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ªSérie1 ENSINO MÉDIO 3AM1 CADERNO DE QUESTÕES 1. Marque a alternativa em que haja somente substantivos sobrecomuns. (A) jacaré - cônjuge - artista (B) neném - criança - mártir (C) carrasco - condor - algoz (D) membro - gênio – defunto (E) bonito – feio - quase 2. (A) cachorros-quente / pés-de-moleques (B) cachorro- quentes / pés-des-moleques (C) cachorros-quentes / pé-des-moleques (D) cachorro- quentes / pé-de-moleques (E) cachorros-quentes / pés-de-moleque Os substantivos podem se apresentar no singular ou no plural, reflexo da quantidade de seres representados pela palavra em questão. Com isso, a correta flexão de plural dos termos “cachorro-quente” e “pé-de-moleque” é, respectivamente: Leia o seguinte trecho de uma entrevista concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa: Entrevistador: - O protagonismo do STF dos últimos tempos tem usurpado as funções do Congresso? Entrevistado: - Temos uma Constituição muito boa, mas excessivamente detalhista, com um número imenso de dispositivos e, por isso, suscetível a fomentar interpretações e toda sorte de litígios. Também temos um sistema de jurisdição constitucional, talvez único no mundo, com um rol enorme de agentes e instituições dotadas da prerrogativa ou de competência para trazer questões ao Supremo. É um leque considerável de interesses, de visões, que acaba causando a intervenção do STF nas mais diversas questões, nas mais diferentes áreas, inclusive dando margem a esse tipo de acusação. Nossas decisões não deveriam passar de duzentas, trezentas por ano. Hoje, são analisados cinquenta mil, sessenta mil processos. É uma insanidade. Veja, 15/06/2011. 3. No trecho “dotadas da prerrogativa ou de competência”, a presença de artigo antes do primeiro substantivo e a sua ausência antes do segundo fazem que o sentido de cada um desses substantivos seja, respectivamente, (A) figurado e próprio. (B) abstrato e concreto. (C) específico e genérico. (D) técnico e comum. (E) lato e estrito. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto abaixo e responda à(s) questão(ões) a seguir. Laivos de memória “... e quando tiverem chegado, vitoriosamente, ao fim dessa primeira etapa, mais ainda se convencerão de que abraçaram uma carreira difícil, árdua, cheia de sacrifícios, mas útil, nobre e, sobretudo bela.” (NOSSA VOGA, Escola Naval, Ilha de Villegagnon, 1964) Há quase 50 anos, experimentei um misto de angústia, tristeza e ansiedade que meu jovem coração de adolescente soube suportar com bravura. Naquela ocasião, despedia-me dos amigos de infância e da família e deixava para trás bucólica cidadezinha da região serrana fluminense. A motivação que me levava a abandonar gentes e coisas tão caras era, naquele momento, suficientemente forte para respaldar a decisão tomada de dar novos rumos à minha vida. Meu mundo de então se tornara pequeno demais para as minhas aspirações. Meus desejos e sonhos projetavam horizontes que iam muito além das montanhas que circundam minha terra natal. Como resistir à sedução e ao fascínio que a vida no mar desperta nos corações dos jovens? Havia, portanto, uma convicção: aquelas despedidas, ainda que dolorosas – e despedidas são sempre dolorosas – não seriam certamente em vão. Não tinha dúvidas de que os sonhos que acalentavam meu coração pouco a pouco iriam se converter em realidade. Em março de 1962, desembarcávamos do Aviso Rio das Contas na ponte de atracação do Colégio Naval, como integrantes de mais uma Turma desse tradicional estabelecimento de ensino da Marinha do Brasil. Ainda que a ansiedade persistisse oprimindo o peito dos novos e orgulhosos Alunos do Colégio Naval, não posso negar que a tristeza, que antes havia ocupado espaço em nossos corações, era naquele momento substituída pelo contentamento peculiar dos vitoriosos. E o sentimento de perda, experimentado por ocasião das despedidas, provara- se equivocado: às nossas caras famílias de origem agregava-se uma nova, a Família Naval, composta pelos recém-chegados companheiros; e às respectivas cidades de nascimento, como a minha bucólica Bom Jardim, juntava- se, naquele instante, a bela e graciosa enseada Batista das Neves em Angra dos Reis, como mais tarde se agregaria à histórica Villegagnon em meio à sublime baía de Guanabara. Ao todo foram seis anos de companheirismo e feliz convivência, tanto no Colégio como na Escola Naval. Seis anos de aprendizagem científica, humanística e, sobretudo, militar-naval. Seis anos entremeados de aulas, festivais de provas, práticas esportivas, remo, vela, cabo de guerra, navegação, marinharia, ordem-unida, atividades extraclasses, recreativas, culturais e sociais, que deixaram marcas indeléveis. Estes e tantos outros símbolos, objetos e acontecimentos passados desfilam hoje, deliciosa e inexoravelmente distantes, em meio a saudosos devaneios. Ainda como alunos do Colégio Naval, os contatos preliminares com a vida de bordo e as primeiras idas para o mar – a razão de ser da carreira naval. Como Aspirantes, derrotas mais longas e as primeiras descobertas: Santos, Salvador, Recife e Fortaleza! Fechando o ciclo das Viagens de Instrução, o tão sonhado embarque no Navio-Escola. Viagem maravilhosa! Nós, da Turma Míguens, Guardas-Marinha de 1967, tivemos a oportunidade ímpar e rara de participar de um cruzeiro ao redor do mundo em 1968: a Quinta Circum- navegação da Marinha Brasileira. Após o regresso, as platinas de Segundo-Tenente, o primeiro embarque efetivo e o verdadeiro início da vida profissional – no meu caso, a bordo do cruzador Tamandaré, o inesquecível C-12. Era a inevitável separação da Turma do CN-62/63 e da EM-64/67. Novamente um misto de satisfação e ansiedade tomou conta do coração, agora do jovem Tenente, ao se apresentar para servir a bordo de um navio de nossa Esquadra. Após proveitosos, mas descontraídos estágios de instrução como Aspirante e Guarda-Marinha, quando as responsabilidades eram restritas a compromissos curriculares, as platinas de Oficial começariam, finalmente, a pesar forte em nossos ombros. Sobre essa transição do status de Guarda-Marinha para Tenente, o notável escritormarinheiro Gastão Penalva escrevera com muita propriedade: “... é a fase inesquecível de nosso ofício. Coincide exatamente com a adolescência, primavera da vida. Tudo são flores e ilusões... Depois começam a despontar as responsabilidades, as agruras de novos cargos, o acúmulo de deveres novos”. E esses novos cargos e deveres novos, que foram se multiplicando a bordo de velhos e saudosos navios, deixariam agradáveis e duradouras lembranças em nossa memória. Com o passar dos tempos, inúmeros Conveses e Praça d’ Armas, hoje saudosas, foram se incorporando ao acervo profissionalafetivo de cada um dos integrantes daquela Turma de Guardas-Marinha de 1967. Ah! Como é gratificante, ainda que melancólico, repassar tantas lembranças, tantos termos expressivos, tanta gíria maruja, tantas tradições, fainas e eventos tão intensamente vividos a bordo de inesquecíveis e saudosos navios... E as viagens foram se multiplicando ao longo de bem aproveitados anos de embarque, de centenas de dias de mar e de milhares de milhas navegadas em alto mar, singrando as extensas massas líquidas que formam os grandes oceanos, ou ao longo das águas costeiras que banham os recortados litorais, com passagens, visitas e arribadas em um sem-número de enseadas, baías, barras, angras, estreitos, furos e canais espalhados pelosquatro cantos do mundo, percorridos nem sempre com mares bonançosos e ventos tranquilos e favoráveis. Inúmeros foram também os portos e cidades visitadas, não só no Brasil como no exterior, o que sempre nos proporciona inestimáveis e valiosos conhecimentos, principalmente graças ao contato com povos diferentes e até mesmo de culturas exóticas e hábitos às vezes totalmente diversos dos nossos, como os ribeirinhos amazonenses ou os criadores de serpentes da antiga Taprobana, ex-Ceilão e hoje Sri Lanka. Como foi fascinante e delicioso navegar por todos esses cantos. Cada novo mar percorrido, cada nova enseada, estreito ou porto visitado tinha sempre um gosto especial de descoberta... Sim, pois, como dizia Câmara Cascudo, “o mar não guarda os vestígios das quilhas que o atravessam. Cada marinheiro tem a ilusão cordial do descobrimento”. (CÉSAR, CMG (RM1) William Carmo. Laivos de memória. In: Revista de Villegagnon, Ano IV, nº 4, 2009. p. 42-50. Texto adaptado) 4. Em que opção o plural do substantivo composto segue a mesma regra de flexão do termo destacado em “[...] o tão sonhado embarque no Navio-Escola.” (11º parágrafo)? (A) água-marinha valiosa. (B) obra-prima da Natureza. (C) vitória-régia da Amazônia. (D) salário-família irrisório. (E) carta-bilhete do Aspirante. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO Texto Erico Verissimo (1905 – 1975), nascido em Cruz Alta (RS), foi um dos escritores mais populares da chamada segunda fase modernista, que começou na década de 1930. Sua obra mais conhecida é o “Tempo e o Vento”, uma trilogia de romances, na qual ele narra a história de um clã familiar, os Terra Cambarás, de 1745 até 1945, tendo como contexto a formação da fronteira nacional na região sul. O espaço central desses romances é a cidade fictícia de Santa Fé, situada no noroeste do Rio Grande do Sul. O texto “O Sobrado”, que integra o romance “O Continente”, versa sobre o chefe do clã, Licurgo Cambará, que resiste em casa ao cerco dos inimigos pertencentes ao clã oposto, dos Amaral. Na obra, é abordado um episódio da Revolução Federalista (1893 – 1895), uma guerra civil entre dois grupos de ideias opostas: um que desejava aumentar os poderes do presidente da República e outro que desejava uma maior autonomia aos estados. O SOBRADO Era uma noite fria de lua cheia. As estrelas cintilavam sobre a cidade de Santa Fé, que de tão quieta e deserta parecia um cemitério abandonado. 1Era tanto o silêncio e tão leve o ar, que se alguém aguçasse o ouvido talvez pudesse até escutar o sereno na solidão. Agachado atrás dum muro, José Lírio preparava-se para a última corrida. Quantos passos dali até a igreja? Talvez uns dez ou doze, bem puxados. Receberá ordens para revezar o companheiro que estava de vigia no alto duma das torres da Matriz. “Tenente Liroca”, dissera-lhe o coronel, havia poucos minutos, “suba pro alto do campanário e fique de olho firme no quintal do Sobrado. Se alguém aparecer pra tirar água do poço, faça fogo sem piedade.” José Lírio olhava a rua. Dez passos até a igreja. Mas quantos passos até a morte? Talvez cinco... ou dois. Havia um atirador infernal na água-furtada do Sobrado, à espreita dos imprudentes que se aventurassem a cruzar a praça ou alguma rua a descoberto. Os segundos passavam. Era preciso cumprir a ordem. Liroca não queria que ninguém percebesse que ele hesitava, que 3era um covarde. Sim, covarde. Podia enganar os outros, mas não conseguia iludir-se a si mesmo. Estava metido naquela revolução porque era federalista e tinha vergonha na cara. Mas não se habituava nunca ao perigo. Sentirá medo desde o primeiro dia, desde a primeira hora— um medo que lhe vinha de baixo, das tripas, e lhe subia pelo estômago até a goela, como uma geada, 6amolecendo-lhe as pernas, os braços, a vontade. Medo é doença; medo é febre. Engraçado. A noite estava fria mas o suor escorrialhe pela cara barbuda e entrava-lhe na boca, com gosto de salmoura. O tiroteio cessara ao entardecer. Talvez a munição da gente do Sobrado tivesse acabado. Ele podia atravessar a rua devagarinho, assobiando e acendendo um cigarro. Seria até uma provocação bonita. Vamos, Liroca, honra o lenço encarnado. Mas qual! Lá estava aquela sensação fria de vazio e enjoo na boca do estômago, o minuano gelado nos miúdos. Donde lhe vinha tanto medo? Decerto do sangue da mãe, pois as gentes do lado paterno eram corajosas. O avô de Liroca fora um bravo em 35. O pai lhe morrera naquela mesma revolução, havia pouco mais dum ano tombara estripado numa carga de lança, mas lutando até o último momento. “Lírio é macho”, murmurou Liroca para si mesmo. “Lírio é macho.” 9Sempre que ia entrar num combate, repetia estas palavras: “Lírio é macho”. Levantou-se devagarinho, apertando a carabina com ambas as mãos. Sentia o corpo dorido, a garganta seca. Tornou a olhar para a igreja. Dez passos. Podia percorrê-los nuns cinco segundos, quando muito. Era só um upa e estava tudo terminado. Fez avançar cautelosamente a cabeça e, com a quina do muro a tocar-lhe o meio da testa e a ponta do nariz, fechou o olho direito e com o esquerdo ficou espiando o Sobrado que lá estava, do outro lado da praça, com sua fachada branca, a dupla fileira de janelas, a sacada de ferro e os altos muros de fortaleza. Havia no casarão algo de terrivelmente humano que fez o coração de José Lírio pulsar com mais força. Os federalistas tinham tomado a cidade havia quase uma semana, 14mas Licurgo Cambará, o intendente e chefe político republicano do município, encastelara-se em sua casa com toda a família e um grupo de correligionários, e de lá ainda oferecia resistência. Enquanto o Sobrado não capitulasse, os revolucionários não poderiam considerar-se senhores de Santa Fé, pois os 16atiradores da água-furtada praticamente dominavam a praça e as ruas em derredor. Por alguns instantes José Lírio ficou a mirar a fachada do casarão, e de repente a lembrança de que Maria Valéria estava lá dentro lhe varou o peito como um pontaço de lança. Soltou um suspiro fundo e entrecortado, que foi quase um soluço. De novo se encolheu atrás do muro e tornou a olhar para a igreja. Se conseguisse chegar a salvo até a parede lateral, ficaria fora do alcance do atirador do Sobrado, e poderia entrar no campanário pela porta da sacristia. Vamos, Liroca, só uma corrida. Que te pode acontecer? O homem te enxerga, faz pontaria, atira e acerta. Uma bala na cabeça. Pronto! Cais de cara no chão e está tudo liquidado. Acaba-se a agonia. Dizem que quando a bala entra no corpo da gente, no primeiro momento não dói. Depois é que vem a ardência, como se ela fosse de ferro em brasa. Mas quando o ferimento é mortal não se sente nada. O pior é arma branca. Vamos, Liroca. Dez passos. Cinco segundos. Lírio é macho, Lírio é macho. José Lírio continuava imóvel, olhando a rua. Ainda ontem um companheiro seu ousará atravessar aquele trecho à luz do dia, num momento em que o tiroteio cessará. Ia cantando e fanfarronando. Viu-se de repente na água- furtada do sobrado um clarão acompanhado dum estampido, e o homem tombou. O sangue começou a borbotar-lhe do peito e a empapar a terra. “Vamos, menino!”. Quem falava agora nos pensamentos de Liroca era seu pai, o velho Maneco Lírio. Sua voz áspera como lixa vinha de longe, de um certo dia da infância em que Liroca faltará à escola e ao chegar a casa encontrará o pai atrás da porta com um rebenque na mão. “Agora tu me pagas, salafrário!” Liroca saíra a correr como um doido na direção do fundo do quintal. “Espera, poltrão!” E de repente o que o velho Maneco tinha nas mãos não era mais o chicote, e sim as próprias vísceras, que lhe escorriam moles e visguentas da feridado ventre. “Vamos, covarde!” De súbito, como tomado dum demônio, Liroca ergueu- se, apertou a carabina contra o peito e deitou a correr na direção da igreja. Seus passos soaram fofos na terra. Deu cinco passadas e a meio caminho, sem olhar para o Sobrado, numa voz frenética de quem pede socorro, gritou: “Pica-paus do inferno! Sou homem!”. Continuou a correr e, ao chegar ao ponto morto atrás da parede lateral da igreja, rojou-se ao solo e ali ficou, arquejante, com o peito colado à terra, o coração a bater acelerado, e sentindo entrar-lhe na boca e nas narinas talos de grama úmida de sereno. “A la fresca!”, murmurou ele. “A la fresca!” Estava inteiro, estava salvo. Fechou os olhos e deixou- se quedar onde estava, babujando a terra com sua saliva grossa, a garganta a arder, e o corpo todo amolentado por uma fraqueza que lhe dava um trêmulo desejo de chorar. VERISSIMO, Erico. O tempo e o vento, parte I: O Continente. 4ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 17-19 (texto adaptado). 5. Os vocábulos em destaque nos segmentos do texto: “Medo é doença” (ref. 7) “O pior é arma branca” (ref. 19) Apresentam, respectivamente, valores de: (A) substantivo / adjetivo (B) adjetivo / advérbio (C) adjetivo / substantivo (D) substantivo / substantivo (E) substantivo / advérbio 6. Sobre o Arcadismo é correto afirmar: I. É uma escola literária que, no Brasil, compreendeu o período entre 1768-1808, e antecede o Realismo. II. Também é conhecido como Classicismo. III. Fugere urbem, Locus amoenus e Carpe diem são expressões em latim que expressam tendências árcades. (A) Apenas III está correta. (B) Apenas I e II (C) Apenas II está correta. (D) I e III estão corretas. (E) Todas estão corretas. 7. Acerca do contexto histórico do Arcadismo, qual a alternativa correta? (A) Teve início no contexto da Abolição da escravatura e da Proclamação da República. (B) Teve início durante a Revolução Francesa. (C) Teve início durante as Grandes Navegações. (D) Teve início durante a transição do regime monárquico para o regime republicano. (E) Teve início em meio ao Iluminismo. 8. Leia os fragmentos abaixo, extraídos da obra Marília de Dirceu. FRAGMENTO 1: “Na sua face mimosa, Marília, estão misturadas Purpúreas folhas de rosa, Brancas folhas de jasmim Dos rubis mais preciosos Os seus beiços são formados; Os seus dentes delicados São pedaços de marfim” FRAGMENTO 2: “Aos altos deuses moveram Soberbos gigantes guerra; No mais tempo o céu, e a terra Lhes tributa adoração. Muda-se a sorte dos homens; Só a minha sorte não?” Considere as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima: I. No fragmento um, encontramos Marília, a musa de Dirceu, a qual, seguindo as tendências do Arcadismo, é comparada às belezas da natureza. II. No fragmento dois, temos referências aos deuses, aspecto clássico, retomado pelo Arcadismo. III. No segundo fragmento, o eu- lírico mostra-se inconformado com sua sorte, pois está longe de sua amada. Quais estão corretas? (A) Apenas I. (B) Apenas I e II. (C) Apenas I e III. (D) Apenas II e III. (E) I, II e III. 9. Sobre a linguagem do Arcadismo é correto afirmar: I. adota um vocabulário complexo e rebuscado, opondose à clareza de ideias. O obejtivo do poeta árcade era tornar a linguagem uma espécie de labirinto. II. opõe-se à linguagem rebuscada do barroco, pois negam a provocação, rebeldia e a dúvida expressa na linguagem utilizada pelos artistas barrocos. III. os escritores árcades prezavam pela simplicidade da linguagem, expressa, sobretudo, nos sonetos de versos decassílabos. Qual(is) está(ão) corretas (A) Apenas I e II. (B) Apenas I e III. (C) Apenas II e III. (D) Apenas II. (E) Apenas III. 10. As tendências árcades estão muito relacionadas a termos em latim. Sobre eles é correto, EXCETO: (A) Fugere Urbem e Carpe Diem são características do Arcadismo contraditórias, já que uma trata do tema da fuga da cidade e a outra do retorno à cidade e de aproveitar toda a tecnologia e avanço que ela proporciona. (B) Aurea Mediocritas é um termo que expressa a idealização da vida simples no campo. (C) Locus Amoenus é a busca pelo lugar longe das cidades, um lugar agradável e pacífico. (D) Inutilia Truncat expressa a simplicidade da linguagem árcade em oposição à linguagem rebuscada do barroco. (E) O termo que expressa a efemeridade do tempo é Carpe Diem. 11. Leia a tirinha de Jim Davis. A fala do homem no primeiro quadrinho apresenta uma: (A) Suposição. (C) Intervenção. 12. Read the comic strip and answer: Why are Jon and Garfield (B) Afirmação (C) Explicação (D) Descrição astonished? (A) Because Odie made a funny sound, and it scared them. (B) Because the audio device knew Jon's and Garfield's name. (C) Because they did not sleep well due to the technological noises. (D) Because now all the articles are written by artificial intelligence. (E) Because the artificial intelligence heard and answered them. 13. Analise o meme publicado pelo perfil “Classical Damn” no A análise do meme permite caracterizar (A) os romanos como extravagantes. (B) os gregos como intransigentes. (C) os gregos como distraídos. (D) os romanos como inventivos. (E) os romanos como preguiçosos. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 14. Leia a tira de Bill Amend para responder às questões: From the comic strip, one can say that : (A) there is a generation conflict between mother and son. (B) Eileen Jacobson and the boy are not friends anymore. (C) the final level of the game is the boy’s target before going to school. (D) the ice cream is the boy’s prize for winning the game. (E) games exert an irresistible attraction on the boy. Instagram em 02.07.2021. 15. Text aims at: (A) engaging in a tricky campaign. (B) advertising counseling services. (C) describing alternative therapies. (D) instructing about social networks. (E) giving advice on avoiding solitude. 16. Em jogos de voleibol, um saque é invalidado se a bola atingir o teto do ginásio onde ocorre o jogo. Um jogador de uma equipe tem um saque que atinge uma grande altura. Seu recorde foi quando a batida do saque se iniciou a uma altura de 1,5 m do piso da quadra, e a trajetória da bola foi descrita pela parábola: Em que y representa a altura da bola em relação ao eixo x (das abscissas) que está localizado a 1,5 m do piso da quadra, como representado na figura. Suponha que em todas as partidas algum saque desse jogador atinja a mesma altura do seu recorde. A equipe desse jogador participou de um torneio de voleibol no qual jogou cinco partidas, cada uma delas em um ginásio diferente. As alturas dos tetos desses ginásios, em relação aos pisos das quadras, são: - ginásio l: 17 m; - ginásio II: 18 m; - ginásio III: 19 m; - ginásio IV: 21 m; - ginásio V: 40 m. O saque desse atleta foi invalidado: (A) apenas no ginásio I. (B) apenas nos ginásios I e II. (C) apenas nos ginásios I, II e III. (D) apenas nos ginásios I, II, III e IV. (E) em todos os ginásios. 17. O quadro representa a relação entre o preço de um produto (R) e seu respectivo imposto devido (I). Preço do produto (R) Impostodevido (I) R ≤ 5000 Isento 5000casca do manguezal, o popular mangue-vermelho. TRISTÃO, M, A educação ambiental e o pós- colonialismo. Revista de Educação. n. 53, ago, 2014. Uma característica de práticas tradicionais como a exemplificada no texto é a vinculação entre os recursos do mundo natural e a: (A) manutenção dos modos de vida. (B) conservação dos plantios da roca. (C) atualização do modelo de gestão. (D) participação na sociedade de consumo. (E) especialização nas etapas de produção. 30. A luta pela preservação ambiental tem sido um dos temas mais debatidos nos últimos anos. Diversos movimentos sociais têm surgido em resposta à degradação do meio ambiente. Disponível em: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/conheca- os-ativistas-que-estampam-esta-greve-pelo-clima/. Acesso em 14 mar. 2024. Nesse contexto, os movimentos sociais voltados para a preservação ambiental, como o do cartaz, têm contribuído significativamente para o(a): (A) ampliação da poluição e a deterioração dos recursos hídricos. (B) resistência às mudanças necessárias e a manutenção do status quo ambiental. (C) perpetuação das práticas predatórias e a degradação irreversível dos ecossistemas. (D) conscientização da sociedade e a divulgação de políticas de desenvolvimento sustentável. (E) enfraquecimento das políticas desenvolvimentistas e o aumento da exploração de recursos naturais. 31. A charge abaixo faz uma sátira a Napoleão Bonaparte. O título principal, Um homem pequeno com um grande apetite para o jantar, é uma referência à baixa estatura do imperador e seu "apetite" por conquistas territoriais demonstrado pelo expansionismo praticado por ele. Os processos de Independência dos países da América Latina, incluindo o Brasil, estão atrelados a essa expansão napoleônica pela Europa: De que forma esse “apetite” de Napoleão Bonaparte ajudou a deflagrar o processo de Independência das colônias portuguesa e espanhola na América? (A) Ao executar a expansão territorial, Napoleão Bonaparte impedia as regiões conquistadas de comercializar com os ingleses. Assim, sem ter para quem vender seus produtos, a Inglaterra vai patrocinar as independências latinoamericanas para abrir novos mercados. Para isso, manda sua marinha de guerra ajudar os “libertadores” da América. (B) Ao invadir a Rússia, Napoleão obriga a participação de Portugal e Espanha naquela aventura; com isso, as metrópoles ibéricas não têm condições de manter o controle sobre suas colônias e estas deflagram o processo de independência. (C) Napoleão invade Portugal e Espanha; a corte portuguesa foge para o Brasil. As colônias hispânicas aproveitam que o rei espanhol Fernando VII foi aprisionado pelo imperador francês e deflagram o processo de independência. (D) Não satisfeito com a expansão territorial na Europa, Napoleão Bonaparte vai patrocinar o processo de independência na América, para poder exercer o domínio político e econômico sobre os novos países que estavam surgindo. (E) Napoleão incentiva as independências das colônias lusohispânicas na América porque contava com o auxílio desses novos países na luta contra os velhos países imperialistas europeus. 32. Recentemente, foi publicado no Brasil o livro do tenente Thomas O’Neil, da Marinha Britânica, que testemunhou o embarque da família real portuguesa ao Brasil, em 1808. No dia 29, às sete horas, a manhã estava linda: uma brisa agradável soprava do quadrante leste fazendo com que os navios portugueses deslizassem diretamente para fora do Tejo (...). Tivemos então a profunda satisfação de ver nossas esperanças e perspectivas se realizarem totalmente: toda a frota portuguesa se dispôs sob proteção de Sua Majestade, enquanto disparava uma saudação recíproca de 21 salvas. Emocionado com o “espetáculo raro de se ver” da junção dos navios e das bandeiras de Portugal e Inglaterra, O’Neil não omite, entretanto, que o único espectador insensível à “cena de sublime beleza” era o “Exército francês que estava nas colinas”. Disponível em: https://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL197601- 7084,00DIARIO+RELATA+CAOS+E+EMOCAO+NA +FUGA+DA+CORTE+PORTUGUESA+PARA+O+B RASIL.html. Acesso em: 20 jul. 2022. As declarações do tenente O’Neil explicitam a(s): (A) aliança militar entre Portugal e a França (B) aproximação política entre Portugal e os Estados Unidos (C) rivalidades estratégicas entre Portugal e Inglaterra (D) repercussões da declaração de independência do Brasil (E) consequências do Bloqueio Continental de Napoleão 33. O quadro acima, “Os fuzilamentos de 3 de maio de 1808”, de Francisco Goya, retrata um episódio da violenta repressão francesa à resistência popular espanhola, durante a invasão napoleônica no país, entre 1807-1808. Assinale qual afirmativa abaixo relaciona corretamente esse fato com o processo de independência na América espanhola. (A) O enfraquecimento da metrópole espanhola, com a intervenção napoleônica, além das renúncias dos reis espanhóis e a coroação de José Bonaparte como imperador da Espanha, impulsionou o movimento por emancipação, liderado pelos criollos. (B) Com a ocupação do território espanhol por tropas francesas, foram organizadas nas colônias as juntas governativas e os cabildos com o intuito de lutarem a favor da invasão napoleônica, com a finalidade de defenderem os princípios iluministas praticados por Bonaparte. (C) Com a restauração da dinastia Bourbon na Espanha, em 1814, e o retorno ao regime absolutista, aumentaram os movimentos separatistas nas colônias, impulsionados pelas ideias iluministas defendidas por Napoleão Bonaparte. (D) Apesar da ocupação do território espanhol por tropas francesas e o uso da violência contra as classes populares, a elite criolla ainda assim apoiou o governante francês, pois lucravam com o monopólio comercial e defendiam a permanência dessa estrutura de exploração. (E) A elite criolla perdeu a liderança do movimento a favor da independência das colônias latino- americanas, para líderes populares, pois não se manifestaram contra a onda de massacres instaurada pelas tropas napoleônicas na Espanha. 34. No dia do golpe, 9 de novembro, a sucessão dos eventos é fulminante. Os episódios têm início já às 5 horas da manhã quando as convocações para uma reunião urgente, às 7, são expedidas aos anciãos (excetuados os poucos inclinados ao golpe). Às 6, Talleyrand preparava a carta de demissão do diretor Barras; às 7, um magote de oficiais se acotovela nas portas da casa de Napoleão, que lhes fala da situação difícil do país (...) Na cidade, vendem-se por toda parte panfletos que apresentam Napoleão como o salvador. (Carlos Guilherme Mota. A Revolução Francesa) O cenário descrito no texto deve ser relacionado com: (A) o Período do Terror, ocorrido durante a Revolução Francesa; (B) o Grande Medo, processo de violência desencadeado por camponeses, durante a Revolução Francesa; (C) o Golpe do 9 Termidor, quando a alta burguesia reassumiu o poder através dos girondinos; (D) a implantação da Monarquia hereditária, quando Napoleão se fez proclamar imperador; (E) o Golpe do 18 Brumário, quando a burguesia encontra o braço forte armado para consolidar os seus interesses. 35. Considerando o contexto histórico e os desdobramentos da Revolução Francesa, assinale a alternativa que caracteriza a “Era Napoleônica”. (A) Consolidação da revolução burguesa na França, por meio da contenção dos inimigos internos (monarquistas e jacobinos), e sua expansão para a Europa. (B) Retorno da monarquia absolutista ao poder, por intermédio da extinção da Declaração dos Direitos do Homeme do Cidadão. (C) Ascensão política das camadas populares, conhecidas como sans-cullotes, o que provocou a radicalização do processo. (D) Fim do Antigo Regime e implementação da Monarquia Constitucionalista, inspirada nos ideais jacobinos. (E) Início da Assembleia dos Estados Gerais, repressão aos monarquistas e derrota da Primeira Coligação Europeia Antifrancesa. 36. Leia a letra da música abaixo e, a seguir, responda o que se pede. Pais e Filhos [...] Eu moro com a minha mãe Mas meu pai vem me visitar Eu moro na rua não tenho ninguém Eu moro em qualquer lugar Já morei em tanta casa que nem me lembro mais Eu moro com os meus pais [...] Sou uma gota d'água Sou um grão de areia Você me diz que seus pais não lhe entendem Mas você não entende seus pais Você culpa seus pais por tudo E isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser Quando você crescer? (Legião Urbana) O grupo Legião Urbana, no trecho da música acima, faz referência à ideia de família e às relações que dela decorrem. A respeito dos estudos sociológicos sobre a família, é correto dizer que: (A) A família exerce dois tipos de socialização, a primária e a secundária, sendo a segunda a mais importante. (B) A socialização primária é uma das mais importantes funções da família por preparar o ingresso da criança na sociedade. (C) A família conjugal é típica de sociedades tradicionais e consiste em um grande número de parentes que habitam juntos e nutrem sentimento de lealdade. (D) A instituição familiar é a única capaz de realizar a socialização dos indivíduos, daí se ressalta a sua importância. (E) A proteção, a autoridade e o afeto familiar são características que ocorrem apenas nas sociedades modernas capitalistas, dado que o conceito de família surge neste contexto histórico. 37. Leia o texto a seguir. “[...] grandes mudanças que ocorreram na história da humanidade, aquelas que aconteceram no século XVIII – e que se estenderam no século XIX – só foram superadas pelas grandes transformações do final do século XX. As mudanças provocadas pela revolução científico- tecnológica, que denominamos Revolução Industrial, marcaram profundamente a organização social, alterando- a por completo, criando formas de organização e causando modificações culturais duradouras, que perduram até os dias atuais”. DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. São Paulo: Persons Prentice Hall, 2004. p. 124. Sobre o surgimento da Sociologia e das mudanças históricas apontadas no texto, assinale a alternativa correta: (A) A grande mecanização das fábricas nas cidades possibilitou o desenvolvimento econômico da população rural por meio do aumento de empregos. (B) A divisão social do trabalho foi minimizada com as novas tecnologias introduzidas pelas revoluções do século XVIII. (C) A sociologia foi uma resposta intelectual aos problemas sociais que surgiram, sobretudo, com as Revoluções Industrial e Francesa. (D) O controle teológico da sociedade foi possível com o emprego sistemático da razão e do livre exame da realidade. (E) As atividades rurais do período histórico tratado no texto foram o objeto de estudo que deu origem à sociologia como ciência. 38. Considerando o contexto histórico do surgimento da Sociologia, assinale a afirmação verdadeira. (A) A Sociologia surge no século XVI em decorrência direta das mudanças trazidas pelo desenvolvimento das grandes navegações. (B) A Sociologia surge a partir da Revolução Russa, no ano de 1917. (C) A Sociologia resulta dos estudos sobre o modo de produção desenvolvido na Ásia. (D) É no século XIX, já com a consolidação do sistema capitalista na Europa, que se encontra a herança intelectual mais próxima da Sociologia como ciência particular. (E) A Sociologia surge na Antiguidade Clássica, com os filósofos gregos, sendo considerada uma ciência desde aquele período. 39. "A cultura constitui, portanto, um processo pelo qual os homens orientam e dão significado às suas ações através de uma manipulação simbólica, que é atributo fundamental de toda prática humana. Nesse sentido, toda análise de fenômenos culturais é necessariamente análise da dinâmica cultural, isto é, do processo permanente de reorganização das representações na prática social, representações estas que são simultaneamente condição e produto de esta prática." Fonte: DURHAM, E. R. A dinâmica cultural da sociedade moderna. In: Ensaios de Opinião, n. 4, São Paulo, 1977, p. 13. Com base no texto acima, é correto afirmar que: (A) Cultura significa a manipulação da prática humana que reorganiza e dinamiza os fenômenos sociais. (B) Dinâmica cultural é a reprodução de toda prática humana em fenômenos culturais. (C) Fenômenos culturais são dinâmicos porque são representações de práticas sociais que estão em permanente reorganização. (D) Práticas sociais são dinâmicas porque a cultura é uma manipulação simbólica, sujeita a variações simultâneas de significados por parte dos homens. (E) Dinâmica cultural é a manipulação simultânea de significados simbólicos por parte dos homens. 40. Leia o texto a seguir. “[...] O interesse sociológico em explicar e prever padrões de mudança tem origem nos séculos XVIII e XIX, e na sublevação social que acompanhou a Revolução Industrial e as revoluções políticas, que cercaram o desenvolvimento da democracia. Embora esses primeiros trabalhos se concentrassem em formular leis universais que explicariam a complexidade da mudança social, elas foram desde então abandonadas em favor de teorias mais estreitamente focalizadas em aspectos particulares da vida social, como política, religião, economia, tecnologia e família. No fundo, a atenção à mudança social é inerente a todo trabalho sociológico simplesmente porque os sistemas sociais estão sempre em processo de mudança. Em outras palavras, se queremos compreender como sistemas sociais funcionam e se mantêm, precisamos, em algum nível, compreender como eles mudam ou se dissolvem.” JOHNSON, Allan G. Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 292-293. Com base no conceito sociológico apresentado no texto, a luta feminista pelos direitos das mulheres provocou transformações nos valores e nas ideias sobre a posição da mulher na sociedade. Essa mudança na estrutura social tem origem nos fatores (A) econômicos. (B) geográficos. (C) tecnológicos. (D) culturais. (E) biológicos. 41. Algumas células da pele possuem rodopsina, uma proteína fotoreceptora capaz de absorver raios ultravioleta, colaborando com a proteção desse órgão contra esse tipo de radiação. Essas células são denominadas: (A) Fibrócitos (B) Astrócitos (C) Mastócitos (D) melanócitos 42. Relacione os epitélios do bloco superior com suas respectivas características estruturais, descritas no bloco inferior. 1. Epitélio de proteção da pele 2. Epitélio de trocas gasosas dos pulmões 3. Epitélio de transporte dos túbulos renais 4. Epitélio secretor do pâncreas exócrino ( ) Várias camadas de células sobrepostas com um revestimento de queratina na superfície. ( ) Camada única de células cúbicas ricas em mitocôndrias e presença de microvilosidades na superfície apical. ( ) Células ricas em grânulos revestidos por membrana e com extenso retículo endoplasmático rugoso. ( ) Uma única camada de células achatadas (pavimentosas). (A) 1 – 4 – 2 – 3. (B) 1 – 3 – 4 – 2. (C) 2 – 4 – 3 – 1. (D) 3 – 1 – 2 – 4. (E) 4 – 2 – 1 – 3. 43. Observe a imagem. No corte esquematizado, existem dois tecidos representados,o epitelial e o conjuntivo. O tecido conjuntivo representado se diferencia do epitelial por (A) possuir células fortemente unidas. (B) conter muito pouca substância intercelular. (C) apresentar poucas fibras colágenas e muitas fibras de queratina. (D) não apresentar nervos e terminações nervosas. (E) ser vascularizado. 44. O ácido hialurônico é uma substância do nosso organismo que preenche os espaços entre as células. Ele está presente em todos os órgãos do corpo humano, em proporções diferentes, porém em maior quantidade na pele, representando mais de 50% do total. Disponível em: https://www.mundoboaforma.com.br/acidohialuroni co-o-que-e-para-que-serve-efeitos-colaterais- e-dicas/. Acesso em: 07 set. 2022 Considerando as diferentes características das camadas da pele, o menor espaço entre as células nessas camadas encontra-se na: (A) endoderme (B) epiderme (C) derme (D) hipoderme (E) mesoderme 45. A tatuagem do corpo, que já era realizada no Egito entre 4000 e 2000 anos a.C., é feita por meio de pigmentos introduzidos na pele por agulhas. Como uma boa cicatrização é fundamental para a aparência de uma tatuagem, pessoas com predisposição à formação de cicatrizes aparentes, chamadas queloides, podem não apreciar o resultado do procedimento. No processo de cicatrização, a formação de queloides devese à ação de células denominadas: (A) fibroblastos (B) mieloblastos (C) osteoblastos (D) condroblastos (E) neuroblastos 46. Na figura abaixo, o fio inextensível que une os corpos A e B e a polia têm massas desprezíveis. As massas dos corpos são mA = 4,0 kg e mB = 6,0 kg. Desprezando-se o atrito entre o corpo A e a superfície, a aceleração do conjunto, em m/s2, é de (Considere a aceleração da gravidade 10,0 m/s2) (A) 4,0 (B) 6,0 (C) 8,0 (D) 10,0 (E) 12,0 47. Uma pessoa necessita da força de atrito em seus pés para se deslocar sobre uma superfície. Logo, uma pessoa que sobe uma rampa em linha reta será auxiliada pela força de atrito exercida pelo chão em seus pés. Em relação ao movimento dessa pessoa, quais são a direção e o sentido da força de atrito mencionada no texto? (A) Perpendicular ao plano e no mesmo sentido do movimento. (B) Paralelo ao plano e no sentido contrário ao movimento. (C) Paralelo ao plano e no mesmo sentido do movimento. (D) Horizontal e no mesmo sentido do movimento. (E) Vertical e sentido para cima. 48. Vinícius observa duas crianças, Caio e João, empurrando uma caixa de brinquedos. Relembrando a aula de Ciências que teve pela manhã, ele observa o deslocamento da caixa e faz um desenho representando as forças envolvidas nesse processo, conforme a figura. Considerando que a caixa esteja submetida a duas forças horizontais, nos sentidos representados na figura, de intensidades F1 = 100 N e F2 = 75 N, ficou pensando em como poderia evitar o deslocamento da caixa, fazendo com que ela ficasse em equilíbrio (parada). Concluiu, então, que para isso ocorrer, uma outra criança deveria exercer uma força de intensidade igual a: (A) 100 N, junto com João. (B) 100 N, junto com Caio. (C) 75 N, junto com João. (D) 25 N, junto com Caio. (E) 25 N, junto com João. 49. Dois blocos, de massas m1=3,0 kg e m2=1,0 kg, ligados por um fio inextensível, podem deslizar sem atrito sobre um plano horizontal. Esses blocos são puxados por uma força horizontal F de módulo F=6 N, conforme a figura a seguir. (Desconsidere a massa do fio). A tensão no fio que liga os dois blocos é: (A) zero. (B) 2,0 N. (C) 3,0 N. (D) 4,5 N. (E) 6,0 N. 50. Um bloco de madeira encontra-se em equilíbrio sobre um plano inclinado de 45º em relação ao solo. A intensidade da força que o bloco exerce perpendicularmente ao plano inclinado é igual a 2,0 N. Entre o bloco e o plano inclinado, a intensidade da força de atrito, em newtons, é igual a: (A) 0,7 (B) 1,0 (C) 1,4 (D) 2,0 (E) 3,0 51. Soluções aquosas de hidróxido de amônio, NH4OH(aq), são empregadas na indústria têxtil e agrícola, no tratamento de efluentes e na limpeza doméstica. (http://www.infoescola.com. Adaptado.) A fórmula química fornecida para o hidróxido de amônio, permite afirmar que essa substância é classificada como: (A) um sal. (B) um ácido. (C) um óxido. (D) uma base. (E) um hidrato. 52. Considerando-se que o elemento ferro pode formar diferentes compostos nos quais apresenta valores de número de oxidação +2 ou +3 , as fórmulas dos possíveis sulfatos e hidróxidos de ferro são: (A) Fe2SO4 , Fe3SO4 , Fe2OH , Fe3OH (B) FeSO4 , Fe2 (SO4)3 , Fe(OH)2 , Fe(OH)3 (C) Fe(SO4)2 , Fe(SO4)3 , FeO , Fe2O3 (D) FeSO3 , Fe2 (SO3)3 , FeOH , Fe(OH)3 (E) FeS , Fe2S3 , Fe2O3 , Fe3O4 53. Um produto, obtido industrialmente da eletrólise de solução aquosa de cloreto de sódio, tem sido amplamente empregado na indústria, por exemplo, na fabricação de papéis, tecidos e sabões. Normalmente, esse produto é usado na desobstrução de encanamentos e sumidouros, pois é capaz de reagir com gorduras. No entanto, a sua manipulação exige cuidados, pois é altamente corrosivo, podendo, em contato com a pele, provocar vermelhidão, irritação ou “queimaduras” de tecidos vivos. Além disso, se o frasco do produto for abandonado aberto por um longo período de tempo, ele pode absorver CO2, convertendo-se em um sal. Esse produto industrial é o: (A) cloro molecular, Cl2. (B) ácido clorídrico, HCl. (C) ácido sulfúrico, H2SO4. (D) hidróxido de sódio, NaOH. (E) carbonato de sódio, Na2CO3. 54. Leia atentamente a seguinte notícia publicada em jornal: Alunos tomam soda cáustica durante aula e passam mal. Dezesseis alunos de uma escola particular de Sorocaba, interior de São Paulo, foram internados após tomar soda cáustica durante uma aula de química. Os alunos participavam de um exercício chamado “teste do sabor”: já haviam provado limão, vinagre e leite de magnésia e insistiram em provar a soda cáustica, produto utilizado na limpeza doméstica. Em pouco tempo, os alunos já começaram a sentir os primeiros sintomas: ardência na língua e no estômago, e foram encaminhados ao Hospital Modelo da cidade. (Adaptado do Diário do Grande ABC OnLine, 19/09/2005.) Sobre essa notícia, foram feitas as seguintes afirmações: I. Os produtos ingeridos pelos alunos (limão, vinagre, leite de magnésia e soda cáustica) são todos ácidos e, por isso, corrosivos. II. Tanto o leite de magnésia como a soda cáustica são compostos alcalinos. III. A soda cáustica (NaOH) é uma base forte; o leite de magnésia (suspensão de Mg(OH)2) é uma base fraca. Isto ajuda a entender por que o leite de magnésia pode ser ingerido, mas a soda cáustica não. Dessas afirmações, (A) apenas I é correta. (B) apenas II é correta. (C) apenas III é correta. (D) II e III são corretas. (E) I e III são corretas. 55. Um técnico de laboratório distraído preparou soluções de carbonato de potássio (K2CO3), hidróxido de sódio (NaOH) e de hidróxido de cálcio (Ca(OH)2), colocando- as em três frascos não rotulados (frascos X, Y e Z). Para identificar as soluções, um aluno misturou, em três tubos de ensaio distintos, amostras de cada frasco com solução aquosa de ácido clorídrico. Nada foi observado nas soluções dos frascos X e Z, mas ocorreu uma efervescência no tubo que continha a solução do frasco Y. Em seguida, o aluno combinou, dois a dois, os conteúdos de cada frasco (frascos X, Y e Z) em tubos de ensaio limpos. Observou que só houve formação de precipitado quandomisturou as soluções dos frascos X e Y. Dado: Os compostos iônicos de metais alcalinos são solúveis em água. Assinale a alternativa que identifica corretamente o conteúdo dos frascos X, Y e Z. (A) (B) (C) (D) (E)