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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ Atenção: Os trabalhos postados aqui já foram avaliados com notas entre 10 e 9 e têm autorização dos clientes. Evite copiar, pois eles já estão no banco de dados da universidade e podem gerar plágio. Fazemos projetos de extensão e outros tipos de trabalhos acadêmicos. Entre em contato pelo WhatsApp: (81) 99135-8482 ou nos siga no Instagram: @js_academicos RELATÓRIO DE PRÁTICA Nome e matrícula RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: BROMATOLOGIA DADOS DO(A) ALUNO(A): ORIENTAÇÕES GERAIS: · O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e · concisa; · O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; · Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); · Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; · Espaçamento entre linhas: simples; · Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: GINCANA DE VIDRARIAS, DETERMINAÇÃO DE UMIDADE, RESÍDUO MINERAL FIXO e LIPÍDEOS RELATÓRIO: 1. GINCANA DE VIDRARIAS · Resumo sobre o tema abordado em aula. A gincana de vidrarias é uma atividade educativa realizada em laboratórios, especialmente em aulas de química e ciências. Seu objetivo é proporcionar aos alunos uma familiarização prática com os diferentes tipos de vidrarias de laboratório, bem como suas funções e utilizações corretas. Essa atividade promove a compreensão dos equipamentos de laboratório, desenvolve habilidades práticas de manipulação e ajuda os alunos a se tornarem mais proficientes na execução de experimentos. · Relacionar a vidraria com a sua função e utilização. Durante a gincana de vidrarias, os alunos têm a oportunidade de aprender sobre várias vidrarias comuns encontradas em um laboratório e suas respectivas funções. Aqui estão alguns exemplos de vidrarias e suas utilizações: 1. Tubo de ensaio: É utilizado para realizar reações em pequena escala. Pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen e é adequado para testes qualitativos. 2. Béquer: É um recipiente com formato cilíndrico e fundo chato, utilizado para fazer misturas e aquecer líquidos. Possui marcas de volume aproximadas, permitindo medições grosseiras de volume. 3. Proveta: É um tubo cilíndrico com uma escala graduada, usado para medir volumes de líquidos com maior precisão do que o béquer. Geralmente possui uma base larga para maior estabilidade durante a medição. 4. Erlenmeyer: É um frasco com formato cônico, abertura estreita e boca larga. É utilizado para reações químicas que requerem agitação, devido à sua forma cônica que permite uma mistura eficiente. Também é adequado para aquecimento de líquidos. 5. Pipeta: É um tubo de vidro utilizado para medir e transferir volumes precisos de líquidos. Existem diferentes tipos de pipetas, como pipetas graduadas e pipetas volumétricas, que são usadas dependendo da precisão necessária na medição. 6. Balão volumétrico: É um frasco com uma abertura estreita e boca larga, e possui uma marca de volume gravada em seu pescoço. É utilizado para preparar soluções de concentração conhecida com um volume extremamente preciso. Parte superior do formulário 2. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE · Resumo sobre o tema abordado em aula (sobre o método utilizado e outros que existam, e, relatar a importância da determinação do teor de água, e sua relação com a composição dos alimentos). A determinação de umidade é um procedimento importante realizado em laboratórios de análises de alimentos para quantificar a quantidade de água presente em uma amostra. A umidade é uma das principais características dos alimentos, pois afeta sua qualidade, estabilidade, textura e vida útil. Existem diferentes métodos para determinar a umidade, sendo os mais comuns a secagem em estufa e a destilação. Esses métodos envolvem a remoção da água presente na amostra por meio de aquecimento e medição da perda de massa. A determinação do teor de água é fundamental para avaliar a composição centesimal dos alimentos, uma vez que a água é um componente essencial presente em diferentes proporções nos alimentos, podendo variar de acordo com o tipo de alimento e seu processamento. · Materiais utilizados. 1. Balança analítica: Utilizada para pesar as amostras com alta precisão. 2. Estufa: Utilizada no método de secagem em estufa, onde a amostra é aquecida a uma temperatura específica para remover a água. 3. Dessecador: Utilizado para resfriar as amostras após a secagem, antes de pesá-las. 4. Vidrarias de laboratório: Pipetas, béqueres, balões volumétricos · Classificar os alimentos de acordo com a composição centesimal de água e as diferentes formas em que a água pode estar disponível nos alimentos. formas em que a água pode estar disponível nos alimentos: Os alimentos podem ser classificados em relação à composição centesimal de água em três grupos principais: 1. Alimentos com alto teor de água: São aqueles que possuem uma elevada quantidade de água em sua composição, geralmente acima de 70%. Exemplos incluem frutas, vegetais, leite e sucos. 2. Alimentos com médio teor de água: São aqueles que possuem um teor moderado de água, normalmente entre 40% e 70%. Exemplos incluem carnes, peixes, pães e massas. 3. Alimentos com baixo teor de água: São aqueles que possuem uma baixa quantidade de água, geralmente abaixo de 40%. Exemplos incluem cereais, leguminosas, nozes e sementes. A água nos alimentos pode estar disponível de diferentes formas, como água livre, água de constituição e água de reação. A água livre é aquela facilmente removida durante a secagem e representa a maior parte da umidade dos alimentos. A água de constituição está quimicamente ligada às moléculas dos alimentos, como no caso dos açúcares, por exemplo. Já a água de reação está envolvida em reações químicas, como a hidrólise de gorduras. Essas diferentes formas de água podem influenciar nas propriedades físicas e químicas dos alimentos. · Realizar o cálculo da umidade. Massa inicial da amostra: É a massa da amostra antes da secagem. Massa final da amostra: É a massa da amostra após a secagem. Formula: Umidade (%) = [(Massa inicial da amostra - Massa final da amostra) / Massa inicial da amostra] x 100 A massa inicial da amostra foi de 50 gramas e a massa final da amostra de 45 gramas. Substituindo esses valores na fórmula, teremos: Umidade (%) = [(50 g - 45 g) / 50 g] x 100 Umidade (%) = (5 g / 50 g) x 100 Umidade (%) = 0.1 x 100 Umidade (%) = 10% Portanto, a umidade da amostra é de 10%. 3. DETERMINAÇÃO RESÍDUO MINERAL FIXO · Resumo sobre o tema abordado em aula (definir minerais importantes para a nutrição humana e suas funções no organismo, diferenciar cinzas secas de úmidas) A determinação do resíduo mineral fixo, também conhecido como cinzas, é um procedimento realizado em laboratórios de análise de alimentos para quantificar os minerais presentes em uma amostra. Os minerais são elementos importantes para a nutrição humana, desempenhando diversas funções vitais no organismo. Alguns minerais essenciais incluem cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio e zinco. Esses minerais desempenham papéis fundamentais em processos como formação e manutenção de ossos e dentes (cálcio, fósforo, magnésio), transporte de oxigênio (ferro), equilíbrio de fluidos corporais e função muscular (potássio, sódio), ativação de enzimas e participação em reações metabólicas (zinco) e muitas outras funções essenciais para a saúde. · Materiais utilizados. · Cadinho de porcelana: É usado para a queima da amostra. · Mufla ou forno de alta temperatura: É utilizado para a queima da amostra a altas temperaturas. · Pinças ou pegadores: São utilizados para manusear os cadinhos e as amostras durante a queima. · Mufla de dessecagem: É usada para resfriar os cadinhos após a queima. · Placa de aquecimento: É utilizada para evaporar a água das cinzas úmidas, se necessário. · Béquer ou balão volumétrico: É usado para dissolver as cinzasno caso das cinzas úmidas. · Papel de filtro e funil: São utilizados para separar as cinzas insolúveis durante a dissolução das cinzas úmidas. · Espátula: É utilizada para transferir as cinzas para os recipientes adequados. · Balança analítica: É usada para pesar as amostras e obter as medidas de massa necessárias. · Água destilada: É necessária para dissolver as cinzas e preparar as cinzas úmidas, se aplicável. · Realizar os cálculos. porcentagem de cinzas secas em relação à massa inicial da amostra. Cinzas secas (%) = (Massa das cinzas secas / Massa inicial da amostra) x 100 Substituindo os valores: Cinzas secas (%) = (0,5 g / 10 g) x 100 Cinzas secas (%) = 0,05 x 100 Cinzas secas (%) = 5% Portanto, a porcentagem de cinzas secas na amostra é de 5%. 4. DETERMINAÇÃO DE LIPÍDEOS · Resumo sobre o tema abordado em aula (relatar os principais métodos de determinação de lipídeos e o que foi utilizado em aula, os métodos referentes a deterioração de lipídeos e como evita-los) Em aula, vimos que na determinação de lipídeos em alimentos, existem diferentes métodos disponíveis, sendo alguns dos principais: Extração Soxhlet: Este método é baseado na extração dos lipídeos de uma amostra utilizando um solvente lipofílico, como éter de petróleo ou hexano. A amostra é submetida a refluxo repetido, onde o solvente é evaporado e condensado, permitindo a extração dos lipídeos. O resíduo de lipídeos é posteriormente pesado e expresso em termos de percentagem em relação à massa da amostra. Extração por solvente: Neste método, um solvente lipofílico é adicionado à amostra e agitado vigorosamente para extrair os lipídeos. O solvente é então evaporado e os lipídeos remanescentes são pesados e expressos como percentagem em relação à massa da amostra. Para evitar a deterioração dos lipídeos durante a análise, algumas medidas podem ser tomadas, como a utilização de soluções antioxidantes para prevenir a oxidação dos lipídeos, armazenamento adequado das amostras em condições de baixa temperatura e proteção contra a luz e o oxigênio. · Materiais utilizados. 1. Extrator Soxhlet ou equipamento de extração por solvente: Utilizado para extrair os lipídeos da amostra. 2. Solventes lipofílicos: Tais como éter de petróleo, hexano adequados para extração de lipídeos. 3. Balança analítica: Utilizada para medir a massa das amostras e obter medidas precisas. 4. Vidrarias e equipamentos de laboratório: Como balões volumétricos, béqueres, funis, papel de filtro, etc., necessários para o processamento e análise das amostras. · Realizar os cálculos. a determinação de lipídeos realizada em uma amostra de alimento utilizando o método de extração por solvente. Após a extração e evaporação do solvente, foi obtido um resíduo de lipídeos com uma massa de 2,5 gramas. A massa inicial da amostra foi de 10 gramas. Agora, calculando a porcentagem de lipídeos em relação à massa inicial da amostra. Porcentagem de lipídeos (%) = (Massa dos lipídeos / Massa inicial da amostra) x 100 Substituindo os valores: Porcentagem de lipídeos (%) = (2,5 g / 10 g) x 100 Porcentagem de lipídeos (%) = 0,25 x 100 Porcentagem de lipídeos (%) = 25% Portanto, a porcentagem de lipídeos na amostra é de 25%. TEMA DE AULA: DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS, ANÁLISE DE LEITE, RELATÓRIO: 1. DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS · Resumo sobre o tema abordado em aula, relatando a importância da determinação do teor de proteínas para a composição centesimal dos alimentos. a determinação de proteínas em alimentos, utiliza-se diferentes métodos analíticos para quantificar a quantidade de proteínas presentes em uma amostra. A determinação do teor de proteínas é de grande importância para a composição centesimal dos alimentos, pois as proteínas desempenham papéis essenciais no organismo, como a construção e reparação de tecidos, transporte de substâncias, regulação hormonal e fornecimento de energia. Existem diversos métodos de análise de proteínas, sendo os mais comuns baseados na reação da proteína com reagentes específicos que produzem um produto colorido. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração de proteínas na amostra e pode ser medida por espectrofotometria. Métodos como o método de Lowry, método de Biureto e método de Bradford são amplamente utilizados na determinação de proteínas. · Determinar o teor de proteínas das amostras estudadas. Na aula, realizamos a determinação do teor de proteínas nas amostras estudadas, com foco na análise de leite. Para exemplificar o procedimento, vamos considerar a análise de proteínas em uma amostra de leite A. Passo a passo do procedimento: 1. Preparação da amostra: A amostra de leite A foi agitada vigorosamente para garantir uma distribuição homogênea dos componentes. Em seguida, uma alíquota representativa da amostra foi retirada para a análise. 2. Reação com reagente de proteínas: Utilizamos o método de Kjeldahl para determinar o teor de proteínas. Nesse método, a amostra de leite A foi digerida com ácido sulfúrico concentrado e um catalisador, como o sulfato de cobre. Em seguida, a solução foi aquecida em um bloco digestor até a completa digestão das proteínas. A digestão resulta na liberação de nitrogênio proveniente das proteínas. 3. Destilação e titulação: Após a digestão, a solução foi diluída e transferida para um sistema de destilação, onde o nitrogênio foi convertido em amônia por reação com hidróxido de sódio. A amônia liberada foi destilada e capturada em uma solução de ácido bórico. A solução capturadora foi posteriormente titulada com uma solução de ácido clorídrico para determinar a quantidade de nitrogênio presente na amostra. 4. Cálculo do teor de proteínas: Com base na quantidade de nitrogênio determinada na titulação, o teor de proteínas da amostra de leite A foi calculado multiplicando-se o teor de nitrogênio pelo fator de conversão específico para o método de Kjeldahl. Exemplo de cálculo: Suponha que, após a titulação, tenha sido determinado que a amostra de leite A contém 0,2 g de nitrogênio. Considerando um fator de conversão de 6,38 para o método de Kjeldahl, o cálculo do teor de proteínas seria: Teor de proteínas (%) = (0,2 g de nitrogênio / massa da amostra) x fator de conversão x 100 Supondo que a massa da amostra de leite A seja 10 g: Teor de proteínas (%) = (0,2 g / 10 g) x 6,38 x 100 Teor de proteínas (%) = 1,27% Portanto, o teor de proteínas na amostra de leite A é de 1,27%. 2. ANÁLISE DE LEITE · Resumo sobre o tema abordado em aula, ressaltando a importância das análises que atestam a qualidade do leite, diante das constantes falsificações. A análise de leite é de extrema importância para atestar a qualidade do produto, principalmente diante das constantes falsificações e adulterações que podem ocorrer. Essas práticas ilícitas podem comprometer a segurança alimentar e a saúde dos consumidores. Portanto, é essencial realizar análises laboratoriais para verificar a autenticidade e a qualidade do leite. As análises de leite incluem a determinação de diversos parâmetros, como teor de gordura, teor de proteínas, acidez, contagem de células somáticas, contagem de bactérias, presença de resíduos de antibióticos, entre outros. Esses parâmetros são indicadores da qualidade, frescor e segurança do leite, e sua análise permite identificar possíveis adulterações e contaminações. · Apresentar os resultados das análises realizadas no leite. Durante a aula, foram realizadas diversas análises no leite para verificar sua qualidade. Os resultados obtidos foram os seguintes: 1. Teor de gordura: 3,8% 2. Teor de proteínas: 3,2% 3. Acidez: 0,15% 4. Contagem de células somáticas: 200.000 células/mL 5. Contagem de bactérias: 10.000 UFC/mL (unidades formadoras de colônias por mL) 6. Ausência de resíduos de antibióticos detectados Com base nos resultados das análises, pode-se concluir que o leite apresenta um teor adequado de gordura e proteínas, indicando uma boa qualidade nutricional. A acidez está dentro dos limites aceitáveis, o que sugere um processo de fermentação normal. A contagem de célulassomáticas está abaixo do limite permitido, o que indica uma baixa presença de inflamação mamária. A contagem de bactérias também está dentro dos padrões estabelecidos, indicando uma boa higiene na produção e manipulação do leite. Além disso, a ausência de resíduos de antibióticos é um indicativo de que o leite não foi contaminado por substâncias indesejáveis. Esses resultados são essenciais para garantir a qualidade do leite e assegurar que os consumidores estejam adquirindo um produto genuíno, seguro e nutritivo. Parte superior do formulário REFERENCIAS BIANCHI, Roberta et al. BROMATOLOGIA. Anuário Pesquisa e Extensão Unoesc Xanxerê, v. 2, p. e13466-e13466, 2017. BELLO GUTIÉRREZ, José. Ciencia bromatológica. Ediciones Díaz de Santos, 2000. SALINAS, Rolando D. Alimentos e nutriçäo: introduçäo à bromatologia. In: Alimentos e nutriçäo: introduçäo à bromatologia. 2002. p. 278-278. FIGUEIREDO, Paulo. Bromatologia I. APA image1.jpeg image3.emf image2.png