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Disfonia
Disfonia
A classificação baseada no envelhecimento do
comportamento vocal como causa da disfonia;
Qualquer problema que impede a comunicação,
impede que a voz exerça seu papel adequadamente
sintoma secundário
(organofuncional) - lesões nas
PPVV que causam disfonia. o
comportamento gera uma lesão
que reforça os sintomas.
sintoma discreto (orgânica) - Sem
influência do comportamento.
quadro geral que afeta a voz. uma
doença principal que afeta a voz
Com presença de lesão
Sem presença de lesão
Uso incorreto da voz
Inadaptações vocais
DISFONIA
Comportamento Vocal
DISFONIAS FUNCIONAIS PRIMÁRIAS POR USO
INCORRETO DA VOZ
Reações vocais em respostas às
relações interpessoais;
Necessidade psicológica, hábitos,
estímulos sociais do individuo 
É apenas um sintoma presente
em vários distúrbios
sintoma mais importante
(funcional) - sem patologia,,
mas com problemas na função
ou representação
DISFONIA
FUNCIONAL
A laringe não possui nenhuma alteração visível no
exame laringoscópio.
O comportamento vocal leva a alteração na voz
Caracterizada por uma QV alterada, na ausência de
lesões identificáveis
Comprometimento na emissão vocal e/ou redução na
capacidade vocal, com um possível diagnóstico
concomitante de patologias menores na cobertura das
PPVV
Alterações psicogênicas
São causadas por uso incorreto da
voz e podem ser favorecidas por
duas situações principais: falta de
conhecimento vocal e modelo
vocal deficiente.
Investigar os
fatores de
risco
compreender
os ajustes que
estão sendo
realizados
Fatores de risco
Organizacionais jornada de trabalho prolongada, acúmulo
de atividades, demanda vocal excessiva, ausência de
intervalos, entre outros
Ambientais tipo de demanda, ruído de fundo, acústica
pobre, distância interfalantes, qualidade do ar, baixa umidade e
poeira, fatores ergonômicos, estresse e equipamento
inadequado
Pessoais idade, condições orgânicas (alergias, RGE),
infecções de VAS, influências hormonais, medicações, estilo
de vida, personalidade, hábitos e comportamento vocal
Falta de conhecimento Vocal: são caracterizados
quando o indivíduo seleciona ajustes motores
impróprios a produção vocal saudável e os utiliza
a longo prazo. Ex: no estado de raiva nossa
emissão pode ficar mais tensa, a voz mais aguda,
com elevada intensidade e ataques vocais
bruscos. Sendo assim, uma resposta vocal
transitória, não representando um quadro de
abuso vocal eu pode causar disfonia
Modelo vocal deficiente: Pode ocorrer em qualquer
período do desenvolvimento humano. No caso do
desenvolvimento de uma disfonia na infância, a
criança, recebe um padrão vocal inadequado, que
incorpora como habitual. Já no adulto, está
associado a eleição de determinadas vozes públicas
de sucesso, como de profissionais de rádio ou
televisão, ou ainda líderes políticos
Obs: A avaliação profunda e detalhada do comportamento vocal é
fundamental para a reabilitação
Natália de Farias Lira - nataliafarias.lira@hotmail.com
Camila Farias
Sublinhado
Camila Farias
Sublinhado
Camila Farias
Sublinhado
Camila Farias
Sublinhado
ABUSOS VOCAIS
Falar em forte intensidade
Falar durante muito tempo
Falar com voz muito aguda ou muito grave
Sussurrar
Falar com os dentes travados
Falar fazendo esforço
Falar com poucas pausas
Usar o ar até o final
Falar rápido demais
Falar sob competição sonora
Falar muito no carro, metrô, ônibus
Falar muito ao ar livre
Pigarrear constantemente
Rir demais
Chorar demais
Gritar
Imitar vozes
Falar enquanto pratica esportes
Cantar fora da tessitura
Uso durante gripes ou crises alérgicas
Exposição a mudanças bruscas de temperatura
Gelado excessivo
Fumar
Álcool em excesso
Auto-medicação
Dormir pouco
As alterações
podem ocorrer
basicamente em
três níveis
 
Respiratório: inspiração insuficiente p/
fonação, início fonatórioapós expiração
Glótico: hiperou hipocinesia, desvios no
pitch e loudness
Ressonantal: não-aproveitamento das
caixas de ressonância, seleção de uma
caixa de ressonância específica
TERAPIA
Conscientização sobre os abusos e mau uso da
voz;
Sugestões de controle (personalizadas);
Modificação dos ajustes inadequados à fonação;
Incorporação de “novo uso” da voz em ambiente
terapêutico, em situações domésticas/sociais e
profissionalmente;
Maximizar o uso da respiração*, articulação e
ressonância;
Programas de aquecimento e desaquecimento
vocal (canto/fala);
Trabalhar Aspectos específicos do uso profissional
da voz.
O impacto mais comum de uma
inadaptação vocal é uma redução na
resistência vocal, produzindo fadiga à
fonação. 
DISFONIAS SECUNDÁRIAS POR INADAPTIDÕES
VOCAIS - INADAPTAÇÕES ANATÔMICAS
Favorece a fadiga
Pequenos desequilíbrios anatômicos ou miodinâmicos
quando a queixa do paciente inclui pouca resistência no
emprego da voz na ausência de uma alteração nítida.
Inadaptações anatômicas pequenas variações
anatômicas que são irrelevantes para o desempenho
das funções vitais da laringe (respiração e deglutição).
Porém prejudica o bom rendimento vocal.
Assimetrias laríngeas
Fusão posterior incompleta
AEMC (sulcos, cistos, vasculodisgenesia, ponte
mucosa, microwet
Desvios na Proporçao glótica 
Assimetrias laríngeas
Assimetrias anatômicas são mais facilmente
compensadas que assimetrias funcionais;
Pode haver presença de fadiga vocal, assim
como lesões de massa secundária
Quando associada ao esforço vocal pode causar
medicalização de bandas vestibulares
Comum: muitos indivíduos com assimetrias laríngeas mantem
um Fo grave, com pouca modulação, ou seja, sem flexibilidade
natural da laringe. É como se o indivíduo fixasse a produção em
uma área onde apresenta maior rendimento vocal.
Tamanho e/ou massa das ppvv, 
Tamanho Ventrículo de Morgagni
Tamanho/massa das pregas vestibulares 
Assimetria das Aritenóides.
Tipo de assimetria :
Tratamento:
- Trabalhar com os sintomas apresentados
- Exercícios com emissão sustentada, de
resistência vocal e escalas costumam beneficiar
estes pacientes
- Lesões existentes devem ser tratadas
Má formação congênita rara na qual ocorre uma
falha na fusão da musculatura da região posterior
da laringe;
O modo de fechamento glótico tem
relação direta com esta proporção
 
Por isso, as mulheres têm coaptação glótica
incompleta, gerando uma fenda triangular
posterior
Fusão posterior incompleta
Desvios na Proporção glótica
Relação entre as porções intermembranosa e
intercartilagínea da glote
A porção intermembranosa aumenta com a idade
até os 20 anos, sendo maior nos homens
PG homens= 1,3
PG mulheres= 1,0
PG infantil = 0,8
Os homens apresentam uma porção
intermembranácea maior que as
mulheres
Uma proporção glótica menor do que 1 é
predisponente à formação de nódulos vocais
(fendas), fadiga vocal e hipercinesia laríngea;
Desvios na PG se refletem nas fendas glóticas
Tratamento:
-Estabilizara fonação
-Promover adequado suporte respiratório
-Normas de saúde vocal (hidratação, DRGE)
-Desenvolver ataque vocal isocrônico
 fenda triangular médio posterior
 
AEMC 
Alterações estruturais mínimas de cobertura da
prega vocal surgem pelo aparecimento de
desarranjos histológicos indiferenciados ou
diferenciados na região, prejudicando o ciclo
vibratório.
Classificação 
Diferenciadas: 
alterações não definidas
macroscopicamente e
surgem enovelamento,
colabamento, redução ou
ausência de uma ou várias
camadas da mucosa, sendo
mais comumente observada
a redução do espaço de
Reinke.
Indiferenciadas:
alterações histológicas
típicas, de características
próprias e bem definidas,
que podem ser agrupadas
em 5 tipos. Podem ser
encontras isoladamente ou
em ocorrência múltipla em
uma mesma prega vocal ou
em ambas, ou ainda em
associação com alterações
indiferenciadas.
Pode ou não impactar a voz negativamente
Desvios na arquitetura histológica da mucosa das PPVV
Desestabilizam a mobilidade da mucosa, desestruturando a
camada superficial da lâmina própria e reduzindo o volume
de tecido conjuntivo frouxo e móvel
A mucosa das PPVV fica mais rígida e menos eficiente
Um indivíduo portador de AEM decobertura, pode se
apresentar como “funcionalmente adaptado”, sem que a
alteração vocal comprometa sua atividade profissional ou
se agrave com o uso da voz
AEM
Sulco vocal: é uma depressão na prega vocal que se
dispõe paralelamente a borda livre.
Pode ser assintomático, sintomático com discreta alteração vocal
ou sintomático com disfonia severa e fadiga, impedindo até
mesmo o uso social da Voz
A lesão pode variar tanto em extensão como em profundidade
Não é incomum a presença de reação inflamatória crônica,
ingurgitamento vascular e fibrose tecidual, ainda com retenção
de produtos descamativos e queratina
Oculto Localizado nas camadas subepiteliais da
prega vocal, diminuindo a mobilidade da túnica
mucosa
Impacto vocal mínimo= extensão vocal reduzida,
pouca resistência c/ uso continuado
Podem se apresentar nas seguintes modalidades:
1.
2.
Diagnóstico apenas por estroboscopia
Tratamento: -Eminentemente fonoterápico: Flexibilizar ao
máximo a túnica mucosa
Pouco maior que o sulco oculto.
Piora de acordo com a adesão do sulco.
Redução dos harmônicos. 
 Disfonias relacionada a lesões associadas
Impacto vocal:Estria menor: Invaginação do epitélio gerando uma
pequena cavidade virtual
Ao exame: linha atrófica, escurecida; uni ou
bilateral, simétrico ou assimétrico, unitário ou
múltiplo; em qualquer uma das faces das PPVV;
lesões contralaterais (pólipos)
Melhor observado à respiração Tratamento:
 -Fonoterapia (predominantemente)
 -Minimizar compensações negativas
 -Melhorar equilíbrio mioelástico
 -Reduzir ou prevenir lesões secundárias
- Cirúrgico
- Cirurgia da lesãosecundária
 -Dissecçãoe remoçãodo sulco
Estria maior: Descrição clássica do sulco vocal
(vergeture)
 Depressão na túnica mucosa em forma de
canaleta, geralmente paralela à borda livre da
PPVV, bilateral e simétrico;
Consistência rígida e aderido às estruturas mais
profundas
Apresenta dois lábios: superior (mais flexível) e
inferior (mais largo e rígido). 
Grave prejuízo da mobilidade de cobertura da
prega vocal
 Características ao exame:
 -Depressão na mucosa
 -Onda vibratória distorcida,
reduzida ou ausente
 -Compensação supraglótica
 -Fenda fusiforme
 -Arqueamento da PPVV
 Características Vocais:
 -QV desagradável: rugosa em grau elevado.
 -Quebras de sonoridade
 -Soprosidade acentuada
 -Bitonalidade/diplofonia
 -F0aguda
 -Extensão vocal limitada
 -Grande esforço fonatório
 FONOTERAPIA:
 -Pré e pós cirúrgico
 -Segunda opção em sulcos profundos
 -Tratamento preconizado em sulcos rasos
 -Poucos casos conseguem boa evolução somente com
fonoterapia
FONOTERAPIA PRÉ-CIRÚRGICA:
 -Redução de compensações
 -Redução de edemas associados
FONOTERAPIA PÓS-CIRÚRGICA:
 -Ativar fonte glótica
 -Flexibiliza rmucosa
 -Reduzir frequência fundamental
 -Maximizar ressonância
 -Evitar compensações
 Implantes de materiais na
PPVV afetada (hydron-gel,
teflon, gelfoan, colágeno)
Cirurgias no arcabouço
laríngeo (tireoplastiatipoI)
 Técnicade franjamento
TRATAMENTO CIRÚRGICO:
Bolsa: Invaginação da superfície da PPVV
semelhante ao sulco estria maior,
com a diferença de que os lábios se
tocam, criando um espaço real em
forma de bolsa
Pode ser denominado cisto aberto(disfonia infantil*)
A vibração mucosa é maior que no sulco estria maior
Mantém a flexibilidade, exceto na área de aberturada bolsa
Principal causa de cordites (monocordites)
Associação com outras AEMs
Características ao exame:
 Presença de abaulamento no seu1/3 médio
 A presença de monocordite pode dificultaro diagnóstico
 Assimetria na vibração da mucosa
 Raramente apresenta fenda glótica
 Atrito em algumas áreas de contato (lesões associadas→
pólipos, edemas, monocordite, laringitecrônica,
leucoplasia)
 Com uma confusão com nódulos
 Disfonia de grau leve moderado
 QV rugosa
 F0 grave
 De grau de sonoridade (diag.diferencial)
 Características flutuantes
Características Vocais:
 Tratar e reduzir lesões secundárias
 Melhorar QV
 Estabilizara produção vocal
 Normas de saúde vocal
 Diagnóstico diferencial (03 meses-máximo)
Reabilitação Vocal:
 Somente nos casos onde não há adaptação funcional.
 Insucessos na fonoterapia
 Cirurgia conservadora e parcialmente conservadora
Tratamento Cirúrgico:
Cisto Cavidade fechada delimitada
por uma cápsula revestida por
tecido epitelial
Cavidade revestida por epitélio escamoso
estratificado aderido ou não ao ligamento vocal
Microcisto= volume pequeno (diagnóstico por
fonação inspiratória)
Tamanho variável
Conteúdo cístico= material de descamação
Acinzentado nas fases iniciais e em tom “pérola”
depois de longo tempo
Muito associado à vasculodisgenesia
Características Vocais:
 Rebaixamento do pitch
 QV rugosa
 Dificuldade em regular a intensidade
 Degrau de sonoridade
 Presença de tensão
 Aspereza e soprosidade variáveis
 Instabilidade
 Crises de disfonia podem ser disparadas
por alergias, uso da voz, DRGE, estresse,
infecções de vias aéreas e abuso vocal
Características Laringológicas:
 Enrijecimento da lâmina própria
 Fechamento glótico incompleto
 Diminuição da onda mucosa
 Zona silente de vibração
 Pode apresentar-se apenas como um pequeno
espessamento inflamatório acompanhado de
hiperemia.
Diagnóstico= estroboscopia
Tratamento Fonoterápico:
 Principal opção de tratamento
 Melhorara flexibilidade da mucosa 
 Reduzir ajustes inadequados
 Hábitos de saúde vocal
 Tornara voz estável
Tratamento Cirúrgico:
 Apenas quando não se alcança
adaptação funcional
 Cirurgia para retirada= preservar
mucosa/epitélio(retração cicatricial)
 Fonoterapia pré e pós-cirúrgica
Ponte de mucosa
 Arco de túnica mucosa de tecido conjuntivo
frouxo, podendo localizar-se em qualquer região
da PPVV, seja na superfície superior, na borda livre
ou na face subglótica
Geralmente, vibra com a túnica mucosa
Frequentemente está associado com os sulcos
vocais
Pode gerar lesões secundárias como pólipo,
edema, espessamento, leucoplasia, reações
inflamatórias nodulares
Ocasiona aumento de rigidez da mucosa e reação
inflamatória local
Sua presença isolada causa discreto impacto vocal
DIAGNÓSTICO
-Difícil de ser realizado, em muitos casos, somente
no ato cirúrgico
 CARACTERÍSTICAS VOCAIS
 -Impacto vocal variável de acordo com a dimensão da
lesão, sua localização e o grau de processo inflamatório
secundário
 -Esforço para emissão vocal
 -Fadiga vocal
 -Dificuldade para controlara intensidade
 -Aspereza e soprosidade
 FONOTERAPIA
 -Fonoterapia pré-operatória: reduzir edemas
associados
 -Fonoterapia pós-operatória: flexibilizar mucosa e
eliminar compensações
 
 CIRURGIA
 Quando não está associada a processos
inflamatórios, não há a necessidade de sua remoção
para não reduzir a massa vibratória
Microweb
Pequena membrana na comissura anterior das
PPVV, podendo ter inserção glótica ou
infraglótica
Em alguns casos está associado ao aparecimento
de nódulos vocais (principalmente naqueles de
difícil reabilitação)
Provoca maior atrito no encontro dos 1/3
anterior e médio das PPVV
Sua presença pode dificultar a mutação vocal
fisiológica (redução da área vibratória)
Isoladamente, não causa grandes impactos
vibratórios
CARACTERÍSTICAS VOCAIS:
-Disfonia discreta
-F0 mais elevada
-Necessidade de maior pressão subglótica p/ início da
fonação
-Maior grau de compressão medial e ataque vocal brusco
TRATAMENTO:
-Fonoterapia: reduzirF0, suavizar ataque vocal, diminuir esforço
fonatório, abaixar laringe
-Cirurgia: realizada raramente devido à formação de cicatrizes,
com piorada QV
-Arranjo vascular normal das PPVV = linear e paralelo ao eixo
longitudinal. Quase nunca visíveis
SITUAÇÕES DE DILATAÇÃO:
 Reação fisiológica a uma agressão
 Alterações patológicas nas paredes dos vasos
 Alterações na rede vascular = arranjo distinto do longitudinal
Vasculodisgenesia
Por alterações
miodinâmicas
Podem se apresentar perpendiculares quando estão
associados a cistos ou sulcos
Os vasos se apresentam transversais à borda livre ou em
forma de capilares largados, tortuosos e com
interrupções bruscas
IMPACTO VOCAL:
-As manifestações vocais são mínimas com a presença de
vasculodisgenesia isolada
-Asqueixas acontecem, geralmente, com profissionais da
voz
-Queixas frequentes: fadiga vocal, dificuldade em
controlara emissão nos agudos, quedada QV
-Redução da vibração ondulatória da mucosa, exigindo
maior controle muscular
-Podem facilitar reações inflamatórias com o tempo de uso
da voz (cordites, hematoma submucoso)
TRATAMENTO:
-Clínico: medicamentoso.
-Fonoterapia: estabilização da emissão, melhorada vibração
-Cirurgia: somente quando os vasos têm calibre muito
alargado (microcauterização, vaporização com Laser)
DISFONIAS SECUNDÁRIAS POR INADAPTAÇÕES
VOCAIS - INADAPTAÇÕES FUNCIONAIS 
Por Incoordenação
Incoordenação pneumofônica, onde
os movimentos respiratórios não
ocorrem concomitantes à
demandafonatoria
Incoordenação fonodeglutitória,
quando não há organização harmônica
dos movimentos de deglutição
durante as pausas do discurso.
podem ser classificadas de acordo
com o grupo de estruturas e/ou
funções envolvidas (respiratória,
das cavidades de ressonância e
laringe) 
Alterações Posturais das PPVV - FENDAS
Consideradas inadaptações funcionais
pequenos desequilíbrios por aumento ou
diminuição de um grupo muscular;
Fechamento glótico incompleto, com
imagem de espaço remanescente na rima
glótica durante a fonação. Podem
também ser o resultado de um processo
orgânico (pós-radioterapia, doenças
neurológicas, DRGE, entre outros)
Fenda Triangular Posterior
Não costuma apresentar manifestações na produção
vocal
Não deve ser considerada patológica
 Padrão laríngeo feminino ou infantil (pode acontecer
em homens)
 Pode haver leve aumento do fluxo aéreo
 TMF reduzidos
 Fonoterapia aconselhada apenas quando há esforço à
fonação
HOMEM MULHER
 Pode ocorrer por hipofunção intrínseca, afonia de
conversão ou voz sussurrada; presbifonia, disfonias
neurológicas; uso inadequado de registro; falsete
 Histórico de voz grave, fraca e rouca por período
prolongado
 Não se observam manifestações hipercinéticas na
supraglote
FONOTERAPIA
-Favorecer fechamento glótico
-Exercício de variação de intensidade e altura
-Produção de ataques vocais bruscos
-Pushing
Avaliação cuidadosa para emprego das técnicas
Fenda Triangular Médio-Posterior 
Causas principais:
-Hipercinesia da musculatura extrínseca
-Disfonia de conversão
-Espessamento inter aritenóideo
-Voz cochichada
-Laringe isométrica: contração global da musculatura
intrínseca, havendo fechamento anterior por ação do CAL e TA,
e aberturada região médio-posterior por ação do CAP
-Vibração concentrada na junção dos 1/3 médio e anterior
- Maior predisposição à formação de nódulos
CARACTERÍSTICAS
LARINGOLÓGICAS:
-Hiper constrição do vestíbulo
laríngeo
-Turbilhonamento do ar na
zona de maior atrito (acúmulo
de secreção)
CARACTERÍSTICAS VOCAIS:
-Tensão de todo o TV
-QV soprosa, rugosa
-Diminuição TMF
-Ataque vocal brusco ou soproso
-Intensidade reduzida
-Extensão vocal reduzida
-Cansaço para falar (astenia)
-ICPFA
FONOTERAPIA:
-Favorecer equilíbrio mioelástico
 Eliminar mecanismos compensatórios e lesões
associadas
 Exercícios de relaxamento associados à fonação
 Trabalho de ressonância e intensidade
 Higiene vocal: eleger aspectos importantes!
Fenda triangular anteroposterior
Fenda Fusiforme Anterior
 Presença de fuso à fonação na região
anterior da glote 
 Etiologia: ineficiência da musculatura
tensora (CT), discretas cicatrizes, sulco
vocal na região anterior
 CARACTERÍSTICAS VOCAIS:
 -F0 discretamente elevada
 -QV soprosa e/ou rugosa (sulco, cicatriz).
 -Em homens, confudem-se com alteração da muda
vocal
 
 FONOTERAPIA:
 -Focada nos exercícios de variação tonal
 -Exercícios de variação de intensidade
 -Voz sussurrada
 -Sons hiperagudos
 Formação de fuso ao longo de toda a glote
Etiologia:
-Atrofiadas PPVV
-Perdade tecido(mucosa)
-Retraçõescicatriciais
-Sulcovocal
-Parkinson
 
Fenda fusiforme anteroposterior
CARACTERÍSTICAS VOCAIS E LARÍNGEAS:
-Grande soprosidade
-Tensão associada
-Hiper constrição de vestíbulo
-Formação de lesões de massa(nódulos, pólipos)*
-QV rugosa e bitonal
 *IMPORTANTE: não se aconselha a retirada das
lesões de massa (avaliação criteriosa)
FONOTERAPIA:
-Promover fechamento glótico
-Vocal fry
-Escalas (variação tonal)
-Manipulação de laringe
-Pushing
 * IMPORTANTE: avaliar bem o fator etiológico.
Fenda Fusiforme Posterior
 Formação de fuso na região posterior da
glote
 Variação da fenda fusiforme ântero-
posterior; deficiência do CT; DRGE
 TRATAMENTO:
 -Investigar e tratar fator etiológico
 -Exercícios com escalas e tons graves
Fenda Dupla
 Presença de fuso na região anterior e triângulo na região
posterior, apresentando apenas duas regiões de
coaptação
 Podem ser fendas médio-posteriores com presença de
lesão de massa (nódulos)
 Ocorreria, então, pela disposição e acomodação da
mucosa durante a fonação
 Com a reabsorção da lesão de massa pode desaparecer
automaticamente
 Região anterior é a primeira a ser fechada
 QV rouco-soprosa
 Fadiga vocal
 Diminuição da intensidade
TRATAMENTO:
 Eliminação da lesão
 Higiene vocal
 Suavização da emissão
 Sugestiva de compensação de fenda fusiforme em toda a
extensão
 Resultado de atividade da musculatura extrínseca
 Semelhante à fenda dupla, mas com aproximação dos
processos vocais
Lesão secundária à AEM: podem ser úteis ao fechamento
glótico
Importante: piorada voz com retirada da lesão
Podem ser realizados exercícios de altura vocal
Eliminar, na medida do possível o esforço fonatório
Pré-operatório de AEM
 Fechamento glótico deficiente, mas sem
definição regular
 Inadaptação fônica
 DRGE
 Atrofiadas PPVV
 Laringite crônica
 Leucoplasia
 CA glótico
 Pós-operatórios de laringe
 Pós-radioterapia
 Presbifonia
 Quadros conversivos
 QV depende do fator etiológico
 Fonoterapia: melhorar vibração da mucosa;
maximizar uso da ressonância
 ETIOLOGIA:
Fenda em Ampulheta
Fenda Paralela
 Fenda uniforme em toda extensão da glote, com PPVV
paralelas uma à outra
 Decorrem de inadaptações orgânicas, miodinâmicas ou
em situações de diminuição de mucosa. Também no
falsete
 Pequeno impacto vocal: F0maisagudae diminuição da
intensidade
 Encontrada em alguns cantores nos trechos mais agudos
Fenda Irregular
Fonação vestibular associada à
insuficiência glótica (natureza
organofuncional ou orgânica)
 
INADAPTAÇÕES FUNCIONAIS DISFONIA
VESTIBULAR
 As pregas vestibulares participam de maneira
ativa do mecanismo esfinctérico
 A mobilidade da prega vestibular está relacionada
à tração realizada pelo TA e músculo ariepiglótico
 Quando há necessidade de aumento da pressão
subglótica, o fechamento das pregas vestibulares é
favorecido
 Aproximação das pregas vestibulares por
compensação, devido à alteração anatômica ou
fisiológica da laringe, ou como uma hipertrofia
isolada
Funcional
Constrição global laríngea
(subglótica, glótica e
supraglótica)
Orgânica 
 Constrição anteroposterior ou global
da laringe
 Dificuldade de definição da glote
 Pregas vestibulares hipertróficas,
vibrando ou não à fonação
Características laringológicas
Características vocais
 F0grave (registro basal)
 Emissão polifônica (diplofonia)
 QV rugosa, tensa-comprimida
 Projeção vocal pobre
Reabilitação vocal
 Reabilitação vocal
 Aplicação de BOTOX®
 Retirada cirúrgica
INADAPTAÇÕES FUNCIONAIS DISFONIA
PSICOGÊNICA
A disfonia psicogênica é considerada uma desordem
vocal funcional, uma vez que não se observam lesões
laríngeas estruturais ou alterações neurológicas
relacionadas diretamente aos sintomas vocais atuais
do indivíduo, o processo que levou ao aparecimento e à
instalação da voz disfônica tem um simbolismo direto
com a função fonatória da laringe, podendo apresentar
diversas manifestações clínicas
Distúrbios psicoemocionais e psicossociais são
geralmente identificados, incluindo ansiedade,
angústia, depressão, a reação de conversão (incluindo
disfonia), transtornos de personalidade e os conflitos
interpessoais na família ou ambiente profissional
(sendo todos esses fatores etiológicos dessa disfonia).
·Queixas mais comuns de voz rouca, soprosa, com
alterações no timbre da voz, redução no tempode
fonação (dificuldade em finalizar uma frase) e fadiga
vocal (maior esforço para falar que o habitual).
O estresse emocional pode afetar a tensão
musculo esquelética e induzir a um
comportamento aberrante no uso da voz;
Disfonia psicogênica é caracterizada por surgir
de forma brusca, onde o paciente perde a voz
repentinamente. Podendo acordar afônico ou a
voz vai sumindo em questão de minutos, ou
ainda pode mudar a emissão habitual.
Na maioria das vezes o paciente sabe
exatamente como começou os sintomas, a hora e
local. Relacionando com problemas físicos como
gripes, inflamações nas vias respiratórias ou o
ambiente com ar condicionado, por exemplo.
Mas dificilmente relacionam com os fatores
emocionais.
Regra comum aos quadros psicogênicos: os
sintomas vocais podem ser intermitentes, com
instantes, horas ou mesmo semanas de voz
completamente normal ou sem alteração
• As disfonias psicogênicas são divididas em três
grupos: 
Formas clínicas definidas, disfonias volitivas e
disfonias relacionadas à muda vocal.
 
Formas clínicas definidas
Afonia de conversão
Também chamada de “afonia histérica”, “afonia psicogênica”, “afonia funcional” ou “mutismo funcional”
Se divide em duas categorias diferentes: fala articulada e fonação sussurrada. É o quadro mais evidente das
alterações emocionais, onde a voz está ausente para a fala, mas se mantem para outras funções, como por
exemplo cantar, onde a comunicação não é o foco. Não está associada a distúrbios psiquiátricos, mas se
houver, o mais comum é a histeria
Fala articulada = não há ativação da fonte glótica, nem das fontes friccionais
Fonação sussurrada = fontes friccionais ativadas
Emissão glótica preservada nas funções vegetativas da laringe
CONVERSÃO: transmutação de uma ideia inaceitável em alguma forma de expressão emocional, sendo
substituída por um estado corporal alterado
Exame laringológico:
-Pode variar de ligeira adução à fenda
triangular ântero-posterior
Mascaramento auditivo, Manipulação laríngea, Sons disparadores, Som
nasal, 
O mais importante é demonstrar ao paciente sua habilidade fonatória
Tratamento intensivo e rápido
trabalhar com a indução verbal todo o tempo
Terapia 
Uso divergente de registros
Emissão alternada de dois tipos diferentes de registro. 
Típico de profundo conflito de identidade
Falsete de conversão
Uso de registro elevado na fala espontânea
Exame laríngeo: laringe elevada, PPVV alongadas, pouca amplitude de vibração
Sonoridade intermitente
é quando a fala alterna entre o surdo e sonoro. Em alguns momentos da fala há a presença de som e
em outros o som não sai.
Exame laríngeo é normal, geralmente
Disfonia por fixação em registro basal
é encontrada no sexo masculino, em adultos jovens que necessitam de autoafirmação ou com características
agressivas acentuadas; qualidade vocal produz impacto negativo no ouvinte, podendo provocar rejeição e
medo.
Uso contínuo do registro basal, tensão, modulação restrita e fraca intensidade.
Disfonia espasmódica de adução psicogênica
Principal diferença da disfonia espasmódica neurológica: não há padrão definido de desvio nos sons da fala
Dificuldades no início da fonação + grimaças
Fala escandida + emissão sustentada normal
Não se observa uma preocupação genuína na transmissão da mensagem
Existe algum fator estressor e/ou evento emocional
Provas diagnósticas:
Vogais prolongadas ou sons nasais
Emissão sob mascaramento auditivo
Testes de personalidade = somatização
Disfonia espasmódica de abdução psicogênica
Dificuldade no início da emissão de qualquer som
Interrupções de sonoridade
Prolongamentos assistemáticos de sons surdos
Quebras irregulares na emissão de vogais sustentadas
Sintomas intermitentes
Terapia = sonorização laríngea induzida
Afeta a função respiratória da laringe
Voz pode ser levemente tensa
Estridor respiratório;
Sintomatologia respiratória reduzida durante a fala
Disfonia por movimentos paradoxais de PPVV
 Afeta a função respiratória da laringe
 Voz pode ser levemente tensa
 Estridor respiratório;
 Sintomatologia respiratória reduzida durante a fala
 Pode estar associado à distonia laríngea respiratória, asma, RLF e AVE
 Tratamento: botox
• O estresse é o principal fator, causando sintomas de rouquidão, esforço e dor para falar.
Síndrome de tensão musculo esquelética
Desordens vocais volitivas
factícias indivíduo finge, de modo consciente, apresentar sintomas físicos e psicológicos de uma doença, por
razões psicológicas inconscientes com o único objetivo aparente desse comportamento é assumir o papel de
paciente, de modo compulsivo, com comportamentos voluntários, mesmo que não possam ser controlados. 
Um exemplo é a síndrome de Munchausen; o paciente apresenta uma disfonia artificial, imitada conscientemente
pelo indivíduo. O paciente pode se queixar de disfonia, dispneia, disfagia, alterações vocais bruscas e intensas
Factícias
Por simulação
o paciente finge e simula vários sintomas vocais, físicos e psicológicos. Onde a finalidade é para usufruto
próprio, geralmente para atestados médicos, chamar atenção da família, evitar situações do dia a dia. 
Muda Vocal
 Muda vocal prolongada
 Muda vocal prolonga-se por mais de 6 meses
 QV rugosa e instável, alternância de registros
 Fadiga vocal
 Quadros de laringite
 Muda vocal incompleta
 Descida de menos tons que o normal (F0aguda)
Dificuldade de identificação sexual ao telefone
 Esforço fonatório, fadiga vocal, menor
rendimento vocal
 Muda vocal excessiva
 Voz mais grave que o esperado
 Envolve fatores psicogênicos
 Registro basal, modulação restrita, laringe forçadamente
baixa, tensão cervical
 Muda vocal precoce
 Causa hormonal ou psicogênica
 Voz grave para idade e estrutura física
Muda vocal retardada
Muda ocorre após os 15 anos
Orgânica ou psicogênica
Voz não compatível com idade e estrutura corporal
Falsete mutacional
Exclusivamente funcional
Laringe mantém-se rígida em posição elevada
Voz aguda, QV destimbrada, bitonalidade, soprosidade,
intensidade reduzida
Fadiga vocal
 
Fonoterapia
 Objetivos: psicodinâmica; abaixamento da laringe; ativação do TA; melhorada coaptação glótica; fixação de
frequência ideal.
Exercícios: som basal; bocejo-suspiro; escala descendente; manipulação laríngea e manobras musculares; emissão
com posteriorização de língua; pushing suave; firmeza glótica; messadi voce
DISFONIA POR TENSÃO MUSCULAR
Série extensa de alterações vocais não específicas, cujo denominador comum é a tensão fonatória
Forma de instalação lenta, progressiva, com melhora dos sintomas nas situações de redução da pressão
emocional e estresse
Classificação
Primária
-Ausência de lesão estrutural na laringe
-Produção vocal hiperfuncional
-Etiologia multifatorial
-Predominância de vida social ou ocupacional de alto risco vocal
-Técnica vocal inadequada
-Constrição supraglótica
-Sensação de bolo na garganta
-Desconforto durante a fonação
-Fadiga vocal
-Voz fraca, aguda
-Flutuações na severidade
Secundária:
-Comportamento hiperfuncional em
resposta à incompetência glótica
-Há uma etiologia estrutural ou
neurológica
-Existem reações teciduais secundárias
Psicogênica:
-Início súbito
-Pode estar associado a um evento
-Não é concomitante com IVAS
-Não apresenta progressão ao longo do tempo
-Pode chegar à afonia
-Pode apresentar sintomas vegetativos
-A estrutura laríngea pode se apresentar normal
-Função laríngea→ pressionamento de aritenóides,
fechamento esfinctérico
-A resposta à terapia vocal é excelente
Habituação:
-Associado c/ distúrbio laríngeo (exposição química, IVAS,
trauma laríngeo, RLF e cirurgia laríngea)
-Evolução prolongada, QV consistente
-Sintomas de fadiga vocal
-Pode haver ganho secundário
-A estrutura laríngea geralmente é normal
-Função laríngea→ vibração pobre, fenda glótica,
compressão vestibular
-Ótima resposta à fonoterapia
Compensação:
-Início associado a um evento laríngeo ou
processo de envelhecimento
-Disfoniaprogressiva
-Estrutura laríngea pode ser normal
-Função laríngea→ fenda glótica, assimetria de
vibração, constrição
-A resposta à fonoterapiaévariável
Associadas a lesões laríngeas:
-Gradual, após uso extensivo, grito ou higiene vocal
deficiente
-Não há flutuações, piora com o uso e qndnão tratada
-Dor, fadiga, esforço
-Apresenta lesão estrutural na laringe
-Função laríngea→ restrição vibratória, fenda glótica,
constrição vestibular
-A resposta à fonoterapiaé variável
Configuração laríngea
Fenda triangular méd-post
 Laringe isométrica
 Constrição vestibular 
 Laringe em função valvular (esfinctérica)
Mais comum em quadros compensatórios ou psicogênicos
Pode ser até a fonte primária de fonação
Fatores etiológicos
Atividades de grande pressão e uso da voz;
RLF;
Altos níveis de estresse;
Uso excessivo da voz;
loudness excessiva;
Pitch inadequadamente grave;
Visível tensão cervical.
Importante na anamnese
Início da disfonia;
Progressão;
Ansiedade e estresse;
Fatores mantenedores;
Demanda vocal;
Protocolos de autopercepção
Importante na avaliação clínica
Escala de desconforto do TV;
Tensão visível na mandíbula, face, musculatura cervical e laringe;
Comportamento respiratório;
QV, ataque, velocidade de fala, loudness e pitch;
Comparar fala x emissão sustentada, fonemas vozeados x desvozeados.
Palpação
Determinar os locais e nível de tensão
e resistência;
Elevação do hióidee laringe;
Resistência lateral da laringe ao
deslocamento;
Espaço da membrana tireoióidea;
Contração da base da língua.
Escala de desconforto do trato vocal
Auto-avaliação→ quantifica a intensidade e frequência do
desconforto na garganta.
Sintomas: queimação, aperto, secura, garganta dolorida,
coceira, garganta sensível, garganta irritada, bolo na
garganta.
Frequência: nunca, às vezes, muitas vezes, sempre.
Intensidade da sensação: nenhum, leve, moderado, severo.
Plasticidade vocal
Grau da melhora na QV que pode ser alcançada quase que instanteneamente por meio de mudanças de
alguns parâmetros envolvidos na produção vocal:
Postura
Mecanismos respiratórios
Posição da laringe
Loudness
Articulação e ressonância
Monitoramento auditivo
 Ajustar postura de
ombros e cabeça
 Solicitar emissão após
alongamento da
musculatura para
laríngea
POSTURA
MECANISMOS RESPIRATÓRIOS
 Iniciar fonação com volume
pulmonar elevado
 Manipular a quantidade de ar
utilizado
 Fazer reposicionamento da laringe
 Emissão com pressão inferior
 Emissão com pressão posterior
 Emissão com pressão mediana
POSIÇÃO DA LARINGE
LOUDNESS
 Aumentar intensidade
 Diminuir intensidade
 Som nasal antes da emissão da
vogal
 /i/ou/u/longo
 Ampliar movimentos
articulatórios
 Vogal/a/com abertura máxima
de boca
 Alongamento da musculatura
elevadora da mandíbula
ARTICULAÇÃO/RESSONÂNCIA
 Emissão sob mascaramento
auditivo
 Emissão com amplificação sonora
 Emissão com monitoramento
retardado
MONITORAMENTO AUDITIVO
 Fonoterapia
 Terapia indireta;
 Técnicas corporais;
 Método de ressonância;
 Treino respiratório e alongamento;
 Biofeedback;
 Massagem manual laríngea;
 Mudança postural;
 Suavização e estabilização da emissão.
 Injeção Botox
 Tratamento

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