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Resumão integradora O coração produz fator natriurético atrial (hormônio) Pericárdio -A membrana que envolve e protege o coração -Restringe o coração à sua posição ➢Pericárdio Fibroso: tecido conjuntivo inelástico, resistente, denso. -impede a hiperdistensão, dá proteção e ancoragem -próximo ao ápice do coração está parcialmente fundido ao tendão do diafragma; na respiração profunda, facilita a circulação do sangue pelo coração. ➢Pericárdio seroso: mais profundo, membrana mais fina, que forma uma dupla camada. A lâmina parietal do pericárdio seroso mais externa está fundida ao pericárdio fibroso. A lâmina visceral do pericárdio seroso, epicárdio Entre as camadas parietal e visceral há líquido pericárdico, reduz o atrito Epicárdio duas camadas de tecido A mais externa- lâmina visceral do pericárdio seroso -composta por mesotélio. Sob o mesotélio existe uma camada variável de tecido fibroelástico delicado e tecido adiposo (mais espesso sobre as faces ventriculares) -contém vasos sanguíneos, vasos linfáticos e vasos que irrigam o miocárdio Miocardio composto por tecido muscular cardíaco. As fibras musculares são envolvidas e separadas em feixes por bainhas de tecido conjuntivo compostas por endomísio e perimísio. são organizadas em feixes diagonais Endocardio fina camada de endotélio que recobre uma fina camada de tecido conjuntivo abrange as valvas cardíacas. esqueleto fibroso, serve de apoio para as válvulas e é o local de origem e inserção das células musculares cardíacas. O esqueleto cardíaco é composto de tecido conjuntivo denso. Formado por septo membranoso, trígono fibroso e o ânulo fibroso. Elas são formadas por um tecido conjuntivo denso, com fibras de colágeno grossas orientadas em várias direções. Átrio Direito O interior da parede posterior é liso; o interior da parede anterior é áspero, por causa de músculos pectíneos As valvas cardíacas são compostas por tecido conjuntivo denso recoberto por endocárdio. VD seu interior - trabéculas cárneas AE músculos pectíneos estão restritos à aurícula do átrio esquerdo, a parede anterior do átrio esquerdo também é lisa VE Tem trabéculas cárneas e tcordas tendíneas que ancoram as válvulas da valva atrioventricular esquerda aos músculos papilares Circulação coração bombeia o sangue em dois circuitos fechados a cada contração – circulação sistêmica e circulação pulmonar. Circulação Coronariana As artérias coronárias ramificam-se da parte ascendente da aorta Enquanto o coração está se contraindo, pouco sangue flui nas artérias coronárias, porque elas estão bem comprimidas. ↠ A artéria coronária se divide nos ramos interventricular anterior e circunflexo ↠ A artéria coronária direita se divide em ramos interventricular posterior e marginal direito. ↠ O miocárdio contém muitas anastomoses ( artérias conectadas)- fornecem desvios para o sangue arterial se uma via principal estiver obstruída ➢ Veia cardíaca magna no sulco interventricular anterior, que drena as áreas do coração irrigadas pela artéria coronária esquerda (ventrículos esquerdo e direito e átrio esquerdo); ➢ Veia interventricular posterior no sulco interventricular posterior, que drena as áreas irrigadas pelo ramo interventricular posterior da artéria coronária direita (ventrículos esquerdo e direito); ➢ Veia cardíaca parva no sulco coronário, que drena o átrio direito e o ventrículo direito; Histologia do Musculo Cardíaco -fibras musculares cardíacas são mais curtas e menos circulares -existe de um a dois núcleos centrais -As extremidades das fibras se ligam às fibras vizinhas por discos intercalares. Os discos têm desmossomos, que mantêm as fibras unidas, e junções comunicantes, que possibilitam que os potenciais de ação sejam conduzidos de uma fibra para outras. As junções - se contraia como uma única unidade coordenada. - As mitocôndrias são maiores e mais numerosas nas fibras -discos intercalados; elas são, na verdade, membranas celulares que separam as células miocárdicas umas das outras. Em cada disco intercalado, as membranas celulares se fundem entre si, para formar junções “comunicantes” permeáveis (gap junctions), que permitem rápida difusão, quase totalmente livre, dos íons. Dessa forma, o miocárdio forma sincício de muitas células musculares cardíacas. Funcoes das fibras: Agem como marca-passo, definindo o ritmo da excitação e Formam o sistema de condução do coração Quando o potencial marca-passo alcança o limiar, ele dispara um potencial de ação No nó AV, o potencial de ação se desacelera, Este atraso fornece tempo para os átrios drenarem seu sangue para os ventrículos. (feixe de His,). Este fascículo é o único local em que os potenciais de ação podem ser conduzidos dos átrios para os ventrículos. os ramos subendocárdicos calibrosos (fibras de Purkinje) conduzem rapidamente o potencial de ação fibras autorrítmicas do nó SA iniciariam um potencial de ação a cada 0,6 s, ou 100 vezes por minuto. Esta frequência é mais rápida do que a de qualquer outra fibra autorrítmica CICLO CARDIACO O ciclo cardíaco consiste no período de relaxamento, chamado diástole, durante o qual o coração se enche de sangue, seguido pelo período de contração, chamado sístole. duração total do ciclo cardíaco, incluindo a sístole e a diástole, é a recíproca da frequência cardíaca. BULHAS ↠ A primeira bulha (B1), tum, é mais forte e mais longa do que a segunda bulha. B1 é associada ao fechamento das valvas AV logo depois de a sístole ventricular começar. ↠ A segunda bulha (B2), é mais breve, som de tá. B2 é causada pelo fechamento das valvas do tronco pulmonar e da aorta no início da diástole ventricular. ➢ Controle parassimpático O neurotransmissor parassimpático acetilcolina (ACh) diminui a frequência cardíaca. A acetilcolina ativa os receptores colinérgicos muscarínicos que influenciam os canais de K e Ca2. A combinação dos dois efeitos faz a célula levar mais tempo para alcançar o limiar, atrasando o início do potencial de ação no marca-passo e diminuindo a frequência cardíaca. ➢ Controle simpático A estimulação simpática nas células marca-passo acelera a frequência cardíaca. As catecolaminas noradrenalina (dos neurônios simpáticos) e adrenalina (da medula da glândula suprarrenal) aumentam o fluxo iônico através dos canais If e de Ca2 . A entrada mais rápida de cátions acelera a taxa de despolarização, fazendo a célula atingir o limiar mais rapidamente e, assim, aumentando a taxa de disparo do potencial de ação Quando o marca-passo dispara potenciais de ação mais rapidamente, a frequência cardíaca aumenta. ➢ Hormônios: A epinefrina e a norepinefrina (da medula da glândula suprarrenal) melhoram a efetividade do bombeamento cardíaco. Eles afetam as fibras musculares cardíacas de modo muito semelhante à maneira como o faz a norepinefrina liberada pelos nervos aceleradores cardíacos – aumentam a frequência e a contratilidade cardíacas. O exercício, o estresse e a excitação fazem com que as medulas das glândulas suprarrenais liberem mais hormônios. Os hormônios tireoidianos também melhoram a contratilidade cardíaca e aumentam a frequência cardíaca. Um sinal de hipertireoidismo é a taquicardia, ou seja, uma frequência cardíaca de repouso elevada. ➢ Cátions: Dado que as diferenças entre as concentrações intracelulares e extracelulares de vários cátions (p. ex., Na+ e K+) são cruciais para a produção de potenciais de ação em todas as fibras nervosas e musculares, não é de se estranhar que os desequilíbrios iônicos possam comprometer rapidamente a efetividade do bombeamento cardíaco. As concentrações relativas de três cátions – K+, Ca2+ e Na+ – exercem efeito acentuado na função cardíaca. Níveis sanguíneos elevados de K+ ou Na+ diminuem a frequência e a contratilidade cardíaca. O excesso de Na+ bloqueia o influxo de Ca2+ durante potenciais de ação cardíacos, diminuindo assim a força de contração, enquanto o excesso de K+ bloqueia a produção de potenciais de ação. Um aumento moderado do nível intersticial (e, portanto, intracelular) de Ca2+ acelera a frequênciacardíaca e fortalece as contrações cardíacas. Substância química que afeta a contratilidade é chamada de agente inotrópico, e sua influência é chamada de efeito inotrópico. Se uma substância química aumenta a força de contração, ela possui um efeito inotrópico positivo. 80% do sangue fluem diretamente dos átrios para os ventrículos, mesmo antes da contração atrial. os átrios funcionam como bomba de escova (primer pump), que melhora a eficácia do bombeamento ventricular CONTRAÇÃO ISOMETRICA ↠após a contração ventricular as valvas A-V se fechem. ↠ É preciso mais 0,02 a 0,03 segundo para que o ventrículo gere pressão para abrir as válvulas semilunares (aórtica e pulmonar) ↠Durante esse período os ventrículos estão se contraindo, mas não ocorre esvaziamento. ↠ 60% do sangue do ventrículo são ejetados durante a sístole e 70% dessa porção são ejetados durante o primeiro terço do período (ejeção rápida), e os 30% ocorrem nos outros dois terços (ejeção lenta). Relaxamento Isovolumétrico: ↠ Ao final da sístole, o relaxamento ventricular começa. As Parterias altas fechas as valvas SL. O ventriculo continua a relaxar, mesmo que o volume não se altere, originando o período de relaxamento isovolumétrico ↠ As pressões intraventriculares diminuem rapidamente valvas A-V se abrem para iniciar novo ciclo ↠Período de enchimento rápido ventricular ocorre aproximadamente durante o primeiro terço da diástole. ↠ Ao longo do segundo terço, uma pequena quantidade de sangue nas condições normais flui para os ventrículos, sendo esse o sangue que continua a chegar aos átrios, vindo das veias, fluindo diretamente para os ventrículos. ↠ Durante o último terço da diástole, os átrios se contraem, dando impulso adicional A célula cardíaca é constituída de miofibrilas, núcleo, sarcoplasma, sarcolema, discos intercalares, mitocôndrias e retículo sarcoplasmático. A troponina age como receptora de cálcio em nível molecular, enquanto a tropomiosina recobre os pontos de acoplamento do sistema miosínico A energia necessária para ativar o sistema actinomiosínico provém do rompimento das ligações de ATP O elemento iônico fundamental na contração cardíaca é o cálcio, pois a elevação do teor de cálcio livre no interior do sarcômero resulta em sua interação com a troponina O músculo cardíaco, como todos os tecidos excitáveis, é refratário à reestimulação durante o potencial de ação . o período refratário do coração é o intervalo de tempo durante o qual o impulso cardíaco normal não pode reexcitar área já excitada do miocárdio Acoplamento Excitação-Contração – A função dos íons cálcio e dos túbulos transversos: mecanismo pelo qual o potencial de ação provoca a contração das miofibrilas ↠ O excesso de potássio nos líquidos extracelulares pode fazer com que o coração se dilate e fique flácido, além de diminuir a frequência dos batimentos o treinamento provoca hipertrofia do coração. Essa condição é conhecida como cardiomegalia fisiológica -Mesmo que o coração de um atleta bem treinado seja maior, seu débito cardíaco em repouso é aproximadamente o mesmo de uma pessoa não treinada saudável, porque o volume sistólico é aumentado enquanto a frequência cardíaca é diminuída. A HC excêntrica, observada no coração de atletas que realizam treinamento aeróbico, ocorre devido à sobrecarga de volume, ou seja, aumento da pré-carga devido ao aumento do retorno venoso durante as sessões de exercício, o que gera um elevado pico de tensão diastólica, induzindo ao crescimento dos miócitos. adição em série dos novos sarcômeros, e consequente aumento em seu comprimento pelo aumento no número das miofibrilas, A cavidade aumentada gera um elevado pico de tensão sistólica, que estimula o crescimento dos miócitos, pela adição de novos sarcômeros em paralelo, aumentando também a espessura da parede do VE de forma compensatória. Como consequência, a relação entre a parede ventricular e o raio do VE permanece inalterada. A HC concêntrica decorrente do treinamento de força é gerada pela sobrecarga pressórica que ocorre no VE, ou seja, pelo aumento da pós-carga, que é caracterizado pelo elevado pico de tensão sistólica. Como resposta a essa sobrecarga hemodinâmica ocorre aumento no diâmetro dos miócitos, pela adição de novos sarcômeros em paralelo, o que leva a um aumento na espessura da parede do VE. Tanto atletas como animais experimentais que realizam exercícios estáticos ou isométricos desenvolvem um aumento predominante da espessura da parede ventricular esquerda sem alteração no tamanho da cavidade do VE. O débito cardíaco é o produto da frequência cardíaca com o volume sistólico Durante a prática desportiva, o débito cardíaco do atleta é superior ao do indivíduo não atleta. No entanto, quando em repouso estes valores são muito semelhantes No entanto, quando em repouso estes valores são muito semelhantes em ambos. Visto que o volume sistólico está geralmente aumentado no atleta, para que o débito cardíaco em repouso seja semelhante em ambos os indivíduos, a frequência cardíaca do atleta diminui, o que se deve sobretudo às alterações do sistema nervoso autónomo Assim, é comum a existência de atletas com bradicardia sinusal CORACAO DO ATLETA Ventrículo Esquerdo: ↠ Diâmetro do ventrículo esquerdo no fim da diástole: encontra-se aumentado. ↠ da parede miocárdica: a espessura do septo interventricular é maior. ↠ Massa ventricular: aumentada. ↠ Forma do ventrículo esquerdo: forma alongada. Circulação fetal e neonatal ↠ As três estruturas vasculares mais importantes na transição da circulação são o ducto venoso, o forame oval e o ducto arterioso CIRCULAÇÃO FETAL ↠ O Sangue altamente oxigenado e rico em nutrientes retorna da placenta sob alta pressão para a veia umbilical ↠ Ao aproximar-se do fígado, aproximadamente metade do sangue passa diretamente para o ducto venoso. ↠ Após um curso pequeno na VCI, o sangue entra no átrio direito do coração. Devido à VCI também conter sangue pobremente oxigenado a partir dos membros inferiores, abdome e pelve, o sangue entrando no átrio direito não está tão bem oxigenado quanto o sangue na veia umbilical; porém, ele ainda possui um alto teor de oxigênio. ↠ A maioria do sangue da VCI é direcionada através do forame oval para o átrio esquerdo. Aqui ele se mistura com uma quantidade relativamente pequena de sangue pobremente oxigenado, retornando dos pulmões através das veias pulmonares. ↠ Os pulmões do feto usam o oxigênio do sangue em vez de devolvê-lo. Então, a partir do átrio esquerdo, o sangue passa para o ventrículo esquerdo e sai através da aorta ascendente. ↠ Aproximadamente 10% desse fluxo sanguíneo vão para os pulmões; a maioria do sangue passa através do ducto arterioso para a aorta ascendente do feto e retorna à placenta através das artérias umbilicais. ↠ O ducto arterioso protege os pulmões da sobrecarga circulatória e permite que o ventrículo direito se fortaleça na preparação para o funcionamento em plena capacidade no nascimento. (MOORE, 10ª ed.) A parede ventricular direita é mais espessa que a parede ventricular esquerda em fetos e neonatos, pois o ventrículo direito trabalha mais no útero. Ao final do primeiro mês, a parede ventricular esquerda está mais espessa que a parede ventricular direita, pois o ventrículo esquerdo está trabalhando mais agora. A parede ventricular direita se torna mais fina devido à atrofia associada à carga de trabalho mais leve Sopros cardíacos ↠ Geralmente, os sopros são causados pelo fluxo sanguíneo turbulento que pode resultar no estreitamento ou vazamento das válvulas cardíacas ou devido a passagens anormais de sangue no coração ➢ Sopro inocente: Geralmente, acontece num coração bem estruturado e funcional; ➢ Sopro funcional ou fisiológico: Apesar de não apresentar anomalia cardiovascular, encontra-se uma modificação hemodinâmica que pode alterar o fluxo normal do sangue; ➢ Sopro patológico ou orgânico: Quando anomalias funcionais e estruturais estão presentes no sistema cardiovascular. ↠ Um sopro cardiovascular deve ser caracterizado de acordo com: (PAZIN-FILHO;SCHMIDT; MACIEL, 2004) ➢ SITUAÇÃO NO CICLO CARDÍACO: Sistólicos: começam com a primeira bulha, ou logo depois dela, e terminam com a segunda bulha, ou seja, ocorre entre a primeira e a segunda bulha. Pode ser subdividido em: · • Protossistólico: ocorre na porção inicial da sístole. · • Mesossistólico: ocorre no meio da sístole. · • Telessistólico: ocorre no final da sístole. · • Holossistólico: ao longo de toda a sístole. Diastólicos: ocorre logo depois da segunda bulha. Podem ser subdivididos em: · • Protodiastólico: ocorre na porção inicial da diástole. · • Mesodiastólico: ocorre no meio da diástole. · • Telediastólico: ocorre no final da diástole. · • Holodiastólico: ao longo de toda diástole. Contínuos: começam na sístole e continuam sem interrupção através de B2, até toda a diástole ou parte dela. ➢ INTENSIDADE: · • Grau I é tão fraco que só pode ser ouvido com grande esforço. · • Grau II ainda é um sopro fraco, mas que pode ser detectado prontamente. · • Grau III é um sopro proeminente, mas sem grande intensidade. · • Grau IV é um sopro alto e comumente acompanhado de frêmito à palpação. · • Grau V, é um sopro alto e audível mesmo com o estetoscópio parcialmente em contato com a parede torácica (com o estetoscópio à 45o). · • Grau VI é de tão alta intensidade que pode ser auscultado mesmo com o estetoscópio sem estar em contato com a parede torácica. CARACTERÍSTICAS DO MÚSCULO CARDÍACO: ➢ As células musculares cardíacas individuais ramificam-se e juntam-se com as células vizinhas, criando uma rede complexa. As junções celulares, conhecidas como discos intercalares, consistem em membranas interligadas. Os discos intercalares têm dois componentes: os desmossomos e as junções comunicantes. Os desmossomos são conexões fortes que mantêm as células vizinhas unidas, permitindo que a força criada em uma célula seja transferida para a célula vizinha. ➢ As junções comunicantes nos discos intercalares conectam eletricamente as células musculares cardíacas umas às outras. Elas permitem que as ondas de despolarização se espalhem rapidamente de célula a célula, de modo que todas as células do músculo cardíaco se contraem quase simultaneamente. ➢ O retículo sarcoplasmático miocárdico é menor que o do músculo esquelético; por isso, o músculo cardíaco depende, em parte, do Ca extracelular para iniciar a contração. ➢ As mitocôndrias ocupam cerca de um terço do volume celular de uma fibra contrátil cardíaca, devido à grande demanda energética dessas células. ↠ Os tipos atrial e ventricular de músculo contraem-se quase como os músculos esqueléticos, mas com duração muito maior da contração. (GUYTON, 13ª ed.) ↠ As fibras excitatórias e de condução do coração, no entanto, só se contraem fracamente por conterem poucas fibras contráteis, mas apresentam descargas elétricas rítmicas automáticas, na forma de potenciais de ação O sinal para a contração é miogênico, ou seja, é originado dentro do próprio músculo cardíaco. ↠ O sinal para a contração miocárdica não é proveniente do sistema nervoso central, mas de células miocárdicas especializadas, denominadas células autoexcitáveis. As células autoexcitáveis miocárdicas são anatomicamente distintas das células contráteis: elas são menores e contêm poucas fibras contráteis. Como elas não têm sarcômeros organizados, as células autoexcitáveis não contribuem para a força contrátil do coração ↠ As fibras do nodo sinusal se conectam diretamente às fibras musculares atriais, de modo que qualquer potencial de ação que se inicie no nodo sinusal se difunde de imediato para a parede do músculo atrial ↠ As células do nó SA não têm potencial de repouso estável. Em vez disso, elas se despolarizam repetida e espontaneamente até um limiar. ↠ No nó AV, o potencial de ação se desacelera consideravelmente, como resultado de várias diferenças na estrutura celular do nó AV. Este atraso fornece tempo para os átrios drenarem seu sangue para os ventrículos ↠ A força gerada pelo músculo cardíaco é proporcional ao número de ligações cruzadas que estão ativas. O número de ligações cruzadas é determinado pela quantidade de Ca+2 ligado à troponina. ↠ Se a concentração citosólica de Ca+2 está baixa, algumas ligações cruzadas não são ativadas e a força de contração é menor. Se Ca+2 extracelular for adicionado à célula, mais Ca+2 será liberado do retículo sarcoplasmático. Esse Ca+2 adicional gera mais força ↠ A atividade elétrica (potencial de ação) leva a uma resposta mecânica (contração) depois de um pequeno atraso CÉLULAS MIOCÁRDICAS AUTOEXCITÁVEIS ↠ Potencial de membrana instável, o qual inicia em - 60 mV é chamado de potencial marca-passo, em vez de potencial de membrana em repouso, uma vez que ele nunca permanece em um valor constante Quando o potencial de membrana da célula é -60 mV, os canais If, que são permeáveis tanto ao K+ quanto ao Na+2, estão abertos. NÓ SINOATRIAL (SA) ➢ É normalmente o marca-passo do coração; ➢ Apresenta potencial de repouso instável; ➢Exibe despolarização na fase 4, ou automatismo O nó AV e o sistema His-Purkinje são marca-passos latentes, que podem exibir automatismo e sobrepujar o nó AS, se este for suprimido; ➢ A frequência intrínseca de despolarização da fase 4 é maior no nó AS e menor no sistema His-Purkinje: Nó SA> nó AV > His-Purkinje; FASE 0: é a fase ascendente do potencial de ação. ➢ É causada por um aumento da condutância do Ca+2 . Esse aumento resulta em uma corrente de influxo de Ca+2 que impulsiona o potencial de membrana em direção ao potencial de equilíbrio do Ca+2. ➢ A base iônica da fase 0 no nó SA é diferente daquela encontrada nos ventrículos, átrios e fibras de Purkinje (onde resulta uma corrente de influxo de Na+. FASE 3: é a repolarização. ➢ É causada por um aumento de condutância do K+. Esse aumento resulta em uma corrente de efluxo de K+ que causa repolarização do potencial de membrana FASE 4: é a despolarização lenta. ➢ É responsável pela atividade de marca-passo do nó SA; ➢ É causada por um aumento na condutância do Na+, que resulta em uma corrente de influxo de NA+ denominada If; ➢ A If é ativada pela repolarização do potencial de membrana durante o potencial de ação precedente. FASES 1 e 0: não estão presentes no potencial de ação do nó SA. Sistema Digestório ↠ Tubo da boca até o ânus e órgãos acessórios ↠ Inclui · Boca · Faringe · Esôfago · Estomago · Intestino delgado com o fígado, a vesícula biliar e o pâncreas como órgãos acessórios · Intestino grosso(ceco, cólon, reto e canal anal) · Anus Funções ↠ A ingestão é a entrada de alimento ↠ A mastigação ↠ A propulsão é o movimento do alimento de uma extremidade do trato digestório para outra ↠ Mistura, movem-no para trás e para a frente misturando-o com as secreções digestivas e auxiliando na sua fragmentação ↠ Secreção. ↠ Digestão ↠ Absorção ↠ Eliminação Histologia ↠ A partir da luz da víscera, essas camadas são a mucosa, submucosa, muscular e serosa Mucosa camada mais interna contém três subcamadas: um epitélio de revestimento, uma lâmina própria e uma muscular da mucosa Epitélio -reveste a luz do tubo digestório -funções relacionadas à digestão, como a absorção dos nutrientes e a secreção de muco. ↠ O epitélio na boca, faringe, esôfago e canal anal é feito principalmente de epitélio escamoso estratificado não queratinizado, que tem uma função protetora. ↠ O epitélio colunar simples, atua na secreção e absorção, reveste o estômago e os intestinos. Lâmina Própria ↠ É um tecido conjuntivo reticular cujos capilares nutrem o epitélio de revestimento e absorvem os nutrientes digeridos ↠ A lâmina própria contém a maior parte do tecido linfático associado à mucosa (MALT). O MALT é encontrado em todo o canal alimentar, especialmente nas tonsilas, no intestino delgado, no apêndice vermiforme e no intestino grosso. Muscular da Mucosa ↠ fina camada de músculo liso que produz movimentos ↠ Produz pequenas pregasna túnica mucosa do estômago e intestino delgado, que aumentam a área de superfície ↠ Os movimentos da lâmina muscular da mucosa asseguram que todas as células absortivas sejam totalmente expostas ao conteúdo do canal alimentar Submucosa ↠ tecido conjuntivo areolar ↠ Contém muitos vasos sanguíneos e linfáticos ↠ Uma extensa rede de neurônios, plexo submucoso está localizada na tela submucosa. ↠ Também pode conter glândulas e tecidos linfáticos ↠ As muitas fibras elásticas na submucosa permitem que o tubo digestório retome a sua forma original Muscular ↠ duas camadas de músculo liso: a camada circular interna, fibras em torno da circunferência do tubo, e a camada longitudinal, fibras ao longo do comprimento do canal ↠ A camada circular comprime o tubo intestinal e a longitudinal o encurta. Juntas, são responsáveis pelo peristaltismo e segmentação ↠ Em alguns lugares, a camada circular torna-se espessa e forma esfíncteres que agem como válvulas para evitar o refluxo do alimento ↠ O plexo mioentérico, ou plexo de Auerbach, estão entre essas duas camadas musculares. O plexo mioentérico é muito mais extenso que o submucoso e controla a motilidade Cada camada muscular funciona como um sincício. O músculo liso do trato gastrointestinal é excitado por atividade elétrica intrínseca, contínua e lenta, nas membranas das fibras musculares. Essa atividade consiste em dois tipos: Ondas lentas: determina ritmo das contrações. Essas ondas não são potenciais de ação. São variações lentas e ondulantes do potencial de repouso da membrana. As ondas lentas não estão associadas à entrada de íons cálcio na fibra do músculo liso (somente provocam entrada de íons sódio). Portanto, as ondas lentas, por si sós, em geral não causam contração muscular. É durante os potenciais em espícula, gerados nos picos das ondas lentas, que quantidades significativas de íons cálcio entram nas fibras e provocam grande parte da contração Potenciais em espícula: são verdadeiros potenciais de ação. Ocorrem, automaticamente, quando o potencial de repouso da membrana do músculo liso gastrointestinal fica mais positivo Serosa ou Adventícia ↠ A serosa, que é o peritônio visceral, é a camada mais externa dos órgãos peritoneais. É formada por epitélio simples pavimentoso (mesotélio) sobre uma camada de tecido conjuntivo frouxo ↠ As partes que não estão associadas com a cavidade peritoneal não possuem serosa, mas têm como sua camada externa uma adventícia, que é um tecido conjuntivo fibroso. Por exemplo, o esôfago no tórax tem uma adventícia que o liga às estruturas circundantes. ↠ Os órgãos retroperitoneais possuem serosa e adventícia – uma serosa na face anterior voltada para a cavidade peritoneal e uma adventícia na face posterior aderida na parede posterior do abdome. A membrana serosa que reveste os órgãos é o peritônio visceral (para esticar mais), e a que reveste a superfície interior da parede da cavidade abdominal é o peritônio parietal Cavidade Oral Sua abertura anterior é a rima da boca ↠ A boca é dividida em duas regiões: ➢ o vestíbulo (entrada) é o espaço entre as bochechas ou os lábios e os dentes; ➢ a cavidade oral própria encontra-se atrás dos dentes. ↠ A cavidade oral é revestida por epitélio estratificado pavimentoso, que a protege ↠ O frênulo do lábio (“pequeno freio do lábio”) é uma prega mediana que conecta a face interna de cada lábio com a gengiva ↠ As bochechas também são compostas pelo músculo bucinador, que aproxima as bochechas dos dentes, e pelo tecido adiposo bucal, que completa o perfil dessa parte do rosto Durante a mastigação, a contração dos músculos bucinadores nas bochechas e do músculo orbicular da boca nos lábios ajuda a manter os alimentos entre os dentes superiores e inferiores. Estes músculos também ajudam na fala ↠ O palato, que forma o teto da boca: o palato duro anteriormente e o palato mole que se ergue para fechar a parte oral da faringe durante a deglutição ↠ A úvula é uma projeção posterior do palato mole. Lateralmente, o palato mole fixa-se à língua pelos arcos palatoglossos e à parede da parte oral da faringe pelos arcos palatofaríngeos ↠ A parte anterior da língua é relativamente livre, exceto pela ligação ao chão da boca frênulas linguais ↠ A amilase salivar, que é secretada pelas glândulas salivares, inicia a degradação do amido. Continua agindo sobre os amidos por aproximadamente 1 h, tempo em que os ácidos do estômago inativam-na A parte serosa da saliva, que é produzida principalmente pelas glândulas parótidas e submandibulares, contém uma enzima digestiva chamada amilase salivar ↠ A saliva contém também lipase lingual, que é secretada pelas glândulas linguais na língua, que se ativa no ambiente ácido do estômago e, assim, começa a funcionar após o alimento ser deglutido. Ela cliva os triglicerídios (óleos e gorduras) em ácidos graxos e diglicerídios. Faringe ➢ Os músculos supra-hióideos erguem a laringe superiormente e anteriormente para posicioná-la embaixo da epiglote, fechando assim a via aérea para que o alimento não seja inalado para os pulmões. ➢ Os três músculos constritores da faringe - superior, médio e inferior - circundam a faringe e sobrepõem parcialmente um ao outro. São músculos esqueléticos inervados por neurônios ➢ Os músculos infra-hióideos tracionam o osso hioide e a laringe inferiormente, devolvendo-os às suas posições originais ↠ A parede faríngea é revestida por epitélio estratificado pavimentoso que protege contra a abrasão Esôfago tubo muscular que impele o alimento deglutido para o estômago. Sua luz é colapsada quando está vazio ↠ Une-se ao estômago no óstio cárdico que se fecha a fim de evitar a regurgitação dos sucos estomacais ácidos para o esôfago ↠ Diferentemente da boca e da faringe, a parede do esôfago contém todas as quatro camadas do tubo digestório: mucosa, submucosa, muscular externa e adventícia. ➢ O epitélio mucoso é um epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado. Na junção do esôfago e do estômago (junção esofagogástrica), essa camada espessa e resistente à abrasão muda abruptamente para o epitélio simples prismático e delgado do estômago, especializado para secreção. ➢ A submucosa contém glândulas mucosas, À medida que o alimento passa, ele comprime essas glândulas, fazendo-as secretarem um muco lubrificante ➢ A muscular consiste em músculo esquelético no terço superior do esôfago, uma mistura de músculo liso esquelético e liso no terço médio e músculo liso no terço inferior ➢ A camada mais externa é uma adventícia, não uma serosa, pois o segmento torácico do esôfago não está suspenso na cavidade peritoneal. ↠ Em cada extremidade do esôfago, a túnica muscular se torna ligeiramente mais proeminente e forma dois esfíncteres – o esfíncter esofágico superior (EES), que consiste em músculo esquelético, e o esfíncter esofágico inferior (EEI), que consiste em músculo liso e está próximo do coração. O esfíncter esofágico superior controla a circulação de alimentos da faringe para o esôfago; o esfíncter esofágico inferior regula o movimento dos alimentos do esôfago para o estômago Deglutição ➢ a fase voluntária, bolo é passado para a parte oral da faringe ➢ a fase faríngea, a passagem involuntária do bolo alimentar pela faringe até o esôfago; ↠ A fase faríngea da deglutição é um reflexo iniciado pela estimulação dos receptores táteis na área da orofaringe. Potenciais de ação aferentes são conduzidos ao longo dos nervos trigêmeo (V) e glossofaríngeo (IX) até o centro da deglutição no bulbo. Então, são iniciados potenciais de ação nos neurônios motores, que são conduzidos pelos nervos glossofaríngeo (IX), vago (X) e acessório (XI) até o palato mole e a faringe inicia com a elevação do palato mole, o que fecha a passagem entre a nasofaringe e a orofaringe. A faringe eleva-se para receber da boca o bolo de alimento e o conduz até o esôfago. Os músculos constritores faríngeos superior, médio e inferior se contraem em sequência, forçando o alimento ao longo da faringe. Ao mesmo tempo, o esfincteresofágico superior relaxa, a faringe elevada abre-se ao esôfago, e o alimento é empurrado ao esôfago. Essa fase da deglutição é inconsciente e controlada automaticamente, mesmo que os músculos envolvidos sejam esqueléticos ➢ a fase esofágica, a passagem involuntária do bolo alimentar através do esôfago até o estômago. As contrações musculares na parede do esôfago ocorrem em ondas peristálticas. o esfíncter esofágico inferior relaxa. ↠ A presença do alimento no esôfago estimula o plexo mioentérico, que controla as ondas peristálticas Estômago ↠ Situa-se na parte superior esquerda da cavidade peritoneal, nas regiões do hipocôndrio esquerdo, epigástrico e umbilical do abdome. Ele se situa imediatamente inferior ao diafragma e anterior ao baço e ao pâncreas. Sua parte superior é encoberta pelo lado esquerdo do fígado ↠ O estômago inicia a decomposição das proteínas secretando pepsina e ácido clorídrico algumas substâncias são absorvidas pelo estômago, incluindo a água, os eletrólitos e alguns fármacos ↠ O estômago tem quatro regiões principais: a cárdia, o fundo gástrico, o corpo gástrico e a parte pilórica ↠ A parte pilórica pode ser dividida em três regiões. A primeira região, o antro pilórico, liga o corpo ao estômago. A segunda região, o canal pilórico, leva à terceira região, o piloro, que por sua vez se conecta ao duodeno ↠ Quando o estômago está vazio, a túnica mucosa forma grandes rugas, as pregas gástricas ↠ O piloro se comunica com o duodeno do intestino delgado por meio de um esfíncter de músculo liso chamado músculo esfíncter do piloro ↠ A parede do estômago é composta pelas mesmas camadas básicas ↠ A superfície da túnica mucosa é uma camada de células epiteliais colunares simples, chamada células mucosas da superfície. ↠ A túnica mucosa contém a lâmina própria (tecido conjuntivo areolar) e a lâmina muscular da mucosa (músculo liso). As células epiteliais se estendem até a lâmina própria, onde formam colunas de células secretoras chamadas glândulas gástricas ↠ Várias glândulas gástricas se abrem na base de canais estreitos chamadas criptas gástricas. Secreções de várias glândulas gástricas fluem para cada cripta gástrica e, em seguida, para dentro do lúmen do estômago Nas partes pilórica e cárdica, as células das glândulas são principalmente células mucosas. No fundo e no corpo, por outro lado, as glândulas gástricas contêm três tipos de células secretórias: células mucosas do colo, células parietais (oxínticas) e células principais (zimogênicas) ↠ As glândulas gástricas contêm três tipos de células glandulares exócrinas que secretam seus produtos as células mucosas do colo, as células principais gástricas e as células parietais. Tanto as células mucosas superficiais quanto as células mucosas do colo secretam muco ↠ As secreções das células mucosa, parietal e principal gástrica formam o suco gástrico, Parietais ou Oxínticas produzem o ácido clorídrico (HCl) estomacal bombeando íons de hidrogênio e cloro na luz da glândula ↠ Muitas microvilosidades longas cobrem cada ponta, proporcionando uma grande área de superfície que permite o movimento rápido do H+ e do Cl- para fora das células. O citoplasma contém muitas mitocôndrias que fornecem a grande quantidade de energia gasta no bombeamento desses íons ↠ também secretam fator intrínseco, proteína necessária para a absorção da vitamina B12 pelo intestino delgado Células Zimogênicas (Principais) produzem e secretam a proteína enzimática pepsinogênio, que é ativada em pepsina quando encontra ácido na região apical da glândula um retículo endoplasmático rugoso bem desenvolvido (RER) e um aparelho de Golgi, além de grânulos secretórios no citoplasma apical. As células zigomogênicas também secretam lipase gástrica Células enteroendócrinas Células secretoras de hormônio. Um desses hormônios, a gastrina, sinaliza as células oxínticas para secretarem HCl quando o alimento entra no estômago. A maioria estão na região pilórica do estômago As células contendo gastrina (células G) secretam gastrina, e as células contendo somatostatina (células D) secretam somatostatina, que inibe a secreção de gastrina e insulina. Células -tronco não diferenciadas: elas se situam por todo o estômago. Essas células se dividem permanentemente, substituindo o epitélio de revestimento inteiro de células secretoras de muco ↠ Três camadas adicionais encontram-se profundamente à túnica mucosa: ➢ A tela submucosa - tecido conjuntivo areolar. ➢ A túnica muscular com três camadas de músculo liso: uma camada longitudinal externa, uma camada circular média e fibras oblíquas internas - limitadas principalmente ao corpo gástrico. ➢ A túnica serosa - epitélio escamoso simples (mesotélio) e tecido conjuntivo areolar. ÓSTIO PILÓRICO Ostio pilórico- Abre-se para possibilitar a passagem do quimo para o duodeno. ESTÔMAGO Funcoes do estomago: Estoque: Rugosidades permitem que o estômago se expanda e armazene os alimentos até que possam ser digeridos. Digestão.: A digestão de proteínas inicia como resultado da ação do ácido clorídrico e da pepsina. Absorção: A absorção de algumas substâncias (p. ex., água, álcool, ácido acetilsalicílico) ocorre no estômago. Mistura e propulsão: Ondas de mistura agitam vigorosamente os materiais ingeridos e as secreções estomacais e formam o quimo. As ondas peristálticas movem o quimo para o intestino delgado. Proteção: O muco lubrifica e evita a digestão da parede do estômago. Os ácidos estomacais matam a maioria dos microrganismos. Funções Motoras ENCHIMENTO GÁSTRICO ↠ Conforme o alimento entra no estômago, as rugas achatam-se e o volume do estômago aumenta ↠ O relaxamento das rugas é mediado por um reflexo mediado no bulbo que inibe o tônus muscular MISTURA DO CONTEÚDO GÁSTRICO ↠ O alimento ingerido é misturado com as secreções das glândulas gástricas realizada pelas delicadas ondas de mistura, que são contrações semelhantes às peristálticas que ocorrem aproximadamente a cada 20 segundos, a partir do corpo do estômago em direção ao esfíncter pilórico ↠ As ondas peristálticas ocorrem com menos frequência, são significativamente mais potentes que as ondas de mistura Poucas ondas peristálticas são observadas na região do fundo gástrico, que tem principalmente uma função de armazenamento Uma vez que as partículas de alimento no quimo são suficientemente pequenas, elas podem passar através do óstio pilórico, em um fenômeno conhecido como esvaziamento gástrico ↠ As contrações responsáveis por mover o quimo em direção à parcialmente fechada abertura do piloro são chamadas de bomba pilórica ↠ As contrações são estimuladas por níveis baixos de glicose sanguínea ↠ O esvaziamento gástrico é um processo lento: apenas aproximadamente 3 ml de quimo se movem através do óstio pilórico de cada vez O reflexo gastroesofágico e o hormônio colecistocinina são os maiores inibidores da motilidade gástrica. O resultado é uma redução na taxa de esvaziamento gástrico A principal razão para a alta depuração dos carboidratos, geralmente 1 hora, é que eles não aumentam a liberação de colecistocinina, que é o principal inibidor do esvaziamento gástrico Secreções Gástricas ↠ As células mucosas da superfície e as células mucosas do colo secretam um muco alcalino, lubrifica e protege as células epiteliais da parede do estômago contra o efeito danoso do quimo ácido e da pepsina. ↠ O bicarbonato é secretado pelas células superficiais do estômago e pelo duodeno, em resposta a prostaglandinas, peptídeos e contato com o ácido gástrico. ↠ A secreção de bicarbonato pode ser inibida por ácidos biliares. ↠ O fator intrínseco é uma glicoproteína que se liga à vitamina B12, fazendo essa vitamina ser mais facilmente absorvida no íleo A vitamina B12 é necessária para a síntese do ácido desoxirribonucleico (DNA), que é especialmente importante para a produção contínua normal de hemácias. Uma deficiência de absorção de vitamina B12 leva à anemia perniciosa A pepsina é mais efetiva no ambiente ácido do estômago (pH 2); torna-se inativaem um pH mais alto Apenas uma pequena quantidade de nutrientes é absorvida no estômago, porque suas células epiteliais são impermeáveis à maior parte dos materiais. No entanto, as células mucosas do estômago absorvem um pouco de água, íons e ácidos graxos de HCL ↠ Os íons hidrogênio são derivados do dióxido de carbono e da água, que entram na célula parietal pela sua superfície serosa. a anidrase carbônica catalisa a reação entre o dióxido de carbono e a água para formar ácido carbônico. dissociam-se para formar H+ e HCO3. Os íons hidrogênio são ativamente transportados pela superfície mucosa da célula parietal para o lúmen do estômago por uma bomba de troca H+-K+, chamada de bomba de prótons. A bomba move o H+ por transporte ativo contra um abrupto gradiente de concentração, e o Cl- difunde-se das células por meio de canais iônicos na membrana plasmática. A difusão do Cl- para a glândula gástrica equilibra o H+ positivamente carregado, reduzindo a quantidade de energia necessária para transportar o H+ tanto contra o gradiente de concentração quanto contra o gradiente elétrico. O resultado líquido é a secreção de HCl o HCO3- é trocado por Cl- por um antiporte, que está localizado na membrana plasmática, e o Cl- subsequentemente se move para o interior da célula. Isso resulta em pH sanguíneo elevado nas veias que transportam o sangue do estômago, a chamada maré alcalina ↠ A secreção de HCl pelas células parietais pode ser estimulada por a acetilcolina (ACh) liberada pelos neurônios parassimpáticos, a gastrina secretada pelas células secretoras de gastrina e a histamina, que é uma substância parácrina liberada pelos mastócitos a histamina atua sinergicamente, melhorando os efeitos da acetilcolina e da gastrina. Os receptores das três substâncias estão presentes na membrana plasmática das células parietais Regulação da Secreção Gástrica ↠ Tanto mecanismos nervosos quanto hormonais regulam as secreções gástricas. Os mecanismos neurais envolvem reflexos integrados no bulbo e reflexos locais integrados dentro do SNE. Os mensageiros químicos que regulam as secreções gástricas incluem os hormônios gastrina, secretina e colecistocinina, assim como o mensageiro químico parácrino histamina ↠ A regulação da secreção gástrica está dividida em três fases: cefálica, gástrica e intestinal Fase Cefálica o cheiro e o gosto do alimento, a estimulação de receptores táteis durante o processo de mastigação e deglutição e pensamentos prazerosos ↠ A estimulação parassimpática da mucosa gástrica resulta na liberação do neurotransmissor acetilcolina, que aumenta a atividade secretora das células principais e parietais e estimula a secreção de gastrina e histamina pelas células enteroendócrinas ↠ A gastrina liberada na circulação desloca-se até as células parietais, onde estimula a secreção adicional de ácido clorídrico e pepsinogênio. Em adição, a gastrina estimula as células ECL a liberarem histamina, que também estimula as células parietais a secretarem ácido clorídrico Fase Gástrica ↠ Onde maior volume das secreções é produzido Os principais estímulos são a distensão do estômago e a presença de aminoácidos e peptídeos ↠ A distensãoestimula mecanorreceptores. Potenciais de ação gerados por esses receptores iniciam reflexos que liberam acetilcolina e uma cascata de eventos que aumentam a secreção. A presença de proteínas parcialmente digeridas ou quantidades moderadas de álcool e cafeína no estômago também estimulam a secreção de gastrina ↠ Quando o pH do conteúdo estomacal cai abaixo de 2, o aumento da secreção gástrica estimulado pela distensão do estômago é bloqueado. Esse mecanismo de retroalimentação negativa limita a secreção do suco gástrico. Fase Intestinal ↠ As soluções ácidas no duodeno causam a liberação do hormônio secretina na corrente sanguínea. A secretina inibe a secreção gástrica por inibir tanto as células parietais quanto as células principais ↠ Ácidos graxos, outros lipídeos e, em menor grau, os produtos de digestão das proteínas no duodeno e no jejuno proximal iniciam a liberação de colecistocinina, que inibe a secreção gástrica A inibição da secreção gástrica também está sob controle nervoso. O reflexo enterogástrico consiste em um reflexo local e um reflexo integrado no bulbo que reduzem a secreção. Intestino delgado ↠ As duas principais glândulas acessórias, o fígado e o pâncreas, estão associadas ao duodeno ↠ A maior parte da digestão e absorção ↠ A área é aumentada ainda por pregas circulares, vilosidades e microvilosidades ↠omeça no músculo esfíncter do piloro do estômago Duodeno ↠ são encontradas duas pequenas aberturas: a papila duodenal maior e a papila duodenal menor. Ductos provenientes do fígado e/ou do pâncreas abrem-se nessas papilas ↠ A superfície do duodeno possui diversas modificações que aumentam a sua área. A mucosa e a submucosa formam uma série de pregas chamadas pregas circulares o revestimento do intestino delgado apresenta uma série de pregas permanentes, plicae circularis, em forma semilunar, circular ou espiral, que consistem em dobras da mucosa e da submucosa. .Essas pregas são mais desenvolvidas no jejuno e, embora sejam frequentemente observadas no duodeno e no íleo, não são características desses órgãos ↠ Estreitas projeções da mucosa, com formato semelhante a dedos, formam as vilosidades. Cada vilosidade é revestida por epitélio simples colunar e contém uma rede de capilares sanguíneos e um capilar linfático chamado lácteo ↠ As microvilosidades combinadas sobre toda a superfície epitelial formam a borda em escova ↠ A mucosa do duodeno é um epitélio colunar simples com quatros principais tipos celulares: 1- células absortivas: são células com microvilosidades que produzem enzimas e absorvem o alimento digerido. Também conhecidas como enterócitos, contêm muitas mitocôndrias porque a absorção dos nutrientes digeridos é um processo que exige grande quantidade de energia. Eles também contêm um retículo endoplasmático abundante que transforma as moléculas de lipídio recém-absorvidas em complexos lipídico-proteicos chamados quilomicrons. Depois de produzidos, os quilomicrons entram nos capilares linfáticos (“lácteos”), a forma que a gordura absorvida entra na circulação. Células absortivas são células colunares altas, cada uma com um núcleo oval em sua porção basal. No ápice de cada célula, a membrana plasmática se projeta para o lúmen (microvilosidade), criando a borda em escova 2- células caliciformes: que produzem o muco protetor estão distribuídas entre as células absortivas. são menos abundantes no duodeno e aumentam em número em direção ao íleo. Essas células produzem glicoproteínas ácidas do tipo mucina que são hidratadas e formam ligações cruzadas entre si para originar o muco. 3- células granulares, ou células de Paneth: que auxiliam na proteção do epitélio intestinal contra as bactérias Células de Paneth, localizadas na porção basal das criptas intestinais, são células exócrinas com grandes grânulos de secreção eosinofílicos em seu citoplasma apical. Esses grânulos contêm lisozima e defensina, enzimas que podem permeabilizar e digerir a parede de bactérias. Em virtude de sua atividade antibacteriana, a lisozima também exerce controle sobre a microbiota intestinal 4- células endócrinas: que produzem os hormônios reguladores. ↠ células epiteliais são produzidas no interior de invaginações tubulares da mucosa, chamadas glândulas intestinais, ou criptas de Lieberkühn, na base das vilosidades Células epiteliais não diferenciadas revestem as glândulas intestinais e renovam o epitélio mucoso dividindo-se e movendo-se permanentemente sobre as vilosidades. Elas estão entre as células que se dividem mais rapidamente no corpo, renovando completamente o epitélio interno do intestino delgado. ↠ As células endócrinas e granulares permanecem na base das glândulas ↠ A lâmina própria do intestino delgado é composta por tecido conjuntivo frouxo com vasos sanguíneos e linfáticos, fibras nervosas e fibras musculares lisas ↠ Asubmucosa do duodeno contém glândulas mucosas tubulares alveolares chamadas glândulas duodenais, ou glândulas de Brunner, que se abrem na base das glândulas intestinais.Essas glândulas secretam um muco alcalino rico em bicarbonato que ajuda a neutralizar a acidez do quimo do estômago e contribui para a camada protetora de muco na superfície interna do intestino delgado O intestino delgado contém muitas áreas de tecido linfático. O tecido linfático associado a mucosa (MALT) é encontrado na camada mucosa de todo o intestino e os nódulos linfáticos agregados (placas de Peyer) estão situados na submucosa do íleo Jejuno e íleo a partir do duodeno em direção ao íleo, existe uma diminuição gradual no diâmetro do intestino delgado, na espessura da parede intestinal, na quantidade de pregas circulares e na quantidade de vilosidades ↠ O duodeno e o jejuno são os principais locais de absorção de nutrientes ↠ Os nódulos linfáticos chamados de placas de Peyer são muito numerosos na mucosa e na submucosa do íleo -Células M (microfold) são células epiteliais especializadas que recobrem folículos linfoides das placas de Peyer, localizadas no íleo. Essas células são caracterizadas por numerosas invaginações basais que contêm muitos linfócitos e células apresentadoras de antígenos, como os macrófagos. Células M podem captar antígenos por endocitose e transportá-los para os macrófagos ↠ O local onde o íleo se une ao intestino grosso é chamado de junção ileocecal. Ela possui um anel de músculo liso, o esfíncter ileocecal ↠ A mistura e a propulsão do quimo são as principais funções mecânicas do intestino delgado contrações segmentares e peristálticas realizadas pelo músculo liso ↠ As contrações segmentares misturam os conteúdos intestinais, e as contrações peristálticas propelem-nos ao longo do trato digestório ↠ A contração do músculo liso aumenta em resposta à distensão da parede intestinal. ↠ A atividade peristáltica do intestino delgado é bastante intensa após refeição. Esse aumento da atividade deve-se, em parte, à entrada do quimo no duodeno, causando distensão de sua parede. Secreção do Intestino delgado secreções provenientes do fígado e do pâncreas também entram no intestino delgado ↠ O pâncreas secreta a maioria das enzimas digestivas que entram no intestino delgado ↠ As glândulas duodenais, as glândulas intestinais e as células caliciformes secretam grande quantidade de muco. ↠ A mucosa intestinal libera secretina e colecistocinina, que estimulam as secreções pancreáticas e hepáticas ↠ As enzimas da mucosa intestinal estão ligadas à membrana das células absortivas das microvilosidades: Peptidases, sucrase, maltase, isomaltase e lactase e lipase intestinal Pequenas moléculas, que são produtos da digestão, são absorvidas através das microvilosidades e entram no sistema linfático ou circulatório Pâncreas tecidos endócrino e exócrino cabeça, corpo e cauda ↠ A parte endócrina do pâncreas consiste em ilhotas pancreáticas, ou ilhotas de Langerhans. As células das ilhotas produzem insulina e glucagon, no controle dos níveis sanguíneos de nutrientes, e somatostatina, que regula a secreção de insulina e glucagon ↠ A parte exócrina do pâncreas é composta por glândulas acinares complexas. Os ácinos produzem as enzimas digestivas. Grupos de ácinos formam lóbulos que são separados por septos estreitos Os lóbulos são conectados por pequenos ductos intercalares em ductos intralobulares, unem-se no ducto pancreático, que se une ao ducto biliar comum na ampola hepatopancreática, ou ampola de Vater ↠ A ampola hepatopancreática abre-se no duodeno na papila duodenal maior. esfincter de Oddi, regula a abertura da ampola Secreções Pancreaticas ↠ As secreções exócrinas do pâncreas, chamadas de suco pancreático, possuem um componente aquoso e um componente enzimático. liberado no intestino delgado pelos ductos pancreáticos ↠ Íons bicarbonato HCO3- são a principal parte do componente aquoso, e eles neutralizam o quimo ácido, A elevação do pH causada pelas secreções pancreáticas no duodeno interrompe a digestão pela pepsina ↠ As células acinares do pâncreas produzem um suco pancreático rico em enzimas importantes na digestão das principais classes de alimentos. ↠ As enzimas proteolíticas, que digerem proteínas, são secretadas em formas inativas, tripsina, a quimiotripsina e a carboxipeptidase. Elas são secretadas nas suas formas inativas como tripsinogênio, quimiotripsinogênio e procarboxipeptidase. Se elas fossem produzidas na sua forma ativa, digeririam os tecidos ↠ O suco pancreático também contém amilase pancreática e lipase pancreática, que quebra os lipídeos em monoglicerídeos e ácidos graxos livres ↠ Também estão presentes no suco pancreático as enzimas que degradam DNA e RNA A pancreatite é uma inflamação do pâncreas que envolve a liberação de enzimas pancreáticas no próprio pâncreas, o que resulta na digestão do próprio tecido Regulação das Secreções Pancreaticas O quimo ácido no duodeno estimula a liberação de secretina. A secretina estimula a liberação de uma solução rica em íons bicarbonato. Os íons bicarbonatos elevam o pH do qumo do duodeno, de forma que o duodeno não seja danificado. Em adição as enzimas pancreáticas e de borda em escova não funcionam em pH baixo. ↠ A colecistocinina estimula a liberação de bile da vesícula biliar e a secreção de suco pancreático O principal estímulo para a liberação de colecistocinina é a presença de ácidos graxos e outros lipídeos no duodeno ↠ A estimulação parassimpática também estimula a secreção de suco pancreático Fígado quadrante superior direito do abdome ↠ O fígado é composto por lobo direito e o lobo esquerdo separados por ligamento falciforme ↠ Dois lobos menores, o lobo caudado e o lobo quadrado A porta é a superfície inferior do fígado, por onde vários vasos, ductos e nervos entram e saem - A veia portal hepática, a artéria hepática e um pequeno plexo nervoso hepático Os ductos hepáticos transportam a bile para fora do fígado. Os ductos hepáticos direito e esquerdo unem-se para formar um ducto hepático comum ↠ O ducto cístico da vesícula biliar une-se ao ducto hepático comum para formar o ducto biliar comum, que se une ao ducto pancreático na ampola hepatopancreática, Histologia do Figado ↠ Uma cápsula de tecido conectivo e o peritônio visceral cobrem o fígado ↠ A veia central está no centro de cada lóbulo. As veias centrais dos lóbulos unem-se para formar as veias hepáticas, que deixam o fígado e liberam seu conteúdo na veia cava inferior ↠ Placas de hepatócitos irradiam a partir da veia central ↠ Os espaços entre as placas de hepatócitos são canais sanguíneos chamados sinusoides hepáticos. composto por duas populações celulares ➢ células endoteliais extremamente finas; ➢ células fagocíticas hepáticas, células de Kupffer. ↠ Os hepatócitos possuem seis funções principais: Produção de bile; Estoque Detoxificar Interconverter nutrientes fagocitar Síntese de componentes do sangue ↠ O sangue desoxigenado e rico em nutrientes entra nos sinusoides pelos ramos da veia porta hepática e mistura-se com o sangue oxigenado e pobre em nutrientes das artérias hepáticas ↠ O sangue misturado nos sinusoides hepáticos flui para a veia central, onde deixa o lóbulo e então sai do fígado pelas veias hepáticas A bile, que é produzida pelos hepatócitos e consiste principalmente em subprodutos metabólicos, flui pelo canalículo biliar em direção à tríade hepática e deixa o fígado pelos ductos hepáticos. bile não contém enzimas digestivas, mas neutraliza e dilui o ácido estomacal e emulsifica os lipídeos ↠ Estímulos neurais e hormonais regulam a secreção e a liberação da bile. ↠ A colecistocinina estimula as contrações da vesícula biliar a fim de liberar a bile para dentro do duodeno ↠ Os hepatócitos podem remover açúcar do sangue e estocá-lo na forma de glicogênio. fígado pode converter alguns nutrientes em outros ↠ O fígado constitui a principal linha de defesa por alterar a estrutura de muitas dessas substâncias danosas e torná-las menos tóxicas↠ As células fagocíticas hepáticas (células de Kupffer). que se encontram ao longo das paredes sinusoides ↠ O fígado pode produzir seus próprios novos componentes, incluindo proteínas do sangue como albumina, fibrinogênio. Vesícula Biliar ↠ Três túnicas formam a parede da vesícula biliar ➢ Uma mucosa interna que se dobra em rugas e permite que a vesícula expanda; ➢ Uma muscular, músculo liso que permite que a vesícula biliar contraia; ➢ Um revestimento externo de serosa. Enquanto a bile está na vesícula biliar, água e eletrólitos podem ser absorvidos, e os sais e pigmentos biliares se tornam mais concentrados do que quando secretados pelo fígado ↠ Imediatamente após uma refeição, a vesícula biliar contrai em resposta ao estímulo pela colecistocinina despejando, assim, grandes quantidades de bile concentrada no intestino delgado ↠ O colesterol, secretado pelo fígado, pode precipitar na vesícula biliar para formar os cálculos biliares. O colesterol não é solúvel em água e é normalmente mantido em solução com sais biliares image6.emf image7.emf image8.emf image9.emf image10.emf image11.emf image12.emf image13.png image14.emf image15.emf image16.emf image17.emf image1.emf image2.emf image3.emf image4.png image5.emf