � Os três elementos básicos que constituem os quadriláteros são os lados, os vértices 
e os ângulos internos.
 � Paralelogramos são quadriláteros com 2 pares de lados paralelos.
 � O retângulo é um paralelogramo com 4 ângulos retos.
 � O quadrado é um paralelogramo com 4 ângulos retos e quatro lados congruentes.
 � O losango é um paralelogramo com 4 lados congruentes.
 � O trapézio é um quadrilátero com 1 par de lados paralelos, chamados de bases.
39
Conceitos como paralelo, congruentes ângulos retos também deverão ser retomados à me-
dida que seja necessário.
Que tal propor um jogo para consolidação desta etapa?
Domiformas: Jogo de dominó com formas geométricas e seus nomes.
Jogo Domiformas (Psicosol) Link com acesso ao jogo completo: https://psicosol.com/domiformas/ A
Construindo Polígonos: Trazemos outras possibilidades interessantes para construção e 
de trabalho com os polígonos.
Tendo previamente solicitado os materiais construa polígonos. Divida a turma em grupos, 
cada grupo deverá formar uma das figuras mostrada no cartaz de polígonos da aula ante-
rior, que deverá estar fixado na sala de aula. Instrua-os a usar os canudinhos na quantidade 
que corresponde ao número de lados da figura. Caso seja necessário cortar os canudinhos é 
essencial que meça e que sejam do mesmo tamanho ou proporcionalmente iguais conforme 
cada figura. Para manter as arestas e vértices firmes e no lugar correto formando os ângulos 
correspondente a cada figura, prenda com massinha. Apoie as imagens construídas sobre 
folhas de papel. 
Fonte: Pinterest (2024)
40
Outras possibilidades são: 
 Ö Utilizando régua e transferidor, os alunos devem desenhar polígonos com diferen-
tes números de lados (triângulo, quadrado, pentágono, etc.). 
 Ö Introduzir ferramentas digitais (como GeoGebra, Paint ou aplicativos de desenho) 
para criar polígonos. 
Observe o vídeo da construção dos polígonos.
“Como fazer Formas e Figuras Geométricas com canudos 
coloridos!”
Disponível em: https://youtu.be/FSyztX0gXuM?featu-
re=shared.
SAIBA MAIS
2º MOMENTO 
Professor(a) neste momento vamos trabalhar perímetros e áreas de figuras. 
Na primeira etapa vamos:
 Ö Introduzir os conceitos de perímetro e área para os estudantes. Lembrando que 
perímetro é a medida do contorno de uma figura, ou seja, a soma de todos os lados 
e quanto a área é área é a quantidade de espaço que a figura ocupa.
 Ö Desenhe algumas figuras simples no quadro (como quadrados, retângulos e tri-
ângulos) com as unidades de medidas e mostre aos estudantes como calcular o 
perímetro de cada uma delas.
 Ö Professor(a) mostre como calcular a área de um quadrado ou retângulo (multi-
plicando o comprimento pela largura). Mostre também como calcular a área do 
triângulo (base x altura) / 2.
 Ö Divida os estudantes em grupos de 4 estudantes. 
 Ö Dê a cada grupo uma folha de papel quadriculado e peça-lhes para desenhar um 
quadrado, um retângulo e triângulo.
 Ö Peça para medir com a régua cada figura e calcular o perímetro e a área de cada 
um.
 Ö Peça aos grupos que compartilhem as figuras que desenharam e como calcularam 
o perímetro e a área.
Na segunda etapa, vamos dar início a ideia que figuras com perímetros iguais podem ter 
áreas diferentes e que figuras com a mesma área podem ter perímetros diferentes.
 Ö Divida a turma em grupos de 4 estudantes e entregue a folha abaixo para cada 
grupo. 
 Ö Peça que eles calculem o perímetro e a área de cada figura. 
 Ö Peça para usar cada quadradinho da malha com uma unidade de medida, podendo 
ser centímetro. 
https://youtu.be/FSyztX0gXuM?feature=shared
https://youtu.be/FSyztX0gXuM?feature=shared
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PERÍMETROS E ÁREAS
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 Ö Peça aos grupos que depois de calculado encontrem pares de figuras com o mesmo 
perímetro, mas áreas diferentes. E também, que encontrem pares de figuras com 
a mesma área, mas perímetros diferentes.
 Ö Incentive os estudantes a explicarem como encontraram os pares de figuras e dis-
cuta as diferentes combinações que encontraram.
 Ö Reforce a importância de entender esses conceitos para resolver problemas e situ-
ações do cotidiano que envolvem formas geométricas.
3º MOMENTO 
Para encerramos esta sequência didática vamos discutir em cima da seguinte reflexão: 
 Ö Discussão em grupo: "O que muda e o que permanece igual quando ampliamos ou 
reduzimos uma figura?" 
 Ö Mostre exemplos práticos de ampliação e redução no cotidiano (fotos ampliadas, 
mapas, miniaturas, etc.). 
 Ö Pergunte: "O que acontece com o tamanho de uma figura quando a ampliamos ou 
reduzimos? E com sua forma?" 
 Ö Introduza o conceito de proporcionalidade: manter a forma, mas alterar o tamanho. 
 Ö Explique como usar a malha quadriculada para ampliar figuras: dobrar o tamanho 
dos lados, dentre outros.
Professor(a), considerando os conceitos já revistos, é importante neste momento enfatizar 
aos estudantes a ideia da proporcionalidade, isto porque a habilidade orienta a reprodução 
de figuras em malhas quadriculadas e essa figura precisa ter seus lados proporcionais à que 
se copia para não mudar a forma.
Portanto, este momento é também uma aplicação prática dos demais conceitos.
Inicie ofertando fotocópias para reprodução das figuras geométricas considerando a pro-
porcionalidade ao fazer cópias destas figuras, seja em sistema de ampliação ou redução a 
proporcionalidade seja respeitada. Se uma figura ocupa o número x de quadrícula na malha, 
a outra também respeitará a mesma proporcionalidade.
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Veja o exemplo:
 Fonte: Pinterest (2024)
 
 Fonte: Pinterest (2024)
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quadrículas, figuras mais complexas

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