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Aula 16
Conhecimentos Específicos p/ UFCG (Pedagogo) - Com Videoaulas -
Pós-Edital
Renato Alonso
 
 
 
 
 
 
1 
SUMÁRIO 
RESUMÃO ............................................................................................................................................... 2 
LDB ......................................................................................................................................................... 2 
DCNs .................................................................................................................................................... 21 
DCN DIREITOS HUMANOS ..................................................................................................................... 22 
GESTÃO DEMOCRÁTICA ........................................................................................................................ 24 
ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO ........................................................................................................ 26 
CURRÍCULO ........................................................................................................................................... 28 
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................................................................................................... 30 
ASPECTOS FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO ................................................................................................ 31 
TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS .................................................................................................................. 34 
EDUCAÇÃO e SOCIEDADE ...................................................................................................................... 42 
TICs ...................................................................................................................................................... 44 
CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................................................ 45 
 
 
Renato Alonso
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Conhecimentos Específicos p/ UFCG (Pedagogo) - Com Videoaulas - Pós-Edital
 
 
 
 
 
 
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RESUMÃO 
Olá pessoal! Este é resumão da matéria. Mas atenção: como o próprio nome diz, trata-se de um 
resumo que servirá para vocês revisarem a matéria, mas é muito importante que vocês estudem as 
aulas do curso, ok? 
“VAMOS QUE VAMOS”! 
Acreditar, sempre! 
 
LDB 
 Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na 
convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos 
sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. 
 
 Art. 1°, § 1º. A LDB disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, 
por meio do ensino, em instituições próprias. 
 
 Art. 1°, § 2º. A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social. 
 
 Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos 
ideais de solidariedade humana, tem por finalidade: 
1. o pleno desenvolvimento do educando, 
2. seu preparo para o exercício da cidadania e 
3. sua qualificação para o trabalho. 
 
 Art. 3º Princípios do ensino (segundo a LDB): 
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o 
saber; 
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; 
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância; 
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
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Conhecimentos Específicos p/ UFCG (Pedagogo) - Com Videoaulas - Pós-Edital
==12cf25==
 
 
 
 
 
 
3 
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
VII - valorização do profissional da educação escolar; 
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas 
de ensino; 
IX - garantia de padrão de qualidade; 
X - valorização da experiência extra-escolar; 
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. 
XII - consideração com a diversidade étnico-racial. 
XIII - garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida. 
 
 Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia 
de: 
1. educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, organizada da 
seguinte forma: 
a) pré-escola (4 aos 5 anos) 
b) ensino fundamental (6 aos 14 anos) 
c) ensino médio (15 aos 17 anos) 
2. educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade 
3. atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, 
transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, 
transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede 
regular de ensino; 
4. acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não 
os concluíram na idade própria (EJA) 
5. acesso aos níveis mais elevados do ensino (ENSINO SUPERIOR), da pesquisa e da 
criação artística, segundo a capacidade de cada um; 
6. oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando; 
7. oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e 
modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos 
que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola (EJA). 
8. atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de 
programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e 
assistência à saúde. 
9. padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade 
mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo 
de ensino-aprendizagem. 
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4 
10. vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima 
de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar 4 (quatro) anos 
de idade. 
 
 Art. 4º-A. É assegurado atendimento educacional, durante o período de internação, ao aluno 
da educação básica internado para tratamento de saúde em regime hospitalar ou domiciliar 
por tempo prolongado, conforme dispuser o Poder Público em regulamento, na esfera de sua 
competência federativa. (Artigo novo introduzido na LDB em 2018) 
 
 Art. 5° O acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer 
cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe 
ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para 
exigi-lo. 
 
 Art. 5°, § 4º. Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o 
oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade. 
 
 Art. 6° É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica 
a partir dos 4 anos de idade. 
 
 Art. 7º O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições (segundo a LDB): 
I - cumprimento das normas gerais da educação nacional e do respectivo sistema de ensino; 
II - autorização de funcionamento e avaliação de qualidade pelo Poder Público; 
III - capacidade de autofinanciamento, ressalvado o previsto no art. 213 da Constituição 
Federal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Atribuições da União (segundo a LDB, ART. 9°) 
 
 
 
 
 
 
 
 
1- Elaborar o PNE
2- Organizar, manter e desenvolver ser órgãos e dos territórios 
3- Prestar assistência técnica e financeira aos E, DF e M 
4- Estabelecer competências e diretrizes que nortearão os currículos e conteúdos mínimos da 
educação infantil, ensinocom o professor e demais alunos 
para tirar suas dúvidas e fazer exercícios. A “sala invertida” tem como objetivo prover aulas 
menos expositivas e participativas, capazes de engajar os alunos no conteúdo e melhor utilizar 
o tempo e conhecimento do professor. 
 
 NETIQUETA 
A NETIQUETA (junção das palavras “NET” e “ETIQUETA”) está relacionada com a ética para 
disciplinar o comportamento e o fluxo das informações na internet, baseada nos valores dos 
cidadãos da Rede. Assim, a NETQUETA corresponde às orientações no uso de recursos para 
uma melhor comunicação e entendimento no espaço digital. 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
É isso aí pessoal! Chegamos ao fim do nosso resumão! 
 
Fiquem com Deus e até a próxima! 
Renato Alonso
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Conhecimentos Específicos p/ UFCG (Pedagogo) - Com Videoaulas - Pós-Editalfundamental e ensino médio, de modo a assegurar formação básica comum
5- Estabelecer diretrizes e procedimentos, na educação básica e superior, para alunos com altas 
habilidades e superdotados
6- Coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação 
7- Assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar
8- Baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação;
9- Assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior
10- Autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, 
respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino.
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 Responsabilidades dos Estados, DF e Municípios, segundo a LDB: 
Responsabilidades dos ESTADOS Responsabilidades dos MUNICÍPIOS 
organizar, manter e desenvolver os órgãos e 
instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; 
organizar, manter e desenvolver os órgãos e 
instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, 
integrando-os às políticas e planos 
educacionais da União e dos Estados; 
autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar 
e avaliar, respectivamente, os cursos das 
instituições de educação superior e os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino; 
autorizar, credenciar e supervisionar os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino; 
baixar normas complementares para o seu 
sistema de ensino; 
baixar normas complementares para o seu 
sistema de ensino; 
assumir o transporte escolar dos alunos da rede 
estadual 
assumir o transporte escolar dos alunos da rede 
municipal. 
assegurar o ensino fundamental e oferecer, 
com prioridade, o ensino médio a todos que o 
demandarem, respeitado o disposto no art. 38 
desta Lei; 
oferecer a educação infantil em creches e pré-
escolas, e, com prioridade, o ensino 
fundamental, permitida a atuação em outros 
níveis de ensino somente quando estiverem 
atendidas plenamente as necessidades de sua 
área de competência e com recursos acima dos 
percentuais mínimos vinculados pela 
Constituição Federal à manutenção e 
desenvolvimento do ensino. 
definir, com os Municípios, formas de 
colaboração na oferta do ensino fundamental, 
as quais devem assegurar a distribuição 
proporcional das responsabilidades, de acordo 
com a população a ser atendida e os recursos 
financeiros disponíveis em cada uma dessas 
esferas do Poder Público; 
exercer ação redistributiva em relação às suas 
escolas; 
elaborar e executar políticas e planos 
educacionais, em consonância com as diretrizes 
e planos nacionais de educação, integrando e 
coordenando as suas ações e as dos seus 
Municípios; 
 
*Ao Distrito Federal aplicar-se-ão as competências referentes aos Estados e aos Municípios. 
**Os Municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino ou compor 
com ele um sistema único de educação básica. 
 
 
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 Responsabilidades dos Estabelecimentos de Ensino e dos Docentes, segundo a LDB: 
Responsabilidades dos 
ESTABELECIMENTOS 
Responsabilidades dos 
DOCENTES 
elaborar e executar sua proposta pedagógica participar da elaboração da proposta 
pedagógica do estabelecimento de ensino; 
velar pelo cumprimento do plano de trabalho 
de cada docente; 
elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo 
a proposta pedagógica do estabelecimento de 
ensino; 
prover meios para a recuperação dos alunos de 
menor rendimento; 
estabelecer estratégias de recuperação para os 
alunos de menor rendimento; 
assegurar o cumprimento dos dias letivos e 
horas-aula estabelecidas; 
ministrar os dias letivos e horas-aula 
estabelecidos, além de participar 
integralmente dos períodos dedicados ao 
planejamento, à avaliação e ao 
desenvolvimento profissional; 
articular-se com as famílias e a comunidade, 
criando processos de integração da sociedade 
com a escola; 
colaborar com as atividades de articulação da 
escola com as famílias e a comunidade. 
informar pai e mãe, conviventes ou não com 
seus filhos, e, se for o caso, os responsáveis 
legais, sobre a frequência e rendimento dos 
alunos, bem como sobre a execução da 
proposta pedagógica da escola 
zelar pela aprendizagem dos alunos; 
notificar ao Conselho Tutelar do Município a 
relação dos alunos que apresentem quantidade 
de faltas acima de 30% (trinta por cento) do 
percentual permitido em lei. 
 
promover medidas de conscientização, de 
prevenção e de combate a todos os tipos de 
violência, especialmente a intimidação 
sistemática (bullying), no âmbito das escolas; 
(incluído na LDB em 2018) 
 
estabelecer ações destinadas a promover a 
cultura de paz nas escolas. (incluído na LDB em 
2018) 
 
administrar seu pessoal e seus recursos 
materiais e financeiros; 
 
 
 
 
 
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 Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público 
na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes 
princípios: 
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; 
II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. 
 
 Composição dos sistemas de ensino da União, Estados, DF e Municípios 
 
 
 Art. 19. As instituições de ensino dos diferentes níveis classificam-se nas seguintes categorias 
administrativas: 
I - públicas 
II - privadas 
 
 Art. 20. As instituições privadas de ensino se enquadrarão nas seguintes categorias: 
1- Particulares em sentido estrito; 
2- Comunitárias; 
3- Confessionais; e 
4- Filantrópica. 
FEDERAL
as instituições de ensino 
mantidas pela União
as instituições de 
educação superior criadas 
e mantidas pela iniciativa 
privada;
os órgãos federais de 
educação.
ESTADUAL 
e DF
as instituições de ensino 
mantidas, 
respectivamente, pelo 
Poder Público estadual e 
pelo Distrito Federal;
as instituições de 
educação superior 
mantidas pelo Poder 
Público municipal;
as instituições de ensino 
fundamental e médio 
criadas e mantidas pela 
iniciativa privada;
os órgãos de educação 
estaduais e do Distrito 
Federal, respectivamente.
MUNICIPAL
as instituições do ensino 
fundamental, médio e de 
educação infantil 
mantidas pelo Poder 
Público municipal;
as instituições de 
educação infantil criadas 
e mantidas pela iniciativa 
privada;
os órgãos municipais de 
educação.
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 Art. 21. A educação escolar compõe-se de: (2 níveis) 
I – Nível de educação básica, formada pela (3 etapas): 
o educação infantil, 
o ensino fundamental e 
o ensino médio; 
II – Nível de educação superior. 
 
NÍVEIS / ETAPAS MODALIDADES 
EDUCAÇÃO BÁSICA: 
1- Educação Infantil 
2- Ensino fundamental 
3- Ensino médio 
1- Educação de Jovens e Adultos (EJA) 
2- Educação Especial 
3- Educação Profissional e Tecnológica 
4- Educação do Campo 
5- Educação Escolar Indígena 
6- Educação Quilombola 
7- Educação a Distância 
ENSINO SUPERIOR 
 
 Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a 
formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para 
progredir no trabalho e em estudos posteriores. 
 
 Art. 23. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, 
alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na 
competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o 
interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. 
 
 Art. 23, § 1º. A escola poderá reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de 
transferências entreestabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como base as 
normas curriculares gerais. 
 
 Art. 23, § 2º. O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive 
climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o 
número de horas letivas previsto nesta Lei. 
 
 Art. 24. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com 
as seguintes regras comuns: 
 
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I - a carga horária mínima anual será de 800 horas para o ensino fundamental e para o 
ensino médio, distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído 
o tempo reservado aos exames finais, quando houver; 
 
 
 
 
 
 
II - a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, 
pode ser feita: 
a) por promoção, 
b) por transferência, 
c) independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, 
que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição 
na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino; 
 
VI - o controle de freqüência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento 
e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a freqüência mínima de 75 por cento 
do total de horas letivas para aprovação; 
 
 
Art. 24, § 1º. A carga horária mínima anual de que trata o inciso I do caput deverá ser ampliada de 
forma progressiva, no ensino médio, para 1400 horas, devendo os sistemas de ensino oferecer, no 
prazo máximo de cinco anos, pelo menos 1000 horas anuais de carga horária, a partir de 2 de março 
de 2017. 
 
 
 
 
 
 
CH mínima anual (EF e EM) → 800 horas 
Dias de efetivo trabalho escolar (EF e EM) → 200 dias 
FREQUENCIA MÍNIMA para aprovação (EF e EM) → 75% do total de horas letivas 
CH anual mínima no ensino médio → aumento progressivo para 1400 horas 
CH anual mínima no ensino médio até mar/2022 → 1000 horas 
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 Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem 
ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada 
estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais 
e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. 
 
 
 
 
 
 
É obrigatório nos currículos da educação básica: 
- Língua portuguesa 
- Matemática 
- Conhecimento do mundo físico e natural 
- Realidade social e política - especialmente a do Brasil 
- Arte - visuais, dança, música e teatro 
- Educação Física 
- exceto trabalhador mínimo 6hs; maior de 30 
anos; serviço militar; Decreto-Lei n° 1,044/69; 
ou tenha prole 
- Língua inglesa - a partir do 6° ano 
- Filmes de produção nacional - mínimo 2 horas mensais 
- Temas transversais 
- direitos humanos e prevenção de violência 
contra a criança e o adolescente; 
- educação alimentar e nutricional 
- história e cultura afro-brasileira e dos povos 
indígenas 
- especialmente em educação artística, 
literatura e história brasileira 
 
 
 
Currículos da EI + EF + EM: 
BASE NACIONAL COMUM + complemento parte diversificada 
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 Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o 
desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, 
psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. 
 
 Art. 30. A educação infantil será oferecida em: 
I - creches, ou entidades equivalentes, (0 a 3 anos) 
II - pré-escolas, para as crianças de 4 a 5 anos de idade 
 
 Art. 31. A educação infantil será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: 
I - avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o 
objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental; 
II - carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por um mínimo de 200 dias de 
trabalho educacional; 
III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 horas diárias para o turno parcial e de 7 horas 
para a jornada integral; 
IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência 
mínima de 60% do total de horas; 
V - expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e 
aprendizagem da criança. 
 
 Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 anos, gratuito na escola pública, 
iniciando-se aos 6 anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: 
I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio 
da leitura, da escrita e do cálculo; 
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e 
dos valores em que se fundamenta a sociedade; 
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de 
conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; 
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância 
recíproca em que se assenta a vida social. 
 
 Art. 32, § 1º. É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos. 
 
 Art. 32, § 4º. O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado 
como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. 
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 Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do 
cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino 
fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas 
quaisquer formas de proselitismo. 
 
 Art. 34. A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos 4 horas de trabalho 
efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência na 
escola. 
o § 2º O ensino fundamental será ministrado progressivamente em tempo integral, a 
critério dos sistemas de ensino. 
 
 Art. 35. O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, 
terá como finalidades: 
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, 
possibilitando o prosseguimento de estudos; 
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, 
de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou 
aperfeiçoamento posteriores; 
III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o 
desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; 
IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, 
relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. 
 
 Art. 35-A. A Base Nacional Comum Curricular definirá direitos e objetivos de aprendizagem 
do ensino médio, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Educação, nas seguintes áreas 
do conhecimento: 
I - linguagens e suas tecnologias; 
II - matemática e suas tecnologias; 
III - ciências da natureza e suas tecnologias; 
IV - ciências humanas e sociais aplicadas. 
 
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 Art. 35-A, § 5°. A carga horária destinada ao cumprimento da Base Nacional Comum 
Curricular não poderá ser superior a 1800 horas do total da carga horária do ensino médio, 
de acordo com a definição dossistemas de ensino. 
 
 Art. 36. O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e 
por itinerários formativos, que deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes 
arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos 
sistemas de ensino, a saber: 
I - linguagens e suas tecnologias; 
II - matemática e suas tecnologias; 
III - ciências da natureza e suas tecnologias; 
IV - ciências humanas e sociais aplicadas; 
V - formação técnica e profissional. 
 
 
 
 
 Art. 36-A. o ensino médio, atendida a formação geral do educando, poderá prepará-lo para 
o exercício de profissões técnicas. (nível médio técnico) 
 
 Art. 36-B. A educação profissional técnica de nível médio será desenvolvida nas seguintes 
formas: 
I - articulada com o ensino médio; 
II - subseqüente, em cursos destinados a quem já tenha concluído o ensino médio. 
 
É OBRIGATÓRIO NO ENSINO MÉDIO: 
 matemática; 
 língua portuguesa; 
 língua inglesa; 
 educação física; 
 arte; 
 sociologia; 
 filosofia; 
 
CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO = BNCC + itinerários formativos 
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 Art. 36-C. A educação profissional técnica de nível médio articulada, prevista no inciso I do 
caput do art. 36-B desta Lei, será desenvolvida de forma: 
I - integrada, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o 
curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, 
na mesma instituição de ensino, efetuando-se matrícula única para cada aluno; 
II - concomitante, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando, 
efetuando-se matrículas distintas para cada curso, 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Art. 37. A educação de jovens e adultos (EJA) será destinada àqueles que não tiveram acesso 
ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria e constituirá 
instrumento para a educação e a aprendizagem ao longo da vida. 
 
 Art. 38. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos, que compreenderão a 
base nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter 
regular. 
o § 1º Os exames a que se refere este artigo realizar-se-ão: 
I - no nível de conclusão do ensino fundamental, para os maiores de 15 anos; 
II - no nível de conclusão do ensino médio, para os maiores de 18 anos. 
 
 
 
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ARTICULADA
(DURANTE O ENSINO MÉDIO)
INTEGRADA
(MATRÍCULA ÚNICA)
CONCOMITANTE
(MATRÍCULAS DISTINTAS)SUBSEQUENTE
(APÓS O ENSINO MÉDIO)
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 Art. 39. A educação profissional e tecnológica, no cumprimento dos objetivos da educação 
nacional, integra-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e às dimensões do 
trabalho, da ciência e da tecnologia. 
 
 Art. 39, § 2°, A educação profissional e tecnológica abrangerá os seguintes cursos: 
I – de formação inicial e continuada ou qualificação profissional; 
II – de educação profissional técnica de nível médio; 
III – de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação. 
 
 Art. 43. A educação superior tem por finalidade: 
I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento 
reflexivo; 
II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em 
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e 
colaborar na sua formação contínua; 
III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da 
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o 
entendimento do homem e do meio em que vive; 
IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem 
patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de 
outras formas de comunicação; 
V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a 
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa 
estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; 
VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais 
e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação 
de reciprocidade; 
VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das 
conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica 
geradas na instituição. 
VIII - atuar em favor da universalização e do aprimoramento da educação básica, mediante a 
formação e a capacitação de profissionais, a realização de pesquisas pedagógicas e o 
desenvolvimento de atividades de extensão que aproximem os dois níveis escolares. 
 
 
 
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QUADRO RESUMO COM AS IDEIAS CENTRAIS DE CADA FINALIDADE DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 
1- Estimular a criação (cultural) e o desenvolvimento (espírito científico e pensamento reflexivo) 
2- Formar diplomados e colaborar para a formação contínua 
3- Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica 
4- Promover a divulgação do conhecimento (cultural, científico e técnico) e comunicar o saber 
5- Suscitar o desejo de aperfeiçoamento e possibilitar a concretização 
6- Estimular o conhecimento dos problemas e prestar serviços à comunidade 
7- Promover a extensão 
8- Atuar em favor da universalização e aprimoramento da educação básica 
 
 Art. 44. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: (Regulamento) 
I - cursos seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a 
candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino, desde que 
tenham concluído o ensino médio ou equivalente 
II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente 
e tenham sido classificados em processo seletivo; 
III - de pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de 
especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de 
graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino; 
IV - de extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada 
caso pelas instituições de ensino. 
 
 Art. 45. A educação superior será ministrada em instituições de ensino superior, públicas ou 
privadas, com variados graus de abrangência ou especialização. 
 
 Art. 46. A autorização e o reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de 
instituições de educação superior, terão prazos limitados, sendo renovados, 
periodicamente, após processo regular de avaliação. 
 
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 Art. 47. Na educação superior, o ano letivo regular, independente do ano civil, tem, no 
mínimo, 200 dias de trabalho acadêmico efetivo, excluído o tempo reservado aos exames 
finais, quando houver. 
 
 Art. 52. As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros 
profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber 
humano, que se caracterizam por: 
I - produção intelectual institucionalizada mediante o estudo sistemático dos temas e 
problemas mais relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e 
nacional; 
II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou 
doutorado; 
III - um terço do corpodocente em regime de tempo integral. 
 
AUTONOMIA DAS UNIVERSIDADES (o que as universidades podem fazer): 
1- Criar , organizar e expandir, em sua sede, cursos e programas de educação superior; 
2- Fixar os currículos dos seus cursos e programas (mas tem que observar as diretrizes gerais); 
3- Estabelecer planos, programas e projetos de pesquisa científica, produção artística e 
atividades de extensão; 
4- Fixar o número de vagas de acordo com a sua capacidade e as exigências do meio; 
5- Elaborar e reformar seus estatutos; 
6- Conferir graus, diplomas e outros títulos; 
7- Firmar contratos, acordos e convênios; 
8- Aprovar e executar planos, programas e projetos de investimentos (obras, serviços e 
aquisições em geral) e administrar rendimentos; 
9- Administrar rendimentos e deles dispor 
10- Receber subvenções, doações, heranças, legados e cooperação financeira resultante de 
convênios com entidades públicas e privadas; 
 
Obs.1: As doações poderão ser dirigidas à universidade, de forma genérica, ou a algum 
setor ou projeto específico da Universidade. 
 
Obs.2: Se a doação for para universidade pública, mesmo que as doações tenham sido 
dirigidas para algum setor ou projeto específico da universidade, tais recursos doados 
deverão transitar, obrigatoriamente, pelo caixa único da instituição. (proibido “caixa 2” 
nas universidades públicas, ok?) 
11- Gozar de estatuto jurídico especial para atender as suas peculiaridades. 
12- Propor seu quadro docente, técnico e administrativo, plano de cargos e salários; 
13- Elaborar o regulamento do seu pessoal; 
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19 
14- Aprovar e executar planos, programas e projetos de investimentos (obras, serviços e 
aquisições em geral) de acordo com os recursos alocados pelo respectivo Poder 
mantenedor; 
15- Elaborar seus orçamentos anuais e plurianuais; 
16- Adotar regime financeiro e contábil que atenda às suas peculiaridades de organização e 
funcionamento; 
17- Realizar operações de crédito ou de financiamento, com aprovação do Poder 
competente, para aquisição de bens imóveis, instalações e equipamentos; 
18- Efetuar transferências, quitações e tomar outras providências de ordem orçamentária, 
financeira e patrimonial necessárias ao seu bom desempenho. 
 
 Art. 56. As instituições públicas de educação superior obedecerão ao princípio da gestão 
democrática, assegurada a existência de órgãos colegiados deliberativos, de que participarão 
os segmentos da comunidade institucional, local e regional. 
o Parágrafo único. Em qualquer caso, os docentes ocuparão 70% dos assentos em cada 
órgão colegiado e comissão, inclusive nos que tratarem da elaboração e modificações 
estatutárias e regimentais, bem como da escolha de dirigentes. 
 
 Art. 57. Nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo 
de 08 horas semanais de aulas. 
 
 Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de 
educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos 
com: 
o deficiência, 
o transtornos globais do desenvolvimento e 
o altas habilidades ou superdotação. 
 
 Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em 
efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são 
I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil 
e nos ensinos fundamental e médio 
II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em 
administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com 
títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; 
III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em 
área pedagógica ou afim. 
 
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20 
IV - profissionais com notório saber reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino, para 
ministrar conteúdos de áreas afins à sua formação ou experiência profissional, atestados por 
titulação específica ou prática de ensino em unidades educacionais da rede pública ou privada 
ou das corporações privadas em que tenham atuado, exclusivamente para atender ao inciso 
V do caput do art. 36; 
V - profissionais graduados que tenham feito complementação pedagógica, conforme 
disposto pelo Conselho Nacional de Educação. 
 
 Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, 
em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do 
magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a 
oferecida em nível médio, na modalidade normal. 
 
REGRAS PARA FORMAÇÃO DE DOCENTES 
1. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso 
de licenciatura plena (regra geral). 
2. admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos 
cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade 
normal. 
3. A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios, em regime de colaboração, deverão 
promover a formação inicial, a continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. 
4. A formação continuada e a capacitação dos profissionais de magistério poderão utilizar 
recursos e tecnologias de educação a distância 
5. A formação inicial de profissionais de magistério dará preferência ao ensino presencial, 
subsidiariamente fazendo uso de recursos e tecnologias de educação a distância. 
6. A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios incentivarão a formação de 
profissionais do magistério para atuar na educação básica pública mediante programa 
institucional de bolsa de iniciação à docência a estudantes matriculados em cursos de 
licenciatura, de graduação plena, nas instituições de educação superior. 
7. O Ministério da Educação poderá estabelecer nota mínima em exame nacional aplicado 
aos concluintes do ensino médio como pré-requisito para o ingresso em cursos de 
graduação para formação de docentes, ouvido o Conselho Nacional de Educação - CNE. 
8. Os currículos dos cursos de formação de docentes terão por referência a Base Nacional 
Comum Curricular 
 
 
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 Art. 65. A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, 
no mínimo, 300 horas. 
 
 Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-
graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado. 
 
 Art. 68. Serão recursos públicos destinados à educação os originários de: 
I - receita de impostos próprios da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; 
II - receita de transferências constitucionais e outras transferências; 
III - receita do salário-educação e de outras contribuições sociais; 
IV - receita de incentivos fiscais; 
V - outros recursos previstos em lei. 
 
 
DCNS 
 As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica têm por objetivos: 
I – sistematizar os princípios e as diretrizes gerais da Educação Básica contidos na 
Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e demais dispositivos 
legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica 
comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola; 
II – estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, a execução e 
a avaliação do projeto político-pedagógico da escola de Educação Básica; 
III – orientar os cursos de formação inicial e continuada de docentes e demais profissionais 
da Educação Básica,os sistemas educativos dos diferentes entes federados e as escolas que 
os integram, indistintamente da rede a que pertençam. 
 
 As Diretrizes Curriculares Nacionais específicas para as etapas e modalidades da Educação 
Básica devem evidenciar o seu papel de indicador de opções políticas, sociais, culturais, 
educacionais, e a função da educação, na sua relação com um projeto de Nação, tendo como 
referência os objetivos constitucionais, fundamentando-se na cidadania e na dignidade da 
pessoa, o que pressupõe igualdade, liberdade, pluralidade, diversidade, respeito, justiça 
social, solidariedade e sustentabilidade. 
 
 
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 São exemplos de Diretrizes Curriculares Específicas: 
o DCN para a Educação Infantil; 
o DCN para o Ensino Fundamental 
o DCN para o Ensino Médio 
o DCN para a Educação Profissional e Tecnológica 
o DCN para o atendimento especializado 
 
 
DCN DIREITOS HUMANOS 
a Educação em Direitos Humanos (EDH) se refere a concepções e práticas educativas para formar o 
cidadão, no sentido de torná-lo ciente de seus direitos e responsabilidades. 
 
 
DIREITOS HUMANOS = 
DIREITOS: 
- CIVIS 
- POLÍTICOS 
- SOCIAIS 
- ECONÔMICOS 
- CULTURAIS 
- AMBIENTAIS 
 
 
 
 
 
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05 DIMENSÕES da EDH
Apreensão do 
conhecimento 
histórico 
Afirmação de: 
-valores, 
- atitudes 
- práticas 
sociais
Consciência 
cidadã
Métodos 
participativos e 
construção 
coletiva
Fortalecimento 
de práticas 
individuais e 
sociais
1- DIGNIDADE HUMANA
2- IGUALDADE DE DIREITOS
3- RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS E DAS 
DIVERSIDADES
4- LAICIDADE DO ESTADO
5- DEMOCRACIA NA EDUCAÇÃO
6- TRANSVERSALIDADE, VIVÊNCIA E GLOBALIDADE
7- SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
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24 
 
 
 
 
GESTÃO DEMOCRÁTICA 
O artigo 14 da LDB é importantíssimo para a sua prova e aborda a gestão democrática na educação 
básica, afirmando que: 
1. participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola. 
Portanto, é mandatório que os profissionais da educação participam do PPP (projeto político-
pedagógico) da escola, ou seja, a montagem do PPP não é uma tarefa que deve ser realizada 
exclusivamente pelo pedagogo ou mesmo pelo diretor da escola. 
 
2. participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. 
Vejam aqui que a gestão democrática ocorre também por meio da participação da comunidade 
escolar e comunidade local em conselhos escolares ou equivalentes. O conselho escolar é exemplo 
crasso de gestão democrática. 
 
CONSELHO ESCOLAR 
Devido à tamanha importância do Conselho Escolar, faremos agora um estudo dele com maior 
profundidade. 
O Conselho Escolar é um órgão colegiado de natureza deliberativa, consultiva e fiscal, não tendo 
caráter político-partidário, religioso, racial e nem fins lucrativos, não sendo remunerados seu 
Dirigente ou Conselheiros. Tem por finalidade efetivar a gestão escolar, na forma de colegiado, 
promovendo a articulação entre os segmentos da comunidade escolar e os setores da escola, 
constituindo-se no órgão máximo de direção. 
FORMAS DE INSERÇÃO DA EDH 
NOS CURRÍCULOS:
1. Transversal
2. Conteúdo específico
3. Mista 
(transversal + conteúdo específico)
4. Outras formas
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25 
Entende-se por Gestão Escolar o processo que rege o funcionamento da escola, compreendendo 
tomada de decisão, planejamento, execução, acompanhamento e avaliação das questões 
administrativas e pedagógicas, efetivando o envolvimento da comunidade, no âmbito da unidade 
escolar, baseada na legislação em vigor e nas diretrizes pedagógicas administrativas fixadas pelo 
respectivo sistema de ensino. 
 
CONSELHO DE CLASSE 
Faço questão de expor nesta aula também os conselhos de classe para que vocês não o confundam 
com o conselho escolar. 
O Conselho de Classe é órgão deliberativo que conta com a presença de profissionais de educação 
da escola (professores, pedagogos etc.) e, normalmente, também com a presença de um 
representante da classe (turma) onde se discute o processo de aprendizagem dos alunos, o 
desempenho dos docentes, a organização curricular e outros aspectos referentes ao ensino. Trata-
se de um espaço democrático que visa avaliar e abrir diálogos em busca de melhorias do ensino. 
Desta forma, enquanto o Conselho Escolar tem objetivos mais amplos, que é o de gerir a escola, o 
Conselho de Classe é mais restrito e voltado para o ensino-aprendizagem. 
 
 
 
 
 
GESTÃO DEMOCRÁTICA
ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS:
Participação Pluralismo Autonomia Transparência
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26 
ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO 
 O planejamento educacional é um processo de sistematização e organização das ações do 
professor, permitindo a organização do trabalho pedagógico como um todo, articulando a 
transmissão de conhecimentos juntamente com os conteúdos do contexto social, e tem como 
características ser uma atividade intencional, e não uma atividade espontânea ou neutra. 
 
 Embora existam inúmeras classificações de planejamento, vamos abordar nesta aula a 
classificação mais usual em concursos: 
o Planejamento Educacional, 
o Planejamento Escolar, 
o Planejamento Curricular e 
o Planejamento de Ensino. 
 
 Planejamento Escolar (ou planejamento da escola) - corresponde às ações sobre o 
funcionamento administrativo e pedagógico da escola. 
 
 Planejamento Curricular – é a organização da dinâmica escolar. tem por objetivo orientar o 
trabalho do professor na prática pedagógica da sala de aula. 
 
 Planejamento de ensino - envolve a organização das ações dos educadores durante o 
processo de ensino, integrando professores, coordenadores e alunos na elaboração de uma 
proposta de ensino, que será projetada para o ano letivo e constantemente avaliada. 
 O plano é um produto do planejamento. os planos se dividem em 3 tipos: 
o plano da escola, 
o plano de ensino e 
o plano de aula. 
 
 Plano da escola: é o documento com as orientações gerais da escola (administrativo e 
pedagógico). 
 
 Plano de ensino (ou plano de unidades didáticas) : corresponde ao trabalho docente a ser 
desenvolvido no período escolar, dividido em unidades sequenciais e didáticas, de acordo 
com as temáticas propostas. 
 
 Plano de aula: É o plano desenvolvido para uma aula, ou conjunto de aulas. Possui caráter 
específico para cada tema. 
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 Existem três concepções de planejamento presentes nas tendências do campo educacional: 
• Planejamento como Princípio Prático (informal) 
• Planejamento Instrumental/Normativo (é um planejamento imposto) 
• Planejamento Participativo (é planejado com a participação dos interessados) 
 
 O planejamento tem 2 dimensões: 
o Dimensão política – Nesta dimensão entende-se que toda ação humana é política, 
inclusive o planejamento, de forma que o planejamento não pode ser uma ação 
docente encarada como uma atividade neutra ou descompromissada. 
o Dimensão técnica – A dimensão técnica é a que permite viabilizar a execução do 
ensino, é o saber fazer a atividade profissional. No caso da prática do planejamento 
educacional, o saber técnico determina a competência para organizar as ações que 
serão desenvolvidas com visando à aprendizagem dos alunos. 
 
 05 ELEMENTOS DO PLANEJAMENTO DE ENSINO: 
1. objetivos (norteiam os outros elementos) 
2. conteúdos (está relacionado com “o quefazer?”) 
3. metodologia (está relacionado com “como fazer?”) 
4. recursos didáticos 
5. avaliação da aprendizagem 
 
 
 
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CURRÍCULO 
 Teorias curriculares: 
o Teorias Curriculares Não-Críticas (ou tradicionais) 
o Teorias Curriculares Críticas 
o Teorias Curriculares Pós-Críticas 
 
 
TEORIAS CURRICULARES NÃO-CRÍTICAS (TRADICIONAIS) 
Estas teorias indicam uma posição tradicional e tecnicista do currículo, onde este deve ser neutro e 
seu foco está voltado formar trabalhadores. Estas teorias caracterizam-se por apresentar currículo 
técnico, fechado e descontextualizados. 
 
TEORIAS CURRICULARES CRÍTICAS 
O currículo, do ponto de vista das teorias críticas, é um instrumento político que interage com a 
ideologia, estrutura social, cultura e poder de uma sociedade. Estas teorias têm grande 
embasamento no marxismo e grandes restrições ao capitalismo. 
 
TEORIAS PÓS-CRÍTICA DO CURRÍCULO 
As teorias pós-crítica do currículo estão relacionadas com o multiculturalismo. Estas teorias abordam 
novas temáticas tais como gênero, raça, etnia, sustentabilidade e diversidade. Têm como 
representantes, dentre outros, Miguel Arroyo e Tomas Tadeu da Silva. Estas teorias foram 
introduzidas no Brasil na década de 1990 e ganharam força a partir dos anos 2000. 
 Existem 3 tipos de currículos: 
o Currículo formal (ou Currículo Oficial ou Currículo Prescrito ou Currículo Explícito) 
o Currículo Real 
o Currículo Oculto 
 
 
 
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TIPOS DE CURRÍCULOS 
CURRÍCULO FORMAL → 
(OFICIAL, PRESCRITO ou EXPLÍCITO): 
é o currículo imposto pelo sistema de ensino, como as LDB, PCN, 
Proposta pedagógicas. 
CURRÍCULO REAL → é o currículo planejado que será realizado em sala. 
CURRÍCULO OCULTO → 
é aquele que não está expresso em palavras ou não está 
formalmente no papel. Se dá através das relações sociais. 
 
 
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30 
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
 Funções da avaliação 
1. Função pedagógico-didática 
2. Função de diagnóstico 
3. Função de controle 
 
 Existem 3 modelos de avaliação: 
1. Modelo de Avaliação Diagnóstica 
2. Modelo de Avaliação Formativa 
3. Modelo de Avaliação Somativa 
 
 
 
 
 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: 
A avaliação diagnóstica permite a captação de progressos e dificuldades do aluno. Estes 
progressos são construídos gradativamente a medida que o professor for identificando que o 
aluno está compreendendo o conteúdo didático. 
 
 AVALIAÇÃO FORMATIVA (ou Avaliação Processual): 
A avaliação é formativa no instante em que indica como os alunos estão se comportando em 
relação aos objetivos propostos. Esta avaliação leva em conta o progresso individual do aluno, 
sua função ativa na própria aprendizagem, compreendendo suas possibilidades de 
aprendizagem. 
 
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 AVALIAÇÃO SOMATIVA 
A avaliação aqui ganha os foros do direito de premiar ou castigar dentro do ritual pedagógico. 
A avaliação somativa tem aspecto autoritário e conservador e não funciona como um 
instrumento dialético do avanço, de novos rumos. 
 
 
 
ASPECTOS FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO 
PENSAMENTO PEDAGÓGICO MODERNO 
O pensamento pedagógico moderno se caracteriza pelo realismo. A pedagogia realista insurgiu-se 
contra a pedagogia humanista, pregando a superioridade do domínio do mundo exterior sobre o 
domínio do mundo interior (individual). 
Representantes: Comênio e Locke 
 
HUMANISMO 
O humanismo foi um movimento intelectual iniciado na Europa, no século XV, com o Renascimento. 
Caracteriza-se pelo rompimento com o pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus 
como centro de tudo) cede lugar ao antropocentrismo, passando o homem a ser o centro de 
interesse. Aqui, o ser humano é independente e superior a todas as coisas. 
REALISMO 
O pensamento pedagógico moderno se caracteriza pelo realismo. A pedagogia realista insurgiu-se 
contra a pedagogia humanista, pregando a superioridade do domínio do mundo exterior sobre o 
domínio do mundo interior (individual). 
PENSAMENTO PEDAGÓGICO ILUMINISTA 
A Idade Moderna estende-se de 1453 a 1789, período no qual predominou o regime absolutista, que 
concentrava o poder no clero e na nobreza. A Revolução Francesa pôs fim a essa situação. Ela já 
estava presente no discurso dos grandes pensadores e intelectuais da época, chamados "iluministas" 
ou "ilustrados" pelo apego à racionalidade e à luta em favor das liberdades individuais, contra o 
obscurantismo da Igreja e a prepotência dos governantes. 
São representantes: Rosseau, Pestalozzi, Herbart e Froebel. 
 
 
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O PENSAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVISTA 
O pensamento pedagógico positivista consolidou a concepção burguesa da educação. No interior 
do iluminismo e da sociedade burguesa duas forças antagônicas tomaram forma desde o final do 
século XVIII. De um lado, o movimento popular e socialista; de outro, o movimento elitista burguês. 
Essas duas correntes opostas chegam ao século XIX sob os nomes de marxismo e de positivismo, 
representadas por seus dois expoentes máximos: KARL MARX (1818-1883) e AUGUSTO COMTE 
(1798-1857). 
São representantes: SPENCER, DURKHEIM e WHITEHEAD
 
O PENSAMENTO PEDAGÓGICO SOCIALISTA 
O pensamento pedagógico socialista formou-se no seio do movimento popular pela democratização 
do ensino. A esse movimento se associaram alguns intelectuais comprometidos com essa causa 
popular e com a transformação social. A concepção socialista da educação se opõe à concepção 
burguesa (positivista). Ela propõe uma educação igual para todos. 
São representantes: MARX, LÊNIN, MAKARENKO, GRAMSCI
 
O PENSAMENTO PEDAGÓGICO DA ESCOLA NOVA 
A Escola Nova representa o mais vigoroso movimento de renovação da educação depois da criação 
da escola pública burguesa. A teoria e a prática escolanovistas se disseminaram em muitas partes 
do mundo, fruto certamente de uma renovação geral que valorizava a auto formação e a atividade 
espontânea da criança. A teoria da Escola Nova propunha que a educação fosse instigadora da 
mudança social e, ao mesmo tempo, se transformasse porque a sociedade estava em mudança. O 
desenvolvimento da sociologia da educação e da psicologia educacional também contribuiu para 
essa renovação da escola. 
São representantes: DEWEY, MONTESSOR, CLAPAREDE e PIAGET 
O PENSAMENTO PEDAGÓGICO FENOMENOLÓGICO- EXISTENCIALISTA 
BOGDAN SUCHODOLSKI (1907-1992), em sua obra “A pedagogia e as grandes correntes filosóficas”, 
dividiu as manifestações pedagógicas surgidas desde a Antiguidade até nossos dias em duas grandes 
correntes: as pedagogias da essência e as pedagogias da existência. 
A pedagogia da essência teve início com Platão e foi desenvolvida pelo cristianismo. Platão 
distinguiu no homem o que pertence ao mundo das sombras (o corpo, o desejo, os sentidos, etc.) e 
o que pertence ao mundo das ideias (o espírito na sua forma pensante). A pedagogia da essência 
investiga tudo o que é empírico no homem e concebe a educação como ação que desenvolve no 
indivíduo o que define a sua essência “verdadeira". 
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Em resumo, a pedagogia da essência propõe um programa para levar a criança a conhecer 
sistematicamente as etapas do desenvolvimento da humanidade; Já a pedagogia da existência, 
preocupa-se com a organização e a satisfação das necessidades atuais da criança através do 
conhecimento e da ação. 
São representantes: BUBER, SARTRE, KORCZAK, GUSDORF e PANTILLONO PENSAMENTO PEDAGÓGICO ANTIAUTORITÁRIO 
A crítica à escola tradicional efetuada pelo movimento da escola nova e o pensamento pedagógico 
existencial culminaram com a pedagogia antiautoritária. Essa crítica partiu tanto dos liberais quanto 
dos marxistas, que afirmavam a liberdade como princípio e objetivo da educação. 
São representantes: FREINET, ROGERS e LOBROT
 
O PENSAMENTO PEDAGÓGICO CRÍTICO 
O movimento da Escola Nova fez a crítica dos métodos tradicionais da educação. O Marxismo e o 
Positivismo a seu modo, também fizeram a crítica da educação enquanto pensamento 
antiautoritário. Os existencialistas e fenomenologistas, sob o impacto de duas guerras mundiais, 
perguntavam-se o que estava errado na educação para formar homens que chegavam a se odiar 
tanto. O otimismo pedagógico do começo do século não resistiu a tanta violência. A partir da 
segunda metade deste século a crítica à educação e à escola se acentuou. O otimismo foi substituído 
por uma crítica radical. 
São representantes: BORDIEU-PASSERON, BAUDELOT-ESTABLET e GIROUX 
 
 
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TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS 
 
 
 
 
 
TENDÊNCIA 
LIBERAL
TRADICIONAL
RENOVADA PROGRESSIVISTA
RENOVADA NÃO-DIRETIVA
TECNICISTA
TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS
PEDAGOGIA 
LIBERAL
PEDAGOGIA 
PROGRESSISTA
TENDÊNCIA 
PROGRESSISTA
LIBERTADORA
LIBERTÁRIA
CRÍTICO-SOCIAL DOS 
CONTEÚDOS
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TENDÊNCIA LIBERAL 
TRADICIONAL 
PAPEL DA ESCOLA  Preparação intelectual e moral 
CONTEÚDOS 
 Conhecimentos e valores sociais acumulados pelas gerações 
adultas e repassados ao aluno como verdades 
MÉTODO  Aula expositiva com repetição de exercícios 
PROFESSOR - ALUNO  Professor autoritário – Aluno passivo 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 A capacidade de assimilação da criança é idêntica à do adulto, 
apenas menos desenvolvida. 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 Escolas religiosas ou leigas 
REPRESENTANTES 
 Escolas que adotam filosofias humanistas, clássicas ou 
científicas e o Filósofo Herbart. 
 
TENDÊNCIA LIBERAL 
RENOVADA PROGRESSIVISTA 
PAPEL DA ESCOLA  adequar as necessidades individuais ao meio social 
CONTEÚDOS 
 os conteúdos de ensino são estabelecidos em função de 
experiências; 
MÉTODO 
 aprender fazendo; “aprender a aprender”. Valorizam-se as 
tentativas experimentais, a pesquisa, a descoberta 
PROFESSOR - ALUNO 
 professor de papel de auxiliar e o aluno o centro do ensino (tem 
papel ativo) 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 aprender é uma atividade de descoberta, é uma auto-
aprendizagem (descoberta), sendo o ambiente apenas o meio 
estimulador 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 Difundida amplamente nos cursos de licenciatura, mas pouco 
aplicada na prática da docência. Adotada em escolas 
particulares (Método de Montessori, de Dewey e de Decroly). A 
psicologia genética de Piaget tem larga aceitação na educação 
pré-escolar. Inclui-se também as “escolas experimentais", as 
"escolas comunitárias” e mais remotamente (década de 60) a 
"escola secundária moderna" 
REPRESENTANTES  Montessori, Dewey, Decroly, Piaget, Lauro de Oliveira Lima 
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TENDÊNCIA LIBERAL 
RENOVADA NÃO-DIRETIVA 
PAPEL DA ESCOLA  Formação de atitudes 
CONTEÚDOS 
 A transmissão de conteúdos é secundária. A ênfase se dá nos 
processos de desenvolvimento das relações e da comunicação. 
MÉTODO 
 ajudar o aluno a se organizar, utilizando técnicas de 
sensibilização onde os sentimentos de cada um possam ser 
expostos, sem ameaças 
PROFESSOR - ALUNO 
 professor de papel de facilitador (é um especialista em relações 
humanas), e o aluno continua sendo o centro do ensino, que 
agora busca a sua autorrealização (aluno realizado). 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 Aprender é modificar suas próprias percepções; daí que apenas 
se aprende o que estiver significativamente relacionado com 
essas percepções 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 orientadores educacionais e psicólogos escolares que se 
dedicam ao aconselhamento 
REPRESENTANTES  Carl Rogers e A.Neil (Escola de Summerhill) 
 
 
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TENDÊNCIA LIBERAL 
TECNICISTA 
PAPEL DA ESCOLA 
 escola funciona como modeladora do comportamento humano, 
através de técnicas específicas 
CONTEÚDOS  São as informações, princípios científicos, leis etc. 
MÉTODO 
 Consistem nos procedimentos e técnicas necessárias ao arranjo 
e controle das condições ambientais que assegurem a 
transmissão/recepção de informações. 
PROFESSOR - ALUNO 
 Professor é um administrador e o aluno é um produto para o 
trabalho. 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 aprender é uma questão de modificação do desempenho. 
Segundo Skinner, o comportamento aprendido é uma resposta a 
estímulos externos. 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 Remontam ao regime militar. 
REPRESENTANTES  Skinner, Gagné, Bloom Mager e Leis 5.540/68, 5.692/71. 
 
 
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TENDÊNCIA PROGRESSISTA 
LIBERTADORA 
PAPEL DA ESCOLA 
 questionar concretamente a realidade das relações do homem 
com a natureza e com os outros homens, visando a uma 
transformação. 
CONTEÚDOS 
 “temas geradores", que são extraídos da problematização da 
prática de vida dos educandos 
MÉTODO  diálogo, grupo de discussão 
PROFESSOR - ALUNO 
 Professor é um animador. O aluno é educado para ser um 
crítico. A relação é horizontal. 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 educação problematizadora 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 Em diversos países e, no brasil, em diversos níveis, etapas e 
modalidades escolares. 
REPRESENTANTES  Paulo Freire 
 
 
 
 
 
 
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TENDÊNCIA PROGRESSISTA 
LIBERTÁRIA 
PAPEL DA ESCOLA 
 exercer uma transformação na personalidade dos alunos num 
sentido libertário e autogestionário 
CONTEÚDOS 
 As matérias são colocadas à disposição do aluno, mas não são 
exigidas. 
MÉTODO 
 Auto-gestão da educação. O aluno é quem decide (participação 
crítica). Prioriza-se a o grupo (discussões). Não existe avaliação 
(provas). 
PROFESSOR - ALUNO 
 O professor é orientador (conselheiro) e o aluno decide 
participar ou não (aluno é participativo) 
PRESSUPOSTOS DE 
APRENDIZAGEM 
 A ênfase na aprendizagem informal, via grupo, e a negação de 
toda forma de repressão visam favorecer o desenvolvimento de 
pessoas mais livres 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 abrange quase todas as tendências antiautoritárias em 
educação, entre elas, a anarquista, a psicanalista, a dos 
sociólogos, e também a dos professores progressistas 
REPRESENTANTES  C. Freinet, Migel Gonzale, Arroyo 
 
 
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TENDÊNCIA PROGRESSISTA 
CRÍTICO-SOCIAL DOS CONTEÚDOS 
PAPEL DA ESCOLA 
 A difusão de conteúdos de forma indissociál das realidades 
sociais e com participação ativa dos alunos. 
CONTEÚDOS 
 conhecimento relativamente autônomos incorporados pela 
humanidade e permanentemente reavaliados face às realidades 
sociais. 
MÉTODO 
 relaciona a prática vivida pelos alunos com os conteúdos 
propostos pelo professor (conteúdo é indissociável da prática) 
PROFESSOR - ALUNO 
 Professor tem um papel mediador (apresenta o conteúdo) e o 
aluno tem o papel transformador. 
PRESSUPOSTOSDE 
APRENDIZAGEM 
 O grau de envolvimento na aprendizagem depende tanto da 
prontidão e disposição do aluno, quanto do professor e do 
contexto da sala de aula 
MANIFESTAÇÕES NA 
PRÁTICA ESCOLAR 
 Inúmeros professores da rede pública. 
REPRESENTANTES 
 Makarenko, Suchodolski, B. Charlot, Manacorda, G. Skyders, 
Demerval Saviani 
 
 
 
 
 
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EDUCAÇÃO E SOCIEDADE 
Frederic Taylor (1856-1915) 
Taylor representa a “Administração Científica”. Ele pesquisou sobre objetivos da administração 
burguesa e criou condições para reforçar a alienação e exploração do trabalho. Taylor tinha uma 
concepção de mundo funcionalista, onde harmonia e equilíbrio deveriam estar presentes nas 
relações sociais. Conflitos de classes, greves seriam encarados como disfunções e um controle das 
tarefas nas fábricas era necessário. Cronômetros eram para contabilizar tempo de trabalho e servia 
para prevenir e punir funcionários ineficientes. 
Henry Ford (1863-1947) 
Ford foi outro adepto do sistema de produção capitalista. Diminuiu o tempo de fabricação, reduziu 
custos e diluiu custos fixos atingindo uma economia de escala e padronização dos produtos. Era 
baseada em: repetições, padronização, respeito à hierarquia de poder centralizado e disciplina 
rígida. Esta prática foi também aderida pelas escolas, como “linha de montagem”. 
 
Toyotismo 
Temos ainda o movimento chamado Toyotismo, que foi implantado no Japão na década de 50, na 
tentativa de reconstruir o país pós-guerra, tomando medidas duras nos meios de produção. 
O Toyotismo busca a produção “just in time” (produz somente o necessário), evita o 
desperdício/excedente, prioriza mão-de-obra multifuncional, busca qualidade total, o 
monitoramento visual. 
 
Pensadores iluministas cujos ideais inspiraram a Revolução Francesa: 
 John Locke (1632-1704): afirmava que, com o passar do tempo, o homem adquiria 
conhecimento por meio do empirismo. 
 Montesquieu (1689-1755): pregava que o poder deve ser divido em: Legislativo, Executivo e 
Judiciário. 
 Voltaire (1694-1778): lutava pela liberdade de pensamento e era contrário à intolerância 
religiosa. 
 Jean-Jacques Rousseau: (1712-1778): afirmava que era papel do Estado democrático garantir 
igualdade a todos. 
 Diderot (1713-1784): Criou uma enciclopédia com os pensamentos e conhecimentos da 
época. 
 Immanuel Kant (1724-1804): Criou o apriorismo (racionalismo + empirismo). 
 
 
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Émile Durkheim e o funcionalismo 
Émile Durkheim é o fundador do pensamento funcionalista e considerado um dos pais da Sociologia 
moderna. Via as mudanças da época com otimismo. Com a Revolução Industrial em curso, acreditava 
que levaria tempo para as adaptações necessárias ocorrerem. Durkheim tinha uma perspectiva 
extremamente conservadora da educação. 
 
Karl Marx e o Materialismo Dialético 
Para Marx a educação faz parte da superestrutura de controle usada pelas classes dominantes, ou 
seja, as ideias reproduzidas pelas escolas burguesas às classes operárias, passadas ao proletariado 
por intermédio de professores a serviço da reprodução sociocultural, criaria uma falsa ilusão de 
igualdade de classes. O autor defende o modelo de educação igualitária, que irá ser responsável 
pelo processo de transformação social de todos os indivíduos. Segundo ele, a função social da 
educação é combater a alienação e a desumanização. Segundo ele, a função social da educação é 
combater a alienação e a desumanização. 
 
Max Weber e a Burocracia 
Max Weber (1864 1920) foi um sociólogo, economista e historiador alemão um dos fundadores da 
Sociologia. Diferentemente de Durkheim, que defendia o método comparativo e do materialismo 
dialético de Marx, Weber desenvolveu um método de análise sociológica que ficou conhecido como 
método compreensivo. Weber pregava que a Educação deveria ser submetida à racionalização e à 
burocratização, pois entendia que a autoridade e a crença nas regras normativas eram necessários 
para o bom funcionamento da sociedade. 
 
Dewey e a Escola Nova 
Foi um norte americano professor de Filosofia, dedicando sua vida para a fundação de uma nova 
escola, voltada para constituição de uma sociedade democrática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TICS 
 As TICs têm enorme capacidade mediadora entre os processos de ensino e aprendizagem, na 
medida em que elas promovem a mediação: 
o entre os participantes e os conteúdos de aprendizagem e 
o entre os próprios participantes. 
 
 A importância das TICs na educação vai muito além de apenas facilitar o processo de ensino-
aprendizagem, na medida que as TICs também têm um viés de inclusão digital. A inclusão 
digital está intimamente ligada ao que chamamos de Tecnologia Assistiva. Essa expressão é 
utilizada para identificar todo o artesanal de recursos e serviços que contribuem para 
proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiências e, 
consequentemente, promover vida independente e inclusão. 
 
 Pierre Lévy é um filósofo francês reconhecidamente defensor da cibercultura. Para ele, 
estamos vivendo o início de uma transformação cultural, em que a forma de construir o 
conhecimento é colaborativa (ou cooperativa). 
 
 Cesar Coll é um psicólogo espanhol que teve grande influência na educação brasileira, com 
grandes contribuições na elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). É o autor 
do livro “Psicologia da educação virtual”. Para Coll, a tecnologia deve ser uma forte aliada dos 
professores, devendo ser utilizada para realizar a pesquisa e da preparação das aulas bem 
como para transmitir o conhecimento aos alunos. Coll, assim com Lévy, também se preocupa 
com o excesso de informações disponíveis aos alunos, cabendo ao professor mediar o 
aprendizado. 
 
 A EAD (Educação a Distância) é promovida por meio de um ambiente virtual de aprendizagem 
(AVA), que buscar promover a colaboração entre estudantes, professores, cientistas e 
educadores, funcionando, entre outras coisas, como fontes de informação, como 
ferramentas cognitivas e de colaboração, de apoio contextual e social. Importante dizer que 
a EAD permite uma comunicação bidirecional entre professor e aluno por meio de chats e 
fóruns. Além disso, costumeiramente a EAD é aplicada na forma bimodal, ou seja, juntamente 
com as atividades aplicadas a distância por meio do AVA, também são aplicadas as atividades 
presenciais. 
 
 O Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO), criado pela Portaria n° 522/MEC 
em 1997, é um programa educacional com o objetivo de promover o uso pedagógico da 
informática na rede pública de educação básica. 
 
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 LETRAMENTO DIGITAL 
Trata-se de um tipo de letramento que se utiliza da tecnologia para ensinar. O letramento 
digital confere significado ao que se lê e ao que se escreve na tela, habilidades essas que 
envolvem a compreensão do texto, imagens e sons. 
 
 BLENDED LEARNING 
“Blended learning” é o mesmo que “bimodal”. Conforme estudamos nesta aula, o ensino 
bimodal (ou blended learning) é um ensino híbrido que caracteriza-se como um programa de 
educação formal que mescla momentos em que o aluno estuda os conteúdos usando recursos 
on-line e outros em que o estudo ocorre em uma sala de aula e o aluno pode interagir com 
outros alunos e com o professor. 
 
 SALA DE AULA INVERTIDA 
A “sala de aula invertida” ou “flipped classroom” é uma das modalidades que tem sido 
implantada no Ensino Superior. Nesta modalidade o aluno estuda sozinho os conteúdos 
curriculares em sua casa e só depois vai à escola interagir

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