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Pt aula 2 Exame clinico em paciente com necessidade de reabilitacao oral por meio da protese total removivel (2)

Roteiro de exame clínico para reabilitação com prótese total removível: anamnese (história, hábitos parafuncionais, condições sistêmicas como diabetes, osteoporose, radioterapia, Parkinson), história dentária e protética, exame extra- e intraoral (perfil, DVO, mucosa, formato e altura do rebordo).

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Exame clinico em paciente com necessidade de 
reabilitação oral por meio da prótese total removível
Oq avaliar em um paciente desdentado total?
Anamnese:
É uma entrevista que tem por objetivo trazer a mente todos os fatos relativos ao doente 
e a doença
Historia do paciente
Condição sistêmica
Condição protética
Condições dentarias
Historia do paciente
Capacidade de adaptação do paciente em relação á prótese diminui com avançar da 
idade
Historia do paciente: queixa principal
Qual motivo que levou a procura do auxilio profissional
expectativa realismo
Historia do paciente: perfil psicológico
Receptiva
Céptico
Indiferente
Histérico
História do paciente: Hábitos parafuncionais
Bruxismo
Apertamento
Hábito parafuncional relacionado á profissão
Condições gerais de saúde
Na faixa etária mais comum de usuários de prótese, há uma prevalência de doença ou 
alguns tipos de tratamentos que podem impactar na retenção e estabilidade dos 
aparelhos protéticos.
Está em tratamento médico?
Faz o uso de algum medicamento? Qual?
Já sofreu alguma doença grave?
Traumas? Hábitos? Alergias?
Condições gerais de saúde: Deficiência vitamínica ou nutricional
Sinais clínicos e sintomas: boca seca, perda de apetite, declínio na sensibilidade 
gustativa, perda de peso e debilidade em geral.
Alterações nas mucosas: susceptibilidade a traumas causados pela prótese. Reduzida 
resistência à infecção.
Considerações protéticas: correta extensão da área basal e também da estabilidade 
das próteses, para não causar irritação na mucosa.
Condições gerais de saúde: Diabetes
Sinais clínicos e sintomas: secura na boca, tendência à obesidade, sede e fome 
aumentadas e perda de peso.
Alterações nas mucosas: susceptibilidade ao trauma, redução da tolerância dos 
tecidos à prótese.
Considerações protéticas: atenção à extensão da área basal para evitar ulcerações 
provocadas pelas bordas
Condições gerais de saúde: Osteoporose
Sinais clínicos e sintomas: decréscimo na massa esquelética, densidade óssea 
diminuída radiograficamente.
Alterações ósseas: severa reabsorção óssea alveolar com o avanço da idade
Considerações protéticas: tendência ao estreitamento da crista óssea maxilar e 
alargamento da crista mandibular. A oclusão deve ser bem equilibrada e a cobertura 
da área basal aproveitada ao máximo.
Condições gerais de saúde: Terapia por radiações
Sinais clínicos e sintomas: secura da boca, necrose, trismo nos músculos da 
mastigação.
Alterações nas mucosas: susceptibilidade aos traumas das próteses totais.
Considerações protéticas: dificuldade na moldagem e registro intermaxilar por causa 
do trismo muscular, extensão adequada da base protética para evitar ulcerações de 
borda.
Condições gerais de saúde: Parkinsonismo
Sinais clínicos e sintomas: há uma lentidão que limita os movimentos e estes ficam 
prejudicados pela rigidez muscular.
Alterações nas mucosas: mucosa flácida e facilidade de estomatites provocadas pela 
prótese.
Considerações protéticas: ensinar cuidadosa higiene bucal, ajuste oclusal adequado, 
possibilidade do uso de dentes não anatômicos, máximo de extensão periférica, 
carência de coordenação muscular em relação às próteses, obtenção e manutenção 
da DVO dificil devido ao tremor e à hipertonicidade muscular.
História dentária
Intervalo de exodontias?
Motivo das extrações?
Durante o procedimento cirúrgico houve alguma complicação? Qual?
História protética
Grau de higienização
Características dos dentes artificiais
Tempo de uso
Hábitos parafuncionais
Extensão da área basal
Motivo da substituição
Exame extra oral
1- Formato do rosto
Ovoide
Quadrado
Triangular
2- Perfil facial
Reto
Côncavo
Convexo
3- Articulação temporomandibular e sistema neuromuscular
Avaliar por palpação alteração de sensibilidade nos músculos e ligamentos do 
complexo temporomandibular
4- Simetria facial
O domínio muscular com a falta de sensibilidade, assimetrias faciais acentuadas e 
desníveis do plano bipupilar são condições avaliadas durante o exame físico do 
paciente
5- Dimensão vertical 
DVR = EFL + DVO
6- Avaliação dos labios:
O comprimento correspondente a distancia subnasal até a borda do lábio superior
Curto: 22mm
7- Exame extra-oral: classificação do sorriso
8- Relação labio X rebordo
Classificação da mucosa bucal
Mucosa mastigatória - Crista do rebordo residual e palato duro
Mucosa de revestimento - Lábios, mucosa jugal, Palato mole e assoalho bucal
Mucosa especializada - superfície dorsal da língua 
Mucosa mastigatória
Cor
Forma
Integridade
Mobilidade
Exame intra-oral: rebordo formato mésio-distal
Os rebordos quadrado e ovoide apresentam maior área se compararmos com o triangular 
quanto maior a área, melhor é a distribuição da força total e consequentemente maior é 
a estabilidade da prótese total.
3. Exame intra-oral: rebordo (altura vestíbulo-lingual)
O osso que recebe estímulos mecânicos constantes tende a manter a atividade celular 
equilibrada. Quando o tecido ósseo para de receber estímulos ou lhe é aplicada uma força 
excessiva, não consegue manter tal equilíbrio, o que pode resultar também em perda de 
massa calcificada
Exame intra-oral: inserções musculares 
Localização
extensão
Tensão
Exame intra-oral: áreas retentivas
Presença de torus tanto palatino quanto mandibular
Avaliação da tuberosidade maxilar: não retentiva, retentiva.
Exame intra-oral: saliva
A saliva espessa é inconveniente para a adesão, sua presença promove um efeito de 
cisalhamento, tendendo a deslizar a base da prótese sobre a área basal da fibromucosa. A 
saliva mais fluida, é excelente para a adesão da base da prótese à área basal da 
fibromucosa.
Exame intra-oral: mucosa especializada - língua
Volume
Consistência
Mobilidade
Posição (inserção)
Hábitos
Lesão traumática:
Ulcera traumática está relacionada aos pontos de contato inadequados ou a sobre 
extensão da base da prótese
Estomatite protética
Tipo 1
Inflamação simples, localizada ou hiperemia em pontos
Tipo 2
Área eritematosa generalizada envolvendo a superfície recoberta pela prótese
Tipo 3
Tipo I + tipo II hiperplasia inflamatória granular
Hiperplasia inflamatória:
As lesões estão relacionadas com a irritação crônica causadas por bordas mal adaptadas 
ou por forças obliquas resultantes de oclusão desajustada 
Manejo de próteses que apresentam câmera de sucção
Quelite angular
Em pacientes endentados, essa condição é indicativa de prótese com a dimensão vertical 
de oclusão diminuída, o que facilitaria o acumulo de saliva no canto dos lábios, criando 
um meio propicio para a colonização da candida albicans
Síndrome da combinação 
Perda da suporte ósseo na base da ppr
Reposicionamento espacial da mandíbula anterior
Reabsorção óssea na porção anterior da maxila 
Exames complementares:
Presença ou ausência de anormalidades.
Quantidade e qualidade dos tecidos ósseos.
Localização do canal mandibular e forame mentoniano.
Suporte ósseo dos dentes pilares.
Exame complementar: modelo de estudo
O modelo de estudo irá auxiliar no diagnóstico, planejamento e confecção da 
moldeira individual
Molde - modelo - moldeira individual
Exames complementar: montagem em ASA
Diagnostico: 
é o conhecimento ou determinação de uma doença ou de um estado alterado pelos seus 
sintomas e sinais mediante exames diversos
Plano de tratamento:
Reembasamento com matérias rígidos ou macio
Confecção de novas próteses
Correção da oclusal
Correção da dimensão vertical de oclusão e da relação central
Correção da estética
 Moldagem anatômica e obtenção dos modelos de estudo
Etapa clinica e laboratoriais:
Exame do paciente 
Moldagem anatômica e confecção dos modelos de estudo
Delimitação da área basal e confecção da moldeira individual 
Moldagem funcional e confecção dos modelos de trabalho
Confecção dos planos de orientação
Registro intermaxilar, seleção dos dentes e montagem em ASA
Montagem dos dentes e prova estetica-funcional
Processamento laboratorial
Instalação e controles posteriores“O procedimento de moldagem tem como objetivo a obtenção de um molde, por meio do qual 
constrói-se um modelo, que deve ser a reprodução fiel das estruturas bucais”
Moldagem de estudo/Preliminar/anatômica/primária
Visa reproduzir os detalhes anatômicos da área de suporte e dos tecidos periféricos bem 
como obter o modelo de estudo que irá auxiliar no diagnostico, planejamento e confecção 
da moldeira individual
Oque deve ser moldado em prótese removível?
Área basal: linha irregular, que determina até onde pode estender-se a borda da 
prótese para obtenção de um selamento adequado, sem causar irritação aos tecidos, 
não alterando a fonação nem provocando traumatismo 
MOLDAGEM FUNCIONAL EM PROTESE TOTAL
Oque é a moldagem funcional?
É a técnica que garante retenção suporte, estabilidade e estética para a prótese total 
a ser confeccionada 
Também é chamada de moldagem de trabalho 
A partir da moldagem funcional é confeccionada a base de prova e o plano em cera
É a cópia negativa do rebordo edentulo do paciente
É a “forminha” em que o protético irá produzir a base de prova
Oque é modelo funcional?
 É a reprodução do rebordo alveolar em gesso, que permite avaliar 
Conformação óssea e áreas retentivas 
Localização dos freios , bridas e demais acidentes da mucosa oral
Relembrando materiais de moldagem...
Anelástico: Godiva, pasta zinco-enolica
Elástico: Alginato,polieter, silicone de condensação, silicone de adição, polissulfeto
Anelástico godiva:
Pouco utilizado
Material indicado para selamento periférico nas moldeiras durante a moldagem de 
rebordo edentados
Material termoplástico
Anelástico pasta zinco-enólica:
Material muito utilizado em prótese, relativamente barato
Utilizado SOMENTE para moldagem de áreas edentulas
Tempo de manipulação: 1 min
Tempo de presa incial: 3 a 6 min
Tempo de presa final: 10 min
Envolver placa de vidro antes de dispensar produto para manipulação
Elástico alginato:
Hidrocoloide irreversível
Relativamente barato
Material de moldagem mais utilizado
Tempo de manipulação: 1 min
Tempo de presa: 3 a 4 min a partir da aglutinação
Elástico poliéter:
Material de altissima fidelidade de reprodução
Custo elevado para uso em prótese totais e parciais
Indicado para moldagem unitarias em prótese fixa e para selamento de rebordo em 
próteses totais
Elástico Polissufeto:
Material de alta fidelidade de reprodução
A base de borracha mercaptana (Odor desagradavel)
Pouco utilizada no brasil
Indicado para moldagem unitárias em prótese fixa
Silicone de condensação 
Material de alta fiabilidade de reprodução 
Indicado para moldagem em geral
Requer dupla moldagem (1 pesado 2 fluido)
Necessita de fio retrator
Tempo de manipulação: 30 segundos
Tempo de presa: 5 a 8 minutos
Permite vazamento em até 72 horas (relativo) 
Silicone de adição
Material de altissima fidelidade de reprodução
Requer dupla moldagem (pesado e fluido)
Indicado para modelos funcionais de trabalho
Necessita de fio retrator
Tempo de manipulação: 30 seg
Tempo de presa: 5 a 8 seg
Permite vazamento em até 7 dias (relativo)
Qual o material de eleição para moldagem funcional em pt?
Precisamos de um material que...
Permita boa fidelidade de reprodução
Copie rebordo,freios,bridas e demais detalhes da mucosa sem deslocar os tecidos
Possua preço relativamente baixo
Pasta zinco-enólica2
Etapas da moldagem funcional
Relações maxilo-mandibulares e registro intermaxilares 27/03
Revisando sobre Moldagem Funcional:
Material de escolha principal?
Resposta? Pasta zinco enolica
Deve se fazer pelo menos quantas moldagens?
Resposta? pelo menos 2 o selamento periférico e depois o resto da maxila ou mandibula 
fazemos isso 
Quais são os movimentos que necessitamos fazer na hora de moldar?
Resposta? inserção muscular relaxada, mandar beijinho, chupa canudinho, lingua para 
um lado para o outro 
Qual posição do operador?
Resposta? maxila - atrás 7hrs a 8hrs mandibula
Se fazer a moldagem e expor moldeira significa que ela esta muito alta
Terminou a moldagem de trabalho - o protetico faz o encaixotamento da moldagem para confeção do modelo de 
trabalho ai vaza o gesso de novo 
Conceitos para oclusão:
Dimensão vertical?
DVR
DVO
EFL
Dimensão horizontal:
ORC
Curvas de compensação e trasversa
Curva de spee
Curva de wilson
Dimensão vertical de repouso:
Distancia entre maxila e mandíbula quando os lábios se tocam 
normalmente e os músculos elevadores e abaixadores da mandíbula 
estão em equilíbrio de contração, ou seja, em uma posição de repouso 
fisiológico .
“Lábios encostados e dentes afastados”
Dimensão Vertical de oclusão 
Distancia vertical entre maxila e mandibula quando os dentes estão em 
oclusão, que no caso da prótese total corresponderá á oclusão dos planos 
de cera
acontece na deglutição
Espaço funcional livre:
Representa um espaço entre os dentes mantidos pela postura da mandibula 
devido a um sinergismo muscular, quando estamos em vigília, tratando-se de 
uma medida fisiológica
espaço usado na fonética 
Dimensão horizontal ou relação Centrica (RC)
Relação horizontal do côndilo com a fossa mandibular do osso temporal em 
completa harmonia com o disco articular. É uma posição estável e 
reproduzível pelo equilíbrio fisiológico dos músculos de sustentação da 
mandibular, e independe do relacionamento dentário.
È a posição fisiológica de equilíbrio da posição do côndilo na fossa articular
sempre buscamos trabalhar mas nem sempre acontese
Curva de Spee
Curvatura anatômica no plano oclusal, de sentido antero-posterior do 
alinhamento oclusal dos dentes que tangencia as pontas das cúspides 
vestibulares de dentes posteriores e bordas incisais dos incisivos
Linha imaginaria que passa da cúspide do canino sup ate a cuspede dos 
ultimos molares sup, curva ascendente
Curva de Wilson
Curvatura anatômica de sentido vestíbulo-lingual passando pelas cúspides 
vestibulares e linguais dos dentes posteriores em ambos os lados
Côncava- arco inferior
Convexa- arco superior
Base de prova
Base provisória de uma dentadura, preparada sobre o modelo funcional, que 
permite a realização de todas as operações prévias para confecção de uma 
prótese sem se deformar ou romper.
Cuspedes de trabalho VI - PS
Construção da base de prova: 
1) cerra 7 espessura 1 mm
Duas placas de vidro de espessura média
2) Manipulação da resina autopolimerizável 
Porporção 21 pra 7
3) Amassar uma bola de resina até o limite esperando 1 mm
4)Colocar a placa de resina sobre o modelo e recortar no limite da área 
chapeavel
5) eliminação dos excessos “rebarbas”
6) Base de prova concluída com todas as bordas arredondadas
7) Retenção e estabilidade adequada
Confecção planos de orientação
Base de prova concluída com todas as bordas arredondadas
Retenção e estabilidade adequada
Respeito aos limites da área chapeavel
Plano de oclusão/Cera/Mordida/Oclusão
Objetivo - São os responsáveis pela reconstituição da fisionomia, que consiste na 
reabilitação facial do paciente desdentado total e envolve a parte estética e funcional 
das estruturas perdidas.
Construído sobre a base de prova 
Plano de orientação:
Testar a finalidade das moldagens
Determinar a DV
Determinar e registrar a relação central
Possibilitar a montagem dos dentes artificiais e as subsequentes provas clinicas
Desempenhar a função de matrizes das futuras dentaduras
Confecção dos roletes de cera
1) 1mm de largura, dobrar em forma de samfona até que fique em formato de ferradura
2) Demarcar a crista do rebordo 
Adaptação do plano superior
3) O plano irá acompanhar o formato da demarcação sendo adptado no perímetro 
externo da base de prova
Adaptação do plano inferior
4) O plano de cera irá incidir exatamente sobre a linha demarcada 
Demarcação da papila piriforme
5) A altura do plano de cera não deve exceder ⅔ da altura da papila piriforme
6) Alisamento da cera e finalização do plano
Individualização do Plano de cera superior
Objetivo de recuperar, com o contorno do plano de orientação a sustentação do 
terço inferior da face perdidacom a remoção dos dentes naturais 
Irá seguir PARAMETROS ESTÉTICOS
Consiste em:
Ajuste do plano
Suporte labial
Altura incisal
Plano oclusal
Corredor bucal
Dimensão vertical
Curva de compensão
Linhas de referencias
Relação centrica
Suporte labial
Em princípio, deve-se procurar obter um ângulo de aproximadamente 90° entre a 
superficie do lábio superior e a base do nariz.
1. ANGULO MENOR QUE 90°
* ASPECTO DE BOCA CHEIA - APARÊNCIA CARICATA
2. ANGULO MAIOR QUE 90°
* REDUÇÃO DO VERMELHÃO DO LABIO E APROFUNDAMENTO DO SULCO NASOLABIAL -
APARÊNCIA ENVELHECIDA
 Altura incisal
Corresponde à determinação da porção visível dos dentes com o lábio em repouso.
* 1 a 2mm do lábio superior
* Pode variar com a idade e sexo*
* 2mm abaixo do tubérculo para pacientes jovens:
* 1-1,5mm para pacientes de meia-idade;
* Ao nivel ou um pouco acima para pacientes idosos;
 Plano oclusal
Linha do sorriso - uma curva suavemente ascendente que acompanha a borda do 
lábio superior
Posição do plano anterior e posterior tem significados estéticos
Paralelismo do plano sup com o labio inferior no sorriso
Corredor bucal
É o espaço existente entre a superfície vestibular dos dentes posteriores e a mucosa 
interna das bochechas, influenciado pela somba da mesma, que altera 
progressivamente a iluminação dos dentes, auxiliando no efeito de gradação antero-
posterior
Plano de orientação superior seguiu o perimetro externo da base de boca
O corredor bucal pode ser observado como um espaço escuro que aparece 
lateralmente na cavidade oral durante o sorriso e na abertura da boca.
Estabelecimento da Dimensão vertical
Altura do terço inferior da face ou a relação espacial da mandibula em relação a 
maxila no plano vertical
Definição dos espaços protéticos para possibilitar a função correta das próteses e 
garantir estética e conforto ao paciente 
Métado métrico
Compasso de willis
Distancia do canto externo do olho até a comissura labial
Caincide com a DVR
13 de correlação
Harmonia entre os três terços da face;
tecidos moles sem falta de sustentação ou muito extendidos
Erros na tomada da DVO:
DVO Aumentada
Espaço funcional livre diminuido
Dificuldade de selamento labial
Desconforto
Dor
Alteração na função
Perda óssea
Estética
Desgaste da PT
Individualização do Plano de Cera Inferior
Altura da cera em 2/3 da altura da papila piriforme
Aquecimento da cera inferior, para que ela seja ocluida com o plano superior
Deformação da cera a medida que o paciente oclui
Até onde ocluir? resposta = DVO DO PACIENTE
* Remoção dos excessos e nivelamento dos planos inferiores com os superiores
Obtenção das linhas de referência
Linha média
Distância Inter canina
Linha alta do sorriso
Linha baixa do sorriso

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