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Plano de Aula: Hidrocarbonetos e Funções Orgânicas
Planejamento de aula de Regência Estágio Supervisionado II 
Colégio Estadual João Netto Campos
Estagiário: Eraldo 
Data: 12/04/2022
Tema: Química Orgânica
Conteúdo Específico: Hidrocarbonetos
Terceiro ano do ensino médio
Previsão do tempo de aula: 50 min em cada turma.
Conteúdo: introdução a química orgânica, nomenclatura dos hidrocarbonetos e suas funções orgânicas.
Objetivos Geral
O ensino da química orgânica tem como função desenvolver o conhecimento científico-tecnológico vinculando o mesmo com o contexto social em que o aluno está inserido, objetivando a formação de cidadãos mais conscientes, criativos, com valores éticos e morais, e capacidade de desenvolver ações modificadoras. O educando deve identificar fontes de informação relevantes em química, sabendo interpretá-las, não só no seu aspecto químico, mas considerando as interações sócio-políticas, culturais, econômicas e ambientais. 
Objetivos Específicos
· Definir, caracterizar e classificar os compostos orgânicos; 
· Identificar suas funções e nomenclaturas;
· Apresentar os métodos de obtenção dos hidrocarbonetos, suas propriedades físicas e químicas.
· Reconhecer as funções orgânicas e suas características;
· Identificar os grupos funcionais das substancias orgânicas mais comuns.
Metodologia/técnicas de ensino
· Aula expositiva, dialogadas e contextualizada sobre o conteúdo abordado;
· Debate com o intuito de provocar nos alunos a curiosidade de descobrir as características dos elementos químicos;
· Apresentar fórmulas químicas e reações químicas, para que os alunos se familiarizem com o assunto;
· Introdução do conceito de Química orgânica apresentado os hidrocarbonetos e os principais grupos funcionais;
· Debate em grupo com ênfase nos assuntos abordados em sala; 
· Resolução de exercícios propostos;
· Utilização de figuras e desenhos para explicar fenômenos químicos;
Bibliografia
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. vol.1. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. Vol. I e II. 1268 p. VOLLHARDT, K. P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica: estrutura e função. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004
A gestão democrática é um princípio consagrado no artigo 206, inciso l, da Constituição Federal, e abrange as dimensões pedagógicas, administrativa e financeira. 
A LDB (Lei nº 9.394, de 1996) define também normas de gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios estabelecidos pelo artigo 14:
I – Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II – Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares equivalentes. (BRASIL, 1996).
A presença da gestão democrática na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 1996 foi conquista dos segmentos populares, em especial o de educadores, que lutaram para que esse princípio fosse contemplado em lei.
O desafio do grupo gestor do colégio estadual “João Netto de Campos” é propor uma gestão democrática que ocorra a participação da comunidade na instituição, desde a concepção de escola que seja, dos diagnósticos, dos limites, das possibilidades e da busca de soluções compartilhadas para que os objetivos propostos sejam alcançados, assim, contribuindo para uma nova concepção de escola. 
A proposta pedagógica considera alguns valores imprescindíveis, como o direito à educação e à consciência de que todos os alunos são capazes de aprender, estabelecendo como metas a atingir:
· A redução das taxas de evasão e repetência principalmente no turno noturno;
· Melhorar a frequência escolar principalmente nos turnos matutino e noturno;
· Buscar mais apoio dos pais na educação de seus filhos;
· A implementação de uma proposta curricular com novos recortes de abordagens de conteúdos e práticas docentes que assumam as aprendizagens específicas de cada área e as aprendizagens ligadas à leitura, como compromisso de todos;
· A ampliação dos espaços de discussão coletiva.
Na busca pela inclusão social e diversidades desta instituição de ensino nos apontamentos legais pela LDB93/94, Resolução CEE número 7, de 15 de dezembro de 2006, no que se refere a uma educação na perspectiva da inclusão e da diversidade, a filosofia aqui adotada é aquela que contempla a escola como um espaço para todos com a presença marcante da heterogeneidade que revela princípios, atitudes, culturas e formação diferenciadas, criando as relações interpessoais que tanto enriquecem e contribuem para o desenvolvimento da aprendizagem e aquisição de cultura entre professores e alunos.
No colégio “João Netto” temo como referência os seguintes princípios:
I. Igualdade de condições para o acesso a permanência na escola;
II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III. Pluralismo de ideias e de conceções pedagógicas;
IV. Respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V. Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI. Gratuidade do ensino público em estabelecimento oficias;
VII. Valorização do profissional da educação escolar;
VIII. Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;
IX. Garantia de padrão de qualidade;
X. Valorização da experiencia extraescolar;
XI. Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas socias.
XII. A educação inclusiva, processo social, pedagógico, cultural, filosófico, estético e político de ações educativas pedagógicas e administrativas voltadas para a inclusão, o acesso, a permanência, sucesso e a terminalidade de todos os alunos na rede de ensino, especialmente aqueles com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação.
A consciência coletiva de cada vez mais buscar aperfeiçoamento de um ensino de qualidade voltado para a formação de alunos capazes e informado das mudanças continua do mundo atual baseada nos seguintes princípios.
A construção do projeto político pedagógico da escola é um processo de mudança e antecipação do futuro numa visão coletiva que garante aos alunos um trabalho satisfatório baseado numa educação onde o processo ensino aprendizagem esteja voltado para a vida desenvolvendo no educando capacidades que permitam intervir na realidade para transformá-la.
Passa pela compreensão dos valores, princípios, fins e objetivos da educação nacional, constituído do pressuposto básico para uma ação intencional e compromisso de todos os segmentos envolvidos nesta construção.
O PPP é um documento que detalha objetivos, diretrizes e ações do processo educativas a ser desenvolvidos na escola, expressando as exigências legais do sistema educacional, bem como as necessidades e propósitos da comunidade escolar.
Verifica-se a necessidade no repensar constante de todos os processos políticos pedagógicos presente no dia a dia, mesmo sendo de caráter de exigências do ponto de vista legal configura um instrumento ideológico, que pretende definir ações que norteia todo o trabalho pedagógico, mostrar os resultados, os pontos fortes e fracos para direcionar a busca por resultados satisfatórios.
Nessa perspectiva, entende-se que o PPP consiste numa proposta voltada para a compreensão da realidade social dos direitos e responsabilidades em relação à vista pessoal, coletiva e ambiental, valorizando a autoestima do aluno ampliando progressivamente seu conhecimento.
O PPP da escola é à base do processo de transformação da escola, pois ele possibilita o aperfeiçoamento humano e social. Nessa perspectiva e no desafio de transpor para a prática a ideia consensual de que investir em educação é um compromisso de toda comunidade escolar.
A meta é contribuir juntos para a melhoria da qualidade de ensino, valorizando alunos, pais, professores e comunidade, de forma a fazer da escola um bem comum, que a todos compete construir e defender.
 A escola deve estarestreitamente articulada ao compromisso sociopolítico definindo ações educativas que visam cumprir seus propósitos e sua intencionalidade, articulando o trabalho pedagógico em suas dimensões macro e micro social, comprometendo-se com os problemas da educação e do ensino nas escolas.
1. Autonomia;
2. Valorização dos profissionais da educação; 
3. Avaliação permanente das ações pedagógicas objetivando garantir alto padrão de qualidade. 
A elaboração do PPP é um processo que acontece de forma global e participativa, em que envolve a comunidade escolar, para atender as necessidades dos alunos para que consequentemente seja um agente transformador, propiciando ao aluno uma visão real do mundo para que ele se torne mais crítico/reflexivo, questionador e com condições de entender e buscar por mudanças junto à sociedade seja na política, social, etc.
Na concepção de sociedade e mundo, o PPP, procura atender os estudantes em todos os aspectos proporcionando uma educação de qualidade em que possam se tornar cidadãos qualificados, propondo-se a formação do sujeito para construir sua própria história e ser um transformador da sociedade, através de suas ações dentro e fora de sua comunidade, com a luta pelos seus direitos e pela busca de uma sociedade mais justa e igualitária.
Avaliação presente na proposta ocorre de forma paralela e de diagnostico, análise da situação inicial da escola e observação das variadas causas que tem interferido nos resultados apresentados.
Na organização curricular da escola, envolve três momentos: a descrição e a problematizarão da realidade escolar, a compreensão crítica da realidade descrita e problematizada.
· Referencial curricular nacional de educação infantil;
· Parâmetros curriculares nacionais. 
· Currículo básico comum. 
A escola orienta a implementação curricular de forma a respeitar o aluno em suas diferenças individuais e ritmo de aprendizagem, buscando sempre formar cidadãos crítico/reflexivos de sua realidade capazes de fazer análise, das atividades realizadas por ele e pela sociedade, a contemplação do currículo favorecerá as atividades interdisciplinares e o estudo dos temas transversais, relacionando conteúdos de aprendizagem com as formações de valores sociais e éticos.
Um dos subprojetos contemplados na proposta do PPP é o show de talentos, esse visa desenvolver práticas pedagógicas com caráter cultural que possibilitem ao aluno conhecer a si mesmo, aperfeiçoando suas habilidades e com isso melhorando seu desempenho nas áreas de ensino, sendo que a escola disponibiliza de uma semana de trabalho interdisciplinar onde retratam o assunto sugerido notados na própria comunidade.
As possíveis ações que revelam a vivência cotidiana na escola é o ambiente tranquilo e cordial entre todos, com a realização das atividades escolares com empenho e dedicação de todos, e ao analisar estas questões, percebe-se a importância da participação do professor na elaboração do PPP, para que possa ser de fato um instrumento de melhoria de qualidade da escola, em que cada um expõe suas ideias mostrando propostas para melhor atender as necessidades do aluno. Ele é executado de maneira que tudo cumpram com respeito, pois, as aulas que serão ministradas ao longo do ano letivo tendo como referência o projeto político-pedagógico, é dele que são feitas as análises do que precisam ser modificados, os tipos de avaliação, o diagnóstico da turma, enfim todos os comportamentos da instituição tanto para professor quanto para o aluno.
De forma direta e pela minha analise ele está sendo cumprido parcialmente, pois, alguns direitos e deveres de alunos, professores e serviçais não são cumpridas de forma adequada, por falta de recursos. Mas sem dúvida não falta empenho e dedicação dos profissionais da escola para que se possa ser oferecido o melhor para os educandos e a construção do ensino/aprendizagem de todos os alunos.
Os objetivos do ensino fundamental apresentados pelos parâmetros curriculares nacionais indicam como os alunos devem compreender e serem capazes de interpretar os movimentos de transformações e adaptações sociais e físicos do mundo.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino médio que os alunos terão como finalidades:
· O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação. 
· Posicionarem-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
· A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; 
· O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitude e valores;
· Preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade e novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
· O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
 Pode-se dizer, de modo geral, que esta fase da educação escolar compreende a adolescência e a juventude e por este motivo trata-se de um período da vida em que o desenvolvimento do sujeito é marcado pelo processo da identidade, para o qual ocorrem transformações corporais, afetivo-emocionais, cognitivos e socioculturais.
A dimensão afetivo-emocional do adolescente implica na busca de referência para a constituição de valores próprios, as quais possibilitam novas formas de compreensão das experiências porque passa sobre tudo daqueles relacionados ao desenvolvimento da sexualidade e trazem possibilidades mais assertivas de tomadas de decisão acerca de seus problemas. Isso se concretiza na busca tanto da visão que tem das relações afetivas e familiares quanto do estabelecimento de novas e diferentes relações afetivas.
Na busca de reinterpretação das experiências já vivenciada e das que possa vivenciar partir da ampliação dos espaços de convivências e de socialização, estes momentos possibilitam ao adolescente a ampliação de sua visão de mundo, na qual incluem questões de gênero, etnia, origem e possibilidades sociais e a rediscussão de valores que reinterpretados, possam a constituir sua nova identidade.
Para comprovar se os estudantes adquiriram os conhecimentos necessários são aplicados testes e exercícios que possam comprovar se o conteúdo foi assimilado ou não, porém, cada vez mais sendo aprofundado pelo educador e compreendido de acordo com as idades dos alunos.
No aprender cabe ao aluno ser sujeito de sua aprendizagem, e estar disposto a ouvir e aprender o que lhe será passado.
Os conteúdos dos temas transversais trabalhados podem atingir diferentes ambientes, pois neles é orientada a construção do aprendizado através de situações-problemas a serem discutidas, analisados e resolvidos. A função do professor é orientar o aluno para situações vividas na vida cotidiana. Trabalhar os temas transversais trás educação cidadã que requer questões sociais para aprendizagem e reflexão dos alunos.
O sistema de avaliação atinge a concepção de avaliação de PCNs, pois por meio da avaliação consideramos o desenvolvimento das capacidades dos alunos com relação à aprendizagem. Através da avaliação o professor se orienta das dificuldades de cada aluno e assim rever sua pratica pedagógica. 
O Projeto Político Pedagógico, e uma espécie de diretrizes que garante a deliberação para as escolas em relação à proposta de orientação de suas práticas, dando direção à gestão e às atividades educacionais, podendo incluir desde a proposta curricular até a gestão administrativa. Sua criação é obrigatória e para melhor entendimento neste relatório destacamos e definimos cada uma das palavras deste termo. Projeto: caracteriza o conceito de algo a ser finalizado, como o processo para cumprir uma meta de curto, médio ou longo prazo;Político: envolve a ideia de que os estudantes, futuros cidadãos, precisam que a escola lhes incorpore em questões relacionadas à sua função social; fator importante na formação de seus conhecimentos; Pedagógico: define as regras educacionais, tais como atividades e projetos realizados em sala de aula essenciais na aprendizagem dos alunos.

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