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Exercício 01 – Unidade 03 1. A partir da compreensão do círculo cromático, podemos entender que a cor tem três dimensões, as quais podem ser definidas e medidas. Quais são elas? A) Saturação, contraste cromático e rizoma-cor. B) Matiz ou croma, saturação e brilho ou tom. C) Cor-luz, cor-pigmento, saturação. D) Círculo cromático-luz, saturação e intensidade. E) Tonalidade, verticalidade, matiz ou croma. 02. Podemos considerar a cor como um elemento visual que se caracteriza por uma sensação provocada pela luz em nossa visão. Nesse raciocínio, podemos concluir que é o pigmento que proporciona cor ao que é matéria. Convém destacar, assim, que ao falarmos de cor temos duas grandes correntes de estudos e pesquisas, as quais distinguem o que chamamos de: A) cor impressão e cor virtual; B) cor e não cor; C) cor-feixe e cor-estática. D) cor-luz e cor-pigmento; E) luz e sombra; 03. A inserção da edificação projetada no ambiente disponível pressupõe sua integração à maquete de terreno preparada de antemão. Nesta estão representados os dados topográficos, como relevo, superfície do terreno e arborização. Além disso, a maquete mostra a urbanização já existente, na qual a edificação projetada deve ser inserida. Sobre maquetes urbanísticas é correto afirmar que: A) elas mostram um recorte do território mais global; B) as maquetes urbanísticas fogem do escopo da arquitetura por mostrar fragmentos da cidade; C) maquetes urbanísticas descrevem terrenos possível de ocupação pelas edificações; D) não é muito usual esse tipo de maquete devido ao seu tamanho exagerado, o que dificulta o transporte e a armazenagem em um escritório de arquitetura. E) em maquetes urbanísticas, na representação em escala dos elementos (1:1000 a 1:500, excepcionalmente 1:200), são descritos os grupos de edificações e suas diversificadas inter-relações, bem como os espaços intermediários e as disposições resultantes. 04. Na teoria das cores, sobre saturação, a qual designa a pureza relativa de uma cor, do matiz ao cinza, é correto afirmar que: A) ela é quase primitiva e sempre é a preferida pelos artistas populares, embora de difícil percepção por sua pouca aderência ao círculo cromático; B) as cores menos saturadas levam a uma diversidade cromática que enriquece a experiência de luz e sombra nos espaços; C) a cor saturada é extremamente complexa, intuitiva e de difícil fixação na cultura de massa; D) quanto menos saturadas as cores forem mais problemática pode se tornar uma apropriação da arquitetura pelo ser humano; E) a cor saturada é simples, quase primitiva e sempre é a preferida pelos artistas populares e pelas crianças. As cores menos saturadas levam a uma neutralidade cromática e até mesmo à ausência de cor. 05. Por que alguns arquitetos contemporâneos ainda utilizam modelos físicos em seus processos de projeto? A) Ainda não conseguimos ter muita certeza em saber se a utilização de modelos físicos tridimensionais traz alguma contribuição ao processo projetual. B) Porque os modelos tridimensionais físicos mostram o retorno à essência da profissão, negando a frieza que programas computacionais trazem à prática profissional. C) Porque os modelos tridimensionais físicos colaboram para se ter uma visão geral do projeto, auxiliam na tomada de decisões e na compreensão de como o projeto interage com o seu entorno. D) Porque os modelos tridimensionais físicos situam um espaço arquitetônico que transcende detalhes e impressionam apenas ao sentir suas texturas e cores. E) Porque os modelos tridimensionais físicos mostram a ousadia e podem veicular mais seus projetos na mídia. 6. As texturas visuais podem simular sensações táteis, mas também podem recobrir uma superfície a partir de elementos gráficos, que criam desenhos, padronagens e estampas. Como característica, têm alto grau de padrão, valor comparativo e uniformidade visual, estando ligadas ao olhar e ao toque. Pelo exposto, podemos dizer que: A) a textura pouco se relaciona com tatilidade e visualidade em uma composição; B) a textura tátil e textura visual não podem coexistir, ou temos uma ou outra; C) as texturas são supérfluas quando percebemos uma forma arquitetônica; D) a textura apenas tem sentido se pudermos tocá-la. E) a textura é o efeito tátil e visual que define a composição de uma superfície; 7. Com o auxílio de maquetes de recortes e de detalhes, são projetados e representados, por exemplo, pontos especialmente complicados no aspecto espacial, bem como detalhes que se repetem em série. Sobre isso, é correto afirmar que a escala empregada varia de 1:10 e 1:1.Os elementos de indução e condução configuram na experiência arquitetônica os caminhos, percursos, acessos os quais enriquecem a vivência espacial. Quanto mais fluidos estes forem, mais rica a apreensão do espaço se dá. Sobre os elementos de condução, qual das afirmações está correta? A) Tais detalhes podem ser de natureza construtiva, mas também diz respeito à decoração, e por meio de maquetes de recorte e de detalhes são esclarecidas questões quanto à forma, ao material, à superfície, à cor e aos encaixes. B) Maquetes são utilizadas apenas para estudo e nada mais. C) Maquetes são ricas em possibilidades cromáticas e não avançam na discussão da forma quando o projeto chega a uma etapa de detalhamento, por exemplo. D) Tais detalhes não têm relevância e nem podem ser esclarecidos em uma modelagem tridimensional. E) Tais detalhes podem ser de natureza construtiva, mas não podem ser detalhados por meio de maquetes, já que estas nunca se aproximam da realidade construtiva, sendo apenas simulações grosseiras da realidade. 8. Um modelo físico pode ser segurado nas mãos, examinado com minuciosidade, além de ser compreendido espacialmente de uma maneira mais rápida e intuitiva. Nesse sentido, assinale a opção correta. A) Podemos estudar com maquetes, mas nem sempre devemos compartilhar aquilo que elas nos mostram. B) Maquetes nem sempre são um ótimo instrumento na compreensão completa da relação entre os espaços em um projeto. C) Não é interessante perder tempo na execução de maquetes. D) Maquetes são sempre um ótimo instrumento na compreensão completa da relação entre os espaços em um projeto. E) Maquetes apenas complementam partes de desenhos que foram mal executados. 9. Conforme a solução desejada para cada tarefa específica, as maquetes de edifícios são confeccionadas nas escalas 1:500 ou 1:200 com maquetes inseridas numa maquete urbanística ou topográfica. Além disso, na escala de 1:200 já podem ser feitas afirmações mais concretas sobre a configuração da edificação. Nas escalas 1:200 até 1:50, com frequência, a maquete limita-se exclusivamente à representação do edifício sem o seu entorno. A partir desse contexto, podemos afirmar que: A) Maquetes pouco necessitam de escalas precisas, uma vez que apenas são utilizadas no complemento de desenhos técnicos. B) Na maquete de edifício serão mostrados os elementos essenciais que compõem as superfícies de fachadas e empenas, a modelagem e o encaixe dos corpos de edificações, a integração com o terreno e as construções preexistentes; C) Não conseguimos chegar a uma exatidão em maquetes de edifício, apenas em maquetes urbanísticas; D) Na maquete de edifício conseguimos solucionar cálculos estruturais e problemas de ajustes de texturas e cores na fachada; E) Na maquete de edifício serão mostrados poucos elementos e a modelagem compromete a compreensão da arquitetura como um todo; 10. Ao trabalharmos com maquetes geralmente estamos criando texturas artificias, as quais são aquelas que resultam da intervenção humana através da utilização de materiais e instrumentos devidamente manipulados. O ser humano tenta criar nas superfícies e nos objetos texturas idênticas às criadas na natureza. Assim, essas texturas criadas pelo ser humano são o reflexo do modo, como é expressado o entendimento do mundo que nos rodeia. Tal expressão depende da manipulação das matérias e das técnicasutilizadas e do modo como são utilizadas as linguagens plásticas. Pelo exposto, poderemos considerar qual das seguintes alternativas sobre texturas e sua representação em maquetes? A) A representação de texturas em maquetes integra técnicas simples de artesanato, com a sensibilidade de representar com materiais que simulam as propriedades visual e tátil do que se idealizou em projeto, bem como as características do material desejado, como o acabamento do espaço arquitetônico após sua construção. B) A representação de texturas em maquetes integra técnicas rebuscas e necessita de amplo domínio tecnológico e de ferramental inacessível aos profissionais de arquitetura, colocando o desenvolvimento de maquetes cada vez mais afastado da prática profissional. C) A representação de texturas em maquetes evolui a cada momento e somente com o domínio de técnicas híbridas é que conseguiremos texturas adequadas para a compreensão da maquete como instrumento expressivo na prática projetual. D) Não conseguimos levar texturas em maquetes, pois não são relevantes em seus acabamentos, tampouco em sua linguagem visual. E) Temos poucas técnicas de representação de texturas em maquetes.