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Módulo:
Empresário e a Sociedade Empresária e a Relação no
Direito do Trabalho
Tema 01:
Relação de Trabalho: Empregado
Aula II: 
Colaboradores não Empregados: Condições Legais
Profº Renato Negretti Cruz
COLABORADORES NÃO EMPREGADOS: CONDIÇÕES LEGAIS
• Relações de trabalho não empregatícias e seus fundamentos jurídicos
 Trabalho Voluntário (Lei 9.608/98) 
 Ministério religioso (art. 5, VI e VII, CF/88 e Art. 11, V, “c”, Lei 8.213/91)
 Trabalho Autônomo (art. 442-B, CLT, Código Civil, Lei 4.886/1965)
 Trabalho eventual (Código Civil)
 Trabalhador Avulso (Lei 12.815/13)
 Trabalhador presidiário (art. 28 da Lei de Execuções Penais)
 Serviço em campanha eleitoral (art. 100 da Lei 9.504/97)
 Estágio (lei 11.788/08)
 Trabalho Cooperado ( Leis 12.690/2012 e Lei 5.764/71)
• Revisão: requisitos da Relação de Emprego (arts. 2º e 3º CLT)
Pessoalidade
Habitualidade/“não-eventualidade”
Onerosidade
Pessoa Física
Subordinação Jurídica
• Fundamentos jurídicos para descaracterização contratual por fraude trabalhista
Princípios da Primazia da Realidade Sobre a Forma ( “Contrato-Realidade”) e da
Irrenunciabilidade Dos Direitos Trabalhistas (art. 7º, CF/88 e art. 9º, CLT)
Art. 9º da CLT: “Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar,
impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação.”
DESCARACTERIZAÇÃO CONTRATUAL POR FRAUDE TRABALHISTA
ASPECTOS GERAIS DE VALIDADE DE CONTRATOS NÃO TRABALHISTAS
• Trabalho Voluntário (Lei 9.608/98)
 Requisitos necessários:
 Beneficiário: entidade pública ou instituição privada de fins não lucrativos com objetivos
cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência
 termo de adesão com definição as partes, objeto e as condições de seu exercício
OBS: O voluntário pode ser ressarcido de despesas comprovadas no desempenho da atividade
• Ministério religioso
 Fundamentos jurídicos: art. 5, VI e VII, CF/88 e Art. 11, V, “c”, Lei 8.213/91)
 Distinção entre cargos empregatícios, voluntários e de profissão de fé em igrejas
 Possibilidade de descaracterização da função religiosa e reconhecimento de vínculo de
emprego em caso de fraude (art. 9º, CLT)
AGRAVO DE INSTRUMENTO. LEI 13.467/2017. VÍNCULO DE EMPREGO. FUNÇÃO SACERDOTAL .
RESCISÃO INDIRETA DO CONTRATO DE TRABALHO. TRANSCENDÊNCIA. (...). 2. A discussão nos
autos se refere à possibilidade de reconhecimento do contrato de emprego entre o
Reclamante Pastor e a Igreja Reclamada. 3. O sacerdócio não é um emprego, mas dom e
vocação a serviço da fé, razão pela qual a pessoalidade na realização do trabalho, a
habitualidade do seu exercício, o respeito aos dogmas e hierarquia da igreja e o recebimento
de remuneração, por si só não autorizam sua caracterização como empregado. (...). 7. O
quadro fático delimitado pelo Tribunal Regional é de que o Autor era remunerado pela
atividade desempenhada, não se limitava à pregação do evangelho ou à transmissão de
orientação espiritual, era submetido a "metas de arrecadação de receitas " e que em sua
atividade de Pastor ele não se limitava a " a difundir a ideologia religiosa para a comunidade,
mas, além, realizava angariação de valores para Igreja com viés de obtenção de lucro ". Por
esses motivos concluiu que " diante do desvio de finalidade da atividade religiosa exercido
pelo demandante, de rigor o reconhecimento do vínculo de emprego, devendo a ré ser
reconhecida como empregadora nos termos do art. 2º, §1º da CLT ". 8. Diante da delimitação
do Tribunal Regional, o reconhecimento do vínculo de emprego nos moldes da CLT não
apresenta transcendência política, econômica ou jurídica. 9. Agravo de instrumento a que se
nega provimento em razão da inexistência de transcendência
(TST, 6ª Turma, AIRR - 1259-32.2016.5.12.0027 Rel. Min. Cilene Ferreira Amaro Santos,
Julgamento: 14/11/2018, Publicação: 23/11/2018).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#b0df59ac7ba76a665f19029aa9cc8795
AGRAVO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA. LEI 13.015/2014.
NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL.
(...)
RECONHECIMENTO DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO. PASTOR EVANGÉLICO . (ÓBICE
DA SÚMULA 126 DO TST). Segundo o quadro fático delineado pelo acórdão
regional, as atividades desempenhadas pelo reclamante eram de cunho religioso,
como pastor e de modo voluntário. Com efeito, a decisão regional concluiu pela a
ausência de pessoalidade e de subordinação, demonstrando que o presente caso
trata de vocação religiosa. Entender de forma contrária demandaria o
revolvimento de fatos e provas, o que encontra óbice na Súmula 126 do TST. Não
prospera o agravo da parte, dadas as questões jurídicas solucionadas na decisão
agravada. Em verdade a parte só demonstra o seu descontentamento com o que
foi decidido. Não merece reparos a decisão. Agravo não provido.
(...). (TST, 2ª Turma, Ag-AIRR - 664-33.2017.5.12.0048 Rel. Min. Maria Helena
Mallmann, Julgamento: 12/08/2020, Publicação: 14/08/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#5fa9965348ad32d4443cfae0504f1107
I - AGRAVO DE INSTRUMENTO DO ESTADO DO PIAUÍ. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA
DO TRABALHO . TRABALHO VOLUNTÁRIO . Verifica-se possível ofensa ao art. 114
da CF. Agravo de instrumento conhecido e provido .
II - RECURSO DE REVISTA APÓS A LEI 13.015/2014. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA
DO TRABALHO . TRABALHO VOLUNTÁRIO. É fato incontroverso que a reclamante
foi contratada para a função de alfabetizadora voluntária no programa "Mais
viver - alfabetização de jovens e adultos" , criado pelo Estado do Piauí, com
duração de 8 (oito) meses. De fato, esta Corte possui precedentes nos sentido de
que a interpretação dada pelo Supremo Tribunal Federal ao art. 114 da
Constituição Federal para as causas instauradas por servidor temporário
contratado pelo ente público por regime especial sempre estão no âmbito de
competência da Justiça Comum, ainda que se trate de trabalho voluntário.
Recurso de revista conhecido e provido.
(...). (TST, 2ª Turma, ARR - 1229-63.2016.5.22.0109 Rel. Min. Maria Helena
Mallmann, Julgamento: 04/12/2019, Publicação: 06/12/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#4cd3fa377cb23720c51add6731760540
CONTINUAÇÃO: ASPECTOS GERAIS DE VALIDADE DE CONTRATOS NÃO TRABALHISTAS
• Trabalho Autônomo e Trabalho Eventual
NOVO Art. 442-B da CLT - “A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades
legais, com ou sem exclusividade, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado
prevista no art. 3º desta Consolidação. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)”
 Revisões: (i) Autonomia versus subordinação laboral / (ii) habitualidade versus eventualidade
 Normatizados por regras gerais de contratos de serviço no Código Civil ou leis especiais de
contratos empresariais (ex.: Lei 4.886/1965 sobre “representante comercial autônomo”)
• Trabalhador Avulso
 Trabalhador portuário com direitos trabalhistas e previdenciários previstos em lei especial ou
regulamento próprio (Lei 12.815/13 e Art. 11, VI da Lei 8.213/91)
 Órgão de Gestão de Mão de Obra (OGMO): responsável pela organização e pagamento
 não implica vínculo empregatício com navios tampouco com administração portuária
AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA SOB A ÉGIDE DA LEI
13.467/2017. RECONHECIMENTO DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO. FRAUDE
CONSIGNADA PELO REGIONAL. SÚMULA 126 DO TST. PREJUDICADO O EXAME
DA TRANSCENDÊNCIA. O Regional consignou a presença dos requisitos da
relação de emprego, fundamentando a sua decisão no depoimento da
testemunha da reclamada. Explicitou que a reclamada não comprovou a alegada
ausência dos requisitos, particularmente a subordinação, e concluiu que a
análise acurada de todo o conjunto probatório demonstra situação fática
diversa daquela descrita pela defesa e nas razões recursais, ou seja, ante a
prevalência do princípio trabalhista da primazia da realidade sobre as formas
resta descaracterizada a relação civil de prestação de serviços utilizada com o fito
de mascarar a relação empregatícia. (TST, 6ª Turma, AIRR - 1001055-
87.2018.5.02.0088Rel. Min. Augusto Cesar Leite de Carvalho,
Julgamento: 21/10/2020, Publicação: 23/10/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#fe92acf294ab2f6614967b18d02410ab
• Trabalhador Presidiário 
 Regido pelos arts. 28 a 37 da Lei 7.210/84 (Lei de Execuções Penais – LEP)
 Facultativo e voltado à ressocialização e remissão da pena (art. 126 da LEP)
 Remuneração destinada à indenização das vítimas, assistência familiar e despesas pessoais
do detento-trabalhador
 não implica vínculo empregatício com a Administração Pública ou empresários conveniados
tomadores do trabalho
• Serviço em campanha eleitoral (art. 100 da Lei 9.504/97)
 Previsto nos art. 100 e 100-A da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições - LE)
 Voltado à prestação de serviços nas campanhas eleitorais
 Limitado à porcentagem do eleitorado (art. 100-A da LE)
 não gera vínculo empregatício com o candidato ou partido contratante
 Não se confunde com os trabalhadores regulares dos partidos políticos
CONTINUAÇÃO: ASPECTOS GERAIS DE VALIDADE DE CONTRATOS NÃO TRABALHISTAS
• Estágio (lei 11.788/08)
O estágio pode ser ou não obrigatório 
OBS: na hipótese de estágio obrigatório é devido o pagamento de bolsa-auxílio
 Não gera vínculo de emprego se cumprir as seguintes condições:
o Matrícula e frequência regular do estagiário no curso de educação
o Termo de compromisso entre o estagiário (educando), a empresa (cedente do estágio) e a 
instituição de ensino
o Compatibilidade entre atividades do estágio e o conteúdo do curso
o Supervisão da instituição de ensino por professor orientador e relatórios semestrais
o Limitação da duração do estágio – no máximo 2 anos, sendo:
 4 h/diárias, 20h/semanais para alunos do ensino fundamental
 6 h/diárias, 30h/semanais para alunos do ensino médio e superior
CONTINUAÇÃO: ASPECTOS GERAIS DE VALIDADE DE CONTRATOS NÃO TRABALHISTAS
(...) II - RECURSO DE REVISTA ADESIVO DO RECLAMANTE. (...) PERÍODO DE
ESTÁGIO. FRAUDE NÃO COMPROVADA. REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA
DA SÚMUL 126/TST. O Tribunal Regional, amparado no acervo fático-
probatório delineado nos autos, manteve a sentença indeferiu o
reconhecimento do vínculo de emprego no período em que o reclamante
trabalhou como estagiário. Assentou que o Banco reclamado demonstrou o
cumprimento de todas as formalidades exigidas pela Lei 11.788/2008, tais
como o Termo de Compromisso do Estágio, o Plano de Estágio, a matrícula
em instituição de ensino superior, os relatórios semestrais do estágio, bem
como os comprovantes de pagamento da bolsa estágio. Para se concluir de
forma distinta, seria imprescindível a reapreciação da prova coligida nos
autos, procedimento vedado em sede de recurso de revista, nos termos da
Súmula 126 do TST. Recurso de revista não conhecido .
(...). (TST, 2ª Turma, RR - 1648-13.2013.5.03.0014 Rel. Min. Maria Helena
Mallmann, Julgamento: 26/08/2020, Publicação: 28/08/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#906198cba4d859adf0f687bacae9e072
AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. CONTRATO DE
ESTÁGIO. VÍNCULO EMPREGATÍCIO. O Tribunal Regional consignou que a
reclamada juntou aos autos a documentação pertinente ao estágio, "Termo
de Compromisso de Estágio", devidamente assinado pelas partes, e plano
de estágio, demonstrando, ainda, a condição de estudante do curso técnico
em logística da reclamante, atendendo os pressupostos da Lei nº
11.788/2008. Nesse contexto, concluir pelo desvirtuamento do contrato de
estágio pelo não atendimento dos requisitos da Lei nº 11.788/2008, como
pretende a reclamante, demandaria revolvimento de fatos e provas,
procedimento vedado nesta instância recursal, a teor da Súmula nº 126 do
TST. Agravo de instrumento conhecido e não provido.
(...). (TST, 8ª Turma, AIRR - 10402-08.2017.5.03.0109 Rel. Min. Dora Maria
da Costa, Julgamento: 12/02/2020, Publicação: 14/02/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#af2190e629379086d7cecee7ed1531ce
• Trabalho Cooperado ( Leis 12.690/2012 e Lei 5.764/71)
 Distinção entre cooperados e empregados da cooperativa
 Elementos essenciais (art. 4º da Lei 5.764/71 e art. 3º da Lei 12.690/2012):
o Adesão livre e voluntária do trabalhador/sócio à cooperativa; 
o Participação econômica dos membros e “distribuição de sobras líquidas”
o Direito de voto nas assembleias e participação na gestão em todos os níveis de 
decisão
o Assistência aos associados
 Específicas para Cooperativas de Trabalho – Lei 12.690/2012
CONTINUAÇÃO: ASPECTOS GERAIS DE VALIDADE DE CONTRATOS NÃO TRABALHISTAS
AGRAVO DE INSTRUMENTO DA TELEMAR NORTE LESTE S.A. (...)
TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS. EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES.
TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA. CONTRATAÇÃO POR COOPERATIVA. DISTINGUISHING
. O Supremo Tribunal Federal, ao julgar a Arguição de Descumprimento de
Preceito Fundamental (ADPF) 324 e o Recurso Extraordinário (RE) 958.252,
com repercussão geral reconhecida, decidiu pela licitude da terceirização
em todas as etapas do processo produtivo. (...). No caso, apesar do
posicionamento do STF, é incontroverso nos autos que a terceirização se
deu por cooperativa, o que caracteriza desvirtuamento da sua respectiva
finalidade. Nesse contexto, registre-se o distinguishing no tocante à matéria
apreciada pelo STF no julgamento do ARE 791.932/DF (tema 739). Há
precedentes. Confirmada a ordem de obstaculização do recurso de revista,
ainda que por fundamento diverso, na medida em que o apelo não logrou
demonstrar a satisfação dos pressupostos de admissibilidade do art. 896 da
CLT . Agravo de instrumento não provido. (TST, 6ª Turma, AIRR - 1020-
04.2010.5.01.0008 Rel. Min. Augusto Cesar Leite de Carvalho,
Julgamento: 28/10/2020, Publicação: 29/10/2020).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#fc75e462252461c638bc415b4952fa4e
AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA - VIGÊNCIA DA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40 DO TST - VÍNCULO EMPREGATÍCIO -
COOPERATIVA - FRAUDE TRABALHISTA. O Tribunal de origem, em exame dos
fatos e provas presentes nos autos, constatou o vínculo empregatício da
autora com a cooperativa e concluiu que a contratação era fraudulenta.
Ultrapassar e infirmar a conclusão do acórdão regional demandaria o
reexame de fatos e provas, procedimento incabível por força da Súmula nº
126 do TST.
Agravo de instrumento desprovido.
(TST, 7ª Turma, AIRR - 10363-91.2015.5.05.0281 Rel. Min. Francisco Rossal
de Araujo, Julgamento: 26/08/2018, Publicação: 28/08/2018).
https://jurisprudencia.tst.jus.br/#26320fb3eda06ae3a4943556426ece91
— Bibliografia
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. 18. ed. São Paulo: LTr, 2019.
LEITE, Carlos Bezerra. Curso de direito do trabalho. 120. ed. São Paulo: Saraiva, 2020. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788547216870/pageid/4
MARTINEZ, Luciano. Curso de direito do Trabalho - relações individuais, sindicais e coletivas do trabalho. 10 ed.. São
Paulo: Saraiva, 2019. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502638518/pageid/0>
NASCIMENTO, Amauri Mascaro; NASCIMENTO, Sonia Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral do
direito do trabalho – relações individuais e coletivas do trabalho. 29 ed. São Paulo: Saraiva, 2014. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502217362/cfi/0
OLIVEIRA, Aristeu de. Reforma Trabalhista – CLT e Legislação Comparadas, 3. ed. São Paulo: Atlas, 2018. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788597017847/epubcfi/6/26[;vnd.vst.idref=chapter02]!/4/172/4/4/2/2/2@0:0
OBS: Utilizar obras recentes, atualizadas com a nova lei do aviso prévio proporcional (lei 12.506/2011); dos
empregados domésticos (LC150/2015), e das reformas trabalhistas de 2017 (Leis 13.429/17 e 13,467/17)
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788547216870/pageid/4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502638518/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502217362/cfi/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788597017847/epubcfi/6/26[;vnd.vst.idref=chapter02]!/4/172/4/4/2/2/2@0:0

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