Prévia do material em texto
DE DANILO HOFFMANN 2019 INTELIGÊNCIA EMOCIONAL REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FATOR DETERMINANTE EM AMBIENTE DE TRABALHO DE DANILO HOFFMANN 2019 Claretiano - Centro Universitário DETERMINANTE EM AMBIENTE DE TRABALHO Liderança e Coaching DANILO HOFFMANN A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FATOR Tutor: Francisco de Assis Breda RIO CLARO 2019 INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA Esse projeto tem como finalidade levantar conceitos de inteligência emocional através de dissertações, abordagens técnicas, investigações e a sua real interferência dentro das organizações, buscando mapear pontos Diante de tanta desconfiança no mercado de Coaching e Desenvolvimento Humano, considerando a influência de algumas vertentes que nada tem haver com a área, nota-se uma necessidade de se buscar informações acadêmicas que abordem o tema, evitando assim filtros indesejáveis de falsos gurus, trazendo à tona a sabedoria, na organização das teorias e trazendo resultados práticos na aplicação desse conhecimento dentro de toda organização. A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FATOR DETERMINANTE EM AMBIENTE DE TRABALHO (2019) DE DANILO HOFFMANN 1. INTRODUÇÃO Inteligência Emocional é um assunto hoje que está em evidência e o seu conceito muitas vezes parece subjetivo, abstrato e contraditório. O conceito em si tornou-se popular através de Goleman (1995) através do livro “Inteligência emocional: a teoria que redefine o que é ser inteligente”. Lane e Pollermann (2002) define Inteligência Emocional como uma habilidade de utilizar as emoções de uma maneira construtiva e adaptativa. Também ela não só está relacionada com fatores internos, como está ligado com as relações externas, ou seja, outras pessoas e situações. METODOLOGIA Esta revisão bibliográfica pretende abordar Inteligência Emocional, buscando mapear pontos convergentes, evidenciando cada um deles e considerando pontos essenciais para uma eficácia no desempenho, no controle de estresse, no bem estar social, nas relações interpessoais e em outros fatores nas organizações. Resumo: Esta revisão bibliográfica pretende abordar Inteligência Emocional, buscando mapear pontos convergentes, evidenciando cada um deles e considerando pontos essenciais para uma eficácia no desempenho, no controle de estresse, no bem estar social, nas relações interpessoais e em outros fatores nas organizações. Este trabalho consiste em uma revisão bibliográfica com análise e discussão feita através dos bancos de dados de Universidades, Periódicos Eletrônicos em Psicologia, Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Biblioteca Universitária do Centro Universitário Claretiano e artigos científicos que abordam a inteligência emocional, onde serão usados nesse trabalho oito artigos científicos do Brasil e de Portugal e dois artigos da Internet. Palavras-chave usadas na pesquisa: inteligência emocional, estresse, bem-estar, sentimentos, programação neurolinguística, Mas afinal o que é Inteligência Emocional e tão quanto ela é determinante para nossas vidas? Dentro de vários estudos surgem diversas teorias, mas apenas um grande problema a ser investigado, como ter inteligência emocional? INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA Mayer, Caruso e Salovey (2000) utilizaram o critério de que inteligência emocional deve cumprir três Também busca compreender o estresse dentro do ambiente de trabalho e o que a inteligência emocional pode ajudar neste sentido. Atualmente, há algumas definições sobre a inteligência emocional. Hoje vários teóricos e cientistas estudam e definem Inteligência Emocional, autores como Goleman (1995) Mayer e Salovey (2002), entre outras vertentes. Para que seja possível conceituar Inteligência Emocional, Goleman (1998, 2011) considera que há cinco competências essenciais para que um indivíduo seja considerado adotado de inteligência emocional: motivação, competências sociais, empatia, autorregulação e autoconsciência. Em síntese, inteligência emocional é a habilidade de perceber e processar informações sobre as próprias emoções e as dos outros. O conceito que mais se adéqua ao objetivo desse estudo está na capacidade de perceber emoções; a capacidade de acessar e gerar emoções de tal forma a ajudar os processos de pensamento; a capacidade de compreender a emoção e o conhecimento emocional; e a capacidade de regular as emoções para promover o crescimento emocional e intelectual (MAYER; SALOVEY; CARUSO, 2002a, p. 17). Também, esse projeto busca relacionar a empatia com a inteligência emocional, ou seja, de reconhecer os nossos sentimentos e os dos outros, fato citado por Goleman (1999). Mensuração Essa abordagem foi realizada por meio de algumas estratégias, ferramentas e modelos para o trabalho de mudança de comportamento, de como relacionar com o outro e como controlar as emoções. Tem como objetivo entender o papel do moderador da inteligência emocional e a relação entre regulação emocional e bem-estar. De acordo com os artigos selecionados, notaram-se grandes esforços em mensurar inteligência emocional, sendo que este é um dos maiores problemas levantados no estudo. Tal dificuldade vem desde o início dos estudos (Thorndike, 1920), sendo que a maioria dos estudos é baseada em autorrelato, opiniões, sintomas e muitas vezes sob a influência de um comportamento de ansiedade dentre os participantes. Vários modelos foram adotados para que se tenha um resultado confiável e acadêmico, entre um dos métodos de mensuração adotado, está a Multifactor Emotional Intelligence Scale (MEIS, Mayer,Salovey & Caruso, 1997), que são doze tarefas destinadas a investigar quatro ramificações da inteligência emocional: faces, músicas, quadros e histórias. Conceituando Inteligência Emocional em comum, sendo estes considerados essenciais para um resultado prático e concreto dentro das organizações. 2. RESULTADOS Charles Darwin fez a citação de inteligência emocional mais antiga que em sua obra referiu a importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação. Na era moderna, o termo inteligência emocional foi introduzido por Salovey e Mayer (1990). INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA Compreender o outro Nos estudos relacionados à inteligência emocional, Mayer, Salovey e colaboradores (1990, 1996, 1997, 2000) investigaram as relações entre as medidas de inteligência emocional e a construção de personalidade, critérios rigorosos que são: performance mental, habilidades e aprimoramento ao longo da vida. Dessa forma utilizou-se de questionários onde o sujeito reporta as habilidades baseado nesses três critérios. Perceber, avaliar e expressar a emoção, tanto de si mesmo como nas outras pessoas, é a tríade necessária para que se possa ter inteligência emocional. J. Maurício (2003) aborda a emoção como facilitadora do ato de pensar, possibilitando um controle das emoções. A capacidade de gerenciar sentimentos ajuda na tomada de decisão, funcionando como uma "ponte ao futuro", no qual as emoções podem ser geradas, sentidas e mudadas. Compreender e analisar as emoções inicia desde perceber o gatilho mental que gerou aquela emoção, nomear a emoção gerada e gerenciar, podendo utilizar ela ao seu favor ou simplesmente “ressignificando”. Gatilho Mental: As âncoras da PNL (gatilho) pode ser algo que nós vemos, ouvimos ou sentimos – ou mesmo algo que pensamos que pode acontecer ou que já aconteceu. José Maurício Haas Bueno (2003), em que em seu trabalho se propôs a investigar e medir aspectos da inteligência emocional encontrou correlações significativas da percepção de emoções com inteligência e traços de personalidade, como por exemplo, que pessoas com maiores índices de inteligência emocional tinham uma percepção de mundo baseado na praticidade e objetividade. Também, apontou com os dados, que pessoas associadas a estímulos artísticos (quadros e músicas) estão mais abertos aos sentimentose que tem maior facilidade de falar sobre si mesmo. De acordo com a Dissertação de Mestrado de Ana Rita Cunha Mendes (2014), “O papel moderador da inteligência emocional na relação entre regulação emocional e bem-estar: Um estudo com trabalhadores portugueses”, em que foi realizada uma pesquisa com trezentos e dez trabalhadores portugueses de diversas atividades profissionais, utilizou de forma inovadora, das cinco competências segundo Goleman (1998, 2011), ou seja, da motivação, das competências sociais, da empatia, da auto-regulação e da autoconsciência como estratégia de regulação emocional, como mensuradores da inteligência emocional. Ressiginificação: Mudança na percepção de algo que já passou. Em outras palavras, ressignificar funciona como uma maneira de transformar acontecimentos ruins em um aprendizado, uma motivação, ou seja, em algo positivo. Fonte: https://www.sbcoaching.com.br/blog/ressignificar/ Capacidade de Perceber Emoções Fonte: https://golfinho.com.br/artigo/pnl-e-os-gatilhos-negativos.htm INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA como empatia, da capacidade de compreender os outros a partir de seus pontos de vista e a capacidade de nomear e expressar sentimentos próprios. Goleman (1998, 2011) define como àquilo que as pessoas sentem, as suas necessidades e preocupações. Wei, Liao, Ku, & Shaffer (2011) referem que a empatia, está diretamente relacionada a realizar ações que beneficiam os outros, e que isso contribui igualmente para o seu próprio afeto. De acordo com a “Investigação da Inteligência Emocional como Fator de Controle do Estresse em Guardas Municipais “de Muniz, Monalisa, Primi, Ricardo, Koich Miguel, Fabiano (2007) em que foi realizado uma pesquisa com vinte e quatro guardas municipais de uma cidade do interior do Estado de São Paulo, conclui que o baixo nível de estresse está associado a capacidade de perceber emoções e que, por outro lado, os indivíduos estressados são mais suscetíveis a experimentar emoções com menos interferência do raciocínio, ou seja, são pessoas mais emocionais. De acordo com a Dissertação de Mestrado “A Inteligência Emocional como Fator Determinante nas Relações Interpessoais” de Maria João Martins Rosa da Silva (2010), concluiu-se que as habilidades emocionais Entre os componentes que são unânimes entre os artigos estudados, a empatia é um dos ingredientes que mais se destaca na definição de uma pessoa emocionalmente inteligente. De acordo com a “Pesquisa da Relação entre Inteligência Emocional e Estresse em Ambientes de Trabalho” de Fabiano Koich Miguel e Ana Paula Porto Noronha (2009) com cento e oito pessoas de dois municípios do estado de São Paulo, concluiu que a relação entre inteligência emocional e estresse pode variar dependendo do ambiente de trabalho e que outros fatores possam estar influenciando essa relação, fatores estes que podem ser personalidade, racionalização, a satisfação com o trabalho, entre outros fatores. (Gohm e cols., 2005; Healy e McKay, 2000). Estresse Empatia Bem-Estar Relações Interpessoais Em relação ao bem-estar, de acordo com Silvana Helal Nascimento (2006), é possível concluir que o bem-estar parece ocorrer quando o trabalhador tem habilidades sociais, se sentem contentes com o trabalho, se sentem envolvidos e comprometidos e principalmente quando tem a empatia, principalmente para os casos de o colaborador ocupar cargos de liderança e chefia. Dessa forma, de acordo com os conceitos abordados de inteligência emocional, é possível concluir que inteligência emocional está diretamente associada ao bem-estar do trabalhador. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA Compreender as emoções é essencial na compreensão do comportamento humano, incluindo principalmente domínio organizacional. (Fox & Spector, 2002; Grandey, 2000; Muchinsky, 2000). De acordo com a conclusão de “Inteligência Emocional e Desempenho no Trabalho: um Estudo com MSCEIT, BPR-5 E 16PF1” de Cláudia Cobêro Ricardo Primi e Monalisa Muniz (2006), em que investigaram a validade de uma medida de inteligência emocional correlacionando-a com medidas de inteligência e personalidade e desempenho profissional, concluíram que a inteligência emocional é um tipo de inteligência que independe da personalidade e está associado a outras inteligências já conhecida, podendo até prever o desempenho profissional de cada colaborador da empresa. O fato é que nós podemos controlar as emoções, gerando uma mudança de estado ou simplesmente sabendo utilizar daquele sentimento ao nosso favor. Trata-se da capacidade de perceber seu estado atual e planejar sua vida de acordo com seu estado de espírito (Mayer, Salovey, Caruso & Sitarenios, 2001). como a autoconsciência, capacidade de adaptação, capacidade de interagir, a compreensão do outro e principalmente a empatia, ou seja, ingredientes da inteligência emocional, facilita na gestão de conflitos e na tomada de decisão, sendo possível afirmar a importância da inteligência emocional nas relações interpessoais. DISCUSSÃO De acordo com Cláudia Cobêro (2006) em “Inteligência Emocional e Desempenho no Trabalho: Um Estudo com MSCEIT, BPR-5 E 16PF”, concluiu-se que a inteligência emocional se correlaciona diretamente com o desempenho profissional, já que há fatores cognitivos específicos que comprovam essa afirmação. De acordo com os resultados do questionário aplicado e as análises da Dissertação de Mestrado de Maria João Martins Rosa da Silva (2010), “A Inteligência Emocional como Fator Determinante nas Relações Interpessoais”, é possível afirmar que há uma consciência da inteligência emocional pela sociedade, pois de acordo com o conceito de inteligência emocional, há uma consciência, por exemplo, da autoconsciência, do autodomínio, da capacidade de adaptação, da habilidade de interar, compreender e da capacidade de gerenciar conflitos, fatores que compõe a inteligência emocional. Dessa forma é possível concluir que, de acordo com os estudos a partir da vivência diária em sociedade, as pessoas em geral já desenvolvem as habilidades correlacionadas com a inteligência emocional de maneira natural, mesmo que em grau pouco elevado. Dentro dos estudos relacionados, é possível listarmos alguns ingredientes essenciais que comprovam a correlação de inteligência emocional e desempenho profissional, a primeira delas está na capacidade de perceber as emoções, antes de neutraliza-la ou utilizar ela a seu favor. A segunda, é preciso aprender a entender os nossos sentimentos, assunto abordado por Haas & PRIMI (2003). Depois, outro ingrediente está no controle das emoções, em como dominar os sentimentos. Inteligência Emocional adquirido com a vivência diária em sociedade Por outro lado, observou-se correlação negativa significativa entre a inteligência emocional com alguns fatores específicos, como o fator “imaginação”, por exemplo. Quanto à capacidade de perceber as emoções e considerando o estudo de José Maurício Haas Bueno INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA Um comportamento inadequado é a maior prova da falta de inteligência emocional de um colaborador e sempre está associado a um gatilho, um fato, que fez gerar um atrito, uma desmotivação ou qualquer outro sentimento limitante para as outras pessoas do grupo e para si mesmo. De acordo com as análises, conclui-se que inteligência emocional é um processo que inclui detectar, conhecer e controlar as emoções, na empatia, ou seja, na habilidade de se colocar no lugar do outro, de reconhecer as emoções e entender seus comportamentos, e dessa forma saber se relacionar com o outro. Também, nota-se a falta de estudos que buscam identificar o processo, o passo a passo que desencadeia a falta da inteligência emocional. Os estudos são fragmentos independentes e não se correlacionam entre si. Como os gatilhos que levam um indivíduo a ter comportamentos que podem ser classificados como falta de inteligência emocional, observa-seuma carência no estudo no que se diz a respeito de perceber e compreender os gatilhos, ou seja, os fatores que geram um sentimento limitante, ingrediente principal na falta de inteligência emocional. Por outro lado podemos observar que, em nenhum dos estudos foi considerado analisar no processo, a percepção do início do processo, ou seja, o que se desencadeia um comportamento que pode ser identificado como uma falta de inteligência emocional. � Se considerarmos o conceito de Inteligência Emocional como processo de pensamento e a capacidade de compreender a emoção e o conhecimento emocional, e a capacidade de regular as emoções para promover o crescimento emocional e intelectual, e de acordo com as informações levantadas e discutidas nesse artigo, para que se possa atender as necessidades mercado de trabalho, é de extrema importância considerar como o colaborador lida com os outros e consigo mesmo, qual é capacidade de resolver problemas e principalmente a habilidade de identificar, compreender e principalmente gerenciar as emoções. 3. CONCLUSÃO Devemos considerar que, a ideia argumentada por Goleman (1998), e de acordo com os parâmetros de avaliação do mercado de trabalho, não devemos considerar só a inteligência emocional como fator determinante, é preciso também considerar a inteligência racional e da formação acadêmica, sendo que as duas inteligências (racional e emocional) possuem o mesmo peso no desempenho do colaborador. Rotular, perceber a diferença entre elas (como por exemplo, diferenciar gostar e amar), a capacidade de tolerar reações emocionais, saber controlar ou utilizar dos sentimentos para impulsionar é a essência da inteligência emocional, utilizando de cada emoção como uma facilitadora, podendo, por exemplo, ser decisivo em uma tomada de decisão. (2003), perceber as emoções vai desde a capacidade de avaliar a expressão da emoção, a capacidade de identificar as emoções em si mesmo e em outras pessoas avaliando, por exemplo, as condições físicas, até na capacidade de expressar essas emoções, e também da capacidade de validar a autenticidade das expressões, verificando expressões falsas e tentativas de manipulação. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA WOYCIEKOSKI, Carla & HUTZ, Claudio Simon (2008). Inteligência Emocional: Teoria, Pesquisa, Medida, Aplicações e Controvérsias. Universidade Ferderal do Rio Grande do Sul. MUNIZ, Monalisa & PRIMI, Ricardo & MIGUEL, Fabiano Koich (2007). Investigação da Inteligência Emocional Como Fator de Controle do Stress em Guardas Municipais. Universidade São Francisco. NASCIMENTO, Silvana Hetal (2006). As Relações Entre Inteligência Emocional e Bem-Estar no Trabalho. São Bernardo do Campo. BUENO, José Maurício Haas & PRIMI, Ricardo (2003). Inteligência Emocional: Um Estudo de Validade sobre a Capacidade de Perceber Emoções. Universidade Presbiteriana Mackenzie. MIGUEL, Fabiano Koich & NORONHA, Ana Paula Porto (2009). Estudo da Relação entre Inteligência Emocional e Estresse em Ambientes de Trabalho. Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica. Ribeirão Preto. [acesso em 15 de outubro. 2019]. SOCIEDADE BRASILEIRA DE COACHING. Blog. https://www.sbcoaching.com.br/blog/ressignificar/ [acesso em 15 de outubro. 2019]. REFERÊNCIAS DA SILVA, Maria João Martins Rosa (2010). A Inteligência Emocional como Factor Determinante nas Relações Interpessoais. Emoções, Expressões Corporais e Tomada de Decisão. DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM GESTÃO / MBA. Área Científica de Gestão de Recursos Humanos. UNIVERSIDADE ABERTA - Lisboa. GOLFINHO. Artigos. https://golfinho.com.br/artigo/pnl-e-os-gatilhos-negativos.htm MENDES, Ana Rita Cunha (2014). O papel moderador da inteligência emocional na relação entre regulação emocional e bem-estar: Um estudo com trabalhadores portugueses. COBÊRO, Cláudia & PRIMI, Ricardo & MUNIZ, Monaliza. Inteligência Emocional e Desempenho no Trabalho: Um Estudo com MSCEIT, BPR-5 E 16PF1. Universidade São Francisco. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA AÇÃO COMPORTAMENTO 4 EMOÇÃO O que você sentiu tendo aquele pensamento gerado pelo gatilho? Esse sentimento vai impulsionar ou te limitar? SENTIMENTO 3 FILTRO O que você pensou quando a âncora foi acionada? Que tipo de pensamento você teve? Que sentimento ele gera? É limitante ou possibilatador? PENSAMENTO 2 Um acionador, uma lembrança. Pode ser um objetivo, uma imagem, uma pessoa, algo que alguém disse, ouviu, viu ou sentiu. ÂNCORA GATILHO 1 AS 4 FASES DAS EMOÇÕES INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA COMPAIXÃO INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PASSO A PASSO DA FELICIDADE EXCITAÇÃO PAIXÃO SURPRESA ALEGRIA CONFIANÇA TRISTEZA ESPERANÇA FÉ DISPOSIÇÃO DESPREZO FRUSTRAÇÃO AVERSÃO AMOR RAIVA ANGUSTIA ANSIEDADE AFETO CIÚME INSPIRAÇÃO MEDO SONO DESÂNIMO DETERMINAÇÃO CONCENTRAÇÃO ÓDIO ADRENALINA TRANQUILIDADE NERVOSO VINGANÇA INJUSTIÇA PRAZER OSTILIDADE NUVEM DOS SENTIMENTOS: P O S S IB IL IT A D O R L II M T A N T E