Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIDADE III
Fisioterapia Ortopédica Funcional
Deformidades angulares de quadril:
O ângulo entre o corpo e o colo do fêmur no plano frontal é o ângulo de inclinação, variando desde o nascimento, com 170°, até a fase adulta, com aproximadamente 125°. Ângulos colo-corpo maiores que 125° são descritos como coxa valga. Enquanto ângulos menores que 125° são denominados de coxa vara.
Quadril
Bursite:
Bursas têm por função dissipar a fricção causada por duas ou mais estruturas que se movem
uma contra a outra.
O mecanismo de lesão dessas estruturas pode estar relacionado ao uso excessivo e traumas diretos.
Quadril
Na bursite trocantérica, a bursa está localizada entre glúteo máximo, tensor da fáscia lata e superfície de trocânter maior.
O quadro clínico apresentado é de calor, possível edema e equimose em região de trocânter maior, algia durante a marcha e ao deitar-se sobre o lado acometido podem estar presentes. Paciente pode relatar desconforto ao permanecer em pé assimetricamente por longos períodos, com piora dos sintomas durante a deambulação e subida de escadas.
O tratamento da bursite trocantérica, em geral, é conservador e inclui medicamentos anti-inflamatórios não esteroides por até seis a oito semanas e infiltrações. Nosso objetivo durante o tratamento fisioterapêutico consiste em remover os fatores causadores ao alongar os tecidos moles da coxa lateral, em especial o tensor da fáscia lata, o trato iliotibial e rotadores externos de quadril. O fortalecimento dos abdutores e adutores também é importante. O uso de calor, ultrassom a nível do trocânter maior e do triângulo femoral, massagem friccional.
Síndrome do piriforme:
A síndrome do piriforme é uma doença neuromuscular que ocorre devido ao encarceramento do nervo ciático e representa uma importante causa de dor na região glútea à área de distribuição do nervo ciático.
Causa multifatorial, os sintomas incluem hipertrofia, inflamação e espasmos do músculo piriforme.
Sintomas: o paciente apresenta dor na nádega irradiada para os membros inferiores.
Tratamento?
Quadril
Síndrome anserina:
A inserção em comum dos tendões dos músculos grácil, sartório e semitendíneo, na interlinha articular medial do joelho, forma uma estrutura semelhante à membrana natatória do ganso, sendo então conhecida como “pata de ganso”.
Entre as possíveis causas estão: retração da musculatura posterior da coxa, trauma repetitivo, lesão do menisco medial, pé plano e genu valgum.
Sinais e sintomas incluem dor e edema na porção medial do joelho, com piora do quadro álgico durante os movimentos de flexão e extensão.
Joelho
TRATAMENTO
Tendinopatia patelar:
Trata-se de uma tendinopatia relacionada com a sobrecarga do aparelho extensor do joelho, também conhecida como joelho “do saltador” por ser comum em atletas que praticam esporte de salto.
É mais frequente em indivíduos jovens, entre 16 a 40 anos.
Sua causa é multifatorial, havendo fatores intrínsecos e extrínsecos, importantes para início e progressão da doença. Entre os fatores intrínsecos, temos: alterações biomecânicas de membros inferiores, índice de massa corporal. São fatores extrínsecos: carga física no tendão, ambiente, atividade laboral, erros de treinamento, equipamentos inadequados.
Joelho
• Fase 1: dor após atividade. 
• Fase 2: dor no início e após atividade. 
• Fase 3: dor no início, durante e após atividade, sem rendimento afetado. 
• Fase 4: dor no início, durante e após atividade, com rendimento afetado. 
O indivíduo relatará dor anterior do joelho bem localizada, relacionada a atividades de esforço, progredindo para quadro álgico persistente até mesmo durante atividades diárias.
Atividades como descer escadas ou realizar corridas pioram o quadro doloroso. É incomum a presença de edema local. Podem ocorrer atrofia muscular de coxa e perna relacionadas à cronicidade da doença.
Em geral, o paciente apresenta dor a palpação do tendão patelar adjacente ao polo inferior da patela. Podemos identificar o local doloroso durante a palpação posicionando o joelho em extensão total e aplicando uma leve pressão no polo superior da patela. Com isso, a região distal do osso se anterioriza, facilitando a palpação da origem do tendão.
Cisto de Baker:
Afecção comum, na qual há formação de um nódulo benigno na região posteromedial do
joelho (hipertrofia da bolsa sinovial do músculo semimembranoso).
Em geral é assintomático, podendo haver edema e dor durante flexão e extensão passiva, sustentação de peso e flexão resistida de joelho.
	O objetivo do tratamento é reduzir a dor e recuperar a função, correção biomecânica.
Joelho
Cistos de maior volume podem romper-se e evoluir para sintomas similares à trombose venosa profunda.
Deformidades angulares de joelho:
O joelho valgo caracteriza-se por alinhamento do membro inferior no qual os segmentos distais estão em posição mais lateral que o normal.
O joelho varo pode estar relacionado ao movimento do arco da tíbia ou do varo na
articulação do joelho.
É mais comum em mulheres, relacionado a hábitos posturais, lesões de joelho e lassidão articular. Os sintomas apresentados são dor na articulação anteromedial e posterolateral do joelho.
Joelho
Tendinopatia do tendão de calcâneo:
A tendinopatia do tendão de calcâneo (TPC) é uma patologia que pode interferir na função
física, laboral e esportiva.
Apresenta terminologia variada, sendo sinônimos dela: tendinopatia de Aquiles, tendinite do calcâneo, entre outros.
Sua causa é multifatorial, envolvendo fatores intrínsecos e extrínsecos. Entre eles estão calçados inadequados, tipo de atividade física, terreno inapropriado, erros de treino, peso corporal, idade, gênero masculino, pronação excessiva do pé. O excesso de atividade, seja por repetição ou sobrecarga, está relacionado a sua patogênese.
Tornozelo e Pé
Grau I: dor leve após atividade física.
Grau II: dor no início da atividade física, reduzida após o aquecimento e pior no fim da atividade, sem alterar o rendimento.
Grau III: dor durante e após atividade física, com redução de rendimento.
Grau VI: ruptura parcial ou total da estrutura tendínea.
O principal sintoma é dor no início e final de um esforço físico, com períodos de melhora. Com a progressão, a dor pode ser referida durante toda a atividade.
Haverá dor à palpação com piora durante o movimento passivo de dorsiflexão de tornozelo. 
Podem ainda apresentar a formação de nódulo na região de tendão, sinais inflamatórios, hipotrofia e fraqueza de tríceps sural.
É comum a formação de esporão ósseo ou ainda a calcificação no tendão.
20
Síndrome dolorosa plantar do calcâneo:
É uma síndrome dolorosa e degenerativa da fáscia plantar, mais conhecida como fascite
plantar ou esporão do calcâneo. Decorre de microrrupturas repetidas na origem da fáscia plantar na região da tuberosidade do calcâneo, gerando um processo degenerativo, resultando em fadiga, espessamento e, em alguns casos, inflamação dos tecidos locais.
Causa mais comum de dor na região de calcâneo em adultos de todas as idades, ativos ou sedentários. Em geral, apresenta-se unilateral, mas em menor caso pode envolver ambos os pés. É comum em atletas, principalmente corredores.
Os sintomas são dor em “pontada” na sola do pé, ao redor da base do calcâneo e no arco, principalmente aos primeiros passos do dia ou após períodos sem descarga de peso, melhorando com a deambulação.
Tornozelo e Pé
Os fatores de risco relacionados à síndrome dolorosa plantar do calcâneo (SDPC) são a redução da ADM de dorsiflexão do tornozelo, sobrepeso, sobrecarga na fáscia plantar associada à fraqueza muscular intrínseca do pé, alterações do arco plantar e pé, discrepância de membros, calçados inadequados.
Etiologia: 
Podem ser classificadas de acordo com sua etiologia em três tipos:
Nas congênitas, o paciente já nasce com ausência de um membro ou parte dele.
As traumáticas são causadas por traumas violentos.
As vasculares são decorrentes de doenças circulatórias, tumoraisou infecciosas.
Amputação
• Hemiescapulotomia: retirada da escápula e da clavícula homolateral e consequentemente de todo o membro superior.
• Desarticulação do ombro: É a retirada completa do membro superior. 
• Transumeral: ocorre entre a articulação do ombro e o cotovelo, podendo ser a nível proximal, medial ou distal. 
 
• Desarticulação do cotovelo: retirada total dos ossos do antebraço, rádio e ulna, preservando a integridade distal do úmero.
• Transradial: é a secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho.
• Desarticulação do punho: retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço, rádio e ulna. 
• Desarticulação do joelho: retirada total de tíbia e fíbula, preservando a integridade óssea distal do fêmur. Pode ou não ocorrer à preservação da patela. 
• Desarticulação sacroilíaca: remoção de metade da pelve e de todo membro inferior homolateral.
 
As principais complicações são:
• Membro fantasma: consiste na sensação não dolorosa do membro amputado imediatamente após a amputação, sendo descrita pelo paciente como uma pressão, formigamento, dormência, posição do membro ou temperatura.
• Dor fantasma: sensação dolorosa do membro ausente, essas sensações são relatadas como disparos dolorosos, apertos, dormência, câimbras e queimações.
• Neuromas: formação bulbosa que se forma em um nervo lesionado, como resultado de uma regeneração desorganizada de axônios após lesão parcial ou completa.
• Edema: o edema está presente na maioria dos pacientes amputados que ainda não foram protetizados, impossibilitando a confecção de um encaixe adequado para a protetização.
Reabilitação de pacientes amputados:
Pré-operatória: A primeira fase é a pré-operatória, que tem como objetivo avaliar a capacidade funcional do paciente e determinar as necessidades cirúrgicas para melhor adaptação funcional.
Pós-operatória: No primeiro mês após a cirurgia de amputação, a cicatrização deve receber
cuidado especial e o imobilismo deve ser evitado.
Pré-protetização: prevenir e reduzir o edema, reduzir o quadro álgico, favorecer o processo de cicatrização sem aderências, promover a dessensibilização do coto, treino para utilização de prótese.
Pós-protetização: O tratamento na fase de pós-protetização requer um período de adaptação e treino ao uso da prótese.
Amputação
ATÉ A PRÓXIMA!
image1.png
image2.png
image3.png
image4.png
image5.png
image6.png
image7.png
image8.png
image9.png
image10.png
image11.png
image12.png
image13.png
image14.png
image15.png
image16.png
image17.png