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ENDODONTIA Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com Olá! Esta apostila foi desenvolvida pensando em você, concurseiro da odontologia que deseja estar preparado para qualquer prova na área. O OdonConcursos conta com uma equipe de professores extremamente preparados para te aprovar. Os materiais em PDF já aprovaram diversos concurseiros pelo Brasil. Além dos materiais em PDF, nossa equipe compõe diversos cursos para concursos em odontologia, com video aulas e total assistência. Para conhecer mais sobre os nossos cursos acesse www.odonconcursos.com.br Estamos torcendo pela sua aprovação! O material a seguir possui direitos autorais resguardados, não podendo ser vendido para terceiros ou plagiado de acordo com a Lei 9.610. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com http://www.odonconcursos.com.br/ ASSUNTOS ABORDADOS Anatomia interna Elementos estruturais e funções da polpa Diagnostico em endodontia Radiologia em endodontia Alterações regressíveis da polpa Alterações inflamatórias da polpa Alterações periapicais Lesões endo-perio Microbiologia endodôntica. Soluções irrigadoras Medicação intracanal Instrumentação e tratamento dos canais Tratamentos conservadores da polpa dental Obturação Retratamento Cirurgia paraendodôntica Traumatismo e reabsorção RESUMÃO/TÓPICOS IMPORTANTES COBRADOS ANTERIORMENTE Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com ENDODONTIA ANATOMIA INTERNA Nos dentes jovens a cavidade pulpar é ampla e vai diminuindo com o tempo, com a deposição continua e irregular de dentina secundaria. A altura diminui mais rápido que a largura. A parte interna do dente é dividida em Câmara pulpar e Canal radicular. A câmara pulpar corresponde a coroa, apresenta 6 paredes de acordo com as faces da coroa. O teto apresenta reentrâncias chamadas divertículos, que correspondem as cúspides e são ocupados pelos cornos pulpares. Já o canal radicular acompanha a forma da raiz e é dividido em 3 terços (cervical, médio e apical); RAMIFICAÇÕES PULPARES: O forame apical é a abertura do canal radicular no periapice e é revestido por cemento. CANAL PRINCIPAL: Mais amplo e importante CANAL COLATERAL OU BIFURCADO: Corre paralelamente ao principal, alcança o ápice e possui menor calibre CANAL LATERAL OU ADVENTÍCIO: Canal lateral ou adventício: Sai do canal principal até a superfície externa do dente CANAL SECUNDÁRIO: Sai da porção apical até o pericemento apical CANAL ACESSÓRIO: Deriva de um canal secundário até o pericemento apical INTERCONDUTO: Comunica canais principais bifurcados ou secundários CANAL RECORRENTE: Sai do canal principal e retorna ao mesmo CANAIS RETICULARES: Ramificações do interconduto que apresenta aspecto reticulado DELTAS: Múltiplas derivações próximas ao ápice que dão origem a forames múltiplos CANAL CAVO-INTERRADICULAR: Sai da câmara pulpar nas bifurcações até atingir ligamento periodontal. Mais encontrado em decíduos OBS.: Incisivos superiores são os que apresentam menos ramificações. Pré molares e molares os que apresentam mais. A ordem de incidência das ramificações é: Delta > Canal secundário > Canal lateral Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com INCISIVOS SUPERIORES: Unirradiculares; Apresentam raiz cônico-piramidal, podem apresentar ramificações. Os laterais apresentam maior número de variações, e 3% podem apresentar dois condutos. O acesso tem forma triangular com base voltada para incisal nos centrais e ovóide nos laterais INCISIVOS INFERIORES: 41,1% possuem dois condutos; Unirradiculares com canal em forma de fita. Comum ter curvaturas apicais e canais acessórios. O acesso tem forma triangular com base voltada para incisal CANINOS: Canais amplos, únicos e longos. Acesso de forma triangular com base voltada para incisal nos superiores e ovóide nos inferiores PRÉ MOLARES SUPERIORES: Raiz cônica piramidal. O primeiro pré é geralmente birradicular, mas pode apresentar uma única raiz ampla ou 3 raízes. Já o segundo pré apresenta 2 canais em 46,3% dos casos; mas é muito comum apresentar apenas um canal, achatado no sentido mesio- distal. Acesso tem forma ovoide com maior dimensão no sentido vestíbulo-palatino PRÉ MOLARES INFERIORES: Raiz cônica com achatamento mesio-distal, geralmente unirradicular, podendo apresentar 1, 2 ou 3 condutos. Acesso tem forma circular a ovoide. O 2 pré molar é o que tem mais probabilidade de ter apenas 1 conduto MOLARES SUPERIORES: Tri radiculares, assoalho em formato triangular ou trapezoide. Pode apresentar 3 ou 4 canais. Os 1 molares apresentam 4º canal (chamado mesiopalatino) na raiz mesio- vestibular em mais de 90% dos casos. Este elemento possui 3 raízes, sendo a raiz palatina a de maior dimensão, seu contorno cervical tem forma romboidal com ângulos arredondados. É o elemento que possui o sistema de canais mais complexo. A raiz distovestibular é frequentemente cônica e reta; O orifício do segundo canal da raiz médio vestibular fica localizado entre os orifícios mesio vestibular e palatino, e é sempre menor que os outros. O 2º molar apresenta menor tamanho, podendo ter suas raízes fusionadas e possui 4º canal em 50% dos casos. Acesso tem forma triangular com base voltada para vestibular MOLARES INFERIORES: Birradicular, pode apresentar 3 ou 4 canais. O 4º canal está presente nas raízes distais em 36% no 1 molar e em 11% no 2 molar. O 2º molar é o dente mais suscetível à Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com fratura vertical. Acesso tem forma triangular ou trapezoidal de base voltada para mesial. PERIÁPICE O periápice tem função de sustentação, nutrição, inervação, de defesa e de equilíbrio dinâmico; é composto por ápice radicular, ligamento periodontal e osso alveolar apical. LIGAMENTO PERIODONTAL: Une o cemento ao osso alveolar. De origem mesodérmica. Composto de fibroblastos, fibras colágenas, vasos sanguíneos e linfáticos, nervos, substância fundamental e restos epiteliais de malassez (por vezes são responsáveis pelos cistos periapicais, sob estimulo de inflamação persistente). OSSO ALVEOLAR: Osso de suporte. Formado por osso esponjoso, compacto e a lâmina dura, que permite a união da raiz com as fibras do LP. ÁPICE RADICULAR: Compreende o canal radicular apical, forame apical, ramificações apicais, polpa radicular apical e junção cemento-dentinária. CEMENTO APICAL: Sofre deposição continua ao longo da vida, o que compensa a erupção passiva e as inclinações mesiais dos dentes. É nutrido por nutrientes do LP e se apresenta sob a forma de celular e acelular. É mais espesso ao redor do ápice e na bifurcação dos dentes multiradiculares DENTINA APICAL: Apresenta-se mais irregular, mais amorfa e possui mais esclerose que a dentina da porção coronária ZONA CRITICA APICAL: 3-4 mm finais do conduto, intima relação com tecidos e estruturas periapicais. Região onde se encontra maior parte das ramificações FORAME APICAL: Nem sempre coincide com o vértice apical da raiz. Inervação e vascularização LIMITE CANAL-DENTINA-CEMENTO (CDC)- Ponto de maior constrição do canal. Em casos de biopulpectomia esse deve ser o limite de atuação do endodontista. ELEMENTOS ESTRUTURAIS E FUNÇÕES DA POLPA: DENTINA: Composta em 70% por material inorgânico (hidroxiapatita); 10% por água e 20% de material orgânico (principalmente colágeno); é menos mineralizado que o esmalte a mais que o cemento, possui relativa elasticidade e é responsável pela cor do dente.no canal radicular. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/fundep-gestao-de-concursos https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-itatiaiucu-mg https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-itatiaiucu-mg https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2018-prefeitura-de-itatiaiucu-mg-cirurgiao-dentista-do-esf https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2018-prefeitura-de-itatiaiucu-mg-cirurgiao-dentista-do-esf https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2018-prefeitura-de-itatiaiucu-mg-cirurgiao-dentista-do-esf https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/fundep-gestao-de-concursos https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-uberaba-mg https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-uberaba-mg https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2016-prefeitura-de-uberaba-mg-especialista-de-saude-ii-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2016-prefeitura-de-uberaba-mg-especialista-de-saude-ii-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/fundep-gestao-de-concursos-2016-prefeitura-de-uberaba-mg-especialista-de-saude-ii-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/consulplan https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-venda-nova-do-imigrante-es https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-venda-nova-do-imigrante-es https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/consulplan-2016-prefeitura-de-venda-nova-do-imigrante-es-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/consulplan-2016-prefeitura-de-venda-nova-do-imigrante-es-cirurgiao-dentista c) selar o canal apicalmente, mas não lateralmente. d) ser bactericidas ou não favorecer o crescimento bacteriano. Ano: 2019 Banca: COPESE - UFT Órgão: Prefeitura de Porto Nacional - TO Prova: COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Cirurgião Dentista 7- Analise as afirmativas a seguir em relação às doenças da polpa dentária e seu tratamento: I. Nos casos de dor pulpar decorrente de hiper reação, tanto na hipersensibilidade dentinária quanto em quadros de hiperemia (“pulpite reversível”), observa se dor provocada de curta duração e localizada, que responde positivamente ao exame de vitalidade pulpar. II. Nos casos de necrose pulpar, geralmente não há relatos de queixa de dor; além disso, o teste de vitalidade pulpar é negativo, e a cavidade pode se apresentar aberta ou fechada. III. A pulpotomia enquadra-se no tratamento conservador, sendo seu objetivo a remoção total da polpa coronária viva, sã ou inflamada, mantendo-se viável a porção radicular. Assinale a alternativa CORRETA. a) Apenas as afirmativas I e II estão corretas. b) Apenas as afirmativas I e III estão corretas. c) Apenas as afirmativas II e III estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Valinhos - SP Prova: VUNESP - 2019 - Prefeitura de Valinhos - SP - Cirurgião-Dentista (20 horas) – SS 8- Um dos objetivos do tratamento endodôntico consiste na instrumentação, limpeza e desinfecção do canal radicular e, para isso, faz-se necessário o conhecimento anatômico dos dentes. Os comprimentos médios dos dentes: incisivo central superior, canino superior e primeiro molar inferior são, respectivamente: a) 26 mm, 25 mm e 20 mm. b) 22 mm, 26,5 mm e 22 mm. c) 15 mm, 18 mm e 15 mm. d) 16 mm, 17 mm e 16 mm. e) 26 mm, 32 mm e 27 mm. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/copese-uft https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-porto-nacional-to https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/copese-uft-2019-prefeitura-de-porto-nacional-to-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/copese-uft-2019-prefeitura-de-porto-nacional-to-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/copese-uft-2019-prefeitura-de-porto-nacional-to-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/vunesp https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-valinhos-sp https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/vunesp-2019-prefeitura-de-valinhos-sp-cirurgiao-dentista-20-horas-ss https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/vunesp-2019-prefeitura-de-valinhos-sp-cirurgiao-dentista-20-horas-ss https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/vunesp-2019-prefeitura-de-valinhos-sp-cirurgiao-dentista-20-horas-ss Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: AL-GO Prova: IADES - 2019 - AL-GO - Cirurgião Dentista 9- Certo paciente de 35 anos de idade foi encaminhado à clínica odontológica com queixa de dor e inchaço na região inferior direita da face. Após anamnese e exame físico, foi identificada uma lesão na região apical do dente 46, com presença de bolsa periodontal associada. Na anamnese, o paciente relatou ser portador de doença periodontal, diagnosticada há três anos, em tratamento, informando também que o respectivo dente começou a doer espontaneamente há cerca de cinco dias, juntamente com o inchaço na região. No exame físico, não foi verificada lesão de cárie extensa. O exame radiográfico apresentou imagem sugestiva de lesão de cárie coronária com comprometimento pulpar e lesão apical. O dente possuía bolsa periodontal em duas faces, de cerca de 9 mm. Nesse caso clínico hipotético, o diagnóstico é lesão a) endodôntica primária. b) endodôntica primária com envolvimento periodontal secundário. c) periodontal primária. d) periodontal primária com envolvimento endodôntico secundário. e) combinada verdadeira. Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: AL-GO Prova: IADES - 2019 - AL-GO - Cirurgião Dentista 10-A ação mecânica das limas endodônticas, associada à irrigação, na limpeza e na conformação do sistema de canais, é considerada bastante significativa e uma etapa essencial para o êxito no tratamento. Em relação a esse potencial, assinale a alternativa correta. a) Os instrumentos acionados a motor promovem melhor remoção de material obturador que os instrumentos acionados manualmente em retratação de canais. b) Limas utilizadas com vértice da ponta truncado, quando empregadas no esvaziamento de canais atresiados, favorecem o entupimento ou extravasamento de resíduos. c) A remoção eficiente dos resíduos orgânicos e inorgânicos durante a instrumentação, com auxílio de irrigação, ocorre em cerca de 80% dos canais. d) As agulhas mais calibrosas promovem limpeza dos sistemas com mais eficiência em razão do maior volume de líquido injetado nos canais. e) O ângulo de corte dos instrumentos acionados a motor exerce maior influência que a respectiva área de escape na limpeza do sistema e remoção de resíduos. 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TÚBULOS DENTINÁRIOS: Ocupam 30% do volume da dentina. Convergem à medida que se aproximam da polpa; Seu trajeto é sem forma de S, mas ao se aproximar do ápice ficam praticamente retos. A Dentina Peritubular reveste os túbulos, e é altamente mineralizada e rígida; A Dentina intertubular é formada principalmente por colágeno, um pouco mais mineralizada pois contem hidroxiapatita, é a parte orgânica da dentina. A dentinainterglobular refere-se a matriz orgânica que permanece desmineralizada. No nível coronário, há mais túbulos dentinarios e com maior diâmetro, decrescendo quanto mais para a apical se encaminhar. LINHAS INCREMENTAIS DE CRESCIMENTO: OWEN: Maiores, irregulares na espessura e espaçamento. Indicam a quantidade de dentina calcificada produzida durante um período de tempo VON EBNER: Menores e refletem o ritmo diário de aposição da matriz dentinaria POLPA DENTÁRIA Tecido conjuntivo frouxo, origem no ectomesenquima. O desenvolvimento tem início aproximadamente na 8ºsemana de vida embrionária. Composta por ODONTOBLASTOS (responsável pela dentinogênese); FIBRAS COLÁGENAS (Responsável pela síntese de colágeno tipo I e III); CÉLULAS MESENQUIMAIS; MACRÓFAGOS; CÉLULAS DENDRÍTICAS; LINFÓCITOS E MASTÓCITOS. Tem função nutritiva, formativa (principal função-formar dentina); Sensorial e defensiva. Formada por 3 camadas: CAMADA DE ODONTOBLASTOS (imediatamente abaixo da pré dentina); ZONA POBRE DE CÉLULAS E ZONA RICA EM CÉLULAS (polpa propriamente dita). INERVAÇÃO Inervados por fibras das divisões sensórias do trigêmeo e ramos autônomos do gânglio cervical. O dente é inervado por 2 tipos de fibras: A-DELTA (Grande; responsável pela dor aguda e pulsátil, com limite a dor baixo, dividem-se em feixes menores que se ramificam formando o PLEXO DE RASCHKOW) e a FIBRAS C (Pequenos nervos, pertencentes ao Autônomo; Possui alto limitar de excitação, sendo responsável pela dor difusa e condução lenta do estimulo. Testes pulpares não as ativam) DIAGNÓSTICO EM ENDODONTIA INDICAÇÕES PARA PROFILAXIA ANTIBIÓTICA: Pacientes com histórico de febre reumática; Válvulas cardíacas; Sopro cardíaco; Endocardite previa; Doença cardíaca congênita; Angina; Transplantados. Amoxicilina 2g 1 hora antes do procedimento. (50mg/kg para crianças). CONTRAINDICAÇÕES SISTEMICAS NO TRATAMENTO ENDODONTICO: Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com Diabetes não controlada; Infarto recente. TESTES TÉRMICOS: A ausência de resposta aos estímulos térmicos indica uma polpa não vital. Uma resposta momentânea de leve a moderada é considerada normal. Uma resposta que cede com a remoção do estimulo é pulpite reversível. Uma resposta que permanece após a remoção do estimulo, é irreversível. Na pulpite aguda serosa a dor aumenta com o frio. Na pulpite aguda purulenta ela diminui com o frio e aumenta com o calor. TESTE ELÉTRICO: Seu objetivo é estimular uma resposta das fibras sensoriais. Dente seco, isolado por gaze. Coloca-se um grampo no lábio, cobre-se o eletrodo com condutor viscoso e aplica o eletrodo no terço médio da face vestibular. Aumenta-se o fluxo da corrente lentamente. PALPAÇÃO: Dedo indicador passa suavemente pelos tecidos. PERCURSÃO: Não indica saúde da polpa, mas revela a inflamação da região periapical. Realizada com pressão digital ou cabo do espelho clinico. Uma resposta positiva indica presença de inflamação no ligamento periodontal. Na presença de inflamação periapical crônica o teste pode ser negativo. MOBILIDADE: Avalia o grau de mobilidade vestíbulo-lingual e grau de intrusão. TESTE DA ANESTESIA SELETIVA: Administração de 0,2ml de anestésico intraligamentar no dente suspeito interromperá brevemente a dor. RADIOLOGIA EM ENDODONTIA PRINCÍPIOS DE ALARA: Preconiza que a exposição ao raio X deve ser a mínima necessária. Minimizar a quantidade de radiação recebida pelo profissional e paciente TÉCNICA DE CLARK (ANGULAÇÃO HORIZONTAL): O objeto mais distante se move na direção do cone. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com Se a incidência é distorradial e a imagem se desloca para distal, o dente está por P (L) Se a incidência é distorradial e a imagem se desloca para mesial, o dentes está por V Se a incidência é mesiorradial e a imagem se desloca para distal, o dente está por V Se a incidência é mesiorradial e a imagem se desloca para mesial, o dentes está por P (L) TÉCNICA DO EXAME TRIANGULAR DE BRAMANTE (ANGULAÇÃO HORIZONTAL): Técnica usada para detectar a localização exata de curvaturas radiculares. Envolve exposição de 3 filmes, necessitando de um diagrama e divisão de pontos. VISUALIZAÇÃO DE RAÍZES LINGUAIS E LESÕES APICAIS: Aumenta-se a angulação vertical, a fim de diminuir a imagem do tamanho do dente para que as vestibulares apareçam menores e as linguais maiores. DISTINGUIR ESTRUTURAS ANATÔMICAS DE LESÕES PERIAPICAIS: Aumentar a angulação vertical altera a relação do ápice com estruturas anatômicas. O que se pode identificar se a estrutura está por vestibular ou língua. FRATURA RADICULAR: É mais bem identificada se variarmos a angulação vertical aproximadamente 15 graus a partir do anterior. Assim a linha de fratura aparecerá como uma elipse radiolúcida. LE MASTER: Acopla-se um rolete de algodão a película afim de atingir um paralelismo. DICOTOMOGRAFIA: Consiste em obter duas imagens em diferentes incidências de um dente, em uma mesma película. Dobra-se a película radiográfica ao meio e faz-se a primeira exposição, depois, com o filme ainda dobrado, expõe-se o outro lado. ALTERAÇÕES REGRESSÍVEIS DA POLPA: Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com ESCLEROSE DENTINÁRIA: Mineralização dos túbulos dentinários pela deposição de sais de cálcio no interior ou ao redor dos processos odontoblásticos; Ocorre em decorrência do processo natural de envelhecimento ou em resposta a estímulos de baixa intensidade. TRATO MORTO: Degeneração de prolongamentos odontoblásticos em resposta a estímulos externos mais acentuados; Locais de menor sensibilidade onde a carie progride com mais rapidez. Menos calcificados que os túbulos dentinários. ATROFIA RETICULAR: Alteração regressiva resultante da redução do tamanho ou do número das células. CALCIFICAÇÕES PULPARES: Apenas as de grande volume são sintomáticas e identificáveis; Não possuem significado clinico, mas podem interferir no tratamento endodôntico. Podem ser Nodulares (Livres; Aderentes ou incluídas) ou Difusas (Depósitos irregulares no tecido pulpar, geralmente acompanhando feixes de colágeno ou vasos. Também chamada de degeneração cálcica). FIBROSE DA POLPA (DEGENERAÇÃO FIBROSA): Pode acentuar-se sob a influência de carie, abrasão, e após procedimentos na dentina. REABSORÇÃO: Pode ser externa ou interna. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS DA POLPA: AGUDA: Neutrófilos (Primeiras células a atravessarem os vasos) polimorfonucleares e macrófagos com menor número. CRÔNICA: Mononucleares como plasmócitos, linfócitos e macrófagos. HIPEREMIA: Vasos dilatados repletos de hemácias e aumento intrapulpar;Positivo pra teste do frio, precursão, elétrico, sem dor espontânea, dor desaparece após remoção do estímulo. O tratamento é capeamento pulpar indireto. PULPITE AGUDA SEROSA: Tipo de pulpite irreversível sintomática. (fase inicial). Congestão, edema, infiltração de neutrófilos; positivo pra teste de frio, calor, percussão e elétrico, Dor espontânea ou não, aguda; intermitente Sem radiolucidez apical; Dor ao deitar; Tratamento endodôntico. Dor aumenta com o Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com frio. PULPITE AGUDA PURULENTA: Tipo de pulpite irreversível sintomática. Evolução da serosa; Polimorfonucleares no exsudato, formação de microabscessos. Negativo para teste frio, positivo para calor, percussão, elétrico; Dor espontânea intolerável, Dor ao deitar; Dor pulsátil. Sem radiolucidez apical; Frio alivia dor e calor exacerba. Tratamento endodôntico. PULPITE REVERSÍVEL: Dor provocada que desaparece após remoção do estímulos; Dor de pouca duração estimulada pelo frio e açúcar; Responde a teste elétrico com pouca intensidade. PULPITE IRREVERSÍVEL SINTOMÁTICA: Associada a carie. Dor provocada ou não, que aumenta com estímulos térmicos. Dor aguda, intermitente, persistente, inicialmente localizada e depois se torna irradiada. Exacerbação dos sintomas ao deitar; Dor intolerável, pulsante, aliviada pelo frio e exacerbada com calor. PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA: Exposição pulpar, resultante de pulpite aguda anterior ou curso próprio das alterações crônicas. Pode ser pulpite crônica ulcerativa ou pulpite crônica hiperplásica/pólipo pulpar. ULCERATIVA: Inflamação crônica infiltrativa principalmente de linfócitos e plasmócitos; Negativo para frio, calor, percussão, positivo para elétrico. Sem dor espontânea; Espessamento periapical; Obstrução da cavidade exacerba a dor; Tratamento endodôntico. HIPERPLÁSICA: Recoberta superficialmente de tecido epitelial; Proliferação abundante de fibroblastos; Negativo para frio, calor, percussão, positivo para elétrico. Sem dor espontânea; Espessamento periapical; Tecido hiperplásico na câmara; Sangra facilmente. Tratamento endodôntico. NECROSE PULPAR: Pode ser: Necrose de coagulação (Geralmente causada por uma lesão traumática, com rompimento do feixe vasculo-nervoso. Resulta de extensa desnaturação proteica); Necrose por liquefação (Resulta da ação de enzimas hidroliticas de origem bacteriana ou endógena que promovem destruição tecidual) e Gangrena (Tipo mais frequente. Ocorre quando o tecido sofreu necrose de coagulação e foi invadido por bactérias, frequentemente anaeróbios de baixa virulência que promovem a liquefação) (Negativo para todos os testes; Sem dor espontânea; Radiolucidez apical; Escurecimento coronário; Tratamento endodôntico. Obs.: Ao final da decomposição proteica, podem ser produzidas as seguintes substancias: Gás sulfídrico; Amônia; Substâncias gordurosas; Água e Dióxido de carbono Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com ALTERAÇÕES PERIAPICAIS Pode começar antes que ocorra necrose total da polpa PERIODONTITE APICAL AGUDA: Agressão de alta intensidade, oriunda do canal radicular. Dor intensa, espontânea e localizada. Sensação de “dente crescido”; Polpa pode não estar necrosada. Remoção da causa, retirar o dente de oclusão e receitar analgésicos. Se a causa for química, também se deve limpar o canal, drenar e efetuar selamento provisório. PERIODONTITE APICAL CRÔNICA: Inicio da formação do granuloma; ainda não existe reabsorção óssea. Resposta inflamatória crônica que reduz a intensidade da agressão associada a periodontite apical aguda. ABSCESSO APICAL AGUDO: Acúmulo de pus composto por macrófagos e polimorfonucleares; Dor espontânea, pulsátil, localizada com tumefação intra e extraoral em casos mais evoluídos. Pode ou não apresentar envolvimento sistêmico; O tratamento é drenagem e eliminação do agente agressor. Se não tratado pode evoluir para celulite, empiema e osteomielite. Obs.: Abscesso fênix: Presença de rádio transparência apical com resposta inflamatória aguda superposta FLARE-UPS: Manifestações agudas que se manifestam entre sessões de tratamento endodôntico GRANULOMA PERIAPICAL: Reabsorção óssea e substituição do osso por tecido granulomatoso; Reação de baixa intensidade e longa duração, contra as bactérias provenientes do canal radicular; Assintomática; Radiotransparência apical. Contem linfócitos, plasmáticos e macrófagos cercados por uma capsula fibrosa composta de colágeno e fibroblastos. CISTO PERIAPICAL: Originado de um granuloma que se tornou epiteliado; Cavidade contendo material fluido ou semissólido composto por células degeneradas revestida por epitélio estratificado pavimentoso escamosos. Pode deslocar elementos dentários ABSCESSO CRÔNICO: Exsudato purulento no interior de um granuloma; Presença de fistula (fistulografia); Assintomático CISTO RESIDUAL: Encontrados após a extração dentaria. (Tratamento consiste em remoção cirúrgica) Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com OSTEÍTE CONDENSANTE: Resposta inflamatória de intensidade baixa; Aumento de densidade óssea assintomática ou não. Polpa alterada ou necrótica indicando a necessidade de tratamento endodôntico. Após o tratamento a radiopacidade pode regredir ou não CICATRIZ APICAL: Após a lesão periapical o tecido original é substituído por tecido conjuntivo denso fibroso. Radio transparente. Não necessita de tratamento CLASSIFICAÇÃO DE FISHER E MCLINE: ZONA DE INFECÇÃO: Bactérias confinadas pelos polimorfonucleares ZONA DE CONTAMINAÇÃO: Polimorfonucleares; Macrófagos; Histiocitos e osteoclastos ZONA DE IRRITAÇÃO: Histiocitos e osteoclastos ZONA DE ESTIMULAÇÃO: Fibroblastos; Brotos capilares e osteoblastos LESÕES ENDO-PERIO O Tratamento inicia com tratamento endodôntico, depois se aguarda a cicatrização e dar-se início ao tratamento periodontal. LESÕES PERIODONTAIS LESÕES ENDODÔNTICAS POLPA RESPONDE A TESTES DE VITALIDADE POLPA NÃO RESPONDE A TESTES DE VITALIDADE EXAME PERIODONTAL MOSTRA AUMENTO DE PROFUNDIDADE DE SONDAGEM E PERDA ÓSSEA EXAME PERIODONTAL NORMAL OU APENAS COM PEQUENO DEFEITO NATUREZA CRÔNICA COM POUCO DESCONFORTO SINTOMAS AGUDOS AUSÊNCIA DAS CORTICAIS ÓSSEAS VESTIBULAR E LINGUAL DEFEITOS ÓSSEOS ESTREITOS PROCESSOS GENERALIZADOS EM MAIS DENTES PROCESSO LOCALIZADO Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com MICROBIOLOGIA ENDODÔNTICA INFECCÇÃO INTERRADICULAR PRIMÁRIA: Infecção inicial; Combinações de 4 a 7 espécies bacterianas com prevalência de anaeróbias estritas. Algumas bactérias que não são membros da microbiota oral também foram observadas. INFECCÇÃO INTERRADICULAR SECUNDÁRIA: Microrganismos que não estavam presentes na infecção primaria e penetraram no canal durante o tratamento endodôntico. INFECCÇÃO INTERRADICULAR PERSISTENTE: Microrganismos que resistiram ao tratamento endodôntico. INFECÇÃO EXTRARRADICULAR: Usualmente infecção intrarradicular que se estendeu para tecidos periradiculares. OBS: As principais vias de infecção da polpa são: Túbulos dentinarios; Exposição pulpar; Periodonto (lesai periapical e bolsa periodontal); Anacorese hematogênica (tecidos inflamados atraem bactérias da circulação sanguínea). TIPO DE INFECÇÃO PRINCIPAIS MICROORGANISMOS INFECÇÃO INTRARADICULAR PRIMARIA FUSOBACTERIUM; PREVOTELLA; PORPHYROMAS; STREPTOCOCCUS;ACTINOMYCES INFECÇÃO INTRARADICULAR SECUNDARIA E PERSISTENTE ACTINOMYCES ISRAETII; ENTEROCOCCUS FAECALIS PERIODONTITE APICAL AGUDA PREVOTELLA; PORPHYROMAS; EUBACTERIUM ABSCESSOS AGUDOS PREVOTELLA; PORPHYROMAS; EUBACTERIUM; TREPONEMA; FUSOBACTERIUM;STREPTOCCOCUS CASOS SINTOMATICOS PORPHYROMAS ENDODONTALIS PATOLOGIA PERIRRADICULAR PORPHYROMAS GENGIVALIS Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com BIOFILME PERIRRADICULAR População microbiana aderida a um substrato orgânico ou inorgânico envolvida por uma matriz intermicrobiana. Encontrado adjacente ao forame apical e dentro de granulomas; é uma das causas de insucesso no tratamento endodôntico (percentual relativamente baixo); Microrganismos apresentam elevada resistência; Baixa prevalência. Profissional não tem recursos para detectar sua presença em um caso clinico. SOLUÇÕES IRRIGADORAS Facilita a remoção de restos orgânicos, inorgânicos e necróticos; além da remoção do smear leayer do interior do canal complementando a sua limpeza. A solução irrigadora ideal deve ser: Solvente de tecidos; Ter baixa toxicidade e tensão superficial; Remoção de smear layer, ação antimicrobiana, fácil utilização e conservação e não ser irritante aos tecidos. Mecanismo irrigação-aspiração: Ocorre pelo fluxo de fluidos ocasionado pela diferença de pressão no interior do canal e na embocadura do canal radicular HIPOCLORITO DE SÓDIO: Liquido de Dakin: Hipoclorito a 0,5% + Ácido bórico Liquido de Dusfrene: Hipoclorito a 0,5% + bicarbonato de sódio Solução de Milton: Hipoclorito a 1% Licor de Labarraque: Hipoclorito a 2,5% Soda Clorada: Hipoclorito a 4 a 6% Água sanitária: Hipoclorito a 2-2,5% PROPRIEDADES: Baixa tensão superficial, atividade antibacteriana, dissolvente tecidual, desidrata e solubiliza substancias proteicas, neutraliza parcialmente produtos tóxicos, baixa viscosidade, pH alcalino, clareador, dupla ação detergente, ação rápida, ação lubrificante, não irritante e favorece a instrumentação *A atividade bacteriana deve-se a formação de compostos contendo cloro ativo como o ácido hipocloroso e o íon hipoclorito (maior quantidade) *Quanto menor o pH, maior a ação desinfetante. *O hidróxido de sódio (Hipoclorito + água) promove a hidrolise de proteínas. Quanto mais alta a concentração e o pH deste, maior sua capacidade solvente. CLOREXIDINA 2%; Base forte, praticamente insolúvel em água, amplo espectro, substantividade, biocompatibilidade, ausência de toxicidade, ação bacteriostática e bactericida. Não apresenta Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com atividade solvente de tecido e não neutraliza produtos tóxicos. EDTA: 17%; Quelante; Promove a quelação de íons cálcio da dentina, o que diminui a resistência dentinária. Necessita de aproximadamente 10 minutos para o início de sua ação. Remoção de smear layer; Instrumentação de canais atrésicos e toalete final do preparo. O EDTAC é associado ao detergente aniônico Cetavlon. O REDTA, é associado ao hidróxido de sódio, água e cetiltrimetilamonio. O EDTA gel tem ação lubrificante e concentração de 24%. ÁCIDO CÍTRICO: 10%; Atua sobre tecidos mineralizados promovendo sua desmineralização podendo ser empregado para remover o smear layer. RC-PREP: Creme contendo EDTA 15% + Peroxido de ureia 10% + Carbowax 75%. Efervescente, altamente citotóxico; Difícil remoção completa. GLYDE: EDTA + Peróxido de carbamida(ureia) em uma base hidrossolúvel. Usa do em associação com soluções de hipoclorito apenas no início da instrumentação. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com DETERGENTES SINTÉTICOS: Baixa tensão superficial, ação de limpeza, ação lubrificante e umectante, emulsificação e dispersão, ação solubilizante. Pode ser aniônico, catiônico ou netro. Ex: Tegensol; Duponol C; Tween 80; Zefirol. MTAD: Associação de antibiótico (doxiciclina); + Agente quelante + Detergente. Utilizada como irrigação final por 5 minutos, seguido de irrigação com hipoclorito 1,3%. ÁGUA DE CAL: Hidróxido de cálcio com água recentemente fervida; Indicada para irrigação de canais radiculares com rizogênese incompleta, forame apical amplo, em biopulpectomias e em casos de hemorragias pulpar. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO: Agente oxidante altamente instável de atividade limitada e ineficaz como solvente de tecido orgânico. No método de Grossman utiliza- se alternado com hipoclorito. MEDICAÇÃO INTRACANAL Impede a proliferação de microrganismos que sobreviveram ao preparo químico-mecânico, promove uma barreira física e química, reduz inflamação perirradicular, neutraliza produtos tóxicos, controla a exsudação persistente, estimula a reparação. PARAMONOCLOROFENOL: Propriedades antissépticas. Associados com “canfora” ou “furacin” para potencializar atividade antimicrobiana e reduzir a citotoxicidade. PARAMONOFENOL CANFORADO: Amplo espectro bacteriano, menor tensão superficial entre todos, atua por capilaridade, liberação lenta de cloro, barato. Canfora aumenta seu potencial germicida e reduz irritação. Irritante, não neutraliza produtos tóxicos, coagula proteínas; Possui odor e sabor ruim. HIDRÓXIDO DE CÁLCIO: Ação antimicrobiana (inativação enzimática, dano ao DNA bacteriano, perda da integridade da membrana); Baixa solubilidade (Limita efeito citotóxico); pH alcalino em torno de 12,5; Ação anti- inflamatória (Por possuir pH extremamente alcalino, desnatura e hidrolisa proteínas, tornando-as mais suscetíveis a dissolução pelo hipoclorito. Indicação de reparo por tecido mineralizado. Neutralização de toxinas; Inibição de reabsorção externa; Ação alcalinizante; Barreira física e química; Propriedade anti hemorrágica; Não é radiopaco; Não é viscoso; é diluente. Após a utilização do hidróxido de cálcio, observa-se: Zona de necrose de coagulação; Zona granulosa superficial; Zona granulosa profunda; Zona de proliferação celular; Zona de polpa Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com normal. TRICRESOL/FORMOCRESOL: Ação antimicrobiana potente; Age tanto por contato como a distância, a formalina oferece ação antimicrobiana e o tricresol ação antisséptica. Alta toxicidade OTOSPORIN: Antibiotico+corticosteoide PARAMONOCLOROFENOL + FURACIN: Reduz poder irritante; Aumenta espectro antimicrobiano e poder de penetração. PASTA POLIANTIBIÓTICA DE GROSSMAN PBSC: Penicilina + Estreptomicina +Fungicida capulato de sódio EUGENOL: Ação antisséptica e sedativa, altamente irritante aos tecidos. PASTA HPG: Paramonoclorofenol canforado + glicerina + hidróxido de cálcio e iodofórmio. INSTRUMENTAÇÃO E TRATAMENTO DOS CANAIS ISOLAMENTO ABSOLUTO Proporciona um campo operatório limpo isolado de saliva, sangue e outros fluidos tissulares; Proteção do paciente contra deglutição ou aspiração dos instrumentos, medicamentos ou resíduos do dente; Melhor visibilidade e menor risco de infeção cruzada; Retração dos tecidos moles. GRAMPOS: Dentes anteriores: 210; 211; 212 Pré molares: 206 a 209 Molares: 200 a 205 Grampos especiais para dentes com coroa muito curta, expulsiva e com grande perda de estrutura dentária: 0,00,1,1A; 2 B1; B2; W8A; 8ª; 14; 14ª Selamento com barreira gengival. MOVIMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO: SONDAGEM OU CATETERISMO: É realizado inicialmente durante a limpeza e modelagem, ou em qualquer ocasião em que algo obstrua o forame. LIMAGEM: Ação de penetração e tração do instrumento para alargar os canais até alcançarem Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com diâmetro apropriado. As bordas cortantes de quase todas as limas endodônticas e alargadores estão no sentido horário, em torno do eixo do instrumento em forma de espiral. ALARGAMENTO: Rotação do instrumento no sentido horário ROTAÇÃO E TRAÇÃO: Combinação do alargamento e da limagem. A lima é inserida com ¼ de volta no sentido horário com pressãoapical e é removida por meio de um movimento de limagem. MOVIMENTO OSCILATÓRIO: Oscilação da lima para direita e para esquerda à medida que o instrumento é introduzido no canal. Provoca alisamento eficiente e é menos agressivo do que o movimento de rotação e tração, reduzindo a formação de degraus. PENETRAÇÃO-TRAÇÃO: Realizada quando o forame apical é alcançado com limas, e o passo seguinte é criar o caminho até o forame. Um movimento passivo de fora pra dentro sem esforço. REMOÇÃO DE RESÍDUOS: Se refere a ação realizada principalmente por alargadores quando estes entram em contato com as paredes dentinárias removendo resíduos e remanescentes pulpares do interior do canal. ALISAMENTO: Limagem circunferencial. PATÊNCIA: Desobstrução do forame apical de qualquer resíduo com limas ou alargadores. PARTES DOS INSTRUMENTOS Cabo; Intermediário; Parte ativa (16 mm); Ponta ou guia de penetração; Base da ponta; Ângulo de transição (obtuso). Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com MATERIAIS DOS INSTRUMENTOS: CROMO: (Proteção do aço contra agentes agressivos). NÍQUEL: (Maior resistência ao calor, tenacidade e resistência a corrosão). MANGANÊS (Maior resistência mecânica). LIGA DE AÇO INOXIDÁVEL: 70% de ferro e 12% de cromo; Adição de níquel; Resistencia a corrosão e fratura, maior dureza e tenacidade. LIGA NÍQUEL-TITÂNIO: 58% de níquel; Efeito memória de forma;Flexibilidade 500% maior que o aço; Fratura pode ocorrer repentinamente; Pode sofrer estresse muito maior que a liga de aço antes da deformação e fratura, porem a deflexão angular antes da fratura é menor; Fratura pode ocorrer repentinamente. OBS.: A fabricação dos instrumentos pode ser por torção (Limas K e flexofile) o por usinagem (K-flex; LH; níquel-titânio). PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS INSTRUMENTOS: o DEFORMIDADE ELÁSTICA: Deformação temporária que desaparece com a retirada da força o DEFORMAÇÃO PLÁSTICA: Deformação permanente que o corpo permanece deformado com a retirada da força o ELASTICIDADE: Capacidade de o material sofrer grandes deformações elásticas o FLAMBAGEM/ FLEXIBILIDADE: Deformação elástica apresentada pelo instrumento quando submetido ao carregamento compressivo na direção do seu eixo ou ao carregamento na extremidade e na direção perpendicular ao seu eixo o PLASTICIDADE: Capacidade de o material sofrer grandes deformações plásticas sem fraturar o MALEABILIDADE: Capacidade de o material sofrer grandes deformações plásticas na compressão o DUCTIBILIDADE: Capacidade de o material sofrer grandes deformações permanentes na direção do carregamento sem fraturar o LIMITE DE ESCOMENTO: Determinado pela tensão máxima acima da qual o material começa a apresentar deformação plástica permanente o RIGIDEZ: Capacidade de o material resistir a carregamentos elásticos sem apresentar deformação plástica o FRAGILIDADE: Ausência de deformação permanente na ruptura o TENACIDADE: Capacidade de o material resistir aos carregamentos e sofrer grandes deformações permanentes sem atingir a ruptura o DUREZA: Resistência que o material apresenta ao risco ou a formação de uma marca permanente o LIMITE DE RESISTÊNCIA: Tensão máxima suportada pelo instrumento antes da fratura o ENCRUAMENTO: Mecanismo de aumento da resistência mecânica por deformação plástica a frio INSTRUMENTOS LIMAS E ALARGADORES TIPO K: Hastes de aço quadrangular ou triangular, torcidas ou usinadas. Possuem pontas cônicas, lisas, sem corte. A ponta inativa é características das limas tipo K-flex. São ideais para exploração, cateterismo, limagem, alargamento e rotação. LIMAS HEDSTROM: Hastes cilíndricas de aço. Atuam nas pares quando tracionadas, mas sem Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com efeito algum no momento da introdução do canal. As bordas agudas do instrumento permitem que ele seja autorrosqueado nas paredes do canal à medida que é girado no sentido horário. Não é de grande utilidade para alargamento, mas é ideal para movimento de limagem. Mais sujeito a fratura. LIMA RABO DE RATO: Possuem farpas levantadas na parte ativa; Planejados para remoção da polpa viva em cavidades amplas; Mas também são eficientes para remoção de algodão ou cone de papel do canal. BROCAS GATES-GLIDDEN: Preparo dos terços cervical e médio. Ponta inativa reduz o risco de perfurações. A parte ativa tem forma de chama ou pêra. São fabricadas de 1 a 6 e correspondem respectivamente as limas 50,70,90,110,130 e 150. BROCAS LARGO: Também apresentam ponta inativa e são fabricadas de 1 a 6; Apresentam lâmina cortante mais larga que a gates. Mais utilizados no preparo do espaço para pino. LIMAS NÍQUEL-TITÂNIO: Limas rotatórias. Acompanham a curvatura do canal; Não aumenta a sua probabilidade de fratura e apresentam maior resistência a torção e corrosão e mais biocompatibilidade. INSTRUMENTOS PARA OBTURAÇÃO: ESPAÇADOR: Instrumento cônico de ponta afilada utilizada para deslocar a guta percha lateralmente e para a inserção adicional de cones acessórios CONDUTORES DE CALOR: Usados na compactação vertical; Transfere calor para a guta percha no interior do canal radicular permitindo o deslocamento apical e lateral da guta percha. LÊNTULO: Aplicação de cimentos e dos curativos a base de hidróxido de cálcio no interior dos canais. Formada por uma espiral que comprime a pasta com eficácia; Deve ser utilizada em sentido horário na peça de mão; Nunca interromper seu movimento quando ela estiver no interior do canal (evitar fratura). TRATAMENTO CONSERVADORESS DA POLPA DENTAL: Para tratamento da polpa não inflamada o momento ideal está nas primeiras 24 horas, quando a inflamação pulpar é superficial O selamento é um dos fatores mais importantes, pois se a polpa exposta está selada efetivamente, o sucesso da cicatrização com uma barreira de tecido duro ocorre independente do revestimento colocado na polpa. Quanto maior a presença de estrutura dental coronária, melhor o prognóstico. O hidróxido de cálcio é o revestimento mais utilizado para proteção pulpar. CAPEAMENTO PULPAR INDIRETO: Indicado para lesão cariosa profunda, principalmente em dentes jovens com reação dolorosa da polpa apenas quando provoca. Coloca-se de pasta de ZOE ou hidróxido de cálcio sobre uma fina camada de dentina restante que se fosse removida iria expor a polpa. Em 8 semanas se realiza exame clinco-radiografico e restauração definitiva Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com CAPEAMENTO PULPAR DIRETO: Tratamento restaurador final pode ser completado na consulta de emergência; O tecido pulpar permanece permitindo testes de sensibilidade periódicos sejam realizados. Indicado para dentes permanentes com exposição pulpar pequena e muito recente (menos de 24 horas); é utilizado o hidróxido de cálcio misturado com soro ou solução anestésica e colocado sobre a polpa exposta. O esmalte adjacente é condicionado e em seguida é aplicada a resina composta. Se acompanha por 3 semanas, 3 meses, 6 meses e anualmente POLPOTOMIA: Utilizada com o propósito de preservar a vitalidade da porção radicular restante. Mesmas indicações do capeamento. Prepara-se uma cavidade com profundidade de 1 a 2 mm, depois lava- se com soro, coloca-se hidróxido de cálcio misturado com soro ou anestésico e preenche a cavidade com ZOE ou CIV, melhorando as chances de produzir um selamento. O esmalte adjacente é condicionado e em seguida é aplicada a resina composta. Se acompanha por 3 semanas, 3 meses, 6 meses e anualmente PULPOTOMIA CERVICAL: Envolve a remoção completa da polpa coronária até o nível dos orifícios radiculares; Contraindicada em dentes permanentes completamente formados e é indicada em casos de exposição traumática após 72 horas e exposiçõespela carie. Impossibilidade de realizar testes de vitalidade. TÉCNICAS DE INSTRUMENTAÇÃO COMPRIMENTO DE TRABALHO: A obtenção do comprimento de trabalho visa estabelecer nível apical de instrumentação. Ideal ser obtido por meio de localizadores eletrônicos apicais. TECNICA TELESCÓPICA OU STEP-BACK: Operação incremental na qual se prepara inicialmente uma cavidade circular no comprimento de trabalho que irá, gradualmente se desenvolvendo em uma forma cônica para a porção cornaria. Após isso, o preparo do canal é completado realizando o recuo escalonado. TÉCNICA DE OREGON (CROWN DOWN): Inicia com limpeza e modelagem completes dos canais a partir do terço coronário e progride gradualmente em direção a região apical. Tem como vantagens eliminação das constrições nas regiões cervicais, reduzindo o efeito das curvaturas do canal; Irrigação efetiva em todo canal; Remoção da porção principal da polpa antes da abordagem do terço apical. Reduzir o risco de empurrar os irritantes para a região apical. Reduz a possibilidade de alteração do comprimento de trabalho durante a instrumentação apical. TÉCNICA DE OKLAHOMA OU ROANE: Utilização do princípio da “força balanceada”, que consiste em movimentos de rotação de 1/4 de Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com volta no sentido horário para avançar o instrumento, e 1 volta no sentido anti-horário para cortar as paredes do canal. Dessa forma ocorre o alargamento e da forma no canal, até que a profundidade desejada seja atingida. O instrumento não precisa ser pré curvado. TÉCNICA DE SHILDER: Objetivo é obter uma configuração final que permita a utilização da técnica de condensação vertical para obturação. Consiste em criar uma forma cônica do canal, manter o forame apical na posição original, tão pequeno quanto possível, por meio da limpeza e modelagem do canal tridimensionalmente. Utiliza limas e alargadores no CRT. Utiliza o princípio da recapitulação que consiste em repetir após cada instrumento, o uso sequencial dos instrumentos previamente empregados dentro do canal radicular. MANOBRA INCREMENTAL: Remove-se 1 mm da extremidade das limas com o objetivo de obter instrumentos com diâmetros intermediários MANOBRA DE TAYLOR: Utilizada quando se deseja atingir um determinado comprimento durante a instrumentação do canal. Insere uma lima selecionada até que encontre resistência, e instrumentação nesse local por meio de recuo escalonado. Técnica do recuo escalonado programado: Dilatação-irrigação do canal curvo em toda a extensão de trabalho até a lima 25 ou 30, instrumentação seriada e subsequente recuo de 1 mm em cada lima de numeração crescente usada OBS: CURVATURA RADICULAR: Quando um instrumento é curvado, forças elásticas se desenvolvem internamente. Essas forças tentam fazer o instrumento retornar a sua forma final do canal. Esse fenômeno é responsável pelo transporte apical e suas consequências. OBTURAÇÃO Elimina as vias de infecção para os tecidos perirradiculares e selar dentro do sistema quaisquer irritantes que não possam ser totalmente removidos durante os procedimentos de limpeza. MATERIAIS OBTURADORES CIMENTOS: Utilizados para melhorar o selamento e preencher as irregularidades do canal radicular. Endurecem por meio de reação química, liberando material tóxico, o que o torna menos biocompativel. Atuam como agente lubrificante durante a inserção dos cones de guta percha. Devem ser radiopacos. Podem ser a base de ZOE; a base de hidróxido de cálcio; a base de ionômero e a base de resinas plásticas. O cimento de Grossman tem boa capacidade seladora e fluidez, estabilidade dimensional e atividade antimicrobiana, além de baixa permeabilidade. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com GUTA-PERCHA: Toxicidade e irritação tecidual mínima; Estabilidade dimensional; Cones padronizados e não padronizados; Tem a fase α (quebradiça, pegajosa, uso indicado nas técnicas de obturação termoplastificadas) e a fase β (plásticas a temperatura ambiente, uso indicado nas técnicas convencionais. TÉCNICAS DE OBTURAÇÃO CONDENSAÇÃO LATERAL: Cone principal é padronizado e selecionado de acordo com a última lima utilizada. É inserido junto com o cimento e ajustado no comprimento de trabalho. Utiliza-se o espaçador para colocação de cones acessórios. COMPRESSÃO HIDRÁULICA VERTICAL: Cone acessório é selecionado como principal, de acordo com a última lima utilizada CONDENSAÇÃO VERTICAL: Cone não padronizado com a ponta cortada no diâmetro da última lima utilizada. Conicidade é selecionada de acordo com a natureza da anatomia e forma do canal. Um compactador é utilizado na porção remanescente do cone apical e lateralmente. Esse procedimento é continuado até a guta percha ser levada nos 1 a 2 mm apicais do canal preparado. Depois fragmentos de guta percha são adicionados e compactados para obturação do restante do canal. PLASTIFICAÇÃO QUIMICA E ADAPTAÇÃO: “TÉCNICA DA CLOROPERCHA” Os 2 a 3 mm apicais de um cone maior que o cone principal são colocados em um solvente como clorofórmio ou eucaliptol de 2 a 5 segundos, sendo removido e colocado no canal até que o CRT seja atingido. Pode ocorrer perda de selamento apical. CONFECÇÃO DO CONE ROLADO: Dois ou mais cones são escolhidos com a forma do canal. Depois são plastificados com calor, rolados e únicos entre duas placas de vidro até obter a forma desejada. RETRATAMENTO O controle clinico e radiográfico realizado após o tratamento endodôntico é chamado de follow up ou preservação O fracasso na maioria das vezes é resultante da permanência de microrganismos que resistem à terapia O sucesso é avaliado através de fatores como: Ausência de sintomas a percussão; Mobilidade normal, Ausência de fistula ou doença periodontal associada; Dente em função sem sinais de edema; LP e lâmina dura normais; Ausência de reabsorção. Histologicamente, quando há sucesso da terapia endodôntica, existe uma produção de cemento sobre o o forame apical, e inserção das fibras de Sharpey. A cura pode ocorrer por regeneração (Tecido retorna ao estado original) ou por reparo/cicatrização (tecido substituído por tecido conjuntivo denso). Ocorre a proliferação vascular, dos macrófagos e fibroblastos Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com Antes do retratamento pode ocorrer: Dor não odontogênica; Dor odontogênica, porém não de origem endodôntica (trauma oclusal, doença periodontal); Dor relacionada a outros dentes; Cicatriz apical que aparece como uma rádio transparência (Não necessita de tratamento) Se o dente tratado for receber uma nova restauração ou se ele for incluído como pilar critico em uma reabilitação, deve-se considerar o retratamento do mesmo. Quando o tratamento endodôntico não foi concluído, é comum apresentar uma calcificação na câmara pulpar ou dos canais. Remoção das restaurações facilitarão a visibilidade e orientação. Podem ser realizadas por brocas, ultrassons ou por tração (Removedor de coroa; Removedor de bandas ortodônticas; Removedor de pontes Higa; Saca coroa/Crown-o-Mate. Este último causa impactos orientados na direção axial do dente, que quebram a ligação do cimento com o dente e a restauração). A remoção dos retentores radiculares pode ser feita através de: Desgaste; Tração (simples ou alicate saca pinos, o que é mais indicado pois por tração simples pode ocorrer exodontia ou fratura radicular) e ultrassom (Mais seguro, minimiza riscos de fratura, aplica-se uma vibração resultando em fragmentação do cimento possibilitando a remoção do pino por tração; Em dentes multirradiculares deve-se dividir o núcleo em 2 partes. Para remoção do material obturador, pode-se utilizar: Métodos mecânicos como instrumentosrotatórios e aquecidos (estes últimos podem causar injurias ao periodonto); Métodos ultrassônicos e Métodos químicos como solventes. Os solventes amolecem a guta-percha e dissolvem o cimento, costumam causar irritação periapical e por isso não devem ser utilizadas neste terço. Deve ser colocado no terço cervical e após alguns minutos remove-se a guta com limas tipo H. Como solvente nós temos o Clorofórmio (muito toxico e cancerígeno); O xilol (também toxico); O eucaliptol (Menos irritante e sem potencial cancerígeno; Efeito bacteriano e anti- inflamatório, menos efeito que o clorofórmio em temperaturas normais, mas acima de 30° o efeito fica semelhante) e o Óleo de laranja doce ou ENDOSOLV (Utilizados em canais obturados com pastas e cimentos a base de ZOE) Para canais obturados com cones de prata e não seccionados, a remoção pode ser através de tração e ultrassom; Já para os seccionados deve-se criar espaço por meio de instrumentos endodônticos entre o cone a parede do canal, nesse espaço se insere uma lima tipo H e gira, após isso realiza-se um movimento de tração Na maioria das vezes o esvaziamento e a instrumentação ocorrem simultaneamente. Pode haver dor pós operatória causada pela exacerbação da resposta inflamatória. Se os sintomas persistirem, a cirurgia está indicada. CIRURGIA PARAENDODÔNTICA Indicadas no fracasso de tratamento endodôntico; Na presença de anormalidades anatômicas; Nos processos iatrogênicos e perfurações; Em casos de biopsia; Em casos de problemas periodontais Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com associados a problemas endodônticos. São contra indicados para pacientes com complicações sistêmicas; Na impossibilidade de selamento apical; Nos grandes envolvimentos periodontais; Extensão pequena da raiz; Fratura radicular longitudinal e recuperação funcional comprometida. INCISÃO: Semilunar (Menores fenestrações, fácil e não atinge margem gengival; Porém tem visualização restrita e maior tensão no retalho); Triangular (Fácil execução, boa visualização e possibilita intervenção periodontal simultânea, porem tem mais probabilidade de fenestrações); Trapezoidal (Fácil execução, boa visualização e possibilita intervenção periodontal simultânea, porém tem mais probabilidade de alterações periodontais, desaconselhável na presença de elementos protéticos e tem a higienização prejudicada); Retangular (Mais indicada em regiões anteriores de maxila e mandíbula). DIVULSÃO: Afastamento atraumático dos tecidos para permitir acesso ao plano ósseo OSTECTOMIA: Realizada com brocas de baixa rotação e irrigação abundante ou com cinzeis CURETAGEM PERIRRADICULAR: Remoção de materiais estranhos e tecidos patológicos da região que circunda a raiz APICECTOMIA: Remoção de processos patológicos, variações anatômicas, acesso ao sistema de canais e obturação retrógada. A remoção do ápice deve ser de 1 a 2 mm. Corte pode ser bizelado ou perpendicular. O bizelado contribui para melhor visualização, mas favorece maior exposição dos túbulos dentinarios, maior infiltração apical e menor distribuição de forças RETROOBTURAÇÃO: Realização de uma cavidade na porção apical, com emprego de contra ângulos ou ultrassons. A cavidade deve apresentar profundidade 2x maior que o diâmetro, o que favorece melhor retenção do material, em seguida, preenche-se a cavidade com material, tencionando a criação de um selamento que isole o canal dos tecidos perirradiculares. Como materiais retrobturadores temos o MTA (Silicato tricalcico, aluminato tricalcico, óxido tricalcico; Silicato dicalcico; Sulfato de cálcio diidratado, oxido de bismuto; Biocompatível e radiopaco-através do oxido de bismuto; Alcalino; Expande após o endurecimento, o que contribui para selamento marginal; Tempo de presa de 3 a 4 horas; Atividade antibacteriana e ótimo selamento); o SUPER EBA (Oxido de zinco, Oxido de alumínio; Resina natural; Acido benzoico e eugenol; Biocompatibilidade e impermeável aos fluidos; Boa adesividade e selamento; Tempo de presa curto; Facilmente removível; Baixa irritação tecidual), temos o IRM (maior toxicidade devido a quantidade de eugenol, selamento razoável, boa adaptação) e temos o AMÁLGAMA (Fácil uso; Boa adaptação; Não reabsorvível e radiopaco; Relativamente biocompativel; Baixo selamento marginal; Falta de adesão; Necessidade de retenção mecânica e Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com sofre corrosão secundaria). Entre os cuidados necessários após uma cirurgia paraendodôntica estão: Ingestão de alimentos pastosos; Leves bochechos com clorexidina; Utilização de analgésico. Não é necessário colocar gelo. TRAUMATISMO E REABSORÇÃO FRATURAS DE ESMALTE: Desgaste seletivo ou restauração com resina. FRATURAS DE ESMALTE E DENTINA SEM EXPOSIÇÃO PULPAR: Desgaste seletivo, restauração com resina ou colagem do fragmento. FRATURAS DE ESMALTE E DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR: Em casos de pequena exposição e polpa vital se faz pulpotomia, capeamento pulpar direto e em seguida restauração. Em casos de fratura profunda com rizogênese completa, se faz a pulpectomia, tratamento endodôntico, pino e coroa. FRATURA CORONO-RADICULAR: Fratura de esmalte, dentina e cemento com envolvimento pulpar (complicadas) ou não (não complicadas); Muito comum; Dor ao mastigar; Linha de fratura perpendicular ao raio central; Estabiliza-se o fragmento por meio de contenção aos dentes adjacentes. FRATURAS RADICULARES: Fratura de esmalte, dentina, cemento e ligamento periodontal; Relativamente incomum (3%); Reposiciona-se o fragmento em contensão rígida por 2 a 4 meses. O prognostico é favorável quando a fratura é no terço gengival e sem mobilidade CONCUSSÃO: Hemorragia e edema no LP; Sensibilidade a percussão; Sem mobilidade e sem sangramento no sulco gengival. Tem pequeno risco de necrose pulpar e reabsorção. Faz-se o alivio das interferências oclusais SUBLUXAÇÃO: Rompimento das fibras do LP; Aumento da mobilidade do dente sem deslocamento e sangramento no sulco gengival. Tem pequeno risco de necrose pulpar e reabsorção. Faz-se o alivio das interferências oclusais EXTRUSÃO: Deslocamento axial do dente para fora do alvéolo. Rompimento do LP e do suprimento neurovascular da polpa. Teste de vitalidade negativo; Mobilidade acentuada; Risco considerável de necrose pulpar e risco de reabsorção inflamatória externa; Faz-se o reposicionamento atraumático e contenção de 2 a 3 semanas LUXAÇÃO LATERAL: Deslocamento lateral do dente no alvéolo. Rompimento do LP e do suprimento neurovascular da Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com polpa e compressão do LP na porção palatal da raiz; Clinicamente a coroa está deslocada horizontalmente, com o dente firmemente travado no osso em nova posição. Som alto e metálico a percussão. Risco considerável de necrose pulpar e risco de reabsorção inflamatória externa; Faz-se o reposicionamento com o mínimo de força possível, e contenção semirrígida ou flexível por 3 semanas INTRUSÃO: Impacto axial; Deslocamento do dente na direção do alvéolo. Trauma extenso ao LP pode levar a anquilose. Ocorre a necrose pulpar em 100% dos casos em dentes com rizogênese completa; Alto risco de reabsorção inflamatória. Para dentes com rizogênese incompleta se aguarda a reerupção; Para dentes com rizogêneze completa faz-se a extrusão ortodôntica. AVULSÃO: Completo deslocamento do dente para fora do alvéolo. O dano do ressecamento do LP tem efeitos nocivos à cicatrização. Revascularização pode ocorrer em dentes com ápice incompleto. Irriga-se o alvéolo com soro antes do reimplante. O prognostico depende do tempo extra-alveolar e da manipulação do elemento. Risco de anquilose. 1. TRATAMENTO SEGUNDO ANDREASSON: Quando o tempo for menor que 60 minutos, se faz o reimplanteimediato; Quando for maior que 60 min faz-se o reimplante imediato em associação com tratamento com fluoreto de sódio. Tratamento endodôntico fora do alvéolo, lavagem com soro antes do reimplante. Contençãosemirrígida por 7 dias 2. TRATAMENTO SEGUNDO COHEN E BURNS: quando o tempo for menor que 20 minutos com ápice fechado, faz-se o reimplante, mas a revascularização é impossível. Quando for menor que 20 minutos com ápice aberto se faz banho do dente com doxiciclina, poisaumenta a probabilidade de revascularização pós reimplante; Para tempo de 20 a 60 minutos ápice aberto e fechado também se faz o reimplante o mais rápido possível. E para tempo maior que 60 minutos se faz o preparo da raiz para resistir a reabsorção, mergulha-se o dente em ácido cítrico por 5 minutos para remover o LP remanescente e se faz o reimplante. Contenção semirrígida por 7 a 10 dias O paciente deve ser medicado com antibiótico e induzido a tomar a vacina antitetânica FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR: Envolve todo o processo alveolar, frequentemente na região de incisivos inferiores e geralmente envolvem 2 ou mais dentes. Vários dentes se movem e faz-se o reposicionamento e a contenção por 3 a 4 semanas. Reabsorções são raras mas a necrose pulpar é comum quando o reposicionamento é tardio. OBS: Na dentição decídua a concussão e subluxação não requerem tratamento além de acompanhamento. Na intrusão faz-se a exodontia apenas se tiver invasão do folículo do permanente, se não, aguarda-se a reerupção. A luxação lateral é o traumatismo mais comum, geralmente não necessita de tratamento. REEIMPLANTES NÃO SÃO INDICADOS. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com REABSORÇÃO INTERNA: Radiograficamente ocorre alargamento oval da câmara pulpar; Rara em dentes permanentes; Polpa vital (porção coronária frequentemente necrosada); Tecido pulpar normal se transforma em tecido de granulação com células gigantes e reabsorvem as paredes dentinárias no local. Assintomáticas; Dente rosado (Dente róseo de Mummery). Faz-se o tratamento endodôntico Em dente decíduo com exposição pulpar o capeamento direto esta contraindicado pois pode causar reabsorção interna REABSORÇÃO EXTERNA SUBSTITUTIVA (ANQUILOSE): Dano irreversível ao LP que desencadeia perda de estrutura dentaria e substituição simultânea Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com por osso. Assintomática; Dente apresenta-se frequentemente em infraoclusão; Som metálico a percussão; Radiograficamente há o desaparecimento do espaço pericementario; Frequentemente causada por traumas como luxação intrusiva e avulsão. Não há tratamento REABSORÇÃO EXTERNA INFLAMATÓRIA: Tipo mais comum. A doença pulpar produz inflamação que inicia uma reabsorção da superfície radicular externa. Pode ser transitória ou progressiva. Pode ser apical, lateral ou cervical. O tratamento é direcionado ao combate da infecção endodôntica, tratamento endodôntico REABSORÇÃO INVASIVA: Reabsorção iniciada de um ponto externo no nível cervical ou perto dele, sem invadir a polpa. Relacionada a agressão química. Tratamento é complicado devido a localização das lesões. Tratamento endodôntico não tem efeito. Tem sido recomendado um tratamento preservativo com exposição cirúrgica em restauração com proteção da polpa RESUMÃO/TÓPICOS COBRADOS EM PROVAS ANTERIORES Radiograficamente, um desaparecimento abrupto do canal na porção media da raiz indica uma bifurcação do canal. A remoção de saliências ou cornos pulpares por meio de movimentos de pincelamento ou tração após o acesso a cavidade pulpar deve ser feito com uma broca esférica. O acesso e a localização da entrada dos condutos deve ser feita observando a convexidade do assoalho da câmara. A dentina terciária raramente possui túbulos dentinários; é menos abundante e mais regular sob a zona de cárie do que sob as restaurações; É mais frequente na câmara pulpar; Fatores locais e sistêmicos podem influenciar sua formação. Progeria é a formação generalizada de dentina secundária decorrente ao processo de envelhecimento precoce da polpa. Em geral, as lesões periapicais não são contaminadas, exceto nos abscessos agudos. Segundo alguns autores, as lesões agudas são contaminadas, e as crônicas não são. A destruição óssea é causada pela reação orgânica contra as bactérias e seus produtos localizados no interior do canal. O abscesso dentoalveolar agudo tem como diagnostico diferencial o abscesso gengival, abscesso periodontal e pericoronarite. A principal função dos macrófagos é a fagocitose, apresentação de antígenos para linfócito T; produção de citocinas e outros mediadores. Dentre as repercussões de patologia periodontal sobre a polpa dental, a chamada calcificação distrófica é a mais relevante e complicadora para o tratamento endodôntico. A espécie de bactéria pigmentada mais comumente isolada dos canais radiculares é a prevotella intermedia. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com A presença de fatores microbianos, materiais obturadores nos canais radiculares que contenham substancias irritantes, podem evocar reação tipo corpo estranho na região periapical, causando o desenvolvimento de lesão periapical, causando o desenvolvimento de lesão periapical assintomática, que pode permanecer refrataria ao tratamento endodôntico por longo tempo. Na presença de edema difuso que evolui rapidamente e é acompanhado por sinais sistêmico, deve-se prescrever antibióticos para conter o processo. Não é indicada a drenagem (indicada em edemas localizados). As infecções endodônticas são multibacterianas e os bacilos anaeróbios gram – são predominantes. A pressão exercida durante a moldagem pode causar agressão física a polpa Para que uma radiografia mostre uma imagem de raiz fraturada, o feixe central de raio x deve ser paralelo a linha de fratura. Na avaliação de um dente anterior fraturada, não é indicado fazer teste elétrico. Fatores utilizados para interpretar ângulo de incidência: As pontas das cúspides que ficam mais perto do ápice são a palatina e se deslocam para o lado da incidência de raio x; O lado em que as coroas não mostram sobreposição é o lado da incidência dos raios x; O lado em que as imagens estão nítidas é o lado de incidência de raio x. Uma das maiores limitações da radiografia é sua incapacidade de detectar destruição limitada ao osso esponjoso. Pela técnica de bissetriz, aumentando-se a angulação do RX, a imagem será encurtada. As reabsorções radiculares internas caracterizam-se por um aumento de tamanho da área ocupada pelo tecido pulpar. APICOGÊNESE: Quando lesões pulpares não se estenderem até a porção radicular, deve-se realizar a complementação apical por meio de tratamento conservador. A técnica é semelhante a pulpotomia parcial APICIFICAÇÃO: Indução do fechamento do forame apical por meio de tecido duro geralmente em dentes com necrose pulpar (Remove-se a polpa necrosada com limas hedstrom e hipoclorito; Faz a odontometria; Realiza o preparo químico mecânico; Coloca-se pasta de hidróxido de cálcio com iodofórmio e paramonofenol canforado; Troca-se a pasta após 7 dias, acompanha-se radiograficamente e troca-se a pasta quando esta não for mais visível na radiografia); A apicificação pode ocorrer dentro de 6 meses ou demorar 18 meses ou mais. Depois do ápice completo realiza-se a obturação Uma das desvantagens da técnica hibrida de Tagger é o extravasamento da guta-percha plastificada para a região apical O conceito de instrumentação do canal através de princípios coroa/ápice foi indicado pelas Técnicas de Oregon e Técnica de Goerig. Esta técnica coroa/apical elimina as constrições nas regiões coronárias do canal, reduzindo o efeito das curvaturas; Permite umaprobabilidade menor da alteração do CRT; Possibilita uma irrigação efetiva em toda a profundidade do canal Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com A perda da patência pode ocorrer como resultado da compressão do tecido, da fratura de instrumentos e do acumulo de resíduos A forma cônica obtida com o preparo mecânico favorece as manobras de obturação e irrigação Nos casos de tratamento endodôntico em dentes com canais extremamente curvos o procedimento adequado é optar pelos instrumentos de níquel-titânio, pois estes são mais flexíveis que os de aço inox. SÃO CIMENTOS A BASE DE ZOE: Cimento de Grossman; Cimento de Rickert e Endometrasone. No sistema Ultrafill a guta-percha vem embalada em cânulas com agulhas que são aquecidas em forno especial antes de serem levadas ao canal. No sistema Thermafil é um sistema que utiliza carreadores de plástico envoltos com guta-percha aquecidos em forno especial antes de serem inseridos. O sistema System B é um sistema que utiliza pontas condutoras de calor para plastificar a guta percha que já se encontra no interior do sistema de canais. O cimento endodôntico ideal deve ser insolúvel aos fluidos teciduais e saliva. Uma rápida e eficaz descontaminação dos cones de guta-percha pode ser alcançada por meio da imersão dos cones em glutaraldeido a 2 % por 10 minutos. A técnica radiográfica de Bregman estabelece o comprimento do canal de forma indireta, e está indicada nos casos de pulpectomia. SISTEMA OBTURA II - Técnica de injeção da guta-percha termoplastificada que utiliza a guta na fase beta e em forma de bastão aquecida a alta temperatura. A termoplastificação da guta-percha tem como vantagem o menor filme de cimento obturador entre os cones, diminuindo o risco de percolação marginal A liga níquel-titanio tem flexibilidade alta e modulo de elasticidade baixo As características mais importante dos cimentos a base de ZOE é a formação do eugenolato de zinco durante a manipulação, solubilidade e fácil manipulação Na pulpotomia, pode ser utilizada a anestesia intrapulpar, desde que a agulha penetre apenas superficialmente com pouca pressão e use anestésico sem vasoconstrictor De acordo com Schilder, os 5 princípios de limpeza e modelagem dos canais são: Acesso; Forma apical; Forma do corpo do canal; Convergência cônica em direção ao ápice e Patência do forame. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com VAMOS PRATICAR? Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: IAPEN - AC Prova: IBADE - 2020 - IAPEN - AC - Cirurgião Dentista 1-Assinale qual é a inflamação da polpa dentária que apresenta uma secreção, causa dor aguda, que pode ser muito intensa, e que costuma piorar na presença de estímulos, como mastigação ou ingestão de bebidas e alimentos quentes ou frios: a) Pulpite purulenta. b) Pulpite serosa. c) Pulpite crônica esclerosante. d) Pulpite crônica ulcerativa. e) Pulpite crônica hiperplásica Ano: 2019 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de Vitória - ES Prova: INSTITUTO AOCP - 2019 - Prefeitura de Vitória - ES - Cirurgião Dentista - PNE 2- A pulpite hiperplásica crônica ocorre em crianças e em adultos jovens que têm grandes exposições da polpa nas quais o teto dentinário inteiro está ausente. O tratamento indicado para essa condição é a) a pulpectomia ou a extração dentária. b) a pulpotomia total. c) a pulpotomia de Cvek. d) o capeamento pulpar direto. Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Aracruz - ES Prova: IBADE - 2019 - Prefeitura de Aracruz - ES - Cirurgião Dentista 3- Um paciente chegou ao consultório odontológico relatando quadro de dor espontânea, intermitente, que piora excessivamente com a aplicação de frio, aumenta quando na posição de decúbito e não responde satisfatoriamente com o uso de analgésico. Ao exame radiográfico, verificou-se que o aspecto do espaço periodontal está normal e ao exame clínico apresenta teste de percussão vertical positivo. O diagnóstico mais provável para a situação clínica descrita é: a) pulpite reversível sintomática. b) pulpite irreversível assintomática. c) necrose pulpar. d) pulpite irreversível sintomática. Licenciado para - P oliana D estefani - 12005902608 - P rotegido por E duzz.com https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/ibade https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/iapen-ac https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/ibade-2020-iapen-ac-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/instituto-aocp https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-vitoria-es https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/instituto-aocp-2019-prefeitura-de-vitoria-es-cirurgiao-dentista-pne https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/instituto-aocp-2019-prefeitura-de-vitoria-es-cirurgiao-dentista-pne https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/instituto-aocp-2019-prefeitura-de-vitoria-es-cirurgiao-dentista-pne https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/bancas/ibade https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/institutos/prefeitura-de-aracruz-es https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/ibade-2019-prefeitura-de-aracruz-es-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/ibade-2019-prefeitura-de-aracruz-es-cirurgiao-dentista https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/provas/ibade-2019-prefeitura-de-aracruz-es-cirurgiao-dentista e) pulpite reversível. Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Itatiaiuçu - MG Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - Prefeitura de Itatiaiuçu - MG - Cirurgião Dentista do ESF 4-O diagnóstico de dores endodônticas deve estar bem sedimentado para a boa atuação do cirurgião-dentista. Um paciente que apresenta leve sintomatologia ao contato com alimentos frios e doces, sem alteração significativa nos testes de sensibilidade pulpar, sugere um quadro de a) pulpite irreversível fase final. b) pulpite irreversível fase inicial. c) pulpite reversível. d) periodontite crônica. Ano: 2016 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberaba - MG Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde II - Dentista 5- Em todas as áreas da Odontologia, destacando-se a Odontologia Restauradora e a Endodontia, é imprescindível o bom conhecimento da anatomia interna da cavidade pulpar, bem como de suas possíveis variações e anormalidades. Sobre a cavidade pulpar, assinale a alternativa INCORRETA. a) Apesar das limitações técnicas, o exame radiográfico ainda representa o mais eficiente instrumento acessível na clínica para a verificação da macroconfiguração da cavidade pulpar. b) Comumente, o canal radicular se apresenta totalmente reto, como pode ser comprovado sempre pelo exame radiográfico. c) A preservação das curvaturas gera dificuldades nos preparos do sistema radicular de canais. Por isso, as técnicas de instrumentação endodôntica são desenvolvidas priorizando essa peculiaridade anatômica. d) O aumento localizado da luz do canal, geralmente, com formato oval pode sugerir o diagnóstico de reabsorção radicular interna inflamatória. O que pode gerar dificuldades nas fases de limpeza, formatação e obturação do canal radicular. Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Venda Nova do Imigrante - ES Prova: CONSULPLAN - 2016 - Prefeitura de Venda Nova do Imigrante - ES - Cirurgião Dentista 6- Assim como a abertura e a instrumentação, a obturação é considerada um passo crítico do tratamento endodôntico e causa da maioria das falhas de tratamento. Em relação às propriedades dos materiais obturadores, é INCORRETO afirmar que devem a) ser radiopacos. b) ser facilmente introduzidos