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SEMIOLOGIA
Semiotécnica
semiologia e semiotécnica
Semiologia
Definição: investigação e
estudo dos sinais e sintomas
apresentados pelo paciente
avaliada clinicamente
Semioténica
Definição: é o estudo e a
metodização das ações que
sucedem ao exame físico – a
semiologia
Os profissionais de saúde
guiam-se por preceitos éticos
e legais, de forma a
assegurar qualidade para o
bem-estar dos seus pacientes,
como também para
recuperação de sua saúde,
por meio de atividades como
a prevenção de doenças,
promoção e recuperação de
agravos. 
Técnica para diagnóstico;
Técnica para pesquisar sinais
e sintomas;
Arte de explorar;
Obtenção de sinais e
sintomas;
Exemplo: palpação.
Usa a informação para
diagnosticar;
Análise e valorização dos
dados obtidos relacionando-os
com as possíveis causas e
efeitos de uma lesão,
propondo um diagnóstico
diferencial;
Especifica o diagnóstico;
Presume prognóstico e
tratamento
Propedêutica clínica
Sinal: dado objetivo que
pode ser notado pelo
profissional; você vê;
Sintoma: sensação subjetiva
relatada durante a
anamnese pelo paciente e
não visualizada pelo
profissional; o paciente
relata
Por meio da semiologia e
semiotécnica, é possível uma
verificação correta dos SSVV,
assim como de uma entrevista
e exame físico adequado
Como se formou o sinal ou
sintoma;
Exemplo: dieta altamente
cariogênica.
Semiogênese
Os parâmetros dos sinais
vitais (SSVV) fornecem dados
importantes para determinar
o estado de saúde do
paciente. Através da sua
verificação é possível 
identificar diagnósticos,
avaliar os resultados da
assistência e implantar as
intervenções planejadas, 
análise semiológica
adequada, pois quando os
mesmos estão alterados
indicam uma mudança na
função fisiológica, sendo
necessário que estas
alterações sejam
informadas para que se
tome uma conduta
adequada.
A semiologia e semiotécnica
contribuem para a
realização de um exame
físico completo no que se
refere a determinação dos
sinais vitais, da altura, do
peso e o exame de todos os
órgãos e sistemas
corporais, sendo
imprescindível o uso dos
métodos propedêuticos, que
são inspeção, palpação,
percussão e ausculta
Meio pelo qual iremos
chegar ao diagnóstico;
Tratado ou estudo dos
métodos de exame clínico;
Coordena e sistematiza
todos os elementos para
construir o diagnóstico
e, como consequência,
deduzir o prognóstico;
Estudo das lesões próprias da
mucosa bucal, do complexo
maxilomandibular e órgãos
anexos, bem como as
repercussões bucais de doenças
sistêmicas
É responsabilidade do cirurgião
dentista o estudo, o
diagnóstico, prevenção e
tratamento de doenças e
lesões bucais;
Com base nas provas
coletadas, deverá ser solicitado
os exames complementares
necessários para chegar ao
diagnóstico final e assim, seja
possível eleger a terapêutica
efetiva
Objetivo
Conceitos Importantes
1.Antissepsia: é a eliminação 
das formas vegetativas de
bactérias patogênica e
grande parte da flora
residente da pele ou mucosa,
através da ação de substâncias
químicas
2.Assepsia: Método empregado 
para impedir que um 
determinado meio seja 
3.Degermação: é a remoção 
de detritos, impurezas, 
sujeira e microrganismos da 
flora transitória e alguns 
da flora residente 
depositados sobre a pele 
através da ação mecânica 
de detergente, sabão ou 
pela utilização de 
substâncias químicas (anti-
sépticos)
(anti-sépticos).
contaminado. Quando este meio
for isento de bactérias
chamamos de meio asséptico.
4.Desinfecção: é a eliminação 
de microrganismos 
patogênicos na forma 
vegetativa, geralmente é feita
por meio químicos
(desinfetantes).
5.Equipamento de proteção
individual (EPI'S): são
equipamentos de proteção
utilizados pelo profissional, 
pessoal auxiliar, paciente e 
equipamentos, a fim de 
evitar contaminação e acidentes
(gorro, máscara, avental, luvas,
óculos de proteção...)
6.Esterilização: é a destruição
dos microrganismos nas formas
vegetativas e esporuladas. 
7.Infecção cruzada: é a
infecção ocasionada pela
tranmissão de um microrganismo
de um paciente para outro, 
geralmente pelo pessoal, 
ambiente ou um instrumento
contaminado.
Luvas: Serve de proteção para o profissional de saúde 
contra a aquisição de organismos infecciosos em suas mãos. É
equipamento de consumo, ou seja, deve ser descartado. Luvas de
procedimento devem ser usadas quando se prevê o contato direto
com substâncias corporais úmidas de qualquer cliente. As mãos são
lavadas e secas antes e depois de usar as luvas. 
Óculos: Não é descartável. Utilizados em procedimentos tais 
como: aspiração da traqueia, passagem/retirada/ de sonda
gástrica.
Gorro: São descartáveis e evitam queda de cabelos. 
Máscara: Evitam a transmissão de agentes infecciosos através do
ar. Evitam que secreções entre em contato com o paciente, além
de proteger o usuário contra a inalação de gotículas com 
grandes partículas, as quais são transmitidas pelo contato 
próximo. Tipos: máscara simples, máscara cirúrgica e N95.
Avental: Serve de proteção para o profissional. Devem ser usados
quando for provável que a roupa do profissional da saúde fique
suja por material infectado.
Calçados
Equipamento de Proteção Individual (EPI’s) 
Processo de diagnóstico
Anamnese + Exame físico;
Sinais + Sintomas
diagnóstico;
Exame geral/completo;
Examinar sob todos os
pontos de vista
Exame Clínico
Exame subjetivo;
É o momento em que o paciente relata o que sente (paciente
fala/refere);
Responde o que o cirurgião dentista pergunta (cirurgião dentista
escuta);
Ver não é anamnese;
Momento em que o paciente mostra os exames levados para a
consulta;
Paciente descreve o desenvolvimento dos sinais;
“Técnica de investigação”;
Os silêncios podem ser sinais não verbais de angústia ou um
prenúncio de passividade, 
inibição ou ultraje
Anamnese
História médica 
Paciente apresenta boa saúde geral? 
Com qual frequência visita o médico? 
É portador de alguma doença? 
Faz uso de algum medicamento? Qual? Qual a dosagem? Qual
horário? 
Tem alergia há algo? 
Já realizou cirurgia? Qual? Qual o motivo? Com quantos anos? 
Já tomou anestesia? Teve reação? 
Qual foi a última consulta ao médico? Qual o motivo? 
Faz exames periodicamente? Como estão?
Anotar a saúde geral do paciente, todos procedimentos
realizados, alergias, uso de medicamento, doenças, etc.
Antecedentes mórbidos 
familiares
Saúde da mãe e do pai; 
Casos de falência por
doença; 
Buscar doenças herdadas
(ex.: avô paterno faleceu
por câncer, mais alguém da
família teve câncer?);
Especificar todas as
doenças
Investigar doenças herdadas ou
com tendência na família.
Hábitos
Sua alimentação é regular? 
Tipo de alimentação? 
Conversar com o paciente sobre
seus hábitos e deixar claro que
haverá perguntas delicadas,
mas que precisam ser
respondidas sem omissão ou
mentira.
- Carboidratos;
- Proteínas;
- Verduras;
- Legumes;
- Lipídeos;
Suas condições de trabalho
são satisfatórias? 
Pratica exercício físico?
Qual? Quantas vezes por
semana? 
Há algum vício? Fumo?
Álcool? Drogas? 
-Ambiente salubre? 
-Qual a jornada? 
- Tipo;
- Tempo de uso;
- Quantidade por dia;
- Ex-dependente há
1º consulta ao dentista? 
Qual tratamento já realizou? Por qual motivo? 
Já extraiu algum dente? Por qual motivo? Qual dente? Qual
lado? Deixe claro e específico 
qual foi o dente
Em algum procedimento houve alguma intercorrência? 
Já foi anestesiado? Teve alguma reação? 
Qual foi a última visita ao dentista? Por qual motivo? Realizou
algum procedimento? 
Conhece os métodos de higiene bucal? 
Recebeu orientação profissional sobre os métodos de higiene
bucal? 
Quantas vezes por dia escova os dentes? Faz uso de
enxaguatório bucal? Qual? Com ou sem 
álcool? Qual a frequência?
Faz uso de fio dental? Quantas vezes ao dia?
Anotartoda a história da saúde bucal do paciente. Os seguintes
tópicos são fundamentais:
História odonto-estomatológica
Exame físico
Exame objetivo;
“A partir de agora vou examina-lo”;
Visão, olfato, tato e audição que você terá do paciente para
fazer parte do diagnóstico;
Empalpando: sem dor - ok; com dor - interpretar a sensação do
paciente
Pressão arterial: 
- 1º medida
- 2º medida
- 3º medida
- Normotenso (pressão
normal);
- Hipotenso (pressão
baixa);
- Hipertenso (pressão
alta)
Pulso radial: 
- Frequência (bpm)
- Estado da parede arterial
(lisa e endurecida/elástica e
rígida);
- Aferir bilateralmente;
- “Bolinha” na artéria placa de
ateroma;
- Normal: parede lisa, sem
torturosidades, com fácil
depressão;
- Achatados: parede endurecida,
irregular e tortuosa.
Temperatura axial 
Biótipo: 
Deambulação (andar) 
Coloração 
- ºC
- Longelíneo: face alongada; 
- Brevelíneo: face achatada;
- Normolíneo: medias iguais
- Própria;
- Alteração com o uso de
(muleta, bengala, andador, etc.);
- Andar em “;” AVC.
- Corado;
- Pálido (olhar olhos e unhas);
- Icterício;
- Cianótico.
Hidratação 
Lubrificação 
Tipo psicológico 
- Extrovertido/Introvertido;
- Agitado;
- Ansioso;
- Irritado;
- Medroso;
- Bipolar;
- Esquizofrênico;
- Depressivo.
- Hidratado;
- Desidratado (dorso da mão do
paciente fica elevado).
- Normal;
- Seca;
- Oleosa.
Fácies 
Lábios 
Hábitos parafuncionais 
Dissimetria 
-Típica: sem alteração;
-Atípica: renal, leonina,
adenoidiana, acromegalia,
parkinsoniana, etc. 
-descrever a anormalidade.
- Coloração;
- Ressecamento;
- Vedamento labial;
- Lesões.
- Bruxismo (diurno ou noturno);
- Hábito psicogênico;
- Onicofagia (roer unha);
- Mordiscar lábio.
- Assimetria ou não há ou o
lado maior;
- Lado;
- Hábitos;
- Posição para avaliação;
- Hipotonia muscular: “mastiga
mais do lado direito/esquerdo”
Loco-regional (extra-bucal)
Área da ATM 
Avaliação muscular
- Eutotrófico: normal (mastiga
bilateral);
- Hipertrófico: ex.: aumentado o
masseter;
- Hipotrófico: ↓.
Avaliação esquelética
- “Os ossos não apresentam
nenhuma alteração”.
Palpação
Características semiológicas dos linfonodos 
- Normal;
- Alterada do tipo inflamatória (dói, se move, calor);
- Alterada do tipo neoplásica (fixo, endurecido, ↑ volume);
- Alterada do tipo residual (↑ tamanho);
- Fistulada.
Loco-regional (intra-bucal)
Dentes 
Periodonto: rosada com aspecto casca
de laranja. 
Oclusão: se houver alteração, descreva. 
Aspecto mucoso geral 
Inspeção e palpação!
- Hígido, extraídos, não erupcionados.
- Mucosa labial: coloração, hidratação, etc.
- Mucosa jugal: rosada, lisa, elástica e a
presença do ducto parotídeo;
- Língua: esbranquiçada/rosada, papilas
visíveis;
- Assoalho bucal: avermelhado, visível
carúncula sublingual, drenagem de saliva;
- Palato duro: inserido, rosado, pregas
palatinas visíveis;
- Palato mole: róseo alaranjado, com
presença de pequenos capilares
avermelhados;
- Orofaringe: rosada, tonsila palatina
(hipertrofiada ou não).
Exemplo de descrição de Lesão fundamental:
Mucosa labial: lado esquerdo, na altura do dente 32,
presença de uma bolha, com cerca de 0,4cm, coloração
esbranquiçada, com halo eritematoso, com líquido seroso
no seu interior, assintomático, com HD: Mucocele.
Hipótese diagnóstica
Após o exame clínico,
possuímos uma HD, se ainda
não for obtido o resultado
final do diagnóstico, é
preciso realizar Exames
complementares
Exames de imagem {exame
radiográfico};
Exame de sangue;
Biópsia;
Citologia esfoliativa;
Outros;
Exames complementares
O processo de diagnóstico já se inicia desde o 1º contato com o
paciente, desde o momento em que visualizamos o mesmo, pois já
é possível fazer algumas observações importantes, tais como
estado emocional ou modo de andar.
Exame clínico: Anamnese (exame subjetivo) + Exame físico (exame
objetivo) -> HD
Exame complementar -> Diagnóstico
Ficha clínica
Todos os encontros entre o paciente e o cirurgião dentista
envolvem o registro das informações trocas em um formulário
próprio;
Semiografia: notação dos sinais e sintomas;
Manifestações de doenças que serão devidamente descritas em
todos os detalhes na sua história médica progressa;
O prontuário é a principal base de dados nas auditorias
jurídicas e eventuais litígios dessa natureza;
Relata a história clínica desde a primeira doença diagnosticada
pelo cirurgião dentista até a morte do paciente
Um conjunto de dados relacionados a cada novo exame clínico
será agregado sempre que uma nova queixa for apresentada;
Todas as consultas subsequentes devem ser datadas e
semiografadas detalhadamente no item “Evolução clínica”,
incluindo-se alterações dos sinais e sintomas, as solicitações de
exames complementares e seus resultados, as providências
terapêuticas e seus resultados;
“S-O-I-C”
- S: Avaliação subjetiva;
- O: Avaliação objetiva;
- I: Impressões sobre S e O;
- C: alterações ou manutenção da conduta.
Identificação
Nome (como está no R.G.,
completo); 
R.G.; 
Sexo; 
Cor (leucoderma, feoderma,
xantoderma, melanoderma); 
Idade; Data de nascimento; 
Estado civil; 
Profissão; 
Naturalidade (cidade que
nasceu); Estado (sigla);
Nacionalidade (país que
nasceu); 
Filiação (mãe, pai e
responsável legal, se for
menor de idade); 
Endereço (rua, número); CEP;
Bairro; UF (sigla): 
Telefone residencial (DDD +
número); 
Local de trabalho; 
Declaração (preencher nome
+ R.G. + data e pedir para
o paciente assinar); 
Assinar o termo de
autorização.
Exame físico geral – Observações
Análise superficial ou externa do paciente.
1. Estetoscopia/somatoscopia 
2. PA, ritmo respiratório, pulso, temperatura, sinais
vitais 
3. Notar desvios 
4. Notar harmonia dos segmentos do corpo, ambulação
e atitudes; 
5. Tegumento visível: palidez, cor da unha, hidratação
Exames Complementares
Exames hematológicos em
Odontologia:
Exames de laboratório:
- Alterações de leucócitos;
- Problemas de sangramento;
- Avaliação de glicemia
(Diabetes mellitus);
- Hepatite B;
- Doenças imunológicas.
-Exames sorológicos; 
-Exames bioquímicos; 
-Hemograma; 
-Coagulograma. 
Dentista utiliza um pequeno
número de exames laboratoriais
e visam: 
- Confirmar ou excluir a
anemia;
Principais exames
Sorológicos 
- Sífilis;
- Toxoplasmose;
- Mononucleose;
- Blastomaniose;
- Leishmaniose;
- Hepatite;
- AIDS.
Bioquímicos 
- Doença de Paget;
- Displasia Fibrosa;
- Lesão central de células
gigantes;
- Tumor de Hiperparatiroidismo.
Exames sorológicos
Detectar e quantificar os
antígenos (IgM) e anticorpos
(IgG); 
Detectar substâncias que
podem desempenhar o papel
de antígeno. Ex.: drogas,
hormônios; 
Podem utilizar reagentes
não-marcados ou reagentes
marcados; 
A sorologia pode ser: 
Definir a patologia que está
em questão (IgG
específicos). Ex.:
Toxplasmose x Rubéola; 
Identificar a fase da
infecção pela classe (IgG); 
Pesquisa de doadores; 
Avaliar a sequência do
agravamento ou não
agravamento.
- Qualitativa se existe
anticorpos (IgM);
- Quantitativa qual o nível de
anticorpos (IgG);
- Teste de aglutinação e
precipitação detecção do tipo
de infecção
Componentes do Sangue
Plasma
Plaquetas
-Componente líquido do sangue; 
-Onde estão dissolvidas
substâncias orgânicas e
inorgânicas; 
-Proteínas: albumina,
imunoglobulinas, fatores de
coagulação, enzimas,
lipoproteínas; 
-Lipídeos, glicose e sais
inorgânicos. 
-Trombócitos ou magacariócitos; 
-Pequenos elementos importantes
na coagulação; 
-Valor de referência: entre
150.000 a 450.000 mm³.
Glóbulos vermelhos
-Valores de referência: 
- Homem: 4,1 a 6,0 milhões/mm³;
Normocítica -tamanho normal; 
Microcítica - anemia por
deficiência de ferro; 
Macrocítica - anemia causada
por deficiência de vitamina B12; 
Hemácia pálida: hipocromia; 
Hemácia normal: normocromia; 
 
Glóbulos brancos
-Eritrócitos ou hemácias; 
-Compreende a maioria dos
elementosfigurados; 
- Mulher: 3,9 a 5,5 milhões/mm³;
Hemácia falsa: hipercromia.
-Leucócitos; 
-Apresentam características
morfológicas específicas; 
-Valor de referência: variam de
4.000 a 10.000/mm³. 
Exames hematológicos 
Pacientes com distúrbios hemorrágicos e para a avaliação da
homeostasia pré-operatória; 
Conjunto de exames para a avaliação da homeostasia; 
Distúrbios vasculares; 
Fatores de coagulação; 
Presença de inibidores específicos e inespecíficos da coagulação; 
Os problemas de sangramento resultam de redução acentuada do
número de plaquetas, 
função anormal das plaquetas ou de defeitos nos sistemas de
coagulação;
Uso de aspirina ou Antinflamatório não esteroidal (AINE) alteram
a adesividade plaquetária e o tempo de sangramento;
Conduta: retirar antes das cirurgias com pelo menos 1 semana
de antecedência (autorização médica);
Risco de sangramento; 
Risco de trombose. 
Coagulograma
Tempo de protrombina
Analisar as vias
extrínseca e comum de
coagulação; 
Avaliação a função
hepática; 
Monitorar a resposta à
terapêutica
anticoagulante;
1,1 a 1,5 segundos; 
Alteração sugere: 
-Relação com a vitamina K;
-Demonstra deficiência
hepática;
-Monitoramento de terapia
anticoagulante
Avalia as vias intrínsecas e comum da
cascata de coagulação; 
25 a 40 segundos; 
Quando aumentado sugere: 
- Defeitos genéticos de fatores intrínsecos
incluindo hemofilia clássica;
- Doença de Christmas;
- Utilizado para monitorar pacientes que fazem o
uso de Heparina
Tempo de tromboplastina
Tempo de coagulação
Tempo de coagulação
Avalia a capacidade de formação das fibrinas (coágulo); 
5 a 10 minutos; 
Quando aumentado sugere: 
- Deficiência de algum fator de coagulação (hemofilia);
- Deficiência de vitamina K e drogas anticoagulantes.
Eritrograma
Hematimetria
Dosagem de hemoglobina
Hematócrito
Volume corpuscular médio
Hemoglobina corpuscular
Contagem de glóbulos vermelhos; 
↑: Eritrocitose ou policetemia; 
↓: Eritropenia – anemia.
 Hb em grama; 
↓: anemia.
Proporção entre a parte sólida e a
parte líquida; 
↑: queimadura ou desidratação; 
↓: anemia
Avalia o tamanho (volume) da
hemácia em fentolitros; 
↑ 100fl: macrocítica 
↓ 80f: microcítia. 
Peso médio da Hb na hemácia; 
Picogramas
CHCM
Concentração de hemoglobina
corpuscular média; 
Grau de saturação; 
Proporção da Hb dentro da Hemácia
em %
Leucograma
Identifica os leucócitos e
suas alterações morfológicas; 
Determina infecção ou
inflamação; 
Biópsia da medula óssea; 
Monitora a resposta à
quimioterapia, radioterapia e
outros tipos de terapia. 
Neutrófilos
Eosinófilos
Neutrofilia: aumento do número de
neutrófilos; 
Neutropnia: diminuição do número
de neutrófilos; 
2º linha de defesa; 
Função: fagocitose; 
60 a 65% dos leucócitos; 
Aumento causado por infecções
bacterianas.
Alergia (rinite); 
Processos alérgicos; 
Aumento: Eosinofilia; 
2 a 4% dos leucócitos.
Basófilos
Linfócitos
Monócitos
0 a 2%; 
Presentes nas inflamações
crônicas e nas reações alérgicas
de hipersensibilidade. 
20 a 30% dos leucócitos; 
Principal linha de defesa contra
infecção; 
Responsáveis pela produção de
anticorpos; 
Fazem o reconhecimento de
organismos estranhos
responsáveis pela rejeição de
transplantes 
4 a 8% dos leucócitos; 
Células que identificam antígenos; 
↑: monocitose: início/fase final
do processo infeccioso; 
↓: monocitopenia: ruim (infecção
tomando conta)
Hemograma
Baixo custo; 
Visão panorâmica 
- Quantitativa;
- Qualitativa (estado geral
do paciente);
Efetivas condições de saúde; 
Associar com exame clínico.
Exames Complementares
Cito: célula
Logia: estudo
Esfoliação: raspagem
Exame complementar que
consiste no estudo da célula
através da esfoliação; 
Não atinge células profundas; 
Realizado em camadas
superficiais, não atinge o
tecido conjuntivo; 
Exame que raspa o tecido
mole; 
Fazer raspagem do tecido e
colocar na lâmina; 
Utilizar um instrumento
Citologia esfoliativa
Acondicionar o material
coletado; 
Deve permitir ser descamada;
Lesão queratinizada não
permite citologia; 
Raspar delicado, mas com
vigor; 
Células mortas interferem na
avaliação; 
Acondicionar em pote de
plástico/vidro, que em geral
já tem trilho; 
Quando não tiver trilho,
colocar um clips em cada
lâmina; 
Fixar o material com spray
fixador para material
científico; 
Álcool 95% pode ser usado
para fixar; 
Éter puro > álcool 95%, mas
não vende mais; 
Quando usar o álcool para
fixar, deixar a lâmina imersa
no álcool até chegar ao
Patologista.
Lesão fundamental: placa branca 
Etiologia: reação à sucção da mucosa decorrente da atividade dos
dentes posteriores 
Diagnóstico: aspecto clínico 
Característica clínica: assintomática, apresenta-se bilateralmente 
Localização: mucosa jugal paralela à linha de oclusão 
Peculiaridade: a linha é mais ou menos evidente em diferentes
indivíduos 
Exame complementar: desnecessário 
Tratamento: desnecessário
Linha alba
Biópsia
Material vivo; 
Cortar/corte; 
Utiliza puch que é
extremamente cortante; 
-Incisional; 
-Excisional. 
Citologia é raspagem,
Biópsia é corte!
Alterações de cor - Brancas 
Lesão fundamental: placa branca 
Etiologia: reação à sucção da mucosa decorrente da atividade dos
dentes posteriores 
Diagnóstico: aspecto clínico 
Característica clínica: assintomática, apresenta-se bilateralmente 
Localização: mucosa jugal paralela à linha de oclusão 
Peculiaridade: a linha é mais ou menos evidente em diferentes
indivíduos 
Exame complementar: desnecessário 
Tratamento: desnecessário
Leucoedema
Localização: mucosa bucal
Peculiaridade: fator predisponente á alteração sistemica
Exame complementar: Citologia esfoliativa 
Tratamento: Corticosteroide
Lesão fundamental: placa branca 
Etiologia: infecção fúngica
(candida albicans)
Característica clínica: dimensões
diversas, removido por
raspagem
Candidíase
Lesão fundamental: pápulas esbranquiçadas 
Etiologia: fumo 
Diagnóstico: aspecto clínico 
Característica clínica: Múltiplas pápulas com pontos centrais
avermelhados 
Localização: Áreas queratinizadas (palato duro) 
Diagnóstico diferencial: 
Peculiaridade: Abertura dos ductos das glândulas salivares
menores inflamadas 
Exame complementar: desnecessário 
Tratamento: Eliminar o hábito de fumar
Estomatite nicotínica
Lesão fundamental: placa/pápulas brancas 
Etiologia: Doença geneticamente determinada 
Diagnóstico: aspecto clínico 
Característica clínica: bilaterais e simétricas 
Localização: Mucosa jugal, mucosa labial,ventre da lígua, assoalho
bucal e palato mole 
Diagnóstico diferencial: Leucoedema, líquen plano e mordeduras de
bochecha 
Peculiaridade: Consistência esponjosa com superfície rugosa,
queratótica e de aspecto pregueado 
Exame complementar: História familiar é de grande importância +
exame citológico T
ratamento: Bochechos com Tetraciclina a 0,25% em solução aquosa
Nevo branco esponjoso 
Lesão fundamental: Pápulas brancas ou amareladas 
Característica clínica: 1 a 2mm de diâmetro 
Localização: Vermelhão do lábio e mucosa jugal (ás vezes em
palato, gengiva e língua)
Peculiaridade: Assintomáticas 
Exame complementar: nenhum
Tratamento: Desnecessário 
Grânulos de Fordyce 
Alterações de cor - Amarelas 
Alterações de cor – Marrons 
Lesão fundamental: Placas escurecidas 
Etiologia: Presença de melanina 
Característica clínica: Manchas
pigmentadas castanhas 
Localização: Principalmente na gengiva
inserida, mas ocorre também em mucosa
da bochecha e na língua 
Peculiaridade: Comumente em indivíduos
melanodermas 
Exame complementar: Apenas aspecto
clínico 
Tratamento: Desnecessário 
Pigmentação melânica racial (Melanoplaquia) 
Lesão fundamental: mancha 
Etiologia: Anomalia de desenvolvimento ou 
Característica clínica: Mancha 
Localização: Rara na mucosa bucal 
Diagnóstico diferencial: Máculas melanóticas,
tatuagem por amálgama e malanoma 
Peculiaridade: Lesão plana, ligeiramente saliente,bem delimitada, coloração amarronzada, negra ou
azulada 
Exame complementar: Exame histopatológico após
remoção 
Tratamento: Remoção cirurgica 
Nevo pigmentado 
 neoplasia benigna 
Alterações de cor – Negras 
Lesão fundamental: mancha 
Etiologia: Deposição de amálgama 
Característica clínica: Áreas delimitadas
de cor preta 
Localização: Gengiva, mucosa jugal,
rebordo alveolar 
Diagnóstico diferencial: Nevo pigmentado
azul e angioma 
Peculiaridade: Radiografia com resultado
radiopaco no local é confirmação da
tatuagem 
Exame complementar: Exame
histopatológico e radiografia 
Tratamento: Remoção cirurgica
Tatuagem por amálgama 
Alterações de cor – Azuis 
Lúpus sistêmico 
Lesão fundamental: Alteração de cor 
Etiologia: Desconhecida Característica
clínica: Lesão eritematosa 
Localização: Palato duro e mole 
Diagnóstico diferencial: Eritroplasia,
candidose aguda atrófica e líquen plano
erosivo 
Peculiaridade: Ocorre principalmente em
mulheres (10:1) entre 15 e 60 anos 
Exame complementar: Exame
histopatológico+ Exames complementares 
Tratamento: Terapêutica sistêmica médica
e terapêutica local com Omcilon A 
Alterações de cor – Vermelhas 
Eritroplasia 
Lesão fundamental: Mancha 
Etiologia: Exposição a agentes
carcinogênicos, principalmente fumo
e álcool 
Característica clínica: Lesão de
coloração avermelhada 
Localização: Assoalho bucal e palato
duro/mole 
Diagnóstico diferencial: Sarcoma de
Kaposi, candidose aguda atrófica,
líquen plano erosivo, lúpus 
Peculiaridade: Potencial de
transformação maligna para
carcinoma epidermoide 
Tratamento: Médico