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Resumo p1 – cuidados críticos
Avaliação inicial – 
XABCDE do trauma 
É a mais utilizada 
X – Exsanguinação, o controle de hemorragias é prioritário. 
No X realizamos a avaliação inicial, observamos a vitima e encontramos possíveis hemorragias visíveis e controlamos.
A – Vias aéreas.
No A realizamos o controle da cervical, identificar-se para vitima e perguntamos o que aconteceu. Verificar se a vitima consegue falar, caso a mesma esteja irresponsiva checar se há obstrução de vias aéreas. 
Manobras para abertura das vias aéreas: 
Jaw-Thrust, projeção da mandíbula que libera o posicionamento da língua.
Chin-Lift elevação do queixo, porem há restrições para traumas. 
B – Respiração, checar se a respiração esta presente e efetiva (ver, ouvir, sentir)
C – Circulação, o principal objetivo é estimar as condições do sistema respiratório e controlar grandes hemorragias 
Avaliado – Pulso, Coloração, Temperatura e umidade da pele.
D – Neurológica avaliação do nível de consciência e o exame das pupilas.
E – Exposição da vitima. Expor a vitima na procura de lesões mas não despir e controlar hipotermia com manta térmica 
MARCH – menos utilizada 
M – Controle de hemorragias 
A – Vias aéreas 
R – Respiração 
C – Circulação 
H – Controle de hipotermia (exposição) 
Na RCP – Utiliza-se CABD
C – compressões torácicas, checagem de ausência de pulso, iniciam da compressão;
A – abertura de vias aéreas; 
B – Ventilação e suporte de vias aéreas 
D - Desfibrilação
Amiodarona e adrenalina são indicadas em taquicardia ou fibrilação em ritmos chocáveis.
Ritmos não chocáveis utiliza somente adrenalina. 
A adrenalina também pode ser substituída por lidocaína.
São 30 compressões para 2 ventilações em adultos
QUEIMADOS – 
Zona se Jackson – São três zonas de coagulação distintas 
Necrose central, estase e a mais externa zona de hiperemia.
Classificação das queimaduras – 
Agente etiológico, Profundidade da queimadura e Extensão da área queimada.
Agente etiológico pode ser por Lesão Térmica, Química ou Elétrica.
1 grau - superficiais, atingindo a epiderme. Aspecto seco, hiperemiado e é dolorosa.
2 grau – Pálidas, menos úmidas e menos dolorosas.
Superficial: Apresenta flictemas, comprometimento parcial da derme, com dor que varia de moderada a forte intensidade, aspecto úmido. 
Profunda: Atinge toda derme e apresenta existe tecido necrosado, geralmente não há bolhas e a dor é de menor intensidade.
3 grau - Espessura total; Coloração variável, de pálida a avermelhada ou preta, inelástica, ressecada e endurecida ao toque; Atinge fáscia, músculos e até o osso.
Regra dos 9 
Método palma da mão:
Método aproximado que utiliza o tamanho da palma da mão do paciente para estimar a extensão das queimaduras. Considera-se que o tamanho da palma da mão do paciente é de aproximadamente 1% da Área de Superfície Corporal Total.
Calculo de reposição volêmica: 
2 a 4 ml de Lactato de Ringer ou SF X kg X Área queimada
A solução deverá ser administrada nas primeiras 24 horas;
½ nas 8 h após trauma
 A lesão elétrica é exceção! Como pode haver rabdomiólise, a recomendação é 4 ml.
Atendimento ao paciente queimado: 
Deve ser tratado como politraumatizado;
O objetivo do atendimento inicial não é tratar a lesão, e sim interromper o processo de queimadura, estabilizar o paciente, afastar complicações e fatores de risco de mortalidade e morbidade.
Nas queimaduras elétricas, é comum o surgimento de arritmias, mesmo após interrupção da corrente elétrica;
Nas lesões térmicas, é importante controlar a temperatura, remover a pessoa do ambiente causador da lesão e retirar roupas, próteses e adornos;
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