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ALERGIA À PROTEINA DO LEITE DE VACA ALERGIA ALIMENTAR Diagnóstico Crianças transitória Teste terapêutico Leite de vaca, ovo, trigo e soja Provocação oral Exclusão leite de vaca Oferta de leite FISIOPATOLOGIA sistema imunológico Por 6 a 12 semanas Supervisão médica imaturo, barreira intestinal permeável, baixa produção IgA secretora, alterações microbiota FAVORECE Resolução sintomas Retorno sintomas penetração alérgeno e sensibilização. Exclusão do leite de vaca Tolerância alimentar Aleitamento materno exclusivo: retirada da dieta Entre 6 e 7 meses materna, leite e derivados. Mediada IgE horas após ingestão, Fórmula láctea: substituição da fórmula láctea, urticária, broncoespasmo, anafilaxia. extensamente hidrolisada, fórmula a base de Não-mediada IgE sintomas tardios, aminoácidos. enterocolite, proctocolite APLV Reações mistas esofagite A alergia alimentar pode asma Dessas 3, a ocorrer por 3 APLV está mecanismos distintos Alergia à proteína do leite de vaca relaciona Mediada por IgE Fatores de risco: história familiar, não comorbidades alérgicas, desmame Não mediada por IgE mediadas precoce e sexo masculino. por IgE Mistas Quadro clínico: constipação, NÃO USAR enteropatia induzida por proteína Fórmulas de soja, leite de cabra, ovelha e búfala (diarreia, Sd. disabsortiva), refluxo (pode ter reatividade cruzada) gastroesofágico e proctocolite eosinofilica Achados Proctocolite complementares o teste + de IgE indica que há Início