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Morbilivírus 
 ➢ Vírus multissistêmico 
 ➢ Da mesma família do sarampo. 
 ➢ Envelopado 
 ➢ RNA fita simples- sofre mais mutação. 
 ➢ A hemaglutinina e nucleoproteína presentes no envoltório celular são utilizadas para 
 fabricação de vacina. São oriundas de mutações que possibilitam spillovers. 
 ➢ Proteínas antigênicas: estimula os anticorpos e sua disseminação (adsorção) 
 ➢ 
 ➢ É originado do velho mundo em uma doença dos bovinos, pela proximidade com os 
 homens, ocorreu spill over causando o sarampo. No novo mundo houve também 
 mutação afetando os caninos, originando a cinomose e mutando para outras espécies. 
 ➢ Teoria de mutação para caninos silvestres: As carcaças de humanos eram 
 descartadas com sarampo na mata, e os caninos se infectaram ao se alimentar. 
 ➢ Acomete humanos, carnívoros, ruminantes, primatas e cetáceos. 
 Agentes físicos 
 ➢ Envelopado- pouco resistente ao ambiente. 
 ➢ A maioria dos mamíferos são suscetíveis - felinos do novo mundo são menos 
 suscetíveis que do velho mundo e macacos pegam mais em ambiente laboratorial. 
 Transmissão e infecção 
 ➢ Eliminação: secreções urina, fezes, saliva, descarga nasal e secreção ocular. 
 ➢ Tropismo linfático, nervoso e linfático. 
 ➢ Sintomatologia nervoso: desmielinização dos neurônios 
 Patogenia 
 ➢ Células epiteliais 
 ➢ O agente se esconde dentro do macrófago e se dissemina pela rede linfática do 
 hospedeiro e desembocam na corrente sanguínea tendo pico de viremia(replicação - 
 pico febril) aumento de leucócitos e diminuição de linfócitos(pela replicação nos 
 linfócitos) 
 ➢ Disseminação sistêmica - Caso chegue ao SNC: ocorre a desmielinização que causa as 
 convulsões, tremores e espasmos. 
 ➢ 2º pico febril- viremia e disseminação sistêmica novamente. 
 ➢ Caso imunidade adequada: caso subclínico. Caso inadequada: baixo título doença 
 sistêmica grave e médio título persistência úvea, neurônios e coxim plantar. 
 Sinais clínicos 
 ➢ Febre 
 ➢ Anorexia 
 ➢ Descarga nasal - replicação no epitélio respiratório 
 ➢ Diarreia 
 ➢ Dermatite - pústulas na região abdominal 
 ➢ Hiperqueratose - coxim e focinho 
 ➢ Linfopenia 
 ➢ Convulsões 
 ➢ Mioclonia 
 ➢ Morte 
 ➢ Infecções secundárias - lesão nas células imunológicas 
 Diagnóstico 
 ➢ Hematologia: linfopenia com leucocitose, anemia arregenerativa pois a medula não 
 produzirá (por conta da replicação na medula óssea)- Corpúsculo de Lentz 
 ➢ Corpúsculo é a marca que o agente deixa quando se replica na célula. 
 ➢ Histopatologia: Corpúsculo de Lentz - órgão para análise mais fidedigno: bexiga. 
 Pulmão também. 
 ➢ PCR: Urina e líquor são os melhores, mas qualquer secreção pode ser testada, sangue é 
 o pior por ter pouco antígeno. 
 ➢ Teste rápido: secreção ocular 
 Morbillivirus em silvestres 
 ➢ Felídeos silvestres geralmente são assintomáticos e podem contaminar mustelídeos que 
 são muito sensíveis. 
 Tratamento 
 ➢ Não existe tratamento específico 
 ➢ Imunoestimulantes, neuroprotetores anticonvulsivos, antibióticos para possíveis 
 infecções secundárias. 
 ➢ Vacinas - cães domésticos e silvestres (controverso pois há cepa atenuada que é feita 
 para sistema imune de cão doméstico) 
 ➢ Ferret não pode ser vacinado com vacina de cão- tem que ser a específica deles. 
 ➢ 
 ➢ 
 Cinomose