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Aline Bueno; Aline Sousa; Beatriz Atolini, Gabriela Pichilliani, Isadora de Godoy e Rafaela Figueiro Larsen- Johansson Osgood-Schlatter Joelho Valgo,Varo e Recurvado 2 SÍNDROME LARSEN JOHANSSON 3 DEFINIÇÃO E DESCRIÇÃO: Forma rara de osteocondrite. Centro acessório de ossificação, no polo inferior da patela. Causa: sobrecarga mecânica por tração do tendão patelar no ligamento do polo inferior da patela Autolimitada com duração de 3 a 12 meses. Associada com a doença de Osgood-Schlatter SINDING – LARSEN – JOHANSSON Tração exagerada crônica Calcificação e ossificação Tendinites e/ou micro avulsões Polo inferior da patela imaturo 4 FISIOPATOLOGIA 01 02 03 04 5 FISIOPATOLOGIA Alterações patológicas desencadeadas por alterações na matriz extracelular Carga excessiva → falha de tensão nas fibras do tendão = pequenas lesões. Os tenócitos aumentam a produção de colágeno e matriz PROCESSO LENTO ↓ REGENERAÇÃO COLÁGENO CARGA ADICIONAL APLICADA CICLO DE PEQUENAS LESÕES SEM REPARO NECESSÁRIO INSTALA A TENDINOSE 1. Adolescentes entre 10 e 14 anos 2. Sexo masculino QUADRO CLÍNICO 2. Sensibilidade ao nível do polo inferior da patela 5. Dor no polo inferior da patela aumenta durante a flexão 6 1. Claudicação discreta QUADRO CLÍNICO E EPIDEMIOLOGIA EPIDEMIOLOGIA 3. Centro de ossificação secundário algumas vezes palpável 4. Edema subpatelar 3. Pratica de esportes como basquete e vôlei 4. Bilateralidade ¼ dos casos 7 Avaliação: Através dos sintomas e exames de raio-X, ressonância magnética e ultrassom. Objetivo: Diminuição da dor e recuperação da funcionalidade Utilização de anti-inflamatórios; Descanso; Tratamento fisioterapeutico (cinesioterapia, crioterapia, eletroterapia); Cirurgia (raro e geralmente ocorre em adultos); TRATAMENTO 8 SÍNDROME OSGOOD -SCHLATTER Apofisite de tração do tubérculo tibial Descrita em 1903 por Osgoood em Boston e por Schalater em Zurich. Se inicia durante a adolescência, na maioria das vezes devido lesões que ocorrem na prática de esportiva Dor e edema na região da TAT (dois ou três polegares abaixo da patela). Nota-se uma saliência sólida e dolorosa, logo abaixo do joelho, sensível ao toque, 9 Doença de Osgood-Schlatter Ligamento patelar transmite a intensa força gerada pelo quadríceps ao tubérculo tibial, que se localiza sobre a lâmina epifisária tibial proximal Contrações forçadas e repetitivas do quadríceps, exigidas pelas atividades atléticas frequentes de correr e pular, irritam a apófise sob a tuberosidade tibial Maior estímulo para a apófise produzir uma quantidade maior de osso, resultando na reconhecida proeminência da tuberosidade da tíbia. 10 FISIOPATOLOGIA 11 Apófise de inserção do tendão patelar Até os 11 anos Entre 11 – 14 anos Acima dos 18 anos Tração da apófise por microtraumas IDADE SEXO MAIS ACOMETIDO 12 EPIDEMIOLOGIA INCIDÊNCIA Entre os 8 a 15 anos Meninas - geralmente entre 10 a 11 anos (podendo variar entre 8 e 12 anos) Meninos – geralmente entre 13 e 14 anos (podendo variar entre 12 e 15 anos), Meninos com razão de 3:1 Adolescentes praticantes de atividade esportiva Adolescentes NÃO praticantes de atividade esportiva Acometimento bilateral em cerca de 30% dos casos 20% 5% 10% dos praticantes de exercícios de risco 13 No Exame físico pode ser encontrado: Aumento da sensibilidade Eritema, Edema Proeminência no tubérculo tibial (local onde o tendão patelar se insere na tíbia) A palpação pode desencadear dor no local. Geralmente a movimentação, marcha e os reflexos são normais DIAGNÓSTICO 14 EXAMES DE IMAGEM DIAGNÓSTICO 15 TRATAMENTO Conservador Cirúrgico Redução da prática esportiva / Repouso Imobilização do joelho Anti-inflamatórios Fisioterapia - Controle da dor + Educação para prática esportiva Laser TENS Ultrassom Crioterapia (gelo) Cinesioterapia (alongamento e fortalecimento) Usualmente, a lesão resolve-se espontaneamente ou com tratamento conservador Excisão do ossículo livre e presente na porção distal do ligamento patelar (menos comum – tornasse necessário na fase adulta) 16 JOELHO VALGO E VARO 17 Alongamento e fraqueza do músculo vasto medial Desproporção de forças entre VM e VL Subluxação e luxação patelar Rotação medial do fêmur “Joelhos apontam um para o outro ao invés de para frente” Congênito ou adquirido Mal formação e desenvolvimento das pernas, rigidez no tornozelo, exercícios físicos mal executados, fatores genéticos, doenças. FISIOPATOLOGIA DEFINIÇÃO E DESCRIÇÃO ETIOLOGIA JOELHO VALGO 18 DIAGNÓSTICO Inspeção Histórico Radiografias Ressonância magnética Radiografia panorâmica dos membros inferiores TRATAMENTO Medicação Cirurgia (hemiepifisiodese) Exercícios RPG Órteses Fisioterapia Palmilhas ortopédicas e joelheiras JOELHO VALGO 19 GENU VARUM “PERNAS ARQUEADAS” “PERNAS DE COWBOY” Aumento do ângulo Q para cerca de 180° NOMENCLATURA DEFINIÇÃO CURIOSIDADE JOELHO VARO Do recém nascido até a idade escolar os desvios angulares são fisiológicas Se desalinhamento persistir pode indicar problema ortopédico 20 JOELHO VARO Carga compressiva resultante anormal ocasiona aumento do estresse de contato no platô tibial medial em detrimento da diminuição da área de contato no platô lateral. Nos estabilizadores secundários do joelho, Alongamento da cápsula, ligamento colateral lateral, da banda iliotibial. Fraqueza do grupamento muscular lateral; Perda da estabilidade lateral ; Desenvolvimento da “Síndrome da Banda Iliotibial 21 FISIOPATOLOGIA ETIOLOGIA 01 Predisposição Genética: Crescimento ósseo pode sofrer modificações; 02 Modificações no metabolismo ósseo: Como raquitismo ou osteoporose; 03 Outras doenças: Doença de Paget, de Blount, Infecções nos ossos, Acondroplasia, tumor do ósseo; 04 Fraqueza Muscular Frouxidão Ligamentar 05 06 Traumas; Pisada Obesidade 23 DIAGNÓSTICO Exames Clínicos Radiografia das Pernas e Joelho Exames de Sangue/ Tomografia Computadorizada/Ressonância Magnética * JOELHO VARO - Assimetria das pernas; - Andar; - Ângulo do joelho. 24 TRATAMENTO Tratamento Conservador JOELHO VARO Fortalecimento; Controle Muscular; Brace; Palmilha Tratamento Cirírgico Epifisiodese; - Osteotomia. 25 JOELHO RECURVADO 26 Achamos na literatura os nomes: Genu Recurvatum Joelho hiperextendido Projeção do joelho para trás, a parte posterior da articulação do joelho se abre muito, permitindo que a tíbia deslize para trás além se deu limite normal. Clinicamente, mais comum em mulheres do que em homens NOMENCLATURA DEFINIÇÃO DA DOENÇA INCIDÊNCIA JOELHO RECURVADO27 Trata-se de uma hiperextensão dos joelhos (acima de 5°) causado por um hipertrofia da musculatura extensora ou hipotonia da musculatura posterior da coxa e pode existir devido ao hábito postural, aumento da frouxidão articular ou uma lesão no joelho como no caso de atletas. As estruturas posteriores do joelho ficam estressadas podendo afetar a marcha, durante a resposta de carga na marcha, um indivíduo com genu recurvatum transfere o peso do corpo diretamente do fêmur para a tibia sem a energia muscular normal de absorção e amortecimento que o joelho flexionado fornece. Isso pode causar dor na articulação tibiofemoral medial (compressão) e estruturas ligamentares póstero-laterais (tração). Em indivíduos com fraqueza do quadríceps, a compensação pode ocorrer hiperextendendo o joelho para fornecer maior estabilidade do joelho. Indivíduos com genu recurvatum podem ter um déficit de força funcional no músculo quadríceps ou gastrocnêmio que permite a hiperextensão do joelho. FISIOPATOLOGIA 28 A dor anteromedial é devida à compressão no compartimento tibiofemoral medial (A separação tibiofemoral lateral do compartimento é aumentada devido às estruturas de apoio fracas no aspecto posterolateral do joelho) A dor posterior é devido à tensão colocado nas estruturas posteriores e é agravado ao pisar ou extender o joelho. O paciente também pode queixar-se de instabilidade do joelho durante atividades do dia a dia. FISIOPATOLOGIA - DOR 29 Correção biomecânica, treinamento de propriocepção, controle muscular, treinamento de marcha e atividades funcionais. Treinamento repetitivo para restabelecer um melhor alinhamento femorotibial. O tratamento conservador e fisioterapêutico consiste no fortalecimento dos flexores de joelhos (semitendinoso, semimembranoso, bíceps femoral e poplíteo), inclusive gastrocnêmio e sartório. Alongamento de quadríceps, reto femoral, vasto lateral, v. medial e v. intermédio, faz também o uso de bandagens quando o quadro é menos severo. O tratamento cirúrgico (osteotomia) dependerá do grau em que se encontra o joelho, em casos em que haja luxação, o método conservador se torna ineficiente sendo necessário a intervenção cirúrgica. A cirurgia é exigida para reatar ligamentos rasgados e será seguida outra vez pela fisioterapia TRATAMENTO 30 CAMILO, Fábio Mendes et al. TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO NA SÍNDROME DE SINDING LARSEN JOHANSSON. Unifunec Ciências da Saúde e Biológicas, [S.L], v.3, n.5, p.1-8, 29 maio 2019. http:///dx.doi.org/10.24980/ucsb.v3i5.3359. GAMA, A. E. F. et al Deformidades em valgo e varo de joelhos alteram a cinesiologia dos membros inferiores. In: X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DA UFPB, 9-11. 2007, Paraíba. Anais Paraíba: 2007. v. 1, p 40-40. Loudon JK, Goist HL, Loudon KL. Genu recurvatum syndrome. J Orthop Sports Phys Ther. 1998;27:361–367. FIGUEIREDO, Giovannini Cesar et al. Tratamento cirúrgico da dor crônica na lesão de Osgood-Schlatter: relato de dois casos. Rev. Bras. Ortop, p. 491-496, 2003. REFERÊNCIAS 31 REFERÊNCIAS https://www.cdof.com.br/fisiote3.htm https://www.mmarmedical.com/Knee-Hyperextension-s/346.htm https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/dist%C3%BArbios-do-tecido-conjuntivo-em crian%C3%A7as/tendinite-infrapatelar https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/anormalidades-craniofaciais-e-musculoesquel%C3%A9ticas-cong%C3%AAnitas/joelho-varo-pernas-arqueadas-e-joelho-valgo-joelhos-que-se-tocam https://ortopedistadojoelho.com.br/joelho-valgo-na-crianca/#:~:text=Corre%C3%A7%C3%A3o%20cir%C3%BArgica%20do%20joelho%20valgo%20na%20crian%C3%A7a&text=A%20principal%20t%C3%A9cnica%20cir%C3%BArgica%20%C3%A9,o%20crescimento%20do%20lado%20oposto. https://ortopedistasaoluis.com.br/tendinite-patelar/ https://www.portalped.com.br/especialidades-da-pediatria/pediatria-geral/doenca-de-osgood-schlatter/#:~:text=A%20incid%C3%AAncia%20em%20adolescentes%20que,%25%20dos%20casos%20%5BUpToDate2017%5D. https://www.verywellhealth.com/what-is-varus-or-valgus-knee-deformity-2552048 https://www.youtube.com/watch?v=V6QROj9EMaU image1.png image2.jpeg image3.jpeg image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.jpeg image20.jpeg image21.jpeg image22.png image23.png image24.jpeg image25.png image26.png image27.png image28.jpg image29.png image30.jpg image31.jpg image32.jpeg image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png