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Trabalho - atuação da fisioterapia traumo ortopédica nas lesões de punho Capa, tipo de estudos, introdução, metodologia, resultados, discussão, conclusão, referências Patologias Comuns - Fraturas: quebraduras nos ossos que podem resultar em dor, inchaço e incapacidade. - Entorses e distensões: lesões nos ligamentos e músculos que afetam a mobilidade. - Artrite: inflamação das articulações que pode causar dor e rigidez. - Tendinopatias: lesões nos tendões que provocam dor e comprometem a função. Princípios da reabilitação: fase aguda: envolve o controle da dor e do edema, promovendo um ambiente propício para a recuperação Fase subaguda a crônica: Foco na recuperação da força, amplitude de movimento e funcionalidade. O fortalecimento e a reeducação postural são fundamentais. Prevenção de Recorrências: Educação do paciente sobre a mecânica corporal adequada e estratégias de prevenção. Tec utilizada - Eletro - Termo - Manual - Funcionais - Propriocepção - Mobilizações Pelve Articulações: sínfise púbica, sacroilíacas, sacrococcígea Fêmur Ligamento anular do quadril: acetabular transverso, iliofemoral, pubofemoral, ísquiofemoral; Nervos do quadril Músculos do quadril Artroplastia de quadril O mecanismo patológico que pode levar à necessidade de uma artroplastia de quadril inclui diversas condições e fatores que afetam a articulação do quadril. - Osteoartrite: É a causa mais comum de artroplastia de quadril. Ocorre um desgaste progressivo da cartilagem articular, levando à fricção entre os ossos, dor e restrição de movimento. - Artrite reumatoide: É uma doença autoimune que causa inflamação crônica nas articulações, podendo resultar em danos articulares severos e deformidades - Traumatismos: Fraturas de quadril, especialmente em idosos, podem comprometer a função da articulação. As fraturas intrínsecas frequentemente exigem a substituição da articulação - Necrose avascular: Ocorre quando o suprimento de sangue para a extremidade do fêmur é interrompido, levando à morte do tecido ósseo e, potencialmente, ao colapso articular - Malformações e displasia: Condições como a displasia do desenvolvimento do quadril podem resultar em uma articulação instável e, eventualmente, em desgaste prematuro. - Condições metabólicas: Doenças como artrite psoriásica ou lúpus eritematoso sistêmico podem levar à degeneração articular - Consequências funcionais: A limitação do movimento, a dor persistente e a incapacidade de realizar as atividades cotidianas. Ao substituir a articulação afetada por uma prótese, busca-se aliviar a dor e restaurar a função do quadril. perda de mobilidade, dor, avds, atrofia, fibrose Avaliação: - Histórico Clínico: Sintomas: Avaliação da dor, limitação de mobilidade e seus efeitos na qualidade de vida. - Histórico médico: Doenças anteriores, cirurgias prévias, tratamentos recebidos e histórico familiar de condições ortopédicas. - Medicamentos: Uso de anti-inflamatórios, analgésicos e outros medicamentos que possam afetar a coagulação ou o controle da dor. - Exame Físico: Inspeção: Avaliação de deformidades visíveis, atrofia muscular ou alterações na pele ao redor do quadril. - Palpação: Identificação de áreas sensíveis ou inflamadas. - Mobilidade: Avaliação do alcance de movimento do quadril (flexão, extensão, rotação e abdução) e funcionalidade nas atividades diárias - Exames de Imagem: Radiografias (Rx): Essenciais para avaliar o grau de degeneração articular, alinhamento ósseo, presença de osteófitos, cistos ósseos e condições do fêmur e acetábulo. - Ressonância Magnética (RM) ou Tomografia Computadorizada (TC): Podem ser úteis em casos de suspeita de necrose avascular ou para avaliar a articulação com mais detalhes. - Avaliação Funcional: Questionários e Escalas: Utilização de escalas para medir a gravidade da dor e da incapacidade, como o índice de Harris para o quadril ou o WOMAC (Índice de Osteoartrite de Western Ontario e McMaster Universities). - Testes de equilíbrio e força muscular: Avaliação da força dos músculos circundantes e do equilíbrio do paciente. - Avaliação de Riscos Pré-Operatórios: Condições Médicas Comórbidas: Avaliação de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, obesidade e outros fatores que podem aumentar o risco cirúrgico. - Educação do Paciente: Processo de recuperação. Discussão das expectativas realistas pós-operatórias, incluindo o manejo da dor e a reabilitação. Reabilitação ● Fase Inicial (0-2 semanas): - Objetivos - Controle da dor e do inchaço, iniciação do movimento, prevenção de complicações. - Intervenções: Exercícios de mobilização passiva. - Exercícios isométricos para membros inferiores. - Uso de andadores, muletas ou bengalas para auxílio na deambulação. - Orientações sobre posicionamento e precauções para evitar luxações (especialmente em artroplastias com abordagens posteriores). ● Fase Intermediária (2-6 semanas): - Objetivos: Aumentar a amplitude de movimento e força muscular, melhorar a marcha. - Intervenções: Exercícios ativos assistidos e ativos para aumentar a amplitude de movimento. - Fortalecimento de músculos ao redor da articulação do quadril. - Treinamento de marcha com ou sem auxílio. Introdução de exercícios de equilíbrio ● Fase Avançada (6 semanas - 3 meses): - Objetivos: Melhorar a função e a qualidade de vida, aumentar a resistência. - Intervenções: Continuar o fortalecimento muscular. Incorporar exercícios funcionais e de resistência. - Aumentar a complexidade dos exercícios de equilíbrio e coordenação. A atividade aeróbica leve pode ser introduzida, conforme tolerado. ● Fase de Manutenção (3 meses em diante): - Objetivos: Manter a função, prevenir recidivas e promover a atividade física. - Intervenções: Programas de exercícios contínuos para manter a força e a mobilidade. - Atividades físicas que envolvam baixo impacto, como natação ou ciclismo. - Avaliação periódica para ajustar o programa conforme necessário Personalização do Programa: A reabilitação deve ser adaptada às necessidades individuais dos pacientes, considerando fatores como idade, nível de atividade anterior e comorbidades Prevenção de Complicações A reabilitação fisioterapêutica também deve ter foco na prevenção de complicações, como trombose venosa profunda, infecções, rigidez articular e fraqueza muscular. O seguimento regular com o fisioterapeuta é fundamental para o sucesso a longo prazo da artroplastia de quadril TESTES DE QUADRIL Teste de Trendelenburg: - Avalia a força dos músculos abdutores do quadril (glúteo médio e mínimo). - O paciente fica em uma perna e o teste é positivo se a pélvis se inclinar para o lado oposto. Teste de Stinchfield: - Avalia a dor no quadril. - O paciente eleva a perna contra resistência e a dor indica um teste positivo. Teste de Patrick (FABER): - Avalia a articulação sacroilíaca e o quadril. - O paciente coloca o tornozelo sobre o joelho oposto e o examinador pressiona o joelho flexionado Teste de Ortolani: - Diagnostica displasia da pelve - O examinador abduz e rotaciona o quadril e sente um clique quando a cabeça do fêmur se reposiciona. Teste de Ely: - Avalia a contratura do músculo reto femoral. - O paciente deita de bruços e o examinador flexiona o joelho, observando a elevação da pelve. Teste de Ober: - Avalia a tensão da banda iliotibial. - O paciente deita de lado e o examinador eleva e solta a perna superior, observando se ela cai completamente Tornozelo e pé Ossos do tornozelo e pé - Tibia/Fíbula; - Tálus/Calcâneo; - Navicular; - Cubóide; - Cuneiformes(Medial, intermédio e lateral) - Metatarsos Hálux - Falanges tarsais (Artelhos) Articulações do Tornozelo e pé - Tibiofibular distal Tipo: sindesmose fibrosa - Lado medial da extremidade distal da fíbula - Lado lateral da extremidade distal da tíbia - Ligamentos de sustentação: Lig. tibiofibulares inferiores anteriores/ posteriores Lig. transverso Membrana interóssea Função: Estabilidade Suporte de peso Movimento mínimo Articulação talocrura Etiologia das disfunções: - Causas traumáticas: Entorses,fraturas, luxações e lesões por uso excessivo. - Causas não traumáticas: Artrite reumatoide, osteoartrite, gota, pé plano, pé cavo, tendinopatias, fasciíte plantar. - Causas neurológicas: Neuropatias periféricas, doenças neuromusculares. Entorses de Tornozelo: Inversão: a planta do pé vira para medial; corresponde à esmagadora maioria das entorses. O ligamento mais lesionado é o talofibular anterior, seguido pelo calcaneofibular; Eversão: a planta do pé vira para lateral, levando à lesão dos ligamentos mediais (Deltoides). Entorse grau 1 (leve) - Leve alongamento e ruptura microscópica das fibras do Ligamento talofibular anterior - Leve sensibilidade e inchaço ao redor do tornozelo Entorse de grau 2 (moderada) - Rompimento completo do Ligamento talofibular anterior; - Rompimento parcial do ligamento fíbulocalcâneo; - Sensibilidade e inchaço moderados. Entorse de Grau 3 (Grave) - Rompimento completo do ligamento talofibular anterior e fibulocalcâneo - Sensibilidade e inchaço significativos ao redor do tornozelo Fatores associados à ocorrência de entorse: - Limitação da ADM de dorsiflexão - Diminuição da propriocepção - Deficiências posturais e de equilíbrio - Força muscular diminuída - Coordenação e resistência cardiorrespiratória reduzidas - Diminuição do tempo de resposta dos músculos fibulares Índice de massa corporal elevado - Pressão medial plantar elevada durante a corrida Instabilidade Crônica do Tornozelo (ICT) - Dor persistente - Edema - Sensação de falha do tornozelo por 12 meses ou mais Objetivos do tratamento de entorse de tornozelo: - Controle do processo inflamatório - Alívio da dor - Recuperação da ADM - Retorno aos níveis pré-lesão - Aumento da força muscular e potência - Prevenção de recorrência de novas lesões Tratamento conservador convencional: - Mobilização precoce e descarga de peso no tornozelo; - Exercícios em casa; - Uso de suporte externo (bandagem, brace ou tape) Fascite Plantar - caracterizada por ser aguda que começa na borda medial da fáscia plantar e se estende até a tuberosidade medial do calcâneo, geralmente associada à inflamação da fáscia plantar. Etiologia e fatores predisponentes: - Intrínsecos: Lesões anteriores, dorsiflexão limitada do tornozelo, hiperpronação do pé, musculatura fraca da panturrilha, envelhecimento, aumento do índice de massa corporal (IMC). - Extrínsecos: Calçados inadequados, suporte prolongado de peso, padrões mal-adaptativos de caminhada ou corrida. tratamento Não Invasivos: Cinesioterapia, órteses, antiinflamatórios não esteróides (AINEs), radioterapia, ondas de choque. Invasivos: Injeção de corticosteroide, injeção de toxina botulínica, injeção de plasma rico em plaquetas, cirurgia. Tendinopatia do Tendão Calcâneo Causa Comum: Tendinopatia do tendão calcâneo População Afetada: Atletas Fatores Contribuintes: ● Sobrecarga mecânica ● Lesões repetitivas ● Disfunções biomecânicas Fatores Agravantes: ● Falta de aquecimento ● Prática em superfícies inadequadas Fatores de risco: pé plano, idade avançada e condições como obesidade e diabetes Sintomas ● Dor no tornozelo; ● Rigidez matinal; ● Edema; ● Queimação ao longo do tendão; ● Algia acentuada durante atividades como correr ou subir escadas; ● Algia aliviada pelo repouso. Diagnóstico Exame físico: avaliando dor, movimento e palpação. Testes: Thompson podem ajudar a descartar rupturas. Exames de imagem: ultrassonografia, podem ser usados para confirmar o diagnóstico. tratamento - O tratamento inicial é conservador, incluindo repouso, gelo, anti-inflamatórios e cinesioterapia, com foco em alongamento e fortalecimento. Fraturas Maleolares e do Teto Tibial Categorias: unilaterais, bimaleolar e trimaleolar. Maléolo medial: comum em lesões de inversão; Maléolo lateral: resultante de eversões ou impactos laterais, podem comprometer a estabilidade da articulação, necessitando cirurgia em casos graves. ● O manejo pode incluir imobilização para fraturas estáveis ou cirurgia para fraturas deslocadas. ● Para fraturas estáveis e não desplazadas, o tratamento conservador é preferível, utilizando imobilização com gessos ou talas. ● Suportes ortopédicos, como botas imobilizadoras, ajudam na mobilização precoce e reduzem complicações Hálux valgo "joanete", pode causar dor, inflamação e dificuldades para calçar corretamente. ● As causas do hálux valgo podem ser genéticas, decorrentes do uso inadequado de calçados ou de certas condições artríticas. ● O tratamento inicial geralmente inclui o uso de órteses, mudanças no calçado e exercícios específicos para fortalecer a musculatura do pé. ● interferem significativamente na qualidade de vida, é considerada a cirurgia. Esse procedimento busca corrigir o alinhamento do dedo e recuperar a função do pé, permitindo que o paciente retome suas AVDs com mais conforto. Neuroma de Morton Localização: Nervo entre os metatarsos, geralmente entre o terceiro e quarto metatarso Causa Principal: Compressão do nervo, resultando em espessamento do tecido Sintomas: ● Dor aguda ● Sensação de queimação ● Formigamento na sola do pé ● Irradiação para os dedos causas: - Saltos altos e bicos finos; - Atividades que exercem pressão repetida no pé, como corrida e esportes. O tratamento inicial foca em medidas conservadoras, como: Palmilhas ortopédicas; Mudança de calçados; Cinesioterapia. TESTES estabilidade do ligamento talofibular anterior e a diferenciar entre estiramentos de 2º e 3º grau nos ligamentos laterais. avaliar lesões da sindesmose no tornozelo após trauma por inversão. Síndrome do Impacto Femoroacetabular (SIFA) A SIFA uma condição ortopédica resultante da interação anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, causando dor e limitações funcionais no quadril. A SIFA pode ser classificada em três tipos: Impacto femoral; Impacto acetabular; Misto Principais características da SIFA: - Dor no quadril: Geralmente na frente ou lateral do quadril durante atividades como correr ou sentar - Limitação de movimento: - Estalos ou cliques: - Alterações anatômicas: Deformidades, deacoptação por instabilidade da cabeça do fêmur Fatores de risco: Atletas e pessoas com histórico de lesões estão mais propensos O diagnóstico inclui histórico clínico, exame físico e exames de imagem, como raio-X e ressonância magnética. O tratamento pode envolver cinesioterapia, modificações de atividades ou cirurgia para corrigir deformidades (Artroscopia do Quadril) , devendo ser individualizado conforme os sintomas e estilo de vida do paciente Hip Outcome Score (HOS Dividido em duas subescalas: uma para AVDs (17 itens) e outra para esportes (9 itens), totalizando 28 itens que permitem uma avaliação abrangente da condição do quadril não severas Condutas Fisioterapêuticas: SIFA Estratégias de manejo da dor: Educação ao paciente: orientar a não permanecer sentado por tempo prolongado, realizar agachamentos profundos; cruzar as pernas; e praticar atividades esportivas que causem dor . Uso de dispositivos auxiliares de marcha; testes Gaenslen Ligamento Cruzado Anterior (LCA) Composição do LCA: Dois feixes principais (posterolateral e anteromedial) que se originam no côndilo externo do fêmur e se inserem na eminência intercondilar da tíbia Função: Estabilidade passiva do joelho, controle do movimento rotacional e limitação da translação anterior da tíbia. Mecanismos de Lesão: Rotação interna do fêmur sobre a tíbia, valgismo e hiperextensão do joelho, geralmente sem queda ou contato direto Mudanças rápidas de direção. Paradas bruscas e desaceleração. Pouso incorreto após um salto. Contato direto ou colisão Fatores de Risco: - Esportes de alta demanda física. - Diferenças de gênero. - Histórico de lesões anteriores. - Biomecânica inadequada. Diagnóstico Exame físico: Anamnese, inspeção e testes específicos (Lachman e gaveta anterior). Sintomas: Estalido no momento da lesão, sensação de articulação “saindo do lugar”, derrame articular (hemartrose). Confirmação: Ressonância magnética, se necessário Edema articulare desarranjo dos tecidos periarticulares; Inibição muscular devido à dor e hipotrofia muscular; Fraqueza do quadríceps; Instabilidade do joelho, dificultando o controle das forças nas atividades diárias Testes Especiais - LCA Anamnese: - HMP, HMA - Rad flag - Limitação funcional EVA Teste funcional objetiva - TUG - Six minutes w Ligamento Cruzado Posterior (LCP) e Menisco - O LCP está localizado na parte de posterior do joelho e conecta o fêmur à tíbia, atuando como estabilizador primário do joelho. - Origem na face lateral do côndilo femoral medial (CFM). Cruza a articulação do joelho no sentido posterior, lateral e distal e se insere na tíbia posterior e proximal, na área intercondilar Mecanismos de Lesão: LCP devido a traumas de alta energia, como acidentes automobilísticos ou esportes de contato. A tíbia é empurrada para anterôposterior ao fêmur, causando a lesão. Exame Físico: Testes como o "Gaveta Posterior" são usados para avaliar a estabilidade do joelho. Imagens Diagnósticas: RM é o padrão ouro para visualizar lesões do LCP Preparação para Cirurgia: Fortalecimento muscular e controle da inflamação Pós-Cirúrgico: Imediatamente Após a Cirurgia: Uso de gelo; Elevação e compressão para controlar o inchaço; Mobilização precoce é incentivada para evitar rigidez. Tratamento do LCP Fase Inicial: Controle da dor e inflamação, exercícios de mobilidade passiva e ativa. Fase Intermediária: Fortalecimento muscular, especialmente do semitendíneo, semimenbranáceo e quadríceps; Fase Avançada: Treinamento funcional e retorno gradual às atividades AVDs e esportivas. MENISCO Os meniscos são estruturas cartilaginosas em forma de C que atuam como amortecedores entre o fêmur e a tíbia Mecanismos de Lesão: podem ocorrer devido a torções bruscas do joelho, especialmente durante atividades esportivas. Movimentos de rotação ou flexão excessiva Avaliação das Lesões de Menisco Exame Físico: Testes como o "Teste de McMurray" ajudam a identificar rupturas meniscais. Imagens Diagnósticas: RM é crucial para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento. Tratamento das Lesões de Menisco Fase Inicial: Controle da dor e inflamação, exercícios de mobilidade. Fase Intermediária: Fortalecimento muscular e exercícios de estabilidade. Fase Avançada: Treinamento funcional e retorno gradual às atividades esportivas. Testes Especiais - LCP e Menisco Fraturas de Fêmur e Dor Femoropatelar (DFP) Fratura do Colo do Fêmur: Ocorre na parte superior do fêmur, perto da articulação do quadril. Comum em idosos devido à osteoporose Fratura Intertrocantérica: Entre os trocânteres maior e menor. Comum em adultos mais velhos. Fratura Subtrocantérica: Abaixo dos trocânteres, pode se estender ao longo do eixo do fêmur Fratura da Diáfise Femoral: No eixo central do fêmur, geralmente causada por grandes impactos, como acidentes de carro. Tipos de Fixação Fixadores Externos: Sínteses de aço ou carbono colocados dentro do osso, estabilizando-o externamente. Hastes Intramedulares: Tubos de ferro inseridos na medula do osso para manter os fragmentos no lugar Placas e Parafusos: Utilizados para alinhar e estabilizar os fragmentos ósseos. Tipos de Consolidação Consolidação Primária: Ocorre quando os fragmentos ósseos são perfeitamente alinhados e fixados, permitindo a cicatrização direta. Normalmente durante o uso das sínteses metálicas Consolidação Secundária: Envolve a formação de calo ósseo, comum em fraturas tratadas com gesso ou fixadores externos. Avaliação Inicial: Exame físico e histórico do paciente Atuação Fisioterapêutica - Fratura de Fêmur Controle da algia: Técnicas de analgesia, como crioterapia e eletroterapia Mobilização Precoce: Exercícios de amplitude de movimento para prevenir rigidez articular. Fortalecimento Muscular: Exercícios específicos para fortalecer os músculos ao redor do fêmur e quadril. Treinamento Funcional: Reabilitação focada em atividades diárias e retorno às atividades normais. Dor Femoropatelar (DFP Definição: algia na região anterior do joelho, associada ao movimento da patela sobre o fêmur. Causas: Sobrecarga, desalinhamento patelar, fraqueza muscular, entre outros. Algia: Principalmente ao subir e descer escadas, agachar ou sentar por longos períodos. Edema: Pode ocorrer em casos mais graves. Estalos: Sensação de estalos ou crepitação ao movimentar o joelho. Tratamento Fisioterapêutico Exercícios de Fortalecimento: Foco nos músculos do quadríceps e glúteos Alongamento: Alongamento dos músculos semimenbranáceo, semitendíneo, bíceps femoral e tríceps sural Correção Postural: Ajustes na postura e no alinhamento do joelho. Terapias Manuais: Mobilização patelar e técnicas de liberação miofascial Testes Especiais Dor Femoropatelar (DFP)