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GIARDIA
INTESTINALIS
Discentes: Arielly de Vasconcelos, Gabriel Alves, Sthephany Maira, Vitória Aparecida e Vitória
Eduarda
Docente: Dr. Ricardo Kenji Shiosaki
ÍNDICE
03 MORFOLOGIA E BIOLOGIA
04 PATOLOGIA
05 SINTOMATOLOGIA
06 DIAGNÓSTICO
07 TRATAMENTO
08 EPIDEMIOLOGIA E PROFILAXIA
09 REFERÊNCIAS
MORFOLOGIA E
BIOLOGIA
Protozoário intestinal;
Possui dois ciclos: trofozoíta e cisto; 
A forma trofozoíta é a fase adulta, presente no no
intestino paciente contaminado;
A trofozoíta mede 15 mm, podendo de multiplicar;
O cisto presente na fezes do paciente infectado e
nos alimentos contaminado.
Quando chega no intestino grosso volta a forma de
cisto
Fonte:https://aia1317.fandom.com/ptbr/wiki/
Giard%C3%ADase_-_Giardia
O parasitismo intestinal é em geral assintomático;
Mas pode estar relacionado com quadros clínicos de diarreia aguda
ou com formas crônicas de diarreia e má absorção intestinal
Formas graves: acomete mais pessoas sem imunidade ou
imunodeficientes
Predominando os quadros sintomalógicos entre os menos de 5 anos
e declinando muito depois da adolescência
Lesões: atrofia das vilosidades e dos microvilos, reduzindo a área de
absorção da mucosa intestinal, infiltração por linfócitos e outros
elementos inflamatórios e aumento de secreção de muco
PATOLOGIA
FONTE: GOOGLE IMAGENS
SINTOMATOLOGIA
Uma a três semanas;
Pode-se prolongar até
seis semanas;
Período de incubação
Diarreia; 
Mal-estar; 
Cólicas abdominais;
Fraqueza e perda de
peso.
Sintomas mais comuns
Diminuição do apetite;
Náuseas e vômitos;
Distensão abdominal
Flatulência
Sintomas menos comuns:
Aguda e autolimitada;
Intermitente;
Crônica e persistente;
Aspectos das fezes.
Características:
Aguda;
Subaguda;
Crônica.
 Formas evolutivas:
Desconforto
epigástrico
Sem alterações de
trânsito intestinal
Casos com sintomas
epigástricos:
Semanas até 4 meses;
Diarreia intermitente;
Forma subaguda:
Sintomas semelhantes;
Diarreia crônica;
Abdome distendido;
Anorexia;
Perda de peso;
Retardo no crescimento.
Em crianças: 
 Forma Crônica:
Duração de meses ou
anos;
Em imunodeprimidos: 
Detecção de antígenos
de Giardia.
Mais sensível que o exame
parasitológico tradicional.
Resultado mais rápido.
Teste de antígeno nas fezes
Técnica menos usada hoje em dia.
Paciente engole uma cápsula com fio
de náilon; depois de algumas horas, o
fio é retirado e examinado.
 Enteroteste (teste do fio)
Múltiplas amostras (ideal: 3 em
dias alternados)
Pesquisa de cistos e
trofozoítos no microscópio.
Pode ser feito com ou sem
coloração (ex: Lugol).
Exame de fezes
DIAGNÓSTICO
Teste molecular para detectar o DNA
do parasita.
Alta sensibilidade e especificidade, mas
custo elevado.
 PCR
Metronidazol (Flagyl)
250–500 mg, 3x/dia, por 5–7 dias (adultos)
Tinidazol
Dose única: 2 g (adultos)
Secnidazol
Dose única: 2 g (adultos) ou dividido em dois dias.
Alternativas (quando resistência ou efeitos adversos):
Nitazoxanida
500 mg, 2x/dia, por 3 dias (adultos)
Albendazol
400 mg, 1x/dia, por 5 dias
Cuidados adicionais:
Tratar todos os contatos domiciliares sintomáticos.
Evitar ingestão de água não tratada.
Higienizar bem os alimentos.
Lavar as mãos frequentemente.
Evite a automedicação! Busque um profissional
TRATAMENTO
Medicamentos de primeira linha:
Tem uma prevalência maior em climas temperados (com as
estações do ano bem definidas) do que zonas tropicais
(quente e úmida);
Tem uma incidência maior em crianças ;
Está mais presente em locais com baixa higiene ;
Animais domésticos também são reservatórios do parasito;
A infecção ocorre ao consumir acidentalmente coliformes
fecais em água e alimentos contaminados e a má
higienização das mãos. 
EPIDEMIOLOGIA E PROFILAXIA
Lavar as mãos;
Lavar alimentos;
Consumir água tratada;
Higienizar objetos
compartilhados;
Desparasitar animais de
estimação (cada 3
meses).
REFERÊNCIAS
REY, L. Bases da parasitologia medica. 3. ed. Biblioteca : Guanabara ,
v. 1, 2010. 426 p. ISBN: 978-85-277-1580-5.
OBRIGADO!!

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