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Aqui está um guia completo, ultradidático, detalhado e passo a passo de todo o conteúdo da 
aula. Este material foi estruturado na ordem exata dos slides para facilitar seus estudos e 
garantir que você domine cada conceito para a sua prova! 
PARTE 1: TUBERCULOSE (TB) 
1. Introdução e Epidemiologia da Tuberculose (Slides 
1 a 4) 
● O que é: A Tuberculose é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero 
Mycobacterium. 
● Impacto Global: Em 2015, a TB tornou-se a principal causa de morte por doenças 
infecciosas no mundo (superando o HIV). Em abril de 2020, foi ultrapassada pela 
COVID-19 em número de óbitos diários. Ocorre cerca de 1 morte a cada 21 segundos 
por TB no mundo. 
● A Forma Pulmonar: A TB pode afetar vários órgãos, mas a forma pulmonar é a mais 
importante para a Saúde Pública porque o paciente é bacilífero (ou seja, elimina bacilos 
no ar e transmite a doença). 
● Sintomático Respiratório (SR): Todo indivíduo com tosse por 3 semanas ou mais. 
Grave para a prova: Ter essa tosse exige investigação microbiológica imediata! 
● Transmissão e Sintomas: Transmitida via inalação de gotículas contendo o Bacilo de 
Koch (BK) eliminadas ao tossir, espirrar ou falar. Sintomas clássicos: febre 
(especialmente ao final da tarde/vespertina), tosse persistente (seca ou produtiva), suor 
noturno (sudorese), cansaço e emagrecimento. 
2. Classificação, Formas Clínicas e Diagnóstico 
Diferencial (Slides 5 a 7) 
Formas da Doença 
1. Primária: Mais comum em crianças. 
2. Pós-primária (Secundária): Mais comum em adolescentes e adultos jovens. 
3. Miliar: Forma grave e disseminada, comum em imunocomprometidos, com aspecto 
radiológico em "grãos de milho". 
Diagnóstico Diferencial 
A TB se parece com muitas outras doenças. É preciso diferenciar de: 
● Neoplasias: Câncer de pulmão, Linfomas. 
● Micobacterioses Não Tuberculosas (MNT): Ex.: M. avium, M. kansasii, M. abscessus. 
● Infecções Fúngicas: Histoplasmose, Paracoccidioidomicose, Aspergiloma, 
Criptococose. 
● Infecções Bacterianas: Pneumonias necrotizantes, Abscesso pulmonar, Nocardiose, 
Actinomicose. 
O Gênero Mycobacterium 
● Característica Marcante: São BAAR (Bacilos Álcool-Ácido Resistentes). Eles 
possuem uma parede celular rica em lipídeos (ácidos micólicos) que impede que 
descolorem com álcool e ácido na coloração. 
● Divisão Didática: 
○ Complexo Mycobacterium tuberculosis (CMTB): M. tuberculosis (principal 
causa de TB humana), M. bovis, M. africanum, M. microti, M. canetti. 
○ Micobactérias Não Tuberculosas (MNT): Podem ser de crescimento lento (M. 
avium, M. kansasii) ou rápido (M. fortuitum, M. abscessus). 
● Atenção para a prova: As MNTs causam sintomas e imagens radiológicas idênticas à TB! 
Se o paciente não responder ao tratamento padrão de TB, deve-se suspeitar de MNT. 
3. Fase Pré-Analítica no Diagnóstico de Tuberculose 
(Slides 8 e 9) 
A fase pré-analítica é a principal fonte de erros em microbiologia. 
Tipos de Amostra 
● Pulmonar: Escarro espontâneo (2 a 3 amostras), escarro induzido (com NaCl 3%), 
Lavado Broncoalveolar (LBA) ou Biópsia. 
● Extrapulmonar: Líquor (LCR), Urina, Biópsias de tecidos/gânglios, Sangue. 
Coleta Ideal do Escarro (Instruções Passo a Passo) 
1. Recipiente: Pote plástico transparente, descartável, de boca larga e tampa de rosca (5 a 
10 mL). 
2. Número e Momento de Amostras: 
○ 1ª amostra: Coletada no momento da 1ª consulta (para não perder o paciente). 
○ 2ª amostra: Coletada na manhã do dia seguinte, preferencialmente logo ao 
despertar. 
3. Local: Ao ar livre ou em salas com condições adequadas de biossegurança. 
4. Instrução ao Paciente: Ao acordar, lavar a boca apenas com água (remover resíduos do 
dente/comida), inspirar fundo, prender o ar, tossir bem fundo e escarrar direto no pote. 
Repetir até conseguir volume suficiente (não pode ser saliva!). 
Conservação e Transporte 
● Deve ser processado imediatamente ou mantido sob refrigeração (2 a 8 °C) por até no 
máximo 7 dias. 
● Nunca manter em temperatura ambiente por mais de 24 horas. Proteger sempre da luz 
solar. 
4. Métodos Diagnósticos Microbiológicos e 
Moleculares (Slides 10 a 20) 
A. Teste Rápido Molecular (TRM-TB) / GeneXpert® (Slides 10 e 11) 
● O que faz: Realiza uma PCR em tempo real totalmente automatizada em cerca de 2 
horas (1h45min). 
● O que detecta: 
1. Presença do DNA do Complexo M. tuberculosis. 
2. Presença de mutação no gene rpoB, que indica resistência à Rifampicina (uma 
das principais drogas contra TB). 
● Vantagens: Muito mais sensível que a baciloscopia (90% de sensibilidade para escarro). 
● Interpretação dos Resultados: 
○ MTB não detectado: Negativo. 
○ MTB detectado + Sem resistência à rifampicina: Positivo para TB, sensível à 
rifampicina. 
○ MTB detectado + Com resistência à rifampicina: Positivo para TB resistente. 
○ Sem resultado / Inválido / Erro: Inconclusivo (solicitar nova amostra). 
B. Baciloscopia / Pesquisa de BAAR (Slides 12 e 13) 
● Método: Coloração de Ziehl-Neelsen no esfregaço da amostra. Os bacilos ficam 
vermelhos/rosa sobre um fundo azul. 
● Processamento Prévia (Método de Petroff modificado): A amostra de escarro é 
descontaminada com NaOH a 4% (para matar bactérias comuns da boca) e neutralizada 
antes de confeccionar a lâmina e semear na cultura. 
● Vantagens: Rápido (resultado em até 24h ambulatorial ou 4h na urgência) e barato. 
Permite identificar rapidamente os pacientes bacilíferos. 
Interpretação da Baciloscopia de Escarro: 
Achados na Leitura Resultado Laudado 
 
Nenhum BAAR em 100 campos NEGATIVO 
1 a 9 BAAR em 100 campos Relatar a quantidade exata encontrada 
10 a 99 BAAR em 100 campos POSITIVO (+) 
1 a 10 BAAR por campo em 50 campos POSITIVO (++) 
Média de >10 BAAR por campo em 20 
campos 
POSITIVO (+++) 
Outros materiais (LCR, Biópsia, etc.): A presença de qualquer quantidade de BAAR já é 
considerada POSITIVO. 
C. Cultura para Micobactérias (Slides 14 e 15) 
A cultura é o padrão-ouro de sensibilidade (detecta de 10 a 100 bacilos na amostra). 
1. Meios de Cultura Sólidos: 
○ Löwenstein-Jensen (LJ): Meio verde à base de ovo. O crescimento do M. 
tuberculosis leva de 3 a 4 semanas (colônias rugosas, tom bege/creme). 
2. Meios de Cultura Líquidos Automáticos (Sistemas MGIT® e BACTEC®): 
○ MGIT® (Middlebrook 7H9 modificado): Utiliza tubos com sensores de 
fluorescência. Leitura automatizada contínua por até 42 dias. Tempo médio de 
detecção: 1 a 2 semanas (média 10 dias). Aceita quase todos os líquidos 
biológicos, exceto sangue e medula. 
○ BACTEC®: Próprio para amostras de sangue e aspirado de medula óssea. 
D. Identificação das Espécies (Slides 16 a 19) 
Quando a cultura dá positiva, precisamos saber qual micobactéria cresceu: 
1. MALDI-TOF MS (Espectrometria de Massas): Mede o perfil proteico das colônias 
através do tempo de vôo dos íons. 
○ Logscore 2.0: Identificação garantida de Espécie. 
2. Plano de Contingência (Sem MALDI-TOF): 
○ Multiplex-PCR de Triagem: Usa primers para o gene hsp65 (presente em TODAS 
as micobactérias, banda de 440bp) e para a sequência IS6110 (exclusiva do 
CMTB, banda de 550bp). 
■ Se aparecer apenas 440bp = É MNT (Micobactéria Não Tuberculosa). 
■ Se aparecerem 440bp + 550bp = É CMTB (M. tuberculosis). 
○ PRA-PCR (para MNTs): Amplifica o gene hsp65 e o corta com enzimas de 
restrição (Hae III e BstE II). O tamanho dos fragmentos cortados indica a espécie 
exata (ex.: M. avium, M. intracellulare). 
E. Testes de Suscetibilidade Genética e Definições de Resistência 
(Slide 20) 
● GenoType® MTBDRplus / MTBDRsl: Teste molecular de PCR + Hibridização em fitas 
(DNA-Strip). Identifica o CMTB e detecta mutações de resistência: 
○ Gene rpoB → Resistência à Rifampicina. 
○ Genes katG (alta resistência) e inhA (baixa resistência) → Resistência à 
Isoniazida. 
● Conceitos Importantes para a Prova: 
○ MDR-TB (Tuberculose Multirresistente): Cepas resistentes simultaneamente à 
Rifampicina E Isoniazida(os dois principais medicamentos). 
○ XDR-TB (Tuberculose Extensivamente Resistente): Resistência à Rifampicina + 
Isoniazida + qualquer Fluoroquinolona + pelo menos um injetável de 2ª linha 
(Capreomicina, Canamicina ou Amicacina). 
5. Testes Imunológicos para Tuberculose (Slides 21 e 
22) 
Estes testes não diagnosticam TB em atividade por si só; eles avaliam se o paciente já teve 
contato com o bacilo (infecção latente). 
1. Teste Tuberculínico / PPD (Reação de Mantoux): 
○ Injeção intradermal de derivados proteicos purificados. Mede-se o diâmetro da 
induração (caroço) formada após 48-72h. 
○ Interpretação em Imunocompetentes: 
■ 0 a 4 mm = Não reator. 
■ 5 a 9 mm = Reator fraco. 
■ ≥ 10 mm = Forte reator. 
○ Limitação: Dá falso-positivo em vacinados pela BCG e sofre falso-negativo em 
imunossuprimidos. 
2. IGRA (QuantiFERON®-TB Gold): 
○ Coleta de sangue total. Mede a liberação de Interferon-gama pelas células T 
(CD4/CD8) estimuladas por antígenos específicos do MTB (ESAT-6 e CFP-10). 
○ Vantagens em Relação ao PPD: Não dá reação cruzada com a vacina BCG e nem 
com MNTs; não é afetado por imunossupressão do paciente. 
PARTE 2: INFECÇÕES FÚNGICAS 
RESPIRATÓRIAS 
1. Introdução e Visão Geral (Slides 23 e 24) 
Os fungos infecciosos do trato respiratório dividem-se em dois grandes grupos: 
● Micoses Endêmicas / Patógenos Primários: Podem causar doença mesmo em 
pessoas saudáveis. 
1. Paracoccidioidomicose (PCM) 
2. Histoplasmose 
● Patógenos Oportunistas: Causam doença principalmente quando o sistema 
imunológico está enfraquecido. 
1. Criptococose 
2. Aspergilose 
2. Paracoccidioidomicose - PCM (Slides 25 a 31) 
Agentes Causais e Dimorfismo Térmico 
● Causada pelo complexo Paracoccidioides: P. brasiliensis e P. lutzii. 
● Fungo Dimórfico (Mudar de forma conforme a temperatura): 
○ 25 °C (no ambiente / solo): Forma filamentosa / micelial (produz conídeos). 
○ 37 °C (no tecido/hospedeiro): Forma de levedura. 
Transmissão e Epidemiologia 
● Inalação de conídeos/artroconídeos suspensos na poeira do solo. 
● Altamente associada ao trabalho rural (povo da roça, lavoura de café e 
cana-de-açúcar). 
● Tatus (Dasypus) são reservatórios animais. 
● Predomínio no Sexo Masculino: O hormônio estrogênio nas mulheres impede a 
conversão do fungo para a forma de levedura no tecido; por isso, homens adultos 
adoecem muito mais. 
Diagnóstico Laboratorial de PCM 
● Amostras: Escarro, lavado broncoalveolar, secreção/raspado de lesões mucosas e 
punção de linfonodos (gânglios). 
● Exame Micológico Direto (A fresco): 
○ Visualiza-se leveduras grandes com brotamento múltiplo ao redor da célula-mãe. 
○ Aspecto clássico: "Roda de leme" ou "Orelha do Mickey". 
● Cultura: 
○ A 25 °C cresce uma colônia branca, algodonosa. 
○ A 37 °C cresce uma colônia rugosa, cerebriforme (forma leveduriforme). 
● Sorologia (Imunodifusão Dupla): 
○ Pesquisa de anticorpos no soro do paciente. Excelente para confirmação 
diagnóstica e acompanhamento do tratamento (o título de anticorpos cai conforme 
a cura). 
○ Falso-negativo: Em pacientes com AIDS ou lesões muito localizadas. 
○ Falso-positivo: Reação cruzada com Histoplasmose. 
● Co-morbidade Importante: Cerca de 5 a 10% dos pacientes com PCM também têm 
Tuberculose junta (co-infecção)! 
3. Histoplasmose (Slides 32 a 35) 
Agente e Dimorfismo Térmico 
● Causada pelo Histoplasma capsulatum. 
● Dimorfismo Térmico: 
○ 25 °C (no ambiente): Forma micelial com macroconídeos tuberculados (com 
projeções espiculadas parecendo "mamonas" ou "rodas dentadas"). 
○ 37 °C (no hospedeiro): Leveduras pequenas. 
Reservatório e Transmissão 
● O fungo vive no solo rico em fezes/guano de morcegos e aves (galinheiros 
abandonados, cavernas, sótãos). 
● Infecção ocorre pela inalação de conídeos. 
Diagnóstico Laboratorial de Histoplasmose 
● Amostras: Biópsias, lavado brônquico, aspirado de medula óssea ou sangue. 
● Exame Direto / Histopatologia: 
○ Visualização de pequenas leveduras ovais INTRACELULARES, contidas dentro 
do citoplasma de macrófagos. 
● Cultura: Cresce a 25 °C revelando os hifas com macroconídeos tuberculados típicos e a 
37 °C colônias de leveduras. 
● Sorologia e Pesquisa de Antígeno: 
○ Pesquisa de Anticorpos (Imunodifusão / Fixação de Complemento): Boa para 
pacientes imunocompetentes. 
○ Pesquisa de ANTÍGENO (Urina e Soro): Essencial para doentes com 
AIDS/Imunossuprimidos, pois eles não conseguem fabricar anticorpos em 
quantidade detectável. 
4. Criptococose (Slides 36 a 39) 
Agentes e Características Estruturais 
● Causada por Cryptococcus neoformans (associado a fezes de pombos, forma 
oportunista) e Cryptococcus gattii (associado a árvores como eucaliptos, afeta 
imunocompetentes). 
● ATENÇÃO PARA A PROVA: O Cryptococcus NÃO É DIMÓRFICO! Ele é sempre uma 
levedura revestida por uma cápsula polissacarídica espessa tanto no ambiente 
quanto no corpo humano. 
Manifestações Clínicas 
Inicia com infecção pulmonar. Tem forte tropismo pelo Sistema Nervoso Central, sendo a causa 
mais comum de meningite/meningoencefalite fúngica grave em pacientes com HIV/AIDS. 
Diagnóstico Laboratorial da Criptococose 
● Amostras: Líquor (LCR), Escarro, Soro, Urina. 
● Exame Direto (Tinta da China / Nanquim / India Ink): 
○ Mistura-se a amostra (ex: LCR) com a tinta. A tinta escura não consegue 
atravessar a cápsula polissacarídica do fungo, forming um halo transparente 
(iluminado) brilhando ao redor da levedura. 
● Cultura: Colônias cremosas e mucoides surgem em 24 a 48 horas. Identificação por 
MALDI-TOF. 
● Aglutinação em Látex (Pesquisa do Antígeno Capsular - CrAg): 
○ Detecta o antígeno da cápsula diretamente no soro ou no LCR. Sensibilidade ≥ 
95% e Especificidade de 98%. 
○ Falso-positivo: Pode ocorrer se o paciente tiver Fator Reumatóide positivo. 
5. Aspergilose (Slides 40 a 43) 
Agentes e Formas Clínicas 
● Causada por bolores hialinos do gênero Aspergillus (como A. fumigatus, A. flavus, A. 
niger). Não é dimórfico (é um fungo filamentoso/bolor). 
● Padrões de Doenças: 
1. Aspergiloma ("Bola Fúngica"): O fungo se instala e cresce dentro de uma 
cavidade pré-existente no pulmão (ex.: uma cicatriz de cavidade antiga deixada 
pela Tuberculose). Na radiografia, vê-se o Sinal da Meia-Lua ou Crescente (Sinal 
de Monod). 
2. Doença Alérgica: Asma, Aspergilose Broncopulmonar Alérgica (ABPA). 
3. Aspergilose Invasiva: Ocorre em imunocomprometidos graves (pacientes 
neutropênicos, em uso pesado de corticoides ou transplantados). Altíssima 
mortalidade (70 a 90%). 
Diagnóstico Laboratorial de Aspergilose 
● Amostras: Escarro, LBA, Biópsia pulmonar. 
● Exame Direto: 
○ Observam-se hifas hialinas, septadas, com ramificações em ângulo agudo 
(45°). 
● Biomarcador - GALACTOMANA (Platelia Aspergillus EIA): 
○ Teste imunoenzimático (ELISA) que pesquisa a molécula de Galactomana 
(componente da parede celular de Aspergillus) liberada no soro. 
○ Uso principal: Diagnóstico precoce de Aspergilose Invasiva. Ponto de corte 
(índice de referência) = 0,5. 
GUIA RÁPIDO DE ERROS E 
INTERPRETAÇÃO PARA A PROVA 
Fatores de Erro Pré e Pós-Analíticos Resumidos 
Fase do Exame Principais Erros / Cuidados 
 
FASE PRÉ-ANALÍTICA (COLETA) 1. Amostra Inadequada: Coletar saliva ao 
invés de escarro (volume 24h degradam os 
germes. 
4. Erro de Identificação: Potes mal 
etiquetados ou requisições trocadas. 
FASE PÓS-ANALÍTICA (LAUDOS) 1. Confusão TB x MNT: Laudar apenas 
"BAAR Positivo" sem especificar se é 
MNT, levando ao tratamento errado para 
TB. 
2. PPD em Vacinados: Interpretar PPD 
isolado como TB ativa em vez de 
infecção latente. 
3. Reações Cruzadas: Sorologias de PCM 
dando positivo para Histoplasmose, ou 
Fator Reumatoide alterando a 
Aglutinação em Látex do Criptococo. 
Resumão de Ouro das Estruturas ao Microscópio (O que procurar nas 
lâminas):● Tuberculose (TB): Bacilos finos e rosa/vermelhos em fundo azul (Coloração de 
Ziehl-Neelsen / BAAR). 
● Paracoccidioidomicose (PCM): Leveduras grandes com brotamentos múltiplos ao redor 
("Roda de Leme" ou "Mickey"). 
● Histoplasmose: Pequenas leveduras ovais contidas dentro do citoplasma de 
macrófagos. 
● Criptococose: Levedura circular com halo brilhante transparente ao redor (Tinta da 
China/Nanquim). 
● Aspergilose: Hifas filamentosas hialinas com septos e ramificações em ângulo de 45°. 
	PARTE 1: TUBERCULOSE (TB) 
	1. Introdução e Epidemiologia da Tuberculose (Slides 1 a 4) 
	2. Classificação, Formas Clínicas e Diagnóstico Diferencial (Slides 5 a 7) 
	Formas da Doença 
	Diagnóstico Diferencial 
	O Gênero Mycobacterium 
	3. Fase Pré-Analítica no Diagnóstico de Tuberculose (Slides 8 e 9) 
	Tipos de Amostra 
	Coleta Ideal do Escarro (Instruções Passo a Passo) 
	Conservação e Transporte 
	4. Métodos Diagnósticos Microbiológicos e Moleculares (Slides 10 a 20) 
	A. Teste Rápido Molecular (TRM-TB) / GeneXpert® (Slides 10 e 11) 
	B. Baciloscopia / Pesquisa de BAAR (Slides 12 e 13) 
	Interpretação da Baciloscopia de Escarro: 
	C. Cultura para Micobactérias (Slides 14 e 15) 
	D. Identificação das Espécies (Slides 16 a 19) 
	E. Testes de Suscetibilidade Genética e Definições de Resistência (Slide 20) 
	5. Testes Imunológicos para Tuberculose (Slides 21 e 22) 
	PARTE 2: INFECÇÕES FÚNGICAS RESPIRATÓRIAS 
	1. Introdução e Visão Geral (Slides 23 e 24) 
	2. Paracoccidioidomicose - PCM (Slides 25 a 31) 
	Agentes Causais e Dimorfismo Térmico 
	Transmissão e Epidemiologia 
	Diagnóstico Laboratorial de PCM 
	3. Histoplasmose (Slides 32 a 35) 
	Agente e Dimorfismo Térmico 
	Reservatório e Transmissão 
	Diagnóstico Laboratorial de Histoplasmose 
	4. Criptococose (Slides 36 a 39) 
	Agentes e Características Estruturais 
	Manifestações Clínicas 
	Diagnóstico Laboratorial da Criptococose 
	5. Aspergilose (Slides 40 a 43) 
	Agentes e Formas Clínicas 
	Diagnóstico Laboratorial de Aspergilose 
	GUIA RÁPIDO DE ERROS E INTERPRETAÇÃO PARA A PROVA 
	Fatores de Erro Pré e Pós-Analíticos Resumidos 
	Resumão de Ouro das Estruturas ao Microscópio (O que procurar nas lâminas):

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