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Análise Cefalométrica de McNamara 
“MCNAMARA Jr, J.A. A method of cephalometric 
evaluation. Am J Orthod. 1984 Dec; 86(6) 449-
69.” 
Este artigo descreve um método de 
análise cefalométrica que é atualmente utilizado 
pelo autor na avaliação e planejamento do 
tratamento de pacientes submetidos a cirurgia 
ortodôntica e ortognática. Na análise de um 
único filme, as posições da maxila e mandíbula 
estão relacionadas às estruturas cranianas e 
entre si. Critérios para avaliação das posições 
ântero-posterior e vertical dos incisivos 
superiores e inferiores são fornecidos, assim 
como a documentação das normas para cada 
uma das medidas. Além disso, a análise de filmes 
seriados é considerada e um esboço passo-a-
passo do procedimento cefalométrico é 
apresentado. 
 A análise cefalométrica de 
McNamara é feita através de uma 
telerradiografia, ou seja, uma 
radiografia a distância que fornece 
uma imagem radiográfica dos 
ossos do crânio, da face e das 
partes moles. 
 McNamara elaborou sua análise 
direcionando-a melhor aos 
modernos métodos de cirurgia 
ortognática e terapia funcional. 
 Utiliza algumas medidas obtidas 
de outras Análises Cefalométricas, 
principalmente de Ricketts e 
Harvold. 
Segundo palavras suas “Uma análise precisa, 
moderna e principalmente de fácil entendimento, 
tanto pelo clínico geral como pelos pais dos 
pacientes”. 
McNamara avalia no desenvolvimento se 
tem uma boa harmonia entre dentes, ossos e 
perfil mole, e o desenvolvimento com crianças e 
adultos jovens. 
 
Avaliar principalmente: 
 Relação entre bases apicais e 
bases do crânio; 
 Relação entre dentes e suas bases 
apicais; 
 Analise das vias aéreas. 
Pontos Cefalométricos 
 Ponto Násio: N ou Na 
Ponto localizado na sutura frontonasal 
(osso frontal com os ossos nasais) 
 Ponto Órbita/Orbitário: Or 
Ponto localizado na porção mais inferior 
da órbita, do rebordo orbitário. Se houver 
duas órbitas, achar o ponto médio entre 
elas. 
 Ponto Pterigoideo: Ptm ou Pt 
Ponto localizado na intersecção das 
paredes posterior e superior da fossa 
pterigopalatina. Posicionado visualmente 
ou pela projeção da intersecção das 
paredes posterior e superior da fossa 
pterigopalatina. 
 Ponto Pório: Po ou Pr 
Ponto localizado na porção mais superior 
do conduto auditivo externo. Se houver 
duas imagens, marcar o ponto médio. 
 Ponto Básio: Ba 
Ponto localizado na porção 
posteroinferior na margem anterior do 
forame magno. 
 Ponto Condílio: Co 
Ponto localizado na porção mais 
posterosuperior da cabeça da mandíbula. 
 Ponto A 
Ponto que representa a maxila, localizado 
na porção mais profunda da concavidade 
subespinhal. Entre a espinha nasal 
anterior e o rebordo alveolar dentário. 
Apoiar uma régua no ponto N e bascular 
até encontrar a região mais côncava. 
 Ponto Pogônio: P, Pg ou Pog 
Ponto localizado na região mais anterior 
da sínfise mandibular, mento ósseo, no 
plano sagital mediano. Fixar a régua em N 
e bascular até encontrar o ponto na 
região mais convexa. 
 Ponto Espinha Nasal Anterior: ENA 
Ponto localizado na extremidade anterior 
da espinha nasal anterior, na porção mais 
anterior da maxila. 
 Ponto Mentual: Me 
Ponto localizado como o mais 
posteroinferior do contorno da sínfise da 
mandíbula. 
 Ponto Gônio: Go 
Ponto situado no ângulo da mandíbula. 
Bissetriz do ângulo formado pela 
intersecção da tangente a parede 
posterior do ramo da mandíbula e ao 
corpo (borda inferior) mandibular. 
 Ponto Gnático: Gn 
Ponto definido pela intersecção do plano 
mandibular (Go-Me) e a linha N-P (Plano 
Facial) 
 
Traçados de Orientação 
 Plano de Frankfurt 
Plano que une os pontos Po (Pório) e Or 
(Órbita). É a linha horizontal básica de 
referência no traçado cefalométrico. 
 Plano Mandibular 
Plano que une os pontos Me (Mentual) e 
Go (Gônio). 
 Linha Ba-N 
Linha que representa a Base do Crânio. 
Linha determinada pela união dos pontos 
Ba (Básio) e N (Násio). 
 Linha Co-A 
Linha que representa o Comprimento 
Efetivo da Maxila. Linha determinada 
pela união dos pontos Co (Condílo) e A. 
 Linha Co-Gn 
Linha que representa o Comprimento 
Efetivo da Mandibula. Linha determinada 
pela união dos pontos Co (Condilo) e Gn 
(Gnático) 
 Linha ENA-Me 
Linha que representa a Altura Facial 
Anteroinferior (AFAI). Linha determinada 
pela união dos pontos ENA (Espinha 
Nasal Anterior) e Me (Mentual). 
 Linha A-P 
Linha determinada pela união dos pontos 
A e P (Pogônio). 
 Linha Ptm-Gn 
Linha que determina o Eixo Facial. Plano 
que passa pelos pontos Ptm 
(Pterigoideo) e Gn (Gnático). 
 Linha N-PERP 
Linha perpendicular ao Plano de 
Frankfurt (Po-Or), partindo de N, até o 
Plano Mandibular (Go-Me). Linha 
exclusiva dessa análise. 
 
 
Grandezas Cefalométricas 
1. Relação da Maxila com a Base do Crânio 
 Avaliação dos Tecidos Duros 
Faz-se a medição linear do ponto A até a 
linha N-PERP. 
 
Na dentadura mista o ponto A deve estar coincidente 
com a linha N-PERP. 
Na dentadura permanente o ponto A deverá estar 
1mm a frente da linha N-PERP. 
OBS: Quando o ponto A estiver atrás da linha N-PERP, 
a medição linear levará sinal negativo (Ex: -3mm). Se 
estiver a frente o sinal será positivo. 
Nos casos de Classe III, devido a pequena base 
cranial anterior, poderá haver retrusão do ponto 
N, a construção da linha N-PERP é falsa, dando 
um posicionamento falso da maxila e mandíbula. 
Na classe II divisão 2ª, também se tem um falso 
posicionamento do ponto A. Este está colocado 
mais a frente devido a verticalização excessiva 
do incisivo central. Com a correção dessa 
inclinação, o ponto A é levado mais ou menos 
2mm para trás. Portanto nestes casos deve ser 
feita essa correção para se medir a distância de 
A a N-PERP. 
 
 Avaliação dos Tecidos Moles 
 Ângulo Nasolabial: Obtém-se através do 
traçado de uma linha tangenciando a base do 
nariz, e de outra tangenciando o lábio superior. 
 
Valor considerado normal: 102º ± 8º (94º - 110º) 
 
 
Um ângulo agudo (valores menores) indica 
protrusão maxilar e um ângulo obtuso (valores 
maiores) indica retrusão maxilar. Avaliar se tem 
realmente protrusão ou retrusão maxilar. 
 
 Inclinação do Lábio Superior: É o ângulo 
formado entre uma linha tangente ao lábio 
superior (Ls ao ângulo formado pela base do 
nariz e o lábio superior) e a linha N-PERP. O lábio 
superior é relacionado com a face. Nas pesquisas 
de McNamara, ele diz que deve-se formar um 
ângulo de 14º ± 8º (6º - 22º) com a linha N-PERP. O 
lábio superior deve ser ligeiramente 
proeminente. Quando estiver retruído ou 
verticalizado, contraindica-se a distalização da 
maxila ou dos dentes posteriores. 
 
 
 
2. Relação da Mandíbula com a Base do 
Crânio 
Traça-se a linha N-PERP e marca-se o ponto P 
(pogônio). A medida linear de N-PERP ao P 
mostrara a posição da mandíbula em relação a 
base do crânio. 
 
Na dentadura mista o ponto P deverá estar -
8mm a -6mm (atrás) da linha N-PERP. 
Na dentadura permanente mulheres o ponto P 
deverá estar -4mm (atrás) da linha N-PERP ou 
coincidir com a mesma (0 mm) 
Na dentadura permanente homens o ponto P 
deverá estar -2mm (atrás) da linha N-PERP ou 
2mm a frente dessa linha. 
 
OBS: Sempre que o ponto P estiver atrás da linha 
N-PERP a medição linear levara sinal negativo 
(Ex:-4mm). Se estiver a frente o sinal será 
positivo. 
 
 
 
3. Relação da Maxila com a Mandíbula 
 Comprimento efetivo da Maxila 
Mede-se linearmente a distância entre os pontos 
Condílio (Co) e o ponto A. Ao se medir o 
comprimento efetivo da maxila, deve-se levar 
em consideração a posição do ponto A em 
relação a linha N-PERP. 
 Se o ponto A estiver localizado 
corretamente, a medição do comprimento 
efetivo da maxila será feita sem correções. 
 Caso o ponto A esteja protruído ou 
retruído em relação a norma clínica e haja 
possibilidade dealteração ântero-posterior do 
mesmo pela mecânica ortodôntica/ortopédica, 
estimaremos sua posição pós-correção, para 
então calcularmos as demais medidas. 
 
Exemplo: Se o ponto A estiver adiantado 5mm 
em relação a linha N-PERP na dentição mista (o 
normal é 0mm), deve-se recuar o ponto A em 
5mm a fim de se proceder a medição do 
comprimento efetivo da maxila. Assim, se essa 
maxila estiver com um comprimento efetivo de 
90mm, estando 5mm a frente da linha N-PERP, 
ela estaria exageradamente grande (5mm a 
mais), quando o comprimento efetivo dela 
deverá ser 85mm. O mesmo raciocínio vale para 
quando a maxila está retruída. 
 Comprimento efetivo da Mandíbula 
Mede-se igualmente o comprimento da 
mandíbula a partir do ponto Condílio (Co) até o 
ponto Gnático (Gn). 
 
 
Existe uma proporcionalidade entre o 
comprimento efetivo da maxila e da mandíbula, 
independentemente da idade e sexo. Para um 
determinado tamanho de maxila existe um 
tamanho de mandíbula diretamente 
proporcional. A medida que se tem uma maxila 
maior, a diferença entre o comprimento dele e 
da mandíbula será proporcionalmente maior. 
 
4. Altura Facial Ânteroinferior (AFAI) 
É a denominada dimensão vertical. Sua medida é 
obtida da distância entre os pontos ENA 
(Espinha Nasal Anterior) e Me (Mentual). Esta 
medida linear também está correlacionada com 
a maxila. Com o avanço da idade esta medida 
aumenta. 
 
A correlação entre maxila e mandíbula 
corresponde um aumento ou diminuição da 
altura facial anterior (AFAI). Se a mandíbula, por 
exemplo, rodou no sentido horário, para baixo e 
para trás, o ponto P ficara distante de N-PERP, 
havendo um aumento da AFAI. A mandíbula, 
possivelmente devido a inclinação para baixo e 
para trás, parecerá menor do que realmente é. 
Já o avanço da mesma, rodando-a no sentido 
anti-horário, com consequente adiantamento do 
ponto P, a altura facial anterior inferior será 
diminuída e a mandíbula parecera maior. No 
entanto ela tem o mesmo tamanho de antes. 
Por outro lado, nos casos de Classe II 2ª divisão, 
possivelmente teremos uma AFAI diminuída, e 
uma mandíbula aparentemente normal em seu 
tamanho. A AFAI porem está mascarando a 
deficiência mandibular que realmente existe. 
Com o aumento da altura facial anterior inferior, 
pela rotação mandibular para baixo e para trás, 
o pogônio recuara em relação a linha N-PERP, 
mostrando assim um retrognatismo mandibular 
e aparência de uma mandíbula menor que o 
normal. 
Em síntese, quando a AFAI estiver aumentada, a 
mandíbula estará retrognata (nem sempre está 
mandíbula será menor que o normal). Quando a 
AFAI estiver diminuída, a mandíbula estará bem 
posicionada ou prognata (nem sempre está 
mandíbula terá um tamanho normal, geralmente 
ela é menor que o normal). 
 
 
Como norma, teremos: 
 Indivíduos na dentadura mista: AFAI = 
60mm a 62mm 
 Indivíduos medianos: AFAI = 66mm a 
67mm 
 Indivíduos grandes: AFAI = 70mm a 74mm 
 
5. Ângulo do Plano Mandibular 
Este ângulo é formado pelo Plano Horizontal de 
Frankfurt (Po-Or) e o Plano Mandibular (Go-Me), 
sendo a norma clínica para crescimento 
harmônico/neutro 25º. 
 
 Valor igual a 25º = crescimento normal. 
 Valores maiores que 25º = crescimento 
vertical. 
 Valores menores que 25º = crescimento 
horizontal. 
 
6. Ângulo do Eixo Facial 
Para a construção deste ângulo utiliza-se a linha 
da base do crânio (N-Ba) e o eixo facial (Ptm-Gn). 
O ângulo formado (Ba, Ptm, Gn) é o ângulo do 
eixo facial. Se o ângulo for 90º, indica um 
crescimento harmônico. 
 
 Ângulo igual a 90º = crescimento normal 
 Ângulo menor que 90º = crescimento 
vertical e dá-se um sinal negativo ao valor 
angular, por exemplo: -9º. 
 Ângulo maior que 90º = crescimento 
horizontal e o sinal sera positivo, por exemplo: 
6º. 
 
7. Relação do Incisivo Superior com a 
Maxila 
 Anteroposteriormente 
Para se avaliar a posição do incisivo superior em 
relação a maxila, no sentido horizontal, tomam-
se as seguintes providencias: 
 Traça-se a linha A: é uma linha paralela a 
N-PERP, passando pelo ponto A. 
 Mede-se em seguida a distância da linha A 
até a superfície vestibular do incisivo superior. 
 
 A medida padrão é 4mm a 6mm a frente 
da vertical A. 
 Valores menores que 4mm, representa 
retrusão dentoalveolar. 
 Valores maiores que 6mm, representa 
protrusão dentoalveolar. 
Obs: Às vezes pode-se cometer erros na 
avaliação da posição do incisivo superior, 
dependendo da posição da maxila. Se ela 
estiver retruída, o incisivo superior, apesar de 
bem posicionado, poderá parecer protruído. Se 
a maxila estiver protruído, ele poderá parecer 
retruído. 
 Verticalmente 
Faz-se uma análise da posição vertical do incisivo 
superior: se ele está bem posicionado, extruído 
ou intruído. 
Com os lábios em repouso, procede-se a medida 
da distância que vai da borda incisal do incisivo 
superior até a borda inferior do lábio superior. 
 
 Valor normal: 2mm a 3 mm abaixo da 
borda inferior do lábio superior. 
 Valor menor que 2mm: intrusão 
dentoalveolar. 
 Valor maior que 3mm: extrusão 
dentoalveolar. 
Obs: é sempre bom observar a musculatura 
funcional do lábio superior e a inclinação axial 
do incisivo superior. Quando o lábio é 
hipotônico ou o incisivo está extremamente 
inclinado, pode-se ter uma leitura ou medição 
falsa. 
8. Relação do Incisivo Inferior com a 
Mandíbula 
 Anteroposteriormente 
Faz-se a avaliação da posição antero-posterior 
do incisivo inferior, e se o mesmo está bem 
posicionado, retruído ou protruído. 
Traça-se a linha A-P (ponto A ao Pogônio). Mede-
se a distância da superfície vestibular do incisivo 
inferior até a linha A-P. 
 
 Valor normal: o incisivo deverá estar 1mm 
a 3mm à frente da linha A-P. 
 Valor menor que 1mm: retrusão 
dentoalveolar. 
 Valor maior que 3mm: protrusão 
dentoalveolar. 
Obs: Observar o relacionamento dos maxilares e 
a base do crânio. 
 Verticalmente 
Através da posição vertical do incisivo inferior 
faz-se avaliação se o mesmo está bem 
posicionado, extruído ou intruído em relação ao 
Plano Oclusal Funcional (Ricketts). 
Traça-se o plano oclusal funcional, que tangencia 
as faces oclusais dos dentes posteriores 
inferiores, e mede-se o quanto o incisivo inferior 
está intruído ou extruído em relação ao mesmo. 
 
 Valor normal: 1,3mm acima do plano 
oclusal. 
 Valor menor que 1,3mm: intrusão 
dentoalveolar. 
 Valor menor que 1,3mm: extrusão 
dentoalveolar. 
Mede-se desde a incisal do incisivo até o plano 
oclusal. Para se avaliar corretamente a posição 
do incisivo inferior, deve-se, antes de mais nada, 
analisar a altura facial ântero-posterior (AFAI). 
Assim, por exemplo, se existe uma 
sobremordida, e a AFAI está diminuída, opta-se 
pela extrusão dos dentes posteriores, o que ao 
mesmo tempo corrige a AFAI e a sobremordida. 
Se, por outro lado, junto a sobremordida temos 
uma AFAI normal ou aumentada, opta-se pela 
intrusão dos incisivos inferiores. 
 
9. Análise das Vias Aéreas 
 Nasofaringe 
Também chamada faringe superior. A largura da 
nasofaringe é medida linearmente de um ponto 
médio da parede posterior do palato mole até a 
parede posterior da faringe, onde houver maior 
fechamento da passagem aérea. É nesse local 
que se localizam as adenoides, diminuindo a 
largura da nasofaringe. 
 
 Valores normais na dentadura mista: 
12mm 
 Valores normais na dentadura 
permanente: 17,4mm 
Obs: Valor 2mm menor indica possível 
obstrução das vias aéreas superiores (adenoide 
hipertrófica – redução do espaço nasofaringeo) 
 
 Orofaringe 
Avaliada pela largura da faringe no ponto onde, 
radiograficamente, a borda posterior da língua 
cruza com a borda inferior da mandíbula até a 
parede posterior da faringe. 
 
 Valor normal: 10mm a 12mm para todas as 
idades. 
 
Obs: Se este valor estiver diminuído o fato éirrelevante. Se, porém, acontecer ao contrário, 
isto é, a medida estiver aumentada, poderá 
indicar posicionamento anterior da língua que 
pode ser postural ou provocado por amigdalas 
hipertrofiadas, dando como resultado: 
prognatismo mandibular, mordida cruzada 
anterior ou biprotrusão. 
Para que as interpretações não sejam falsas ou 
incorretas na avaliação das vias aéreas, o cliente 
deverá ter a língua em repouso no momento da 
tomada radiográfica, com o palato mole 
descansando sobre a borda da língua.