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Patologias do esôfago e estômago 1
☠
Patologias do esôfago e 
estômago
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CCR PATOLOGIA ESPECIAL
Patologias do esôfago
Esofagite de refluxo
Ação irritante de 
ácido/pepsina
Esofagite erosiva acentuada
Irritação crônica acantose, papilas LP estende se em direção a superfície 
luminal
Injúria química
Subst ácidas/alcalinas → 
principalmente em animais super 
agitados, filhotes
Dor intensa boca e tórax, sem 
deglut, ânsias de vômitos, 
regurgitação com muco espumoso, 
sangue e tecido esofágico necrótico
@August 15, 2022 8:45 PM
Patologias do esôfago e estômago 2
Constrição cicatricial ➡ se evita ao máx. procedimentos cirúrgicos no 
esôfago
Diminuição da luz = estenose
MACRO:
Membrana necrótica, edema 
acentuado, bolhas, eritema 
difuso
MICRO:
Necrose de coagulação epitélio 
até túnica muscular
Processo agudo → edema, eritema
Pode dar necrose de coagulação em todas as camadas
Esofagite traumática/corpo estranho
Animais jovens
Cavalos e bovinos
Obstrução ➡ TIMPANISMO
Obstrução ➡ perfuração ➡ estenose
Necrose isquêmica e ulceração
Inflam. da cav. torácica = PLEURITE (a cavidade torácica é revestida pela 
pleura parietal e pleura visceral)
Esofagite parasitária
Espirocercose
S. lupi
Disfagia, regurgitação, dilatação proximal
Nódulo granulomatoso fibroso com cavid cística contendo o parasita, exsudato 
purulento no interior
Esofagites virais
FEBRE CATARRAL 
MALIGNA
Neoplasias
Qualquer tecido no esôfago pode se tornar 
neoplásico
Carcinoma de céls. escamosas (CCE)
Patologias do esôfago e estômago 3
DIARREIA VIRAL 
BOVINA
DOENÇA DAS 
MUCOSAS
CALICIVÍRUS
Sarcoma/fibroma
Papiloma
Disfagia, regurgitação, perdade de peso, 
massa cervical palpável
Patologias do estômago
Equino = área de transição do estômago glandular p/ aglandular bem evidente 
➡ margo plicatus
Gastrite/erosão/úlcera gástrica
Erosão é + 
superficial
Úlcera vê 
buraco
Cães, gatos, potros, bovinos
Úlceras 
de 
estresse
Anti-inflam. não 
esteroidais!
Efeito tóxico direto
Hipersecreção 
ácida
Hipoperfusão mucosa = menos irrigação sang.; 
mucosa pálida
Úlcera perfurada ➡ hemorragia 
➡ peritonite ➡ sepse
Reflexo biliar
Uremia
Químico
Neoplasias
OBS: mastocitomas cutâneos quando 
manipulados podem induzir a 
distúrbios gástricos
Casos de úlcera ➡ crônica ou aguda
GASTRITE TRAUMÁTICA:
Cães → ossos, clips, 
meias, botas…
Bovinos → arames, prego, 
parafuso…
Função piloro
Danos por perfuração → 
retículopericardite 
traumática
Animais param de comer, 
menos ativos, posições 
anormais
Patologias do esôfago e estômago 4
Tudo que é crônico tem tec. 
conjuntivo = fibrose; não vai ter 
sangue, vai ter bordos firmes
ÚLCERA GÁSTRICA:
Escavações focais com margens 
abruptas na mucosa, podem estar 
cobertas por exsudato 
fibrinopurulento e com tec. de 
granulação adjacente
Descontinuidade do epitélio
Bov. → arqueamento do 
dorso, gemido, atonia, 
queda na prod. de leite
ESTASE = quando a 
parada é de fluxo
Lacerações, hemorragias, 
ulcerações na mucosa
Resposta inflam. 
localizada ⇒ abcesso; 
granuloma; tec. cicatricial; 
peritonite
GASTRITE EOSINOFÍLICA
Focal - lesão polipóide ou nodular, larva + eosinófilo
Difusa (alergia)
Perda peso, letargia, vômitos recorrentes, estômago espessado
Infiltrado eosinofílico em todas as camadas do estômago e até intestino
HISTO P/ FECHAR DIAGNÓSTICO
FOCAL (PARASITAS)
DIFUSA (ALÉRGICAS)
GASTRITE PARASITÁRIA
HEMONCOSE (Haemonchus contortus)
Hematófago
Principal verminose em ovinos
Ruminantes
Pouco ganho de peso
Hipoproteinemia, anemia
Diagnóstico: epidemiologia, sinais, 
macro, exame fezes
MACRO
Edema submandibular
Palidez
Fezes liquefeitas
Pregas abomaso congestas e 
edematosas
Presença parasita
Atrofia gorduras
Patologias do esôfago e estômago 5
Saber quando foi a última aplicação 
de vermífugo e qual foi o vermífugo
Entender o pq das 
manifestações clínicas
GASTRITE POR Gasterophilus
Equinos, elefantes e rinocerontes
“bernes gástricos”
Estômago e duodeno
G. nasalis e G. intestinalis
Causa mais comum gastrite parasitária
MACRO:
Mucosa gástrica com depressões crateriformes múltiplas com pouca 
reação inflamatória
Visualização parasita
DILATAÇÃO E TORÇÃO GÁSTRICA AGUDA NO CÃO
Ocorrência
Fatores predisponentes
Ração 1x ao dia
Aerofagia (glote 
fechada)
Obstruções 
duodenais
Raças grandes
Fisiopatologia
Rotação horária
Baço em V
Congestão Compressão pulmões e cava
Arritmias card (FDM)
Súbita distensão abdominal 
timpânica, dispnéia, arritmias, 
mucosas pálidas e morte por 
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Peritonite
MACRO:
Serosa azul opaco ou violeta
Mucosa marrom ou vermelho 
enegrecido
Baço em V e ingurgitado
Patologias do esôfago e estômago 6
Avermelhamento e dilatação 
intestinal
TOXEMIA POR SOBRECARGA ALIMENTAR/Ruminite química
Criação intensiva bov e capr
Troca brusca alimentação a base de CHO
Excesso concentrados
Pouca fibra
Acidose láctica - morte
Excesso de CHO → excesso ác graxos voláteis → pH ruminal → protozoáarios 
e bactérias G - morrem → excesso G + e lactobacilos → excesso ác. láctico → 
acidose tóxica - pH 4,0/4,5 → osmose - líq para rúmen → diarreia e ruminite
Desidratação Distensão 
ruminal
Anorexia Queda prod leite
Depressão Extremidades 
frias
Pupilas 
dilatadas
Diarreia
Rumenite forma 
subclínica
Porta entrada 
fungos e F. 
necrophorum
Abscessos hepáticos
Patologias do esôfago e estômago 7
Macroscopia aguda
Distensão rúmen
Excesso líquido e alim
Avermelhamento mucosa
Fácil desprend mucosa
Microscopia aguda
Necrose epitélio papilas
Microvesículas + Neutróf
Lesões abrem porta infecção
Laminite = problema nos cascos
Subclínica → tromboflebite da 
cava; problema nos cascos
Clinicamente = desidratação (c/ 
extremidades frias); distensão 
ruminal; anorexia; queda prod. leite; 
depressão; pupilas dilatas; diarreia;
Animal entra em choque ⇒ óbito
Exame clínico bov → sempre examinar fezes do animal
Intervir antes do quadro se tornar grave
MICRO = formação de microvesículas c/ céls. inflamatórias no interior, como se 
o animal tivesse queimaduras (ácido queima) 
Preenchidas por céls. inflam.