Introdução à Bioenergética
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Introdução à Bioenergética


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21/10/2015
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BIOENERGÉTICA
Bioenergética
\u2022 Processo onde os nutrientes alimentares são 
convertidos em um forma de energia 
biologicamente utilizável
\u2022 Nutrientes: gorduras, proteínas, carboidratos
\u2022 Capacidade de extrair energia dos 
macronutrientes alimentares e de 
transferi-la continuamente aos processos 
celulares
\u2022 Bios, vida + en, dentro + ergon, trabalho
BIOENERGÉTICA
Willian Mcardle, 2008
BIOENERGÉTICA
Energia Química para as Células
\u2022 Contração Muscular
\u2022 Transporte de 
membrana
\u2022 Síntese molecular
Energia Química para as Células
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Enzimas
\u2022 A velocidade das reações químicas celulares é 
regulada por ENZIMAS. 
\u2022 São importantes na regulação das vias 
metabólicas das células.
\u2022 Não fazem uma reação, apenas regulam a taxa 
ou velocidade da reações químicas.
ENZIMAS
proteínas que regulam as vias metabólicas celulares
\u2022 Aceleram a taxa de reações químicas
(catalisadores biológicos)
CO\u2082+ H\u20820 H\u2082CO\u2083\u207b (ac. carbônico)
\u2022 Sem enzima (1 reação em 100 segundos)
\u2022 Anidrase carbônica (1 milhão de reações em 1seg)
Anidrase carbônica 
Como uma enzima aumenta a taxa 
de uma reação?
Enzimas
\u2022 São grandes moléculas protéicas com formato 
tridimenssional.
\u2022 Cada tipo possui saliências e sulcos 
específicos.
\u2022 Nas saliências e sulcos \u2013 sítios ativos
\u2022 Enzima específica liga-se a uma molécula 
reagente (conhecida como substrato)
\u2022 Sufixo \u201case\u201d Ex. desidrogenases
Ação Enzimática
Agrupam os reagentes na melhor posição 
para a reação
COMPLEXO ENZIMA-SUBSTRATO
Enzimas
\u2022 Fatores que regulam a atividade enzimática
\u2013 Temperatura
\u2013 pH
TEMPERATURA
pequena elevação aumenta a 
atividade enzimática (37\u2070 C)
Alterações térmicas reduzem a 
atividade enzimática
Desnaturação enzimática (perda 
permanente da atividade)
Moduladores da 
Atividade Enzimática
Ta
xa
 d
e 
A
ti
vi
d
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e 
En
zi
m
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a
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Ação do pH
Moduladores da 
Atividade Enzimática
Ta
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ACIDOSE ALCALOSE
\u2022 CATABOLISMO
\u2013 Reações que liberam energia através da quebra de 
biomoléculas
\u2022 ANABOLISMO
\u2013 Reações que utilizam energia e resultam na síntese de 
biomoléculas
\u2022 Biomoléculas ATP
\u2022 Biomoléculas
Metabolismo Energético
CATABOLISMO
ANABOLISMO
ATP \u2013 Trifosfato de Adenosina
\u2022 Molécula utilizada como fonte direta de 
energia para os processos celulares
\u2022 Considerada como \u201cmoeda energética\u201d do 
organismos
ATP \u2013 Trifosfato de Adenosina
\u2022 Estrutura Química
\u2013 Uma porção adenina
\u2013 Uma porção ribose
\u2013 3 fosfatos ligados
Estrutura Química do ATP
Ligações de fosfato de 
alta energia
Ligações de 
Alta Energia
Quebra do ATP
Ligações de fosfato de 
alta energia
Ligações de 
Alta Energia
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\u2022 Remoção de um grupo fosfato do ATP
\u2013Resulta em liberação de energia
Quebra do ATP
Liberação de 
Energia
ATPase
Quebra do ATP
Ligações de 
Alta Energia
Consumo de ATP
\u2022 Células musculares armazenam quantidades 
limitadas de ATP
\u2022 Atividade muscular exige suprimento 
(consumo) constante de ATP
\u2022 Necessidade de Sistemas metabólicos para 
manter a produção de ATP (resíntese de ATP)
Ressíntese do ATP
Hidrólise do ATP
Hidrólise e Síntese do ATP
Hidrólise e Síntese do ATP Vias Metabólicas de Produção de ATP
\ufffdFormação de ATP pela degradação da 
Fosfocreatina (CP) \u2013 Via Anaeróbia Alática
\ufffdSistema ATP-CP (Fosfagênio)
\ufffdFormação de ATP pela degradação da Glicose 
(glicólise) ou glicogênio \u2013 Via Anaeróbia lática
\ufffdFormação Oxidativa de ATP \u2013 Via Aeróbia