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(
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
)
RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL
TIPOS DE SEMEADURA E URINOCULTURA
	IDENTIFICAÇÃO
	1. Acadêmico: Jackson Douglas da Silva Faria
	2. Matrícula: 5590579
	3. Curso: Farmácia
	4. Turma: FLD214006SAU
	5. Disciplina: Microbiologia
	6. Tutor(a) Externo(a):
	DADOS DA PRÁTICA
	1. Título: Laboratório Virtual
	2. Semestre: 1° semestre
	3. Data: 08 de marcos de 2025
	INTRODUÇÃO
A semeadura por esgotamento é uma das técnicas de isolamento mais utilizadas, baseada no princípio de que uma célula microbiana isolada origina um agrupamento visível macroscopicamente (colônia) quando em meio de cultura propício para seu crescimento. Nessa técnica, uma suspensão de microrganismos é semeada no meio de cultura com uma alça calibrada, cuja finalidade é inocular uma quantidade fixa de amostra (1 µL ou 10 µL), facilitando a contagem de colônias isoladas (quando a técnica é realizada com alça de 1 µL, cada colônia representa 1.000 unidades formadoras de colônia – UFC). A semeadura é realizada por meio de movimentos estriados, porém não sobrepostos, no sentido das bordas para o centro da placa, e em três regiões diferentes. Ao final do experimento, cada célula depositada na superfície do meio terá originado uma colônia isolada.
	OBJETIVOS
	Este experimento trata dos tipos de semeadura e urinocultura: procedimentos microbiológicos realizados para isolamento e contagem de microrganismos. Como parte das atividades, você terá que semear amostras de pele por esgotamento e analisar a morfologia das colônias obtidas, além de semear amostras de urina por espalhamento com alça calibrada e realizar a contagem das colônias crescidas.
 
Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de:
conhecer os diferentes tipos de semeaduras e meios de culturas empregados em um laboratório de microbiologia clínico;
compreender os diferentes tipos de semeadura disponíveis no laboratório de microbiologia;
aprender como é realizada a urinocultura;
conhecer os objetivos de cada semeadura empregada e relembrar os tipos de placas utilizados em um laboratório de microbiologia;
exercitar a discussão de resultados com base em evidências.
	MATERIAIS
	Para esta prática, deverão ser utilizados jaleco de mangas compridas e luvas de procedimentos. De acordo com as regras de biossegurança, você deverá trajar calça comprida (que não seja legging e, de preferência, jeans), sapatos fechados que cubram completamente o dorso dos pés e, caso tenha cabelos longos, deverá mantê-los presos com elástico durante todo o tempo de permanência no laboratório.
Materiais necessários
 
·      Acendedor mecânico;
·      Alça bacteriológica;
·      Alça calibrada;
·      Alça de Drigalski;
·      Ágar Cled;
·      Ágar MacConkey;
·      Ágar Sangue;
·      Amostra de urina;
·      Bico de Bunsen;
·      Caneta marcadora;
·      Contador de colônias;
·      Estufa bacteriológica;
·      Jaleco;
·       Luvas de procedimento;
·      Máscara;
·       Óculos;
·      Swab.
	METODOLOGIA
	Através do laboratório Virtual apresentado pelo “AVA”, seguimos um roteiro para experiência.
ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS, ERROS E CALIBRAÇÃO DE VIDRARIAS
SEMEADURA DE AMOSTRAS DE PELE POR ESGOTAMENTO
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO
Lave as mãos na “Pia” e coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”
2. INOCULANDO A AMOSTRA, Identifique a placa de Petri com caneta permanente. Colete a amostra no antebraço do paciente com o swab estéril. Acenda o bico de Bunsen, posicione a placa de ágar sangue próximo a chama do bico de bunsen e retire a tampa. Inocule a amostra na placa. Tampe a placa e retorne-a para bancada. Repita o processo de inoculação na placa de ágar MacConkey. Retorne o swab para bancada ao final do processo.
3. SEMEANDO A AMOSTRA, Compare volumes medidos com o béquer de 50 mL e com a proveta de 50 mL. Para isso, adicione 20 mL de água destilada, com auxílio da pisseta, no béquer de 50 mL. Em seguida pese a proveta na balança, lembrando-se de, após a pesagem, utilizar a função “Tara” da balança para desprezar a massa da proveta. Em seguida, com auxílio da pipeta graduada, transfira o volume de água destilada do béquer para a proveta de 50 mL. Registre a massa do volume de água e anote as medidas na Tabela 1, disponível em “Avaliando os Resultados”.
4. OBSERVANDO O CRESCIMENTO, Retire a placa de dentro da estufa, ligue o bico de Bunsen, leve a placa para o bico de Bunsen e observe o crescimento.
SEMEADURA DE AMOSTRAS DE URINA POR ESPALHAMENTO
1. SEGURANCA DO EXPERIMENTO, Lave as mãos na “Pia” e coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”.
2. INOCULANDO A AMOSTRA, Identifique a placa de Petri com caneta permanente. Acenda o bico de Bunsen. Colete a amostra de urina com a alça calibrada de 10 μl. Mova a placa de ágar Cled para o bico de bunsen e inocule a amostra.  Descarte a alça calibrada.
3. OBSERVANDO O CRESCIMENTO, Mova a placa de petri para estufa. Espere 24 horas. Retire a placa de dentro da estufa, ligue o bico de Bunsen, leve a placa para o bico de Bunsen e observe o crescimento.
4. REALIZANDO A CONTAGEM, Mova a placa para o contador de colônias e ligue o equipamento. Realize a contagem das colônias utilizando a caneta do contador.  
5. AVALIANDO OS RESULTADOS
	RESULTADOS E DISCUSSÕES
	1. Qual é a diferença entre os ágares MacConkey, Sangue e Cled?
O ágar Cled é usado para isolar e identificar microrganismos patogênicos em amostras de urina, enquanto o ágar MacConkey é usado para isolar e identificar microrganismos Gram-negativos em amostras clínicas e de outros materiais. 
2. Cite pelo menos um meio seletivo, enriquecido, diferencial, transporte e de contagem.
Enriquecimento: desenvolvimento de bactérias gerais (Ex.: Caldo Tetrationato); Seletivo: inibem o crescimento de alguns microrganismos e propiciam o desenvolvimento de outros ( Ex.: Manitol e MacConkey); Diferencial: permite a diferenciação de microrganismos parecidos (Ex.: Ágar sangue e MacConkey);
3. Qual a referência da contagem das colônias para positivo ou negativo?
A contagem de colônias em microbiologia é considerada positiva quando há mais de 100.000 unidades formadoras de colônias por mililitro (UFC/mL). 
Uma urocultura positiva indica que há uma infecção urinária, pois foi detectada a presença de mais de 100.000 colônias de bactérias.
Uma urocultura negativa significa que não foi detectado o crescimento de colônias de bactérias em níveis acima do normal.
	REGISTRO FOTOGRÁFICO
	Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você pode tirar um selfie.
	REFERÊNCIAS
	ALGETEC. LABORATORIO VIRTUAL
https://uniasselvi.grupoa.education/sagah/object/default/98893138
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