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DIREITO ADMINISTRATIVO
1-Regime Jurídico-Administrativo e Princípios da Administração Pública
•NÃO HÁ HIERARQUIA ENTRE OS PRINCÍPIOS
REGIME JURÍDICO-ADMINISTRATIVO
(Hífen do amor/coladinho/ESTRITO):
	►Supremacia do interesse público (Prerrogativas) e Indisponibilidade do interesse público (Restrições da adm.); 
	•Somente atividades administrativas; Órgãos políticos NÃO. Atos adm
		Somente Direito Público, concede à Administração Pública:
Rol de Prerrogativas – Supremacia do interesse público;
+
Conjunto de Limitações – Indisponibilidade do interesse público.8
•NÃO CONFUNDA COM:
•Regime DA Administração Pública; este é SENTIDO AMPLO: vale para direito público e privado. 
Órgãos governamentais (políticos) + Órgãos adm;
	►O controle das atividades da Adm. Federal deverá exercer-se em todos os níveis e em todos os órgãos. Sem exceções.
PRINCÍPIOS IMPLÍCITOS
•Indisponibilidade do Interesse público; •Supremacia interesse público; •Hierarquia; •Razoabilidade; •Proporcionalidade;
•Segurança Jurídica (aspecto objetivo e subjetivo); •Sindicalidade; •Autotutela; •Isonomia; •Presunção de Legitimidade; •Isonomia; •Continuidade dos serviços públicos.6
	•SUPREMACIA DO INTERESSE PUBLICO 
	(Privilégios não concedidos no direito privado a particulares - horizontalidade das relações jurídicas) 
É justamente para que a Administração Pública possa realizar atividades e atingir o fim social ao qual é obrigada por força de lei;
Ex: poder de requisitar bens e serviços, de ocupar temporariamente imóvel alheio, de aplicar sanções administrativas, de alterar ou rescindir unilateralmente os contratos administrativos (cláusulas exorbitantes), poder de polícia, etc.
Independe se o interesse da Adm. é ou não satisfeito. Se o interesse público for SEMPRE satisfeito, a finalidade será válida. Ambos podem sair ganhando, mas o interesse púbico nunca pode ser excluído (quanto à finalidade); 
A Adm. pode se nivelar ao particular não exercendo sobre ele qualquer prerrogativa, mas nunca se despe de certos privilégios. É um supraprincípio (isso não significa hierarquia), junto à indisponibilidade do interesse público (dualidade de premissas e restrições do regime jurídico-administrativo5
	•PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE da Adm. Pública (implícito): para quem defende este princípio, Poder Público só atua 	(economicamente) quando o Privado não der conta, de forma subsidiária.
	•RAZOABILIDADE: o agente público deve obedecer a critérios razoáveis na discricionariedade, observando o senso do homem médio;
	•PROPORCIONALIDADE: equilíbrio entre os meios que a Adm. utiliza, segundo os padrões comuns da sociedade, sem exceder-se.
	►O princípio da proibição do excesso se correlaciona diretamente com o princípio da proporcionalidade.3
	•AUTOTUTELA: a própria Administração possui o poder-dever de anular atos ilegais ou para revogá-los por conveniência/oportunidade, de ofício ou mediante provocação. Ex: investir-se de cargo de PRF sem concurso; cabe somente à Administração. Portanto, não cabe ao Judiciário, por via do princípio da autotutela, anular atos da administração*. 
(O judiciário anula atos ilegais sim - inafastabilidade da jurisdição; mas não via autotulea)8*atos da administração foi o termo exato utilizado por uma questão do CESPE.
	•SEGURANÇA JURÍDICA (aspecto objetivo do conceito de segurança jurídica): Ato dado, ato cumprido. Decorre o fato de a Adm. anular os atos que possuem efeitos favoráveis para os destinatários decair em 5 anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. Nos processos adm serão observados critérios de interpretação da norma adm. da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.2
	►Tomar posse em cargo público por liminar judicial precária (decisão provisória) e esta é revogada, perderá o cargo mesmo que decorra décadas. Obs: Isso não se aplica a fato consumado. Ex: se ele se aposentou antes da liminar ser revogada; não perde o cargo.
►PROTEÇÃO À CONFIANÇA (aspecto subjetivo do conceito de segurança jurídica): leva em conta a boa-fé do cidadão, que espera que os atos praticados pelo Poder Público sejam lícitos e serão respeitados pela própria Adm. e por terceiros;
	•O princípio da proteção à confiança legitima a possibilidade de manutenção de atos administrativos inválidos.
	
•PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO: eliminar/minimizar os riscos previsíveis podendo exigir do responsável pela atividade adoção de medidas;
Ex: uma obra de infraestrutura deve ter seus riscos reduzidos através de política de segurança no trabalho.
Devido processo legal à aplicação de penalidades adm., mesmo simples; ex: aluna que leva suspensão pelo Diretor de escola pública.
(aplicação do Poder Disciplinar)
LIMPE 
(Explícitos – Título III da CF) aplicam-se a TODA Adm/particular em colaboração; não há hierarquia entre eles;
Obs.: o princípio da economicidade e probidade também estão expressos na CF.5
LEGALIDADE
	◘Estado só pode tudo que a lei autoriza (sem autonomia de escolha); ◘Particular faz tudo que lei não proiba; (lei em sentido amplo); inclui-se nas funções legislativa e judiciária; 
	•A tipicidade veda que Administração Pública pratique atos inominados (não confunda promoção pessoal), ou seja, sem que haja 	previsão em lei; que são possíveis apenas aos particulares em virtude do princípio da autonomia da vontade inerente ao direito civil.
◘Princípio da Juridicidade: a Adm. perde liberdade de ação. Pois, além da submissão à lei (legalidade), deve-se observar os princípios constitucionais/ regulamentos que ela produz, aumentando a possibilidade de revisão judicial de seus atos.
	◘Reserva Legal: regula que determinadas matérias devem ser reguladas por lei formal, inclusive em Direito Adm. Outro exemplo é a aplicação às normas penais incriminadoras, admitindo a existência de causas supralegais de exclusão da antijuricidade, que são criadas pela analogia, pelos costumes e princípios gerais do direito. (legalidade stricto senso) “Não há crime sem lei anterior que o defina”; qual seja, disciplinar a conduta humana somente por lei formal;
►Reserva Legal Absoluta: a CF exige expressamente que determinada matéria seja regulada por lei formal; exemplo da disposição que a remuneração dos servidores somente será criada ou alterada mediante lei específica.
►Reserva Legal Relativa: a CF exige lei formal fixe parâmetros de atuação; podendo ser complementado por ato infralegal.
◙Reserva legal simples: CF exige a lei formal, mas não especifica o conteúdo/finalidade;
	ex: é assegurada, nos termos da lei, assistência religiosa nas entidades de internação coletiva.
◙Reserva legal qualificada: CF exige a lei formal e especifica o conteúdo/finalidade;
	ex: interceptação telefônica; a CF dispõe que deve ser utlizada com o FIM de investigação criminal e mediante ordem judicial. (Menos liberdade para o legislador)15
	•IMPESSOALIDADE(ou finalidade): o ato adm. deve atender ao fim público, impede colocar nome do agente em obras, etc. (SE vivo); decorre a: ◘Isonomia (tratar os iguais igualmente e os desiguais desigualmente); ◘Fins Públicos; ◘Proibição de promoção pessoal; Impõe ao administrador público que só pratique o ato para o seu fim legal. E o fim legal é unicamente aquele que a norma de direito indica como objetivo do ato, de forma impessoal;
	•A teoria do órgão contribui para impessoalidade; os atos praticados pelo agente são imputados ao órgão e consequentemente, à PJ a ele vinculada.
	O agente devendo ater-se, obrigatoriamente, à vontade da lei, comando geral e abstrato em essência. 12
	•MORALIDADE: liga-se à moral e à ética adm., esta última sendo mais rigorosa que a ética comum. Todo ato adm. deve ser legal e moral. Observando este princípio e a indisp. dos interesses públicos, a adm. pode desconsiderar a personalidade jurídica de sociedade constituída com abuso de forma e fraude à lei, possibilitando contraditório e ampla defesa ao administrado.4
	•PUBLICIDADE: é a divulgação oficial do ato da Adm. para a ciência do público, requisito de eficáciarevogável)	
	•Conteúdo: ◘Constitutivo (cria situação jurídica individual; ex: punição de servidor público); ◘Extintivo (encerra situação 	juridica); 	◘Declaratório (não revogável -declara situação existente – não confunda com enunciativo); ◘Alienativo (transfere bens ou direitos); 	
	◘Modificativo (altera situação juridica, sem encerrá-la); ◘Abdicativo (renúncia a um direito); 
	•Eficácia: ◘Válido (em conformidade com a lei); ◘Nulo (vício insanável); ◘Anulável (vício sanável); ◘Inexistente (ex: usurpador de função pública); 
	•Exequibilidade: ◘Perfeito (completou o ciclo de formação); ◘Imperfeito (não completou); 
	◘Pendente (Não está apto para produzir efeitos); ◘Consumado (não revogável - já produziu seus efeitos, definitivo).1
•Decreto: ◘Atos adm. normativos que servem para regulamentar uma lei; ◘É privativo do chefe do poder executivo; •Resolução: ◘Forma pela qual se exprime a deliberação de órgãos colegiados; •Despacho: ◘Decisões finais ou intermediárias de autoridades, sobre a matéria submetida a sua apreciação; •Portarias: ◘Servem para esclarecer/informar sobre atos ou eventos realizados internamente em órgão público; •MinInstruções normativas: ◘São atos adm. expedidos pelos Ministros de Estado para a execução das leis, decretos e regulamentos.2
Defeitos (vícios/erros) de competência: ◘Excesso de poder: inválido; ◘Funcionário de fato (aparência de legalidade, boa-fé):válido - teoria da aparência; ◘Usurpador de função: inexistente.
◘Outorga (Adm. Direta>Indireta): transfere a titularidade e execução; ◘Delegação(Adm. Direta> Concess/perm/etc.): só transfere a execução;
			Sanção e veto são atos políticos, e não atos adm. em sentido estrito.
		•A competência para revogação de determinado ato administrativo é de quem praticou o ato ou de quem tenha poderes para revogá-lo. Não ficando restrito somente a quem executou o ato.
CLASSIFICAÇÕES DE ATOS DA ADMINISTRAÇÃO	
	•Atos de direito privado: são aqueles praticados pela Adm em igualdade de condições com o particular, ex: locação , etc. ;
	•Atos materiais da Adm: são atos que envolvem apenas execução material, de ordem prática, como a demolição de uma casa, a 	apreensão de mercadoria, a instalação de um telefone público, etc;
	•Atos de conhecimento, opinião, juízo ou valor: são atos que não produzem efeitos jurídicos imediatos. ex: atestados, certidões, etc;
•Atos políticos ou de governo: iniciativas de leis, sanção ou veto, celebração de tratados internacionais, etc;
	•Contratos administrativos e convênios: são atos em que a vontade é manifestada de forma bilateral. ex: contrato de concessão, etc;
	•Atos normativos: são atos dotados de generalidade e abstração, enfim, com conteído de leis, e, só formalmente, são atos 	administrativos, Ex: portarias, resoluções, regimentos, etc;
	•Atos administrativos propriamente ditos: manifestação de vontade cujo fim imediato seja a produção de efeitos jurídicos; ex: nomeação; Obs: Atos adm. são uma espécie de ato jurídico.
•Quando o TC(u/e/mun.) puder anular/revogar ato adm. que beneficie o interessado, assegura-se contrad./ampla defesa, excetuada a apreciação da legalidade do ato de concessão inicial de aposentadoria, reforma e pensão;
◘Aposentadoria é ato complexo. Prazo decadencial começa a correr a partir da formação completa do ato: após manifestação do TC. Mas começa a produzir efeitos a partir do 1º ato, mesmo incompleto (efeito prodrômico). ○É Possível anulação de aposentadoria ilegal mesmo após 5 anos (se passar esse tempo, deve ser possibilitado o contraditório) antes da finalização do ato pelo TC; pois não é ato perfeito/ finalizado.3
Atos indelegáveis (CENORA): ◘Competência Exclusiva; ◘Edição de atos Normativos; ◘Decisão de Recurso Adm.
Além de anulação e revogação, veja outros itpos de extinção de atos administrativos:
•CASSAÇÃO: o destinatário descumpriu condições que deveriam permanecer atendidas; 
•CADUCIDADE: é a retirada do ato em razão de nova norma jurídica que tornou inadmissível a situação que antes era permitida;
•CONTRAPOSIÇÃO (ou derrubada) → o ato extingue um anterior porque tem efeitos opostos. Ex: exoneração de servidor tem efeitos contrapostos ao ato de nomeação.3
8-Responsabilidade Civil da Administração Pública
•Ente instituidor somente responderá quando a empresa pública não tiver condições de arcar com o dano (Responsabilidade subsidiária);
Resp. Subsidiária refere-se àquele que é obrigado a complementar o que o causador do dano (ou débito) não foi capaz de arcar sozinho;
STJ: há resp.subsidiária do Poder Concedente quando o concessionário não possuir meios de arcar com a indenização contraída.3
Já, Responsabilidade solidária se dá quando: o credor executa tanto a sociedade, quanto aos seus sócios. Respondem juntos.
•Se um PRF, na função e em legítima defesa, atira em José haverá Resp. civil objetiva do Estado no que tange à reparação dos danos causados à família pela morte da vítima. O fato de ser excludente de ilicitude em nada altera a responsabilidade civil do Estado.1
Danos causado por agentes de fato e agentes necessários (agentes que se investem de função pública em situações excepcionais) acarretam responsabilidade para a ADM pub. A mera atuação na condição de agente público atrai a responsabilidade do Estado.
Isto não se aplica para o usurpador de função, pois seus atos são considerados inexistentes.1
 
	PJ de direito público e de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, 	causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa;
•O agente causador do dano sempre responde de forma subjetiva. Abrange, por óbvio, as concessionárias e permissionárias de 				serviços públicos. O dano independe de ser causado contra usuário do serviço ou terceiro. 
	Ex: motorista de ônibus de transporte municipal coletivo que atropela um cidadão não-usuário;
•À concessionária cabe a execução do serviço concedido, incumbindo-lhe a responsabilidade por todos os prejuízos causados ao poder concedente, aos usuários ou a terceiros; CONCESSIONÁRIA > PODER CONCEDENTE = RESPONSABILIDADE OBJETIVA
	Prescreve em 5 anos o direito de obter indenização dos danos causados por agentes de PJ púb. ou privado prest. serviços públicos.19
TEORIAS DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
	•Irresponsabilidade do estado: absolutismo (“the king do no wrong”);
	•Responsabilidade com culpa civil comum do estado: só há obrigação de indenizar quando os agentes agem com culpa ou dolo.(respons. subjetiva). Ônus da prova: particular.
	•Teoria da culpa administrativa(culpa do serviço/culpa anônima): o dano é decorrente do mau funcionamento do serviço público; 	
	É adotada quando ocorre dano por omissão do poder público. Não se exige que seja provada culpa do agente (veja que, exige comprovação de culpa/dolo, mas não do agente e sim, do Estado – em regra); 
	Elementos: ◘Dano; ◘Ato lesivo causado pelo agente público; ◘Nexo causal entre ambos; ◘Dolo ou culpa;
	Em regra, aplicada para atos omissivos do Estado:
	
►Regra: conduta omissiva genérica: responsabilidade subjetiva. Ex: o Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.
	►Exceção: conduta omissiva específica: responsabilidade objetiva. Ex: o Estado tem o dever de guarda/vigilância sobre alguém e não evita o dano (Ex: preso se mata); 
	Obs: se houver requisição do particular para atuação da Adm. e esta for omissa quanto a este pedido, a responsabilidade torna-se objetiva. Ex: Manifestação ocorre, depredando uma loja (até aqui omissão da Adm. responsabilidade subjetiva). No entanto o dono aciona a PM mas esta não comparece, torna-se responsabilidade objetiva.
•Teoria do risco administrativo responsabilidade objetiva: basta que exista o dano e o nexo direto e a culpa é presumida, salvo se a Adm. provar culpa do particular para atenuar (culpa concorrente; somente atenuna, não exclui totalmente) ou excluir (culpa exclusiva do particular, caso fortuito/força maior) a sua. Admite excludentes/atenuantes. Ônus da prova: Administração pública; teoria adotada,para atos comissivos, no BR; 
	Abrange os danos morais e materiais, podendo ser lícita ou ilícita;
	Elementos: ◘Dano; ◘Ato lesivo causado pelo agente público/Fato administrativo; ◘Nexo causal entre ambos;
	Obs: excludente de ilicitude, por si só, não afasta a responsabilidade civil objetiva.
	•Teoria do Risco Integral: não admite excludentes. Adotada em algumas situações: acidentes de trabalho; Indenização coberta pelo seguro obrigatório para automóvel; exemplo: se uma pessoa, querendo se matar, se joga na frente de um automóvel, será coberta pelo seguro DPVAT independente de culpa exclusiva desta. dano decorrente de material bélico/ambiental/nuclear.27
OBS: MÉDICO DE HOSPITAL PÚBLICO - "OBRIGAÇÃO DE MEIO" - RESPONSABILIDADE SUBJETIVA
“A vítima pode deixar de cobrar o estado e cobrar diretamente do agente público?”
STF: NÃO É POSSÍVEL; Teoria da Dupla Garantia: a primeira para o particular que terá assegurada a responsabilidade objetiva, não necessitando comprovar dolo ou culpa do autor do dano; a segunda para o servidor, que somente responderá perante o ente estatal;
Obs: STJ tem posicionamento diferente(minoritário).
No direito brasileiro, constitui objeto do direito adm. a responsabilidade civil das pessoas jurídicas que causam danos à administração.
•Regra: não indenização para atos Legislativos e Jurisdicionais;
•Exceções:
LEGISLATIVO: ◘Lei inconstitucional; ◘Lei de efeitos concretos (dica: Inconcreto);
JUDICIÁRIO: ◘Erro judiciário; ◘Prisão além da senteça; ◘Juiz procede com dolo ou fraude; ◘Falta objetiva na prestação jurisdicional; ◘Recusa/atraso injustificado;3
O direito regressivo será exercido por ação autônoma quando a denunciação da lide for indeferida, deixar de ser promovida ou não for permitida. Denunciação da lide, a grosso modo: “trazer alguém para o processo que pode (ou deva) ser trazido”;
CESPE já adotou posicionamento do STF = não admitir Denunciação da Lide em Responsabilidade Civil do Estado;
STJ entende que o terceiro pode ajuizar ação diretamente contra o Estado, ou contra o Agente, ou contra Ambos.
►Ação Regressiva. Esta só cabe quando o dano é causado a terceiros, não ao erário;
►Ex: autarquia causa danos ao particular devido à omissão de reparos em rodovia; de acordo com o STJ, o Estado responde subsidiariamente.
10-Controle da Administração Pública	
○Não cabe ao TCU julgar contas do Presid. da República. Neste caso, TCU emite parecer prévio (não vinculante) e cabe ao CN julgar; 
em simetria, em relação aos demais chefes do Poder Executivo, não cabe aos Tribunais de Contas respectivos efetuar o julgamento das contas anuais; Nessa situação, compete às Cortes de Contas emitir parecer prévio, sendo que o julgamento será de competência do Poder Legislativo;
TCU: Três + Cinco + Um = 9 ministros, com sede no DF e jurisdição em todo o território nacional.2
CONTROLE EXTERNO EXERCIDO PELO CN, COM AUXÍLIO DO TCU (UNIÃO)
		◘Julgar as contas por uso de dinheiros, bens e valores públicos da adm. direta e indireta da União, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio com prejuízo ao erário; Pfís. ou PJ púb ou priv. que (AGGUA): Arrecade, Guarde, Gerencie, Utilize, Administre bens ou valores públicos(Controle técnico do TCU);
	◘Aos Poderes executivo, judiciário, e em seu âmbito interno;	
	◘Aspectos: ○Legalidade; ○Legitimidade; ○Economicidade; ○Aplicação das subvençõe; ○Renúncia de receitas: 
	◘Natureza das fiscalizações: Contabil, Orçamentária, Financeira,Operacional, Patrimonial (COFOP);
	◘Fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, 	nos termos do tratado constitutivo.
	♦CONTROLE PARLAMENTAR/POLÍTICO EXERCIDO PELO CN
	•Chamado também de controle de mérito, com atribuições essencialmente políticas: 
	◘SF votando sobre indicação de Presidente sobre certos magistrados, ministros do TCU, etc; ◘Sustar, de ofício, os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar. E não compete ao Poder Judiciário; ◘SF julga determinadas autoridades por crime de responsabilidade; ◘SF aprova operações de crédito externas;
Obs: Não confunda sustar com anular. Controle do CN é sustação e não anulação de atos ilegais;
A apreciação de atos de nomeação pelo TCU não envolve os cargos em comissão; 
►TCU susta atos administrativos; Congresso Nacional susta Contratos Administrativos.15
•Controle de Legalidade: é classificação do controle da Adm. Pública quanto à natureza. Pode ser realizado pela Adm. e pelo Judiciário, quando ao Judiciário: todos os tipos de atos e poderes, via controle judicial.2
•Controle de Mérito: discricionariedade; conveniência e oportunidade; somente a adm. pública pode realizar; não pode ser realizado pelo Judiciário, na atividade típica; Pode aplicar em atos ilegais, mas nunca no mérito (na função típica).3
	•Decreto regulamentar: só complementa, jamais pode inovar. Indelegável;
	•Controle Parlamentar Direto: é o exercido pelos próprios orgãos do CN, por CPIs, etc.
Controle por Vinculação/Tutela/Controle finalístico: PJs diferentes, adm direta X indireta. Hierarquia/subordinação: Dentro da mesma PJ.3
•NÃO cabe ao TCU apreciar os atos de concessão/renovação de concessão de emissoras de Rádio e TV, e sim cabe ao CN.
Anular/revogar ato dentro do âmbito do mesmo poder; o controle adm. interno é cabível apenas em relação a atividades de natureza adm., mesmo nos Poderes Legislativo e Judiciário, em funções atípicas administrativas → princípio da autotutela.2
CNJ: 15 membros, o presidente é o pres. do STF; é órgão interno de controle adm./financeiro/disciplinar do Poder Judiciário.
Ato válido: Revoga; Ato inválido/viciado/insanável: Anula (CESPE ama).11
Em regra: recurso é dirigido ao mesmo órgão;
Excepcionalmente: a outro órgão da mesma estrutura(Autarquia para o seu respectivo Ministério, por ex.); Recurso impróprio.
	•Não adotado no BR, conhecido por Sistema Francês ou de contencioso administrativo/dualidade de jurisdição; há tribunais 	administrativos que emanam decisões com força de coisa julgada. No BR, a jurisdição é una.
O TC exerce função fiscalizadora (=fiscalizar), e não judicante (=julgar);
Os responsáveis pelo controle interno, ao saber de irregularidade/ilegalidade, darão ciência ao TCU, sob pena de responsabilidade solidária.4
A concessão é um contrato firmado entre uma empresa concessionária e o Estado após processo de licitação. Se tiver dinheiro público empregado no contrato, aí sim o TCU fiscaliza; não tendo, é incoerente fiscalizar.
O controle exercido pelos Tribunais de Contas sobre as casas legislativas é considerado controle externo; TCU- “4º Poder”.
A ação civil pública é instrumento de controle judicial da atividade adm.
Ação popular pode ser repressiva ou preventiva.
CPI: destinada a investigar determinado fato por prazo também determinado (desprovida de poder condenatório).
CONTROLE ADMINISTRATIVO: DIREITO DE PETIÇÃO
•Representação: para denunciar irregularidades para adm púb. Qualquer pessoa que tenha interesse, na condição de cidadão;
•Reclamação: o recorrente é o interessado direto na revisão de ato que prejudica seu direito ou interesse;
	►“Acolhida pelo STF a reclamação fundada em violação de enunciado da súmula vinculante, dar-se-á ciência à autoridade prolatora e ao órgão competente para o julgamento do recurso, que deverão adequar as futuras decisões administrativas em casos semelhantes, sob 	pena de responsabilização pessoal nas esferas cível, administrativa e penal.”
•Pedido de reconsideração: dirigida à mesma autoridade que praticou o ato prejudicial ao interessado, prazo de 5 dias;
•Revisão: reavaliação de decisão em processo adm já encerrado, que gerou sanção. Deve haver fatos novos, Não agrava a situação;
•Recurso hierárquico: pedido de reexame de decisão dirigida à autoridade superior a que proferiu a decisão recorrida; Divide-se em próprios (mesma hierarquia) e impróprios (hierarquia diferente – só quando previsto em lei), prazo de 10 dias.3
•Judiciário: ◘Forma típica: ○Controle Judicial (externo); ◘Forma atípica:○Controle Administrativo (interno);
•Legislativo: ◘Forma típica: ○Controle Legislativo (externo); ◘Forma atípica: ○Controle Administrativo (interno);
•Executivo: ◘Forma típica: ○Controle Administrativo (interno); ◘Forma atípica: ○Controle Administrativo (interno);
Não há “controle executivo”.
►CONTROLE PRÉVIO – A PRIORI
Por exemplo, quando o Senado autoriza a União conceder empréstimo exterior. A autorização do Senado é condição necessária para o perfazimento do ato; ou quando o Senado aprova alguma indicação do Presidente da República, entre outros casos.
►CONTROLE CONCOMITANTE/SUCESSIVO
Acontece ao “mesmo tempo” em que ainda está sendo praticado o ato. É principalmente fiscalizador; exemplos: licitação, assinatura de um contrato administrativo, auditoria nas obras, controle sobre serviços públicos, etc.
►CONTROLE A POSTERIORI
Não serve somente para anular atos já executados, mas também para ratificá-los ou corrigi-los(ex: homologação de determinado ato). 
• CONTROLE INTERNO: é todo aquele realizado pela entidade ou órgão responsável pela atividade controlada, no âmbito da própria administração.
- exercido de forma integrada entre os Poderes
- responsabilidade solidária dos responsáveis pelo controle interno, quando deixarem de dar ciência ao TCU de qualquer irregularidade ou ilegalidade.
• CONTROLE EXTERNO: ocorre quando o órgão fiscalizador se situa em Administração DIVERSA daquela de onde a conduta administrativa se originou.
- controle do Judiciário sobre os atos do Executivo em ações judiciais;
- sustação de ato normativo do Poder Executivo pelo Legislativo;
• CONTROLE EXTERNO POPULAR: As contas dos Municípios ficarão, durante 60 dias, anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei.
*11-Licitação
◘Toda licitação dispensada ou inexigivel deve ser justificada pela administração (inclusive quanto ao valor estipulado), caso contrário, possibilitando sua anulação
FALOU EM BEM IMÓVEL = CONCORRÊNCIA
Lembre-se: Compra/locação imóvel + Finalidades precípuas Adm. Hipótese de Licitação Dispensável.3
LICITAÇÃO INEXIGÍVEL
"Contratei um artista exnobe"
“Con”petição inviável +
•Artista consagrado pela crítica/opinião pública;
•Exclusivo representante comercial; (vedada a preferência de marca)
•Notória especialização (profissionais ou empresas - serviços técnicos - natureza singular).
Notória especialização abrange serviços técnicos, que são entendidos como:
	◘Estudos técnicos, planejamentos, projetos básicos/executivos; 
	◘Pareceres, perícias e avaliações em geral;
	◘Assessorias ou consultorias técnicas e auditorias financeiras ou tributárias; 	◘Fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obras ou serviços;
	◘Patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas; 	
	◘Treinamento e aperfeiçoamento de pessoal;
	►Restauração de obras de arte e bens de valor histórico.
	◘Se for de autenticidade certificada e compatível com finalidades será dispensável.
	Obs: inexigibilidade não são taxativas. Portanto, havendo um caso 	em 	que a competição for inviável, será enquadrada como inexigibilidade de 	licitação.7
Não há dispensa/inexigibilidade em nenhum dos casos abaixo:
►Concessão: licitação sempre; modalidade concorrência (em regra)
►Permissão: licitação sempre; qualquer modalidade
►Contratação de empresas de publicidade.
►O leilão pode ser cometido a leiloeiro oficial ou a servidor designado 
pela Administração, procedendo-se na forma da legislação pertinente.
Princípios Expressos (L8666, art. 3º):“Vi a Jú limppinha”
- Vinculação ao instrumento concocatório; e - Julgamento objetivo.
- Legalidade; - Impessoalidade; - Moralidade; - Publicidade; - Probidade administrativa; - Igualdade;
Princípios implícitos:	
- Competitividade; - Procedimento formal; - Sigilo das propostas; e - Adjucação compulsória.
Princípio da vedação à oferta de vantagens:
Proíbe a elaboração de propostas vinculadas às ofertas de outros licitantes e está vinculado ao Princípio do Julgamento Objetivo.
	Regra: ►Vedada a preferência de marcas
	Exceções: ►Tecnicamente justificável; padronização, parâmetro de qualidade;
 		►O fornecimento for sob regime de administração contratada.2
A REGRA é que não poderá haver alteração em edital; exceção:
qualquer modificação no edital exige divulgação pela mesma forma que se deu o texto original, reabrindo-se o prazo inicialmente estabelecido, exceto quando, inqüestionavelmente, a alteração não afetar a formulação das propostas.5
►A Adm., nos editais, pode exigir percentual mínimo de mão de obra do sistema prisional: estabelecido por regulamento.
◘ Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar edital de licitação4
◘Licitação Deserta: ausência de licitantes. (não aparece uma alma viva na competição);
Hipótese de licitação dispensável; Deserta = Dispensável.
◘Licitação Fracassada : todos são incapacitados; não é alcançado o número mínimo de empresas qualificadas; neste caso, a Adm. abre novo prazo para apresentação de propostas de 8 dias úteis; sendo 3 dias úteis no caso de Convite.
FASES DA LICITAÇÃO: (HCHA até o chão)
•Habilitação (apresentação dos documentos);•Classificação; 
•Homologação (“reconhece a regularidade”); 
•Adjudicação("atribuir o objeto licitado ao vencedor");
FASE DA HABILITAÇÃO (1ª fase – os documentos são indispensáveis)
►Habilitação jurídica: aptidão efetiva de exercer direitos e contrair obrigações, por exemplo, inscrição do licitante pessoa física no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda;
►Regularidade fiscal: atendimento das exigências do Fisco, por exemplo, certidões negativas de tributos, etc;
Obs: a lei não exige a quitação das obrigações fiscais; empresas devedoras, com débitos com exigibilidade suspensa, são admitidas.
 
►Qualificação técnica: conjunto de requisitos profissionais, ex: registro do interessado na entidade profissional competente.
 
►Qualificação econômico-financeira: capacidade para satisfazer os encargos econômicos decorrentes do contrato, ex: certidão negativa de falência/concordata expedida pelo distribuidor da sede do licitante pessoa jurídica; etc.
	•Homologação: após a fase de julgamento, adjudicação e decorridos todos os prazos de recurso, a autoridade competente ratificará todos os atos anteriores confirmando sua validade perante a lei.	
	•Adjudicação: após o julgamento das propostas, ao licitante vencedor será 	adjudicado o objeto licitado (adjudicar = conceder, atribuir, entregar, submeter, conferir).
	►A adm.não está obrigada a contratar (discricionário), mas se for celebrar o contrato, deverá (vinculado) ser com o vencedor da licitação; 
	Ou seja: Adjucação =Obrigatório; Contratar = Facultativo;
◘A documentação para a fase de habilitação poderá ser substituída por registro cadastral emitido por órgão/entidade pública, desde que previsto no edital.3
•Vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo. (no âmbito da lei 8666)4
Regra: qualquer modificação no edital exige divulgação pela mesma forma que se deu o texto original> Reabre-se o prazo inicial;
Exceção: não há reabertura de prazo quando a alteração não afterar de forma inquestionável a formulação das propostas.2
DISPENSADA:
✓ Somente para alienações da adm;
✓ É vinculado (Adm não pode realizar licitação).
É facultada à administração a exigência de garantia; - caução em dinheiro ou títulos da dívida pública; - seguro-garantia; - fiança bancária.
►A lei limita a garantia contratual a 5% do valor do contrato;
► a Administração pode exigir comprovação de capital mínimo, patrimônio líquido mínimo ou garantias. Nesse caso é previsto só um limite máximo de 10% do valor estimado da contratação.2
As obras, serviços e compras efetuadas pela Administração serão divididas em tantas parcelas quantas se comprovarem técnica e economicamente viáveis1
FINALIDADES DA LICITAÇÂO
►Promoção do desenvolvimento nacional sustentável; 
►Isonomia; ►Seleção da proposta mais vantajosa;
►A Adm. pode exigir um percentualmínimo de que a mão de obra seja advenha do sistema prisional, na forma estabelecida em regulamento.
1 - Regra geral: princípio da isonomia
2 - Exceções
2.1)quando ocorre empate na licitação;     2.2)margem de preferência;     
2.3)condições especias para ME e EPP;   2.4)empresas possuem vagas para Deficientes; 2.5)empresas que praticam a "legislação sustentável";
2.6)exigência de requisitos mínimos para habilitação, quando necessário para o cumprimento do contrato
2.7)demais casos na legislação
As minutas de editais de licitação, contratos, acordos, convênios e ajustes devem ser previamente aprovados por assessoria jurídica da Adm.. 
►O edital deve descrever o objeto da licitação de forma sucinta e clara. 
Sem detalhamentos excessivos.
	Prazos mínimos entre edital e proposta (c, c, c, tomo, tomo, leilão)
	45 dias ◘Concorrência(empreitada integral, melhor técnica ou técnica e 	preço); ◘Concurso. (modalidade para trabalhos técnicos, artísticos, etc)
	
	30 dias 	◘Concorrência; (menor preço – regra geral); 
	◘Tomada de preços (melhor técnica ou técnica e preço)
	15 dias 	◘Tomada de preços (menor preço – regra geral)
	◘Leilão
	5 dias úteis ◘Convite2
Prazo para impugnar: CIDADAUM → CINCO DIAS ÚTEIS; 
LIcItante → II dias úteis
Prazo para julgar: AdminisTRaçaUM → 3 dias úteis (3 letras = 3 dias)1
Alienações entre a Adm. Direta e Indireta de bens imóveis:
◘Autorização legislativa se for Direta ou Autarquia/Fundação (portanto, não precisa para EP e SEM); entretanto, para todos, em regra, dependerá de avaliação prévia e licitação na modalidade concorrência (dispensada se for doações, etc).
•A Lei exige previsão de recursos orçamentários para efetuar licitação.
CARACTERÍSTICAS DAS MODALIDADES
►Universalidade é característica da modalidade Concorrência;
Ao adquirir bens de natureza divisível, o órgão contratante pode reservar cota de até 25% do objeto para a contratação de microempresas e empresas de pequeno porte, desde que não haja prejuízo para o conjunto ou o complexo do objeto.
MODALIDADES
◘Concorrência pública é a modalidade de licitação mais abrangente, não havendo limite de valor definido para a sua adoção;
◘Tomada de Preços: Interessados cadastrados OU não cadastrados que atenderem condições exigidas para cadastramento - até o 3º dia anterior do recebimento da proposta;
◘Convite: convida-se no mínimo 3 licitantes.
OUTRAS MODALIDADES
◘Concurso: predominantemente técnico, artístico ou intelectual. Critérios relativamente subjetivos, mas não arbitrários.
◘Consulta (agências reguladoras); 
◘Pregão (independe de valor; é utilizado para aquisição de bens comuns)
◘Leilão: venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis derivado de procedimento judicial/dação em pagamento (cuidado, em regra, alienação de bens imóveis é concorrência), a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação. 
Tipos de licitação (é o CRITÉRIO de julgamento):
Melhor preço;
Melhor técnica: predominantemente intelectual;
Técnica e preço: predominantemente intelectual;
Maior lance ou oferta.
Margem de preferência, na ordem:
1º - Produzido no País "Primeiro"; 2º - Empresa brasileira; 
3º -Empresas que investem em desenv. tecnológico/científico; 
4º - Acessibilidade; portadores de deficiência.
	A Adm. pode revogar uma licitção? 
	Se houver motivo justificável e pertinente: SIM;
	Se já houver assinado o contrato: NÃO (pois não se pode revogar atos consumados)
•A nulidade da licitação induz à do contrato, ressalvado o fato de não ser eximida a responsabilidade de indenizar o contratado pelo que já executou até a data da nulidade; desde que não seja imputável (dando responsabilidade a quem deu causa).
LICITAÇÃO DISPENSÁVEL (nível de resumo: médio)
►Sem interessados E justificadamente não puder repetir a licitação;
►União intervir dom. econômico-regular preços;
►Licitantes preços superiores;
►Compra/locação imóvel → finalidades precípuas da Adm;
►10% Convite; 33 mil c/ pedreiro, 17,2 mil sem pedreiro;
► 20% spor EP, SEM, Cons. público ou Agência Executiva;
►Produto para pesquisa/desenvolvimento, limitada (com pedreiro), a 20%*convite com pedreiro = 66 mil reais;
►Guerra/grave pertubação da ordem; 
►Possib. de comprometimento da segurança nacional; 
(decreto do PR, ouvido Cons. Defesa);
►Hortifrutigranjeiros, pão/perecíveis, (tempo necdessário; preço do dia);
►Emergência com urgência de atendimento (ocasionar preju/comp. Segurança das pessoas, obras, etc.) que conclui no máx. em 180 dias consecutivos/ininterruptos, contados da emergência (não prorroga);
►Remanescente de obra/serviço, por rescisão contratual, 
(atende ordem de classif. Da licit. Anterior – mesmas condições ao vencedor);
►Inst. BR da pesquisa/ensino/desenv/ recup. do preso
(boa reputação e sem fins lucrativos);
►Aquisição bens/serviços (acordo internacional; aprovado pelo CN) 
►Aquisição/restauração de obras de arte/obj. históricos, de autenticidade certificada, compatíveis às finalidades órgão/entidade;
	Se >singular >inviábilidade de competição >sem o elementos "finalidades"
		SERÁ INEXIGÍVEL
►Impressão dos diários oficiais/formulários padronizados/prest. Serv. informática para PJ dto interno (por entidades criadas para esse fim específico, que integrem a Adm.)
►Componentes/peças que resguardam garantia de bem adquirido.
►Compras em deslocamento para operações/adestramento; 
ex: tropas/embarcações/aeronaves fora da sede, quando o prazo atrapalhar.
►Compras de material de uso OPERACIONAL(não adm) pelas FFAA, (parecer de comissão inst. por decreto);
►Associação PCD sem fins lucrativos; 
►Energia elétrica/gás natural (concessionário/permissionário/autorizado);
►EP ou SEM com suas subsidiárias e controladas (aquis/alienação/etc);
►Com OS (ativ. contemplada em contrato de gestão);
►Por Instituição Cient/Tecno/ag. de fomento para a transferência de tecnologia/licenc. de direito de uso/exploração de criação;
►Contrato de programa> ente da federação ou adm indireta> prest. serviços públicos nos termos de contrato de consórcio/convênio. 
►Coleta(etc) lixo reciclável por associações formadas só de catadores;
►Alta complex. tecno/defesa nacional, (parecer de comissão, produz. no BR); 
►Atender aos militares de operações de paz no exterior; 
►Prestação assistência técnica/extensão rural no âmbito do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária; 
(com ou sem fins lucrativos)
►Transf.de tecnologia de produtos estratégicos para o SUS;
►Ent.privadas sem fins lucrativos; implement. de tecnologias sociais (acesso a água, produz. Alimentos beneficiar sitiantes pobres atingidos p/ seca) 
►Por PJ de dto púb interno; insumos estratégicos> saúde (produz/distr. Por fundação → com finalidade de apoiar órgão adm. púb. direta/aut ou fundação) em projetos de ensino/pesquisa/etc (inclusive gestão adm/financeira necessária à execução desses projetos)
►Constr./ampl.(etc) estab. penais, somente> grave/iminente risco à seg.pública. ,
Obs: obras/serviços/compras de grande vulto = 25*3.300.000= R$82.500.000;
IMENSO vulto = 100*3.300.000 = R$3.300.000.000.
(ambos valores multiplicados pelo valor de “concorrência c/ pedreiro”)
 LICITAÇÃO DISPENSÁVEL (nível de resumo: alto)
S/ interessados - U>intervir dom. econômico-regular preço - licit>preços superiores;- 
Comp/loc. Imóvel;finalid. da Adm;- 10% Cvt (20% EP/SEM)- Prod. pesq/desenv. 20% cvt Gurra/perturb ordem;- Possib. Comp. seg. nacional;- Hortifrutigranjeiros/pão/perecíveis;
Emergência (máx 180 dias improrr.);- Remanesc. obra/serviço;
Emp. Br pesquisa/desenv/recup. preso;- Aquis. Bens (acord. Internacional>aprov. CN);
Aquis/rest. arte/históric. Autent. certificada+finalidade;- Impress. DOU, form padroniz, etc;
Resg. Garantia;- Oper. missão> prazo atrapalha;- Mat. Operacional (não adm) FFAA;
-Assoc. PCD sem fins $$;- Energ. Elétr. (cons/perm/autoriz);- EP/SEM> subsid/contorladas;
Com O.S, (contrato de gestão);- Inst. cient/tecn/fomento>transfdireito de uso/expl. criação; 
Contr. programa>entes federativos> prest. serv. púb (termo de contr. de consórcio/convênio);-
Colet. Lixo> associação catadores;- Alta complex. tecn/defesa nacionalom (do br, parec. Comissão);
Militares>OP paz exterior;- Transf. tecn/produtos estratégicos>SUS;
 Prog.Nacional.Assis.Téc.Extens.Rural na Agricult. Familiar/reforma agrária (com ou sem fins $$$);
 Ent. Privadas (s/ fins $) implement. Tecn sociais (seca, acesso a água, etc.)superiores;-
 Pj dto pub interno> ins estratégicos>saúde(produz fund/finalid apoiar Adm)>proj.ensino/pesquisa;
Se grave risco seg. pública> constr/aprimorar prisões/similares.
'''Obra sem pedreiro convida estelionatário(171)''' 
Serviços Públicos 	Comment by Elaine: Os Serviços Públicos são toda atividade executada pelo Estado de forma a promover à sociedade uma comodidade ou utilidade, usufruída individualmente pelos cidadãos, visando ao interesse público. (Matheus Carvalho)
Princípios resumidos com palavras chaves:
 1. Dever de prestação: o poder público não poderá escusar-se da prestação dos serviços públicos
 2. Modicidade: taxas baixas, preços módicos e razoáveis que sejam acessíveis ao público
 3. Atualidade: técnicas modernas, busca pela melhoria do serviço
 4. Cortesia: educação na prestação
 5. Economicidade: eficiência e gasto razoável na prestação do serviço
 6. Generalidade: serviço prestado a maior quantidade de pessoas possível.
 7. Submissão e controle: forma de garantir os demais princípios
 8. Continuidade: prestação ininterrupta (regra), com exceções
 9. Isonomia: é vadado o tratamento diferenciado, via de regra.
image1.jpeg
image2.jpegdo ato adm., para gerar efeitos jurídicos de direitos e de obrigações; Todo ato deve ser público, exceto se o sigilo for imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; Direito de petição é um dos instrumentos de aplicação deste princípio; Não obrigatoriamente em imprensa oficial, somente se gerar efeitos externos; 
	•STF: verbas indenizatórias para o exercício da atividade parlamentar têm natureza pública, não havendo razões para sigilo;
A atividade pública viabiliza o controle social sobre a atividade do Estado (pelo titular do interesse público, que é o cidadão).8
	•EFICIÊNCIA: buscar melhor desempenho possível/ buscar melhores resultados, âmbito externo e interno da adm. 
Sem contrariar Lei. É possível invocá-lo para limitar a discricionariedade do Administrador, levando-o a escolher a melhor opção.4
É vedado o nepotismo (é contrário à moralidade e impessoalidade adm): Adm púb. direta e indireta (inclusive direito privado - EP e SEM)
Princípios de atividades da Administração Federal: Planejamento; Coordenação; Descentralização; Delegação de Competência; Controle.
3-Organização Administração Direta e Indireta
•Administração Direta (UEDM): entidades federativas/estatais/políticas; União, Estados, DF e Municípios; 
•Administração indireta (FASE): Fundação pública, Associações públicas, Autarquias, Sociedade de Economia Mista, Empresa Pública e Consórcios Públicos..	Comment by Elaine: "Art. 5º Têm legitimidade para propor a ação principal e a ação cautelar:
I - o Ministério Público;
II - a Defensoria Pública;
III - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
IV - a autarquia, empresa pública, fundação ou sociedade de economia mista;
V - a associação que, concomitantemente:
a) esteja constituída há pelo menos 1 (um) ano nos termos da lei civil;
Administração Direta x Indireta: não há relação de hierarquia; somente vinculação;
• Controle Finalístico/ Supervisão ministerial/Controle por vinculação→ recurso hierárquico impróprio;(Adm. indireta)
• Supervisão ministerial é o controle exercido no âmbito interno da Administração Direta (desconcentrado).9
Adm. indireta pode receber deleg. de atos de Poder de Polícia (somente os atos de consentimento e fiscalização; jamais fiscalização e legislação).
	Sentido Formal, Subjetivo ou Orgânico: QUEM?
 É o conjunto de órgãos, pessoas jurídicas e agentes que o ordenamento identifica como administração pública, não importando qual atividade exerçam. Logo, a administração brasileira é composta, exclusivamente, por: Órgãos da Administração Direta e Entidades da Administração Indireta. São entidade da administração indireta, somente estas e nenhuma outra: Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista. 
ADOTADO NO BRASIL: FOR SU OR
	Sentido Material, Objetivo ou Funcional: O QUE FAZ?
 Representa o conjunto de atividades consideradas próprias da função administrativa. O conceito adota como referência a atividade (o que é realizado) e não quem a exerce.
Assim, sociedades de economia mista que exercem atividade econômica, como o Banco do Brasil ou a Petrobrás, não são consideradas administração pública em sentido material.
 Por outro lado, delegatárias de serviços públicos – pessoas privadas que prestam serviços públicos por delegação do Poder Público, como as concessionárias e permissionárias – são consideradas administração em sentido material.
EMPRESA PÚBLICA 
	◘LEI AUTORIZA 
◘Capital 100% Público; ◘Formação por qualquer uma admitida em direito; 	
	◘De interesse da União é competência da Justiça Federal;	◘Exemplos: Correios, BNDS, Caixa Econômica, etc.
	◘Pode ser pluripessoal (mais de uma PJ dto. público – pessoa/entidade adm.- com ações) ou unipessoal (Nesta, há assembleia geral).11 
OBS: As Empresas Públicas FEDERAIS devem ser julgadas na JUSTIÇA FEDERAL nos litígios COMUNS ou ORDINÁRIOS. Sejam prestadoras de serviços públicos (exemplo da Infraero), sejam interventoras no domínio econômico (exemplo da Caixa Econômica Federal).
SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA 
	◘LEI AUTORIZA 
◘Capital Misto (público 50%+1 ação, no mínimo); ◘Somente S/A;						
	◘Em regra, não se enquadra como competência da Justiça Federal situações envolvendo S.E.M.; só tem foro na Justiça Federal quando a União intervém como assistente ou opoente;10				
	►Exemplos: Petrobrás, Banco do Brasil, Eletrobrás.
OBS: As Sociedades de Economia Mista FEDERAIS devem ser julgadas na Justiça Estadual. 
EMPRESA PÚBLICA + SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA
◘Atividade meio: devem licitar; ex: BB/Caixa alugando imóvel; ◘Atividade Fim: não devem licitar; ex: emprestar $$$;
◘Pessoa Jurídica de Direito Privado; ◘Devem realizar Concurso público; ◘Regime CLT, mas não seus dirigentes; ◘Responsabilidade Objetiva se forem Prestadoras de Serviços Públicos; ◘Autorizadas por lei. Registro atos constitutivos/cartório (não comercial); 
só depois do registro que estão efetivamente “criadas”; ◘Cabe MS contra ato praticado em licitação promovida por SEM ou EP; ◘Estende-se proibição de acumular cargo(e subsidiárias);
►NÃO é abrangido pelo afastamento por exercício de mandato eletivo.10
OBS: Para as EPs e SEMs Estaduais e Municipais, no entanto, as causas são sempre julgadas na Justiça Estadual.
OBS: EPs e SEMs NÃO se submetem ao processo falimentar, independente de sua área de atuação.
► A demissão (ou dispensa) do empregado público deve ser motivada, pois isso, em tese, garantirá a verificação do cumprimento do princípio da impessoalidade.
AUTARQUIAS
◘CRIADA E EXTINTA POR LEI;
◘Pessoa Jurídica de Direito Público; ◘Atividades típicas do Estado (fiscalização, poder de polícia, etc.); ◘Conselhos profissionais (CREA, CRM, etc.); ◘É dispensado o registro de atos constitutivos; ◘ É inaplicável o regime extintivo falimentar; ◘Regime Estatutário; ◘Bens são imprescritíveis e impenhoráveis; ◘Responsabilidade objetiva do Estado; ◘Prazo em dobro para contestar e dobro para recorrer; ◘OAB não é autarquia, é sui generis (autônomo); ◘Se for de interesse da união, é competência da Justiça Federal. .9 ◘Pode receber qualificação e tornar-se agência executiva; ◘Ex: USP, DNIT, etc.
Devem partir da iniciativa do chefe do Poder Executivo (presidente da república, governador ou prefeito). Não é cabível que um parlamentar proponha lei para a criação ou autorização de criação dessas entidades ou suas subsidiárias, sob pena de ser considerada inconstitucional, por vício de iniciativa.
•Autarquias em regime especial (não só agências reguladoras, mas também CVM, BACEN, etc); 
	Aqui não estão as agências executivas. Autonomia “POF” Patrimonial -Orçamentária -Financeira→ Não possuem autonomia política;
	
	A autonomia funcional resulta em processo decisório que reflete as demandas políticas de longo prazo;
	◙Escolas/Universidades podem fazer parte da Administração Indireta. Exemplo disso é a USP, que é uma autarquia;	
	•Agências reguladoras: exerce intervenção estatal indireta; é uma Autarquia sob regime especial (espécie); 
	Maior autonomia/ independência adm; Poder normativo técnico; autonomia decisória; autonomia econômica-financeira;
	○Não possuem independência em relação aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário;	
	○Função executiva, normativa e judicante*(Ex: aplicação de punição mediante PAD); não exercem função de governo;
	→ há menor grau de controle do órgão supervisor (Estabilidade relativa dos dirigentes, etc).18*termo "judicante" utilizado em questão CESPE.
	OBS: Nos litígios comuns, as causas que digam respeito às autarquias federais, sejam estas autoras, rés, assistentes ou oponentes, são processadas e julgadas na justiça federal.	Comment by Elaine: Dispõe o art. 109, I, da CF:
 Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:
I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;
Estará cumprindo suas atribuições regulamentares a agênciareguladora que, além de arbitrar os conflitos entre as diversas partes envolvidas, fomentar a competitividade entre as áreas nas quais não haja monopólio natural.
Às agências reguladoras é atribuído Poder Normativo, cuja legitimidade se condiciona à observância do princípio da legalidade (não exercem função normativa primária).
Uma agência reguladora exerce funções executivas, normativas e judicantes de Estado, não desempenhando funções de governo.
O Estado atua de duas formas na economia:
a) de forma indireta, por meio da regulação (o Estado assume o papel de regulador da economia); e
b) de forma direta, por meio de exploração de atividades econômicas (o Estado executa atividades que em princípio estariam destinadas à iniciativa privada, com a diferença de sempre buscar o interesse público. Como exemplo, temos a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.
FUNDAÇÕES PÚBLICAS
	◘FP DE DIREITO PRIVADO É AUTORIZADA POR LEI; 
◘FP DE DIRETO PÚBLICO É CRIADA POR LEI. 
◘Pessoa jurídica de Direito Privado (regra) ou Público; ◘LC DEFINE ÁREA DE ATUAÇÃO; 
◘Fim específico de interesse público (saúde, educação, etc.); ◘Sem fins lucrativos. Ex: IBGE, FUNAI; 
◘Cuidado: FP é entidade da adm. indireta de personalidade jurídica de direito privado? Sim, pois é a regra (direito público é a exceção);
◘Quando a fundação é dotada de PJ de direito público, temos o que a doutrina chama de "Fundação Autárquica";
◘Fundação Privada é diferente (ex: Fundação Roberto Marinho) de Fundação pública de Direito Privado;
◘Pode receber qualificação e tornar-se agência executiva;
◘Se for do interesse de FP da união, é competência da Justiça Federal.6
•AGÊNCIA EXECUTIVA (não confundir autarquia em regime especial): é constituída através da qualificação de uma autarquia ou fundação pública e possui autonomia adm. de acordo com a previsão do contrato de gestão com o respectivo ministério supervisor;
→Uma autarquia federal pode firmar contrato com o poder público com a finalidade de ampliar sua autonomia financeira e gerencial, é o famoso contrato de gestão. O contrato de gestão abrange a administração direta e indireta.
◘QUALIFICAÇÃO: ATO DISCRICIONÁRIO DO PR; ◘Devem ter um plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamento.4
		•DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (Externo):
	◘Cria novas Entidades”: Pessoas Jurídicas distintas;	
	◘Não há hierarquia, apenas vinculação (controle finalístico/supervisão ministerial);
	◘Adm. pública indireta (outorga/serviços (funcional, legal ou técnica); transfere titularidade e execução) O Estado cria a entidade e transfere determinado serviço público, POR MEIO DE LEI. Controle: SUPERVISÃO MINISTERIAL, VINCULAÇÃO, TUTELA OU CONTROLE FINALÍSTICO. Capacidade auto-administrativa, NÃO HÁ SUBORDINAÇÃO E HIERARQUIA. Ocorre a DELEGAÇÃO LEGAL (aut,fund,ep e sem). PRAZO INDETERMINADO.	Comment by Elaine: OUTORGA, POR SERVIÇO, TÉCNICA, LEGAL: 
Transfere a titularidade e a execução.
◘ ou PJ de direito privado que recebem o serviço mediante delegação (colaboração ou contratual) por contrato ou ato adm. (permissão/autorização/concessão – transfere somente execução, e não titularidade); Há apenas a transferência da EXECUÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO POR MEIO DE ATO OU CONTRATO ADMINISTRATIVO normalmente por PRAZO DETERMINADO. Concessão (PJ ou consórcios), Autorização (PF ou PJ) e Permissão (PF). Conhecida como DELEGAÇÃO NEGOCIAL. 	Comment by Elaine: Delegação ou Colaboração:
Transfere somente a execução: 
PERMISSÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO
****Precisa de licitação. 
•DESCONCENTRAÇÃO(Interno): 
	◘Distribuição de competências internamente a órgãos na mesma pessoa jurídica, podendo ocorrer em razão da matéria/hierarquia/critério territorial ◘É hierarquicamente subordinado a sua entidade criadora. Ex: secretarias, ministérios, etc;
		
		•Centralização: execução tarefas adm pelo próprio Estado por meio de seus órgãos da adm. direta;
		•Concentração: técnica adm. que promove a extinção de órgãos públicos (ex: “fundir” dois ministérios);
	Obs: não confunda, por exemplo, as secretarias executam suas tarefas de forma desconcentrada, porém, elas são centralizadas, pois pertencem à administração direta.22
		OBS: A diferença preponderante entre os institutos da descentralização e da desconcentração é que, no primeiro, há a ruptura do vínculo hierárquico e, no segundo, esse vínculo permanece.
Órgãos e entidades públicos da adm. direta e indireta podem aumentar a sua autonomia gerencial, orçamentária e financeira mediante contratos firmados, conforme previsão legal; além de poder ter CNPJ (mesmo despersonalizados), celebrar convênios e contratos públicos.1
	Controle pleno e ilimitado - quando há hierarquia, ou seja, no caso dos órgãos;
	Controle restrito e limitado - quando não há hierarquia, ou seja, no caso da adm. indireta;
Os órgãos públicos, em regra, não possuem capacidade processual, salvo nos órgãos independentes e autônomos na defesa de suas prerrogativas constitucionais e institucionais.1
	•Órgãos IndePendentes: previstos na CF; Topo da hierarquia; exercido por agentes Políticos;
Di Pietro: as casas legislativas, chefia do Executivo, Tribunais; Hely inclui MP e TC; 
Obs: a Presidência da república é monocrática (exercida por um só indivíduo: o presidente - com auxílio dos ministros de estado) e não pluripessoal.
	•Órgãos Autônomos: Logo abaixo dos Independentes; tem ampla autonomia (adm., financeira e técnica); 
	ex: auxiliares do Chefe do Executivo como Ministérios e Secretarias.
	• Órgãos superiores vem logo após. (ex: Delegacia PF e PRF) e órgãos subalternos (ex: Unidade operacional PRF).	
Convênios administrativos não possuem personalidade jurídica e podem ser celebrados entre entidades públicas diversas (inclusive da Adm. Indireta) ou com entidades privadas.	
Não cabe a deputado federal apresentar projeto de lei determinando transferência de sede de entidade da administração indireta, pois são dotadas de autonomia.
Teoria hoje adotada é a teoria da imputação/do órgão. (Decorre o princípio da impessoalidade) Despersonalizados;
Teoria da representação: os agentes públicos , em virtude de lei, atuariam como verdadeiros representantes do Estado- NÃO;
Teoria do mandato: o agente público atuaria como um mandatário da pessoa jurídica- NÃO.3
TODOS desta página resumo sofrem controle do TC (obs: julgar contas do Presid. é do CN com parecer do TCU)2.
Órgãos internos fazem parte da adm direta/indireta, mas não as compõem.
Qualquer poder da união pode criar adm indireta (FASE); Pessoas administrativas → Adm. direta + Adm. indireta;1
Tanto na E.P quando na S.E.M, há derrogação apenas parcial do regime de direito público pelo regime de direito privado.
	ADMINISTRAÇÃO INDIRETA
	Entidades
	Autarquias
POSSUEM PATRIMONIO PRÓPRIO 
	Fundações Públicas
	Empresas Públicas 
	Sociedades de Economia Mista. 
	Natureza Jurídica da Personalidade 
	Direto Público 
	Lei irá definir: Direito Público (autárquicas), 
Ou Direito Privado.
	Direito Privado 
	Direito Privado 
	Tipo de Serviços 
	Serviços de Estado  
	Serviços de interesse da Administração Pública. (finalidade: interesse coletivo) 
	Atua no Domínio Econômico ou Presta Serviços Públicos. 
	Atua no Domínio Econômico ou Presta Serviços Públicos. 
	Regime de Bens 
	Direito Público: impenhoráveis, não oneráveis, inalienáveis e imprescritíveis. 
	Direito Público: impenhoráveis, não oneráveis, inalienáveis e imprescritíveis.  
	Regime de Direito Privado Mitigado. Bens penhoráveis.
	Regime de Direito Privado Mitigado. Bens penhoráveis. 
	Formalização de Contratos 
	Licitação
	Licitação 
	Atividades-fim: sem licitação.
Atividades-meio: licitação
	Atividades-fim: sem licitação.
Atividades-meio: licitação.	Comment by Elaine: Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: (...)
XXVII - normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedadesde economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III; 
	Administração
	Autonomia Administrativa e Financeira 
	Autonomia Administrativa e Financeira 
	Autonomia Administrativa e Financeira 
	Autonomia Administrativa e Financeira 
	Privilégios
	Imunidade Tributária Recíproca e Privilégios próprios da fazenda pública 
	Privilégios próprios da fazenda pública 
	Sem privilégios 
	Sem privilégios 
	Regime de Pessoal
(obrigatório concurso) 
	Estatutários 
	Estatutários
	Celetistas (emprego público) 
	Celetistas (emprego público) 
	Formação de Capital 
	Descentralização do Capital Público.
	Descentralização do Capital Público.
	Capital 100% público. 
	Capital misto. 51% (majoritário) público o restante sempre poderá ser privado. 
	Forma Jurídica
	Autarquias comuns. Agências Reguladoras.
Agências Executivas (contratos de gestão)
	Fundação de Direito Público (autárquicas)
ou de Direito Privado.
	Qualquer forma admitida em direito.
	Sempre Sociedade Anônima.
4-Poderes da Administração Pública
•Cabe ao Pres.R. (Também vale para os governadores e prefeitos, por simetria) dispor, mediante decreto (autônomo), sobre:
◘Organização e funcionamento da Adm. federal, sem aumento de despesa nem criação/extinção de órgãos públicos; 
◘Extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.2
•Poder vinculado: diz exatamente como a Adm. deve agir em determinadas situações, sem juízo de valor, sem margem de liberdade;
•Poder discricionário: permite ao administrador escolher como agir dentro dos limites legais. A REVOGAÇÃO pode ser feita a qualquer tempo, ressalvados os seguintes atos (Vc podee da cuzin?): 	Comment by Elaine: ATOS DISCRICIONÁRIOS PODEM SER REVOGADOS
SÃO IRREVOGÁVEIS:
◘ atos vinculados. ◘ atos que já exauriram seus efeitos. ◘ meros atos administrativos (atos enunciativos: atestado, certidão, parecer...).
◘ atos que geram direitos adquiridos. ◘ atos que integram um procedimento administrativo. ◘ atos que estão fora da competência da autoridade.
◘Vinculados; ◘Consumados; ◘Procedimento administrativo; ◘Declaratórios; ◘Enunciativos; ◘Exauriu competência da autorid. que editou o ato; ◘Direitos Adquiridos; ◘Complexos.3
•Poder regulamentar: é a prerrogativa conferida à Adm. de editar atos gerais para complementar (Não cria norma, natureza derivada/ secundária) as leis e possibilitar sua efetiva aplicação. Não pode a Adm. alterá-la a pretexto de estar regulamentando-a. Em sentido estrito, é exclusivo para a edição de Decretos, e tem como único competente (privativo, mas não exclusivo) o chefe do Poder Executivo da UEDM. Ele permite que a administração pública complemente as lacunas legais intencionalmente deixadas pelo legislador, considerando o âmbito de aplicação do regulamento autorizado.
· DECRETO EXECUTIVO é também chamado de regulamentar, é ato secundário, que se destina apenas a dar fiel execução às leis.	Comment by Elaine: Art. 84 da CF:
IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução;
•Poder Normativo: Em "sentido amplo" é o Poder conferido ao agente público para expedição de atos normativos gerais e abstratos (esse "sentido amplo" é uma forma de dizer "Poder Normativo"; do qual o Poder Regulamentar é espécie. Portanto: o que é Poder Regulamentar automaticamente é Poder Normativo); somente é exercido à luz de lei existente.7
· DECRETO AUTÔNOMO é independente da lei, ato primário.	Comment by Elaine: DECRETO AUTÔNOMO NÃO PODE EXTINGUIR OU CRIAR ÓRGÃOS
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República: (...)
VI – dispor, mediante decreto, sobre:
 a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;
Apenas excepcionalmente se admite ato normativo (ex: decreto autônomo) primário no exercício do poder regulamentar.
•Poder Hierárquico: ◘Dar ordens/fiscalizar o seu cumprimento; dever de obediência do subordinado, exceto para ordem ilegal; ◘Rever atos dos inferiores; apreciar tais atos em seus aspectos para mantê-los ou invalidá-los; ◘Delegar/avocar atribuições; ◘Ato de ofício de remoção de servidor, sem desvio de finalidade; 
○Delegação: para órgãos ainda que não sejam hierarquicamente subordinados; 
	○Avocação: somente de órgãos hierarquicamente subordinados, deve ser excepcional, temporária e justificada; 
A edição de ato normativo com a premissa de dar ordens aos agentes no âmbito interno da Adm. decorre do P. Hierárquico e não do Poder Regulamentar.
A hierarquia é uma característica encontrada exclusivamente no exercício da função adm. que inexiste, portanto, nas funções legislativa e jurisdicional típicas (legislar e julgar, respectivamente).9
	•Poder Disciplinar: vinculado, ex: se verificada a infração de um agente público a Adm. é obrigada a punir; e discricionário, ex: a Adm. tem certa discricionariedade para escolher a punição que está obrigada a aplicar (dentro da lei); autoriza a Adm. apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos e às demais pessoas sujeitas à disciplina administrativa (ex: aluna sendo sancionada Diretor de Escola Pública). Está sujeito aquele que possui algum vínculo específico com a Adm. Natureza funcional/contratual;
	◘Quando se pune um agente público: de forma imediata se aplica o Poder Disciplinar; mediata: Poder Hierárquico.13
PODER DE POLÍCIA	Comment by Elaine: Sem vínculo é poder de polícia.
Com vínculo é poder disciplinar.
	•Poder da Adm. de limitar/condicionar, por atos normativos/concretos, a liberdade/propriedade dos indivíduos conforme o interesse público. Possui limites nos meios de ação. Não pode ser delegado a particulares;
	•Atributos(DAC):
	◘Discricionariedade: certa liberdade de atuação, valorando oportunidade/conveniência. Escolher o ato dentro dos limites legais;
	◘Coercibilidade: pode a adm. impor medidas coercitivamente ao administrado, obrigando-o a cumprir. Até por do emprego da força, 	valendo-se da força pública. Nada disso necessita de concordância do administrado, com Razoabilidade e proporcionalidade;
	◘Autoexecutoriedade: imediata execução de certos atos, independente de autorização judicial. Também constitui atributo do ato administrativo em geral; ○Possui 2 aspectos:
	►Exigibilidade: meios indiretos de coerção previstos em lei. (Está presente em TODAS as atividades de polícia);
	►Executoriedade: meios diretos de coerção ex: demolição. (Não está presente em todas as atividades de polícia);
	
◘Obs: multa não tem executoriedade, pois a cobrança forçada somente poderá ser feita através de decisão judicial;
	◘Obs 2: há exigibilidade de taxas em razão do efetivo exercício do poder de polícia;
	◘Obs 3: guardas municipais podem exercitar poder de polícia de trânsito, inclusive para a imposição de sanções adm. legais;
	◘Obs 4: autorização concedida pelo poder público é um ato discricionário; por exemplo, concessão de porte de arma pode ser condicionada a determinados requisitos, e, de certa forma, restringir atitudes do particular. Por isso, autorização do poder público pode ser classificada como exercício do poder de polícia preventiva, na fase do consentimento de polícia.16
CICLO PODER DE POLÍCIA: ♦Legislação /edição de ato normativo, ♦Consentimento, ♦Fiscalização ♦Sanção;
Ex: o CTB estabelece normas para obter CNH [♦Legislação ]; emite-se a carteira após cumprir-se os requerimentos
[♦Consentimento]; os radares na rodovia fiscalizam [♦Fiscalização]; e caso haja desrespeito, recebe auto de infração [♦Sanção].
	Legislação e Sanção constituem atividades típicas da Adm. e, portanto, indelegáveis. No entanto, STJ entende que consentimento e 	fiscalização são delegáveis a PJ de Direito Público e Privado integrantes da Adm. Indireta(Particular jamais).3(anotações)	Comment by Autor desconhecido: Questão do CESPE:
Poder de polícia é indelegável.
ERRADO.
•"Qual teu CEP seu FDP?
Competência, Excesso de Poder; FDP: Finalidade, Desvio de Poder".16
	◘Abuso de poder pode ser de forma: comissiva, omissiva, dolosa e culposa.3
•Polícia Administrativa (é BAD): em regra, é preventiva,atua sobre Bens, Atividades, Direitos. Ex: Polícia Militar em atuação preventiva;
PF também pode atuar como polícia administrativa; por exemplo, em patrulhamento nas fronteiras.
•Polícia Judiciária: sobre pessoas, em regra, é repressiva; ilícito penal. Ex: PF, PM quando repressiva. Ex: delegado convocando testemunha para ser ouvida em delegacia.3 
PEPA: ◘Dever de Prestar Contas; ◘Dever de Eficiência; ◘Dever de Probidade; ◘Poder-Dever de Agir.2
•Deslegalização ocorre quando o Legislativo rebaixa hierarquicamente determinada matéria (que antes era tratada por lei) para que ela possa vir a ser tratada por regulamento;1
Agente Putativo: funcionário que é empossado, executa suas funções e descobre-se que, por exemplo, não possui ensino superior que o cargo requer. Teoria da aparência: não houve excesso de poder, mas o ato de nomeação será anulado; faz juz à remuneração por serviço prestado.
•Multas Obrigatórias (vencidas): devem ser pagas para liberação do veículo retido;
• Multas não Obrigatórias (tem prazo para recurso ou pagamento): não precisam ser pagas para liberação do veículo retido. Liberação de veículo retido apenas por transporte irregular de passageiros não está condicionada ao pagamento de multas;
No Direito Adm., atos gerais prevalecem sobre atos individuais.
5-Agentes Públicos
É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, no seguinte:
◘Dois cargos de professor; ◘Um de professor com outro técnico ou científico; ◘Dois cargos/empregos de profissionais de saúde(ex:veterinário);
	•A proibição de acumular abrange a FASE, suas subsidiárias, e sociedades 	controladas, direta/indiretamente, pelo poder público. ◘Vereador + Cargo efetivo (se for político, ex: secretário municipal, não pode) que haja compatibilidade de horários, podendo acumular remuneração.5
Proibição de acumulação se estende às Empresas Públicas, S.E.M e suas subsidiárias, mesmo sob regime de Direito Privado.
•Aposentado pode acumular/exercer (ECA): ◘Aposentado + mandato Eletivo (ex: deputados); ◘Aposentado + cargo em Comissao;
◘Aposentado + cargos Acumuláveis (2 área saude/ um tec+cient/ 2 magisterio).2
	Obs: o militar pode acumular 2 cargos de saúde com compatibilidade de horários. Se tomar posse em outro cargo público civil=transferido para a reserva; se a posse for temporária, será agregado;
		•Não é possível a acumulação de dois cargos públicos quando a soma da carga horária referente aos dois cargos ultrapassar o limite máximo de 60 horas 	semanais. A vedação à acumulação não alcança atividades privadas.
AGENTES PÚBLICOS(gênero)
	•Agente Político: ocupantes dos primeiros escalões do Poder Público, aos quais incumbem a elaboração de normas legais e de diretrizes de atuação governamental. 
Ex: Chefes do Executivo; Seus auxiliares (ministros, secretários estaduais e municipais), Membros do Poder Legislativo. Segundo H. Meirelles, também os membros da magistratura, do MP, TC e representantes diplomatas. 
O Adv.Geral da União, por sua vez, não exerce função política, mas atua exercendo atribuições de representação da União e de assessoramento jurídico;
		"SERVIDOR PÚBLICO SENTIDO AMPLO" - DI PIETRO
		OU AGENTE ADMINISTRATIVO:
	◘Servidor Público (Sentido estrito) exerce Cargo Público (RPPS); ◘Empregado Público, Emprego Público (RGPS - inss) 	◘Temporário, Função (RGPS); 
RPPS = Regime Próprio de Previdência Social; RGPS = Regime Geral (INSS);
	Obs: empregado público não tem estabilidade, pode ser demitido (não usa a palavra "exonerado" para emp.) desde que motivadamente.
	•Agente Honorífico: prestam serviços ao Estado, em razão de sua condição cívica, de 	sua honorabilidade ou de sua notória capacidade profissional, mas sem vínculo empregatício/ estatuário; geralmente sem remuneração, ex: mesários, jurados, etc;
	•Agente Delegado: ex: concessionárias, permissionárias, etc;
	•Agente Credenciado: ex: cientista representando o br em encontro internacional, etc;
	STCespe/Di Pietro: Militares não estão inclusos como Servidor Público; estes não podem fazer greves e não podem associar-se a sindicatos.7
CARGO EM COMISSÃO/ FUNÇÃO DE CONFIANÇA
	Confiança = efetivo; Comissão= cidadão comum 
	(% mínima de servidor de carreira); ambos de Livre nomeação/exoneração; 
	Sem estabilidade; Em regra, o ocupante de Cargo em Comissão não pode acumular outro cargo em comissão;
	Salvo na condição de interino, caso haja compatibilidade de horários, na qual opte pela remuneração mais vantajosa;	
Cargo em comissão: são segurados obrigatórios do Regime Geral (RGPS - inss), caso não possuam vínculo efetivo com o serviço público no qual estejam filiados ao Regime Próprio (RPPS); 
Obs: gestante em função de confiança é protegida por estabilidade provisória;
•Nomeação: provimento; •Invesstidura: posse. >Mesma regra para cargo em comissão.7
	
	•Agente de fato: 
	◘Necessário (emergencial); 
	◘Putativo (investido irregularmente, porém: Teoria da Aparência → atos válidos e remunerados pelo serviço prestado)2; 
	◘Servidor Público Efetivo, ocupa um cargo público efetivo. ◘Servidor Público 	Estável: 3 anos estágio probatório+avaliação especial.
		•Abandono de cargo: ausência intencional do servidor ao serviço por mais de 30 dias consecutivos, mas a simples adesão à greve não constitui falta grave nem abandono de cargo se passar de 30 dias.
•Lei Específica: ◘Criação de Autarquias, Fundações públicas; ◘Autorização: EP/SEM/FUND privada; ◘Greve do servidor público; ◘Fixação e alteração de remuneração e subsídio (e não por decreto);
	•LC: ◘Área de atuação das fundações; ◘Avaliação periódica de desempenho; 
	◘Limites de gasto com pessoal; ◘Aposentadoria especial.
		Só por lei se pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de candidato a 	cargo público;4
		É possível a instauração de processo administrativo com base em denúncia anônima;
	•Parcelas que podem ultrapassar o teto remuneratório: ◘Indenizações (ajuda de custo, diárias, transporte e auxílio moradia)
	◘Gratificação Natalina (13º); ◘Adicional de insalubridade, periculosidade e 	penosidade; ◘Adic. de hora extra, noturna e Férias.1
Dias parados por greve de servidor devem ser descontados, exceto se houver acordo de compensação ou ilegalidade adm.
A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada, até o limite do valor da herança recebida;
Universidades/instituições de pesquisa federais poderão prover scargos professores, técnicos e cientistas estrangeiros.1
	Aposentadoria por invalidez permanente: proventos proporcionais ao tempo de contribuição. Exceção: serão integrais nos casos de 	doença grave, contagiosa ou incurável (especificada em lei), acidente em serviço e moléstia profissional.
		•Alguns atos adm. gozam do atributo da autoexecutoriedade, e os recursos, efeito meramente devolutivo, ou seja, não têm o condão de impedir que tal ato entre em execução, salvo se tal recurso for dotado de efeito suspensivo.1
•Direito à nomeação se: ◘Aprovação ocorrer dentro do número de vagas do edital; ◘Houver preterição(fura fila) na nomeação por não observância da ordem de classificação; ◘Surgirem novas vagas, ou for aberto novo concurso durante a validade do anterior, e ocorrer a preterição de candidatos de forma arbitrária e imotivada por parte da adm.nos termos acima.2
Requisitos básicos para investidura em cargo público: ◘A nacionalidade brasileira; ◘O gozo dos direitos políticos; ◘A quitação com as obrigações militares e eleitorais; ◘O nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; ◘A idade mínima de dezoito anos; ◘Aptidão física e mental; ◘As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei.
•Resp.adm. do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria (E não o contrário).4
•Elemento ético: decidir entre legal/ilegal, o justo/injusto, conveniente/inconveniente, o oportuno/inoportuno, o honesto/desonesto; Princípio da Moralidade.
	•Servidor público só perde o cargo se a consciência PESA: Processoadm; Excesso de gasto (não está no rol do art 41); Sentença judicial transitada em julgado; Avaliação periódica de desempenho; Obs: extinto o cargo o servidor estável ficará em disponibilidade com remuneração proporcional até o seu aproveitamento em outro cargo.4
•Princípio do direito adquirido se aplica à seara previdenciária, em regra. Ex: tempo de aposentadoria, preenchidos os requisitos, pode requerê-la. Mas, de acordo com o STF, inexiste direito adquirido a regime jurídico (ex: estatuto da 8112/90)(significa o conjunto de direitos, deveres, garantias, vantagens, proibições e penalidades aplicáveis a determinadas relações sociais qualificadas pelo Direito).
	•Temporários: processo seletivo simplificado; tempo determinado, atender à 	necessidade temporária de excepcional interesse público;
	•Temporários são regidos pela Lei 8.745/93 e não 8.112/90;
	•Efetivos: concurso público; •Comissionados: livre nomeação e livre exoneração.2
Servidor que toma posse em cargo público federal, se tiver: tempo de serviço prestado à união: conta para todos os efeitos; tempo de serviço prestado aos Estados/municípios/DF: somente aposentadoria e disponibilidade.
Cargos/empr./funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, e estrangeiros, na forma da lei.
•Não cabe ao Poder Judiciário, este sem função legislativa, aumentar vencimentos de servidores públicos sob o fundamento de isonomia;
◘Função de confiança/Cargo em comissão: exercerão exclusivamente funções de direção, chefia e assessoramento "DAC".1
É proibido computar uma vantagem pecuniária sobre outra, em cascata, inclusive para os proventos de aposentadoria;
Não se admite prorrogação da idade para a aposentadoria compulsória, devendo ser aposentada com proventos proporcionais.
É vedada vinculação/equiparação de espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público.2
	O princípio da legalidade pressupõe a submissão e o respeito à lei e aos atos normativos em geral; reserva legal consiste na necessidade de a regulamentação de determinadas matérias ser feita necessariamente por lei formal. Ex: lei penal incriminadora.
	Só por lei formal se pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de candidato a cargo público.
	•AFASTAMENTO POR MANDATO ELETIVO: servidor público da Adm. direta, autárquica ou fundacional 
	(Temporário, SEM, E.P não!);
	Em regra, o servidor ficará afastado de seu cargo público, com a remuneração do cargo eletivo. Exceção: se for Prefeito, será afastado também, porém podendo optar pela remuneração que achar melhor; Se for Vereador, poderá permanecer no cargo público desde que haja compatibilidade de horários. Se não houver compatibilidade, poderá optar pela remuneração.3
	
Em qualquer caso que exija o afastamento do cargo efetivo para o exercício de mandato eletivo, o tempo de serviço do servidor será contado para todos os efeitos legais, desde que ocorra a contribuição, exceto para promoção por merecimento. No caso de PRF, por exemplo, o tempo como mandato eletivo não constará com tempo de atividade policial;1
	O servidor investido em função de direção, assessoramento ou chefia (DAC) que se 	afastar para exercício de mandato eletivo será dispensado da função ou cargo em 	comissão; 
	O servidor investido em mandato eletivo não poderá ser removido/redistribuído de 	ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato; 
	A perda do mandato suspende automaticamente o afastamento, devendo o servidor, 	imediatamente, reassumir as atribuições do cargo efetivo no seu órgão de origem.
•Servidores inativos: não há aux. alimentação;
ESTABILIDADE: após 3 anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público; se o servidor era unidade da federação diferente (ex: servidor municipal toma posse em cargo federal) deve adquirir estabilidade novamente neste. Se era estável em outro órgão Federal e tomar posse neste mesmo cargo Federal, ele cumpre estágio probatório, mas já possui estabilidade.2
A UED(m) manterão escolas de governo para a formação/aperfeiçoamento dos servidores públicos, constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira.
	STF: os servidores da Adm. pública direta, autarquias e Fund. Públicas devem sujeitar-se a regime jurídico único; 
	•Ressalvados os casos específicos, as obras/serviços/compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública;
	•É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical; o direito de 	greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica; está ainda não foi editada, através de análise de mandado de injunção aplica-se a regra do setor privado.
	STF e STJ: entendem que esse art. 170 da lei 8.112/90 é Inconstitucional (registrar em assento funcional em relação à infração disciplinar prescrita) por violar os princípios da presunção de inocência e da razoabilidade. 
•Função de Confiança: apenas de cargos efetivo: se for de cargo efetivo continua sendo regido pelo RPPS e não RGPS(inss);
•Cargo em Comissão: Cargos Efetivos ou por quem não tem vínculo (% mínima servidores de carreira); Quem não tem vínculo: RGPS(inss).4
Alguns serviços públicos não podem ser interrompidos, como serviços de segurança pública e saúde, não tendo, por conseguinte, direito de greve.
•Quatros hipóteses que é necessário esgotar via administrativa antes de recorrer ao Judiciário (macete "JARI"); Jari lembra recurso adm; Justiça desportiva; Ato administrativo que contrarie Súmula Vinculante; Requerimento prévio à Adm. antes do ajuizamento do HD (RHD 22, STF); INSS, requerimento prévio para pedidos previdenciários.
	•Autorização para o porte e uso de arma de fogo e a gratificação especial para atividade externa não são suficientes para reconhecimento da periculosidade do cargo de oficial de justiça.
Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as regras do RGPS (inss) sobre aposentadoria especial até a edição de LC específica.2
	Concessão do mandado de injunção não gera o direito da parte impetrante à aposentadoria especial. Remanesce o dever da autoridade competente para a concessão da aposentadoria especial de verificar o efetivo preenchimento dos requisitos legais para a percepção do benefício. E não o Juiz.
•A fixação, pelas Constituições dos Estados, de data para o pagamento dos vencimentos dos servidores estaduais/servidores estatutarios e a previsão de correção monetária em caso de atraso não afrontam a CF. (...) No entanto, tal medida não se estende aos servidores municipais e aos empregados celetistas de empresas públicas e sociedades de economia mista.
	É inconstitucional qualquer tentativa de definir previamente conteúdos ou 	estabelecer prazos para o Poder Executivo;
	A simples adesão à greve não constitui falta grave.
APOSENTADORIA
	♠Por invalidez permanente: proporcional; exceto quando a invalidez decorrer de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave/contagiosa/incurável, na 	forma da Lei;
	♠Compulsória: 75 anos de idade, na forma da LC;
	♠Voluntária (em ambos os casos, necessário tempo mínimo de 10 anos de efetivo exercício no serviço público e 5 anos no cargo efetivo em que se dará aposentadoria):
		•Tempo de serviço (proventos proporcionais, calculados com base nas 				contribuições):	
		35 anos de contribuição; 60 anos de idade mínima, se homem;
		Se mulher; reduza 5 em idade e tempo; 
	Obs: se a pessoa trabalha exclusivamente em magistério na educação infantil, fundamental e médio (superior não; não precisa ser dentro da sala de aula, 	necessariamente); reduza, partindo da regra para tempo de serviço, mais 5 anos 	idade e tempo. 3
	•Idade(proventos proporcionais, calculados com base nas contribuições):
			65 anos, se homem;	
			Se mulher, reduza em 5 anos a idade;
Obs: aposentadoria compulsória não alcança ocupante de cargo exclusivamente em comissao.4
	
	Art. 40 CF/88: é vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessãode aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo, exceto, por LC, os casos de servidores: 
	◘Portadores de deficiência; 
	◘Que exerçam atividades de risco; (ex: PRF)
	◘Cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física.
•TETO GERAL: ◘Ministro do STF. 
		
	•SUBTETO: ◘Estados/DF; ○Executivo - Gov.; ○Legislativo - Deputados; ○Judiciário - Desembargador do TJ; 
◘Municípios: ○Prefeito; 
	Obs.: honorários advocatícios de procuradores municipais são inclusos no teto.
	
	•SUBTETOS ESPECÍFICOS: ◘Governador: ○Ministros do STF; 
	◘Prefeito: ○Ministros do STF; 
	◘Deputados E/DF: 75% dos Deputados Federais; ◘Vereadores: 75% dos Deputados Estaduais (observando escalonamento por habitantes); ◘Magistrado dos tribunais superiores: 95% dos Ministros do STF.
	•O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio (fixado por lei específica, na maioria dos casos)
•Número de deputados federais = clique (matéria de matemática)
6-Lei 8.112/1990
Pessoas contratadas para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público são regidas pela Lei 8.745/93 e não 8.112/90;
POSSE SÓ HAVERÁ EM CASOS DE PROVIMENTO DE CARGO POR NOMEAÇÃO
Eu na PRF:Nomeação(provimento)-------------------------Posse(invesstidura – permite procuração)---------------------------------------------Exercício.
		 30dias(se perder o prazo, torna sem efeito)				15dias(perder o prazo para entrar em exercício: exeroneração)3
O provimento poderá ser: ◘Originário (nomeação); ◘Derivado (promoção, readaptação, reversão, aproveitamento, reintegração, recondução).1
"Seu concorrente só vai ser nomeado e tomar posse em 3015; a Justiça federal é uma droga tudo acontece ao contrário "1530" (prazo IP JF)" 
	◘Readaptação: Doente; 	
	◘Reversão: Vovô voltou (A pedido ou quando a Junta Médica provar insubsistente motivo de invalidez);
	◘Reintegração: Retorno do Estável Irregularmente demitido; 
	◘Recondução (servidor estável): Reprovação em estágio probatório de novo cargo; ou ocupante do cargo em que volta o Reintegrado, o 	ocupante será reconduzido ao cargo anterior (se estável); ou aproveitado em outro 	cargo (se estável); ou exonerado (se não estável); 	◘Aproveita-se o Disponível.8
Independe se o agente possuía cargo federal e foi inabilitado em cargo estadual, ele poderá voltar ao cargo federal anteriormente ocupado.
•Readaptação e Reversão, quando voltar: exercerá como excedente, até a ocorrência da vaga. (Doente, Exsemdente - veio banguelo);
•Reintegrado: ◘Se o cargo estiver ocupado, seu ocupante será reconduzido ao cargo anterior, sem direito à indenização, ou aproveitado em outro cargo, ou será posto em disponibilidade; ◘Se o cargo tiver sido exinto, ficará em disponibilidade (Demitido irregularmente).1
•Readaptação e a Promoção: além de provimento, também são tipos de Vacância do Cargo Público.
•O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles;
•Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 anos; deve estar dentro do prazo de 5 anos de aposentadoria, e que estivesse estável antes de aposentar; 
•O inquérito administrativo, diferente do IP do processo penal, observará o contraditório e ampla defesa;
◘Sindicância, pode ou não observar o contraditório e ampla defesa; e, na sindicância, não há acesso amplo do defensor aos autos.4
•Vantagens(GAI): Gratificação, Adicionais(G+A=incorpora), Indenização→ Indenização: Não Incorpora(pode passar o teto); ato vinculado;
•Indenizações(DATA): Diárias; Ajuda de custo; Transporte; Auxílio-moradia.3
	Ao servidor é proibido: ◘Ausentar-se do serviço sem prévia autorização; ◘Retirar, sem prévia anuência, qualquer documento ou objeto da repartição;◘Recusar fé a documentos públicos; ◘Opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço; ◘Promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.2
•Servidor gente FINA: Fato Inexistente;Negativa de Autoria. Com estes requisitos, se partir da seara penal absolve em campo civil e adm;
Não confunda fato inexistente com não ocorrência de crime: neste último, o penal não interfere na esfera administrativa.21
Servidor em estágio probatório não abre MATRACA: ◘Mandato classista (não confunda com Mandato eletivo) ◘Tratar de assuntos particulares (obs: pode ocorrer interrupção desta licença no interesse da Adm. é de concessão discricionária) ◘Capacitação (não confunda com estudo no exterior, esta é a famosa licença “premium”); ◘Afastamento para pós-graduação stricto senso (não é latu);
•Suspende o estágio probatório (Capa a micharia da família e cônjuge do político) : ◘Licença motivo de doença pessoa da família; ◘Licença motivo de afastamento do cônjuge; ◘Licença atividade política; ◘Afastamento para Estudo/Missão no Exterior.1
•Licença capacitação: a cada 5 anos pode ser fruída por 3 meses. É ato discricionário e não cumulativa.
Será cassada a aposentadoria/disponibilidade do inativo que houver praticado, na atividade, falta punível com a demissão;
STJ: pode ser instaurado PAD para infrações adm. por servidores púb. que exercem atribuições em fund. de apoio de natureza privada.
PERDA DO CARGO DE SERVIDOR EFETIVO
◘Sentença judicial transitada em julgado; ◘Processo adm. em que lhe seja assegurada ampla defesa; ◘Procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de LC, com ampla defesa; ◘Não está no mesmo rol, mas também para corte de gastos.3
	•Remoção: deslocamento do servidor (atenção: não é vacância de cargo) - prazo de 10 a 30 dias para a transição; 
	►Se no interesse da Adm; esta pagará as despesas de transporte do servidor e de sua família: passagem, bagagem e bens pessoais;
	•Redistribuição: deslocamento do cargo (dentro do mesmo poder, vago ou não);
	Para a aquisição da estabilidade, obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão com essa finalidade;
	Afastamento, o único com tempo indeterminado: acompanhar cônjuge, sem remuneração, pois o amor é eterno e não tem preço!5
•Remoção é obrigatória se (indep. do interesse da adm): ◘Para acompanhar cônjuge/companheiro, que é servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da UEDM, que foi deslocado no interesse da Administração (não a pedido);
◘Por motivo de saúde do servidor/cônjuge/ companheiro/ dependente que viva às suas expensas: comprovar por junta médica oficial; 
◘Concurso interno de remoção.3
	•Rito Sumário: comissão de 2 servidores estáveis: Prazo 30+15 dias, apuração das irregularidades de, 
	APENAS, ►Acumulação ilícita de cargos públicos; ►Abandono de cargo; ►Inassiduidade habitual;
	•Sindicância: Prazo 30+30 dias para suspensão até 30 dias, Comissão de 1, 2 ou 3 servidores;
	•Inquérito Adm(PAD): Prazo 60+60(+20 jugamento, total 140) dias para suspensão acima de 30 dias/demissão/correlatos. Comissão 3 servidores estáveis. Presidente deve ocupar cargo efetivo/ter escolaridade igual ou superior ao investigado.1
•Sociedade privada: o servidor é proibido de participar de gerência/adm. de sociedade privada, podendo ser acionista/cotista/comanditário; 
►A vedação não se aplica para: ◘Participação nos conselhos de adm. e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros; 
	◘No gozo de licença para o trato de interesses particulares, observados os conflitos de interesses. 
	•Não terá direito à ajuda de custo na remoção: ◘A pedido, a critério da adm; ◘A pedido, independente do interesse da adm;
	Tem direito à ajuda de custo na remoção de ofício (ex officio).1
Penalidades disciplinares: ◘Advertência; ◘Suspensão; ◘Demissão; ◘Cassação de aposentadoria/disponibilidade; 
◘Destituição de cargo em comissão/ função comissionada;1
•Avaliação Especial: estabilidade; •Avaliação Periódica: perda do cargo.
•Contagem de Tempo antes de assumir cargo federal:Já foi Serviço público federal → Todos os efeitos;
Serviço público prestado aos E,DF,mun: apenas aposentadoria e disponibilidade.
Em regra, o ocupante de Cargo em Comissão NÃO pode acumular outro cargo em comissão. Salvo na condição de interino, caso haja compatibilidade de horários, na qual opte pela remuneração mais vantajosa;
	
	•Avaliação do servidor Público(RAPID): Responsabilidade; Assiduidade; Produtividade; Capacidade de Iniciativa; Disciplina;1
	•Abandono de cargo: + de 30 dias consecutivos; •Inassiduidade habitual: 60 dias não consecutivos em 12 meses.
	•Servidor em estágio probatório: ◘No mesmo órgão/entidade: quaisquer cargos de comissão ou função de confiança;
	◘Órgão/entidade diverso: Somente cargos de natureza especial, cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, de níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes.2
A servidora gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação (possui estabilidade provisória se comissionada);
É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei.
	• Prescrição: ◘Advertência: 180 dias; ◘Suspensão: 02 anos; ◘Demissão(e equiparados): 05 anos;
	• Cancelamento do registro: ◘Advertência: 03 anos; ◘Suspensão: 05 anos.
A abertura de sindicância ou a instauração de PAD interrompe a prescrição, até a decisão final proferida por autoridade competente.
COMPETÊNCIA PARA APLICAR PUNIÇÃO
	•Advertência: chefe da repartição/autoridades previstas em regulamentos;
	•Suspensão: ◘Até 30 dias: mesmo que advertência; ◘Mais de 30 dias: autoridade de hierarquia imediatamente inferior ao Presid. Rep (ministros de estado, por ex); Presid. CN ou SF; e dos Tribunais Federais e pelo PGR (a depender do Poder, claro);
	•Demissão/Cassação De Aposentadoria/Disponibilidade: diretamente pelo Presid. Rep./Presid. CN ou SF; e dos Tribunais Federais	e pelo PGR (a depender do Poder).	
•CASOS DE SUSPENSÃO(até 90 dias, salvo recusar inspeção de junta médica – até 15): 
◘For reincidente em advertência; ◘Cometer a outro servidor atribuções suas (cuidado, se for cometer à pessoa estranha ao serviço público, é caso de advertência); ◘Exercer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo (cuidado, se for utilização de pessoal/recursos materais para exercer atitividades particulares é demissão!); ◘Recusar-se à inspeção médica: até 15 dias.6(Veja anotações) 	
Cuidado: cometer atribuição estranha ao cargo é regra; PODE ser cometida em situações emergenciais/transitórias.
•DEMISSÃO(mais importantes): ◘ Praticar usura; ◘Proceder de forma desidiosa (preguiça); ◘ Utilizar pessoal/recursos materiais da repartição em atividades particulares; ◘Atuar, como intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários/ assistenciais de parentes até o segundo grau, cônjuge/companheiro; ◘Valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública.5
	Decisão do julgamento no PAD, independe de trânsito em julgado 
	►Receberá auxílio moradia por mais um mês se (Continuar pagando auxílio-moradia por um mês é uma coisa FEIA):
	◘Falecimento; ◘Exoneração; ◘Imóvel funcional à disposição do servidor; ◘Aquisição de imóvel.
•Acumúlo de cargo efetivo com cargo em comissão:
◘Regra geral: servidor que possui dois cargos efetivos; investido em cargo de provimento em comissão; afasta-se dos dois cargos efetivos;
◘Exceção: servidor que possui dois cargos efetivos; investido em cargo de provimento em comissão; 1 cargo efetivo + 1 cargo em comissão (se houver compatibilidade de horário e local).
	•Adicional noturno, entre as 22h e 5h = 25%; (não confunda com as infrações de buzina/6 letras – 22h a 6h)3
	•Se for detectado que servidor esteja em dois cargos inacumuláveis ao mesmo tempo, será dado o prazo improrrogável de 10 dias para a 		escolha do cargo, contados a partir da ciência do fato e, em caso de omissão, instaura-se o PAD.
•Vacância: ◘Exoneração; ◘Demissão; ◘Promoção; ◘Readaptação; ◘Aposentadoria; ◘Posse em outro cargo inacumulável; ◘Falecimento.
►Exoneração/Aposentadoria voluntária não serão concedidas se: servidor estiver respondendo PAD; 
►Exoneração/Licença para tratar de interesse particular não serão concedidas se: servidor que voltou de estudo/missão no exterior por período igual ao do afastamento, ressalvado se ressarcir a despesa havida com o deslocamento.
►Também não será concedida dentro do tempo necessário após afastamento para pós graduação strictu sensu.
LICENÇAS
	•Todos os efeitos: ◘Serviço militar; ◘Capacitação; ◘Mandato classista (exceto promoção); 
	◘Tratamento de saúde (até 24 meses); ◘Gestante, adotante e licença paternidade; ◘Acidente em serviço;
	•Somente para aposentadoria e disponibilidade: ◘Motivo de doença em pessoa da família(remunerada - ou seja, até 60 dias a cada 12 meses); ◘Atividade política (período remunerado, ou seja, após o registro da candidatura, max 3 meses); 	
	◘Tratamento da saúde que exceder 24 meses;
	•Nenhum efeito: ◘Doença em pessoa da família (não remunerada), além dos 60 da remunerada, até mais 90 dias a cada 12 meses); ◘Atividade política (período não remunerado - ou seja, entre a escolha da convenção partidária e a véspera do registro da candidatura); ◘Tratar de interesses particulares.
Os servidores investidos em cargo ou função de direção/chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou, no caso de omissão, previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade 
LICENÇA – Doença em pessoa da família (cônjuge, pai, mãe, filho, padrastro, madrastra, enteado e dependente comprovado por perícia médica): 60 dias remunerados; se passar disso, até 90 dias não remunerados (a cada 12 meses).
•A figuração em contrato social como administrador ou gerente não caracteriza violação à proibição correspondente se o servidor público não atua efetivamente como tal.
O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, sequestro ou penhora, exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial. 
Responsabilidade civil do servidor público:	 
Um servidor público federal que, no exercício de sua função, causar dano a terceiros NÃO poderá ser demandado diretamente pela vítima em ação indenizatória. (entendimento majoritário do STF)
•Afastamento cautelar: 60+60 dias, sem prejuízo da remuneraçao.3
7-Atos Administrativos
	•Ato administrativo: é a exteriorização da vontade de agentes/delegatários da Adm. Pública, sob regime de direito público; visa à 	produção de efeitos jurídicos imediatos, com o fim de atender ao interesse público; é toda manifestação unilateral de vontade; tem por 	fim imediato resguardar, adquirir, modificar, extinguir e declarar direitos ou impor obrigações aos administrados ou a si própria; 				►Somente o agente público(sentido amplo) competente pode praticá-lo.3
	
	◘Não confunda com ato jurídico, que é e estudado no Direito Civil (manifestação da vontade humana que produz efeitos jurídicos);
	Fato administrativo: é o desempenho do ato administrativo. 
	Ato administrativo é a ordem (exemplo: nomeação); 
	Fato administrativo é a execução (exemplo: exercício do cargo).
ATRIBUTOS DO ATO ADM(PATI) 
	◘Presunção de Veracidade/Legitimidade; ◘Autoexecutoriedade:○É dividida em Exigibilidade (meios indiretos de coerção) e 	Executoriedade (meios diretos de coerção) ○Não se restringe somente ao Poder de Polícia; ○Executar próprios atos independentes de 	ordem 	judicial; ◘Tipicidade (previsto em lei; proíbie atos inominados); 
	◘Imperatividade(poder extroverso, imposição): ○Prerrogativa de impor obrigações/deveres, manifestação unilateral de vontade;
		♦Começa com consoante (PT) estão em todos os atos adm (PTista tem em tudo quanto é canto);
		♦ Com vogal (AI), somente em alguns; (AI = artificial inteligence/inteligência artificial, não está em todo lugar).
•Presunção de legitimidade: presumem-se até prova em contrário que TODOS atos adm. são emitidos com observância da lei (inverte o ônus);
•Presunçãode veracidade: presumem-se verdadeiros TODOS fatos alegados pela Adm.; Também, até prova em contrário;
		◘Presunção de legitimidade e veracidade não são absolutas. São relativas.13"todos"=questão CESPE
•Atos discricionarios: possuem “R” no nome: ◘Autorização (unilateral, precário), aprovação, permissão (unilateral, precário), renúncia, etc;
•Atos vinculados: não possuem “R” no nome: ◘Licença (unilateral), admissão, homologação (unilateral), visto, dispensa, etc.4
	•Atos da administração: gênero (Sentido amplo) =/= Atos administrativos: espécie;
	◘Atos praticados por usurpador de função pública são considerados inexistentes (diferente do agente putativo).
	•Teoria dos Motivos Determinantes: não importa se deve haver ou não a motivação do ato adm., pois o administrador fica vinculado 	aos 	motivos declarados para a prática do ato, caso opte por declarar no caso de não ser obrigado;3
♦Poder Judiciário só anula, nunca revoga (em função típica). Não analisa mérito. Pode analisar a legalidade de ato discricionário;
◘Se foi por conveniência e oportunidade é hipótese de revogação; ◘Se for por motivo de legalidade, é anulação.10
	•ELEMENTOS DO ATO ADM(COFIFOMOB): 
	◘Competência: ○Vinculado; ◘Finalidade (sempre o interesse público): ○Vinculado; ◘Forma: Vinculado; ◘Motivo (difere de motivação): ○Vinculado ou Discricionário; ◘Objeto: ○Vinculado ou Discricionário. Obs: Motivação fica dentro de Forma. A falta de um elemento constitui nulidade do ato. O caso de falta de motivação não se confunde com falta de motivo.3
Validade do objeto: ser lícito, possível, certo quanto aos destinatários, moral/honesto, estar de acordo com o senso comum; Também chamado de conteúdo; “é o efeito jurídico imediato que o ato produz; É aquilo que se cria/modifica/extingue” - Di Pietro.1
	•Motivação(“é o que vai no papel”; Forma) representa que o administrador deve indicar os fundamentos de fato (o que ocorreu) e de direito (medida adotada) que o levam a adotar a decisão no âmbito da Adm. Motivo é a causa, antecede a prática do ato;
	◘Motivação deve ser explícita, clara e congruente. Pode consistir em declaração de concordância com fundamentos de anteriores pareceres, informações, decisões, propostas, que serão parte integrante do ato "Motivação Aliunde";
	◘A motivação deve ser prévia ou contemporânea à expedição do ato.
	•Não é obrigatória a motivação (ARCOSS): ◘Anulação; ◘Revogação; ◘Convalidaçao; ◘Suspensão; ◘Sanção.4
	FOCO pode convalidar:Forma(exceto se violar regra essencial);Competência (exceto compet. exculsiva/ em razão da matéria );
NÃO COMPETE AO PODER JUDICIÁRIO CONVALIDAR ATOS ADMINISTRATIVOS (na função típica)
	•Convalidação: ◘Ato discricionário; ◘Suprime um defeito de ato adm. (vícío sanável), retroagindo seus efeitos a partir da data da edição 	do ato convalidado(ex tunc); TRIBUNAL CESPE: se for competência não será convalidação, será ratificação.
	•Ratificação: é o nome dado para convalidação de ato quanto a vício em competência;
	•REforma: mantém a parte válida do ato e REtira a parte inválida;
	•Conversão: é o ato editado com aproveitamento de elementos válidos de outro ato – a priori, ilegal- , para a mesma finalidade deste, com retroação de efeitos ao momento da edição do ato original.Beds10
•Decorridos 05 anos de um ato ilegal que gerou benefícios para o destinatário (de boa fé), a Adm. não pode mais anular esse ato
Não há prazo decadencial ou prescricional para atos inconstitucionais. E, ao lado da ascensão, a transferência (para carreira diversa) foi reconhecida como inconstitucional.4
•Competência é irrenunciável; o ato é exercido pela autoridade competente, salvo casos de delegação/avocação;1(veja anotações)	Comment by Autor desconhecido: Literalidade de lei; é pura interpretação de texto, basta observar que o “salvo” se refere somente ao ato ser praticado por autoridade competente, e nada tem a ver com ser exceção de irrenunciabilidade.
	•Silêncio administrativo: ◘Por si só, não é ato adm, é um fato adm; ◘Se o ato é vinculado, o juiz pode suprir a omissão quando o titular do direito preencher os requisitos legais. Se o ato é discricionário, o juiz poderá fixar prazo para que a Adm. 	se pronuncie, estipulando multa diária até que haja pronunciamento conclusivo por parte da autoridade competente.2
	•Não pode ser revogar(Vc podee da cuzin?): ◘Vinculados;◘Consumados; ◘Procedimento administrativo; ◘Declaratórios; ◘Enunciativos; ◘Exauriu competência da autorid. que editou o ato; ◘Direitos Adquiridos; ◘Complexos;
		Obs: o desuso não é suficiente para se revogar um ato adm.3
	•Parecer Facultativo: quando fica a critério da Adm. solicitá-lo ou não, além de não ser vinculante para quem o solicitou;
	•Parecer Obrigatório: quando a lei exige como pressuposto para a prática do ato final. A obrigatoriedade diz respeito à solicitação do parecer (o que não lhe imprime caráter vinculante);
	•Parecer Vinculante: quando a Adm. é obrigada a solicitá-lo e a acatar a sua conclusão; STF tem admitido a responsabilização de consultores jurídicos quando o parecer for vinculante para a autoridade adm., desde que proferido com má-fé ou culpa.
Os Tribunais vêm entendendo ser possível dispensar o servidor público de devolver valores indevidamente percebidos pela Adm;
•Ato adm: ◘Só pode ser unilateral; •Contrato: ◘Acordo entre as partes, bilateral;
•Homologação é o ato adm. unilateral vinculado, pelo qual a Adm. concorda com a legalidade de ato jurídico já praticado.
ESPÉCIES DE ATOS ADM.
	•Normativo: ◘Possui contéudo geral e abstrato; ◘Manifestação do poder Regulamentar. Ex.: ○Decretos; 
○Regulamentos; ○Regimentos; ○Resoluções; ○Deliberações; ○Instruções normativas, etc. (derederere innnnn);
	•Ordinatório(ordem): ◘Disciplina o funcionamento da Adm. e a conduta dos seus agentes; ◘Manifestação do poder hierárquico. (CIRCO ORDINÁRIO INPORÁ DESORDEM); 
	►Circulares; Atos ordinatórios; Instrução; Portaria; Aviso; Despacho; Ordem de serviço, etc;
	•Negocial: ◘Convergência de vontades entre particular e Adm. pública; ◘Não há imperatividade. ◘São atos de consentimento. 	
	Ex.: ○Licença; ○Permissão; ○Admissão; ○Autorização; ○Visto; ○Renúncia etc; 
	•Enunciativo: ◘Certifica ou atesta um fato ou emite opinião; com juízo de valor. Ex: ○Certidão; ○Atestado; ○Parecer, etc. 
	Não há imperatividade;
	•Punitivo (na classificação de Di Pietro, é subespécie de ato constitutivo): ◘Impõe sanção; ◘Manifestação do poder disciplinar/de polícia. Ex: ○Multa; ○Interdição de atividades; ○Advertência a servidor púb, etc.9
	►ATO ADM. QUANTO AO OBJETO: ◘Atos de império: ○Praticados com supremacia em relação ao particular e servidor, impondo 	o cumprimento obrigatório; ◘Atos de gestão: ○Praticados em igualdade com o particular. Sem usar de suas prerrogativas sobre o destinatário (não cabe Mandado de Segurança contra atos de gestão); ◘Atos de expediente: 	praticados para dar andamento a processos e papéis que tramitam internamente na Adm. pública. São meros atos de rotina, expediente administrativo.1
ATO ADM QUANTO À FORMAÇÃO DE VONTADE
•Ato simples (1 ato; 1 órgão): ◘Uma expressão de vontade, um órgão. Seja unipessoal (simples singular) ou colegiado (simples colegiado);
•Ato complexo(1 ato; 2+órgãos): ◘Complexo, lembra "sexo", lembra 2 órgãos para 1 ato; ◘Casamento é complexo; Apenas pode ser questionado, em regra, após satisfeitas as manifestações necessárias à sua formação; ex: concessão de aposentadoria;
Questão cespe: nomeação dos ministros dos Tribunais Superiores = ato adm. complexo.
•Atos compostos (2 atos; 2 órgãos): ◘Vontade de um órgão que dependerá de outro ato para ser editado (por outro órgão) ou ter produção de seus efeitos. Tem-se ato principal e ato acessório, este último aprova o principal; ◘Ato acessório poderá ser prévio ou posterior;
Ex: ◘Nomeação PGR (requer aprovação SF).3
MAIS CLASSIFICAÇÕES DO ATO ADM.
	•Destinatário: ◘Geral (sem destinatário definido; fim normativo); ◘Individual (destinatário definido); 
	•Alcance: ◘Interno (efeitos apenas na Adm.); ◘Externo (fora da Adm.); 
	•Regramento: ◘Vinculado(não revogável); ◘Discricionário(não

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