Prévia do material em texto
FACULDADE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE CATALÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO UNIDADE CURRICULAR: Estágio Supervisionado Ciclo II/ TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Profª. Cássia de Oliveira Canedo Barbosa RELATÓRIO DE ESTÁGIO NUTRIÇÃO CLÍNICA Discente: Laura Soares Marinho Pires Ataliba Docente: Profª: Cássia de Oliveira Canedo Barbosa Catalão/GO 2024/1 RESUMO A insuficiência cardíaca (IC) e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) estão intimamente relacionadas, com a hipertensão sendo um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de insuficiência cardíaca. A hipertensão arterial é uma Doença Crônica Não Transmissível (DCNT) de grande relevância na saúde pública, que acomete especialmente os idosos. É uma condição multifatorial, que depende de fatores genéticos/ epigenéticos, ambientais e sociais. A prevalência dessa doença aumenta significativamente com o avanço da idade. A hipertensão não controlada nessa população está associada a complicações graves, sendo a principal causa de morte em todo o mundo, responsável por 18,1 % dos óbitos. Este relatório tem como objetivo demostrar abordagens, condutas que devem ser seguidas para o controle da HAS e IC e as abordagens tradicionais de prevenção primária no controle da hipertensão como; controle de peso corporal, dieta saudável, redução do consumo de sal, prática regular de atividade física, controle de fatores psicossociais e eliminação do uso do tabaco. Palavras-chaves: Dieta saudável. Hipertensão arterial sistêmica. Insuficiência cardíaca. Paciente. INTRODUÇÃO Este documento analisou o estado nutricional e clínico de um paciente com HAS e IC internado na unidade hospitalar privada de Catalão-GO. O tema em questão foi escolhido pelo fato dos crescentes casos de HAS e consequentemente IC acometido principalmente em idosos, levando ao aumento de internações por conta das doenças. A HAS acomete aproximadamente 25% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), na sub-região das Américas, a HAS está entre os três principais fatores de risco que concorrem para a carga total de doenças. O presente relatório tem como objetivo enfatizar a dieta saudável, mudanças de hábitos alimentares e seus objetivos em pacientes internados com descompensação da hipertensão arterial sistêmica. REVISÃO DE LITERATURA A HAS é uma doença crônica causada pelo aumento nos níveis da pressão sanguínea nas artérias, ela ocorre quando os valores da pressão arterial sistólica e da diastólica estão acima de 135mmHg e 85mmHg, respectivamente. Ela é considerada um dos principais fatores de risco das doenças cardiovasculares, como a insuficiência cardíaca, o infarto agudo do miocárdio (CARVALHO ACC, et al. 2011). A HAS requer acompanhamento constante de saúde por uma equipe multidisciplinar1. Uma vez que, essa patologia não possui cura e o seu tratamento passa a ser uma forma de amenizar sintomas e prevenir complicações fatais ou não fatais. (MIRANDA, Beatriz Santos et al. 2020) O tratamento requer, como bem se sabe, uma abordagem de cunho multiprofissional e contempla a associação de mudanças de hábitos de vida e terapêutica medicamentosa. (SIMÃO, Raif R. et al. 2016). O objetivo principal do tratamento anti-hipertensivo é prevenir a morbidade e reduzir a mortalidade cardiovascular associadas à hipertensão arterial sistêmica. (NOBRE, Fernando et al.2013) A IC é uma síndrome clínica complexa de incapacidade cardiovascular no bombeamento sanguíneo, que deixa de atender as necessidades tissulares. Entre as principais causas, incluem- se alterações estruturais e funcionais que resultam em baixo débito cardíaco e/ou em hipertensão cardíaca em condições de esforço ou repouso. (DE MELO, Laércio Deleon et al. 2020) A IC é considerada a doença mais prevalente, com estimativa de 23 milhões de pessoas afetadas pela doença6, e a projeção para 2030 é de aumento de 46%, afetando mais de 8 milhões de pessoas. (ARRUDA, Vilmeyze Larissa de et al.2022) METODOLOGIA Para a elaboração deste documento, foram realizadas visitas ao paciente em seu leito, além de anamnese para obter informações pessoais relevantes, tais como histórico médico, estado nutricional, antecedentes pessoais e dados antropométricos, incluindo peso, altura, circunferência corporal e avaliação dietética. Também foram coletados no prontuário do paciente informações como resultados de exames bioquímicos e análise dos medicamentos em uso. Por último, após a coleta de todas as informações necessárias, foram realizados cálculos para determinar as necessidades energéticas e específicas para dar início ao plano alimentar do paciente . RESULTADOS Após a realização de cálculos, foi identificado que o paciente classificado como eutrófico (IMC: 23,2kg/m2), ou seja, o paciente está no peso considerado ideal de acordo com IMC (Índice de massa corporal). Encontra-se em risco nutricional leve, após analisar o caso clínico e nutricional foi observado uma perda de peso significativa(4,8kg) em pouco tempo (26dias), isso significa um risco nutricional leve, considerando que o paciente não estava em bom estado clínico e com aceitação baixa da dieta com o decorrer da internação. Ocorreu então uma mudança na alimentação do paciente dentro do hospital, foi introduzida a TNVO (Terapia Nutricional Por Via Oral, suplemento Impact líquido, 200ml 1 vez ao dia) para que o paciente ganhe peso e consiga manter a hipertensão controlada e não ocorra nem uma complicação. Até o momento da escrita deste documento o paciente segue internado aguardado cirurgia cardíaca. DISCUSSÃO O tema em questão foi escolhido por conta dos crescentes casos de hipertensão e insuficiência cardíaca, que acomete principalmente idosos. O intuito deste documento é demonstrar a importância da alimentação saudável e acompanhamento com nutricionista, para melhorar a qualidade de vida e à saúde. A nutrição tem essencial papel sobre a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis e o acompanhamento com o nutricionista deve ser indispensável. Uma alimentação saudável ajuda a previnir e controlar algumas doenças, a hipertensão é uma das doenças em que o manejo nutricional é essencial para o controle e prevenção de complicações que podem ocorrer caso não tenha a monitoramento da doença. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE Paciente, J.W.C, sexo masculino, nascido em 15 de setembro de 1959, 64 anos, natural e procedente da cidade de Ipameri, possui o ensino fundamental completo, aposentado, divorciado, 2 filhos. 2. HISTÓRIA CLÍNICA NUTRICIONAL A. Queixa(s) principal(is) Paciente internado com dores no peito, porém no momento da triagem nutricional o paciente negou dores. B. História da doença atual Paciente admitido na data do dia 11/03/2024, com diagnóstico de insuficiência cardíaca (IC), com DCNT de hipertensão arterial sistêmica (HAS). Paciente não se recorda há quanto tempo tem HAS e IC. Até o momento da escrita deste documento o paciente se encontra com estado geral regular, diurese presente, paciente nega alergias, intolerância, aversões alimentares. A dentição completa por prótese superior e inferior, sem dificuldades para mastigar e deglutir. Teve boa aceitação da dieta no início da internação, porém, foi relatado um declínio tanto no estado geral quanto nutricional do paciente no decorrer da internação. C. História de Alteração de Peso A primeira avaliação antropométrica foi realizada no dia 14/03/2024, onde o peso do paciente foi de 65,8kg. Na primeira reavaliação do paciente, realizada no dia 09/04/2024, o paciente teve perca de peso de 4,8kg em 26 dias, o peso do paciente foi de 61kg. Foi iniciado então a suplementação com Impact líquido 200ml 1x ao dia. Segunda reavaliação do paciente, realizada no dia 17/04/2024, observou-se um ganho de peso de 1,3kg, o pesoatual do paciente é de 62,3kg. 3. ANTECEDENTES PESSOAIS 3.1. Doenças prévias Paciente não se recorda sobre o tempo da doença. HAS está controlada atualmente. 3.2. Cirurgias prévias Até o momento não fez nem uma cirurgia, mas está aguardando cirurgia cardíaca. 3.3. Tabagismo Nega tabagismo. 3.4. Etilismo Nega etilismo. 3.5 Atividade física Ativo, fora do hospital o paciente praticava caminhada 1 vez ao dia. 3.6. Exercício físico Nega prática de exercícios físicos. 3.7. Hábitos de sono Dorme as 21:00h e acorda as 06:00h, acorda pouco disposto. 3.8. Hábito intestinal Funcionamento intestinal normal (1 evacuação por dia, fezes sólidas e aparência normal). Sem quadro de constipação ou diarreia. 4. ANTECEDENTES FAMILIARES Mãe- diabetes. 5. AVALIAÇÃO DIETÉTICA 5.1. Ingestão hídrica Paciente relata consumir 7 copos de água de 200ml por dia. 5.2. Preferências alimentares Nega preferências alimentares. 5.3. Aversões alimentares Nega aversões alimentares. 5.4. Intolerâncias alimentares Nega alergia ou intolerância alimentar. 5.5. Dentição e Mastigação Faz uso de prótese superior e inferior. Sem dificuldades para mastigar e deglutir. 5.6. Suplementos alimentares IMPACT líquido 200ml 1x ao dia. 5.7. Recordatório alimentar habitual Quadro 1. Recordatório alimentar habitual Horário/Refeição Alimentos Quantidade 06:00h – Acorda 07:30h – Café da Manhã Pão de Queijo ou Pão Francês Não soube dizer as quantidades Café com Açúcar 11:30h – Almoço Arroz Branco Feijão Carioca com Caldo Carne bovina/ ovo frito Salada de alface Não soube dizer as quantidades 15:30h – Lanche da Tarde Não lancha Não soube dizer as quantidades 17:00h/18:00 – Jantar Biscoito de queijo Leite com café Açúcar Não soube dizer as quantidades 21:00h – Dorme FONTE: Autoria própria 6. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Quadro 2. Resultados da Avaliação Antropométrica Peso atual (kg): 62,3kg Altura (m): 1,64m IMC: 23,2kg/m2 Circunferências corporais Datas CB CTÓRA X CC CQ CCOXA CP 19/03/202 4 28cm 94cm 90cm 91cm 49cm 41cm Fonte: Autoria própria 7. AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA Quadro 3. Resultados Exames Bioquímicos Exame Data Valor Valor de referência HEMOGRAMA COMPLETO 18/03/2024 Emacias 18/03/2024 3,94 Tera/L Homem: 4,50 a 5,50 Hematócrito 18/03/2024 37,4% Homem: 40,0 A 50,0% Hemoglobina 18/03/2024 12,4 g/dL Homem: 13,0 a 17,0 VCM 18/03/2024 94,9 fL 83 a 101 HCM 18/03/2024 31,5 pg 27 a 32 CHCM 18/03/2024 33,2 g/dL 31 a 35 RDW 18/03/2024 18,3% 11,6 a 14,0 Eritroblasto 18/03/2024 0/100 0 Plaquetas 18/03/2024 181 mil/mm3 150 a 400 Pótassio 18/03/2024 4,03mmol/L De 3,5 a 5,5 Sódio 18/03/2024 136mmol/L De 136 a 145 Ureia 18/03/2024 78mg/dL 19 – 49mg/dL PCR 18/03/2024 56,8mg/L Inferior a 5 mg/dL Fonte: Prontuário do paciente 8. AVALIAÇÃO DO USO DE MEDIDAMENTO Quadro 4. Dados da Avaliação do Uso de Medicamentos Fonte prontuário do paciente 9. DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL Paciente mesmo com eutrofia segundo a classificação do IMC para idosos, encontra-se em risco nutricional leve. 10. PRESCRIÇÃO DIETÉTICA 10.1 VIA DE ALIMENTAÇÃO Dieta via oral, paciente não possui dificuldades na deglutição e mastigação. Com o declínio e a perca de peso em pouco tempo, recomenda-se o uso de terapia nutricional via oral 1 vez ao dia. 10.2 TIPO DE DIETA Dieta com a consistência branda, característica hipossódica, fracionada em 6 refeições dia. 10.3 CÁLCULO DAS NECESSIDADES ENERGÉTICAS 10.3.2 Gasto Energético Basal (GEB) GEB: 66,4+(13,7 x P) +(5 x E) -(6,7 x I) — Equação de Harris e Benedict GEB= 66,4+(13,7 x 62,3) +(5x164) -(6,7x64) Medicamento Dose Via Intervalo Indicado por qual profissional? Omeprazol 1 Comprimido VO 24/24h Médico Metropolol succinato 25mg 1 Comprimido VO 12/12h Médico Clonazepam 2,5mg/ml FR. 10 Gotas VO 24/24h Médico Escina+salicilato de dietilamonio 30gr 1 GRM Local 12/12h Médico Ondasertrona clor. 4mg 1 Comprimido VO SN até 8/8h Médico Clexane 20mg 0,2ml 1 SER SC 24/24h Médico Furosemida 40mg 2 Comprimidos VO 12/12h Médico GEB= 66,4+853,5+820-428,8 GEB= 1739,9-428,8 GEB= 1311,1kcal 10.3.3 Gasto Energético Total (GET) GET= GEB x FA GET= 1311,1 x 1,25 GET= 1638,8 kcal • O fator atividade foi definido com base na atividade realizada dentro do hospital, por esse fato foi estipulado o valor de 1,25. Pois o paciente não realiza atividades físicas, mas encontra-se deambulando. 10.3.4 Definição do Valor Calórico Total (VCT) do plano alimentar proposto (baseado nos cálculos e nas necessidades do paciente) Paciente com risco nutricional leve, por tanto o VCT será de 1811kcal para ganho de aproximadamente 1kg em 30 dias 10.3.5 CÁLCULO DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL(IMC). Peso/altura(m2) 62,3/1,64 x 1,64:23,2kg/m2 11. CÁLCULO DAS NECESSIDADES NUTRICIONAIS 11.1 Macronutrientes De acordo com a AMDR, quando um indivíduo consome determinado macronutriente acima do intervalo da AMDR, há risco potencial de doenças crônicas ou, se consumir menos que o preconizado, risco de ingestão insuficiente de nutrientes essenciais. Com bases nas informações foram estimados valores de AMDR para lipídios 20% a 35%, para carboidratos 45% a 65% e proteínas sendo 10% a 35% respectivamente, para adultos e idosos. Dessa forma, ao consumir lipídios e carboidratos dentro desses limites, o risco de DAC, obesidade e diabetes pode ser minimizado. 11.1.1 Carboidrato (g e/ou %) Com base nas recomendações da AMDR o valor definido para porcentagem de carboidrato (CHO) foi de 51,9% do VCT, com 939,9 kcal/dia, aproximadamente 234,9g e 3,7 gramas por quilo de peso. Cálculo: Kcal: 51,9%x1811kcal/100= 939,9kcal/dia Grama: 939,9/4=234,9g Gr/Kg: 234,9/62,3= 3,7 gr/kg 11.1.2 Proteína (g e/ou %) Com base nas recomendações da AMDR o valor definido para porcentagem de proteína (PTN) foi de 27,6% do VCT, com 499,8 kcal/dia, aproximadamente 124,9g e 2 gramas por quilo de peso. Cálculo: Kcal: 27,6%x11811/100= 499,8 kcal/dia Grama: 499,8/4= 124,9g Gr/Kg: 124,9/62,3= 2 gr/kg 11.1.3 Lipídeos (g e/ou %) Com base nas recomendações da AMDR o valor definido para porcentagem de lipídios (LIP) foi de 20,5% do VCT, com 371,2 kcal/dia, aproximadamente 41 g e 0,6 gramas por quilo. Cálculo: Kcal: 20,5%x1811/100= 371,2kcal/dia Grama: 371,2/9= 41 g Gr/Kg: 41/62,3= 0,6 gr/kg • O valor final definido em 1811 kcal distribuídos para os macronutrientes, carboidrato, proteína e lipídios. 11.2 Micronutrientes Os micronutrientes podem ser encontrados nos alimentos do plano alimentar passado, o paciente não tem necessidades de suplementação de nem um tipo de micronutriente. Por esse fato não foi calculado a distribuição dos micronutrientes. Plano alimentar Quadro 5. Plano alimentar Refeição Alimento Quantidade Medidas caseiras Café da manhã 07:00h Melão cru Pão de forma integral Ovo de galinha, cozido, mexido Café, infusão 10% 180g 50g 122g 165ml 2 Fatias médias 2 fatias 2 unidades 1 copo cheio Lanche da manhã 10:00h Mamão formosa cru 170g 1 fatia Almoço 12:00h Arroz integral cozido Feijão carioca cozido Filé de frango grelhado Brócolis cozido Tomate cru 100g 100g 140g 40g 90g 5 C/sopa cheia 5C/sopa cheia 1 Unidade média 4 C/sopa cheia 6 Fatias médias Lanche da tarde 16:00h Melancia crua Pão de forma integral Peito de frango cozido Requeijão light 456g 50g 90g 15g 3 Xc de chá, em cubos pequenos 2 Fatias ½ Unidade de 1 C/ sopa rasa Jantar 19:00h Tapioca de goma Ovo de galinha Carne moída Requeijão light Tomate Alface 60g 45g 50g 15g 60g 40g 4 C/sopa cheia 1 Unidade 2 C/sopa cheia 1 C/sopa rasa 4 Fatias médias 4 Folhasmédias Ceia 21:00h Laranja Pêra crua 90g 1 Unidade Fonte: Autoria própria Considerações finais Portanto, conclui-se que a introdução da dieta saudável e mudanças de hábitos alimentares, são de extrema importância para o controle e prevenção de DCNT. Após estudos em artigos científicos pôde-se observar que realização do tratamento dietético para pacientes com HAS e IC tem grande benefício para a melhora do quadro clínico e nutricional. Os hábitos alimentares saudáveis ajudam a manter a qualidade de vida do paciente, a integridade mental e física. Uma refeição priorizando alimentos in-natura, como; legumes, vegetais e frutas, que são ricos em vitaminas desempenha um papel fundamental na vida dos seres humanos, trazendo bem estar e saúde. REFERÊNCIAS ARRUDA, Vilmeyze Larissa de et al. Tendência da mortalidade por insuficiência cardíaca no Brasil: 1998 a 2019. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 25, p. E220021, 2022 CARVALHO ACC, et al. Hipertensão arterial sistêmica (HAS). Secretaria de estado da saúde de são Paulo, Manual de orientação clínica, 2011; 1: 1-66. DE MELO, Laércio Deleon et al. Assistência intensiva a pessoas com insuficiência cardíaca descompensada na prevenção e tratamento do edema agudo pulmonar. Estação Científica, v. 14, n. JUL./DEZ., 2020. MIRANDA, Beatriz Santos et al. Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e comorbidade em idosos: Um estudo transversal. Revista Pesquisa em Fisioterapia, v. 10, n. 4, p. 619-624, 2020. NOBRE, Fernando et al. Hipertensão arterial sistêmica primária. Medicina (Ribeirão Preto), v. 46, n. 3, p. 256-272, 2013. SIMÃO, Raif R. et al. Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Revista de Medicina, v. 95, n. 1, p. 37-38, 2016.