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Questionário sobre Educação do Campo com questões de múltipla escolha que tratam de concepções educativas, inovações rurais, autores citados (Marx, Durkheim, Paulo Freire, Arroio), saberes tradicionais de povos rurais e mudanças legais na educação nas Constituições.

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Questionário I – Educação do Campo
01) A educação tem se constituído como um instrumento relevante na sociedade brasileira e às vezes tem sido definida por concepções de educação que no processo histórico tem enviesado para caminhos de natureza cartesiana, pragmática, reprodutivista, crítica-reprodutivista, ou simplesmente crítica, libertadora, liberal, neoliberal, pós-moderna, enfim; uma educação que se desenvolveu acompanhando a trajetória histórica e trouxe avanços à sociedade brasileira principalmente na área da pesquisa, responsável pela inovação tecnológica também para a zona rural. Dentre as alternativas abaixo, estão apresentadas algumas inovações realizadas no campo, EXCETO:
No maquinário
Alteração dos genes das sementes para exportação em larga escala
Nos agrotóxicos
Na escassa produção de grãos
Explicação:
Visto que, o material estudado enfatiza que: existe a alteração dos genes das sementes para exportação em larga escala, ou seja se a produção é em grande quantidade, não existe uma escassez de produção.
02) Em relação à educação do campo, é pertinente ressaltar que a concepção de educação que vem sendo empregada pela cultura dominante e elitista, não tem favorecido satisfatoriamente para combater o analfabetismo, elevar a escolaridade dos sujeitos, sua cultura e seu padrão de vida. Há ainda insatisfação, ocasionada pelo acesso tardio a escola que na maioria das vezes, nas regiões mais pobres do Brasil, são oferecidas sem condições de oportunizar saberes para a criança, o adolescente, os jovens e adultos devido à precariedade de investimentos dessa política pública. Relacione o que cada autor defende sobre a educação no campo e assinale a alternativa correta.
I- Com uma concepção de sociedade elitista e classista, se refere a uma educação que deveria ser diferente para as classes sociais
II- O paradigma de produção capitalista permite maior exploração entre as pessoas, causa a marginalização do trabalhador do campo e, a mão de obra humana na fábrica ou no latifúndio, transforma-se numa mercadoria a serviço da burguesia, do capitalismo que também se articula pelo processo educativo
III- critica a sociedade brasileira por não oportunizar políticas públicas de educação para as populações do campo
I- Durkhein, II- Marx, III- Arroio
I- Marx, II- Arroio, III- Durkhein
I- Durkhein, II- Arroio, III- Marx
I- Arroio, II- Durkhein, III- Marx
03) Pensando nesta situação de exploração do trabalhador e nas condições que oportunizam uma educação conscientizadora, é possível observar que o sistema educacional da sociedade brasileira, dentro do processo de mudança, quando identifica a educação como elemento fundamental para o sujeito do campo ou da cidade. E considera como necessidade primordial dessa mudança, a leitura de mundo com o sujeito que aprende, mas que também ensina. Ele desenvolveu uma metodologia de ensino para a alfabetização e conscientização do trabalhador do campo que partia dessa leitura de mundo. Uma iniciativa surgida na década de 50, que continua presente na ação educativa de muitos professores do campo e da cidade. Assinale a alternativa que contém corretamente o nome do pensador que desenvolveu essa metodologia, conforme consta no material de estudo.
Karl Marx
Paulo Freire
Durkhein
Arroio
04) O camponês, o ribeirinho, o povo da floresta da Amazônia Paraense também tem demonstrado que dominam saberes. Marque V para as afirmativas Verdadeiras e F para as Falsas, sobre os saberes demonstrados por este povo e assinale a alternativa que contém a ordem correta.
(  ) sabem que toda área da floresta Amazônica tem solo fértil
(  ) entendem a geografia do rio, da mata
(  ) conhecem o tempo da piracema
(  ) conhecem as marés do rio que enche e vaza
V – F – V – V.
F – V – V – V.
F – V – V – F.
V – V – F – F.
05) A partir de 1930, a concepção de educação do campo se configura em um conjunto de políticas com definições elaboradas para este atendimento. No histórico da legalidade educacional, um dos primeiros tratamentos de maior abrangência ocorreu na:
Constituição de 1988
Constituição de 1947
Constituição de 1934
Constituição de 1967
06) De acordo com o material estudado, relacione as principais mudanças ocorridas na educação do campo, em cada Constituição e assinale a alternativa correta.
I – Constituição de 1934
II – Constituição de 1947
III – Constituição de 1967
A – Permanece a obrigatoriedade das empresas agrícolas e industriais com o ensino primário gratuito para empregados e os filhos menores de 14 anos. Isso explica, porque o Brasil até 1970 esteve com uma educação do campo, sob o gerenciamento das iniciativas privadas da produção do campo, com a formação profissional próprios para esta realidade e devidamente qualificada
B – Sinaliza para importância de uma concepção de educação profissional voltada para o contexto industrial, e quanto à educação rural artigo 156: Parágrafo único determina: “Para realização do ensino nas zonas rurais, a União reservará, no mínimo, vinte por cento das quotas destinadas a educação no respectivo orçamento anual
C – Quanto à obrigatoriedade do ensino, responsabiliza as empresas industriais e comerciais em ministrarem a aprendizagem de trabalhadores menores em forma de cooperação e exime desta responsabilidade as empresas agrícolas
I – B, II – C, III – A
I – C, II – A, III - B
I – A, II – B, III – C
I – B, II – A, III – C
A partir de 1930, a concepção de educação do campo se configura em um conjunto de políticas com definições elaboradas para este atendimento. No histórico da legalidade educacional, um dos primeiros tratamentos de maior abrangência ocorreu na Constituição de 1934, quando os Pioneiros da Escola Nova que representaram uma nova relação de forças oriundas pelo conjunto de insatisfações de setores intelectuais, cafeicultores, classe média e até massas populares urbanas se instalaram na sociedade solicitando reformas educacionais. A Constituição de 1934 sinaliza para importância de uma concepção de educação profissional voltada para o contexto industrial, e quanto à educação rural artigo 156: Parágrafo único determina: “Para realização do ensino nas zonas rurais, a União reservará, no mínimo, vinte por cento das quotas destinadas a educação no respectivo orçamento anual” (POLETTE; 2001, p.169), um relevante acontecimento, mas, omitem outras proposições para educação do campo (PINHEIRO, 2007)
Em 1947 a nova Constituição Brasileira propõe que a educação rural seja transferida para responsabilidade de empresas privadas (industriais, comerciais e agrícolas) a obrigatoriedade pelo financiamento como expressa o Capítulo II da educação e cultura, Artigo 166; inciso III: “as empresas industriais, comerciais e agrícolas, em que trabalham mais de cem pessoas, são obrigadas a manter o ensino primário gratuito para os seus servidores e os filhos destes”; (BALEEIRO E 9 SOBRIDINHO; 2001; p. 108). Quanto à obrigatoriedade do ensino, responsabiliza as empresas industriais e comerciais em ministrarem a aprendizagem de trabalhadores menores em forma de cooperação e exime desta responsabilidade as empresas agrícolas (PINHEIRO, 2007).
A partir de 1940 a educação brasileira incorporou a matriz curricular urbanizada e industrializada. Caracterizou interesses sociais, culturais e educacionais das elites brasileiras como fundamentalmente a mais relevante para todo povo do Brasil. Com a Constituição de 1967 e a Emenda Constitucional de 1969, permanece a obrigatoriedade das empresas agrícolas e industriais com o ensino primário gratuito para empregados e os filhos menores de 14 anos. Isso explica, porque o Brasil até 1970 esteve com uma educação do campo, sob o gerenciamento das iniciativas privadas da produção do campo, com a formação profissional próprios para esta realidade e devidamente qualificada. Ocorre que, sucessivamente os governos brasileiros têm implantado uma educação que não atende e não respeita às especificidades de cada realidade regional e muito menos a diferenciação (geográfica, cultural, histórica, social, etc.) do campo. Neste caso, a oferta de educaçãopara o campo em alguns lugares da Amazônia Paraense não tem garantido as alterações propostas pela Constituição de 1988, ou pelos documentos supracitados, uma vez que se recorre a um padrão de educação urbano Centrica (PINHEIRO, 2007).
07) A oferta de educação para o campo em alguns lugares da Amazônia Paraense não tem garantido as alterações propostas pela Constituição de 1988, ou pelos documentos supracitados, uma vez que se recorre a um padrão de educação urbano Centrica. Esse paradigma é marcado por contradições que de certa forma, vem interferindo na implementação de políticas públicas de afirmação para as populações que vivem e trabalham no campo. Segundo Elaine Furtado (2006), para compreender como a sociedade brasileira produziu e reproduziu as desigualdades no campo, precisamos entender três elementos, EXCETO:
O latifúndio
A industrialização
A financeirização da economia
A monocultura
Ocorre que, sucessivamente os governos brasileiros têm implantado uma educação que não atende e não respeita às especificidades de cada realidade regional e muito menos a diferenciação (geográfica, cultural, histórica, social, etc.) do campo. Neste caso, a oferta de educação para o campo em alguns lugares da Amazônia Paraense não tem garantido as alterações propostas pela Constituição de 1988, ou pelos documentos supracitados, uma vez que se recorre a um padrão de educação urbano Centrica (PINHEIRO, 2007). Esse paradigma é marcado por contradições que de certa forma, vem interferindo na implementação de políticas públicas de afirmação para as populações que vivem e trabalham no campo. Segundo Elaine Furtado (2006), para compreender como a sociedade brasileira produziu e reproduziu as desigualdades no campo, precisamos entender três elementos: “O latifúndio, a industrialização e a financeirização da economia”.
08) Cláudia Passador (2006) expressa que para os camponeses, a escola não tinha tanto significado, uma vez que, o aprendizado da profissão tinha sido adquirido com os pais e não pela escola. De forma geral, a escola era compreendida como lugar da “contra-educação rural”, pautada em apenas instruir o homem do campo, para ler, escrever e contar. Essa ideia de instrução do trabalhador nos remete a uma ideologia de que o sujeito da roça não precisa estudar. Marque Verdadeiro ou Falso para as afirmativas abaixo, a respeito da não escolarização do homem do campo e assinale a alternativa correta.
(   ) o sujeito da roça não precisa estudar pois trabalhar com a enxada requer apenas esforço físico
(   ) o sujeito da roça não precisaria raciocinar refletir
(   ) o sujeito da roça somente precisa saber manusear os instrumentos
(   ) o sujeito da roça não precisa saber como utilizar a terra adequadamente
V, V, F, F
V, V, F, V
V, V, V, F
V, F, F, V
Cláudia Passador (2006) expressa que para os camponeses, a escola não tinha tanto significado, uma vez que, o aprendizado da profissão tinha sido adquirido com os pais e não pela escola. De forma geral, a escola era compreendida como lugar da “contra-educação rural”, pautada em apenas instruir o homem do campo, para ler, escrever e contar. Essa ideia de instrução do trabalhador nos remete a uma ideologia de que o sujeito da roça não precisa estudar, pois, trabalhar com a enxada, por exemplo, requer apenas esforço físico, não precisaria raciocinar refletir, questionar e 11 sim, somente manusear os instrumentos e saber utilizar a terra adequadamente. (PINHEIRO, 2007)
09) O processo de colonização do Brasil tem como marco importante as Capitanias Hereditárias, cujo elemento fundamental é a posse da terra, sustentada pela lógica produtiva das relações sociais sob o tripé:
Latifúndio, religião e escravidão
Latifúndio, comercialização e escravidão
Latifúndio, religião e profissionalização
Latifúndio, industrialização e escravidão
No Brasil, esse contexto é marcado pela educação dos jesuítas que aqui chegaram chefiados pelo Padre Manoel da Nóbrega, com a missão de “educar” a nova colônia portuguesa, instituindo a fase jesuítica da educação colonial, ligada estritamente à política colonizadora europeia a favorecer o capitalismo de acumulação primitiva. O processo de colonização do Brasil tem como marco importante as Capitanias Hereditárias, cujo elemento fundamental é a posse da terra, sustentada pela lógica produtiva das relações sociais sob o tripé: latifúndio, religião e escravidão. Em síntese, a educação ou sua negação ao povo, no período supracitado, inscrevese no objetivo da colonização: lucro, acumulação de riquezas, expropriação e exploração das novas terras descobertas, traçando as marcas históricas daquilo que CHAUÍ (2000) chamou de mito fundador (descobridor) que tem permanecido além daquela época (COUTINHO, 2009).
10) Assim, é que se chega ao século XXI e, ainda, o acesso à educação configura-se como um problema nacional, sem que esta fosse garantida à maioria da população brasileira em seus diversos níveis e modalidades, particularmente à força de trabalho camponesa. É nesse sentido que se ressalta que a luta pela educação do campo ocorre no palco dos conflitos decorrentes da luta pela terra, fato verificado desde a aprovação da lei de terras, em 1850. A referida Lei restringia o direito à terra aos:
Brasileiros ricos
Ex escravos
Arrendatários
Exportadores
A referida Lei restringia o direito à terra aos ex-escravos, aos brasileiros pobres, posseiros e imigrantes, mas permitia que estes se tornassem mão de obra barata para o latifúndio até os nossos dias, quando se aprova o II Plano Nacional de Reforma 13 Agrária, no governo Lula. Casa-se, assim, o capitalismo com a propriedade da terra e, com esse laço de união esta é transformada em uma mercadoria controlada por quem tem dinheiro e poder político. É como se essas leis pudessem ser chamadas de a primeira cerca de arame farpado ou a primeira semente concreta para a constituição do campesinato sem-terra e sem acesso às políticas públicas, entre as quais a política educacional (COUTINHO, 2009).
Questionário II – Educação do Campo
01) O Programa nacional de Ações Socioeducativas e Culturais para o meio rural (Pronasec) instituído pelo governo militar trabalhava com a participação da comunidade, com a ampliação das oportunidades de renda, de suas manifestações culturais e visava a inclusão dessas pessoas na previdência social e no ensino formal. Entretanto o programa:
Teve duração de apenas um ano.
Não se preocupava com a formação urbana dos professores que lecionavam no campo, não se preocupava com a inadequação do material didático e com as precárias instalações da escola no campo.
Foi para além do planejado, conseguiu abranger todos os alunos em seu contexto social, além da comunidade escolar, viabilizando um linha de comunicação entre a cidade e o campo.
Teve duração de apenas três anos.
02) Em 1975 o ensino sofreu uma municipalização, ou seja, os encargos educacionais do 1º grau como previa a lei 5692/71 foram transferidos aos municípios, com a justificativa de:
Que somente o governo municipal tinha condições de identificar as necessidades de sua população, e assim transpor a educação tradicional e criasse uma que equalizasse as oportunidades, promovesse a ascensão social e proporcionasse um planejamento participativo que permitisse o desenvolvimento de suas ações.
Que eram liberadas mais verbas aos municípios.
Que o Estado estava sobrecarregado com tantos encargos.
Que o governo municipal poderia se responsabilizar pelo Ensino Médio pois até então era responsável apenas pelo Ensino Fundamental.
Em 1975 o ensino sofreu uma municipalização, ou seja, os encargos educacionais do 1º grau como previa a lei 5692/71 foram transferidos aos municípios, com a justificativa de que somente o governo municipal tinha condições de identificar as necessidades de sua população, e assim transpor a educação tradicional e criasse uma que equalizasse as oportunidades, promovesse a ascensão social e proporcionasse um planejamento participativo que permitisse o desenvolvimento de suas ações. O governo militar para manter sua hegemoniaperante a sociedade brasileira, criou políticas de redistribuição de renda e de participação da população na formulação de uma sociedade democrática com acesso livre a oportunidades, isso ocorreu pela necessidade de legitimidade por parte do Estado frente às manifestações das elites contra a ditadura (SOUZA, 2018).
03) Segundo Elaine Furtado (2006), para compreender como a sociedade brasileira produziu e reproduziu as desigualdades no campo, precisamos entender três elementos, sendo eles:
A economia, a urbanização e a exploração de minério.
O latifúndio, a industrialização e a financeirização da economia.
O avanço das tecnologias, a falta de emprego e a discriminação.
O avanço das tecnologias, a mão de obra escrava e a incorporação da matriz curricular.
04) A partir de 1940 a educação brasileira incorporou a matriz curricular urbanizada e industrializada. Essa matriz curricular caracterizou:
Interesses sociais, culturais e educacionais das classe operárias brasileiras como fundamentalmente a mais relevante para todo povo do Brasil.
Um recomeço para a Educação no Campo.
Interesses sociais, culturais e educacionais das elites brasileiras como fundamentalmente a mais relevante para todo povo do Brasil.
Um grande passo das políticas públicas em prol da educação.
A partir de 1940 a educação brasileira incorporou a matriz curricular urbanizada e industrializada. Caracterizou interesses sociais, culturais e educacionais das elites brasileiras como fundamentalmente a mais relevante para todo povo do Brasil.
05) O objetivo desta política é de racionalizar a estrutura, bem como a organização de pequenas escolas, portanto orientando-se pelo Plano Nacional de Educação (projeto de Lei n. 4173/98), com intenção de diminuir, também, o número de classes multisseriadas.
Essa afirmativa se refere a:
Política de fechamento/nucleação.
Política de progressão ao Ensino Médio.
Política de inclusão a escola pública.
Política de regresso a escola.
Do ponto de vista de Vendramini (2007), observamos no contexto educacional a continuidade de uma política de fechamento/nucleação envolvendo as escolas rurais. O objetivo desta política é de racionalizar a estrutura, bem como a organização de pequenas escolas, portanto orientando-se pelo Plano Nacional de Educação (projeto de Lei n. 4173/98), com intenção de diminuir, também, o número de classes multisseriadas.
06) De acordo com o material estudado, construir a educação do campo significa formar educadores para atuação em diferentes espaços educativos. Essa afirmativa foi apresentada por:
LIMA (2011).
Furtado (2006).
Caldart (2002).
Passador (2006).
Para Caldart (2002), construir a educação do campo significa formar educadores para atuação em diferentes espaços educativos. Na medida em que se defende uma formação específica é porque se entende que boa parte deste ideário que se está construindo é algo novo em nossa própria cultura.
07) A falta de políticas educacionais voltadas para a educação no meio rural, no Brasil, caracteriza:
A desvalorização do homem do campo, estabelecendo uma vida limitada aos seus filhos.
A valorização do homem do campo, estabelecendo uma vida plena aos seus filhos.
Uma novidade, pois sempre foram criadas leis em função da Educação Rural.
A falta de vontade da população rural em ir para escola.
A falta de políticas educacionais voltadas para esse fim caracteriza a desvalorização do homem do campo, estabelecendo uma vida limitada aos seus filhos. São grandes as dificuldades encontradas pelas trilhas por onde passam as crianças e jovens desse meio, que procuram adquirir conhecimentos, mas também um lugar para conviver com pessoas da mesma idade, ampliando suas relações sociais (BARROS, 2021).
08) As origens da gênese do capital residem na acumulação e concentração da propriedade, ou seja, a produção individual de muitos e suas propriedades minúsculas, fazendo a propriedade colossal de alguns e ainda, os métodos de acumulação primitiva, abrangendo uma série de processos violentos, dentre eles, a expropriação dos produtores.
A frase acima foi afirmada por:
Frigotto (2010).
Marx (2004).
Arroyo (1999).
Machado (2003).
Para Marx (2004), as origens da gênese do capital residem na acumulação e concentração da propriedade, ou seja, a produção individual de muitos e suas propriedades minúsculas, fazendo a propriedade colossal de alguns e ainda, os métodos de acumulação primitiva, abrangendo uma série de processos violentos, dentre eles, a expropriação dos produtores (MACHADO, 2018).
09) Conforme consta no material estudado, a escola precisa ser vista como um espaço de socialização. Assinale a alternativa sobre a importância da socialização no ambiente escolar:
A escola costuma ser um dos primeiros lugares em que a criança experimenta, de modo sistemático, relações sociais mais amplas das que vive em família.
Na escola os alunos experimentam um convívio significativo com professores e alunos, mesmo que essa não seja sua vontade.
Como ambiente de socialização, a escola passa a ser um local atraente para os alunos, levando a boa vontade de de comparecer no ambiente escolar.
A socialização traz a tona uma nova visão do comportamento do educador em sala de aula, onde os alunos passam a ver os educadores como amigos e não como ditadores de conteúdo.
A escola precisa ser vista como um espaço de socialização. A escola costuma ser um dos primeiros lugares em que a criança experimenta, de modo sistemático, relações sociais mais amplas das que vive em família e de uma intencionalidade política e pedagógica nesta dimensão pode depender muitos dos traços de seu caráter, muitos dos valores que venha a assumir.
10) O estudo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) define agricultura familiar a partir de três características centrais, EXCETO:
A propriedade dos meios de produção pertence à família e é em seu interior que se realiza sua transmissão em caso de falecimento ou aposentadoria dos responsáveis pela unidade produtiva.
A gestão da unidade produtiva e os investimentos nela realizados são feitos por indivíduos que mantém entre si laços de sangue ou casamento.
A maior parte do trabalho é igualmente fornecida pelos membros da família.
A maior parte do trabalho é fornecida por indivíduos contratados para este fim.
a) a gestão da unidade produtiva e os investimentos nela realizados são feitos por indivíduos que mantém entre si laços de sangue ou casamento; 
b) a maior parte do trabalho é igualmente fornecida pelos membros da família; 
c) a propriedade dos meios de produção (embora nem sempre da terra) pertence à família e é em seu interior que se realiza sua transmissão em caso de falecimento ou aposentadoria dos responsáveis pela unidade produtiva (INCRA/FAO, 1996, p. 04).

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