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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Princípios constitucionais que regem a administração Todos os princípios da administração pública são princípios constitucionais, pois possuem um fundamento na constituição federal. Em caso de choque, deve ser utilizada a técnica da ponderação. EXPLÍCITOS: LIMPE – Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência Legalidade: obrigada a cumprir o que manda a lei (princípio da legalidade em sentido estrito).Não pode agir contra a lei (contra legem), não pode seguir além da lei (praeter legem), só podendo agir nos estritos limites da lei (secundum legem). Bandeira de Mello defende três exceções ao princípio: 1. Medidas Provisórias; 2. Estado de Defesa e 3. Estado de Sítio (circunstâncias de legalidade extraordinária). Princípio da LEGALIDADE EM SENTIDO AMPLO ou princípio da JURIDICIDADE: dever de obediência a todo direito, incluindo os demais princípios constitucionais. Princípio da reserva legal: algumas matérias somente podem ser reguladas por lei. Esse princípio também não se confunde com reserva da administração (algumas matérias somente podem ser reguladas por meio da administração, via decreto autônomo – organização e funcionamento, extinção de cargos vagos). Pelo princípio da reserva legal, somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação; Impessoalidade: Derivado da igualdade. Concurso público, licitações e fila cronológica de precatórios decorrem desse princípio. Somente são autorizadas as distinções em face do interesse público. Alguns denominam como princípio da finalidade, outros dizem que são relacionados. A finalidade orienta que os atos devem ter sempre como objetivo o interesse público. Moralidade: Moralidade administrativa não se confunde com a moralidade comum. Não é a moral comum ou social (normas sociais de conduta), mas, sim, a moral administrativa ou jurídica, que é definida a partir da adoção de critérios objetivos. É composta por regras de boa administração. A imoralidade produz efeitos que acarretam a invalidade do ato, que pode ser declarada tanto pela administração, quanto pelo judiciário. Imoralidade pode ser combatida via ação popular, ação civil pública, improbidade. Moralidade é sinônimo de probidade. Mas imoralidade não é necessariamente sinônimo de improbidade. A nomeação de secretários de estado não é atingida pela SV 13, que proíbe o nepotismo. Porém, os membros do tribunal de contas são atingidos porque considerados agentes administrativos. Também pode ser afastada a aplicação da SV nº 13 se não houver subordinação funcional ou hierárquica, direta ou indireta, entre os nomeados e se não for demonstrada a influência na nomeação Publicidade: Remédios – habeas data e, dependendo a situação, mandado de segurança. Eficiência: Exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. É o mais moderno princípio. Exige resultados positivos para o serviço público, garantindo à sociedade uma real efetivação das necessidades. Aperfeiçoamento de servidores, avaliação do probatório, teto de gastos públicos. Possui dois focos: a conduta do agente público e a organização interna da administração. Não pode se sobrepor à legalidade. IMPLÍCITOS/RECONHECIDOS/: Isonomia ou igualdade formal: Tratar igualmente a todos os administrados, todos iguais perante a lei. Motivação: A falta de motivação, quando obrigatória, leva à invalidação, à ilegitimidade do ato. Alguns defendem que deve ser motivados até os atos discricionários, mas Hely defende a obrigatoriedade apenas quanto aos vinculados. Motivação é princípio IMPLÍCITO atinente à FORMA. Controle ou tutela: Fiscalizar a administração indireta quanto à observância da especialidade. Não pode ferir a autonomia da entidade. Especialidade: Descentralização, por meio de criação de autarquias, empresa pública e economia mista. Autotutela: Possibilidade de revisão dos próprios atos, devendo anular os ilegais e podendo revogar os inconvenientes e inoportunos. Sindicabilidade: Possibilidade de controlar as atividades da própria administração, via controles interno, externo (tribunal de contas e legislativo), judicial e pela via da autotutela. Supremacia do interesse público: Prerrogativa e privilégios da adm pública sobre o interesse privado e posição de autoridade/poder de império. Direta na atividade fim e indireta na atividade-meio (enquanto agente econômico) Indisponibilidade do interesse público: Restrições para que os agentes não deixem de exercitar as prerrogativas da supremacia. Presente de forma direta em toda e qualquer atividade administrativa. Dele decorrem: Continuidade do serviço público; Controle administrativo de seus atos; Vedação à renúncia de receita sem previsão legal. Interesse público PRIMÁRIO: Direitos Do Povo Interesse público SECUNDÁRIO: diminuir gastos ou praticar atos internos de gestão, desde que não contrariem os primários. Supremacia e a indisponibilidade do interesse público PRIMÁRIO formam as PEDRAS DE TOQUE e o regime jurídico-administrativo, sistema que dá identidade ao direito administrativo. Conceito NÃO engloba o interesse público SECUNDÁRIO. Princípio da Continuidade da Prestação do Serviço Público: A execução não pode ser interrompida, exceto por situação emergencial, técnica ou inadimplência do usuário. Restrições de greve. Impossibilidade de clamar pela exceção de contrato não cumprido. Licitação Pública: Dever de licitar. Prescritibilidade dos ilícitos administrativos Responsabilidade civil da Administração Razoabilidade (ou proporcionalidade): Impor limitações à discricionariedade administrativa, ampliando-se o âmbito de apreciações do ato administrativo pelo Poder Judiciário. Deve ser medida não pelos critérios pessoais do administrador, mas segundo padrões comuns na sociedade. Ampla defesa e contraditório: Segurança jurídica: Veda a aplicação retroativa de nova interpretação da lei na administração pública. Precaução: proteger o interesse público dos riscos a que se sujeita. Parte da doutrina considera a proporcionalidade/ razoabilidade, segurança jurídica e continuidade do serviço público princípios expressos em leis infraconstitucionais. Princípio da confiança: Embora sem previsão expressa, o administrado acredita que os atos administrativos são lícitos e seus efeitos serão mantidos e respeitados pela própria administração pública. Di Pietro diz que o direito administrativo brasileiro herdou do direito alemão a inspiração para aplicação do princípio da segurança jurídica, especialmente sob o aspecto subjetivo da proteção à confiança. Previsões expressas da CF – Art. 31 a 41 O direito de greve será exercido nos termos de lei específica. O teto das remunerações e subsídios é o dos Ministros STF. Nos estados/DF: Governador – Executivo Nos Municípios: Prefeito - Executivo Judiciário/MP, Procuradores e Defensores: 90,25% STF Os vencimentos do legislativo e judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. Na prática é o contrário. O subsídio e os vencimentos dos servidores são irredutíveis, mas há exceções (teto, etc). Vedada acumulação de cargos (inclusive na administração indireta), exceto: Professor + Professor Professor + Tec. Científico Saúde + Saúde Caso se trate de mandato eletivo (conta tempo e mantém regime próprio na origem): Estadual, Distrital ou Federal: se afasta Prefeito: se afasta e opta Vereador: pode acumular, se compatíveis horários ou se afasta e opta Na aposentadoria, somente pode acumular com outro acumulável, eletivo ou CC. As administrações tributárias da UDEM e atividades essenciais tem prioridade de recursos e devem atuar integradamente. 2021: Os órgãos e entidades da administração pública, individualou conjuntamente, devem realizar avaliação das políticas públicas, com divulgação do objeto a ser avaliado e resultados alcançados, na forma da lei Regime Jurídico Único: Adm. Direta + Autarquias e Fundações Públicas Regime Geral: Temporário, Eletivo, empregado público e CC UDEM instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal, integrado por servidores A remuneração dos servidores organizados em carreira poderá ser fixada como subsídio. É vedada a incorporação de vantagens de caráter temporário ou vinculadas ao exercício de função de confiança ou de cargo em comissão à remuneração do cargo efetivo. Aposentadorias do servidor: Invalidez – incapacidade permanente e não readaptável, necessita reavaliações periódicas. Compulsoria, aos 70 anos; ou 75 na forma lei complementar. Idade: 62 mulher e 65 homem. Agora, acabou a integralidade. No RPC a aposentadoria dos federais NÃO pode ser superior ao teto do RGPS do INSS. R$7.786,02. Vedados requisitos diferenciados aposentadoria, exceto para deficientes, professores, policiais e militares e expostos insalubridade. Estrutura organizacional da Administração Federal OBS: O Decreto 200/69 está bastante desatualizado, sem revogação expressa, em muitas partes derrogado pela Lei 14600/23 (não prevista no edital). Basicamente o Decreto somente serve para conceituações relacionadas à administração indireta. O DL 200/67 foi marco na tentativa de superação da rigidez burocrática, sendo uma introdução do modelo judicial no Brasil. O foco foi o dinamismo operacional por meio da descentralização funcional. Os principais problemas a serem resolvidos eram a centralização excessiva e a ausência de coordenação nas ações do governo. O decreto trouxe importantes mudanças, como a instituição dos princípios do planejamento, coordenação, descentralização, delegação de competência e controle; expandiu a administração Indireta, reorganizou a Administração Direta. Expandiu o sistema de mérito e estabeleceu diretrizes para elaboração de plano de classificação de cargos. Porém, também acabou ocasionando a proliferação descontrolada de empresas estatais e outras organizações descentralizadas. Muitas empresas e organizações foram criadas, mas não eram submetidas a controle em termos de desempenho. O resultado disso foi a complexidade do sistema, alta fragmentação e problemas de controle. Administração direta e indireta: CONGRESSO NACIONAL: Criação e Extinção de Ministérios e órgãos; PODER EXECUTIVO: Estruturação, atribuições e funcionamento de Ministérios e órgãos O Presidente pode dispor sobre CRIAÇÃO E EXTINÇÃO de Ministérios e órgãos por MEDIDA PROVISÓRIA, tendo em vista que não se enquadra nas matérias vedadas e dependerá da chancela do legislativo para que se torne lei. No atual governo, a MP 1154/24 virou a Lei 14.600/23. DIRETA: Órgão públicos sem personalidade jurídica própria que integram as pessoas jurídicas políticas UDEM. Órgão público NÃO TEM PERSONALIDADE JURÍDICA, nem patrimônio, nem capacidade processual. Mesmo sem personalidade, pode celebrar contrato de gestão e, excepcionalmente, demandar em juízo em defesa do próprio órgão (câmara de vereadores para repasse do município). Órgãos gestores de orçamento devem ser inscritos no CNPJ. INDIRETA: Pessoas jurídicas, de direito público ou privado, criada ou instituídas por meio de lei específica, para prestação de serviços públicos (autarquia ou fundação pública) ou para exploração de atividade econômica, a qual, quando desempenhada excepcionalmente pelo Estado, necessariamente deve ser exercida por pessoas jurídicas de direito privado (empresas públicas e sociedades de economia mista). Não existe subordinação entre a entidade da Administração Indireta e a pessoa jurídica que a criou, mas tão-somente VINCULAÇÃO. As entidades da Administração indireta, também chamadas de entidades vinculadas, vinculam-se ao Ministério relacionado à sua principal atividade (pelo que é chamado controle externo, tutela administrativa, controle finalístico ou supervisão ministerial) – atualmente D.11.401/23 A) AUTARQUIA - CRIADA por LEI, independe de registro e organizada por decreto. A autarquia, pessoa jurídica de direito público, integrante da Administração indireta, é criada por lei para desempenhar ATIVIDADES TÍPICAS do Estado. Natureza Jurídica: Público Criação: Criada por lei, independe de registro Capital: 100% público; b) EMPRESA PÚBLICA - autorizada por lei. Direito privado, mas com patrimônio público. Natureza Jurídica: Privado Criação: Autorizada por lei, necessita registro Capital: 100% público Forma Societária: Qualquer admitida em direito (incluindo S/A). c) SOCIEDADE ECONOMIA MISTA - autorizada por lei. Necessita REGISTRO cartório civil (S.A) e regulamentada por lei complementar. Capital misto. Natureza Jurídica: Privado Criação: Autorizada por lei, necessita registro Capital: 50%+1 ação - controle acionário poder público (se monopólio, somente União) Forma Societária: S/A. As sociedades de economia mista e empresas públicas que EXERÇAM ATIVIDADE ECONÔMICA não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às demais empresas do setor privado, para evitar concorrência desleal. Elas também não se submetem ao regime de precatórios e a responsabilidade é SUBJETIVA As empresas públicas e sociedades de economia mista QUE PRESTAM SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS E PRÓPRIOS DO ESTADO, em condições não concorrenciais, sujeitam-se ao REGIME DE PRECATÓRIOS, a responsabilidade é OBJETIVA e GOZAM DE PRIVILÉGIOS FISCAIS. Elas integram o orçamento fiscal da pessoa política a que estão vinculadas. d) FUNDAÇÃO PÚBLICA– autorizada por lei. Se for pessoa jurídica de direito privado, lei específica autoriza a sua criação para o desenvolvimento de atividades que não exijam execução por órgãos ou entidades de direito público. Possui autonomia administrativa, patrimônio próprio gerido pelos respectivos órgãos de direção, e funcionamento custeado por recursos da União e de outras fontes e a regulamentação se dá por lei complementar. Neste caso, descentralização por delegação, celetista, sem privilégios processuais. Natureza Jurídica: Privado Objetivo: Prestação de serviços públicos Criação: Autorizada por lei, necessita registro Capital: Privado Princípios da Administração Federal: No Decreto 200, consta que as atividades da Administração Federal obedecerão aos PRINCÍPIOS da Planejamento Coordenação Descentralização Delegação de Competência Controle. a) Planejamento: planos e programas de governo, orçamento e finanças b) Coordenação: execução dos planos e programas, em todos os níveis da administração, mediante a atuação das chefias individuais, a realização sistemática de reuniões com a participação das chefias subordinadas e a instituição e funcionamento de comissões de coordenação em cada nível. Quando submetidos ao Presidente da República, os assuntos deverão ter sido previamente coordenados com todos os setores interessados, de modo a sempre compreenderem soluções integradas. Isso deve ser adotado menores níveis também. c) Descentralização: execução das atividades deverá ser amplamente descentralizada. a) separando-se a direção da execução ( Confunde com desconcentração). b) da Administração Federal para a das unidades federadas (Estados e Municípios), quando estejam devidamente aparelhadas e mediante convênio; c) da Administração Federal para a órbita privada, mediante contratos ou concessões. A mera formalização de atos administrativos é liberada, para dar enfoque às atividades de planejamento, supervisão, coordenação e controle. Para melhor gerir o planejamento, coordenação, supervisão e controle e com o objetivo de impedir o crescimento desmesurado da máquina administrativa, a Administração procurará desobrigar-se da realização material de tarefas executivas, recorrendo, sempre que possível,à execução indireta, mediante contrato, desde que exista, na área, iniciativa privada suficientemente desenvolvida e capacitada a desempenhar os encargos de execução, condicionado ao interesse público e às conveniências da segurança nacional. d) Delegação de Competência: Será utilizada como instrumento de descentralização administrativa, com o objetivo de assegurar maior rapidez e objetividade às decisões, situando-as na proximidade dos fatos, pessoas ou problemas a atender. De regra, é permitida delegação, conforme disposto em regulamento. e) Controle: Em todos os níveis e órgãos. O trabalho administrativo será racionalizado mediante simplificação de processos e supressão de controles que se evidenciarem como puramente formais ou cujo custo seja evidentemente superior ao risco. Distribuição de competências: CONCENTRAÇÃO: Mantem a execução com o chefe ou órgão central máximo. Atribuições privativas ou porque se optou em não delegar. DESCONCENTRAÇÃO: Delega atribuições a outros órgãos da própria administração direta, de hierarquia inferior. Delegar com hierarquia, internamente, para os ministérios e secretarias. DescEntraliza entre entidades. DescOncentra entre órgãos. CENTRALIZAÇÃO: Serviço prestado pelo diretamente pelo ente UEDM constitucionalmente previsto, sem delegação. Atua diretamente por meio de seus órgãos, que não tem personalidade própria. DESCENTRALIZAÇÃO: é a transferência da execução e/ou titularidade do serviço para entidades da administração indireta ou para particulares. Mesmo transferindo para o privado se não retira o caráter público do serviço, apenas transfere a execução. Entidades tem personalidade jurídica. Pode ser: OUTORGA: Transfere-se a TITULARIDADE e a execução. Exclusivamente para a Administração Indireta Por meio de LEI, com contornos de definitividade. Também chamada de descentralização TÉCNICA, POR SERVIÇO OU FUNCIONAL DELEGAÇÃO: Transfere-se apenas a EXECUÇÃO, por meio de: LEI às empresas públicas, soc. economia mista e fundações direito privado CONTRATO, nas concessões e permissões, aos particulares ATO ADMINISTRATIVO, nas autorizações, aos particulares Também chamada de descentralização por COLABORAÇÃO Tipos de descentralização 1) POLÍTICA/VERTICAL: Feita pela CF a cada ente federado (E, DF e M), com competência legislativa própria. 2) ADMINISTRATIVA: TERRITORIAL (GEOGRÁFICA) – Criada pessoa jurídica, como um Território Federal, por ex. OUTORGA (POR SERVIÇO, FUNCIONAL, TÉCNICA)– Transfere a atribuição de titularidade e execução para a administração indireta. DELEGAÇÃO (COLABORAÇÃO): concessionária, permissionária e autorizatária Regime Jurídico Único Lei nº 8.112/1990 - Regime Jurídico dos Servidores Civis da União, autarquias e fundações públicas Cargo público pode ser provimento efetivo (isolado ou carreira) ou em comissão CC (ainda que interino). Do Provimento, Vacância, Remoção, Redistribuição e Substituição: Provimento: nomeação; promoção; readaptação; reversão; aproveitamento; reintegração; recondução. Investidura se formaliza com a posse. Reserva vagas para deficientes até 20% Posse: 30 dias. Exercício: 15 dias. Trânsito: 10 a 30 dias. Jornada semanal de 40h, diária entre 6h e 8h, exceto leis especiais. As únicas formas de provimento que também geram vacância são: promoção e readaptação. Estágio probatório e estabilidade: 03 anos. Avaliação de desempenho (ACD-PR): assiduidade; disciplina; capacidade iniciativa; produtividade; responsabilidade. Servidor no probatório pode ocupar cargo ou função DAS e somente pode ser cedido para ocupar DAS. LICENÇAS DO PROBATÓRIO:, 81 incisos I a IV, 94, 95 e 96, afastamento curso formação cargo Federal. SUSPENDE O PROBATÓRIO Licenças e os afastamentos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, cargo em comissão sofre EXONERAÇÃO, enquanto que função de confiança sofre DISPENSA. remoção e redistribuição não são formas de provimento ou vacância b) Vacância Remoção, Redistribuição Substituição: remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. Redistribuição é o deslocamento de CARGO de provimento efetivo, ocupado ou vago, para outro órgão ou entidade do MESMO PODER, com prévia apreciação do órgão central do SIPEC, observados os seguintes preceitos: Dos Direitos e Vantagens a) Do Vencimento e da Remuneração: b) Das Vantagens c) Das Férias d) Das Licenças e) Dos Afastamentos f) Das Concessões g) Do Tempo de Serviço h) Do Direito de Petição Do Regime Disciplinar a) Dos Deveres b) Das Proibições c) Da Acumulação d) Das Penalidades Do Processo Administrativo Disciplinar a) Disposições Gerais b) Do Afastamento Preventivo c) Do Processo Disciplinar i. Do Inquérito ii. Do Julgamento iii. Da Revisão do Processo Da Seguridade Social do Servidor a) Disposições Gerais b) Dos Benefícios c) Da Assistência à Saúde Das Disposições Gerais Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado, para o primeiro dia útil seguinte, o prazo vencido em dia em que não haja expediente. Consideram-se da família do servidor, além do cônjuge e filhos, quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro, que comprove união estável como entidade familiar.