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patologiapatologia TEMA PATOLOGIA RESUMIDA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Olá, tudo bem? Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @amoresumos. O nosso material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar. Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo. Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, redes sociais ou quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal. 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FATORES DE RISCO Idade; Diminuição da capacidade de reserva do cérebro; Lesão craniana; Depressão; Diabetes mellitus; Síndrome de Down. DIAGNÓSTICO Anamnese e exame físico; Tomografia computadorizada; Ressonância magnética; Miniexame do estado mental (MEEM) de Folstein; Deve-se obter informações sobre história clínica da família e história de traumatismo, medicamentos. MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS Agregação da proteína β-amiloide -> resultando na formação de placas; Hiperfosforilação da proteína tau -> Atividade anormal do glutamato -> podendo ser neurotóxico. levando à formação de emaranhados neurofibrilares; TRATAMENTO Inibidor da colinesterase; Memantina. SINTOMAS COGNITIVOS Antipsicóticos (psicose, alucinação, delírios, agitação); Antidepressivos (ansiedade, depressão, pensamentos suicidas; Anticonvulsivantes (agitação ou agressão). SINTOMAS NÃO COGNITIVOS Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Proteínas alfassinucleína agregadas formam lesões cerebrais -> seu acúmulo nos corpúsculos de Lewy, resulta em perda dos neurônios dopaminérgicos na substância negra. É uma doença neurodegenerativa progressiva que leva à morte de neurônios dopaminérgicos da substância nigra; É uma doença com incidência maior após os 50 anos e rara antes dos 20 (Parkinson juvenil; Tem-se verificado maior prevalência em homens. Doença de Parkinson CARACTERÍSTICAS ETIOPATOGENIA Neurotoxinas ambientais: alguns metais, como o manganês e o petróleo; Envelhecimento cerebral; Alterações mitocondriais; Predisposição genética. QUADRO CLÍNICO Tremores em repouso; Rigidez muscular; Instabilidade postural; Bradicinesia: movimentos lentificados, dificuldade em iniciar e redução dos movimentos durante a deambulação. DIAGNÓSTICO Clínico -> é aceito que bradicinesia e mais 1 de 2 critérios cardinais (tremor de repouso e rigidez) devem estar presentes para o diagnóstico; Para o diagnóstico definitivo, é necessária a confirmação anatomopatológica; PATOLOGIA TRATAMENTO Levodopa (carbidopa- levodopa, levodopa- benserazida); Agonistas da dopamina (pramipexol); Inibidores da catecol-O- metiltransferase (COMT) (entacapone); Inibidores da MAO B (selegilina); Amantadina; Anticolinérgicos (biperideno). PRINCIPAIS MEDICAMENTOS DISPONÍVEIS: Não existem exames fisiológicos ou testes sanguíneos que confirmem o disgnóstico. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Esclerose Múltipla Ressonância magnética; Teste de função neurológica; Punção lombar para análise do líquido cérebro-espinhal. A EM é uma doença inflamatória crônica desmielinizante do SNC, que se inicia comumente em adultos jovens e acomete cerca de duas a três vezes mais pacientes do sexo feminino, começando entre a segunda e terceira décadas de vida; É a mais comum das doenças desmielinizantes do sistema nervoso central. DEFINIÇÃO FATORES DE RISCO Baixa exposição solar durante alguns meses e baixos níveis de vitamina D; Sexo feminino; Tabagismo; Genética. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Perda parcial ou total da visão; Urgência ou incontinência urinária e/ou fecal; Espasmos tônicos dolorosos; Distúrbios da deglutição; DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO Metilprednisolona endovenosa; Interferon beta 1b SC; Interferon beta 1a SC. Fingolimode; Natalizumabe; Teriflunomida. FASE AGUDA: PREVENÇÃO DE NOVOS ATAQUES/SURTOS: IMUNOMODULADORES DE 2ª LINHA: A causa exata da EM ainda não é completamente conhecida, mas existem evidências consistentes de um processo inflamatório crônico desmielinizante e processos neurodegenerativos que resultam em perda neuronal; Dor neuropática; Déficit cognitivo/mental; Disfunção sexual. É uma doença heterogênea com manifestações e curso clínico muito variáveis. A inflamação do SNC causa uma destruição focal da bainha de mielina denominada desmielinização, provocando o aparecimento de sintomas neurológicos agudos nos "surtos" da doença; Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com O processo degenerativo em casos de DMD consiste em necrose implacável das fibras musculares, acompanhada de um processo contínuo de reparo e regeneração e fibrose progressiva. Distrofia Muscular de Duchenne Distrofia muscular é um termo aplicado a diversas alterações genéticas que provocam a deterioração progressiva de músculos esqueléticos devido a hipertrofia das células do músculo misto, atrofia e necrose. DEFINIÇÃO ETIOLOGIA A DMD é causada por mutações em um gene localizado no braço curto do cromossomo X, que codifica uma proteína chamada distrofina. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Quedas frequentes; Pseudohipertrofia dos músculos da panturrilha; Anormalidades na postura; Escoliose; Redução da reserva respiratória. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO FASE AGUDA O controle da doença deve ser direcionado para a manutenção de deambulação e prevenção de deformidades; O alongamento passivo, correção ou contenção da postura e o uso de talas ajudam a impedir deformidades; Não existe cura conhecida. Histórico familiar completo; Observação dos movimentos voluntários da criança; Biópsia; Diagnóstico genético molecular específico: Demonstração de distrofina defeituosa. O processo degenerativo, por fim, supera a capacidade regenerativa do músculo, causando a substituição gradual das fibras musculares por tecido conjuntivo fibrogorduroso. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Eminentemente clínico, baseado na observação cautelosa do comportamento do paciente, na avaliação de seu estado mental e na valorização dos dados fornecidos pela família e pela equipe que presta assistência ao paciente. Delirium A fisiopatologia do delirium ainda é pouco entendida, mas sabe-se que existe um envolvimento das vias neurais dependentes da transmissão colinérgica; Anormalidades do metabolismo oxidativo comprometem a manutenção dos gradientes iônicos, alterando os potenciais elétricos e a repolarização da membrana neuronal, levando à depressão da atividade cerebral. O delirium foi uma das primeiras doenças mentais descritas na literatura médica; O delirium pode ser hoje definido como urna síndrome mental orgânica aguda decorrente, por pelo menos 3 dias por mês, nos últimos 3 meses, associada a dois ou mais dos seguintes sintomas: - Melhora com a defecação; - Alteração na frequência das evacuações; - Alteração na forma (aparência das fezes). Síndrome do Intestino Irritável Dor abdominal crônica e recivante; Distensão abdominal; Obstipação; Diarréia; Eliminação de muco; Flatulência. DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO É um distúrbio que se caracteriza por uma combinação variada de sintomas intestinais crônicos recidivantes não explicáveis por anormalidades estruturais ou bioquímicas; Não é uma doença em si, mas um distúrbio funcional; É a causa mais comum de encaminhamento para gastrenterologistas. DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO Predomínio de diarréia; Predomínio de constipação; Mista: Indefinida. - Quando não existe um padrão de diarreia ou constipação, com predomínio de um padrão evacuatório alterado. Controle do estresse; Ingestão adequada de fibras; Evitar alimentos gordurosos e formadores de gases, álcool e bebidas cafeinada; Alosetrona (um antagonista da 5HT3) pode ser indicado para a forma diarreica da doença. Sua causa não é muito bem compreendida; O estresse parece ter uma influência considerável sobre esses sintomas; Uma alteração do equilíbrio entre secreção e absorção também é uma causa potencial. PATOGENIA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Clínico; Colonoscopia; Endoscopia; Exames de imagem; Achados laboratoriais. Doença Inflamatória Intestinal Sangramento retal; Diarreia sanguinolenta; Envolvimento retal; Diarreia; Abscessos, seios e fístulas perianais; Massa abdominal; Granulomas. COLITE ULCERATIVA: DOENÇA DE CROHN: CARACTERÍSTICAS ETIOLOGIA É uma condição crônica resultante da ativação imune inadequada da mucosa; Há duas formas de doença inflamatória intestinal crônica: a doença de Crohn e a colite ulcerativa; Tanto a doença de Crohn como a colite ulcerativa são mais comuns em mulheres. DIAGNÓSTICO ACHADOS MAIS PREVALENTES CONDUTA O gatilho para desenvolvimento da doença ainda é desconhecido. Genética: Fatores ambientais: Respostas imunes da mucosa: O risco de doença é aumentado quando há um membro da família acometido. - Microrganismos patogênicos; - Microbiota intestinal; - Fatores dietéticos; - Tabagismo. Perfis de citocinas das categorias T Hl e T Hl 7 têm sido implicados na doença de Crohn. PATOGENIA Sulfassalazina, mesalazina ou olsalazina e corticosteroides; Sulfassalazina, corticosteroides e omeprazol, mercaptopurina; Tratamento cirúrgico (ambas). COLITE ULCERATIVA: DOENÇA DE CROHN: Defeitos epiteliais: Defeitos na função da barreira da junção íntima estão presentes em pacientes com doença de Crohn. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Os esporos do C. difficile toxigênicos são ingeridos; Esses esporos sobrevivem à acidez gástrica; Germinam no intestino delgado e colonizam o trato intestinal Critérios clínicos: 1: diarreia (> 3 evacuações de fezes não moldadas a cada 24 horas, durante > 2 dias) sem outra causa aparente; 2: detecção das toxinas A ou B nas fezes, detecção de C. difficile produtor de toxina nas fezes por reação em cadeia da polimerase (PCR) ou cultura, ou observação de pseudomembranas no colo. Infecção por Clostridium difficile Diarreia: Febre; Dor abdominal; Leucocitose; Complicações: Os pacientes podem efetuar até 20 evacuações por dia. Megacolo tóxico e sepse. CARACTERÍSTICAS ETIOLOGIA A infecção por Clostridium difficile (ICD) é uma doença do colo adquirida quase exclusivamente em associação ao uso de antimicrobianos e consequente ataque da flora colônica normal; É a doença diarreica hospitalar diagnosticada com maior frequência. DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CONDUTA Resulta da ingestão de esporos de C. difficile que vegetam, multiplicam-se e secretam toxinas, causando diarreia e colite pseudomembranosa. PATOGENIA Hidratação; Antibioticoterapia: ICD fulminante ou complicada: Vancomicina ou metronidazol para a ICD leve a moderada; Colectomia cirúrgica. Elaboram duas grandes toxinas: A e B; Dão início a processos que levam à ruptura da função da barreira das células epiteliais, à diarreia e à formação de pseudomembrana. inferior; Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Aterosclerose: Principal causa subjacente dos aneurismas da aorta abdominal. Degradação de proteínas estruturais: Enfraquecimento da parede aórtica. Infiltrado inflamatório. Formação de aneurismas. Quando há uma dilatação simétrica da aorta; Quando a dilatação envolve principalmente uma das paredes da aorta. FUSIFORME: SACULAR: Aneurisma da Aorta Abdominal Em grande parte dos casos é assintomático; Dor no hipogástrio; Dor na região lombar; Presença de massa local: A dor tende a ter uma qualidade contínua, como se estivesse roendo, que pode durar horas ou dias. DEFINIÇÃO FISIOPATOLOGIA Um aneurisma da aorta é uma dilatação patológica dessa artéria; Os aneurismas podem envolver qualquer parte da aorta; Os aneurismas da aorta abdominal são os mais comuns. DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PATOGENIA Reparo cirúrgico; Enxerto com stent endovascular expansível: O objetivo da terapia clínica para pacientes com aneurismas da aorta é reduzir o risco de expansão e ruptura do aneurisma. Exame clínico; Ultrassonografia abdominal; Tomografia computadorizada. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Infamatório: Febre, dor súbita ou insidiosa, sinais de infecção ou sepse; Abdome Agudo DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS É uma condição clínica em que o paciente apresenta afecção abdominal caracterizada por dor aguda e súbita; É uma das principais emergências da prática médica; Tem alta incidência e elevado risco de gravidade, podendo levar ao óbito. DIAGNÓSTICO TRATAMENTO ETIOLOGIA Infamatório: Perfurativo: Vascular: Hemorrágico: Obstrutivo: Apendicite aguda, colecistite, diverticulite, pancreatite; Úlcera perfurada, diverticulite perfurada; Obstrução arterial e venosa de artérias mesentérica superior ou inferior; Gravidez ectópica rota, traumas hepático, esplênico e intestinal; Obstrução intestinal secundária a tumores benignos e malignos, volvos, bridas e aderências intestinais. Ultrassonografia abdominal; Tomografia computadorizada; Videolaparoscopia; Raio-x de abdome. Cirúrgico; Controle da infecção e da fonte de contaminação; Drenagem. Perfurativo: Dor súbita de forte intensidade localizada, que se torna difusa com o passar das horas; Vascular: Arritmias cardíacas, distensão abdominal, tendência à hipotensão arterial e ao choque; Hemorrágico: Hipotensão, taquicardia, mucosas descoradas, choque hemorrágico; Obstrutivo: Náuseas e vômitos, parada de eliminação de gases e fezes, dores abdominais em cólicas e episódicas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Doença Diverticular DEFINIÇÃO ETIOLOGIA Divertículos são bolsas da mucosa em forma de saco que se projetam de uma estrutura tubular; Um divertículo verdadeiro é uma herniação sacular de toda a parede intestinal; Diverticulose é a presença de um ou mais divertículos. A doença diverticular é caracterizada pela diverticulose sintomática. DIAGNÓSTICO TRATAMENTO PATOGENIA Enteroscopia; Enterografia por TC; Enterografia por RM; Radiografias seriadas do intestino delgado com bário; O diagnóstico de diverticulite deve ser feito preferencialmente por TC com os seguintes achados: Divertículos no sigmoide, parede colônica espessada > 4 mm e inflamação na gordura pericólica, com maior ou m enor quantidade de acúmulo de material de contraste ou de líquido. Resulta de uma deformidade adquirida do colo na qual a mucosa e a submucosa fazem herniação através da muscular subjacente. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Diverticulite: é a inflamação de umdivertículo. Paciente pode apresentar dor abdominal e febre, com risco de progressão pra abcesso; Sangramento diverticular: ramos das artérias intramurais do colo (vasos retos) estão intimamente associados com o saco diverticular, presumivelmente levando à ruptura ocasional e ao sangramento. Divertículos assintomáticos não exigem tratamento; Deve ser controlada preferencialmente por alterações dietéticas: Conduta cirúrgica; Diverticulite aguda: Dieta enriquecida com fibras que inclua 30 g diariamente. Cerca de 75% dos pacientes hospitalizados respondem ao tratamento conservador (não cirúrgico) com esquem a antim icrobiano apropriado. A atual cobertura antimicrobiana recom endada consta de sulfametoxazoltrimetoprima ou ciprofloxacino e metronidazol. Acredita-se que tanto fatores estruturais quanto funcionais contribuam para o desenvolvimento; Pensa-se que anormalidades adquiridas no tecido conectivo da parede colônica sejam a base estrutural da resistência diminuída à herniação da mucosa e submucosa. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Náusea e Vômito DEFINIÇÕES Náusea é definida como a sensação subjetiva de necessidade de vomitar, usualmente percebida na garganta ou no epigástrio; Vômito, por sua vez, é a ejeção de conteúdo gastrointestinal pela boca. EXAMES COMPLEMENTARES TRATAMENTO CARACTERÍSTICAS História e exame físico para identificar etiologia; Endoscopia digestiva alta; Exames laboratoriais inicialmente utilizados incluem hemograma completo, VHS, eletrólitos e exames de bioquímica hepática e função renal; Em mulheres, a realização de teste de gravidez também é recomendada. Antieméticos; Correção de distúrbios hidreletrolíticos e deficiências nutricionais resultantes; Controle da glicemia em pacientes com diabetes; Pacientes com obstrução gastrointestinal podem beneficiar-se do uso de sonda nasogástrica. FISIOPATOLOGIA Etiologia: O centro do vômito no sistema nervoso central recebe aferências de quatro diferentes fontes descritas: - Quimioterápicos; - Gastroenterites; - Obstrução mecânica; - Alteração funcional gastrointestinal (gastroparesia, dispepsia etc.); - Carcinoma gastrointestinal. - Fibras aferentes vagais e esplânicas originadas das vísceras gastrointestinais ricas em receptores 5HT3; - Sistema vestibular com fibras com alta concentração de receptores histamínicos H1 e receptores muscarínicos colinérgicos. - Zona quimiorreceptora localizada na região postrema da medula. Essa área tem receptores que são atingidos por substâncias originárias do sangue e do líquido cefalorraquidiano, e pode ser estimulada por agentes quimioterápicos, drogas, toxinas, uremia, acidose, hipóxia e radioterapia. - Outros receptores do SNC estão associados ao aparecimento de vômitos relacionados com certos odores e experiências emocionais. Os vômitos agudos (1 a 2 dias) são, na maioria das vezes, causados por quadros infecciosos, medicações e acúmulo de toxinas; Já em pacientes com história crônica, maior que 1 semana, resultam comumente de condições médicas crônicas ou condições psiquiátricas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Dor abdominal aguda: COLECISTITE AGUDA Epigástrica ou no quadrante superior direito; A sonografia do quadrante superior direito mostra espessamento da parede da vesícula. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: PANCREATITE AGUDA GRAVIDEZ ECTÓPICA ÚLCERA DUODENAL PERFURADA Características Diferenciais Epigástrica, penetrando ao dorso; Lipase sérica elevada; TC mostra inflamação pancreática. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: Inicialmente unilateral; A USG pélvica revela massa ou sangue anexas. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: Epigástrica; TC, Raios X supino do abdome mostra ar abaixo do diafragma. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: CÓLICA RENAL Costovertebral ou ao longo do ureter; Hematúria; TC sem contraste do abdome ou urografia excretora. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: DIVERTICULITE Quadrante inferior esquerdo; TC mostra inflamação. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: APENDICITE AGUDA Periumbilical, geralmente no quadrante inferior; TC do abdômen ou USG do apêndice. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: RUPTURA DE ANEURISMA DE AORTA ABDOMINAL Epigástrio e dorso; Sonografia, TC ou angiografia demonstram um aneurisma. LOCALIZAÇÃO DA DOR: EXAMES ÚTEIS: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Sintomas e sinais de má absorção e sua fisiopatologia CÓLERA Produção bacteriana de gás a partir de carboidratos no colo, supercrescimento bacteriano no intestino delgado. ASCITE Perda de proteína ou má absorção. TETANIA E FRAQUEZA MUSCULAR FLATOS OU FEZES FÉTIDOS Má absorção de proteínas ou perda intestinal de proteínas. DIARRÉIA Atividade osmótica de carboidratos ou ácidos graxos de cadeia curta. Superfície absortiva diminuída e entre outros. FACILIDADES DE EQUIMOSES E PATÉQUIAS Deficiência de vitamina K e deficiência de vitamina c (escorbuto). Deficiência de ferro, folato ou vitamina B12. Má absorção de vitamina D, cálcio, magnésio e fosfato. GLOSSITE, QUEILOSE E ESTOMATITE Deficiência de vitaminas do complexo B, vitamina B12, folato ou ferro. ANEMIA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Características de Enterocolites Bacterianas CÓLERA SALMONELOSE INFECÇÃO MICOBACTERIANA FEBRE TIFOIDE SHIGELOSE YERSINIA SPP. COLITE PSEUDOMEMBRANOSA E, COLI ENTEROTOXIGÊNICA Intestino delgado; Diarreia aquosa grave. Desidratação, desequilíbrio eletrolítico. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Cólon e intestino delgado; Diarreia aquosa ou sanguinolenta. Sepse. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Intestino delgado; Diarreia sanguinolenta, febre. Encefalopatia, miocardite. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Cólon esquerdo, íleo; Diarreia sanguinolenta. Síndrome hemolítico-urêmica da artrite reativa. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Cólon; Diarreia aquosa, febre Recidiva, megacólon tóxico. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Intestino delgado; Má absorção, diarreia, febre. Pneumonia, infecção em outros locais. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Íleo, apêndice, cólon direito. Dor abdominal, febre, diarreia. Autoimune, p. ex., artrite reativa. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Intestino delgado; Diarreia aquosa grave. Desidratação, desequilíbrios eletrolíticos. REGIÃO DO GI ACOMETIDA: SINTOMAS E COMPLICAÇÕES: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Hepatite Crônica DEFINIÇÃO É uma categoria de distúrbios caracterizados pela combinação de necrose de células do fígado e inflamação de gravidade variável persistindo por mais de 6 meses. TRATAMENTO ETIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Vírus das hepatites; Fármacos e venenos; Distúrbios genéticos e metabólicos (ex: doença de Wilson); Lesão imunomediada de origem desconhecida. Alguns pacientes são assintomáticos; Anorexia; Mal-estar geral; Fadiga; Desconforto ou dor no quadrante superior direito; Icterícia. DIAGNÓSTICO Biópsia hepática; Teste de função hepática; Teste sorológico viral. Varia a depender da causa; Cuidados de suporte; Antivirais; Transplante na cirrose descompensada. PATOGÊNESE Acredita-se que muitos casos de hepatite crônica representem um ataque imunomediado ao fígado. Sendo resultado da persistência de certos vírus da hepatite, ou após exposição prolongada a certos fármacos ou substâncias nocivas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Cirrose DEFINIÇÃO É uma distorção irreversível da arquitetura normal do fígado caracterizada por lesão hepática, fibrose e regeneração nodular; As apresentações clínicas são uma consequência tanto de disfunção hepatocelularprogressiva quanto de hipertensão portal. TRATAMENTO ETIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Hepatites; Esteatose hepática; Álcool; Fármacos; Ascite; Esplenomegalia; Perda de peso; Icterícia; Veias abdominais dilatadas; Hipo/hiperglicemia; Deficiência de fatores da coagulação; Coma. DIAGNÓSTICO Endoscopia digestiva; Parâmetros clínicos; Exames laboratoriais; Ultrassonografia abdominal; Biópsia hepática. Tratamento da causa subjacente da doença; Tratamento dos sintomas associados; Avaliação para transplante de fígado. PATOGÊNESE Lesão hepatocelular; Ativação das células de Ito, responsáveis pela síntese de matriz extracelular. Carcinoma hepatocelular; Congestão passiva. Transformação nodular do parênquima hepático pela presença de nódulos hepáticos. Deposição de matriz extracelular e fibrose; Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Infecções parasitárias que envolvem o fígado ENTAMOEBA HISTOLYTICA Abscesso hepático. Desenvolve-se como uma resposta do tecido à invasão de trofozoítos. TOXOPLASMA GONDII ASCARIS LUMBRICOIDES LEISHMANIA SP SCHISTOSOMA SP CRYPTOSPORIDIUM SP Parasitas adultos vivem nos ductos biliares comuns e hepáticos causando obstrução e levando a espessamento dos ductos. PLASMODIUM SP Proliferação nos hepatócitos causa hepatomegalia, aumento das enzimas e icterícia. FASCIOLA SP A migração biliar dos vermes pode causar obstrução biliar sintomática, colangite, colecistite e abscesso hepático bacteriano secundário. Imunocompetentes: infecção assintomática ou hepatomegalia e elevações discretas no teste de função hepática. Hepatoesplenomegalia meses ou anos após a infecção. Obstrução progressiva ao fluxo sanguíneo présinusoidal, fibrose periportal, hipertensão portal, varizes, ascite, esplenomegalia. Infecção do trato biliar com obstrução e colangite. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Insuficiência Renal Aguda DEFINIÇÃO É diminuição repentina e sustentada da função renal, que leva ao acúmulo de toxinas urêmicas e alterações eletrolíticas e do equilíbrio acidobásico. TRATAMENTO ETIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS PRÉ-RENAL; RENAL (INTRÍNSECA); PÓS-RENAL. Diminuição do fluxo urinário (apenas em 50% dos casos); Uremia (náusea, vômitos, sangramento no TGI, tamponamento pericárdico, dispneia, hipertensão, alterações neurológicas). Em geral, assintomático; DIAGNÓSTICO História e exame físico; Gasometria arterial; Ultrassonografia renal; Tomografia; Hemograma; Exame de urina; Creatinina, ureia, K, bicarbonato, Na, Ca. Tratamento da causa (otimizar perfusão renal, suspender medicamentos nefrotóxicos, tratar doença de base); Manejo das complicações (hipercalemia, acidose metabólica, sobrecarga hídrica); Suporte dialítico. ETIOLOGIA Hemorragia, perda gastrintestinal, perda renal, IC, sepse; anafilaxia; PRÉ-RENAL: Necrose tubular aguda, glomulonefrite, oclusão ou estenose vascula; RENAL (INTRÍNSECA): Hiperplasia ou neoplasia prostática, cálculo de bexiga, bexiga neurogênica. PÓS-RENAL: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Insulto inicial da doença renal de base + Comorbidades: HAS, DM, dislipidemia, obesidade, tabagismo. Perda irreversível de néfrons; Aumento de pressão/ fluxo glomerular; Aumento da permeabilidade glomerular a macromoléculas; Proteinúria; Inflamação tubulointersticial; Fibrose renal. Doença Renal Crônica CARACTERÍSTICAS A DRC é definida como lesão renal por tempo igual ou maior que 3 meses, caracterizada por anormalidades estruturais ou funcionais dos rins, manifestada por alterações histopatológicas ou por anormalidades nos testes de imagens ou na composição da urina e do sangue, ainda que se tenha preservação da filtração glomerular. TRATAMENTO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO É uma doença sem cura, e a perda de função renal progride até fases terminais, quando a terapia renal substitutiva se impõe necessária; O objetivo é retardar a progressão: Ultra-sonografia renal; Biópsia renal. renal: Hematúria, cilindrúria, microalbuminúria. Muitos pacientes podem ser assintomáticos ou oligossintomáticos; Pode ter como primeira manifestação situações emergenciais como tamponamento pericárdico, edema agudo de pulmão, parada cardiorrespiratória, acidose metabólica e hipercalemia graves. - Controle glicêmico rigoroso em pacientes diabéticos; - Diagnóstico e tratamento de dislipidemia no paciente com doença renal crônica; - Medidas dietéticas, atividade física e tratamento da obesidade em pacientes com DRC; - O paciente com doença renal crônica é considerado de alto risco para desenvolver evento cardiovascular. FISIOPATOLOGIA Ritmo de filtração glomerular; Marcadores laboratoriais de lesão Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Sintomas e sinais de DRC GERAL Fadiga, cansaço, perda de apetite, soluços, perda de massa muscular, edema, hipertensão arterial, sinais de desnutrição. NEUROLÓGICO GASTRINTESTINAL PERIFÉRICO CARDIOVASCULAR ENDÓCRINA Anemia normocítica e normocrômica por deficiência de eritropoetina; disfunção plaquetária; maior susceptibilidade a infecções e neoplasias. PULMONAR Pleurite, pneumonite, edema agudo de pulmão, respiração de Kusmaull. HEMATOLÓGICO Náuseas, vômitos, gastrite erosiva, pancreatite, ascite, parotidite. Sonolência, redução da atenção e da capacidade cognitiva, alterações de memória e lentificação. Neuropatia sensitivomotora, síndrome das pernas inquietas. Pericardite, tamponamento pericárdico, miocardiopatia urêmica, aceleração da aterosclerose, calcificação vascular. Hiperparatireoidismo secundário e alteração no metabolismo ósseo, impotência e redução de libido, alteração de ciclo menstrual, dislipidemias, intolerância à glicose. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Síndrome Nefrótica DEFINIÇÃO A síndrome nefrótica é definida pela ocorrência de albuminúria superior a 3 a 3,5 g/dia, acompanhada de hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia; Ocorre em qualquer idade, mas é mais prevalente em crianças (primariamente, doença de lesões mínimas), na maioria das vezes entre os 1½ e 4 anos de idade. TRATAMENTO FATORES DE RISCO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Doença por lesão mínima; Nefropatia membranosa; Pré-eclâmpsia; Ganho de peso; Edema periférico; Hipertensão; Proteinúria; Hematúria; Hipercoagulabilidade; Anemia; Dislipidemia. DIAGNÓSTICO Exames Laboratoriais: - Relação proteína/creatinina ≥ 3 em amostra aleatória de urina ou proteinúria ≥ 3 g/24 h; - Testes sorológicos e biópsia renal; - Glicemia: excluir nefropatia diabética como causa; - Biópsia renal. Tratamento da doença causadora da síndrome nefrótica; Proteinúria: Edema: Dislipidemia: Hipercoagulabilidade: IECAs; Restrição de sódio e Diuréticos de Alça; Estatinas; Anticoagulantes. FISIOPATOLOGIA Nefropatia diabética; Lúpus Eritematoso Sistêmico. A hipoalbuminemia é consequência principalmente da perda de proteína urinária; Hipoalbuminemia reduz a pressão oncótica do plasma, a depleção volêmica intravascular resultante leva à ativação do eixo renina-angiotensinaaldosterona e essa ativação aumenta a retenção de sódio e fluido renal. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Nefrolitíase DEFINIÇÃO Popularmente conhecida como "pedra nos rins"; É a formação de cristais na urina, que se agrupam e formam cálculos (pedras); É uma das doenças urológicas mais comuns. De início repentino, em cólica e de forte intensidade. Pode ser macro ou microscópica. A migração do cálculo pode gerar: urgência miccionais, disúria; Náuseas e vômitos podem ocorrer. CÓLICA RENAL: HEMATÚRIA: TRATAMENTO FATORES DE RISCO QUADRO CLÍNICO Portadores de Gota; Obesidade; História familiar; AVALIAÇÃO TC sem contraste: Ecografia ou urografia excretora; Raio X simplesde abdome; EQU: pesquisa de hematúria; Clínico. Exame de imagem de escolha. Hidratação e analgesia. Tansulosina, terazosina, doxazosina e a nifedipina. Bicarbonato de sódio ou citrato de potássio. CÓLICA RENAL: ELIMINAÇÃO DO CÁLCULO: ACIDOSE TUBULAR RENAL: ETIOLOGIA Dieta rica em proteínas animais. Infecção urinária; Hiperuricosúria; Anormalidades anatômicas do trato urinário; Acidose tubular renal; Hipercalciúria; Hiperoxalúria. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com ITUS Infecções do Trato Urinário DEFINIÇÃO É definida como presença de microrganismos na urina que não pode ser atribuída à contaminação; Representam uma ampla variedade de síndromes clínicas, incluindo uretrite, cistite, prostatite e pielonefrite. ITU inferior: ITU superior: Disúria, urgência, polaciúria, noctúria, plenitude suprapúbica e Hematúria macroscópica; Dor no flanco, febre, náuseas, vômitos, mal-estar; Ao exame físico: hipersensibilidade costovertebral. TRATAMENTO CAUSAS QUADRO CLÍNICO Causa mais comum: E. coli; Responsável por mais de 80 a 90% das infecções adquiridas na comunidade. DIAGNÓSTICO Clínico; Exame de urina I com sedimento urinário: Urocultura; Antibiograma; Ultra-sonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética: Urina turva (pela presença de piúria) e/ou avermelhada (pela presença de sangue). Têm indicação restrita àqueles casos de cistite/ pielonefrite não resolvidos com terapia empírica. TIPOS Outros microrganismos etiológicos incluem: Staphylococcus saprophyticus, Kebsiella pneumoniae, Proteus spp., Pseudomonas aeruginosa e Enterococcus spp. Infecções do trato inferior: Cistite (bexiga), uretrite (uretra), prostatite (próstata) e epididimite. Infecções do trato superior: Acometem os rins e são designadas como pielonefrite. Agentes farmacológicos mais utilizados: - Sulfametoxazoltrimetoprima; - Amoxicilinaclavulanato; - Ciprofloxacino e Levofloxacino; - Nitrofurantoína mono-hidratada. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Principais Síndromes em Nefrologia Dados Clínicos INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Bacteriúria > 105 colônias/ml; Outro agente infecioso detectado na urina; Polaciúria, urgência. NEFROLITÍASE INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA OBSTRUÇÃO DO TRATO URINÁRIO SÍNDROME NEFRÓTICA Azotemia, oligúria, anúria; Jato urinário lento; Dor à palpação do flanco. Proteinúria > 3,5 g/1,73 m² por 24 horas; Hipoalbuminemia; Hiperlipidemia e lipidúria. DEFEITOS TUBULARES RENAIS INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Azotemia por > 3 meses; Sintomas ou sinais prolongados de uremia. História de eliminação ou remoção de cálculo; Cálculo visto ao raio X. Distúrbios eletrolíticos; Poliúria, noctúria; Rins grandes. Anúria; Oligúria; Declínio documentado recente de TFG. NEFRITE AGUDA Hematúria, cilindros hemáticos; Azotemia, oligúria; Edema, hipertensão. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Síndrome de Klinefelter DEFINIÇÃO É definida melhor como hipogonadismo masculino que se desenvolve quando existem pelo menos dois cromossomos X e um ou mais cromossomos Y. Constitui o distúrbio cromossômico mais comum associado à infertilidade. TRATAMENTO CARACTERÍSTICAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Testes citogenéticos por cariotipagem; Clínico: Suspeita-se do diagnóstico de síndrome de Klinefelter no exame físico de um adolescente com testículos pequenos e ginecomastia. A forma clássica da SK (47,XXY) ocorre após a não disjunção meiótica dos cromossomos sexuais durante a gametogênese. O cromossomo X extra pode ser de origem materna ou paterna. Apresenta uma incidência de pelo menos 1 em 1000 homens, porém cerca de 75% dos casos não são diagnosticados; A maioria dos pacientes afetados tem um cariótipo 47,XXY. Testículos pequenos; Infertilidade; Ginecomastia; Aumento no comprimento entre as solas dos pés e o osso púbico criando aparência de corpo alongado; Menos pêlos faciais, corporais e pubianos. Suplementação androgênica; Ginecomastia deve ser tratada por redução cirúrgica quando causa preocupação; A fertilidade tem sido alcançada com a utilização da fertilização in vitro. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Síndrome de Turner Cariotipagem; Clínico: Em pacientes adultas, uma combinação de baixa estatura e amenorreia primária deve levar à suspeita imediata de síndrome de Turner. DEFINIÇÃO Refere-se ao espectro de anomalias decorrentes de uma monossomia completa ou parcial do cromossomo X em uma pessoa com fenótipo feminino. A síndrome de Turner é conhecida como 45,X, embora aproximadamente 50% dos indivíduos com a síndrome têm uma variação desse cariótipo. TRATAMENTO CARACTERÍSTICAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Frequente em 1/2.000 recém-nascidos vivos do sexo feminino. Na adolescência, as meninas afetadas não desenvolvem características sexuais secundárias normais; os órgãos genitais permanecem infantis. Pescoço alado; Baixa estatura; Tórax amplo e pescoço afastados; Ovários em fita, infertilidade e amenorréia; Coarctação da aorta; Linfedema das mãos e dos pés em lactentes. Desenvolvimento puberal: Baixa estatura: Tratamento sintomático para outras complicações (cardiopatia, hipotireoidismo). Terapia de reposição hormonal (estrogênio). Considerar o uso da oxandrolona e de hormônio de crescimento. Clássico: Tipo mosaico: 45,X (50% dos pacientes). 45,X/46,XX (25 a 30% dos pacientes). Segundo cromossomo X aberrante: (15% dos pacientes). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Autossômico recessivo; causada por mutações múltiplas de perda de função em um canal de cloro; Infecções pulmonares recorrentes, insuficiência pancreática exócrina. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: Doenças Genéticas Selecionadas SÍNDROME DE DOWN Desequilíbrio cromossômico; causada por trissomia 21; Deficiência intelectual e retardo do crescimento, feições dismórficas, anomalias de órgãos internos. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE FIBROSE CÍSTICA NEUROFIBROMATOSE ANEMIA FALCIFORME FENILCETONÚRIA Autossômico recessivo; causada por uma só mutação de troca de sentido na beta globina; Crises álgicas recorrentes, suscetibilidade aumentada a infecções. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: Autossômico recessivo; causada por mutações múltiplas de perda de função na fenilalanina hidroxilase; Deficiência intelectual e retardo do crescimento. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: Recessivo ligado ao X; causada por mutações múltiplas de perda de função em proteína muscular; Fraqueza e degeneração muscular. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: Autossômico dominante; causada por mutações múltiplas de perda de função em uma molécula sinalizadora; Múltiplas manchas cor de café com leite, neurofibromas, suscetibilidade a tumores aumentada. MECANISMO GENÉTICO: FENÓTIPO: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Raquitismo Quadro laboratorial: Quadro radiológico: A hipofosfatemia é o dado bioquímico mais frequente. As alterações radiológicas do raquitismo consistem de um alargamento da diáfise desenhando uma imagem “ em taça” com a concavidade voltada para a articulação. CARACTERÍSTICAS É uma doença óssea metabólica caracterizada por falha ou atraso na calcificação da placa de crescimento cartilaginosa em crianças cujas epífises ainda não se fundiram; Existem vários tipos de raquitismo, incluindo o nutricional, o dependente de vitamina D e o resistente à vitamina D. TRATAMENTO PATOGENIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO ETIOLOGIA No período neonatal: No primeiro ano: Quando a criança começa a andar: O crânio cresce mais rapidamente, resultando em crânio tabes e no atraso no fechamento das fontanelas; Podem ser observadas asdeformidades torácicas como o peito em “quilha” ou “ em pombo ” e o rosário raquítico; As metáfises dos ossos longos apresentam-se alargadas, podendo haver encurvamento da tíbia e da fíbula, e também do fêmur. Na deficiência de vitamina D, utiliza-se o calciferol; O tratamento do raquitismo hipofosfatêmico requer administração oral diária de fosfato e vitamina D. Caracteriza-se por defeito da mineralização na matriz cartilaginosa da placa de crescimento e, portanto, compromete apenas crianças. Tal como acontece com a osteomalacia nos adultos, o raquitismo pode resultar de: - Insuficiência renal; - Síndromes de má absorção como a doença celíaca e a fibrose cística; - Medicamentos, como os anticonvulsivantes, que causam resistência do órgão-alvo à vitamina D; - Exposição inadequada à luz solar ou ingestão insuficiente de vitamina D; - Outra causa de raquitismo é a utilização de leites comerciais alternativos (p. ex., bebidas de soja ou de arroz) que não são enriquecidos com vitamina D. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Mutações nos genes COL1A1 e COLlA2; Síntese anormal colágeno de tipo I pelo osteoblasto; Colágeno de constituição mais frágil. Osteogênese Imperfeita História clínica; Densitometria óssea; Diagnóstico diferencial: deve ser feito com a acondroplasia, acondrogênese e hipofosfatasia. CARACTERÍSTICAS A osteogênese imperfeita é uma doença genética do tecido conjuntivo que se caracteriza por anormalidades quantitativas ou qualitativas do colágeno tipo I; A principal manifestação clínica da osteogênese imperfeita é a fragilidade óssea. TRATAMENTO EPIDEMIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Tratamento ortopédico; Bifosfonatos (diminuição da remodelação óssea); Exercícios de baixo impacto. É uma doença rara, ocorrendo um caso em cada 15 a 20 mil nascimentos; Como a doença é pouco conhecida, alguns casos só são diagnosticados após vários anos de história de fraturas. Fragilidade óssea com múltiplas fraturas por trauma mínimo (manifestação mais comum); Perda da audição; Pode ocorrer dentinogênese imperfeita; Esclera azulada; Pode ocorrer força muscular. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com O ácido úrico é o produto final da degradação das purinas. O aumento do reservatório de urato em indivíduos com gota pode resultar de sua produção excessiva ou de sua excreção reduzida. A deposição de cristais de urato no líquido sinovial resulta em inflamação, vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, ativação do complemento e atividade quimiotática dos leucócitos polimorfonucleares. A fagocitose de cristais de urato pelos leucócitos resulta em rápida lise das células e descarga de enzimas proteolíticas no citoplasma. A consequente reação inflamatória provoca intensa dor articular, eritema, calor e edema. Gota CARACTERÍSTICAS A gota caracteriza-se por hiperuricemia, crises recorrentes de artrite aguda com cristais de urato monossódico (UMS) em leucócitos presentes no líquido sinovial, depósitos de cristais de UMS em tecidos e ao redor das articulações (tofos), doença renal intersticial e nefrolitíase por ácido úrico. TRATAMENTO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Aplicação de gelo; Anti-inflamatórios não esteroides; Corticosteroides; Alopurinol; Colchicina. O diagnóstico definitivo exige aspiração do líquido sinovial da articulação acometida e identificação de cristais intracelulares de UMS monoidratado nos leucócitos do líquido sinovial. Crises de gota aguda caracterizam- se por dor excruciante de início rápido, edema e inflamação; Tofos (depósitos de urato); Nefrolitíase por ácido úrico; Nefropatia aguda. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Diminuição de estrogênios; Envelhecimento. (Osteoporose primária) Secreção de citocinas de reabsorção óssea; Aumento da atividade osteoclástica; Reabsorção óssea aumentada; Osteoporose. Diminuição da absorção de cálcio; Redução da formação óssea; Osteoporose. Osteoporose CARACTERÍSTICAS A osteoporose caracteriza-se por redução da massa de osso normalmente mineralizado até um ponto em que não mais proporciona suporte mecânico adequado. É um tipo de osteopenia (situação na qual existe diminuição da massa óssea). TRATAMENTO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO ETIOLOGIA Bisfosfonatos: inibem diretamente a ressorção óssea osteoclástica; Denosumabe: é um anticorpo monoclonal que inibe o desenvolvimento e a ativação de osteoclastos. Calcitonina: diminui a ressorção óssea e pode proteger contra perda óssea e fraturas vertebrais. Mensuração da densidade mineral óssea por absorciometria com dupla emissão de raios X (DEXA); Técnicas radiológicas simples (em geral, constituem uma ferramenta diagnóstica insatisfatória). É assintomática até o momento em que produz fraturas e deformidades; Fraturas típicas de osteoporose ocorrem na coluna, no quadril e no punho; A complicação de osteoporose com morbidade e mortalidade mais altas é fratura do quadril. Osteoporose primária: menopausa e envelhecimento; Osteoporose secundária: alcoolismo, má absorção de cálcio, excesso de corticosteróides, hipertireoidismo. PATOGENIA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com TSH-R [stim] Ab (autoanticorpo) Dirigido contra o receptor de TSH Estimula as células foliculares da tireoide a produzir quantidades excessivas de T4 e T3. Hipertireoidismo DEFINIÇÃO A tireotoxicose é o estado hipermetabólico devido à elevação dos níveis circulantes de T3 e T4; Por ser mais comumente provocada pela hiperfunção da glândula tireoide, a tireotoxicose é frequentemente conhecida como hipertireoidismo. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO PATOLOGIA CAUSAS Ansiedade, insônia e nervosismo; Exoftalmia (olhos protusos); Taquicardia e fibrilação atrial; Taxa metabólica basal aumentada; Apetite voraz e perda de peso. Mensuração da concentração de TSH: Mensuração do T4 livre: Ecografia de tireoide; Cintilografia de tireoide. (Resultado: TSH suprimido) - (Resultado: T4 aumentado); - (EXCEÇÃO: hipertireoidismo subclínico). ACHADOS CLÍNICOS Doença de Graves; Hipertireoidismo induzido pelo iodo; Bócio multinodular hiperfuncionante; Adenoma hiperfuncionante da Tireoide; Adenoma hipofisário secretor de TSH. PRIMÁRIAS: SECUNDÁRIAS: lodo radioativo: Tratamento de escolha para a maioria dos pacientes com doença de Graves; Drogas antitireoidianas: Metimazol e Propiltiouracil; Cirurgia: Casos selecionados como quando ocorre falha com as drogas antitireoidianas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Hipotireoidismo DEFINIÇÃO Pode ser definido como um estado resultante da produção insuficiente dos hormônios tireoidianos; É qualificado em: congênito: perturbação da função tireoidiana existente desde o nascimento; e adquirido: em que os sintomas aparecem tardiamente. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO PATOGÊNESE QUADRO CLÍNICO Pós-cirurgia; Doença de Hashimoto; Tireoidite; Induzido por litio; Exame físico; Medida dos anticorpos antitireoidianos; Ultra-sonografia tireoidiana. Testes de função tireoidiana: A medida do TSH sérico é o procedimento laboratorial inicial e diagnóstico do hipotireoidismo. ETIOLOGIA O principal objetivo do tratamento do hipotireoidismo é fazer o paciente retornar ao estado funcional eutireoidiano o mais rapidamente possível, fornecendo hormônio suficiente para colocar o nível sérico elevado de TSH no valor médio dos limites de referência (0,4 a 4 mcU/mL). A deficiência dos hormônios da tireoide afeta praticamente todos os tecidos corporais, de modo que os sintomas são múltiplos. Deficiência de TRH ou TSH; Deficiência enzimática comprometendo a síntese hormonal; Fadiga e fraqueza; Intolerância ao frio; Ganho de peso; Pele seca e áspera; Rouquidão; Mialgia e parestesia; Depressão; Retardomental (recém-nascidos); Crescimento retardado (crianças e adolescentes). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Hipertireoidismo x Hipotireoidismo CARDIOVASCULAR Débito cardíaco reduzido; Débito cardíaco aumentado. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: COLESTEROLTOLERÂNCIA À TEMPERATURA PESO RESPIRATÓRIO METABOLISMO Intolerância ao frio; Intolerância ao calor. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: Reduzido; Aumentado. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: Aumentado; Reduzido. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: Hipoventilação; Dispneia. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: Aumentado; Reduzido. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: PELE E CABELOS Ásperos e secos; Finos e brilhantes. HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: ASPECTO GERAL Aspecto mixedematoso, voz grossa, atraso do crescimento (crianças); Exoftalmia (doença de Graves), ptose palpebral, crescimento acelerado (crianças). HIPOTIREOIDISMO: HIPERTIREOIDISMO: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Diabetes Melito DEFINIÇÃO Refere-se a um grupo de distúrbios metabólicos comuns que compartilham o fenótipo da hiperglicemia; A hiperglicemia no diabetes resulta de defeitos na secreção de insulina, na ação da insulina ou, mais comumente, de ambos. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO CLASSIFICAÇÃO CLÁSSICA SINTOMAS CLÁSSICOS Tipo 1: Causada pela destruição seletiva de células beta pancreáticas por linfócitos T alvejando antígenos maldefinidos de células beta; Concentração aleatória de glicose de 200 mg/dL ou mais, com os sinais e sintomas clássicos; Concentração de glicose de jejum de 126 mg/dL ou mais, em mais de uma ocasião; Teste oral de tolerância à glicose anormal, no qual a concentração de glicose seja de 200 mg/dL ou mais, duas horas após uma carga-padrão de carboidratos (75 g) de glicose. ETIOLOGIA O principal objetivo do tratamento do hipotireoidismo é fazer o paciente retornar ao estado funcional eutireoidiano o mais rapidamente possível, fornecendo hormônio suficiente para colocar o nível sérico elevado de TSH no valor médio dos limites de referência (0,4 a 4 mcU/mL). Tipo 2: - (1) Resistência de tecidos-alvo aos efeitos da insulina; - (2) secreção inadequada de insulina por células beta pancreáticas na situação de resistência à insulina. Polifagia; Polidipsia; Poliúria; Glicosúria; Perda de peso (tipo 1); Ganho de peso (tipo 2); Visão turva (tipo 2). Tipo 1: Destruição das células beta, normalmente levando a deficiência insulínica absoluta; Tipo 2: Combinação entre a resistência insulínica e a disfunção das células beta. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico DEFINIÇÃO É uma complicação grave da diabetes melito; Era anteriormente denominado estado hiperglicêmico hiperosmolar não cetótico (EHHNC); Os pacientes com essa patologia costumam estar na faixa etária de 50 anos para cima. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO CARACTERÍSTICAS ACHADOS CLÍNICOS Eletrólitos: potássio, sódio, cloro, magnésio e fósforo; Gasometria arterial; Urina tipo 1; Avaliação da glicemia; Achados clínicos; Outros exames: ECG e Radiografia de tórax. FATORES PRECIPITANTES Corrigir o déficit hídrico: Líquidos intravenosos; Corrigir a hiperglicemia: Insulinoterapia; Corrigir os déficits eletrolíticos: Potássio. Profunda desidratação; Rebaixamento do nível de consciência; Astenia; Perda de peso; Poliúria e polidipsia (costumam ocorrer durante semanas); Respirações de Kussmaul. Infecções; Tratamento irregular; Medicamentos (corticoides); Doenças vasculares; Gestação. Glicemia maior que 600 mg/dL; pH arterial maior que 7,3; Osmolalidade sérica efetiva estimada > 320 mOsm/kg. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com A ausência da insulina faz com que o metabolismo entre em um processo de autofagia, nesta condição o mesmo passa a usar ácidos graxos para produzir ATP e manter a “homeostase do organismo”; A degradação dos ácidos graxos promove o surgimento de substâncias denominadas de corpos cetônicos (cetonas), que se acumulam no organismo. Esse acúmulo faz com que o pH sanguíneo caia, isso caracteriza a Cetoacidose diabética. Cetoacidose Diabética DEFINIÇÃO É uma complicação aguda hiperglicêmica do diabetes; Geralmente ocorre em pacientes com DM1 (embora possa ocorrer no DM2 em situações extremas). MANEJO DIAGNÓSTICO FATORES DESENCADEANTES MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Corrigir fatores desencadeantes (abandono de tratamento, infecção, AVE, IAM); Insulinoterapia; Realizar reposição de líquidos; Correção do distúrbio eletrolítico: potássio; Bicarbonato: se pH 250 mg/dL; pH 10. Má adesão ao tratamento; Infecções; IAM; AVE e entre outros. PATOGENIA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Queiroartropatia diabética: É uma síndrome de rigidez progressiva crônica da mão secundária à contratura e firmeza da pele sobre as articulações. Ela é caracterizada por incapacidade de espalmar as mãos contra uma superfície plana (sinal da oração). Principais Complicações Crônicas do Dm OFTALMOLÓGICAS Retinopatia diabética; Catarata; Glaucoma. RENAISCARDIOVASCULARES INFECÇÕES NEUROLÓGICAS Neuropatia periférica; Neuropatia autonômica. Várias infecções incomuns que ocorrem quase exclusivamente em pacientes diabéticos: Colecistite enfisematosa, mucormicose, otite externa maligna e papilite necrotizante). ÓSSEAS E ARTICULARES Doença cardíaca: O infarto do miocárdio é 3 a 5 vezes mais comum em pacientes diabéticos do que em controles pareados por idade e é a principal causa de morte em pacientes com diabetes tipo 2. Nefropatia diabética: A nefropatia diabética se manifesta inicialmente por proteinúria. Subsequentemente, à medida que a função renal declina, a ureia e a creatinina acumulam-se no sangue. O espessamento da membrana basal capilar e do mesângio no glomérulo renal produz graus variáveis de glomeruloesclerose e insuficiência renal. ÓSSEAS E ARTICULARES Síndrome do túnel do carpo: Ocorre quando o nervo mediano é comprimido dentro do túnel carpal, sendo mais comum em pessoas com diabetes, especialmente aqueles que também têm queiroartropatia diabética. CARDIOVASCULARES Doença vascular periférica: A incidência de gangrena dos pés em pessoas com diabetes é 30 vezes a de controles da mesma idade. Os fatores responsáveis pelo desenvolvimento desta condição, além da doença vascular periférica, são: doença dos pequenos vasos, neuropatia periférica com perda da sensibilidade dolorosa e das respostas inflamatórias neurogênicas e infecção secundária. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Insuficiência Adrenal DEFINIÇÃO Insuficiência adrenal é um distúrbio caracterizado por alteração da função adrenocortical normal causando deficiência de glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos adrenais. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ETIOLOGIA Reposição de corticoides: Na crise suprarrenal, a dose recomendada é de 200 mg de hidrocortisona endovenosa ao dia, com redução gradativa da dose nas 72 horas subsequentes. Insuficiência adrenal primária (doença de Addison): Insuficiência adrenal secundária e terciária: - Autoimune; - Infecções (tuberculose, infecções fúngicas, citomegalovírus, vírus HIV); - Metástases tumorais; - Medicamentos: cetoconazol; - Uso exógeno de glicocorticoides; - Hipófise: tumores, cirurgia, doenças granulomatosas (tuberculose, sarcoidose, histiocitose X), trauma,metástases tumorais. - Doenças do hipotálamo e síndrome da sela vazia. Fraqueza, fadiga e cansaço; Perda de peso; Constipação; Náuseas e vômitos; Quadro laboratorial: Hiponatremia e hipercalemia representam os achados laboratoriais clássicos. Dosagem do cortisol. Dor abdominal; Diarreia; Hipotensão postural. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Achados clínicos; Mensuração do cortisol; Teste de supressão noturna com dexametasona; Quando positivos: Diagnóstico diferencial. Síndrome de Cushing DEFINIÇÃO A síndrome de Cushing é a condição clínica resultante da exposição crônica a níveis circulantes excessivos de glicocorticoides; Doença de Cushing refere-se, especificamente, à síndrome de Cushing causada por um adenoma de corticotrofos hipofisários. TRATAMENTODIAGNÓSTICO CARACTERÍSTICAS CAUSAS É geralmente considerada uma doença rara; Na maioria dos casos a causa é o adenoma hipofisário produtor de ACTH; A doença de Cushing afeta mais frequentemente as mulheres. Hipersecreção de ACTH pela hipófise (doença de Cushing); Síndrome de ACTH ectópico; Secreção inadequada de CRH pelo hipotálamo; Carcinoma suprarenal; Administração de glicocorticoides exógenos. Remoção cirúrgica do tumor supra- renal; Remoção seletiva do tumor corticotrófico hipofisário; Suprarrenalectomia bilateral; Agentes antiglicocorticoides. ACHADOS CLÍNICOS Obesidade central e face redonda; Hipertensão e IC; Osteopenia e osteoporose; Virilização em mulheres e disfunção erétil em homens; Irritabilidade, labilidade emocional, depressão e paranóia. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Três ou mais dos seguintes critérios: - Obesidade central: circunferência abdominal > 102 cm (H), > 88 cm (M); - Hipertrigliceridemia: triglicerídios ≥ 150 mg/dL ou medicação específica; - HDL‑colesterol baixo: 130 mm sistólica ou ≥ 85 mm diastólica ou medicação específica; - Glicemia de jejum ≥ 100 mg/dL ou medicação específica ou diabetes Tipo 2 previamente diagnosticado. Síndrome Metabólica DEFINIÇÃO A síndrome metabólica é também chamada de síndrome X e síndrome de resistência à insulina; As principais características da síndrome metabólica incluem obesidade central, hipertrigliceridemia, colesterol da lipoproteína de alta densidade (HDL) baixo, hiperglicemia e hipertensão. TRATAMENTO DIAGNÓSTICO FATORES DE RISCO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Sobrepeso/obesidade; Sedentarismo; Diabetes Mellitus; Doença arterial coronariana; Envelhecimento. A síndrome metabólica não está associada a sintomas; A circunferência abdominal pode estar aumentada; Pressão arterial elevada; Acanthosis nigricans: Manchas escuras e aveludadas da pele. Redução do peso é o objetivo primário; Inibidores do apetite e inibidores da absorção; Anti-hipertensivos; Anti-hiperlipêmicos; Fármacos hipoglicemiantes. ETIOPATOGENIA A hipótese mais aceita para descrever a fisiopatologia da síndrome metabólica é a resistência à insulina, que é causada por um defeito incompletamente compreendido da ação da insulina. Um grande contribuinte preliminar para o desenvolvimento da resistência à insulina é uma abundância dos ácidos graxos circulantes. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com A cetoacidose alcóolica é uma sequela do aumento da relação [NADH]/[NAD+]; Isso ocorre devido ao metabolismo do etanol e aos baixos níveis de glicose sanguínea, em razão da ingesta alimentar diminuída; O aumento da relação [NADH]/[NAD+] devido ao metabolismo do etanol prejudica a gliconeogênese; Isso promove lipólise e liberação de hormônios contrarregulatórios, do mesmo modo como na CAD. Cetoacidose Alcóolica CARACTERÍSTICAS A cetoacidose alcoólica é uma condição metabólica complexa, que geralmente se desenvolve em alcoólatras crônicos; Muitos pacientes acabaram ter um período de consumo excessivo de álcool. Devido ao vômito repetitivo e dor epigástrica, eles evitam se alimentar, o que resulta em baixa concentração de glicose sanguínea e no esgotamento da reserva de glicogênio do fígado. TRATAMENTO ACHADOS LABORATORIAIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS PATOGENIA Os sintomas são inespecíficos; Incluem náuseas, vômitos; Dor abdominal; Tiamina: 100 mg por via IV/IM/PO; Glicose: solução de dextrose a 5% em soro fisiológico normal a 0,9%; Potássio: reposição pode ser feita por via oral, com até 40 mEq a cada 2 h. Bicarbonato: casos graves de hiperpotassemia ou de acidose com pHpodem implicar profunda alteração na condução e excitabilidade do coração, podendo alterar a função e o ritmo cardíacos e causar uma PCR (parada cardiorrespiratória). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Edema DEFINIÇÃO Edema é definido como uma condição clínica caracterizada por inchaço palpável produzido pela expansão do volume de líquido intersticial; Podendo ser localizado ou generalizado; São exemplos de edemas mais localizados: a ascite e os derrames pleurais. TIPOS TRATAMENTO FISIOPATOLOGIA Linfedema: É um edema resultante do extravasamento do fluido linfático para o interstício; Reversão da doença de base; Restrição de sódio na dieta; Uso de diuréticos. PRINCÍPIOS GERAIS DO TRATAMENTO DO EDEMA: TIPOS Angioedema: é o edema associado ao inchaço das camadas profundas do tecido cutâneo ou submucoso pelo aumento da permeabilidade capilar: - Angioedema alérgico agudo – ocorre dentro de minutos a horas após exposição a alimentos, drogas, látex ou picada de insetos; - Angioedema auto-imune – episódios recorrentes de angioedema ocorrem no curso de meses a anos. Mixedema: Geralmente, é mais visto no paciente com deficiência do hormônio da tireóide. Para que ocorra um edema generalizado, pelo menos três fatores devem estar presentes: Fatores que contribuem para a gênese do edema: - 1: alteração na hemodinâmica capilar que favoreça o movimento de fluído do vaso sanguíneo para o interstício; - 2: retenção de sal e água pelos rins; - 3: defeito no transporte linfático: insuficiência do fluído intersticial em retornar ao sistema vascular central, pelo sistema linfático. - Queimaduras: a injúria microvascular pode ser induzida por histamina e radicais livres de oxigênio; - Síndrome do desconforto respiratório do adulto: há liberação de citocinas como IL-1, que exercem importante papel no aumento da permeabilidade capilar pulmonar. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Endometriose HIPÓTESES ETIOLÓGICAS Nela, pequenas porções de sangue voltariam. pelo canal vaginal e se alojariam aonde não deveriam; Propõe que alguns fatores hormonais poderiam induzir a diferenciação de células indiferenciadas em tecido endométrial. TEORIA DA MENSTRUAÇÃO RETRÓGRADA: METAPLASIA CELÔMICA: DIAGNÓSTICO DEFINIÇÃO FATORES DE RISCO TRATAMENTO Ocorre quando o tecido endometrial funcionante (glândula e/ou estroma endometrial) se desenvolve fora do sítio normal. Antecedente familiar de 1º grau com endometriose; Menarca precoce; Nuliparidade (nunca ter tido filhos); Defeitos anatômicos no sistema reprodutor; Toxinas ambientais. CA-125; Proteína sérica amiloide A; PCR; Tomografia de pelve; Ultrassonografias pélvica e transvaginal; LABORATORIAL: DE IMAGEM: Videolaparoscopia (padrão ouro). AINEs; Contraceptivos orais combinados; Progestogênios; Danazol; Remoção de lesões endométricas; Ressecção de endometriomas; Histerectomia. QUADRO CLÍNICO Dismenorreia secundária de intensidade progressiva; Dor pélvica crônica; Alterações intestinais e urinárias durante a menstruação; Infertilidade; Dispareunia de profundidade (dor ao ter relações sexuais). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Gravidez Ectópica CARACTERÍSTICAS DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO Ultrassonografia transvaginal; Dosagem da beta-hCG sérica; Laparoscopia pode ser necessária para estabelecer o diagnóstico definitivo. Amenorreia seguida de sangramento vaginal; Desconforto na região inferior do abdome – difuso ou localizado em um dos lados; Síncope e vertigem; Manchas de sangue nas roupas íntimas. Metotrexato: Laparotomia ou laparoscopia; Salpingostomia; Salpingectomia. O fármaco inibe tecidos de crescimento rápido e é usado para quimioterapia contra câncer e para interrupção precoce da gravidez. QUADRO CLÍNICO Dismenorreia secundária de intensidade progressiva; Dor pélvica crônica; Alterações intestinais e urinárias durante a menstruação; Infertilidade; Dispareunia de profundidade (dor ao ter relações sexuais). A gravidez ectópica ou extrauterina é aquela em que o blastocisto fica implantado em qualquer lugar diferente do revestimento endometrial da cavidade uterina; Quase 95% das gestações ectópicas implantam-se nas tubas uterinas; É fatal para o feto, mas, se o tratamento ocorrer antes da ruptura, a morte materna é muito rara. PATOGENIA A causa da gravidez ectópica é um atraso do transporte do ovo, que pode ser resultado de redução da motilidade tubária ou de distorções da anatomia da tuba uterina. Fatores de risco: - Gravidez ectópica anterior; - Cirurgia tubária anterior; - Tabagismo (mais de 20 cigarros por dia); - DST anterior com DIP; - Três ou mais abortamentos espontâneos anteriores; - Idade igual ou superior à 40 anos; - Abortamento clínico ou cirúrgico anterior; - Infertilidade maior que 1 ano; - Parceiros sexuais ao longo da vida (maior que 5); - Uso anterior de DIU. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Incompatibilidade de Rh; Resposta imune primária; Mãe Rh negativa Exposição a eritrócitos fetais Rhpositivos no momento do parto, transfusão prévia com sangue não testado oudurante a gestação (hemorragia fetomaterna) = Sensibilização materna Anticorpos IgG materna ultrapassam a barreira hematoplacentária Hemólise fetal Anemia, acúmulo de bilirrubina. Doença hemolítica perinatal CARACTERÍSTICAS DIAGNÓSTICO PATOGENIA TRATAMENTO Rastreamento da tipagem sanguínea materna Rh-negativa com dosagem de anticorpos anti-D (teste de Coombs indireto); Sinais fetais de comprometimento ao exame ultrassonográfico. Globulina antiD humana (RhoGAM): (Administrada à mãe em 72 horas após o parto é suficiente para neutralizar as células fetais antigênicas que podem ter penetrado na circulação materna durante o parto. Desse modo evitando a sensibilização materna ao sangue fetal) Distúrbio que consiste em uma doença hemolítica do feto causada por anticorpos maternos contra antígenos eritrocitários fetais, como antígenos Rh e antígenos de grupo sanguíneo ABO; Os anticorpos maternos provocam hemólise das hemácias fetais e anemia fetal. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Morte in utero na forma mais grave da doença; Hidropsia fetal (edema grave secundário a ICC causada por anemia intensa); Kernicterus (encefalopatia por bilirrubina). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Síndrome HELLP DEFINIÇÃO DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS FISIOPATOLOGIA Assim como a eclâmpsia, a síndrome HELLP é uma emergência emergência obstétrica; Ocorre em 10 a 20% das gestantes com pré- eclâmpsia grave/ eclâmpsia. H: Hemólise; ELL: Enzimas hepáticas elevadas; P: Plaquetopenia. Constitui uma complicação grave da pré-eclâmpsia. CARACTERÍSTICAS Ultrassonografia; Esfregaço de sangue periférico; Alteração da função hepática: LDH, TGO e TGP; Hemograma. Não é bem definida; Está associada à anemia hemolítica na microvascularização e ao vasoespamo no fígado materno. TRATAMENTO Controlar a PA; Administrar de sulfato de magnésio e anti-hipertensivos; Verificar a possibilidade de cesariana; Transfusão de sangue e plaquetas (se necessário). A sintomatologia geralmente é pobre; Epigastralgia; Mal-estar; Náuseas; Cefaléias; Disfunção renal e hepática; Sangramentos. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.comda quebra da homeostase cerebral. CARACTERÍSTICAS ETIOLOGIA Sistema Nervoso Central: AVC, Trauma Cranioencefálico, hematoma/hemorragia subdural, Doença de Parkinson. Distúrbio Metabólico ou Endócrino: Uremia, Insuficiência Hepática, Hipoxemia, Hipo/Hiperglicemia. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Rebaixamento do nível de consciência; Déficit atencional intermitente, comprometendo a habilidade de direcionar, sustentar ou alternar o foco de atenção; Inquietação, hiperatividade e agitação. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO FASE AGUDA Consiste primariamente em reconhecer e tratar as condições clínicas de base responsáveis pelo desencadeamento ou pela manutenção da quebra de homeostase cerebral. A droga de escolha para o tratamento da agitação e das manifestações psicóticas é o haloperidol. Três variantes clínicas do delirium podem ser definidas: hipoalertahipoativo, hiperalerta- hiperativo e o misto. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Período distinto de intenso temor ou desconforto, no qual quatro ou mais dos seguintes sintomas desenvolveram-se abruptamente e alcançaram um pico em 10 minutos: Transtorno de Pânico Os ataques de pânico se originariam de uma disfunção na rede cerebral do medo; Essa rede integra várias estruturas do tronco encefálico, a amígdala e os hipotálamos medial e cortical; O transtorno de pânico é definido pela presença de episódios recorrentes e imprevisíveis de pânico, que são episódios distintos de medo e desconforto intensos associados a vários sintomas físicos. CARACTERÍSTICAS ETIOLOGIA A etiologia do transtorno de pânico é desconhecida, mas parece envolver predisposição genética, alteração da resposta autonômica e aprendizado social. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Palpitações, sudorese, tremor, dispnéia, dor torácica, tontura e medo de desgraça iminente ou morte. SINTOMAS FÍSICOS: DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO Os objetivos alcançáveis com o tratamento são diminuir a frequência dos episódios de pânico e reduzir sua intensidade; A base do tratamento farmacológico é constituída pelos antidepressivos; Terapia cognitivo-comportamental.1. Palpitação, coração célere ou taquicardia; 2. Sudorese; 3. Tremores ou abalos; 4. Dispnéia ou sensação de sufocamento; 5. Sensação de asfixia; 6. Dor ou desconforto torácicos; 7. Náusea ou desconforto abdominal; 8. Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio e entre outros. As crises de pânico ocorrem de forma inesperada, têm início súbito, evoluem ao longo de 10 minutos e geralmente resolvem-se no decorrer de 1 h; Conexões eferentes no núcleo central da amígdala alcançariam o núcleo parabraqueal, produzindo aumento na respiração; o núcleo lateral do hipotálamo, ativando o sistema nervoso simpático; o locus ceruleus, causando um aumento na pressão sanguínea e nos batimentos cardíacos, bem como a resposta comportamental de medo. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Estão mais relacionados com a hiperatividade dos receptores de dopamina no núcleo caudado. Parecem estar mais relacionados com hipofunção dos receptores de dopamina no córtex pré-frontal SINTOMAS POSITIVOS: SINTOMAS NEGATIVOS: Delírio, desorganização do discurso (transtorno de associação), alucinações, distúrbios do comportamento (desorganização ou catatonia) e ilusões. SINTOMAS POSITIVOS: FASE AGUDA Clorpromazina; Haloperidol; Aripiprazol; Olanzapina; Critério A: por no mínimo um mês é preciso haver pelo menos dois dos seguintes sintomas com duração significativa: Esquizofrenia A esquizofrenia é caracterizada por ilusões, alucinações, desorganização do pensamento e do discurso, comportamento motor anormal e sintomas negativos; O típico aparecimento dessa doença é observado em adultos jovens, e seu curso tende a ser crônico. DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO Ilusões, alucinações, desorganização do discurso, comportamento grosseiramente desorganizado ou catatônico e sintomas negativos. Alogia (pobreza do discurso), avolição, indiferença afetiva, anedonia e isolamento social. SINTOMAS NEGATIVOS: Quetiapina; Risperidona; Clozapina. Critério B: incapacidade funcional significativa. Produz sintomas semelhantes aqueles da hiperatividade dopaminergica e possivelmente, sintomas esquizofrênicos; Pacientes esquizofrênicos com exames cerebrais anormais apresentam concentração sanguínea mais alta de 5-HT. DISFUNÇÃO GLUTAMATÉRGICA: ANORMALIDADES RELACIONADAS COM A SEROTONINA: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Presença de fraqueza muscular que aumenta com o esforço e diminui com o repouso. Anti-AchR e anti-MuSK. Teste com anticolinesterásicos. CLÍNICO: DOSAGEM DE ANTICORPOS: PROVA TERAPÊUTICA: Miastenia Grave Anticorpo a receptor antiacetilcolina (AChR) -> Liga-se ao receptor de acetilcolina -> Inibe a ação da Acetilcolina; O anticorpo ligado evoca destruição da placa terminal imunomediada. Miastenia grave é um distúrbio autoimune da transmissão neuromuscular; Os anticorpos contra os receptores de acetilcolina nas placas motoras dos músculos esqueléticos inibem a transmissão neuromuscular, causando fraqueza muscular. DEFINIÇÃO CARACTERÍSTICAS É aproximadamente três vezes mais comum em mulheres do que em homens; O pico de incidência costuma ocorrer em adultos jovens. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Ptose (queda das pálpebras) ou diplopia (visão dupla); Fadiga flutuante e fraqueza, que melhoram depois de um período de repouso e da administração de inibidores da acetilcolinesterase; Timoma. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO FASE AGUDACorticoides: Prednisona; Anticolinesterásico: Piridostigmina; Cirurgia: Timectomia (70% dos pacientes têm aumento do timo); Plasmaférese; Gamaglobulina. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Acredita-se que a dor se origine de fatores miofasciais; E da sensibilização periférica dos nociceptores. Dor: FASE AGUDAControle do estresse; Treinamento em relaxamento; AINE em altas doses; Analgésicos simples (isoladamente ou em associação com cafeína); Antidepressivos tricíclicos. CRITÉRIOS DA IHS: A: Pelo menos 10 episódios que preencham os critérios B-D. B: Cefaleia com duração de 30 min-7 dias. C: Pelo menos 2 das seguintes características: - Bilateral – Pressão (não pulsátil) – Leve-moderado. D: Ambos: – Sem náusea ou vômitos – Sem fonofobia ou fotofobia. Cefaléia Tensional Constitui o tipo mais comum de cefaléia primária; É mais frequente nas mulheres do que nos homens; As cefaleias episódicas podem tornar-se crônicas em alguns pacientes. CARACTERÍSTICAS CLASSIFICAÇÃO Infrequente: 15 dias/mês. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO 1. Em geral é leve a moderada; 2. Bilateral; 3. Não pulsátil; 4. Localizada nas regiões frontal e temporal. Podem ocorrer fotofobia ou fonofobia leves. Estresse mental, estresse motor não fisiológico, a liberação miofascial local de irritantes ou uma combinação desses fatores podem constituir o estímulo desencadeante. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Origem das descargas elétricas: EXCITAÇÃO EXCESSIVA OU INIBIÇÃO DESORDENADA DOS NEURÔNIOS -> Ocorre descarga anormal de um pequeno número de neurônios -> Em seguida, a condutância normal da membrana e as correntes sinápticas inibitórias são perdidas -> A excitabilidade dissemina-se localmente (crise focal) -> Ou de maneira mais ampla (crise generalizada). O paciente e a sua família são solicitados a caracterizar a crise epiléptica; O EEG é de grande utilidade no diagnóstico de vários distúrbios convulsivos; O exame físico e neurológico e os exames laboratoriais pode identificar a etiologia. Porém a atividade epileptiforme só é encontrada em cerca de 50% dos pacientescom epilepsia Epilepsia Convulsões são distúrbios paroxísticos da função cerebral causados por uma descarga sincrónica anormal de neurônios corticais; As epilepsias constituem um grupo de distúrbios caracterizados por convulsões recorrentes. DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO DAS CONVULSÕES Parciais simples com sintomas motores, sensoriais, psíquicos ou autonômicos; Convulsões parciais complexas ou com generalização secundária. PARCIAIS (CONVULSÕES FOCAIS): DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO FASE AGUDA Fenitoína, Carbamazepina e Fenobarbital: Convulsões tonicoclônicas generalizadas e parciais; Valproato: Convulsões tonicoclônicas generalizadas, ausência, convulsões mioclônicas e parciais; Etossuximida: Convulsões de ausência; Tiagabina: Convulsões parciais. Crises de ausência; Convulsões tonicoclônicas; Outras (mioclônicas, tônicas, clônicas, atônicas). CONVULSÕES GENERALIZADAS: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com FASE AGUDA Comumente utilizada para definir a gravidade do TCE; E avaliar as respostas motoras, respostas verbais e abertura dos olhos; A fim de acessar os níveis de consciência e funções neurológicas após uma lesão. Confusão mental; Cefaléia; Visão turva; Problemas com a memória; Quedas; Acidentes com veículos motorizados; Golpes com objetos; Assaltos. Causada por forças mecânicas (p. ex., fratura do crânio); Ou por aceleração-desaceleração devido a movimento irrestrito da cabeça; LESÃO PRIMÁRIA: Traumatismo Cranioencefálico É uma lesão não degenerativa e não congênita do cérebro devida a uma força mecânica excessiva ou a uma lesão penetrante na cabeça. DEFINIÇÃO EPIDEMIOLOGIA De acordo com o Center for Disease Control (CDC): PRINCIPAIS CAUSAS CLASSIFICAÇÃO SINTOMAS ESCALA DE COMA DE GLASGOW Nos casos mais graves, indivíduo pode entrar em um estado vegetativo permanente. "A cada ano, pelo menos 1,5 milhão de indivíduos nos Estados Unidos sofre um TCE" Com frequência, é uma resposta retardada e pode se dever ao comprometimento do fluxo sanguíneo cerebral. LESÃO SECUNDÁRIA: Convulsões; Náuseas e vômitos; Pupilas dilatadas e fixas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Traumatismo Cranioencefálico FASE AGUDA Controle da pressão intracraniana (PIC): Manter normotermia e normoglicemia; Controle da pressão arterial; Uso de fenitoína IV se houver crises convulsivas; Cirurgia. Manitol e a cabeceira a 30º Hipertensão arterial sistêmica; Malformações arteriovenosas (MAVs); Angiopatia amiloide; Trombose venosa cerebral; Sinais de hipertensão craniana: Fraqueza unilateral, incapacidade para falar, vertigem, cefaleia. (Os sintomas costumam aumentar gradualmente em minutos ou em poucas horas) Cefaleia, vômitos, sonolência e crises convulsivas Anamnese e exame físico; TC de crânio sem contraste é o exame mais usado para o diagnóstico; Pode-se utilizar também ressonância de crânio. Se caracteriza pela ruptura de um vaso com extravasamento de sangue para o parênquima cerebral; Pode ser primário, devido à ruptura de vasos danificados por HAS ou angiopatia amiloide ou secundário a neoplasias, malformações vasculares e entre outros. DEFINIÇÃO FATORES DE RISCO HAS; Idade avançada; Ingesta de álcool; Insuficiência renal crônica; MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CLASSIFICAÇÃO ETIOLOGIA TRATAMENTO Afrodescendência; Uso de varfarina ou antiplaquetários. Coagulopatias; Uso de anticoagulantes; Tumores; Uso de cocaína, anfetaminas e entre outros. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Broncodilatores: Zolpidem e zopiclona são as drogas de 1ª escolha para o tratamento da insônia; A principal intervenção terapêutica para a insônia é a terapia cognitivo- comportamental; Insônia Dificuldade em adormecer com aumento da latência do sono; INICIAL OU PRECOCE: INTERMEDIÁRIA OU DE MANUTENÇÃO DO SONO: Diagnóstico é clínico. Deve-se realizar anamnese detalhada; Alguns critérios diagnósticos para insônia crônica: - Duração ≥3 meses; - Ocorrência ≥3 vezes/semana; - Pelo menos 1 consequência diurna: Fadiga, irritabilidade/transtorno de humor, sonolência diurna e entre outros. - Pelo menos 1 dos sinais dos 3 tipos de insônia; - Não explicada por outro transtorno do sono. Pode apresentar-se como diminuição na eficiência do sono ou redução das horas de sono associada a diminuição da produtividade ou bem-estar; Pode ser classificada em primária ou secundária. Esta última, geralmente tem seu fator causal identificável. DEFINIÇÃO CARACTERÍSTICAS É o distúrbio do sono mais frequente; Pode ser um fator agravante de outras doenças associadas. CAUSAS COMUNS DIAGNÓSTICO TIPOS TRATAMENTO Recomendações: Evitar bebidas com álcool e cafeína (chá, chocolate, guaraná, café) de 4 a 6 horas antes de dormir; Fazer exercícios, pelo menos, 20 minutos ao dia. Dificuldade em manter o sono. Frequentemente ocorre despertar durante a noite; Pacientes de modo frequente tendem a acordar cedo demais. TERMINAL OU TARDIA: Cafeína, pílulas de dieta (que contêm pseudoefedrina e efedrina) e nicotina; Betabloqueadores, albuterol, quinidina, descongestionantes nasais; Apneia do sono, intoxicação ou abstinência de álcool e de drogas, tireotoxicose, doenças neurológicas, enfermidades médicas agudas ou crônicas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Exercícios físicos; Suporte psicológico e emocional; Zopiclona e zolpidem: Tratamento dos distúrbios do sono da fibromialgia; Relaxantes musculares de ação central: Ciclobenzaprina; ADTs são drogas de escolha para a analgesia. Fibromialgia Ao exame físico: Presença de tender points ou pontos dolorosos (pelo menos 11 em 18); Dor difusa e crônica (sintoma cardinal), nos 4 quadrantes do corpo; Dor difusa por 3 meses, envolvendo as extremidades superiores e inferiores, os lados direito e esquerdo, assim como o esqueleto axial; com 11 dos 18 pontos dolorosos (tender points) à digitopressão; Ausência de doença subjacente que possa justificar os sintomas. É uma síndrome não inflamatória e não degenerativa; Caracterizada por dor musculoesquelética crônica (superior a 3 meses); Associada à presença de uma série de pontos dolorosos específicos no corpo e a sintomas gerais inespecíficos. DEFINIÇÃO ETIOPATOGENIA Etiologia desconhecida; Nível aumentado de substância P; Desbalanço entre substâncias que amplificam a dor e que a diminuem. QUADRO CLÍNICO DIAGNÓSTICO 9 PARES DE PONTOS DOLOROSOS DA FIBROMIALGIA TRATAMENTO Occipital: Na inserção no músculo suboccipital; Cervical baixo: Na projeção anterior do processo transverso de C5; Trapézio; Fadiga, dificuldade para dormir e sono não reparador; Cefaleia, ansiedade e depressão (frequentes). Supraespinoso; Espaço intercostal; Epicôndilo lateral; Glúteo; Grande trocânter; Joelho. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com N. meningitidis: Penicilina G cristalina ou ampicilina; H. influenzae: Cloranfenicol ou ceftriaxona; S. pneumoniae: Penicilina G cristalina (se sensibilidade for comprovada) ou ceftriaxona. ANTIBIOTICOTERAPIA, SEGUNDO ETIOLOGIA: Meningite Bacteriana Cefaleia; Febre; Rigidez de nuca; Alteração da consciência; Náusea e vômitos; Fotofobia; Convulsões. Análise do LCR; Hemocultura; Hemograma completo; Pesquisa de antígenos bacterianos específicos; PCR (reação em cadeia da polimerase). É a infecção purulenta aguda das meninges e do espaço subaracnoide. DEFINIÇÃO PATÓGENOS MAIS COMUNS Streptococcus pneumoniae (pneumococo): 4% das infecções; Neisseria meningitidis (meningococo): 48% das infecções; Haemophylus influenzae: 10% das infecções. QUANDO SUSPEITAR? DIAGNÓSTICO COMPLICAÇÕES E SEQUELAS TRATAMENTO Hipertensão intracraniana; Abscesso cerebral; Hemorragia subaracnoide; Perda de audição; Déficits motores e cognitivos; Convulsão. Amo Resumos Licenciado para - Everton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com AINEs; Opioide fraco (codeína, tramadol ou oxicodona) + AINEs; Opioide forte (morfina, metadona, fentanila transdérmica) + AINEs. DOR LEVE: DEGRAU 1: DOR MODERADA: DEGRAU 2: DOR INTENSA: DEGRAU 3: Dor Tem papel fisiológico e funciona como sinal de alerta para a percepção de algo que está ameaçando a integridade física do organismo. Ausência de sensibilidade à dor; Ausência de toda sensação, inclusive a dor; Dor neurogênica ao longo da distribuição periférica de um nervo; Dor iniciada no sistema nervoso, por anormalidades das estruturas neurais. ANALGESIA: ANESTESIA: NEURALGIA: DOR NEUROGÊNICA: International Association for the Study of Pain: “Uma experiência emocional e sensorial desagradável associada a uma lesão tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tal lesão ”. DEFINIÇÃO FUNÇÃO DEFINIÇÕES CLASSIFICAÇÃO Nociceptiva: Causada por lesão tecidual (musculoesquelética, cutânea ou visceral). Neuropática: Causada ou iniciada por lesão primária ou disfunção do sistema nervoso; Psicogênica: Prevalecem fatores psicológicos na gênese da sensação dolorosa; Mista. CARACTERIZAÇÃO SEMIOLÓGICA Localização; Irradiação; Qualidade ou caráter; Intensidade; Início e duração; Evolução, sintomas e entre outros. ESCADA ANALGÉSICA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Glaucoma de ângulo aberto: - Se caracteriza por um aumento anormal da pressão intraocular, sem a obstrução do ângulo iridocorneal; Os glaucomas são distúrbios oculares que levam a uma neuropatia óptica caracterizada por alterações no disco óptico associadas à perda de acuidade e de campo visual; É comumente classificado como de ângulo aberto ou de ângulo fechado, dependendo da localização da saída comprometida. Glaucoma Glaucoma de ângulo aberto: - Tonometria de aplanação; - Visualização oftalmoscópica do nervo óptico; - Exame de campo visual central. CARACTERÍSTICAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO Glaucoma de ângulo fechado: - Gonioscopia (mede a profundidade da câmara anterior). Glaucoma de ângulo aberto: Glaucoma de ângulo fechado: - Os fármacos utilizados no tratamento a longo prazo do glaucoma são classificados em cinco classes: antagonistas betaadrenérgicos, análogos da prostaglandina, agonistas adrenérgicos, inibidores da anidrase carbônica e agonistas colinérgicos. - É uma emergência oftalmológica. O tratamento é dirigido para a redução da pressão intraocular, geralmente com agentes farmacológicos. Glaucoma de ângulo aberto: Glaucoma de ângulo fechado: - Tem evolução lenta e em geral é assintomático até a instalação de perda substancial do campo visual; Os episódios agudos produzem sintomas como embaçamento e edema da córnea; dor ocular; náusea, vômitos e dor abdominal; - As crises de elevação da pressão intraocular se manifestam por sintomas que incluem dor ocular e visão turva ou iridescente causada. A pupila pode ficar dilatada e fixa. - Geralmente ocorre devido a uma anomalia da malha trabecular que controla o fluxo do humor aquoso para dentro do canal de Schlemm; - Em geral, é uma condição assintomática e crônica, causando dano progressivo ao nervo óptico e perda de campo visual se não for tratada de maneira adequada. Glaucoma de ângulo fechado: - Decorre da oclusão do ângulo da câmara anterior pela íris, resultando em aumento da pressão intraocular; - Geralmente ocorre como resultado de um defeito anatômico hereditário que causa a câmara anterior rasa; - É mais comumente observado em pessoas de ascendência asiática ou inuítes (esquimós) e em pessoas com hipermetropia. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com A cirurgia é o único tratamento para corrigir a perda de visão relacionada com a formação de catarata. Catarata Os casos de catarata relacionados com o envelhecimento caracterizam-se por visão cada vez mais turva e distorção visual; Acontece redução da acuidade visual para longe e para perto; Brilho ou luz anormal no campo visual. Defeito de desenvolvimento (catarata congênita); Secundária a traumatismo ou doença; Diabetes; Uso de corticoides, fenotiazinas e medicamentos oftalmológicos mióticos fortes. A catarata é uma opacidade do cristalino que interfere na transmissão de luz para a retina. Estima-se que 18 milhões de pessoas em todo o mundo apresentem deficiência visual devido à catarata; Pode ser encontrada em aproximadamente 50% dos indivíduos na faixa etária entre 65 e 74 anos e em 70% daqueles com mais de 75 anos. DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ETIOLOGIA TIPOS TRATAMENTOCatarata traumática: Catarata congênita: Uma lesão por corpo estranho que cause rompimento na cápsula do cristalino viabiliza a entrada de humor aquoso e corpo vítreo, o que dá início à formação de catarata. É aquela que se manifesta ao nascimento. DIAGNÓSTICO O diagnóstico de catarata se baseia na oftalmoscopia; Além do grau de deficiência visual no teste de visão de Snellen. Catarata senil Entre as causas da catarata congênita estão defeitos genéticos, agentes ambientais tóxicos e vírus, como o da rubéola. A catarata é a causa mais comum de perda de visão relacionada com a idade no mundo inteiro. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Frequentemente associada a usuários de lentes de contato que não fazem a higienização adequada. Apresenta dor importante, além de infiltração estromal com formasção de anel estromal imune e espessamento da inervação corneana. Infecções da Córnea e da Conjuntiva Dor, fotofobia, diminuição da acuidade visual, defeito epitelial, infiltração da córnea que pode ser multifocal, hipópio e são sinais e sintomas comuns. Candida e Fusarium são os mais relacionados entre as infecções fúngicas da córnea. O início pode ser mais indolente quando comparado com a infecção bacteriana e as bordas da lesão podem ser mais irregulares. Lacrimejamento, hiperemia conjuntiva e secreção mucopurulenta são sinais comuns, geralmente causados pelo Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae. CONJUTIVITES BACTERIANAS CERATITES BACTERIANAS CERATITES FÚNGICAS CERATITES VIRAIS CONJUTIVITES VIRAIS Os adenovírus 8 e 19 são os mais relacionados às conjuntivites virais. Secreção aquosa, hiperemia conjuntiva, edema palpebral e folículos são comuns. Os herpes vírus tipos 1 e 2 podem gerar quadros epiteliais, estromais e endoteliais na córnea. Nos quadros epiteliais, são evidenciadas lesões dendríticas. CERATITES POR ACANTHAMOEBA Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com O tratamento clínico é baseado nos sintomas; β-bloqueadores podem melhorar a dor torácica e a dispneia; Diuréticos; Amiodarona; Anticoagulantes; Tratamento cirúrgico. Cardiomiopatia Hipertrófica A maioria dos pacientes é assintomática ou tem apenas sintomas brandos ou intermitentes; Dor torácica; Dispneia média; Síncope; Sopro cardíaco. Exame físico; Histórico familiar; ECG; Ecocardiografia bidimensional. A cardiomiopatia hipertrófica é definida como uma hipertrofia ventricular esquerda não explicável na ausência de condições de carga anormal (doença valvular, hipertensão, defeitos congênitos do coração) suficiente para explicar o grau de hipertrofia. DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA EPIDEMIOLOGIA Ocorre em todos os grupos raciais; É a doença cardíaca de origem genética mais comum. É frequentemente hereditária com uma herança autossômica dominante; TRATAMENTO As mutações nos genes da proteína contrátil sarcomérica são responsáveis por aproximadamente 50% a 60% dos casos. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Identificação rápida da parada cardíaca e ativação do sistema de resposta de emergência; RCP precoce com ênfase nas compressõesno peito; Desfibrilação rápida; Suporte avançado de vida em cardiologia (ACLS); Cuidado integrado pós-parada cardíaca. Parada Cardíaca A parada cardíaca pode ser precedida por: Após uma parada, as pessoas ficam não responsivas, apneicas e hipotensivas sem pulso detectável. - Ansiedade; - Falta de ar; - Dor no peito. Etiologia: Duas condições fisiopatológicas diferentes estão associadas com a parada cardíaca: - A coronariopatia (ou doença arterial coronariana [DAC]) é a causa mais comum em adultos com parada cardíaca; - Nos pacientes pediátricos, a parada cardíaca é consequência da insuficiência respiratória ou do choque. - Primária: o sangue arterial está completamente oxigenado no momento da parada; - Secundária: é resultado de insuficiência respiratória, na qual a perda de ventilação causa grave hipoxemia, hipotensão e parada A parada cardíaca envolve a cessação da atividade mecânica do coração, confirmada pela ausência de sinais de circulação (p. ex., pulso detectável, ausência de resposta e apneia). CARACTERÍSTICAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO EPIDEMIOLOGIA É feito por meio da observação das manifestações clínicas consistentes com a parada cardíaca; TRATAMENTO É confirmado pelos sinais vitais, em especial a frequência cardíaca e a respiração. Em geral, a parada cardíaca nos adultos é consequência de arritmias. A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) são as mais comuns. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Insetos triatomíneos transmitem o T. cruzi entre os hospedeiros mamíferos; Disseminação dos microrganismos pelos vasos linfáticos e circulação sanguínea; Totalmente insatisfatório; Basicamente existem dois fármacos disponíveis: Benznidazol e Nifurtimox; Reduzem a paresitemia. Nifurtimox tem eficácia de 70% na fase aguda. Ambos são ineficazes na fase crônica e são extremamente tóxicos. Doença de Chagas Chagoma: Sinal de Romaña: - Lesão inflamatória com edema e eritema no local da picada; - Edema unilateral indolor das pálpebras e tecidos perioculares; A doença de Chagas, ou tripanossomíase americana, é uma zoonose causada pelo parasito protozoário T. cruzi; A doença de Chagas aguda é geralmente uma doença febril leve que resulta da infecção inicial pelo microrganismo; Os pacientes com infecção crônica podem desenvolver lesões cardíacas e gastrintestinais. CARACTERÍSTICAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO TRATAMENTO Exame microscópico de sangue fresco anticoagulado; Esfregaço de sangue corado por Giemsa; Diagnóstico da forma crônica: Detecção de anticorpos IgG específicos que se ligam aos antígenos do T. cruzi. Febre; Edema da face e membros inferiores; Miocardiopatia; Megaesôfago. PATOGENIA Alterações histológicas no local de entrada da infecção inicial; Primariamente os músculos (incluindo o miocárdio) e as células ganglionares podem se tornar maciçamente parasitados; Após a resolução espontânea da infecção aguda, a maioria dos indivíduos permanece pelo resto da vida na forma indeterminada da doença de Chagas crônica. O coração é o órgão mais afetado na forma crônica, as alterações incluem: aumento biventricular, trombos murais. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Angina de Peito Nitroglicerina: Beta-bloqueadores: Procedimentos de reperfusão podem ser utilizados para restaurar a irrigação sanguínea do miocárdio. Redução em curto e longo prazos do consumo de oxigênio miocárdico por meio de vasodilatação seletiva; Redução do consumo de oxigênio miocárdico por meio do bloqueio da estimulação beta-adrenérgica do coração; A gravidade varia de desconforto a dor agonizante; Sensação de fraqueza ou dormência nos braços, nos punhos e nas mãos, bem como dispneia, palidez, diaforese, tontura ou vertigem, e náuseas e vômito, podem acompanhar a dor. A angina de peito é uma síndrome clínica, habitualmente caracterizada por episódios ou paroxismos de dor ou pressão na parte anterior do tórax; A causa é o fluxo sanguíneo coronariano insuficiente, que resulta em diminuição do aporte de oxigênio. DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO TIPOS DE ANGINA História do paciente; Manifestações clínicas; ECG; Ecocardiograma; Biomarcadores cardíacos. TRATAMENTO Dor previsível e consistente que ocorre aos esforços e é aliviada com repouso e/ou nitroglicerina. (Também denominada angina pré- infarto ou angina crescente): os sintomas aumentam em frequência e intensidade; pode não ser aliviada com repouso ou nitroglicerina. ANGINA ESTÁVEL: ANGINA INSTÁVEL: (Também denominada angina de Prinzmetal): dor em repouso com elevação reversível do segmento ST; acredita-se que seja causada por espasmo de artéria coronária. ANGINA VARIANTE: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Não farmacológico: Farmacológico: Perda de peso, adoção de plano alimentar, restrição de sódio, atividade física aeróbica regular, consumo moderado de álcool e abandono do tabagismo. IECAs, bloqueadores dos receptores de angiotensina II, bloqueadores dos canais de cálcio e os diuréticos tiazídicos constituem opções de primeira linha. Hipertensão A hipertensão por si só não causa sintomas; Lesão dos órgãos-alvo, principalmente nos olhos, cérebro, coração, rins e vasos sanguíneos periféricos; Complicações: IAM, insuficiência cardíaca, acidentes vasculares encefálicos trombóticos e hemorrágicos, encefalopatia hipertensiva e insuficiência renal. É definida como uma elevação persistente da pressão arterial (PA); A pressão arterial elevada é extremamente frequente e pode permanecer silenciosa durante anos; A causa mais comum de hipertensão é a resistência vascular periférica aumentada. DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CARACTERÍSTICAS Não é uma doença única, mas uma síndrome com múltiplas causas; Hipertensão essencial: ocorre em mais de 95% dos casos e é aquela em que a causa não é identificada. TRATAMENTO Aferições de PA; Fundoscopia; Exame cardiopulmonar; Sinais de lesão dos órgãos-alvo; Exames Laboratoriais: Ureia/creatinina sérica, painel lipídico em jejum, glicemia em jejum, eletrólitos séricos, etc. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Pode resultar de uma causa específica: Ou de uma etiologia desconhecida: Hipertensão secundária; Hipertensão primária ou essencial; Consumo elevado de sódio, distúrbios do sistema renina-angiotensina, deficiência na síntese de substâncias vasodilatadoras como NO. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Induzida pela gravidez; Síndrome Carcinoide; Abuso de Álcool; Grandes queimados. Causas secundárias de HAS Síndrome de Cushing; Hiper/hipotireoidismo; Feocromocitoma; Hiperaldosteronismo primário. Tumor cerebral; Apneia Obstrutiva do Sono; Síndrome de Guillain-Barré; Encefalite. NEUROLÓGICA ENDÓCRINAVASCULAR Coarctação de Aorta; Fístula Arteriovenosa. OUTRAS Glomerulonefrite Induzida pela gravidez; aguda e crônica; Nefrite crônica; Tumores secretores de renina; Poliquistose renal. RENAL EXÓGENA Anticoncepcionais orais; Glicocorticoides; Antidepressivos tricíclicos; Mineralocorticoides. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Toracotomia ou esternotomia; Pericardiocentese guiada por Ultrassonografia (utilizado quando a toracotomia não é possível). Colapso da câmara cardíaca; = Derrame e Tamponamento Pericárdico Bulhas cardíacas abafadas; Hipotensão; Turgência jugular. Dispneia: é o sintoma mais comum; Pulso paradoxal: queda de 10 a 12 mmHg na PAS com a inspiração. TRÍADE DE BECK: OUTROS: DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ETIOLOGIA Trauma; Infecções; Uremia; Cirurgia cardíaca; Câncer. CONDUTA Clínico (baseia-se na anamnese e exame físico); Eletrocardiograma; O diagnóstico é confirmado por ecocardiografia. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Súbito acréscimo de líquido; O derramepericárdico pode ocorrer em resposta a qualquer causa de pericardite; O tamponamento pericárdico é uma emergência médica caracterizada por acúmulo de líquido no espaço pericárdico ao redor do coração que limita a capacidade cardíaca de bombear o sangue. Aumento da pressão pericárdica; Diminuição da distensão transmural do ventrículo; Impedimento do enchimento apropriado do coração pelo retomo venoso sistêmico. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Anamnese e exame físico; Ecocardiografia; Eletrocardiograma; Radiografia de tórax; Cateteres arteriais pulmonares (SwanGanz); Marcadores cardíacos; Gasometria arterial. Disfunção miocárdica sistólica e diastólica; Hipoperfusão sistêmica e coronariana; Furosemida: Congestão e EAP; Líquidos e transfusões sanguíneas: Hipovolemia; Noraepinefrina ou dopamina: Hipotensão; Nitroglicerina: Hipertensão. Choque Cardiogênico DEFINIÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CARACTERÍSTICAS Principal causa de morte dos pacientes hospitalizados com IAM; A taxa de mortalidade intra- hospitalar associada é > 50%. TRATAMENTODIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA Emergência médica caracterizada por hipoperfusão sistêmica causada pela redução grave do índice cardíaco e pela hipotensão arterial sistólica persistente, apesar da pressão de enchimento elevada. Dor torácica persistente; Dispneia; Palidez; Ansiedade; Sudorese; Em geral, o pulso é rápido e fraco; Pode haver bradicardia grave. Diminuição do DC, PA e frequentemente causa congestão pulmonar; Agravamento da isquemia e morte. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com O tratamento do choque visa corrigir a causa e ajudar os mecanismos compensatórios fisiológicos a restabelecer um nível adequado de perfusão dos tecidos. Causa primária do choque = perda de sangue: Deve incluir a transfusão precoce e rápida de quantidades adequadas de sangue total compatível. Choque Circulatório CHOQUE HIPOVOLÊMICO CHOQUE CARDIOGÊNICO CARACTERÍSTICAS Aspecto comum: perfusão tecidual inadequada, com um débito cardíaco relativa ou absolutamente inadequado. DESTAQUES TERAPÊUTICOS CHOQUE DISTRIBUTIVO CHOQUE OBSTRUTIVO Nele, o débito cardíaco pode ser inadequado porque a quantidade de sangue no sistema vascular é insuficiente para enchê-lo. Hemorragia, queimaduras e perda hídrica na diarreia são causas. É o choque causado por ação de bombeamento do coração inadequada, em consequência de anormalidades miocárdicas. IAM, arritmias e distúrbios de condução são causas. Aqui, o débito cardíaco está relativamente inadequado, porque o sistema vascular está aumentado por vasodilatação, muito embora o volume sanguíneo esteja normal. A sepse é uma das principais causas. É também chamado de choque vasogênico, ou de baixa resistência. O débito cardíaco inadequado é resultado de obstrução do fluxo sanguíneo nos pulmões ou coração. Tromboembolismo pulmonar, tamponamento cardíaco e pneumotórax hipertensivo são as principais causas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Controle das patologias de base (HAS, DM, Dislipidemia); Diuréticos; Beta-bloqueadores; Inibidores da ECA; Bloqueadores do receptor de angiotensina II (BRAs); Digoxina; Marca-passo. Insuficiência Ventricular INSUFICIÊNCIA CARDÍACA QUADRO CLÍNICOCARACTERÍSTICAS TRATAMENTO Ao exame físico: Radiografia de tórax; Ecocardiografia; Análise do peptídeo natriurético atrial do tipo B. - Aparecimento da terceira e quarta bulha cardíaca; - Aumento de líquido nos espaços alveolares gerando estertores crepitantes. DIAGNÓSTICO ETIOLOGIA HAS; Insuficiência valvar; LES; Amiloidose; Estenose mitral; Caracterizada pela falha de bombeamento de sangue do coração, tornando-o incapaz de atender às necessidades metabólicas do corpo; Essa leva à congestão resultante de líquido nos pulmões e tecidos periféricos. É mais comum quando comparada à Direita; O débito cardíaco aumenta; A pressão pulmonar também aumenta. Dispneia, ortopneia, dispneia paroxística noturna; Fadiga; Pele pálida, fria e suada; Nictúria; Dor torácica. (Se a causa da insuficiência for doença arterial coronariana (DAC)). Tamponamento cardíaco; Pericardite constritiva; IAM por DAC; Infecção bacteriana e viral. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Congestão pulmonar e edema periférico; Respiração de Cheyne-Stokes; Cardiomegalia; Distensão venosa jugular; Estertores pulmonares. Controle da HAS, DM e dislipidemia; Abandono do tabagismo; IECAs; BRAs; β-bloqueadores; Digoxina; Antagonistas da aldosterona; Diuréticos. Insuficiência Cardíaca DEFINIÇÃO ACHADOS CLÍNICOSCARACTERÍSTICAS TRATAMENTO História e exame físico completos; Radiografia de tórax e ECG; Hemograma; Níveis séricos de eletrólitos; Perfil lipídico e HbA1c; Dosagem de peptídio natriurético tipo B (BNP); Provas de função hepática, tireoidiana e renal. DIAGNÓSTICO ETIOLOGIA Diminuição da contratilidade: Restrição do enchimento ventricular: IAM, miocardiopatias dilatada e hipertrofia ventricular. IAM, miocardiopatias dilatada, hipertrofia ventricular, estenose valvar e doenças do pericárdio. É uma síndrome clínica progressiva, causada pela incapacidade do coração de bombear sangue suficiente para atender às necessidades metabólicas do corpo. CLASSE I: Ausência de dispneia aos esforços habituais; CLASSE II: Dispneia aos esforços habituais; CLASSE III: Dispneia aos pequenos esforços; CLASSE IV: Dispneia ao repouso. Classificação da New York Heart Association DOENÇA DAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS E HIPERTENSÃO Principal causa de IC Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Fatores de risco: Lesão e disfunção endotelial; Facilita a penetração de lipoproteínas como o LDL e colesterol; Ocorrem atração e aderência de células inflamatórias como linfócitos e monócitos, posterior migração e instalação no espaço subendotelial; A reação inflamatória local ocasiona a destruição da base de apoio das células endoteliais, facilitando o aparecimento de áreas de microulcerações e consequente adesão plaquetária. - Níveis elevados de LDL/VLDL; - Níveis baixos de HDL; - Pressão arterial elevada; - Diabete e obesidade; - Histórico familiar. Arterosclerose DEFINIÇÃO CONSEQUÊNCIAS TRATAMENTO Exames laboratoriais que avaliam o perfil lipídico, como: colesterol total, HDL e LDL, triglicerídeos e apolipoproteína; Cateterismo; Eletrocardiograma. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA É uma doença de grandes e médias artérias caracterizada pela tendência ao acúmulo de lipídios, células inflamatórias, células musculares lisas vasculares e matriz extracelular no espaço subendotelial de forma progressiva. O crescimento ou a ruptura da placa reduz ou obstrui o fluxo sanguíneo e pode levar à: - Infarto Agudo do Miocárdio; - Acidente Vascular Encefálico; - Aneurisma da Aorta Abdominal; - Isquemia Intestinal Mudança de hábitos e estilo de vida como cessar o tabagismo e controlar a dieta; Estatinas para bloqueio da produção de colesterol; Controle glicêmico é outro fator importante a ser considerado; Controle da hipertensão. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Dor torácica na região retroesternal ou precordial: Associada a: Caracterizada como desconforto em peso, aperto, pressão ou queimação; Sudorese, palidez, náuseas e vômitos, tontura e dispneia. IAM DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO TRATAMENTO Clínico; ECG; Biomarcadores cardíacos: - Mioglobina: presente no músculo cardíaco e esquelético; - CK-MB: encontrada quase que exclusivamente no músculo cardíaco; - Troponinas I e T: específicas do Miocárdio. DIAGNÓSTICO ETIOPATOGENIA Popularmente chamado de "ataque cardíaco"; Se caracteriza pela necrose do músculo cardíaco; Devido a isquemia prolongada. Principal causa de IAM: Oclusão de uma artéria coronariana porplacas ateroscleróticas; IMCEST: Infarto do Miocárdio com elevação do segmento ST (maior risco de morte); IMSEST: Infarto do Miocárdio sem elevação do segmento ST. (De acordo com as alterações no ECG) PRINCIPAIS DROGAS UTILIZADAS Nitroglicerina; Morfina; Aspirina; Trombolíticos; Hipolipemiantes; Clopidogrel; Anticoagulantes; Betabloqueadores; Dobutamina e entre outros. Também são causas: HAS, DM, Obesidade, Tabagismo. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Causas de dor torácica Localizada na região do tórax anterior; Pode irradiar para as costas; Dor excruciante, como uma facada. ANGINA INFARTO DO MIOCÁRDIO DISSECÇÃO AÓRTICA Dor torácica nem sempre é presente; Localizada na região subesternal ou na região de infarto pulmonar; A dor pode ser pleurítica ou semelhante à angina. EMBOLIA PULMONAR ESTADOS DE ANSIEDADE Localizada na região retroesternal; Irradia-se ou é isolada no pescoço, braços, epigástrio; Sensação de pressão, queimação, aperto. Localizada na região subesternal; Pode irradiar como angina; Sensação de peso, pressão, queimação, constrição. Dor muitas vezes localizada ao longo do precórdio; A localização pode variar consideravelmente; Sensação é bastante variável. PERICARDITE Geralmente começa ao longo do esterno, ou em direção ao ápice cardíaco; Pode se irradiar para pescoço ou ombro esquerdo; Dor aguda, lancinante, em facada. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Deonça Arterial Periférica Menos de 50% dos pacientes com DAP são sintomáticos, porém muitos exibem marcha lenta ou deficiente; Claudicação intermitente: Sensação de frio ou dormência nos pés e dedos dos pés. Definida como dor, incômodo, cãibra, dormência ou sensação de fadiga muscular, e que ocorre durante o exercicio, sendo aliviada com o repouso. DEFINIÇÃO ETIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Anamnese e exame físico; Ultrassonografia; Angiografia. DIAGNÓSTICO FISIOPATOLOGIA A doença arterial periférica (DAP) é definida como um distúrbio clínico no qual há uma estenose ou oclusão na aorta ou nas artérias dos membros; A aterosclerose é a principal causa da DAP em pacien tes com mais de 40 anos. Arterosclerose; Trombose; Embolismo; Traumatismo. As lesões segmentares que causam estenose ou oclusão localizam-se geralmente nos vasos de grande e médio calibres; A patologia das lesões inclui placas ateroscleróticas com depósito de cálcio, adelgaçamento da média, destruição variada dos músculos e fibras elásticas, fragmentação da lâmina elástica interna e trombos compostos por plaquetas e fibrina. TRATAMENTO Mudança nos hábitos de vida; Terapia antiplaquetária; Controle da PA nos pacientes hipertensos; Estatinas para tratamento da hipercolesterolemia. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Deonça Pulmonar Obstrutiva Crônica Tosse crônica (seca ou produtiva); Dispneia; Aumento do diâmetro anteroposterior do tórax; Sibilos; Turgência jugular. EXAME FÍSICO: DEFINIÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS QUADRO CLÍNICO Sintomas do paciente e na história de exposição a fatores de risco; Espirometria (Exame fundamental para o diagnóstico); Radiografia de tórax; Tomografia; Gasometria arterial (As alterações geralmente só aparecem quando O volume expiratório forçado em 1 segundo (VEF1) cai para menos de 1 litro). DIAGNÓSTICO INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA NA DPOC Caracteriza-se pelo desenvolvimento lento e progressivo de limitação do fluxo aéreo, a qual não é totalmente reversível. Bronquite Crônica; Enfisema (Tabagismo é o maior responsável pela DPOC). TRATAMENTO Broncodilatores (β2-agonistas, anticolinérgicos, corticoides); Oxigenoterapia; Reabilitação pulmonar e/ou atividade física; Cessação do tabagismo; Vacinação contra influenza e antipneumocócica é indicada; Cirurgia redutora de volume pulmonar e transplante Manifestações: Tratamento: Inquietação, confusão, taquicardia, sudorese, cianose, hipotensão, respiração irregular, miose e perda da consciência. Beta-2-agonista de curta duração nas crises, até de 4/4h. Se necessário, tratar com brometo de ipratrópio. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Reatividade aumentada das vias aéreas a estímulos. ANORMALIDADE FUNDAMENTAL: Asma Dispneia e aperto no tórax; Sibilância; Tosse; Taquipneia e taquicardia; Produção exagerada de muco; Desconforto entre as escápulas. CARACTERÍSTICAS TRATAMENTO DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS É uma doença de inflamação das vias aéreas e obstrução do fluxo de ar caracterizada por sintomas intermitentes; Um dos principais objetivos do tratamento é reduzir essa inflamação; É uma das doenças crônicas mais comuns em todo o mundo. Agonistas beta-2 (ex. salmeterol); Anticolinérgicos (ex. brometo de ipratrópio); FISIOPATOLOGIA Corticoides inalatórios; Corticoides sistêmicos (asma aguda grave); Imunoterapia. Clínico; Provas de função pulmonar; Testes cutâneos (asma alérgica); Óxido nítrico exalado (avalia a inflamação eosinofílica das vias respiratórias). Infiltração de eosinófilos nas vias respiratórias que liberam mediadores citotóxicos e pró-inflamatórios agudos; Linfócitos T liberam citocinas que recrutam eosinófilos; Mastócitos iniciam respostas broncoconstritoras agudas aos alérgenos e a vários outros estímulos, como exercícios; Ativação de células epiteliais que liberam mediadores inflamatórios como citocinas e fatores lipídicos. EVENTOS INFLAMATÓRIOS: Alérgenos, histamina, exercício, Infecções virais respiratórias, AINEs, poluentes do ar. FATORES DESENCADEANTES: Surgimento das alterações fisiopatológicas encontradas na Asma, como a hiperreatividade das vias aéreas. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Asma aguda grave Sensação de constrição no tórax; Dispneia intensa; Sibilos; Ansiedade; Taquipneia e taquicardia; Palidez ou cianose; Hiperinflação do tórax. DEFINIÇÃO CARACTERÍSTICAS AVALIAÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS É um distúrbio inflamatório crônico das vias respiratórias; Caracteriza-se por um grau variável de obstrução do fluxo de ar (relacionada com broncospasmo, edema e hipersecreção), hiper- responsividade brônquica e inflamação das vias respiratórias A asma não controlada pode evoluir para um estado agudo; A qual pode não responder a terapia convencional. ETIOLOGIA Deve-se obter a história e realizar o exame físico; Provas de função pulmonar; A gasometria arterial pode revelar acidose metabólica e baixa pressão parcial de oxigênio; A oximetria de pulso revela diminuição da concentração de oxigênio arterial e saturação de O2. O salbutamol e outros agonistas β2 seletivos de ação curta constituem o tratamento de escolha para a asma aguda grave; Oxigenação: objetivo é saturação ≥92%; Corrigir a desidratação; Suporte ventilatório invasivo. TRATAMENTO Hemorragia, perda gastrintestinal, perda renal, IC, sepse; anafilaxia; Necrose tubular aguda, PRÉ-RENAL: RENAL (INTRÍNSECA): Hiperplasia ou neoplasia prostática, cálculo de bexiga, bexiga neurogênica. glomulonefrite, oclusão ou estenose vascula; PÓS-RENAL: Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Tromboembolismo Pulmonar Deficiência de proteína C e/ou S; Deficiência de antitrombina III; Gravidez a termo, puerpério e cesárea; Imobilidade (>3 dias); TVP prévia. DEFINIÇÃO QUADRO CLÍNICO DEFINIÇÕES FATORES DE RISCO Resulta de obstrução do ramo da artéria pulmonar por trombo, geralmente proveniente do território venoso dos membros inferiores. Dispneia; Tosse; Dor torácica; Hemoptise. TRATAMENTO Presença de hipotensão (PA D-dímero; Ecocardiograma; Arteriografia pulmonar. DIAGNÓSTICO Hemodinamicamente estável e sem disfunção do ventrículo direito: - Anticoagulação; - Contraindicações: sangramento ativo, plaquetopenia, hipertensão grave, trauma importante e cirurgia recente. ESCORE DE WELLS: Avalia a probabilidade de TEP Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Fibrose Cística Excesso de escarro e/ou dispneia; Fadiga; Tosse; Sibilos; Pneumonia recorrente ou sinusite; Pele/suor de sabor muito salgado; Infertilidade. DEFINIÇÃO ETIOLOGIA É um distúrbio autossômico recessivo com transporte anormal de íons devido a mutações no gene CFTR; É a doença genética grave mais comum da infância; Gera alterações nos epitélios do sistema respiratório, no pâncreas exócrino, nos intestinos e entre outros. DIAGNÓSTICO FATORES DE RISCO Mutações do cromossomo 7 no gene do regulador de condutância transmembrana (gene CFTR). ETIOPATOGENIA Broncodilatores: Ingestão de enzimas digestivas para a alimentação; Broncodilatadores; Antibióticos; Suporte multidisciplinar; Fisioterapia respiratória; Dieta calórica. TRATAMENTO O CFTR controla a entrada/saída de sal, sobretudo de cloreto, nas células; Em pessoas com fibrose cística, o CFTR não é funcional ou está ausente; Nível de cloreto no suor ≥ 60 mEq/ℓ; Genotipagem do DNA; Achados clínicos da doença; Triagem neonatal positiva; Irmão com Fibrose cística. OU OU Com isso, o transporte de cloreto pelo epitélio fica prejudicado e ocorre espessamento do muco. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Derrame Pleural Aumento da pressão hidrostática capilar pulmonar (Insuficiência cardíaca); Aumento da permeabilidade vascular (Processos inflamatórios); Acúmulo de sangue ou quilo no espaço pleural (Trauma). DEFINIÇÃO DENOMINAÇÕES ESPECÍFICAS É definido como o acúmulo anormal de fluido no espaço pleural; Habitualmente, há de 15 a 20mL de líquido entre as pleuras visceral e parietal. DIAGNÓSTICO GÊNESE CARACTERIZAÇÃO DO LÍQUIDO Dispneia; Tosse seca; Dor torácica; Murmúrio reduzido; Diminuição da ausculta da voz; Macicez à percussão; Frêmito abolido. AO EXAME FÍSICO: QUADRO CLÍNICO Exudativo: Transudativo: Predominam causas inflamatórias. Predominam causas hidrostáticas/oncóticas: IC, embolia pulmonar. Toracocentese (Indicada quando o derrame é clinicamente significativo); Radiografia; Tomografia; Ultrassonografia de tórax; Análise do líquido pleural. Empiema: Hemotórax: Presença de pus na cavidade pleural; Quilotórax: Derrame cujo hematócrito seja >50% do “hematócrito do sangue ” Acúmulo de linfa no espaço pleural. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Hipoxia e suas classificações Nela, a concentração de oxigênio no sangue arterial está normal; Mas a quantidade de hemoglobina disponível para transportar 02 está reduzida. HIPOXEMIA HIPOXIA É a redução da concentração de oxigênio no sangue arterial; Às vezes é chamada de hipoxia hipóxica; É a forma mais comum de hipoxia vista clinicamente. HIPOXIA ISQUÊMICA HIPOXIA ANÊMICA OXIGENOTERAPIA NA HIPOXIA HIPOXIA HISTOTÓXICA É também chamada de hipoxia estagnante; Neste tipo, o fluxo de sangue para um tecido é tão baixo que o 02 adequado não chega, apesar de uma concentração de hemoglobina e oxigênio no sangue arterial normais; É um dos mecanismos de dano a órgãos como coração e rins durante o choque. É a deficiência de 02 ao nível tecidual. É mais correto do que o termo "anoxia" (falta de O2), já que é muito raro que não exista O2 algum disponível nos tecidos. A administração de misturas gasosas ricas em oxigênio é de valor muito limitado na hipoxia por hipoperfusão, anêmica e histotóxica. Pois tudo que se pode conseguir dessa forma é um aumento da quantidade de 02 dissolvido no sangue arterial. Neste tipo de hipoxia, a quantidade de 02 aportado a um tecido é adequada, mas, como consequência da ação de um agente tóxico, as células do tecido não podem utilizar o 02 que lhes foi suprido; É mais comumente o resultado de envenenamento por cianeto. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com O M. tuberculosis é transmitido de uma pessoa com doença ativa a outra, exclusivamente por via inalatória, por meio de gotículas de secreção respiratória; A inalação do bacilo M. tuberculosis induz no pulmão uma das seguintes possibilidades: Ao serem inalados, os bacilos atingem os alvéolos pulmonares e são fagocitados pelos neutrófilos ou pelos macrófagos alveolares, podendo ser eliminados ou sobreviver e multiplicar-se desencadeando uma resposta inflamatória imune; Eliminação do bacilo, infecção latente, rápida progresão para doença (doença primária) ou doença algum tempo após a infecção (reativação de infecção latente).Tuberculose CARACTERÍSTICAS QUADRO CLÍNICO A tuberculose (TB) é definida como uma doença infecciosa causada por micobactérias do complexo Mycobacterium tuberculosis; A tuberculose causada pelo M. tuberculosis acomete principalmente os pulmões, porém a doença pode se disseminar para todo o organismo, originando as formas extrapulmonares da doença; É a maior causa de doença infecciosa e morte em todo o mundo. DIAGNÓSTICO PATOLOGIA TRATAMENTO A presença de bacilo ácoolácido resistente (BAAR) no escarro ou nos tecidos é sugestivo de tuberculose; Cultura com identificação da micobactéria M. tuberculosis; Tomografia computadorizada do tórax. Tosse há mais de 2 semanas; Dor torácica; Dispneia; Hemoptise; Muitos bacilos podem ser eliminados por esta reação celular e/ou manter-se em estado de latência dentro dos granulomas. No interior do granuloma, a lise dos macrófagos e a ação enzimática produzem a necrose caseosa. Fármacos antituberculose considerados de primeira linha: Rifampicina, isoniazida, etambutol e pirazinamida. Febre vespertina; Emagrecimento; As formas extrapulmonares: Linfonodomegalia, derrame pleural e/ou espessamento pleural, rouquidão (laringite), meningite, hematúria e dor lombar (trato urinário), obstrução intestinal, dor óssea. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Hipertensão Arterial Pulmonar Dificuldade respiratória; Diminuição da tolerância ao exercício; Edema periférico; Fadiga; Angina; Síncope (desmaio) ou quase síncope. DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO O termo é usado para descrever um tipo de hipertensão pulmonar que tem sua origem nas artérias pulmonares; A elevação da pressão pode ser aguda ou crônica, dependendo dos fatores causadores. DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PATOGÊNESE Valores de pressão arterial pulmonar superiores a 25 mmHg em repouso e 30 mmHg com exercício físico; Inexistência de distúrbios que causam a hipertensão secundária. CLÍNICO: Oxigênio suplementar; Sildenafila (tem ação semelhante ao óxido nítrico para produzir vasodilatação); Transplante pulmonar. Redução nos níveis de óxido nítrico (Potente vasodilatador pulmonar); Aumento da expressão de endotelina (tem potente ação vasoconstritora): O consequente aumento de pressão resulta em falência progressiva do coração direito, baixo débito cardíaco e morte, se a condição não for tratada. GRUPO 1: hipertensão arterial pulmonar ou idiopática; GRUPO 2: hipertensão venosa pulmonar; GRUPO 3: hipertensão pulmonar associada à hipoxemia; GRUPO 4: hipertensão pulmonar resultante de trombose ou de embolia crônica ou ambas; GRUPO 5: compreende vários distúrbios que causam HAP. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Dilatação com perda de elastina, musculatura lisa e cartilagem; Deficiência na depuração das secreções; Reações imunomediadas; Processo inflamatório; Danos à parede brônquica. Resulta em obstrução da passagem de ar. Bronquiectasia Tosse produtiva persistente; Estertores e sibilos à ausculta pulmonar;Sinais de hipoxemia; Dor torácica; Febre baixa; Alguns pacientes apresentam baqueteamento de dedos DEFINIÇÃO ETIOLOGIA O termo bronquiectasia refere-se a dilatação irreversível de via respiratória que envolve o pulmão de forma focal ou difusa; Resulta da inflamação crônica e destrutiva dos brônquios; Classicamente foi classificada em cilíndrica ou tubular, varicosa ou cística. DIAGNÓSTICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS FISIOPATOLOGIA TRATAMENTO Obstrução (Aspiração de corpo estranho, efeito de massa tumoral); Infecção; Imunodeficiência; Causas genéticas (Fbrose cística, síndrome de Kartagener, deficiência de alfa1-antitripsina). Antibioticoterapia; Terapia anti-inflamatória; Administração de mucolítico; Hidratação; Broncodilatadores; Fisioterapia respiratória. TC do tórax; Radiografia simples do tórax; Anamnese; Provas de função pulmonar; Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com É aquela que acomete o indivíduo fora do ambiente hospitalar ou nas primeiras 48 h após a internação (germes incubados); Aquela que se instala após 48- 72 h de hospitalização, não sendo produzida por germes previamente incubados no momento da admissão. ADQUIRIDA NA COMUNIDADE: NOSOCOMIAL: Pneumonia Febre ou hipotermia; Tosse; Taquipneia; Taquicardia; Secreção respiratória purulenta; Pleurite; Infiltrado na radiografia de tórax. DEFINIÇÃO ETIOLOGIA É uma infecção do tecido pulmonar causada por uma quantidade de bactérias, vírus, parasitas e fungos diferentes, resultando em inflamação do parênquima do pulmão e acúmulo de exsudato inflamatório nas vias aéreas. DIAGNÓSTICO ACHADOS CLÍNICOS COMUNIDADE X NOSOCOMIAL TRATAMENTO Streptococcus pneumoniae; Haemophilus influenzae; Mycoplasma pneumoniae; Vírus influenza A e B; Adenovirus. PATÓGENOS MAIS COMUNS: Antibioticoterapia; Antivirais; Anti-inflamatórios; Oxigenoterapia; Controle da febre; Prevenção: vacinação. Radiografia de tórax; Cultura; Hemograma; Tomografia de tórax; Teste de escarro; Gasometria arterial (em caso de disfunção ventilatória). Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Observado especialmente em infecções adquiridas em hospitais. Causas de Pneumonia Comum em usuários de drogas intravenosas. STREPTOCOCCUS PNEUMONIAE HAEMOPHILUS INFLUENZAE A causa mais comum de pneumonia lobar. PNEUMONIAS VIRAIS STAPHYLOCOCCUS AUREUS ORGANISMOS GRAM-NEGATIVOS Pode ser visto em pessoas com doença pulmonar preexistente. Podem variar de sintomas leves à doença com risco de vida. PNEUMOCYTIS JIROVECI Associada à AIDS. KLEBSIELLA Comum em Alcoólatras; Escarro de “geléia de groselha”. Associada a Fibrose cística; nosocomial. PSEUDOMONAS AERUGINOSA CHLAMYDIA Chlamydia psittaci é observada em contato com pássaros (doença do criador de pássaros). ORGANISMOS ANAERÓBIOS Pneumonia por aspiração. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Alérgenos são processados por linfócitos; Evitar os alérgenos agressores. Anti-histamínicos; Corticosteroides nasais; Descongestionantes: NÃO FARMACOLÓGICO: FARMACOLÓGICO: Devem ser usados quando absolutamente necessários e nas menores doses e frequência possível. Rinite Alérgica História clínica: Exame microscópico de raspados nasais; Testes alérgicos. Descrição de sintomas, fatores ambientais e exposições, uso de medicamentos, lesão ou cirurgia nasais anteriores e história familiar. CARACTERÍSTICAS Refere-se à inflamação das mucosas nasais em indivíduos sensibilizados, quando partículas alergênicas inaladas entram em contato com as mucosas e desencadeiam uma resposta mediada por imunoglobulina E. DIAGNÓSTICOMANIFESTAÇÕES CLÍNICAS FISIOLOGIA TRATAMENTO Rinorreia clara; Congestão nasal; Espirros; Gotejamento pós- nasal; Conjuntivite alérgica; Prurido nos olhos, nas orelhas ou no nariz. Produção de IgE contra esses alérgenos e sensibilização dos indivíduos predispostos; Caso ocorra um nova exposição, a IgE ligada aos mastócitos interage com os alérgenos propagados pelo ar; Isso desencadeia a liberação de mediadores inflamatórios; Ocorre uma reação imediata em questão de segundos a minutos; A partir da cascata do ácido araquidônico ocorre a liberação de diversos mediadores inflamatórios; Esses mediadores produzem os seguintes sinais e sintomas: Vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular e produção de secreções nasais. A histamina provoca rinorreia, prurido, espirros e obstrução nasal. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Consiste na hipertrofia e dilatação do ventrículo direito secundárias a hipertensão pulmonar; Bronquite crônica e enfisema são causas comuns. Enfisema História prolongada de dispInéia de esforço; Uso da musculatura acessória pra respirar; Frequência respiratória mais alta. (Os pacientes com enfisema frequentemente manifestam o processo após 60 anos de idade) DEFINIÇÃO ETIOLOGIA É uma doença pulmonar crônica caracterizada por aumento dos espaços aéreos distais aos bronquíolos terminais, associado a destruição da parede do bronquíolo. ETIOPATOGENIA QUADRO CLÍNICO COR PULMONALE DPOC A principal causa de enfisema é o tabagismo; Deficiência hereditária de alfa1-antitripsina. (Responsável por bloquear a atividade da elastase) O enfisema faz parte do grupo de Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas (DPOC); São enfermidades respiratórias preveníveis e tratáveis, caracterizadas pela presença de obstrução crônica do fluxo aéreo, que não é totalmente reversível. Propôs-se que o enfisema decorreria de um desequilíbrio entre a síntese de elastina no pulmão e a degradação de tecido elástico; Provocando uma perda geral de elastina e lesão da parede alveolar. Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Exame clínico; Radiografia de tórax; Tomografia computadorizada. Atelectasia É tipicamente assintomática; Pode ocorrer dispneia; Taquipneia; Cianose; Hipoxemia; Diminuição do murmúrio vesicular; Retração intercostal. DEFINIÇÃO ETIOLOGIA O termo atelectasia se refere a uma expansão incompleta de um pulmão ou de parte do pulmão; Pode se manifestar ao nascimento (atelectasia primária), se desenvolver durante o período neonatal ou mais tarde na vida (atelectasia adquirida ou secundária). DIAGNÓSTICO QUADRO CLÍNICO TRATAMENTO Compressão externa dos linfonodos; Ventilação inadequada; Bloqueio brônquico na entrada de ar; Edema. Oxigenoterapia; Broncoscopia; Espirometria de incentivo. Atelectasia esparsa; Atelectasia obstrutiva ou reabsortiva; Atelectasia redonda. TIPOS Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com Histórico de infecção respiratória, doença do tecido conjuntivo, transplante, colite ulcerativa, desenvolvimento de obstrução crônica das vias aéreas ao longo de meses a alguns anos, em vez de durante muitos anos em um não fumante. Doença das Vias Aéreas Inferiores Histórico e exame físico compatível com congestão passiva dos pulmões, SARA, vasos linfáticos pulmonares alterados; radiografia de tórax anormal. FIBROSE CÍSTICA BRONQUIECTASIA Combinação de tosse produtiva, hipocratismo digital, bronquiectasia, DPOC progressiva com colonização e infecção de Pseudomonas de espécies. BRONQUIOLITE EDEMA PULMONAR ASPIRAÇÃO Histórico de episódios de tosse produtiva, febre, ou pneumonias recorrentes; radiografias de tórax sugestivas ou achados de tórax típicos na TC. Histórico de risco para a disfunção da faringe ou doença do refluxo gastroesofágico; deglutograma de bário anormal e/ou monitoração do pH esofágico por 24 horas. Histórico de dispneia de esforço e tosse produtiva em fumante. DPOC Amo Resumos Licenciado para - E verton Luiz da S ilva - 63362341268 - P rotegido por E duzz.com É clínico, baseado nos critérios de Roma III -> Presença de dor e/ou desconforto abdominal recorrentes*