Relatório 3 - Volumetria de Oxiredução
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Relatório 3 - Volumetria de Oxiredução


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Universidade Federal do Ceará 
Centro de Ciências 
Departamento de Química Analítica e Físico-Química 
Curso de Farmácia 
 
 
 
VOLUMETRIA DE OXIRREDUÇÃO 
 
 
 
Disciplina: CF0688 - Química Analítica II Aplicada à Farmácia 
Professora: Ruth Maria Bonfim Vidal 
Aluno: Pedro Nonato da Silva Júnior Matrícula: 367522 
Turma: 01B 
Datas do Experimento: 19 de novembro e 03 de dezembro de 2015 
 
 
 
FORTALEZA 
2015 
 
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Sumário 
Objetivo ........................................................................................................................... 3 
Introdução ....................................................................................................................... 4 
Materiais e Métodos ....................................................................................................... 5 
Materiais Utilizados .................................................................................................... 5 
Reagentes Utilizados ................................................................................................... 5 
Procedimento Experimental ...................................................................................... 6 
1. Preparo e padronização da solução de KMnO4 0,02M ................................. 6 
2. Aplicações da Permanganimetria ................................................................... 7 
3. Padronização da solução de tiossulfato de sódio pentahidratado 
(Na2S2O3\u22195H2O) ....................................................................................................... 7 
4. Aplicação da Iodometria ................................................................................. 7 
Resultados e Discussão ................................................................................................... 8 
1. Preparo e padronização da solução de KMnO4 0,02M .................................... 8 
2. Aplicações da Permanganimetria ...................................................................... 9 
Determinação da pureza do sal de Mohr - [FeSO4(NH4)SO4\u22196H2O]..................... 9 
Determinação de peróxido de hidrogênio em água oxigenada comercial ........... 11 
3. Padronização da solução de tiossulfato de sódio pentahidratado 
(Na2S2O3\u22195H2O) ...................................................................................................... 13 
4. Aplicação da Iodometria ................................................................................... 13 
Determinação do teor de cloro ativo (Cl2) em água sanitária .............................. 13 
Conclusão ...................................................................................................................... 15 
Referências Bibliográficas ........................................................................................... 15 
 
 
 
 
 
 
 
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Objetivo 
\uf0b7 Verificar experimentalmente os princípios que regem a volumetria de oxirredução 
por meio de titulações permanganimétricas e iodométricas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Introdução 
As titulações de oxirredução são aplicadas a uma grande variedade de substâncias 
orgânicas e inorgânicas e a sua popularidade ultrapassa a das titulações de neutralização. 
Provavelmente, a diferença mais significativa entre elas é a disponibilidade de muitos 
titulantes e padrões para a volumetria de oxirredução, cada um com propriedades que os 
tornam especialmente adequados para uma aplicação. 
As reações de oxidação-redução devem preencher os requisitos gerais para que 
uma reação possa ser usada em um método titulométrico. Muitas reações de oxirredução 
se processam em uma série de etapas, então, a equação estequiométrica é a soma das 
reações parciais. Algumas espécies intermediárias são muito reativas e podem provocar 
reações paralelas ou induzidas indesejáveis. Muitas reações são lentas e, como a rapidez 
da reação é indispensável para o sucesso de uma titulação, é frequente a necessidade de 
aumentar a velocidade das reações mediante titulação a quente ou em presença de 
catalisadores. 
Os agentes oxidantes e redutores devem ser estáveis no solvente utilizado e a 
substancia a ser determinada deve ser colocada sob um determinado estado de oxidação 
definido e estável, antes da titulação ser iniciada. Os reagentes apropriados a este fim 
adicionados em excesso ao meio reagente, devem possuir a propriedade de reduzir ou 
oxidar convenientemente a amostra, sem interferir no resultado final, da análise, caso 
contrário, o excesso desta espécie deve ser destruído antes de se iniciar a titulação. 
O indicador de uma reação de oxidação-redução ideal é aquele que tenha o 
potencial de oxidação situado entre o do titulado e do titulante e que exiba uma viragem 
de cor nítida. Mas existem também reagentes auto-indicadores que é o caso do 
permanganato de potássio, onde uma gota atribui coloração rosa visível, mesmo na 
presença de íons levemente corados, este método tem o inconveniente da presença de 
agente oxidante em excesso no ponto final. 
Os agentes oxidantes empregados nessa prática foram o permanganato de potássio 
(KMnO4) e o iodo (I2): 
\uf0b7 O permanganato de potássio está entre os agentes oxidantes mais antigos usados 
na titulometria. As titulações feitas usando esse reagente como titulante são 
chamadas de Permanganimetria. É um poderoso agente oxidante e conforme as 
 
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condições do meio em que atua pode ser reduzido aos estados de oxidação +2, +3, 
+4 e +6; 
\uf0b7 Embora o poder oxidante do iodo seja consideravelmente menor do 
permanganato, o seu uso como titulante redox é grande devido ao fato dele reagir 
muito rapidamente com alguns redutores fortes e de existir um excelente indicador 
para as suas titulações (o amido). Essas duas vantagens superam a inabilidade do 
iodo reagir completamente com redutores fracos e a sua estabilidade limitada em 
solução. 
Materiais e Métodos 
Materiais Utilizados 
\uf0b7 Balança Analítica Digital de precisão de 0,1 mg; 
\uf0b7 Béquer de 50 mL; 
\uf0b7 Béquer de 250 mL; 
\uf0b7 Balão Volumétrico de 50 mL; 
\uf0b7 Pipeta Graduada de 10 mL; 
\uf0b7 Pipeta Volumétrica de 10 mL; 
\uf0b7 Pipeta Volumétrica de 20 mL; 
\uf0b7 Proveta de 50 mL; 
\uf0b7 Bureta de 50 mL; 
\uf0b7 Erlenmeyer de 50 mL; 
\uf0b7 Proveta de 100 mL; 
\uf0b7 Chapa aquecedora; 
\uf0b7 Funil; 
\uf0b7 Vidro de relógio; 
\uf0b7 Bastão de Vidro; 
\uf0b7 Suporte para bureta; 
\uf0b7 Pipeta Pasteur; 
\uf0b7 Recipiente de vidro âmbar para armazenar a solução. 
Reagentes Utilizados 
\uf0b7 Solução aquosa de permanganato de potássio (KMnO4) 0,02M; 
 
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\uf0b7 Oxalato de Sódio (Na2C2O4); 
\uf0b7 Solução de ácido sulfúrico (H2SO4) 1:8; 
\uf0b7 Sal de Mohr (sulfato ferroso amoniacal) \u2013 [FeSO4(NH4)SO4\u22196H2O]; 
\uf0b7 Solução de ácido fosfórico (H3PO4) 85%; 
\uf0b7 Água oxigenada comercial; 
\uf0b7 Solução de ácido sulfúrico (H2SO4) 1:5; 
\uf0b7 Solução de dicromato de potássio (K2Cr2O7) 0,0167M 
\uf0b7 Solução de ácido clorídrico (HCl) 6M; 
\uf0b7 Solução de amido 1%; 
\uf0b7 Solução de tiossulfato de sódio pentahidratado (Na2S2O3\u22195H2O) 0.098M; 
\uf0b7 Iodeto de potássio (KI); 
\uf0b7 Solução de iodeto de potássio (KI) 20% 
\uf0b7 Solução de ácido acético 1:4 
\uf0b7 Água sanitária; 
\uf0b7 Água destilada; 
Procedimento Experimental 
1. Preparo e padronização da solução de KMnO4 0,02M 
Pesou-se 0,8072 g de permanganato de potássio e essa massa foi dissolvida em 
250 mL de água destilada. A solução foi levada à chapa aquecedora e lá permaneceu cerca 
de uma hora. Depois de retirada da chapa, a solução foi filtrada utilizando um cadinho de 
vidro sinterizado e transferida para um frasco de vidro