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Avaliação Final (Objetiva) - Individual Terapia Nutricional da Gestação à Pediatria

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Questões resolvidas

A dieta cetogênica é uma opção de tratamento para epilepsia, especialmente quando o paciente é resistente aos medicamentos. No entanto, existem variações desse tipo de dieta que podem ser escolhidas de acordo com as características de cada paciente. A escolha do tipo de dieta depende de fatores como idade, tolerância alimentar, estado nutricional, preferências alimentares e suporte familiar. Independentemente da variação adotada, é essencial o acompanhamento multiprofissional, com monitoramento constante dos efeitos metabólicos, crescimento e desenvolvimento da criança, além do controle da atividade epiléptica.
Considerando o texto apresentado e os tipos de dietas cetogênicas, analise as afirmativas a seguir:
I. Na Dieta Cetogênica com Triglicerídeo de Cadeia Média (DC com TCM), não há necessidade de reduzir a ingestão de gordura para produzir cetose em comparação à DCC.
II. A Dieta Cetogênica Clássica (DCC) normalmente é composta por 90% de lipídios e 10% de carboidratos e proteínas combinados, com uma relação comum de 3:1 ou 4:1.
III. A Dieta de Baixo Índice Glicêmico (BIG) permite que os carboidratos totais sejam limitados a 80 a 100 gramas ao dia, desde que tenham um índice glicêmico menor que 50.
IV. Na Dieta de Atkins Modificada (DAM), crianças limitam a ingestão diária de carboidratos líquidos a 10 gramas, com possibilidade de aumento para 20 gramas após três meses.
A - I, apenas.
B - III e IV, apenas.
C - I, II e III, apenas.
D - II e IV, apenas.
E - I, II, III e IV.

A abordagem nutricional para gestantes obesas deve ser individualizada, levando em consideração as necessidades específicas de cada mulher. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir a saúde materno-fetal e promover uma gestação segura e saudável. As necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez, e as gestantes com obesidade pré-gestacional precisam de intervenções que garantam um ganho de peso adequado.
Considerando o texto apresentado e a abordagem nutricional para gestantes obesas, analise as afirmativas a seguir:
I. Para as gestantes obesas, o Índice de Massa Corporal (IMC) ideal à idade gestacional deverá ser corrigido para o limite superior da classificação de eutrofia.
II. Das estratégias alimentares recomendadas, deve-se considerar a busca por fontes alimentares equilibradas em nutrientes, evitando a ingestão de alimentos com alto valor energético, processados e açucarados.
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas e 20 a 35% do VET, dos lipídeos.
IV. Para a estimativa energética das gestantes obesas, sugere-se apenas utilizar a fórmula para o requerimento energético (TEE, total energy expenditure), não sendo necessário acrescentar o valor energético de acordo com a idade gestacional.
A I e IV, apenas.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

A desnutrição energético-proteica é uma complicação comum em crianças com câncer em cuidados paliativos, impactando diretamente a qualidade de vida e a resposta ao tratamento. Nessa fase, as alterações metabólicas da doença, associadas à redução da ingestão alimentar e aos efeitos adversos das terapias antineoplásicas, contribuem para um estado nutricional fragilizado. A avaliação nutricional e a terapia nutricional nesses casos devem ser cuidadosamente planejadas, com foco no conforto, na manutenção da funcionalidade e nas necessidades individuais do paciente, respeitando seus limites e preferências. De acordo com as diretrizes do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a assistência nutricional em cuidados paliativos pediátricos deve priorizar intervenções que promovam bem-estar, evitem sofrimento e mantenham a dignidade do paciente.
Com base nas diretrizes do Inca (2014), na avaliação e na terapia nutricional de pacientes em cuidados paliativos, analise as afirmativas a seguir:
I. A avaliação nutricional de pacientes em cuidados paliativos deve incluir a análise de parâmetros antropométricos, exames laboratoriais e sinais clínicos de desnutrição, sempre respeitando a vontade do paciente e do cuidador.
II. A prescrição de terapia nutricional deve buscar um equilíbrio entre benefícios e riscos, priorizando sempre a dieta oral, quando possível, e evitando intervenções que possam causar desconforto ou angústia adicional ao paciente e à família.
III. Para pacientes em cuidados paliativos com câncer, a avaliação nutricional deve ser realizada na admissão ou até 48h, adaptada à condição clínica, com um enfoque especial nas necessidades de líquidos, alimentos e no controle de sintomas gastrointestinais.
IV. A terapia nutricional em pacientes em cuidados paliativos deve ser centrada em melhorar a qualidade de vida, priorizando a alimentação por via enteral ou parenteral em todos os casos, independentemente da funcionalidade do trato gastrointestinal.
A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

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Questões resolvidas

A dieta cetogênica é uma opção de tratamento para epilepsia, especialmente quando o paciente é resistente aos medicamentos. No entanto, existem variações desse tipo de dieta que podem ser escolhidas de acordo com as características de cada paciente. A escolha do tipo de dieta depende de fatores como idade, tolerância alimentar, estado nutricional, preferências alimentares e suporte familiar. Independentemente da variação adotada, é essencial o acompanhamento multiprofissional, com monitoramento constante dos efeitos metabólicos, crescimento e desenvolvimento da criança, além do controle da atividade epiléptica.
Considerando o texto apresentado e os tipos de dietas cetogênicas, analise as afirmativas a seguir:
I. Na Dieta Cetogênica com Triglicerídeo de Cadeia Média (DC com TCM), não há necessidade de reduzir a ingestão de gordura para produzir cetose em comparação à DCC.
II. A Dieta Cetogênica Clássica (DCC) normalmente é composta por 90% de lipídios e 10% de carboidratos e proteínas combinados, com uma relação comum de 3:1 ou 4:1.
III. A Dieta de Baixo Índice Glicêmico (BIG) permite que os carboidratos totais sejam limitados a 80 a 100 gramas ao dia, desde que tenham um índice glicêmico menor que 50.
IV. Na Dieta de Atkins Modificada (DAM), crianças limitam a ingestão diária de carboidratos líquidos a 10 gramas, com possibilidade de aumento para 20 gramas após três meses.
A - I, apenas.
B - III e IV, apenas.
C - I, II e III, apenas.
D - II e IV, apenas.
E - I, II, III e IV.

A abordagem nutricional para gestantes obesas deve ser individualizada, levando em consideração as necessidades específicas de cada mulher. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir a saúde materno-fetal e promover uma gestação segura e saudável. As necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez, e as gestantes com obesidade pré-gestacional precisam de intervenções que garantam um ganho de peso adequado.
Considerando o texto apresentado e a abordagem nutricional para gestantes obesas, analise as afirmativas a seguir:
I. Para as gestantes obesas, o Índice de Massa Corporal (IMC) ideal à idade gestacional deverá ser corrigido para o limite superior da classificação de eutrofia.
II. Das estratégias alimentares recomendadas, deve-se considerar a busca por fontes alimentares equilibradas em nutrientes, evitando a ingestão de alimentos com alto valor energético, processados e açucarados.
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas e 20 a 35% do VET, dos lipídeos.
IV. Para a estimativa energética das gestantes obesas, sugere-se apenas utilizar a fórmula para o requerimento energético (TEE, total energy expenditure), não sendo necessário acrescentar o valor energético de acordo com a idade gestacional.
A I e IV, apenas.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

A desnutrição energético-proteica é uma complicação comum em crianças com câncer em cuidados paliativos, impactando diretamente a qualidade de vida e a resposta ao tratamento. Nessa fase, as alterações metabólicas da doença, associadas à redução da ingestão alimentar e aos efeitos adversos das terapias antineoplásicas, contribuem para um estado nutricional fragilizado. A avaliação nutricional e a terapia nutricional nesses casos devem ser cuidadosamente planejadas, com foco no conforto, na manutenção da funcionalidade e nas necessidades individuais do paciente, respeitando seus limites e preferências. De acordo com as diretrizes do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a assistência nutricional em cuidados paliativos pediátricos deve priorizar intervenções que promovam bem-estar, evitem sofrimento e mantenham a dignidade do paciente.
Com base nas diretrizes do Inca (2014), na avaliação e na terapia nutricional de pacientes em cuidados paliativos, analise as afirmativas a seguir:
I. A avaliação nutricional de pacientes em cuidados paliativos deve incluir a análise de parâmetros antropométricos, exames laboratoriais e sinais clínicos de desnutrição, sempre respeitando a vontade do paciente e do cuidador.
II. A prescrição de terapia nutricional deve buscar um equilíbrio entre benefícios e riscos, priorizando sempre a dieta oral, quando possível, e evitando intervenções que possam causar desconforto ou angústia adicional ao paciente e à família.
III. Para pacientes em cuidados paliativos com câncer, a avaliação nutricional deve ser realizada na admissão ou até 48h, adaptada à condição clínica, com um enfoque especial nas necessidades de líquidos, alimentos e no controle de sintomas gastrointestinais.
IV. A terapia nutricional em pacientes em cuidados paliativos deve ser centrada em melhorar a qualidade de vida, priorizando a alimentação por via enteral ou parenteral em todos os casos, independentemente da funcionalidade do trato gastrointestinal.
A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

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GABARITO | Avaliação Final (Objetiva) - Individual
(Cod.:1524285)
Peso da Avaliação 4,00
Prova 104832281
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 10/0
Nota 10,00
A dieta cetogênica é uma opção de tratamento para epilepsia, especialmente quando o paciente é 
resistente aos medicamentos. No entanto, existem variações desse tipo de dieta que podem ser 
escolhidas de acordo com as características de cada paciente. A escolha do tipo de dieta depende de 
fatores como idade, tolerância alimentar, estado nutricional, preferências alimentares e suporte 
familiar. Independentemente da variação adotada, é essencial o acompanhamento multiprofissional, 
com monitoramento constante dos efeitos metabólicos, crescimento e desenvolvimento da criança, 
além do controle da atividade epiléptica.
Fonte: adaptado de: SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Departamento Científico de 
Suporte Nutricional. Manual de suporte nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria. 2. ed. 
Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2020.
Considerando o texto apresentado e os tipos de dietas cetogênicas, analise as afirmativas a seguir:
I. Na Dieta Cetogênica com Triglicerídeo de Cadeia Média (DC com TCM), não há necessidade de 
reduzir a ingestão de gordura para produzir cetose em comparação à DCC.
II. A Dieta Cetogênica Clássica (DCC) normalmente é composta por 90% de lipídios e 10% de 
carboidratos e proteínas combinados, com uma relação comum de 3:1 ou 4:1.
III. A Dieta de Baixo Índice Glicêmico (BIG) permite que os carboidratos totais sejam limitados a 80 
a 100 gramas ao dia, desde que tenham um índice glicêmico menor que 50.
IV. Na Dieta de Atkins Modificada (DAM), crianças limitam a ingestão diária de carboidratos 
líquidos a 10 gramas, com possibilidade de aumento para 20 gramas após três meses.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B I, II, III e IV.
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C II e IV, apenas.
D I, apenas.
E III e IV, apenas.
A abordagem nutricional para gestantes obesas deve ser individualizada, levando em consideração as 
necessidades específicas de cada mulher. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir 
a saúde materno-fetal e promover uma gestação segura e saudável. As necessidades nutricionais 
aumentam ao longo da gravidez, e as gestantes com obesidade pré-gestacional precisam de 
intervenções que garantam um ganho de peso adequado. 
Fonte: VITOLO, M. R. Recomendações Nutricionais para Gestantes. In: VITOLO, M. R. Nutrição 
da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. p. 98-107.
Considerando o texto apresentado e a abordagem nutricional para gestantes obesas, analise as 
afirmativas a seguir:
I. Para as gestantes obesas, o Índice de Massa Corporal (IMC) ideal à idade gestacional deverá ser 
corrigido para o limite superior da classificação de eutrofia.
II. Das estratégias alimentares recomendadas, deve-se considerar a busca por fontes alimentares 
equilibradas em nutrientes, evitando a ingestão de alimentos com alto valor energético, processados e 
açucarados. 
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético 
total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas e 20 a 35% do VET, 
dos lipídeos. 
IV. Para a estimativa energética das gestantes obesas, sugere-se apenas utilizar a fórmula para o 
requerimento energético (TEE, total energy expenditure), não sendo necessário acrescentar o valor 
energético de acordo com a idade gestacional.
É correto o que se afirma em:
A I e IV, apenas.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
2
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.
A dieta dos pacientes com doença celíaca deve excluir alimentos derivados de trigo, cevada e centeio, 
além de alimentos contaminados por glúten durante o processo de produção. A contaminação cruzada, 
em que partículas de glúten transferem-se para alimentos sem glúten durante o cultivo, transporte, 
armazenamento ou processamento, é uma das maiores dificuldades na DIG.
Fonte: BRASIL. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Doença Celíaca. Brasília, DF: 
Ministério da Saúde, 2023. 31 p. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-
br/midias/consultas/relatorios/2023/20230717_pcdt_doenca-celiaca.pdf. Acesso em: 18 ago. 2025.
Considerando o texto apresentado e a doença celíaca, analise as afirmativas a seguir:
I. A dieta isenta em glúten (DIG) é o único tratamento para a doença celíaca, devendo ser seguida 
rigorosamente para evitar complicações.
II. A aveia é naturalmente isenta de glúten, mas frequentemente pode ser contaminada cruzadamente 
durante o processamento, o que a torna inadequada para pacientes com doença celíaca.
III. Os pacientes com doença celíaca devem tomar cuidados adicionais em casa, como utilizar 
utensílios de cozinha separados e garantir que os alimentos sem glúten sejam armazenados em locais 
distintos dos que contêm glúten.
IV. A contaminação cruzada não é um problema relevante na dieta isenta de glúten, já que a maioria 
dos alimentos industrializados contém informações claras sobre a presença de glúten, além disso, 
pacientes com doença celíaca só reagem com grandes quantidades de glúten.
É correto o que se afirma em:
A I, II, III e IV.
B I, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, II e III, apenas.
3
E III e IV, apenas.
O diagnóstico correto e rápido da anemia ferropriva durante a gestação é fundamental pela saúde 
materna, prevenindo complicações, melhorando a sua qualidade de vida, pelo desenvolvimento fetal, 
garantindo oxigenação adequada para o feto e diminuindo o risco de parto prematuro, além de evitar 
implicações nutricionais, tanto para a mãe como para o bebê.
Fonte: RAUBER, F.; BERNARDI, J. R.; VITOLO, M. R. Repercussões das carências nutricionais. In: 
VASCONCELOS, M. J. O. B.; BARBOSA, J. M.; PINTO, I. C. S. et al. (Org.). Nutrição clínica: 
obstetrícia e pediatria. 1. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2011. p. 79–104.
VITOLO, M. R. Estratégias de intervenção nutricional. In: VITOLO, M. R. (Org.). Nutrição da 
gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2015a. p. 114–128.
O diagnóstico pode ser confirmado por exames laboratoriais, pois os sintomas da anemia ferropriva 
podem ser inespecíficos. Pensando nesse contexto, assinale a alternativa correta:
A Os valores laboratoriais de hemoglobina (Hb), no primeiro e terceiro trimestre estão abaixo de 11
g/dL e no segundo trimestre, abaixo de 10,5 g/dL.
B Para o diagnóstico da anemia ferropriva, não é necessário realizar exames laboratoriais, apenas
precisando do histórico alimentar da gestante.
C Os níveis de ferro sérico precisam estar abaixo de 40 mg/dL para serem compatíveis com o
diagnóstico de anemia ferropriva.
D Os níveis de ferritina sérica, abaixo de 20 mcg/L, são compatíveis com anemia ferropriva.
E Os valores da saturação de transferrina devem ser menores que 10%.
A dislipidemia é um distúrbio lipídico que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e é prevalente 
em crianças e adolescentes no Brasil. Ela pode levar ao desenvolvimento de aterosclerose desde a 
infância, sendo considerada um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares futuras. 
O diagnóstico precoce é fundamental, e a triagem para dislipidemia deve ser feita em crianças com 
histórico familiar de doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, tabagismo passivo, obesidade 
ou com manifestações clínicas associadas. Além disso, deve ser realizada uma triagem universal a 
partir dos 9 anos de idade, independentemente da presença de fatores de risco.
4
5
Fonte: adaptado de: FALUDI, A. A. et al. Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e 
Prevenção da Aterosclerose. Arq. Bras. Cardiol., [s. l.], v. 109, p. 1-76, 2017.
Adaptado de: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22336c-GPA_-
_Dislipidemia_Crianca_e_Adoles.pdf. Acesso em: 18 ago. 2025.
Sobre dislipidemia e suas manifestações clínicas, assinale a alternativa correta:
A
O exame físicopara dislipidemia infantil deve ser feito apenas em crianças com história de
hipertensão ou obesidade, já que essas são as únicas condições que indicam risco para alterações
lipídicas.
B A triagem para dislipidemia infantil deve ser feita a partir dos 2 anos em crianças com histórico
familiar de doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, tabagismo passivo ou obesidade.
C A dislipidemia infantil não está associada a risco de aterosclerose e doenças cardiovasculares,
sendo considerada uma condição isolada sem impacto a longo prazo.
D
O exame físico de crianças com dislipidemia deve focar apenas na medição dos níveis de
colesterol total e triglicerídeos, sem a necessidade de observar sinais clínicos como xantomas ou
arco corneal.
E A triagem universal para dislipidemia em crianças deve ser feita somente se houver a presença de
fatores de risco como obesidade ou hipertensão, e não a partir dos 9 anos de idade.
A bronquiolite é uma infecção respiratória comum em crianças menores de 2 anos, especialmente 
entre 3 e 6 meses. O tratamento é predominantemente de suporte e inclui medidas como 
suplementação de oxigênio, administração de fluidos nos casos necessários e estratégias para garantir 
hidratação e nutrição adequadas. A alimentação pode ser comprometida em virtude da taquipneia e do 
aumento de secreções nasais, aumentando o risco de aspiração.
Fonte: adaptado de: https://www.nice.org.uk/guidance/ng9/resources/bronchiolitis-in-children-
diagnosis-and-management-pdf-51048523717. Acesso em: 18 ago. 2025.
Fonte: adaptado de: RALSTON, S. L. et al. Clinical Practice Guideline: the Diagnosis, Management, 
and Prevention of Bronchiolitis. Pediatrics, v. 134, n. 5, p. 1474-1502, 2014. 
Considerando o texto apresentado e o manejo nutricional da bronquiolite, analise as afirmativas a 
seguir:
I. Os fluidos isotônicos são recomendados para prevenir hiponatremia iatrogênica.
II. A alimentação fracionada é uma estratégia fundamental para o manejo nutricional.
6
III. A fisioterapia torácica é indicada para todos os casos de bronquiolite com dificuldade alimentar.
IV. Na bronquiolite, a hidratação é uma prioridade, especialmente em bebês com dificuldade para 
ingerir líquidos.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E III e IV, apenas.
A esteatose hepática é definida pelo acúmulo de gordura nas células do fígado, o que pode estar 
relacionado a condições genéticas, infecções virais, uso de medicamentos, consumo excessivo de 
álcool ou alterações metabólicas, como obesidade, dislipidemia e diabetes mellitus. A doença pode se 
apresentar com o acúmulo de gordura isolado ou manifestar outros quadros clínicos, como 
inflamação, lesões necro inflamatórias com ou sem fibrose, podendo progredir para a cirrose. 
Fonte: BAUMANN, U. et al. Paediatric steatotic liver disease has unique characteristics: a 
multisociety statement endorsing the new nomenclature. Pediatr. Gastroenterol. Nutr., v. 78, p. 
1190-1196, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38529849/. Acesso em: 18 ago. 
2025.
Considerando o texto apresentado e a Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunção Metabólica 
(MASLD), analise as afirmativas a seguir:
I. A MASLD é diagnosticada com base na presença de esteatose hepática associada a um fator de 
risco metabólico, como resistência à insulina ou hipertensão.
II. A MASLD é mais comum entre crianças com obesidade, sendo sua prevalência de até 50% dessa 
população pediátrica.
III. A MASLD é diagnosticada apenas em adultos, não sendo uma condição relevante para a 
população pediátrica.
7
IV. A MASLD pode coexistir com outras doenças hepáticas, e o diagnóstico não deve ser descartado 
mesmo na presença de diagnósticos alternativos.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E III e IV, apenas.
A TNE está sujeita a complicações de ordem mecânicas, gastrointestinais, metabólicas, respiratórias, 
infecciosas e psicológicas. Vamos imaginar que você se formou e agora é nutricionista clínico de um 
hospital, na ala pediátrica. Você está atendendo a um paciente do sexo masculino de 5 anos, que após 
passar por um procedimento cirúrgico está sem apetite e sem aceitação da alimentação por via oral. 
Você e a equipe decidem começar a terapia nutricional enteral, para que o desenvolvimento da criança 
não seja prejudicado e o seu quadro não se agrave. Após três dias do início da TNE, o paciente 
apresenta diarreia persistente.
Considerando a situação apresentada e as medidas que você poderá tomar para solucionar essa 
complicação gastrointestinal, analise as afirmativas a seguir:
I. Aumentar a velocidade de infusão da TNE para garantir maior absorção dos nutrientes.
II. Trocar o tipo da fórmula para oligomérica e reduzir a velocidade do gotejamento. 
III. Reduzir a posição do paciente para decúbito lateral, a fim de melhorar a digestão dos nutrientes.
IV. Utilizar a via sonda nasogástrica, pois é de mais fácil colocação, independentemente dos 
resultados.
É correto o que se afirma em:
8
A II, apenas.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
O cuidado nutricional de recém-nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer representa um dos 
maiores desafios na neonatologia. Esses bebês, por sua imaturidade fisiológica, estão especialmente 
vulneráveis a complicações metabólicas, infecciosas e ao atraso no crescimento e desenvolvimento. 
Nesse contexto, a nutrição enteral emerge como uma estratégia essencial e segura ao cuidado para 
recém-nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer, proporcionando os nutrientes necessários 
para um crescimento saudável e desenvolvimento adequado, na maturação do sistema gastrointestinal 
e redução de complicações.
Fonte: adaptado de: ANDERSON, D. M. Dietoterapia para Lactentes com Baixo Peso ao Nascer. In: 
MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S.; RAYMOND, J. L. Krause: Alimentos, Nutrição e 
Dietoterapia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogang, 2020. p. 868-889.
Considerando o texto apresentado e a nutrição enteral para prematuros e com baixo peso ao nascer, 
analise as afirmativas a seguir:
I. A sonda de alimentação por via enteral na posição pós-pilórica não é recomendada.
II. Nas diversas opções de terapia nutricional, a nutrição enteral é considerada a mais fisiológica.
III. Os recém-nascidos pré-termo devem ser alimentados por uma sonda, seja ela orogástrica ou 
nasogástrica.
IV. Ao iniciar a nutrição enteral é preciso ser cauteloso e deve-se iniciar a infusão da dieta de forma 
lenta e gradativa, com 10 ml/kg/dia para os prematuros menores e de 20 a 30ml/kg/dia para aqueles 
bebês maiores.
É correto o que se afirma em:
9
A II e IV, apenas.
B I, II, III e IV.
C I, apenas.
D I, II e III, apenas.
E III e IV, apenas.
A desnutrição energético-proteica é uma complicação comum em crianças com câncer em cuidados 
paliativos, impactando diretamente a qualidade de vida e a resposta ao tratamento. Nessa fase, as 
alterações metabólicas da doença, associadas à redução da ingestão alimentar e aos efeitos adversos 
das terapias antineoplásicas, contribuem para um estado nutricional fragilizado. A avaliação 
nutricional e a terapia nutricional nesses casos devem ser cuidadosamente planejadas, com foco no 
conforto, na manutenção da funcionalidade e nas necessidades individuais do paciente, respeitando 
seus limites e preferências. De acordo com as diretrizes do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a 
assistência nutricional em cuidados paliativos pediátricos deve priorizar intervenções que promovam 
bem-estar, evitem sofrimento e mantenham a dignidade do paciente.
Fonte: adaptado de: INCA. Consenso nacional de nutrição oncológica: paciente pediátrico 
oncológico. Rio de Janeiro: Inca, 2014.
Com base nas diretrizes do Inca (2014), na avaliação e na terapia nutricional de pacientes em 
cuidados paliativos, analise as afirmativas a seguir:I. A avaliação nutricional de pacientes em cuidados paliativos deve incluir a análise de parâmetros 
antropométricos, exames laboratoriais e sinais clínicos de desnutrição, sempre respeitando a vontade 
do paciente e do cuidador.
II. A prescrição de terapia nutricional deve buscar um equilíbrio entre benefícios e riscos, priorizando 
sempre a dieta oral, quando possível, e evitando intervenções que possam causar desconforto ou 
angústia adicional ao paciente e à família.
III. Para pacientes em cuidados paliativos com câncer, a avaliação nutricional deve ser realizada na 
admissão ou até 48h, adaptada à condição clínica, com um enfoque especial nas necessidades de 
líquidos, alimentos e no controle de sintomas gastrointestinais.
IV. A terapia nutricional em pacientes em cuidados paliativos deve ser centrada em melhorar a 
qualidade de vida, priorizando a alimentação por via enteral ou parenteral em todos os casos, 
independentemente da funcionalidade do trato gastrointestinal.
10
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.
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