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10 - MANEJO DE POEDEIRAS COMERCIAIS

Apostila sobre manejo de poedeiras comerciais: evolução da produtividade, composição nutricional do ovo, casas genéticas e linhagens no Brasil; planejamento e localização de instalações, dimensões de aviários, biosseguridade, tipos de gaiolas e equipamentos automáticos.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO
AGRESTE DE PERNAMBUCO
Curso: Zootecnia/Medicina Veterinária
Prof. Almir Chalegre de Freitas
MANEJO DE POEDEIRAS 
COMERCIAIS 
1. INTRODUÇÃO
POEDEIRAS COMERCIAIS
Figura 1 - Fatores determinantes na produção de ovos.
1. INTRODUÇÃO
 Avanços em Produção/Produtividade  Brasil foram expressivos
 Década de 20  90 ovos/ave/alojada (80 semanas de idade)
 Década de 90  340 ovos/ave/alojada (80 semanas de idade)
 Século 21  420 ovos/ave/alojada (90 semanas de idade)
 Produtores Mundiais  Brasil (50 bilhões de unidades)
 Consumo per capita no Brasil  Ovos/habitante/ano (FAO/ONU)
POEDEIRAS COMERCIAIS
1. INTRODUÇÃO
Tabela 1 - Composição nutricional do ovo de galinha
Nutrientes Ovo Inteiro Albúmen Gema Nutrientes Ovo Inteiro Albúmen Gema
Calorias (kcal) 75 17 59 Cianocobalamina (g) 0,50 0,07 0,43
Proteínas (g) 6,25 3,52 2,78 Vitamina A (UI) 317,50 - 317,50
Lipídeos totais (g) 5,01 - 5,01 Vitamina E (mg) 0,70 - 0,70
Carboidratos totais (g) 0,60 0,30 0,30 Vitamina D (UI) 24,50 - 24,50
Ácidos graxos (g) 4,33 - 4,33 Colina (mg) 215 0,4 214,60
Lipídeos saturados (g) 1,55 - 1,55 Biotina (g) 9,98 2,34 7,58
Lipídeos monoinsat.
(g)
1,91 - 1,91 Cálcio (mg) 25 2 23
Lipídeos poli-insat. (g) 0,68 - 0,68 Ferro (mg) 0,72 0,13 0,59
Colesterol (mg) 213 - 213 Magnésio (mg) 5 4 1
Tiamina (g) 0,031 0,002 0,028 Cobre (mg) 0,007 0,002 0,005
Riboflavina (mg) 0,254 0,151 0,103 Iodo (mg) 0,024 0,001 0,023
Niacina (mg) 0,036 0,031 0,005 Zinco (mg) 0,55 - 0,55
Piridoxina (g) 0,07 0,001 0,007 Sódio (mg) 63 55 8
Folacina (g) 23,50 1,00 22,50 Manganês (mg) 0,012 0,001 0,011
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1. INTRODUÇÃO
Figura 2 - Mapa da Região NE (2021).
2. CASAS GENÉTICAS
■ GRUPO EW 
■ GRUPO GRIMAUDI
■ GRUPO HENDRIX GENETICS
POSTURA COMERCIAL NO BRASIL
2. CASAS GENÉTICAS
■ GRUPO EW
● Lohmann do Brasil (Lohmann LSL Lite/Lohmann Brown Lite)
● Hy Line (W-36, W-80 e Hy Line Brown)
● H&N (Nick Chick e Brown Nick)
● Planalto Postura (Lohmann LSL Lite NA/Lohmann Brown Lite NA)
■ GRUPO GRIMAUDI 
● Novogen (Novogen White e Novogen Brown)
■ GRUPO HENDRIX GENETICS 
● Dekalb (Dekalb White e Dekalb Brown)
● Hisex (Hisex White e Hisex Brown)
● Bovans (Bovans White e Bovans Brown) 
(Bovans Black - Galinha negra com ovos marrons)
POSTURA COMERCIAL NO BRASIL
2. CASAS GENÉTICAS
■ GRUPO EW
 Empresa do Grupo EW (Alemanha)
 100% familiar, com início em 1932
 Mais de 20 empresas, 80 unidades de negócios
 8.000 funcionários
 Segmentos:
● Genética de Postura: Hy-Line, Lohmann, H&N, Planalto Postura
● Genética de Frangos de Corte: Aviagen (Ross, LIR, AA)
● Genética de Perus: Nicholas, BUT
● Genética de Peixes: AquaGen e Aquabel 
● Nutrição: EW Nutrition
● Saúde Animal: ValoBiomedia (SPF), Vaxxinova, Biovet.
POSTURA COMERCIAL NO BRASIL
2. CASAS GENÉTICAS
Figura 3 - Lohmann White. Figura 4 - Lohmann Brown.
2. LINHAGENS - DESEMPENHO 
Figura 5 - Lohmann White. Figura 6 - Lohmann Brown.
3. INSTALAÇÕES
 Custo do terreno  menor possível
 Condições topográficas  menos acidentado possível
 Vias de acesso  estradas boas e conservadas
 Disponibilidade de água  quantidade e qualidade
 Rede elétrica  local mais próximo
 Mercado consumidor  próximo aos insumos de produção
 Mão-de-obra  familiar (circunvizinha)
 IBAMA  preservação do meio ambiente
3.1 FATORES DE LOCALIZAÇÃO
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
 Orientação do galpão  Sentido 
(Leste – Oeste)
 Biosseguridade  Núcleos Isolados
 Correntes de ar/ventos  Barreiras naturais
Figura 7 - Sentido do sol.
Figura 8 - Granja Planalto (2014).
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
 Largura do aviário  Máximo 12 metros 
 Comprimento do aviário  140 a 150 metros
 Pé-direito do aviário  Mínimo 3 metros 
 Cobertura  Diversos materiais
 Inclinação do telhado  25 a 30º
 Lanternim  30cm abertura vertical
100cm abertura horizontal
 Beiral  Largura acima de 1 metro
 Criação em GAIOLAS  Corredor central
altura de 40 cm do chão
 Criação no PISO  Mureta lateral 
25 a 30cm
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
Figura 9 - Aviário convencional.
Figura 10 - Aviário semiautomático.
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
 Na fase de produção de ovos no AVIÁRIO AUTOMÁTICO onde as
instalações que forem abertas deve possuir telas para evitar a entrada de
pássaros (Biosseguridade). As edificações a partir de pré-moldados e com
tijolos no rodapé na parte frontal dos galpões deve ter 1(um) metro de
altura, e do lado deve possuir muretas com 20 centímetro de altura para
fixar as telas. O piso deve ser de cimento. A cobertura é feita com telha de
zinco e as telhas transparentes servem para facilitar o clareamento
(Figuras 11 e 12).
 As gaiolas são montadas verticalmente em forma de baterias, sendo de 
material sintético, e possuem arame na parte frontal e no piso - coletor de 
ovos via esteira (Figura 11).
 Bebedouros automáticos - tipo nipple ou copo (Figuras 13 e 14).
 Arraçoamento automático - tipo calha (Figura 15).
 Coleta automática dos ovos através de esteiras (Figuras 16 e 17).
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
Figuras 11 e 12 - Aviário automático (parte interna e externa).
3.2.1 ARRAÇOAMENTO AUTOMÁTICO
Figura 13 - Bebedouro (tipo nipple).
14 - Bebedouros (tipo copo).
3.2.1 ARRAÇOAMENTO AUTOMÁTICO
Figura 15 - Comedouro automático - tipo calha.
3.2.2 COLETA DE OVOS AUTOMÁTICA
Figuras 16 e 17 - Coleta automática por esteira.
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
 Nesse tipo de galpão são disponibilizados ventiladores para reduzir a
temperatura ambiente do local. A empresa deve dispor de medidor de
temperatura e sensores para medir a temperatura, e deste modo, acionar
os ventiladores quando a temperatura estiver acima da indicada.
Imprescindível o sistema de nebulização para melhorar a umidade
relativa do ar que será oferecida às aves (Figura 18).
 O sistema elétrico nesses galpões pode ser por lâmpadas tipo
fluorescente e com a potência de 15W, que equivale a lâmpadas tipo
incandescente de 70W, sendo esta última atualmente em desuso; além
de proporcionar vida útil maior e o fluxo luminoso é maior em torno de
840 lúmenes, sendo necessário dispostas ao lado das gaiolas (Figura 19).
 Os dejetos das galinhas nesse tipo de galpão caem sobre uma esteira que
fica abaixo de cada bloco de gaiolas. E, a retirada desses dejetos é
realizada diariamente por esteira que leva as fezes para uma caçamba
que fica do lado de fora do galpão. Este método de coleta de fezes
promove melhor qualidade de vida às aves, já que elimina o cheiro forte
de amônia que existe nos galpões convencionais por conta do acúmulo
de esterco que fica abaixo das gaiolas (Figuras 20 e 21).
3.2.3 VENTILAÇÃO
Figura 18 - Ventiladores.
3.2.4 ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
Figura 19 - Lâmpadas fluorescentes.
3.2.5 COLETA AUTOMÁTICA DE ESTERCO
Figuras 20 e 21 - Coleta de esterco por esteira.
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
Figura 22 - Aviário automático com 4 baterias verticais de gaiolas.
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
Figura 23 - Aviário automático com 6 baterias verticais de gaiolas.
3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
 Caixas de água  Central (reservatório)/Individuais (aviário)
 Distância entre os aviários  No núcleo 20 metros
 Distância entre núcleos  100 metros 
Figura 24 - Núcleo de produção.
4. EQUIPAMENTOS
 Define-se como equipamentos, todas as unidades móveis
complementares à construção do aviário, necessários para atender
as exigências fisiológicas e de manejo das aves.
Quadro 1 - Recomendações de alguns equipamentos e a capacidade, em função do
número de aves alojadas no piso.
ITENS CRIA 
(0 – 6 Sem.)
RECRIA 
(7 – 18 Sem.)
PRODUÇÃO
(19 – 80 Sem.)
BEBEDOUROS
Pressão (3-4/L) 80 – 100 ♀ - -
Infantil Autom. 80 – 100 ♀ - -
Pendular 80 – 100 ♀ 60 – 80 ♀ 60 – 80 ♀
Nipple 16 – 18 ♀ 10 – 12 ♀ 8 – 10 ♀
Calha 2,5 cm/ave 2,5 cm/ave 2,5 a 4,0 cm/aveFonte: EMBRAPA (1997).
4. EQUIPAMENTOS
ITENS CRIA
(0 – 6 Sem.)
RECRIA 
(7 – 18 Sem.)
PRODUÇÃO
(19 – 80 Sem.)
COMEDOUROS
Bandeja 60 – 80 ♀ - -
Tubular Infantil 40 – 60 ♀ - -
Tubular Adulto 40 – 45 ♀ 25 – 30 ♀ 25 – 30 ♀
Tuboflex 40 – 45 ♀ 25 – 30 ♀ 25 – 30 ♀
Calha 5 cm/ave 5 cm/ave 10 cm/ave
CAMPÂNULAS
Gás 400 – 500 ♀ - -
Infravermelho 800 – 1000 ♀ - -
ESPAÇAMENTO
Piso 15 a 20 aves/m2 10 a 12 aves/m2 6 a 8 aves/m2
Ripado - 12 a 14 aves/m2 7 a 9 aves/m2
Gaiolas 240 a 280 cm2/ave 320 a 380 cm2/ave 400 a 480 cm2/ave
NINHOS - - 4 a 5 aves/boca
Fonte: EMBRAPA (1997).
5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
■ VANTAGENS:
 Investimento inicial por poedeiras é mais baixo
 Propicia maior conforto para as aves
5.1 PISO
Figura 25 - Pintainhas criadas no piso. Figura 26 - Galinhas criadas no piso.
5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
■ DESVANTAGENS:
 Índices de conversão são piores
 Custo e disponibilidade da cama
 Maiores riscos de asfixia ao amontoamento  pinteiro
 Maiores problemas sanitários  endoparasitas 
 Maiores problemas sanitários  ectoparasitas
 Uso de anticoccidianos para controlar a COCCIDIOSE
 Disponibilidade de ninhos 
 Maior número de ovos sujos
5.1 PISO
5.2 GAIOLAS
■ VANTAGENS:
 Utilizadas na fase de produção
 Facilidade de manejo
 Índices de conversão são melhores 
 Reduzidos problemas  endo e ectoparasitas
 Diminuição de riscos de amontoamento 
 Menor número de ovos sujos
 Coleta de ovos é facilitada
 Reduz perda de ovos por pisoteio 
Figura 27 - Gaiolas em piramidal.
5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
5.2 GAIOLAS
■ DESVANTAGENS:
 Maior custo inicial  Instalações e Equipamentos
 Propicia maior desconforto para as aves
 Bicagem devido ao estresse
 Fadiga de gaiola
Figura 28 - Gaiolas piramidal.
5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
5.3 SISTEMA DE CRIAÇÃO
■ Inicial/Crescimento e Postura  PISO
■ Inicial e Crescimento  PISO e a fase Postura  GAIOLA
■ Inicial  PISO e as fases de Crescimento e Postura  GAIOLA
■ Inicial/Crescimento e Postura  GAIOLA
Figura 29 - Fases de criação em gaiolas.
5.4 TIPOS DE GAIOLAS
■ FASE DE CRIA
 GAIOLAS LINEARES  40, 50 a 60 aves
 Dimensões Diversas: 100 cm Versus 80 cm
Figuras 30 e 31 - Fase de Cria.
5.4 TIPOS DE GAIOLAS
■ FASE DE RECRIA 
 GAIOLAS CONVENCIONAIS  7 a 8 aves
■ FASE DE PRODUÇÃO
 GAIOLAS CONVENCIONAIS  4 a 5 aves
Figura 32 - Fase de Recria. Figura 33 - Fase de Produção.
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
 40 x 30 cm = 1.200 cm2/4 aves  300 cm2/ave
 40 x 30 cm = 1.200 cm2/3 aves  400 cm2/ave
 50 x 50 cm = 2.500 cm2/5 aves  500 cm2/ave
 Brasil  400 a 450 cm2/ave
 Comunidade Europeia  550 cm2/ave
Figura 34 - Dimensões das gaiolas.
LARGURA (FRENTE)
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
 Gaiolas Enrequecidas
750 cm2/ave (WSPA)
Figura 35 - Gaiolas enrequecidas.
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
Figuras 36 e 37 - Gaiolas convencionais.
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
● Ave/Gaiola 
♦ 5 Aves
● Densidade
♦ 450 cm²/ave
Figura 38 - Dimensões das gaiolas (50 cm x 45 cm).
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
Figura 39 - Gaiola automática (Dekalb White).
Figura 40 - Gaiola automática (Dekalb Brown).
5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
● Ave/Gaiola 
♦ 12 Aves
● Densidade
♦ 390 cm²/ave
Figura 41 - Dimensões das gaiolas (74 cm x 63 cm).
6. FASES DE CRIAÇÃO
 CRIA  0 a 6 SEMANAS
 RECRIA  7 a 17 SEMANAS
 PRODUÇÃO  18 a 90/100 SEMANAS
Figuras 42 e 43 - Modalidade de criação em gaiolas (Brasil).
6. FASES DE CRIAÇÃO
Figuras 44, 45 e 46 - Setores de criação.
7. MANEJO DE CRIA E RECRIA
 Recebimento das Pintainhas  FÊMEAS
 Pesagem Inicial  Amostragem
 Distribuição das aves  Gaiolas
 Densidade de Criação  cm2/ave
 Manejo de Aquecimento
 Manejo de Comedouros
 Manejo de Bebedouros 
 Manejo das Cortinas
 Manejo dos Círculos de Proteção
 Manejo de Cama
 Cuidados durante a transferência
 Descartes de Aves  COMPOSTEIRA
Figura 47 - Pesagem inicial.
7.1 AQUECIMENTO
 O sistema de aquecimento utilizado nos galpões convencionais e/ou
verticais (automáticos) pode ocorrer através de aquecedor automático
movido a gás (Figuras 48 e 49), sendo sugerido que a temperatura
tem que está no primeiro dia do recebimento das pintainhas em torno
de 33 a 34ºC, e a cada três dias após, deve-se reduzir 1ºC na
temperatura até atingir a temperatura do ambiente natural. De acordo
a LOHMANN (2018), a remoção das campânulas deverá ocorrer
quando as pintainhas estiverem completamente empenadas, em torno
de 15 dias de idade.
Figuras 48 e 49 - Aquecedor automático.
7.1 AQUECIMENTO
Figura 50 - Aquecimento do ar por tubulação (Debona).
7.2 ARRAÇOAMENTO E PESAGENS
 É importante que as aves tenham acesso a água e a ração em
quantidade e qualidade necessárias. E, espera-se que as metas de
peso com 6, 12, 18, 24 e 30 semanas de idade sejam atingidas para
garantir o melhor desenvolvimento corporal das aves e, se possível,
exceder os padrões de peso corporal das frangas durante a recria. O
escore de músculo peitoral das poedeiras vermelhas variam de 0 a 3, e
as poedeiras com desenvolvimento peitoral entre a 30ª a 40ª semana
de idade como ideal seria o escore 3, e as aves contempladas serão
mais capazes de manter alta produção (HY-LINE BROWN, 2016).
Figura 51 - Qualidade da ração.
7.2 EQUIPAMENTOS
Figura 54 - Comedouro tipo calha.
Figuras 52 e 53 - Bebedouro Copo Pressão
Bebedouro Copo
7.3 DEBICAGEM
Figura 56 - Debicador a infravermelho.
Figura 55 - Debicador manual.
7.3 DEBICAGEM
Figura 58 - Polivitamínico.
Figura 59 - Paquímetro.
Figura 57 - Debicagem.
7.3 DEBICAGEM
Figuras 60, 61 e 62 - Debicagem a infravermelho e queda do bico .
7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
Quadro 2 - Modelo do programa de vacinação.
7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
Quadro 3 - Modelo do programa de vacinação da Granja.
IDADE - DIAS ENFERMIDADES VACINAS VIAS DE APLICAÇÃO
07 dias Pneumovírus viva Rhino CV SPRAY
07 dias Bronquite Ma 5 Spray
07 dias Newcastle ND C2 Spray
07 dias Gumboro Gumboro D78 ÁGUA
14 dias Gumboro Gumboro 228E Água
21 dias Gumboro Gumboro 228E Água
28 dias Gumboro Gumboro 228E Água
35 dias Bronquite/Newcastle Ma5 + Clone 30 Spray
35 dias Coriza inativada Coriza AQ* INTRAMUSCULAR
IM 0,25 ml
35 dias Salmonella SG 9R IM 0,20 ml
70 dias Bronquite/Newcastle Ma5 + clone 30 Spray
70 dias Bouba + Encéfalo AE Pox MEMBRANA DA ASA
70 dias Salmonella SG 9R IM 0,20 ml
105 dias Coriza/Bronquite/Newcastle/EDS COR 4 * IM 0,50 ml
105 dias Pneumovírus inativada IM 0,50 ml
7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
Quadro 4 - Modelo do programa de vacinação.
Vacina Enfermidade Idade Via de aplicação
Nobilis Rhino CV Pneumovirus Viva 01 Spray
Nobilis ND C2 Newcastle 05 Ocular
Nobilis Bronquite MA5 Bronquite 05 Ocular
Nobilis Rhino CV Pneumovirus Viva 35 Ocular
Nobilis Bronquite MA5 + Clone 30 Bronquite/Newcastle 35 Ocular
Nobilis Coriza AQ Coriza Infecciosa 35 Intramuscular
Bio-Gallinarum 9R Salmonella 56 Intramuscular
F-Vax Micoplasma 56 Intramuscular
AE-Pox Bouba+Encefálo 65 Ocular
Coriza Oleosa Coriza Infecciosa 65 Intramuscular
Nobilis Ibmulti Pneumo/Bronquite/ 
Newcastle/ EDS
95 Intramuscular
Nobilis Bronquite MA5 + Clone 30 Bronquite 95 Ocular
Bio-Gallinarum 9R Salmonella 95 Intramuscular
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
INDIVIDUAL 
Figura 63 - Vacina In ovo.
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
INDIVIDUAL 
Figuras 64 e 65 - Ocular.
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
INDIVIDUAL 
Figuras 66, 67 e 68 - Punção da asa.
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
INDIVIDUAL 
Figuras 60, 70 e 71 - Intramuscular (oleosa).
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
MASSAL
Figura 72 - Oral (água).
7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS
MASSAL
Figuras 73 e 74 - Spray (pulverização).
7.6 ARRAÇOAMENTO
 Alimentação  adlibitum
 Forma física da ração  Farelada
 Dieta rica  Proteína Bruta (AA) e Energia Metabolizável
 Densidade de criação  40 a 50 aves por gaiola 
 Estímulo ao consumo de ração
Figura 75 - Uso do ancinho (garfo).
7.7 PESAGEM
Figura 76 - Pesagem individual.
7.8 UNIFORMIDADE
Ideal ➔ 85 a 90% de Uniformidade (Recria)
Figura 77 - Distribuição normal da uniformidade do lote.
Fonte: EMBRAPA – Aves e Suínos (2009).
7.8 UNIFORMIDADE
ÓTIMA Acima de 90%
BOA 80 – 90% 
MÉDIA 70 – 79 %
INSUFICIENTE 60 – 69%
QUADRO 5 - Avaliação da uniformidade do lote.
Fonte: Manual de Manejo - Dekalb Brown (2009).
𝑼𝒏𝒊𝒇𝒐𝒓𝒎𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 =
𝒏° 𝒂𝒗𝒆𝒔 𝒅𝒆𝒏𝒕𝒓𝒐 ± 𝟏𝟎% 𝒅𝒆 𝑷𝑴
𝒏° 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 𝒂𝒗𝒆𝒔 𝒅𝒂 𝒂𝒎𝒐𝒔𝒕𝒓𝒂
𝒙 𝟏𝟎𝟎
Peso corporal médio FÓRMULA
8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
■ Nutrientes da dieta ajustado  Nível Energético
● 1ª a 5ª Semana de idade  2.900 a 3.050 kcal de EM/kg
● 6ª a 10ª Semana de idade  2.800 a 2.900 kcal de EM/kg
● 11ª a 17ª Semana de idade  2.750 a 2.850 kcal de EM/kg
■ Formulação de ração  Exigências em Aminoácidos
● 1ª a 6ª Semana de idade  19 a 21% PB
● 7ª a 12ª Semana de idade  16,5 a 20% PB
● 13ª a 18ª Semana de idade  14 a 17% PB
8.1 FASES DE CRIA E RECRIA
Fonte: LARA et al. (2019).
8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
■ Várias linhagens comerciais  Ingestão diária de EM
● GUIA de Manejo Lohmann LS Lite e Lohamnn Brown Lite (2017) 
 Fase de Pico  286 a 300 kcal/ave/dia
 Demais fases  300 a 327 kcal/ave/dia
● LEESON e SUMMERS (2005)  Recomendam
 18 a 32 semanas  260 kcal/ave/dia
 32 a 45 semanas  290 kcal/ave/dia 
 45 a 60 semanas  285 kcal/ave/dia 
 60 a 70 semanas  280 kcal/ave/dia 
8.2 FASE DE PRODUÇÃO
Fonte: FARIA et al. (2019).
8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
■ Níveis de EM (kcal/kg de ração) e PB (%)
● FARIA et al. (2019)  Recomendam
 Postura Pico  2.740 a 2.800 e 17,5 a 17,9
 Postura 1  2.730 a 2.775 e 17,0 a 17,6
 Postura 2  2.700 a 2.760 e 16,5 a 16,7
 Postura 3  2.680 a 2.760 e 15,5 a 15,8
 Postura 4  2.650 a 2.750 e 15,0 a 15,3 
8.2 FASE DE PRODUÇÃO
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
FASE SEMANAS ENERGIA Kcal/kg PB %
Inicial 1 a 28 dias 2.950 – 2.975 20,0 – 21,0
Crescimento I 29 a 70 dias 2.875 – 2.900 18,5 – 19,5
Crescimento II 71 a 112 dias 2.750 – 2.780 16,0 – 17,0
Pré-Postura 113 dias a 2% 2.740 – 2.770 17,0 – 17,5
Postura 1 2% a 30 sem. 2.780 – 2.800 17,8 – 18,0
Postura 2 31 a 50 sem. 2.770 – 2.790 17,0 – 17,5
Postura 3 51 a 70 sem. 2.740 – 2.760 16,0 – 16,5
Quadro 6 - Fases criação e níveis nutricionais para linhagem Dekalb.
Fonte: Dekalb (2014).
Postura 4 71 a 90 sem. 2.720 – 2.740 15,5 - 16,0
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Fonte: Granja em PE (2020).
FASE SEMANAS ENERGIA Kcal PB %
Pré-inicial 1ª 2.980,00 22,50
Inicial 2ª a 6ª 2.950,00 21,00
Crescimento 7ª a 16ª 2.900,00 19,00
Pré-postura 17ª a 18ª 2.908,00 17,50
Postura Pico 19ª a 26ª 2.850,00 18,00
Postura I 27ª a 45ª 2.785,00 17,50
Postura II 46ª até o descarte 2.785,00 17,00
Quadro 7 - Fases de criação e níveis de energia e proteína bruta na ração.
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Fonte: LOHMANN LSL-LITE, modificada (2018).
Tabela 2 - Níveis nutricionais recomendados frangas LOHMANN LSL-LITE
TIPO DE DIETA
ENERGIA
NUTRIENTE
INICIAL
SEMANA
1 A 3
CRESCIMENTO
SEMANA
4 A 8
DESENVOLVIMENTO
SEMANA
9 A 17
PRÉ-POSTURA
SEMANA 18 A 5% DE 
PRODUÇÃO
Energia Metabolizável
Kcal - MJ
2900
12,00
2750-2800
11,40
2750-2800
11,40
2750-2800
11,40
Proteína Bruta % 20,00 18,50 14,50 17,50
Metionina Digerível % 0,39 0,33 0,28 0,29
M/C Digerível % 0,68 0,57 0,50 0,56
Lisina Dig. % 0,98 0,82 0,53 0,70
Valina Dig. % 0,76 0,64 0,46 0,55
Triptofano Dig. % 0,19 0,17 0,13 0,16
Treonina Dig. % 0,65 0,57 0,40 0,49
Isoleucina Dig. % 0,68 0,62 0,50 0,61
Cálcio % 1,05 1,00 0,90 2,00
Fósforo Disp. % 0,48 0,45 0,37 0,45
Sódio % 0,18 0,17 0,16 0,16
Cloro % 0,20 0,19 0,16 0,16
Ácido Linoléico % 2,00 1,40 1,00 1,00
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Fonte: LOHMANN LSL-LITE, modificada (2018).
Tabela 3 - Níveis nutricionais recomendados para produção LOHMANN
NUTRIENTE
FASE 1
19 A 45 SEMANAS
FASE 2
46 A 65 SEMANAS
FASE 3
APÓS 65 SEMANAS
Proteína % 18,50 17,76 16,84
Cálcio % 4,10 4,40 4,50
Fósforo Disp. % 0,42 0,40 0,38
Sódio % 0,18 0,17 0,16
Cloro % 0,18 0,17 0,16
Lisina Dig. % 0,71 0,68 0,65
Metionina Dig. % 0,36 0,35 0,33
M/C Dig. % 0,66 0,63 0,60
Arginina Dig. % 0,75 0,72 0,68
Valina Dig. % 0,63 0,60 0,57
Triptofano Dig. % 0,15 0,14 0,14
Treonina Dig. % 0,50 0,48 0,46
Isoleucina Dig. % 0,57 0,55 0,52
Ácido Linoléico % 2,20 1,60 1,30
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Fonte: Granja Almeida (2019).
Quadro 8 - Tipos de rações e fases de criação de poedeiras comerciais.
Tipo de ração Idade (dias/semanas)
Avemicina 1 a 10
Pré-inicial 10 a 28
Inicial 28 a 70
Crescimento 01 70 a 16 semanas
Pré-Postura
Postura Pico
Postura 1
Postura 2
Postura 3
Até atingir 5% de produção
Até 50 semanas de idade
51 semanas até 68 semanas
69 semanas até 79 semanas
A partir de 80 semanas
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Tabela 4 -
9. TIPOS DE RAÇÕES
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
Tabela 4 -
10. FÁBRICA DE RAÇÃO 
E EQUIPAMENTOS
Figuras 78 - Fábrica de Ração da Granja Almeida (2020).
10. FÁBRICA DE RAÇÃO 
E EQUIPAMENTOS
Figuras 79 e 80 - Misturadores/Silos e Pré-misturador.
11. INGREDIENTES
Fonte: Granja Canaã, 2013).
Macro Ingredientes Micro Ingredientes
Milho MHA
Soja Cloreto de colina
Farinha de carne Ronozyme NP (CT)
Óleo de soja Cibenza DP 100
Calcário Grosso Enrandin
Sal Endox
- Adtox
-
Postura Produção 
HL
Quadro 9 - Matérias-primas usuais da ração.
11. INGREDIENTES
Figuras 81, 82 e 83 - Macro e micro-ingredientes (2021).
12. MANEJO NA FASE DE PRODUÇÃO 
 Tipos de rações  Arraçoamento
 Controle do peso das aves  Amostragem
 Uniformidade do lote
 Descartes das aves improdutivas
 Manejo dos ovos comerciais  COLETA
 Ovoscopia
 Classificação dos ovos
 PROGRAMA DE LUZ
 QUALIDADE DOS OVOS
 DADOS DE PRODUÇÃO
 MUDA FORÇADA Figura 84 - Pesagem. 
12.1 DESCARTES AVES IMPRODUTIVAS 
Figuras 85, 86 e 87 - Aves produtivas e improdutivas.
12.2 COLETA DE OVOS
Coleta Manual
1ª 07:00 h 
2ª 13:00 h
3ª 16:00 h
Figura 88 - Carrinho coletor de ovos.
Bandejas
Papelão
Plástica
12.2 COLETA DE OVOS
Coleta 
Automática
Figura 89 - Elevador da esteira.
12.3 OVOSCOPIA
Figuras 90 e 91 - Ovoscópio.
Figura 92 - Ovo fresco.
12.4 DADOS DE PRODUÇÃO 
Figura 93 - Gráfico da produção de ovos - da linhagem Lohmann.
Fonte: Guia de Manejo Lomann LSL LITE (2020).
12.4 DADOS DE PRODUÇÃO
Figura 94 - Gráfico de dados zootécnicos - da linhagem Lohmann.
Fonte: Guia de Manejo Lomann BROWN Lite (2020).
12.5 CLASSIFICAÇÃO DE OVOS
MANUAL 
Figura 95 - Bandejas com diferentes diâmetros (CRIVO).
12.5 CLASSIFICAÇÃO DE OVOS
AUTOMÁTICA 
Figuras 96 e 97 - Classificadora de ovos.
12.5 CLASSIFICAÇÃO DE OVOS
AUTOMÁTICA 
Figuras 98 e 99 - Classificadora de ovos.
12.6 TIPOS DE OVOS
Fonte: Granja Almeida Ltda ( 2014).
Tabela 5 - Tipo de ovo da Granja Almeida versus Padrão de Peso do MAPA
Tipo de ovo Granja Almeida 
Ltda
Variação de peso
MAPA
Variação de peso
Industrial Menor que 45g Menor que 45g
Pequeno 45 a 49g 45 a 49g
Médio 50 a 56g 50 a 54g
Grande 57 a 65g 55 a 59g
Extra 66 a 71g 60 a 65g
Jumbo 72g acima Acima de 66g
12.7 COMERCIALIZAÇÃO DE OVOS
● Classificadora automática  252.000 ovos/hora 
● Tipos de ovos  industrial e pequeno
● Ovos comerciais  médio - GRANDE - extra - jumbo
● Codificação dos ovos  ADAGRO (05/2017)
● Bandejas de papelão embalados  Filme de PVC
● Caixas 30 dúzias  12 bandejas 
12.8 CENTRO DE PROCESSAMENTO OVOS - CPO
Figuras 100 e 101 - Salas de ovos ( 2019).
12.8 CENTRO DE PROCESSAMENTO OVOS - CPO
Figuras 102, 103 e 104 - Tipos de bandejas de ovos.
12.8 CENTRO DE PROCESSAMENTO OVOS -CPO
Figuras 105 e 106 - Bandejas de ovos com filme PVC e Codificador.
12.8 CENTRO DE PROCESSAMENTO OVOS - CPO
Figuras 107 e 108 - Caixas de ovos ( 2019).
13. PROGRAMA DE LUZ
● Tipo de aviário ► Abertos e fechados
● Princípios básicos ►Iluminação (Fluorescente)
♦ Fornecer 24 horas  2 a 3 dias
♦ Intermitente  4 h./2 h. (7 a 10 dias)
♦ Nunca aumentar  Recria
♦ Nunca reduzir  Produção (16 horas)
♦ Estímulo luminoso  gradativo (17ª a 30ª) 
● Na região Nordeste aves nascidas
♦ Junho  ação luz com dias crescentes
♦ Dezembro  ação luz com dias decrescentes
Figura 109 - Luz. 
14. FATORES QUE INTERFEREM NA PRODUÇÃO
E NA QUALIDADE DOS OVOS
● Linhagem
● Idade da ave
● Falta de ração e água
● Déficit de nutrientes na dieta
● Estresse 
● Doenças
● Temperatura
● Luminosidade 
● Ambiente criatório
● Densidade de criação
● Coleta e classificação dos ovos
● Armazenamento dos ovos
15. QUALIDADE DOS OVOS
Figura 110 - Ovo in natura.
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ PRODUTORES:
 Peso do ovo
 Resistência da casca do ovo
■ CONSUMIDORES:
 Prazo de validade do produto
 Características sensoriais
■ PROCESSADORES:
 Facilidade de retirar a casca
 Separação da gema da clara
 Propriedades funcionais
Figura 111 - Quebradora automática.
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ EXTERNA:
 Aspectos da casca  Limpeza/integridade/cor/manejo
 Casca do ovo  9 a 12% peso do ovo
 Calcificação  Ca2+ + HCO3- → CaCO3 + H+
 Função primária  Proteção conteúdo interno/embriogênese
 Fatores  Genética/idade da ave/nutrição/temperatura/
doenças/micotoxinas/armazenamento/etc.
 Fontes  Calcário em forma de pedriscos (4 a 4,2 g/ave/dia)
■ INTERNA:
 Albúmen e Gema  Representam 63 e 28%, respectivamente
 Fontes proteína  Ovoalbumina/Ovoglobulina (Albúmen)
 Qualidade  Reduz tempo armazenamento (Aumento PH)
 PH do Albúmen postura recente  7,6 a 8,5 (OVO FRESCO)
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ INTERNA:
 Pigmentação da Gema  Carotenoides
 Principais pigmentos  Luteína/Zeaxantina
 Coloração varia  Amarelo e vermelho
 Avaliação por cartilha (Leque)  15 faixas de coloração
 Manipulação sintética  Apo-caroteno-ester (amarelo)
Cantaxantina (vermelho)
Figura 112 - Faixas de coloração. Figura 113 - Cartilha de pigmentação.
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS DIRETOS:
 PORCENTAGEM DOS COMPONENTES (CASCA) EM RELAÇÃO
AO PESO OVO (10%)
 Quebra do ovo
 Lavagem e secagem da casca (estufa 65ºC – 24 h.)
 Lavagem e secagem da casca (ambiente – 48 h.)
 Balança eletrônica com precisão de 0,01g 
 Parâmetro (Peso da casca / peso ovo inteiro x 100)
 ESPESSURA DA CASCA (0,30mm)
 Após secagem 24 h. (temperatura ambiente)
 Após secagem 72 h. (estufa a 60ºC)
 Medida em dois pontos distintos (área centrotransversal)
 Equipamento Micrômetro (divisões de 0,01mm) 
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS DIRETOS:
 ÍNDICE DE ALBÚMEN E DE GEMA
 Altura do albúmen espesso/gema dividido diâmetro médio
 Diâmetro médio obtido pela média entre diâmetro maior e 
o menor, medidos em uma superfície plana
 Índice de albúmen  0,090 a 0,120
 Índice de gema  0,39 a 0,45
 Valores inferiores  comprometimento da qualidade
 GEMA
 Consistência da gema critério de qualidade
 Deve-se utilizar o índice da gema  aumenta idade da ave
 Porcentagem é maior galinhas brancas que nas vermelhas
 Ovos armazenados a gema apresentar  altura (0,25)
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS DIRETOS:
 UNIDADE HAUGH (UH)
 Método mais utilizado  Indústria
 HAUGH (1937) 
 Qualidade do ovo  Logaritmo da altura clara espessa
 Desenvolveu  Fator correção para o peso do ovo
 Unidade Haugh (UH)  Expressão matemática
 Correlação  Peso do ovo x Altura da casca espessa
 Considerada inadequada  Ovos frescos pesos diferentes
 Basea-se  Peso do ovo e Altura do albúmen denso (AA)
 Correto  Peso ovo/Peso albúmen e Peso do albúmen/AA
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS DIRETOS:
 UNIDADE HAUGH (UH)
 Medida criticada  Falta correlação nutrição/química
 Alto coeficiente de determinação  Entre AA e UH 
 Baixo coeficiente de determinação  UH e o Peso do Ovo
 Sugestão  Considerar simplesmente pela AA
 Fórmula  UH = 100 x log (H – 1,7W0,37 + 7,57)
 Em que  H = Altura do albúmen/ W = Peso do ovo
 Qualidade Excelente (AA)  UH superior a 72
 Qualidade Alta (A)  UH entre 60 a 71
 Qualidade Inferior (B)  UH entre 30 a 59
 Legislação no Brasil  Não adota esse parâmetro 
15. QUALIDADE DOS OVOS
Figura 114 - Digital Egg tester.
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS INDIRETOS:
 PESO ESPECÍFICO DO OVO
 Método indireto  Espessura da casca do ovo
 Objetivo  Avaliar a resistência da casca
 Quanto maior valor absoluto  Maior espessura da casca
 Método de flutuação  Soluções Salinas
 Soluções  Densidades de 1.050 a 1.100 
 MÉTODO DE ARQUIMEDES
 Peso do ovo  Água
 Peso do ovo  Ar
 Multiplicar pelo fator de correção
 Temperatura da água de pesagem
15. QUALIDADE DOS OVOS
10801070 1090
Soluções Salinas
Figura 115 - Baldes com diluições salinas. Figura 116 - densímetro.
TESTE DE GRAVIDADE ESPECÍFICA
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS INDIRETOS:
 DEFORMIDADES DOS OVOS (DEFEITOS EXTERNOS)
 Acomentem  Casca do ovo/facilmente perceptível
 Trincas  Grandes/finas e ou em forma de estrela
 Ocorrência  Varia de 1 a 5% total produzidos
 Fatores  Idade ave/Nutrição/Água Salina/Doenças/
Temperatura/Manejo da coleta/Transporte
 Ovos de casca fina ou sem casca  Início postura (0,5%)
 Ovos de casca ásperas  Início postura/Doenças/Stress
 Ovos contaminados fungos  Manejo ineficiente
15. QUALIDADE DOS OVOS
■ MÉTODOS INDIRETOS:
 DEFORMIDADES DOS OVOS (DEFEITOS INTERNOS)
 Manchas de sangue  2 a 4%
 Fatores  Rompimentos de vasos do ovário e oviduto
Níveis de Vit. A e K na dieta/Toxinas fúngicas
Estresse/Doenças
 Manchas de carne  Linhagem/idade da ave/Ovos de cor
 Gemas pálidas  Menor concentração carotenóides
 Cor ideal  Varia Amarelo intenso e alaranjado vermelho
 Leque colorimétrico de gemas  Escala de 1 a 15
 Farelo de algodão  Gossipol (Gema rosada/manchada)
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	Slide 2: 1. INTRODUÇÃO
	Slide 3: 1. INTRODUÇÃO
	Slide 4: 1. INTRODUÇÃO
	Slide 5: 1. INTRODUÇÃO
	Slide 6: 2. CASAS GENÉTICAS
	Slide 7: 2. CASAS GENÉTICAS
	Slide 8: 2. CASAS GENÉTICAS
	Slide 9: 2. CASAS GENÉTICAS
	Slide 10: 2. LINHAGENS - DESEMPENHO 
	Slide 11: 3. INSTALAÇÕES 
	Slide 12: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES 
	Slide 13: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES 
	Slide 14: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 15: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 16: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES 
	Slide 17: 3.2.1 ARRAÇOAMENTO AUTOMÁTICO 
	Slide 18: 3.2.1 ARRAÇOAMENTO AUTOMÁTICO 
	Slide 19: 3.2.2 COLETA DE OVOS AUTOMÁTICA
	Slide 20: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 21: 3.2.3 VENTILAÇÃO
	Slide 22: 3.2.4 ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
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	Slide 24: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 25: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 26: 3.2 PLANEJAMENTO DAS INSTALAÇÕES
	Slide 27: 4. EQUIPAMENTOS
	Slide 28: 4. EQUIPAMENTOS
	Slide 29: 5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
	Slide 30: 5. MODALIDADES DE CRIAÇÃO
	Slide 31: 5.2 GAIOLAS
	Slide 32: 5.2 GAIOLAS
	Slide 33: 5.3 SISTEMA DE CRIAÇÃO
	Slide 34: 5.4 TIPOS DE GAIOLAS
	Slide 35: 5.4 TIPOS DE GAIOLAS
	Slide 36: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 37: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 38: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 39: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 40: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 41: 5.5 DIMENSÕES DAS GAIOLAS
	Slide 42: 6. FASES DE CRIAÇÃO
	Slide 43: 6. FASES DE CRIAÇÃO
	Slide 44: 7. MANEJO DE CRIA E RECRIA
	Slide 45: 7.1 AQUECIMENTO
	Slide 46: 7.1 AQUECIMENTO
	Slide 47: 7.2 ARRAÇOAMENTO E PESAGENS
	Slide 48: 7.2 EQUIPAMENTOS
	Slide 49: 7.3 DEBICAGEM
	Slide 50: 7.3 DEBICAGEM
	Slide 51: 7.3 DEBICAGEM
	Slide 52: 7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
	Slide 53:7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
	Slide 54: 7.4 PROGRAMA DE VACINAÇÃO
	Slide 55: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS INDIVIDUAL 
	Slide 56: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS INDIVIDUAL 
	Slide 57: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS INDIVIDUAL 
	Slide 58: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS INDIVIDUAL 
	Slide 59: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS MASSAL
	Slide 60: 7.5 VIAS DE APLICAÇÃO DE VACINAS MASSAL
	Slide 61: 7.6 ARRAÇOAMENTO 
	Slide 62: 7.7 PESAGEM 
	Slide 63: 7.8 UNIFORMIDADE
	Slide 64: 7.8 UNIFORMIDADE
	Slide 65: 8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 66: 8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 67: 8. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 68: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 69: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 70: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 71: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 72: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 73: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 74: 9. TIPOS DE RAÇÕES EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS
	Slide 75: 10. FÁBRICA DE RAÇÃO E EQUIPAMENTOS
	Slide 76: 10. FÁBRICA DE RAÇÃO E EQUIPAMENTOS
	Slide 77: 11. INGREDIENTES
	Slide 78: 11. INGREDIENTES
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	Slide 83: 12.3 OVOSCOPIA
	Slide 84: 12.4 DADOS DE PRODUÇÃO 
	Slide 85: 12.4 DADOS DE PRODUÇÃO 
	Slide 86
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	Slide 95: 13. PROGRAMA DE LUZ
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	Slide 98: 15. QUALIDADE DOS OVOS
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	Slide 101: 15. QUALIDADE DOS OVOS
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	Slide 104: 15. QUALIDADE DOS OVOS
	Slide 105: 15. QUALIDADE DOS OVOS
	Slide 106: 15. QUALIDADE DOS OVOS
	Slide 107: 15. QUALIDADE DOS OVOS
	Slide 108: 15. QUALIDADE DOS OVOS
	Slide 109: 15. QUALIDADE DOS OVOS